Os 3 Mosqueteiros Em Uma Noite de Arrepiar

foto Os 3 Mosqueteiros Em Uma Noite de Arrepiar

Castrinho, Felipe Martins, eu e André Matos

 

Os 3 Mosqueteiros eram na verdade 4.

Este espirito solidário e divertido, romanesco e fraterno de mosqueteiros foi o mote durante a nossa gravação de "Noite de Arrepiar" na praia de Pedra de Guaratiba, no Rio de Janeiro.

Ao final de um dia de gravação sentamos e posamos para a "posteridade", com esta foto que bem traduz o humor com que brindaremos o público neste fim de ano com o Especial "Noite de Arrepiar". Produção da Rede Record em parceria com a Academia de Filmes.

A história conta a aventura de três amigos (Castrinho, André Matos e eu)  que são convidados a uma estranha ilha onde encontrarão uma antiga e implicante amiga de infância (Cristina Pereira) para um jantar que foram convidados.

No dia da foto acima (ontem)  passamos o dia gravando dentro de um minúsculo barco de pesca que nos leva até a tal ilha e acaba encalhando em meio à neblina. Felipe Martins era o capitão do barco.

Trabalhamos muito, mas nos divertimos muito também, pois se estamos  divertidos é a fórmula certa para divertir também os espectadores.

O texto é de Bosco Brasil e a direção geral de Rudi Lageman.

Em Dezembro, na Tela da Record.

A Dispnéia do Marechal Deodoro

Isabel A Dispnéia do Marechal Deodoro

O quanto sabemos da nossa Princesa além de que assinou a Lei Áurea?

Gostaria de fugir do lugar comum, porém não há como deixar de registrar a data de hoje como a da Proclamação da República.

Hoje comemora-se 125 anos do Golpe Militar que depôs o Imperador e pôs fim ao Império Brasileiro.

Volto a dizer que conhecemos muito mais da História dos EEUU que da nossa própria História Nacional.

Poucos dias antes do dia 15 correu pela Capital do Império o boato de que o Marechal Deodoro estava preso.

Deodoro estava na verdade acamado, doente, alquebrado, quase não conseguiu montar no cavalo para ir ao Campo de Santana proclamar a república. A dispneia, outra de suas enfermidades, levou-o à morte três anos depois.

Mas o boato de que estaria preso fortaleceu a conspiração militar.

Uma semana antes o Clube Militar havia se decidido pela República.

O Brasil era uma Monarquia Constitucionalista Parlamentarista, ou seja : o Imperador era praticamente um cargo decorativo. Apeá-lo do Poder não mudaria em nada os destinos do Brasil.

Os problemas eram muito mais profundos que a existência de uma Família Imperial.

E estes problemas mais profundos, resolvidas a Questão Religiosa, a Questão Militar e a Questão Abolicionista, pouco se avançou que diferenciasse uma forma de governo da outra na estrutura brasileira.

Os problemas como a dívida externa, a inflação, as desigualdades sociais, a baixa cidadania, a ampliação do mercado de trabalho e o desenvolvimento de novas forças produtivas desenvolveu-se capengando, com remendos e pequenas providências aqui e ali.

Talvez possamos afirmar que somente com o advento da democracia após findo o Poder de outro Golpe Militar - 1964 - pôde o Brasil desenvolver um projeto melhor e mais estável de Nação.

O que não desmerece a industrialização de São Paulo, as Leis Trabalhistas, a Petrobrás e a Siderúrgica Nacional, entre outras conquistas do século XX.

A princesa Isabel, herdeira natural do trono faleceu em Paris, em 1921. sabemos muito pouco como sobre ela. Muito pouco como se comportaram os monarquistas após o Golpe de 1989...sabemos quase nada da nossa História fora dos círculos de teses de Mestrado.

O cinema, a literatura e o teatro brasileiros tem essa dívida com a nossa memória: permitir que o nosso povo conheça melhor a nossa História que a História de outros países.

“Podem me Prender, Podem me Bater…” Relembrando Zé Keti

 

ze1 Podem me Prender, Podem me Bater... Relembrando Zé Keti

Zé Keti

Hoje é dia e recordar um dos maiores compositores populares do Brasil: José Florêncio de Jesus. o Zé Kéti.

o Brasil perdia este magistral intérprete da alma popular.

Sua carreira começou a deslanchar quando seu samba "A voz do morro", gravada por Jorge Goulart e com arranjo de Radamés Gnattali, fez enorme sucesso na trilha do filme "Rio 40 graus", de Nelson Pereira dos Santos -  que aliás  encontrei outro dia no supermercado e ficamos conversando sobre as formas de amadurecer peras.

Mas voltemos ao Zé Quietinho, o Zé Quieto, que virou Zé Kéti.

O título desta postagem é um verso de um de seus sambas mais conhecidos e que, salvo engano, foi a primeira musica de protesto contra a Ditadura, em 1964. O samba e espetáculo "Opinião", cantado a primeira vez por  Nara Leão, depois por Maria Bethania.

Em 1965 outro grande  e inesquecível sucesso: "Acender as Velas". Em 1967 a obra prima "Máscara Negra".

Nas décadas de 70 e 80 foram anos em que a música brasileira o esqueceu por um tempo.

Morou  em São Paulo, e depois voltou ao Rio na década de 90.

Em 1997, recebeu da Portela - sua Escola do coração -  um troféu em reconhecimento pelo seu trabalho.

Em 1998, ganhou o Prêmio Shell pelo conjunto de sua obra: mais de 200 músicas. Nesta noite foi homenageado por muitos músicos da Portela, entre eles, Paulinho da Viola, Élton Medeiros, Monarco e a própria Velha Guarda, em show dirigido por Sérgio Cabral e encenado, em noite única, no Canecão do RJ.

Em janeiro de 1999, recebeu uma placa pelos 60 anos de carreira . Apresentou-se ao lado da Velha Guarda da Portela e teve várias músicas regravadas.

Zé Keti morreu de falência múltipla dos órgãos aos 78 anos em 1999.

 

Assistir Desenhos nas Madrugadas é Relaxante Para Dormir

tom Assistir Desenhos nas Madrugadas é Relaxante Para Dormir

Relaxante nas madrugadas: Tom & Jerry

 

Mesmo na terceira idade amo assistir a desenhos animados. Hoje chamados de filmes de animação.

Tive a honra e o prazer de participar de um deles, dublando o Pajé, ao lado de Selton Mello e Rodrigo Santoro: "Histórias de Amor e Fúria", pré-selecionado para o Oscar de Animação deste ano.

furia Assistir Desenhos nas Madrugadas é Relaxante Para Dormir

"Amor é Fúria" resgate da nossa animação e História

Mas não gosto de qualquer animação. Estas animações feitas de carregação, para consumo imediato, em que as personagens apenas mexem o queixo ao falar não me atraem.

Gosto de Tom & Jerry; Pernalonga; o galinho Bip-Bip...e os clássicos da Disney.

E justamente um destes clássicos hoje completa 73 anos de lançado: Fantasia.

Uma obra prima. Um desenho animado sem palavras. Ou melhor: onde  a palavra , o verbo, é a sinfonia musical de oito segmentos clássicos sob a regência do Maestro Leopold Stocowsky,  e a mímica e pantomina das geniais  personagens.

Mickey Mouse no papel de "Aprendiz de Feiticeiro" é uma das mais divertidas sequências. Inesquecível. Uma maravilha que atravessa décadas.

 

micei Assistir Desenhos nas Madrugadas é Relaxante Para Dormir

O estabanado e divertido Mickey Mouse

Nas madrugadas insones assisto os desenhos animados para relaxar e levarem-me a dormir.

Com as suas fantasias os meus sonhos ficam leves e ainda mais fantasiosos.

 

 

Em 1902 Cantor de Ópera Vendeu Mais Que Astro Pop de Hoje

caruso Em 1902 Cantor de Ópera Vendeu Mais Que Astro Pop de Hoje

Caruso: campeão de vendas.

 

Hoje fala-se muito sobre sociedade de consumo.

Parece às novas gerações que o mundo foi inventada a partir delas. rsrsrs.

Hoje resolvi dar uma de pesquisador e fiquei sabendo que há 101 anos atrás, portanto em 1902 o tenor Enrico Caruso - cantor de óperas italiano, vendeu 1 milhão de cópias.

Um milhão! Se considerarmos que a população mundial à época não chegava a dois bilhões de pessoas, atualizando os números populacionais  seria  o equivalente a vender hoje quase quatro milhões de cópias. Isso numa sociedade que não tinha o apelo de consumo como a nossa de hoje.Lembrem-se : em 1902 não havia tv, rádio...só jornais e teatros. O cinema engatinhava. Os fonógrafos (MP3 da época) eram privilégio de poucos. E o cara vendeu o equivalente hoje em torno de 4.000.000 de cópias!!!!

E isso sem nenhum apelo de vir pro Rio pichar muros, ou de pendurar filhos pelas janelas em Neverland, menos ainda de se drogar e vestir-se como uma girafa. rsrsrsrs.

Arte, pura arte, e da mais refinada: ópera!

E vendeu, vendeu muito.

Mudaram os tempos realmente, mas o Mundo já existia bem antes da semana passada.

 

A Revolta da Vacina e a Revolta de Caetano

 

vacina A Revolta da Vacina e a Revolta de Caetano

Revolta das Biografias  e Revolta da Vacina, a privacidade em jogo?

Revolta das Biografias e Revolta da Vacina, a privacidade em jogo?

O que é que há em comum entre a Revolta da Vacina, ocorrida no Rio de Janeiro há 99 anos, e a posição de proibir biografias, como hoje é assumida de forma revoltada tendo Paula Lavigne e tendo  Caetano veloso à frente?

Em 11 de novembro de 1914, uma das reivindicações básicas da população era o direito à individualidade e à privacidade.

Por ter sido um ato obrigatório do Governo, as pessoas se revoltaram, primeiro porque não sabiam os efeitos da vacina, e segundo porque achavam que tinha o direito à privacidade e uso do seu corpo, ou seja: deveriam autorizar se queriam ser vacinadas ou não.

Esta autorização pessoal para ser vacinada foi o mote que levou a uma verdadeira revolta popular no Rio de Janeiro que envolveu inclusive a sublevação da Escola de Cadetes do Exército.

Depredações, mortes, intervenções militares...

É claro que o direito à privacidade que Paula Lavigne e Caetano defendem não chegaria a tanto, primeiro porque as biografias diriam respeito às celebridades e subcelebridades,  segundo porque nem  todas as biografias seriam de interesse público, e terceiro porque ser biografado atinge uma parcela ínfima da população, diferente da vacinação em massa contra a varíola.

Na verdade, amig@s, este post é mais uma aproximação histórica sobre o direito dos cidadãos de disporem da sua vida e de seus direitos, considerando o 99º aniversário da Revolta da Vacina que se completa hoje.

A Revolta da Vacina foi muito mais profunda e muito mais mobilizadora que a campanha do Procure Saber. Afinal, o povo, anônimo, está pouco se lixando sobre a vida particular de meia dúzia de complexas cabecinhas, muito embora deseje sempre saber das fofocas da vida de cada celebridade.

Por mim, volto a marcar posição: biografias sim, e sem autorizações. Com autorizações viram água com açúcar, tornam-se o que chamamos de "chapa branca": uma ação entre amigos. Limites? Cabe à Justiça.

Comecei a Gravar “Milagres de Jesus”: Produção Esmerada

emare Comecei a Gravar Milagres de Jesus: Produção Esmerada

Divertindo-me com o início da caracterização

Acima uma foto do teste da peruca, ainda sem a barba, bigode e sem a maquiagem de sujeira sobre o rosto, para a minissérie.

Gravei ontem algumas cenas de "Milagres de Jesus", a mais nova minissérie da Rede Record, em parceria com a Academia de Filmes.

Vale retratar a qualidade da produção: dos figurinos aos elementos cênicos, da produção á Direção , que tem como Diretor Geral João Camargo.

O episódio da série que participo é o de número 02. "A Mulher Encurvada", Miriam. A história de uma mulher que depois de tamanhas humilhações na vida, depois da perda de toda sua auto estima , fica tão encurvada, rosto para oc hão que é apenas um arremedo de ser humano. Levada á presença de Jesus este opera o milagre de devolver-lhe a dignidade perdia e a corcunda que havia nascido nela desaparece.

Meu personagem é o marido dela, Emaré, dono de um cortiço - muitas carcaças e animais mortos no cenário -  um homem rude, que a estupra e espanca diariamente.

Ontem gravei minha primeira participação na série. Sob um calor de mais de 35 graus ao sol na região de Campo Grande no Rio de janeiro. Na Cidade Cenográfica 03 da Rede Record.

Amei fazer  a personagem, contracenar om Roberta Gualda (Miriam) e ser dirigido por João Camargo.

O sacrifício maior foi a minha barba e cabelos postiços, colados com verniz, com muitos pelos coçando-me o nariz e a boca. Os dentes envernizados em amarelo para dar sentido de sujeira e desleixo.

E uma roupa composta de duas túnicas pesadas, mais dois mantos de pano dobrado, e mais três armaduras de couro. Tudo isto vestindo  "Emaré"  naquele calor.

A série está sendo feita com muito esmero e tenho certeza que marcará mais uma vez a teledramaturgia da Record.

Praticamente todo o elenco da casa está envolvido nos 18 episódios que a compõe.

 

Confesso: Eu Matei a Filha de Cecília Meireles

maf Confesso: Eu Matei a Filha de Cecília Meireles

Maria Fernanda antes de ser massacrada por mim (risos)

 

Cecília Meirelles (* 07/11/1901 + 09/11/1964) foi das maiores poetisas brasileiras de todos os tempos.

Sua filha é  a grande atriz Maria Fernanda.

A diva atriz teve  a infelicidade de contracenar comigo na década de 70 do século passado. (Risos).

Tinha eu 25 anos e era como todo jovem ator inábil na prática teatral e com muito pouco domínio das técnicas.

O filme era "Joana Angélica",  a tal madre que os holandeses enfrentaram na Bahia durante a invasão do século XVII.

Ela se colocou à entrada do convento e disse a eles:

-Só entrarão se passarem por cima do meu cadáver.

Eles a mataram e passaram por cima.

Esse "eles" era eu. Vestido de soldado holandês. Vejam a minha cara em 1972 e digam se eu tinha cara de holandês .(rsrsrs)

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Olha a cara de holandês que eu tinha. (risos)

Pois para a Direção eu tinha, e meti  a baioneta na barriga da madre. Que era a delicada e respeitável Maria Fernanda.

Fiz com tanto realismo que foi tamanha a porrada no ventre que a atriz vergou, perdeu o fôlego e a cena parou.

Foi só aí (ah, antigo cinema brasileiro) que alguém lembrou-se de me explicar a técnica para isso sem verdadeiramente abrir-lhe o ventre de alto a baixo. (risos).

Até hoje relembro com constrangimento minha primeira participação no cinema nacional.

 

Peça de Sartre Completa 67 Anos: Mortos Sem Sepultura

sartre Peça de Sartre Completa 67 Anos: Mortos Sem Sepultura

J. P. Sartre (1905-1980)

 

"Mortos Sem Sepultura" estreava em Paris na data de hoje  em 1946.

Em 1946 o filósofo francês Jean Paul Sartre, existencialista (autor também de "Huis Clos " - "Entre 4 Paredes", que continha a famosa frase: "O  Inferno são os outros"), escrevia  e estreava uma das sua obras teatrais mais marcantes. Era o início do seu engajamento político no pós-guerra.

Sartre havia se posicionado contra o nazifascismo e, com os novos ventos de liberdade que sopravam na França  libertada denunciou as atrocidades da II Guerra, a miséria da condição humana sob tortura e repressão com esta peça.

Índice Peça de Sartre Completa 67 Anos: Mortos Sem Sepultura

Cleyde Yáconis e Paulo Autran, em "Mortos sem Sepultura". TBC , 1954

Era uma peça que fazia a nossa cabeça de jovens engajados na década de 60. Uma peça que foi proibida pela Censura da Ditadura Militar Brasileira, alarmada com a possibilidade das denúncias de tortura e repressão que  texto trazia, mesmo que escrito vinte anos antes do AI5 aqui no Brasil.

Encená-la era ter nos calcanhares toda a polícia política dos ditadores de plantão.

Foi montada no Brasil pela primeira vez na década de 50. Um retumbante fracasso quando o TBC de São Paulo a apresentou.

Não era bem o tipo de texto para a burguesia paulista que frequentava então o teatro da moda que emergiu da industrialização de São Paulo.

Veio ser sucesso no teatro universitário, e entre o teatro de jovens.

Com o fim do realismo socialista no teatro e nas artes a peça foi para as prateleiras da história e hoje é apenas referência de uma época, montada de vez em quando aqui e acolá.

Mas devemos reconhecer que já teve seu vigor juvenil, seu jeito sedutor do púbico engajado, e deu sua grande contribuição às causas humanistas no decorrer do século passado.

 

Jorge Dória Ponto Com

Bonifácio com Dória1 Jorge Dória Ponto Com

Eu "com" Dória em "Bonifácio Bilhões"

 

Jorge Dória tinha 78 anos quando trabalhamos juntos em "Bonifácio Bilhões" rodando o Brasil com a peça.

Em Natal - RN, caminhávamos todos os dias pela praia. Eu ficava impressionado porque o Jorge caminhava uma hora ao sol, na areia,  sem parar ou sequer  arfar.

Um coração e pulmões sadios. Cinco anos depois um AVC tentou levá-lo, mas o coração forte e os pulmões o mantiveram vivo até ontem.

Na convivência do dia a dia da vida a ironia era a sua marca. Seu humor diuturno era sarcástico, cruel, capaz de extremos para divertir aos outros e a si mesmo.

Como profissional era pragmático. Certa vez durante os ensaios o Diretor João Bethencourt cansou-nos marcando a peça, até que Jorge disse a ele:

- "João, não precisa marcar nada. Onde é que vai ficar o sofá? Marcação de comédia se faz com o sofá: na frente do sofá, atrás do sofá, sentado no sofá, do lado do sofá... diz onde o sofá vai ficar em cena e a gente se localiza."

Jorge não era somente ator. Era comediante. E mais: era cômico. Ser cômico é ser único no seu estilo, como Dercy, Costinha, Oscarito e tantos outros.

A técnica de cada cômico não tem herdeiros, morre com ele.

Ainda assim aprendi muita coisa trabalhando com ele. Muitos "truques" de interpretação da comédia.

Jorge Dória seria capaz de dizer as maiores "imoralidades" em cena com a elegância de um lord inglês, sem chocar  a plateia que deliciava-se quando ele parava o espetáculo, atores estáticos em cena enquanto realizava seu número solo - isto o caracterizava como cômico.

Há ainda  inúmeras histórias para serem contadas  sobre este monstro sagrado da comédia brasileira. E serão contadas, pouco a pouco, dia a dia , em cada camarim, em cada bastidor, em cada livro, em cada entrevista dos colegas Jorge Dória estará vivo para nosso orgulho e para o aprendizado das novas gerações  de atores e comediantes, que desde que há nove anos sua saúde o impediu de representar passaram e passarão a conhecê-lo melhor  através das lendas orais que já se formaram em torno deste Mestre!

Por seu legado  ele estará sempre conosco. Sempre "com" cada um de nós. Como numa grande rede social. Por isso o título deste post: Jorge Dória.Com

 

 

 

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