As notícias estão se acumulando, então vamos de notas velozes, pessoal?

Suárez virou abridor de garrafa

Veja só que coisa mais bonitinha o uruguaio-vampiro Suárez em versão abridor de garrafas. O item, que já foi feito em diversos modelos, está à venda em uma porção de sites de venda chineses. Alguém tinha que lucrar com a violência do jogador, não é?
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Acharam uma utilidade para o dente do Suárez
(Foto: Reprodução)

Rótulos de cerveja garantem emprego para canadense

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Se o candidato chegar com o currículo em uma cerveja... Eu também contrato!
(Foto: Reprodução/ Daily Mail)

Cansado de mandar currículos e mais currículos e não ser sequer chamado para as entrevistas seletivas? Um canadense venceu esse problema, graças à sua produção caseira de cervejas.

Depois de diversas recusas de emprego, Brennan Gleason resolver tornar seu currículo mais atrativo: imprimiu suas aptidões em rótulos e caixas de papelão e usou o kit para embalar as cervejas que produz em casa.

A bebida, que ele apelidou de Résum-Ale (algo como Currículo-Ale), é escura – e, ao menos nas fotos, parece bem diferente e apetitosa. E ela é feita somente por hobby, mesmo. Gleason nem tem a intenção de se tornar mestre cervejeiro.

Gleason já está empregado, depois de ter sido chamado para três entrevistas em diferentes empresas. Agora ele trabalha como designer em uma empresa de marketing digital.

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 Gleason e sua cerveja feita em casa: bebida tem cara de cheirosa, não tem?
(Foto: Reprodução/ Daily Mail)

Cerveja mais antiga do mundo é recriada

Há quatro anos, um remoto território da Finlândia – a vila de Föglö, que fica no arquipélago de Âland – virou notícia após terem sido encontradas em sua costa, dentro de um navio naufragado, as mais antigas garrafas de champanhes e cerveja do mundo.

As garrafas foram submetidas a diversas análises e, de acordo com os especialistas, a temperatura e a escuridão do fundo do mar preservaram bem o conteúdo de cada uma delas, apesar de serem provavelmente de 1842. As pesquisas indicaram, por exemplo, que a cerveja deveria ter traços de amêndoas, rosas e cravo.

As amostras não permaneceram boas para o consumo. Ainda assim, foi possível colher das garrafas de cerveja micro-organismos de fermentação ainda com vida.

E é graças a esse fator que a cervejaria finlandesa Stallhagen e a Universidade de Leuven, da Bélgica, anunciaram nesta semana o renascimento da Stallhagen Historic Beer 1842 – uma recriação da mais antiga cerveja do mundo.

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Belíssima a embalagem da Stallhagen Historic Beer 1842, não?
(Foto: Divulgação/ Stallhagen)

A finíssima bebida é feita justamente a partir desses micro-organismos. De acordo com a descrição do mestre cervejeiro Mats Ekholm, trata-se de uma cerveja similar às belgas de fermentação selvagem – aromas e sabores mais ácidos e frutados.

Foram produzidas apenas 2.000 garrafas de Stallhagen Historic Beer 1842. Uma delas será leiloada via-Facebook e terá sua renda revertida para as pesquisas marítimas. As outras 1.999 serão vendidas por € 113,50 (cerca de R$ 341,50) nos cruzeiros da companhia Viking Airlines.

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