Liége Müller

Hoje tem Coral de Rua!

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Hoje tem Coral de Rua!

Preparem seus corações porque hoje tem muita emoção com o especial "Coral de Rua" da Rede Record. É o momento onde nós atores ficamos na platéia e os grandes astros da noite são os 20 moradores de rua que formam o coral. Assisti a gravação e confesso a vocês que não tem como segurar a emoção. Histórias de superação de pessoas que muitas vezes vemos nas ruas mas não enxergamos. Pessoas que lutam pela sobrevivência diariamente enfrentando as mais cruéis adversidades. Este projeto da Rede Record é umas das iniciativas mais acertadas que poderia servir de exemplo para outros projetos do gênero expandindo e crescendo de forma que atingisse cada vez um numero maior de pessoas. A inserção da "arte" e suas formas de expressão, como a música, em projetos sociais é extremamente eficiente. Podemos citar exemplos concretos de eficiência da arte em projetos sociais, como o  'Projeto Nós do Morro" realizado há anos no Morro do Vidigal levando o teatro para aquela comunidade carente e tirando muitos jovens de uma situação de risco.  Além de revelar talentos que hoje despontam no mundo artístico. O projeto "Coral de Rua" tem o mesmo potencial. Expressar-se artisticamente aumenta a autoestima das pessoas abrindo novas portas para o destino.  Durante a gravação tivemos vários momentos de emoção, encontros, revelações, surpresas e um repertório muito bem escolhido. O especial "Coral de Rua" da Rede Record é uma produção impecável e imperdível! Vai ao ar hoje (21/12) as 20:30hs.

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Liége Müller e André Di Mauro na gravação do especial "Coral de Rua"

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No final da gravação do especial uma surpresa: o elenco da Record uniu-se ao grupo e juntos cantaram a última música! (Foto de Divulgação: Munir Chatack / Rede Record)

 

“A Casa Elétrica” hoje no Canal Brasil

andre di mauro casa eletrica fachada carlino saverio aquille1 A Casa Elétrica hoje no Canal Brasil

Carlino (André Di Mauro). Savério (Nicola Siri) e Aquiles (Juan Arena) no filme "A Casa Elétrica" que sera exibido hoje as 00:15 no Canal Brasil.

O filme "A Casa Elétrica" será exibido hoje no Canal Brasil

É hoje! Sábado, dia 14  haverá uma nova exibição do filme que participei "A Casa Elétrica" de Gustavo Fogaça no Canal Brasil às 00:15 Hs. O filme conta a história dos irmãos Leonetti que por volta de 1913 (100 anos atras) criaram a primeira fabrica de gramofones da América Latina e a segunda gravadora do Brasil. Ao contrario do que diz a história oficial o primeiro samba gravado no Brasil não foi "Pelo Telefone" de Donga em 1917 e sim "Iaia Me Diga" dos "Geraldos" na Casa Elétrica em 1913. Outra curiosidade é que o primeiro tango gravado não foi na Argentina e sim em Porto Alegre pelo "Rei do Tango" Francisco Canaro na mesma gravadora gaúcha!

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Os Irmãos Leonetti prensando os primeiros discos produzidos no Brasil na Casa Elétrica.

"O longa metragem "A Casa Elétrica" é falado em italiano, espanhol e português. É uma co-produção Brasil-Argentina capitaneada pela Panda Filmes.  No filme eu interpreto o estranho e tímido "Carlino"  o irmão do meio dos Leonetti. Foi um trabalho de composição que fiz com muito carinho. Deixei o cabelo ralo e coloquei "monocelhas" para causar uma certa estranheza necessária para a composição do personagem. Muitas vezes no filme meu personagem fala em italiano e apesar de eu ter tido contato com língua durante minha infância quando morei na Itália, era uma tarefa bastante difícil conseguir uma pronúncia perfeita do texto. Por isso, sou muito grato ao meu querido "fratello" Nicola Siri que me ajudou nos diálogos com sua generosidade e talento colaborando de forma efetiva para o bom resultado final.

andre di mauro carlino cinema a casa eletrica21 A Casa Elétrica hoje no Canal Brasil

André Di Mauro icomo "Carlino Leonetti "no filme "A Casa Elétrica".

Ficha Técnica:

Direção: Gustavo Fogaça
Roteirista: Gustavo Fogaça
Co-roteiristas: Arturo Vicco, Geraldo Leonetti e Jean Pierre Noher
Fotografia: Alexandre Berra
Desenho de Som: André Sittoni
Trilha Sonora: Sergio Rojas e Gustavo Fogaça
Montagem: Luca Alverdi
Diretor de Arte: Eduardo Antunes
Figurino: Marcia Matte
Maquiagem: Nancy Marignac
Produção de elenco: Dani Fogliato e Carina Bernardi
Produção Executiva: Beto Rodtrigues e Tatiana Sager.
Direção de Produção: Monica Catalane
Produção: Panda Filmes e Noher Produções

Elenco: André Di Mauro, Nicola Siri, Juan Arena, Carmela Montanari, Rafael Pimenta, Morgana Kretzmann, Liege Muller, Oscar Simch, Jean Pierre Noher, Leonardo Machado, Gilberto Petrin e Kevin Johansen.

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Gilberto Perin e André Di Mauro  no filme "A Casa Elétrica".

 A Casa Elétrica - Trailer oficial

A Casa Elétrica Ganha Prêmio no Festival CineMúsica

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André Di Mauro representando o diretor Gustavo Fogaça do filme "A Casa Elétrica" na entrega do "Prêmio Delart Rivaton" durante a premiação do 7º Festival CineMúsica em Conservatória (07-09-2013)

A Casa Elétrica ganha prêmio no Festival Cinemúsica

O filme "A Casa Elétrica" de Gustavo Fogaça produzido por Beto Rodrigues (Panda Filmes), que tive a honra de participar, ganhou ontem no 7º Festival CineMúsica o "Prêmio Dellart Cine Rivaton" outorgado ao diretor do filme Gustavo Fogaça”. Além do troféu o o diretor ganha o patrocínio da Delart Estudios Cinematográficos para os serviços de mixagem do seu próximo filme. Ficamos extremamente felizes já que nada poderia ser mais estimulante que ser premiado neste festival que representa justamente o encontro do cinema com a música. O filme "A Casa Elétrica" é um filme sobre música, conta a história de três irmãos italianos que vieram para o Brasil e estabeleceram-se em Porto Alegre onde no inicio do século passado fundaram uma das primeiras gravadoras e a primeira fábrica de gramofones da América Latina: A Casa Elétrica". O selo "A Casa Elétrica" foi responsável pelo primeiro tango gravado e prensado na história - "El Chamuyo" de autoria do argentino Francisco Canaro em 1914.  O filme que teve uma pesquisa fantástica realizada por Gustavo Fogaça revela também  que o primeiro samba gravado no Brasil não foi "Pelo Telefone" de Donga em 1917 mas sim "Iaiá Me Diga" de Geraldo Magalhães gravado na "Casa Elétrica" em 1913. Recheado de informações o filme conquista o público pela forma sensível com que é contada a história dos "Irmãos Leonetti". Ontem quando recebi o prêmio representando Gustavo Fogaça fiquei emocionado ao ouvir o texto escrito pelo juri que exaltava a qualidade do filme que “diverte,  faz rir e emociona, além sensível e inspirado o filme contém informações preciosas sobre a história da música na América Latina”. Foi um momento muito especial de reconhecimento a este belíssimo trabalho e sobretudo ao empenho de uma equipe apaixonada e obstinada que merecia muito este prêmio. Parabéns a todos desse equipe maravilhosa e inspirada!!! E como o Festival e o Prêmio são para o "SOM" um parabéns especial para o mestre André Sittoni, Sergio Rojas e Gustavo Fogaça responsáveis respectivamente pela Direção de Som e trilha sonora. 

Elenco: Nicola Siri, André Di Mauro, Juan Arena, Carmela Paglioli, Jean Pierre Noher, Kevin Johansen (cantor e compositor argentino), Rafael Pimenta, Morgana Kretzmann, Leo Machado, Liége Muller, Oscar Simch, Gilberto Perin, Paulo Rosa, Helga Kern e participação especial de José Fogaça. 

Direção e Roteiro: Gustavo Fogaça
Produção: Beto Rodrigues e Tatiana Sager
Direção de Arte: Eduardo Antunes e Raiza Antunes
Direção de Fotografia: Alexandre Berra
Montagem: Luca Alverdi
Direção de Som: André Sittoni
Trilha Sonora: Sergio Rojas e Gustavo Fogaça
Figurino: Márcia Matte
Maquiagem: Nancy Marignac
Produtoras associadas: Panda Filmes & Noher Produções.

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Carlino Leonetti, (André Di Mauro), Cavaleiro Moysé (Rafael Pimenta) Savério Leonetti (Nicola Siri) na cena do filme "A Casa Elétrica" de Gustavo Fogaça.

O Espião Americano

O Espião Americano

Hoje quando li o jornal, falando da espionagem no planalto lembrei imediatamente de um vídeo muitoooo engraçado que assisti esta semana na internet: "000 - O Espião Americano" do Canal Sem Juízo que aborda  justamente esse tema. O vídeo é uma brincadeira e não tem a menor pretensão de abordar o assunto de forma mais profunda ou conclusiva mas é muito divertido e faz a gente pensar. É impressionante como os canais de humor estão cada vez mais antenados nos fatos e acontecimentos do nosso país. De uma forma inteligente o "humor" ajuda nos debates e provoca reflexões sobre os temas mais sérios de forma leve, porém não menos eficiente. Pretendo nos próximos dias fazer uma série de posts sobre estes canais. Os canais de humor da internet são um fenômeno que precisa ser estudado e analisado. Neste momento de convergência das mídias tudo esta interligado, tudo é digital. Enquanto isso... não resisti e resolvi compartilhar com vocês "000 - O Espião Americano" lançado uma semana antes destas notícias bombásticas é quase uma "premonição" dos fatos divulgados hoje. O vídeo é interpretado e realizado pelos multi-talentosos Rodrigo Vahia, Cadu Mader e Liége Müller principais destaques do Canal Sem Juízo.  Nos próximos dias vamos abordar este e outros canais de humor emergentes da internet e tentar entender o que esta acontecendo na nova mídia. O vídeo é bastante despretensioso mas muito bem realizado e divertido. Como dizem os internautas:  LOL  :-)

*** LOL é uma expressão  comum no internetês, atualmente usado com frequência nas redes sociais como Facebook, Twitter, Youtube, Instagram etc...  L.O.L quer dizer literalmente "laughing out loud" (tradução: "rindo muito alto")

 

Livro Humberto Mauro

Lançamento do livro "Humberto Mauro - O Pai do Cinema Brasileiro"

Muito obrigado a todos os amigos e a imprensa pelo carinho que tiveram com o lançamento do meu livro "Humberto Mauro - O Pai do Cinema Brasileiro". Agradeço também ao Alex Giostri, sua equipe da Giostri Editora pelo excelente trabalho que resultou nesta linda edição, a Laura Gasparian e todos os funcionários da Livraria Argumento do Leblon que nos receberam maravilhosamente bem e proporcionaram este momento tão especial que foi coquetel de lançamento do livro. OBRIGADO !

"Que o cinema de MAURO nos inspire a transgredir, arriscar e questionar e a vida de HUMBERTO nos inspire a ser bem-humorados, companheiros e carinhosos".

Viva o cinema brasileiro! Viva Humberto Mauro!

Fotos do coquetel de lançamento do livro "Humberto Mauro - O Pai do Cinema Brasileiro"

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Liége Muller e André Di Mauro

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André Di Mauro, Valéria Mota e Alexandre Marinho

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Sergio Conforti, Patricia Mauro, Claudia Mauro, André Di Mauro e Paulo Cesar Grande

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André Di Mauro dando entrevista para o "Programa da Tarde" da TV Record

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André Di Mauro e Afonso Fontes Neto

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Livro "Humberto Mauro - O Pai do Cinema Brasileiro"
"Cinema é cachoeira..." - Humberto Mauro

Primeiro samba gravado no Brasil

Última oportunidade para assistir "A CASA ELÉTRICA" no Festival do Rio

História da Música Latina
Vocês sabiam que o primeiro samba gravado no Brasil não foi "Pelo Telefone" de Donga em 1917 mas sim "Iaiá Me Diga" de Geraldo Magalhães gravado na "Casa Elétrica" em 1913? E outra novidade polêmica: o primeiro tango gravado e prensado na América Latina foi “El chamuyo” de Francisco Canaro em 1914 também em Porto Alegre na "Casa Elétrica" .

Para quem ainda não viu sábado dia 6/10 é última oportunidade para assistir "A Casa Elétrica" no Festival do Rio - Première Latina.
SAB (6/10) 21:00 Cine Santa - Lgo do Guimarães, 136

O filme "A CASA ELÉTRICA" tem roteiro e direção de de Gustavo Fogaça e foi uma co-produção Argentina/Brasil, produzido por Beto Rodrigues (Panda Filmes) e Noher Produções.
No elenco: Nicola Siri, André Di Mauro , Carmela Paglioli , Juan Arena, Rafael Pimenta,Jean Pierre Noher, Morgana Kretzmann, Kevin Johansen, Liége Müller entre outros.

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Andre Di Mauro, Juan Arena, Morgana Kretzmann e Nicola Siri em cena no filme "A Casa Elétrica"

O primeiro samba gravado no Brasil e primeiro tango gravado e prensado na América Latina

O primeiro samba gravado no Brasil e primeiro tango gravado e prensado na América Latina

O filme "A Casa Elétrica" estréia hoje no Festival do Rio trazendo revelações surpreendentes sobre a história da música na América Latina.

Irmãos Leonetti
Hoje estreia no Rio de Janeiro o longa-metragem “A Casa Elétrica” de Gustavo Fogaça que será exibido dentro da Première Latina do Festival do Rio. "A Casa Elétrica" é uma co-produção Argentina-Brasil, foi rodado nos dois países com atores brasileiros e argentinos. O filme é falado em espanhol, português e italiano. "A Casa Elétrica" conta a história dos "Irmãos Leonetti" imigrantes italianos que fundaram uma das primeiras gravadoras e a primeira fábrica de gramofones da América Latina em Porto Alegre no início do século. Os irmão são vividos pelo ator brasileiro André Di Mauro (Carlo Leonetti), o ítalo-brasileiro Nicola Siri (Savério Leonetti) e o argentino Juan Arena (Aquiles Leonetti).

O primeiro samba e o primeiro tango
O filme traz algumas revelações inusitadas como o fato de que tanto o "Samba" quanto o "Tango" - símbolos máximos da cultura do Brasil e da Argentina, vizinhos separados pela fronteira da língua, podem ter um berço comum: "A Casa Elétrica" de Porto Alegre. Ao contrario do que muitos pensam o primeiro samba a ser gravado na história não foi "Pelo Telefone" gravado por Donga em 1917 e sim “Iaiá me Diga” gravado pela dupla gaúcha “Os Geraldos” Geraldo Magalhães ( Paulo Rosa) e Nina Teixeira(Helga Kern) em 1913 na Casa Elétrica. E por incrível que pareça o primeiro tango gravado na história tambem não foi na Argentina e sim no Brasil e também na Casa Elétrica. Na época, existiam gravadoras de discos em Buenos Aires, mas não uma fábrica. Os artistas gravavam uma matriz, que era mandada à Europa ou aos Estados Unidos para fazer cópias. Com a Primeira Guerra, esse processo foi interrompido, até que o empresário argentino Alfredo Amendola (Jean Pierre Noher) dono do selo Atlanta, de Buenos Aires, descobriu a Casa Elétrica, onde Francisco Canaro (Kevin Johansen), considerado o primeiro grande mestre de tango, gravou “El Chamuyo” em 1914. Podemos então afirmar que o primeiro samba gravado e prensado na América Latina foi "El Chamuyo" em Porto Alegre na Casa Elétrica.

Sonhos e Pioneirismo
“A Casa Elétrica” é um filme que resgata personagens e fatos fundamentais da história da música do Cone Sul e do Brasil, através da narração dos sonhos e conquistas dos seus peculiares protagonistas. O começo do século XX foi marcado pelos diversos descobrimentos, invenções e teorias que guiaram o caminhar da sociedade ocidental. Entre as invenções mais significativas, o gramofone foi fundamental para o crescimento da indústria fonográfica e musical no mundo inteiro. A primeira fábrica de gramofones da América Latina foi a Casa Elétrica, empresa dos imigrantes italianos Irmãos Leonetti: Savério (Nicola Siri) , Carlo (André Di Mauro) e Aquille(Juan Arena), fundada em Porto Alegre em 1913. Com ela nasceu também o selo “Disco Gaúcho”, pioneiro na gravação de músicas gaúchas, brasileiras e internacionais.A história dos Irmãos Leonetti, é baseada em fatos reais porem ficcionada para criar um ambiente narrativo ideal onde os fatos históricos são ilustração de uma grande história de amor e consolidação dos sonhos. Romantismo, idealização, bravura e pioneirismo: a mistura ideal para uma história de conquistas e sonhos, onde o embrião da cultura da América do Sul nasce das mãos de três irmãos italianos, porto-alegrenses por casualidade e profundamente apaixonados pela música.

Elenco: André Di Mauro, Nicola Siri, Juan Arena, Carmela Paglioli, Jean Pierre Noher, Kevin Johansen (cantor e compositor argentino), Rafael Pimenta, Morgana Kretzmann, Leo Machado, Liége Muller, Oscar Simch, Gilberto Perin, Paulo Rosa, Helga Kern e participação especial de José Fogaça. 

Direção e Roteiro: Gustavo Fogaça
Produção: Beto Rodrigues e Tatiana Sager
Direção de Arte: Eduardo Antunes e Raiza Antunes
Direção de Fotografia: Alexandre Berra 
Montagem: Luca Alverdi
Direção de Som: André Sittoni
Trilha Sonora: Sergio Rojas e Gustavo Fogaça
Figurino: Márcia Matte
Maquiagem: Nancy Marignac
Produtoras associadas: Panda Filmes & Noher Produções.

"A Casa Elétrica" no Festival do Rio
Sessões (locais, datas e horários)
SEG (1/10) 14:30 Est Sesc Rio 2 - Rua Voluntários da Pátria, 35 Tel: (21) 2266 9952
SEG (1/10) 21:15 Est Sesc Rio 2 - Rua Voluntários da Pátria, 35 Tel: (21) 2266 9952
TER (2/10) 17:00 Est Sesc Ipanema - AV Visc. de Pirajá, 605 Tel: (21) 2279 4603
SAB (6/10) 21:00 Cine Santa - Lgo do Guimarães, 136 -Tel:(21) 2222-0203

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André Di Mauro, Nicola Siri e Juan Arena

Festival do Rio Première Latina – A Casa Elétrica

Festival do Rio Première Latina - A Casa Elétrica

Anotem nas suas agendas !!! Saíram as datas, horários e locais das exibições do filme "A CASA ELÉTRICA" na Première Latina do Festival do Rio 2012 :

SEG (1/10) 14:30 Cinema Estação Sesc Rio 2 (Botafogo)
SEG (1/10) 21:15 Cinema Estação Sesc Rio 2 (Botafogo)

TER (2/10) 17:00 Cinema Estação Sesc Ipanema 1 (Ipanema)

SAB (6/10) 21:00 Cine Santa (Santa Tereza)

"A Casa Elétrica" tem roteiro e direção de Gustavo Fogaça e é produzido pela Panda Filmes.

Elenco: Nicola Siri, André Di Mauro, Juan Arena, Carmela Paglioli, Rafael Pimenta, Morgana Kretzmann, Jean Pierre Noher, Kevin Johansen, Liége Müller entre outros...

festival do rio 2012 andre di mauro Festival do Rio Première Latina   A Casa Elétrica

André Di Mauro esta no filme A CASA ELÉTRICA que estréia dia 1 de outubro na Première Latina do Festival do Rio 2012.

A Casa Elétrica na Première Latina do Festival do Rio 2012

Muito feliz!!! O nosso filme "A Casa Elétrica" foi selecionado para a "Premiére Latina" do "Festival do Rio 2012"!!! O filme "A Casa Elétrica" de Gustavo Fogaça é uma co-produção Argentina-Brasil e foi rodado nos dois países com atores brasileiros e argentinos. O filme é falado em espanhol, português e italiano. Conta a história dos imigrantes italianos "Irmãos Leonetti" que fundaram uma das primeiras gravadoras e a primeira fábrica de gramofones da América Latina em Porto Alegre. Eu faço um dos irmãos - "Carlino Leonetti", o ator italiano Nicola Siri interpreta o irmão mais velho - "Savério Leonetti", e o caçula é interpretado pelo ator argentino Juan Arena - "Aquiles Leonetti". Completando este elenco internacional: Carmela Paglioli, Jean Pierre Noher, Rafael Pimenta, Morgana Kretzmann, Kevin Johansen e Liége Muller.

andre di mauro carlino leonetti a casa elétrica festival do rio 2012 A Casa Elétrica na Première Latina do Festival do Rio 2012

André Di Mauro como "Carlino Leonetti" no filme "A Casa Elétrica" de Gustavo Fogaça.

A Casa Elétrica estréia em Gramado

"A Casa Elétrica" estréia em Gramado

O longa-metragem "A Casa Elétrica" de Gustavo Fogaça estreou ontem no Palácio dos Festivais em Gramado dentro da "Mostra Especial Cinema Gaúcho". O cinema estava cheio e a platéia atenta acompanhou entusiasmada o filme que no final recebeu calorosos aplausos. "A Casa Elétrica" conseguiu cativar o público emocionando e divertindo a todos que estavam ali assistindo essa fantástica história dos "Irmãos Leonetti" - pioneiros na gravação de discos e na fabricação de gramofones. A cena inicial acontece no Café Tortoni em Buenos Aires onde velhos amigos argentinos discutem sobre qual teria sido o primeiro tango gravado, no meio da discussão, um brasileiro, interpretado pelo próprio diretor do filme Gustavo Fogaça, revela que a primeira gravação de um "tango argentino" aconteceu no Brasil, em Porto Alegre e começa a contar a história da Casa Elétrica. Gustavo Fogaça conseguiu reunir em seu primeiro longa-metragem um conteúdo de alto valor histórico e cultural a uma dramaturgia de excelência apresentados de forma brilhante usando todos os recursos de linguagem e ferramentas que o cinema oferece. Logo nos primeiros planos a fotografia de Alexandre Berra chama a atenção pela qualidade sinalizando que vamos assistir a um filme bem realizado. A história de “A Casa Elétrica” se passa no início do sec. XX necessitando portanto, de uma ambientação de época, a riqueza dos detalhes e o bom gosto das escolhas faz da direção de arte um dos pontos altos. O diretor de arte Eduardo Antunes mais uma vez nos brinda com seu talento e criatividade singulares reafirmando sua posição de destaque no cinema gaúcho. A montagem do renomado editor italiano Luca Alverdi é feita com maestria e dá o ritmo que vai num crescente prendendo a atenção do publico e valorizando o final. O desenho de som impecável de André Sittoni e a trilha sonora inspirada de Sergio Rojas e Gustavo Fogaça completam essa composição audiovisual conferindo ao filme “A Casa Elétrica” o status de um “filme de arte” no sentido mais profundo da palavra ARTE. Além do apuro técnico a direção de Gustavo Fogaça proporcionou aos atores a liberdade e as condições necessárias para a composição dos personagens na medida certa. Sempre respeitando o tempo dramático dos atores Fogaça conseguiu extrair do elenco momentos de humor e de emoção que permeiam todo o filme envolvendo o espectador. Carmela Paglioli que interpreta a ousada "Ana Beatriz Guimarães" é um dos destaques do elenco sua composição carismática aliada ao vigor cênico e emocional imprimem na personagem uma personalidade forte, essencial para a trama. Nicola Siri no papel do visionário "Savério Leonetti" esta simplesmente perfeito! O papel caiu como uma luva para o nosso querido Nicola que deu um show de interpretação do inicio ao fim e foi um colega de trabalho muito generoso auxiliando a mim e ao ator argentino Juan Arena nos longos diálogos falados em italiano. Sempre disponível e atencioso ele nos ajudava corrigindo qualquer falha na pronúncia. O talentoso ator argentino Juan Arena alcançou um brilho natural interpretando o caçula "Aquiles Leonetti" sempre muito a vontade em cena, deu ao personagem a irreverência necessária para provocar com veracidade os conflitos na família Leonetti. O ator gaúcho Rafael Pimenta no papel do sanfoneiro "Cavaleiro Moysé" é o responsável por alguns dos momentos mais divertidos do filme. Sua composição faz da ingenuidade do personagem o contra-ponto ideal para as cenas com os passionais "Irmãos Leonetti". Quanto a minha participação como "Carlo Leonetti" não cabe a mim avaliar, apenas gostaria de dizer que fiquei muito feliz com o que vi ontem na tela e registrar minha eterna gratidão ao diretor Gustavo Fogaça e ao produtor Beto Rodrigues e a produtora Tatiana Sager da Panda Filmes pela oportunidade e o prazer de ter participado dessa produção extremamente bem cuidada que resultou nesse filme tão especial que é "A Casa Elétrica".

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André Di Mauro, Carmela Paglioli, Rafael Pimenta e Juan Arena.

liege muller paola A Casa Elétrica estréia em Gramado

Liége Müller e Paola Salerno Troian.

Juan Arena Gustavo fogaça Guffo André Di Mauro Rafael Pimenta A Casa Elétrica estréia em Gramado

Juan Arena, Gustavo Fogaça, André Di Mauro e Rafael Pimenta.

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Equipe e elenco de "A Casa Elétrica" no palco do "Palácio dos Festivais" momentos antes da exibição do filme.

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Cartaz do filme "A Casa Elétrica"

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