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17/10/2012 05h00 (Atualizado em 6/2/2013 01h10)

“Entendi a Dóris assim que coloquei o primeiro salto 15″, brinca Roberta Gualda

Atriz conta para o R7 que está se divertindo com a complexidade da vilã

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Por Nina Ramos, do R7, no Rio

Apesar na trama trágica, Dóris também capricha no tom cômico (Foto: Reprodução/Rede Record)

Roberta Gualda teve três meses para deixar para trás a dura história de Tirsa, de Rei Davi, e começar a criar a colorida Dóris, a irmã gêmea da vilã Diva (Bárbara Borges) em Balacobaco.

A atriz, que raspou os cabelos para a minissérie bíblica, caprichou no megahair, vestiu roupas justas, treinou o equilíbrio no salto 15 e, agora, está mais do que pronta para divertir o público na pele da morena que só arruma confusão.

— Esse universo colorido da Gisele [Joras, autora] é muito arrebatador. Eu já conhecia de Bela, a Feia, então eu cheguei com uma sensação de familiaridade. Eu já conheço este mundo. E ele chega conquistando, chega grudando na sua cara. Quando você coloca o primeiro figurino, você entende a personagem. Quando eu coloquei o primeiro salto 15 [risos], eu entendi a Dóris. E daí você vai embora na história...

Os primeiros capítulos de Balacobaco mostraram um pouco do passado de Diva e Dóris. Pilantras de carteirinha, as gêmeas tentaram roubar o carro de Isabel e acabaram sofrendo um acidente feio. Pegas no flagra, elas passaram um ano na detenção para menores.

Em entrevista para o R7, Roberta contou que quem guarda muita mágoa e sonho de vingança é Diva. Mas Dóris se deixa levar pelas armadilhas da irmã.

— Eu acho que ela vai seguir os passos da Diva até o final da trama. A relação delas prevalece. Não interessa o que ela quer, o que ela é, o que quer que seja... Não sei se ela vai se tornar uma vilã. Mas a irmã a faz se lembrar de coisas que, de repente, ela conseguiria esquecer se ela fosse sozinha. Quando ela recorda dessas coisas, aí ela parte para a pilantragem.

Apesar na trama trágica, Dóris também capricha no tom cômico. Isso aflora ainda mais quando Zé Maria (Silvio Guindane) entra em cena. Roberta confessou que foi por isso que ficou ainda mais encantada com a personagem.

— Pode não parecer, mas ela é muito complexa. Ela transita entre dois mundos. Um é o mundo da Diva, que é grudada nela. Esse mundo resgata o passado dela, com a raiva, a mágoa, o ódio. E o mundo do Zé Maria, que é do amor, da aceitação, do glamour do cinema. Ele faz cinema e ela é a musa dele. Ela tem essas camadas que eu acho muito interessante.

Quem vê Roberta chegando ou saindo das gravações sabe que ela não tem nada de Dóris no dia a dia. Gargalhando, a atriz confirmou a afirmação, mas disse que o treino para usar o saltão dura apenas duas semanas.

— O salto pega rápido, é hábito. Mas eu não sou nada Dóris também na personalidade. O que é ótimo, porque te dá a chance de montar uma coisa diferente... Sair um pouco de você, sabe? A gente cansa um pouco de ser a gente mesmo. É bom ser outra pessoa completamente diferente. E dá espaço para você se divertir.

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