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27 de Maio de 2016

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catarina hong miolo 1
19/11/2009

Catarina Hong

Correspondente internacional fala com internautas direto do Japão.

Íntegra do bate-papo

(13:01:46) Catarina Hong: Olá!

(13:00:56) Bunekiinha sa pergunta para Convidado: quantos ano vc tem

(13:00:53) Atelli pergunta para Convidado: Você acha mais legal ser âncora ou repórter?

(13:00:40) Atelli pergunta para Convidado: Você gosta do que faz?

 

(13:02:42) Catarina Hong: Oi, Bunekiinha! Tenho 29 anos.

(13:00:32) kakak pergunta para Convidado: vc sempre morou no japao?

(13:00:12) Atelli pergunta para Convidado: Oiii tudo bem? Gostaria de saber se você sempre sonhou em ser repórter e qual a sensação de ser correspondente internacional hoje?

 

(13:03:31) Catarina Hong: Atelli, eu a-do-ro ser repórter. Estar na rua, conhecer realidades diferentes, pessoas interessantes é muito bom. Por enquanto, sou feliz como repórter.

 

(13:03:50) Catarina Hong: Não, kakak. Eu moro aqui há 4 anos.

(13:03:15) roberto pergunta para Convidado: Qual o lugar mais visitado em Toquio?

(13:02:38) Atelli pergunta para Convidado: Quais as maiores dificuldades da sua profissão?

 

(13:05:10) Catarina Hong: Atelli, eu sempre quis ser jornalista. Acho que sempre fui meio inquieta, meio curiosa demais. Ser correspondente internacional é uma experiência maravilhosa. Todos os dias aprendo muito da profissão que exerço e do país onde estou vivendo.

(13:04:49) lukas pergunta para Convidado: vc gostaria de estar na bancanda?

(13:04:42) moises pergunta para Convidado: foi muito difícil se adptar a lígua japonesa...

(13:04:40) Matusa Brasil pergunta para Convidado: Boa Tarde Catarina! ñ poderia apresentar algum programa direto do Japão gravado ou ao vivo para Record News.. seria muito bom!

 

(13:06:14) Catarina Hong: Roberto, Tóquio é tão movimentada! Há muitos lugares interessantes pra visitar. Alguns exemplos: Shibuya e Shinjuku, bairros badalados. Harajuku, o bairro da moda e dos antenados. Asakusa, Ueno, Ginza, bairros mais tradicionais...

 

(13:07:12) Catarina Hong: Atelli, a maior dificuldade talvez seja você superar os seus limites, como em qualquer outra profissão. Manter o pique, continuar com vontade de aprender e esquecer a preguiça!

 

(13:07:51) Catarina Hong: Lukas, eu sou muito feliz na rua, como repórter...

 

(13:08:48) Catarina Hong: Olha, Moisés, eu continuo na luta pra me adaptar ao idioma japonês. Todo dia erro e aprendo. É difícil, como qualquer idioma estrangeiro. Mas facilita estar imerso nessa cultura. Você acaba sendo meio obrigado a aprender.

(13:04:38) geise pergunta para Convidado: se vc fosse convidada pra participar da fazenda vc aceitaria?

(13:05:45) kakak pergunta para Convidado: onde trabalhou antes?correspondente ganha bem?

(13:05:45) Matusa Brasil pergunta para Convidado: outra coisa existe projetos de programas locais na Record Japão sobre jornalismo?

 

(13:10:01) Catarina Hong: Boa tarde, Matusa Brasil! Adoraria apresentar um programa direto do Japão. Seria muito legal, mas provavelmente sobraria pouco tempo pra fazer as reportagens. Vou anotar sua sugestão, ok?

 

(13:10:49) Catarina Hong: Ihhhh, Geise... Não sei, não. Ficar várias semanas confinada... Ai, ai. Acho que não é pra mim.

 

(13:11:44) Catarina Hong: Kakak, antes eu trabalhei em São Paulo como repórter do Domingo Espetacular. E antes disso, em Mogi das Cruzes também repórter e apresentadora.

(13:05:54) lukas pergunta para Convidado: vc nasceu ai no japao?

 

(13:12:15) Catarina Hong: Matusa, a Record Japão tem programas voltados para a comunidade brasileira aqui no canal 333.

(13:06:45) Max Holmes pergunta para Convidado: vc pretende retornar ao Brasil?

 

(13:12:26) Catarina Hong: Não, Lukas. Nasci no Brasil!

(13:06:04) geise pergunta para Convidado: vc tem29 anos , vc é casda?

(13:07:14) James pergunta para Convidado: Ola, boa tarde gostaria de saber como é estar em outro pais numa condição de reporter, a resposabilidade é muita???

 

(13:13:00) Catarina Hong: Quero, sim, um dia voltar ao Brasil, Max Holmes. Gosto muito do Japão, mas também adoro o Brasil.

 

(13:13:20) Catarina Hong: Não, Geise. Ainda não me casei.

(13:07:21) geise pergunta para Convidado: é verdade que no japao as pessoas jogam os moveis quase novo no lixo?

(13:08:27) Thierry pergunta para Convidado: Como é o povo Japones ? São bem Educados ?

(13:07:48) amy lee pergunta para Convidado: CATARINA VC JA ACOSTUMOU EM VIAJAR TANTO PARA FAZER REPORTAGENS, MESMO COM TANTAS CATASTROFES ACONTECENDO NO MUNDO? BATE UM CERTO MEDO?

(13:08:04) pedro correia pergunta para Convidado: catarina qual a expectativa do povo japones para a seleçao de futebol na copa?

 

(13:15:28) Catarina Hong: Oi, James. Eu sempre digo que estar num país diferente, como jornalista, é um privilégio incrível. Eu posso conhecer coisas diferentes, fuçar assuntos interessantes, me meter em tudo quanto é lugar atrás de uma boa história. Isso é muito legal. E é, sim, uma grande responsabilidade, porque você tem que saber contar essa história depois com o máximo de fidelidade.

 

(13:17:15) Catarina Hong: Geise, isso é um pouco de mito e um pouco de verdade. Há alguns anos, quando o Japão estava vivendo no que se chamou de `bolha econômica`, um período de muito crescimento, os japoneses se acostumaram a trocar seus objetos com frequência. Hoje em dia, ainda mais em tempos de crise, eles não gastam mais tanto assim. Até por que, aqui, jogar lixo fora dá um trabalho... e custa caro.

(13:09:18) marcelo pergunta para Convidado: você já fez alguma reportagem que te deixou com medo ou perigosa?

(13:09:00) lukas pergunta para Convidado: seus familiares moram ai no japao?

 

(13:18:29) Catarina Hong: Os japoneses são extremamente educados, Thierry. São famosos por isso. E é verdade. Mas às vezes, falta um pouquinho de calor humano... São educados, mas não calorosos como os brasileiros.

 

(13:19:51) Catarina Hong: Amy Lee, correspondente tem que viajar, não importa se você se acostumou ou não. Tem que sempre estar preparado para fazer as malas e correr para o aeroporto. Medo não dá, não, porque é uma correria... Já saímos na adrenalina, e confesso que às vezes, esquecemos do perigo.

 

(13:20:56) Catarina Hong: Pedro Correia, o futebol no Japão ganha cada vez mais fãs. Os japoneses estão aprendendo a torcer de verdade pelo time deles. Sabem que ainda tem que percorrer um longo caminho, mas não desanimam.

(13:09:43) minoru pergunta para Convidado: Pelo seu sobrenome, acredito que tinha familiaridade com ideogramas chineses antes de ir ao Japão. Isso facilitou o aprendizado da língua japonesa?

 

(13:22:24) Catarina Hong: Marcelo, já fiz algumas reportagens perigosas. Comecei como repórter da madrugada, imagine. Era uma delegacia atrás da outra, estouro de cativeiro, tiroteio, acidente na estrada... Coisas que te deixam um pouco apreensivo, mas a adrenalina acaba dando uma aliviada no medo.

 

(13:22:39) Catarina Hong: Não tenho parentes aqui no Japão, Lukas.

(13:10:47) xande pergunta para Convidado: como é trabalhar na record como correspondente no japão?

(13:10:23) leon pergunta para Convidado: ola sou marcos, salvador bahia, catarina como ficou o crima ai com a visita de obama no continente asiatico?

 

(13:24:04) Catarina Hong: Minoru, eu sou descendente de coreanos. Hong é um sobrenome que pode ser chinês ou coreano. Eu não sabia ler ideogramas e ainda não posso dizer que sei. Sei alguns kanjis, mas muito poucos. Eu tinha uma ideia da língua coreana, cuja estrutura gramatical é muito parecida com a do idioma japonês, e isso talvez tenha facilitado um pouco.

(13:10:54) ALEX pergunta para Convidado: OI CATARINA EU ESTOU AQUI EM MARILIA INTERIOR DE SÃO PAULO MAS MORAVA EM MOGI DAS CRUZES VC ERA DE LÁ ?

(13:12:08) lukas pergunta para Convidado: se aparecese uma oportunidade em outra emissora vc aceitaria?

 

(13:24:57) Catarina Hong: Xande, trabalhar na Record é muito bom porque é uma emissora que dá muitas oportunidades. Ser correspondente no Japão é uma experiência única, maravilhosa. Eu adoro.

(13:12:13) flor pergunta para Convidado: tenho uma duvida como e selecionada as materias para ir para o ar .

(13:12:13) geise pergunta para Convidado: vc ja teve alguma repportagen que vc chorou na materia ou riu?

(13:12:10) pedro correia pergunta para Convidado: qual foi a repercusao catarina do gesto de barack obama ao se curvar ao imperador?

 

(13:26:34) Catarina Hong: Oi, Leon! Inveja de você que está aí na Bahia! Aqui faz um friiiio... Os japoneses gostam muito do Obama. Aqui ele tem status de superstar. Mas havia muitas - e ainda há - sobre as relações entre os Estados Unidos e o novo governo japonês. Por enquanto, o saldo da visita foi relativamente positivo.

 

(13:27:01) Catarina Hong: Oi, Alex! Não sou de Mogi, mas morei lá durante 3 anos. Adoro a cidade.

 

(13:27:28) Catarina Hong: Lukas, não apareceu. O que posso dizer é que estou feliz aqui.

(13:12:37) Nati pergunta para Convidado: Olá, vc se formou em Mogi das Cruzes mesmo??

 

(13:29:44) Catarina Hong: Flor, as matérias são selecionadas dependendo da influência do assunto sobre os brasileiros, do interesse, da curiosidade, são vários fatores. Mas levamos sempre em conta aquilo que é importante para o mundo e para o Brasil ou aquilo que é totalmente inusitado, diferente para os brasileiros.

 

(13:31:10) Catarina Hong: Geise, várias... Já chorei em muitas. A última foi na reportagem que fizemos com o Renato Mizoguchi, ex-atleta olímpico de um esporte de inverno que se chama luge. Ele tem uma história incrível de superação e é uma pessoa surpreendente. Mas também já caí na gargalhada em muitas reportagens. A gente se diverte.

(13:13:22) Rodrigo Santos SP/CAPITAL fala para Convidado: vida de jornalista assim como vc é muito corrido ?

 

(13:33:33) Catarina Hong: Pois é, Pedro Correia. Foi interessante porque ele recebeu críticas de conservadores americanos. Mas o gesto foi visto com bons olhos pelos conservadores japoneses. Enfim, acho que gerou uma certa surpresa e um debate, mas não passou disso. O Obama quis ser respeitoso - e ele até tinha sido orientado pela embaixada americana a não se curvar, se ele não quisesse. Foi um gesto espontâneo. Típico do Obama.

 

(13:34:08) Catarina Hong: Oi, Nati. Não, eu só trabalhei em Mogi das Cruzes. Me formei em São Paulo.

(13:13:10) leon pergunta para Convidado: catarina vc conheci brasileiros que foram pra ai em busca de vida melhor e quando chegou ai naum dei certo ?

 

(13:34:59) Catarina Hong: Rodrigo, vida de jornalista é corrida. Não importa se você é repórter, produtor, editor, fotógrafo, cinegrafista. A gente vive de notícia, e notícia não tem hora pra acontecer e nem ordem...

 

(13:36:08) Catarina Hong: Leon, há muitos casos de brasileiros que vieram pra cá cheios de esperança e não encontraram ou conquistaram aquilo que buscavam. Mas muitos conseguiram. Há todo tipo de história por aqui.

(13:14:01) geise pergunta para Convidado: ai passa novelas boas como as do brasil

(13:14:02) Alexandre pergunta para Convidado: Como está essa nova fase do jornalismo da Record em sua opinião?

(13:14:04) oliveira pergunta para Convidado: voce tem vontade de conheser alguen especial

(13:14:34) Matusa Brasil pergunta para Convidado: Catarina a equipe da Record JP conta com quantos profissionais, além de vc tem outros jornalistas? Tem redação?

(13:14:36) Sedex pergunta para Convidado: Como é a sua rotina, ?

 

(13:37:20) Catarina Hong: Geise, passam muitas novelas aqui. Mas elas são bem diferentes das do Brasil - e pra gente, claro, um pouco difíceis de entender.

(13:15:05) sisi pergunta para Convidado: admiro vc é tao nova e ,e uma reporter nota 1000

(13:14:55) flor pergunta para Convidado: oi a vida no japao e cara;

 

(13:38:24) Catarina Hong: Alexandre, o jornalismo da Record está com muito vigor. E isso é muito bom pra quem trabalha no meio. É um jornalismo cheio de energia. E isso nos dá ânimo.

(13:15:01) lukas pergunta para Convidado: vc gosta de comida japonesa?

(13:15:29) Riibeiro pergunta para Convidado: A aceitação dos brasileiros no Japão é normal ou existe alguma restrição?

 

(13:39:19) Catarina Hong: Oliveira, tenho vontade de conhecer muita gente. Esses dias, fui a uma coletiva de imprensa com o Dalai Lama. Que pessoa especial. Esse, eu gostaria de conhecer melhor.

(13:15:41) Rike pergunta para Convidado: Olá Catarina, é um enorme prazer poder participar do chat. Acompanho sempre que posso sua matérias, além de ser um amante da cultura, gosto muito da menira com a qual você conduz as reportagens, parabéns.

 

(13:40:09) Catarina Hong: Matusa, nossa equipe aqui no Japão é bem enxuta. Além de mim, há uma produtora chamada Miho Kajioka. E um grupo de cinegrafistas que se revezam.

(13:18:16) COLI pergunta para Convidado: qual a visão que o cidadão comum no Japão tem dos EUA?

 

(13:42:08) Catarina Hong: Sedex, minha rotina é bem corrida. Acordo e a primeira coisa que faço é ligar o computador. Dou uma varrida na internet e depois é que varro a casa, lavo roupa, cuido do lar. Isso quando não há nada marcado pela manhã, uma gravação, uma entrevista. Meu dia é longo, porque só à tarde e principalmente à noite, é que começo a falar com os editores.

 

(13:42:22) Catarina Hong: Sisi! Obrigada pelo `nova`!!!

 

(13:43:34) Catarina Hong: Flor, a vida no Japão é muito cara. Sabe quanto custa uma abobrinha aqui? 5 reais. Uma só! Mamão? 13 reais, a unidade. Fora aluguel, transporte, etc. Tóquio é a cidade mais cara do mundo porque o yen, a moeda japonesa, está supervalorizada.

 

(13:43:47) Catarina Hong: Lukas, que sorte. Eu adoro comida japonesa!

 

(13:45:42) Catarina Hong: Ribeiro, os brasileiros enfrentam ainda alguns problemas aqui. Já houve casos de discriminação, lojas com cartazes alertando sobre a frequência de brasileiros no estabelecimento, coisas do gênero. Nas cidades onde a concentração é maior, a incidência de casos como esse aumenta. Mas há também muitos casos de aceitação por parte da sociedade japonesa, integração.

 

(13:46:22) Catarina Hong: Oi Rike! Muito obrigada! Fico feliz que você gosta das reportagens!

(13:18:56) raiumunda francisca pergunta para Convidado: qual é a principal mudança que o brasil deveria ter, em que o Japão serviria como exemplo, em sua opnião ?

(13:19:15) Rike pergunta para Convidado: Alguma vez você pensou em preparar um especial sobre o japão para ser exibido, digamos, no Câmera Record? Seria muito interessante visto a grande comunicade japonesa aqui presente.

(13:19:41) COLI pergunta para Convidado: vc acha possível que a China pare de manter artificialmente a desvalorização de sua moeda?

 

(13:48:01) Catarina Hong: Coli, os japoneses, em geral, tem uma visão amistosa. Afinal de contas, os países estão muito ligada política, econômica e até militarmente.

 

(13:49:43) Catarina Hong: Oi, Raimunda. De cara, eu já posso citar um bom exemplo do Japão: o transporte público. Aqui é uma maravilha (se bem que acho um pouquinho caro). O consumo de carros vem diminuindo porque já não conveniente ter um nas grandes cidades. Anda-se muito de metrô, de trem, a rede é muito abrangente. E pontualíssma. E segura! E conveniente.

(13:21:28) xande pergunta para Convidado: por favor me responda só uma qual é a principal religião dos japoneses

 

(13:50:25) Catarina Hong: Rike, nós preparamos um especial na época das comemorações do centenário da imigração. Mas adoraríamos fazer outro. Vou sugerir!

(13:21:54) Riibeiro pergunta para Convidado: Você disse que estão aprendendo a torcer pelo futebol ai, como no Brasil? ja existem as torcidas organizadas ou a educação niponica não permitiu ainda?

 

(13:51:40) Catarina Hong: Coli, essa é uma questão cabeluda. O mundo - encabeçado pelos Estados Unidos - está fazendo pressão. Mas a liderança chinesa não quer muito papo. Possível pode ser. Vamos ter que aguardar.

 

(13:52:09) Catarina Hong: Budismo e xintoísmo, Xande.

(13:23:56) COLI pergunta para Convidado: o casal imperial tem participação efetiva nos rumos da política do país?

(13:24:00) Max Holmes pergunta para Convidado: vi uma reportagem, q vc comia coisas exotica. Isso e normal no seu dia a dia?

 

(13:53:45) Catarina Hong: Ribeiro, eu vejo torcidas organizadas nos estádios por aqui, mas nada comparado ao Brasil ou à Inglaterra, por exemplo. As torcidas de futebol aqui são muito mais leves, eu diria. São famílias que vão aos estádios, muitas crianças. Não há uma `profissionalização` das torcidas ainda.

 

(13:54:52) Catarina Hong: Coli, nenhuma. Imperador e imperatriz estão aqui pra cumprir um papel: representar o povo japonês. Eles não tem nenhum poder de decisão.

(13:24:46) Alexandre pergunta para Convidado: Catarina e quando da aqueles terremotos ai no Japão, aonde vc fica?

(13:24:24) Abel pergunta para Convidado: boa tarde Catarina e parabéns pelo belo trabalho como correspondente internacional

 

(13:56:15) Catarina Hong: Max, nessa reportagem eu comi lula viva, frango cru, sashimi de carne de cabra e sopa de tartaruga. Esse tipo de prato, eu não como todo dia.

(13:26:17) COLI pergunta para Convidado: o que vc viu ,nos últimos tempos em que esteve no Japão, de mais impressionante em termos de tecnologia?

 

(13:57:46) Catarina Hong: Alexandre, terremotos acontecem com muita frequência aqui no Japão. A terra treme todos os dias. Mas na maior parte das vezes a gente não sente. Eu só percebo que há um terremoto quando estou em casa. Moro no 11o. andar, e o prédio tem um sistema que faz a estrutura oscilar, de um lado para o outro. Não tem como não perceber...

 

(13:58:10) Catarina Hong: Boa tarde e obrigada, Abel!

(13:28:05) willian pergunta para Convidado: Gostaria de saber se no japão não tem liberdade de impressa.

 

(14:00:30) Catarina Hong: Coli, acho que as últimas engenhocas tecnológicas que me surpreenderam foram as do Tokyo Motor Show, a feira de automóveis de Tóquio, que estava meio caidinha este ano, mas ainda assim expôs máquinas supermodernas. O mais interessante é a tecnologia de carros ecológicos que estão surgindo no mercado. São carros confortáveis, eficientes, velozes e que emitem pouco e nada de gás carbônico. Pena que ainda são um pouco caros.

 

(14:02:11) Catarina Hong: Willian, onde foi que você ouviu isso? Há liberdade de imprensa no Japão. Pelo menos, na teoria. O problema são os rumos que a imprensa japonesa decide tomar. Muitos veículos tem um certo gosto pelo `oficialesco`. Mas em geral, qualquer um pode, sim, expressar uma opinião ou veicular uma reportagem na mídia japonesa.

(13:28:49) MARI pergunta para Convidado: COMO É A IMAGEM DO BRASIL AI NO JAPÃO

 

(14:04:19) Catarina Hong: Mari, os japoneses adoram o Brasil. Pra eles, Brasil é sinônimo de bossa nova, comida boa, futebol e alegria. É uma imagem muito positiva. Mas também, muitos japoneses me questionam sobre a violência do Brasil. Alguns tem medo de viajar, medo de serem assaltados... Infelizmente, é assim.

(14:05:08) Moderador: Gente acabou, Catarina vai dizer tchau

(14:05:21) Moderador: espero vcs na próxima,ok?

 

(14:06:06) Catarina Hong: Foi um prazer participar desse bate-papo! Sayonara ou bye-bye (que é hoje em dia é mais comum por aqui). Até a próxima (matta kondo)!
 
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