É isso. Fui ali rapidinho curtir o Natal e o Ano Novo e, em meio a dores alucinantes, descobri uma nova e absolutamente inesperada intolerância a glúten.

Engraçado é que o diagnóstico veio pouquíssimo tempo após a publicação desse post aqui, em que eu falava justamente dos mitos das cervejas sem glúten – e de como as cervejas mais comerciais, essas pilsen de supermercado, não têm de fato a mistura de proteínas em sua composição.

Bem, como dito naquele estudo, elas têm em geral apenas rastros de glúten, o que não causa impacto na vida dos menos intolerantes – é o meu caso, essas comerciais não me causam problemas. Em compensação as cervejas mais premium, com malte encorpado, ah... Essas são riquíssimas nas proteínas.

Enfim. Não vou deixar minha paixão pelas nossas loiras/morenas geladas de todos os dias – até porque, essa intolerância é leve e pode ser (vamos torcer?) provisória. Mas mais entendida com meu organismo, estou me adaptando às quantidades que posso beber, intervalo de tempo ideal entre uma degustação e outra, etc.

Porque agora tem essa: as degustações ficaram mais programadas e, principalmente, mais espaçadas.

Mas estou de volta. De novo. E já de cara digo que senti na pele a necessidade de um especial de cervejas premium delícia sem glúten. Quem me ajuda com indicações? Quero fazer essa degustação e repassar o serviço o mais rápido possível.

E sobre as outras cervejas todas que amamos (malteadas, encorpadas e liiiindas): fiquem tranquilos. Sigo falando e provando todas por aqui, mesmo que de pouquinho em pouquinho.

Beijo e vamos nessa!

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