Humor e Alegria São Diferentes Como Azeite e Água

alegria2 Humor e Alegria São Diferentes Como Azeite e   Água
Todo ser humano tem humor. Mas nem todo ser humano tem alegria.

A pessoa pode ter bom humor, mau humor, humor refinado, humor cruel, humor sarcástico, humor vulgar...mas não consegue usar estes adjetivos para a alegria.

Todo ser humano tem humor, é uma das coisas que nos distinguem dos outros animais. Nós rimos. Um jegue não ri.

O que não quer dizer que quem não rir de uma piada é um jegue Nada disso. Mas , de toda a forma, jegue não ri.

Em todos tendo  humor já a Alegria não é pra qualquer um.

Quantas vezes você vê a alegria estampada no rosto de uma pessoa? às vezes vê o=por instantes como num gol do Brasil. Outras vezes numa festa, no casamento de um filho...mas a Alegria como qualidade de uma pessoa é Dom.

Dom permanente. Alegria é uma planta  valiosa para ser cultivada por toda a vida

Relembrando o genial Guimarães Rosa: "Deus nos dá pesssoas e coisas para aprendermos a alegria...depois retoma coisas e pessoas pra ver se já somos capazes da alegria sózinhos. Essa...a alegria que Ele quer."

Já repararam como tem gente que passa o dia se queixando de tudo? E sem razão pra isso?

Já viram como é desgastante, baixo-astral ir  a um restaurante com alguém que reclama de tudo: do garçon à comida, dos talheres ao guardanapo?

É o que o povo chama "chorar de barriga cheia". Pois é, falta a essa pessoa o Dom da Alegria.

Alegria não é ter  o complexo de Polyana para quem tudo está bem.

Alegria é uma luz, um brilho glorioso que na fronte se traz.

 

Litros e Litros de Chás Calmantes Para o Jogo de Hoje

chas Litros e Litros de Chás Calmantes Para o Jogo de Hoje

Esta sexta feira começa ansiosa para todos os brasileiros.

Não creio que alguém possa ficar de fora da torcida pelo Brasil nesta Copa das Copas.

Já deixei desde ontem na geladeira litros e litros de chá de alface. Tomei o primeiro copo ainda em jejum na manhã de  hoje.

O chá de alface é um ótimo calmante. Não tem medida: pode por a ferver uma, duas, tres , quantas folhas de alface desejar.

Mas se não tiver alface para acalmar há alguns outros chás que funcionam da mesma  forma como calmantes.

Camomila; cenoura; valeriana (essa existe em comprimidos se vc não quiser se entupir de líquido); erva-doce; tília;ginseng; cidreira e a papoula.

Epa!!! Cuidado com a papoula senão você nem vai ver o jogo e só acordará na copa da Veja, em 2038. (risos) .

Se alguém lhes oferecer chá de coca nem pensar. Isso é coisa de colombiano.(risos)

Vocês que me leem se souberem de mais algum tipo de chá calmante mandem me dizer.

Os cardíacos além do chá vão ter que aumentar as doses de losartana, atenolol, enalapril, andilopino e ter de reserva captopril ou isordil.

Por quê? Porque haja coração!!! Sábado passado nos classificamos no último chute no último minuto dos pênaltis, digamos assim.

Já temos o trauma genético nacional da derrota de 1950, então perder a Copa em  casa , de novo, 64 anos depois é dose muito forte de adrenalina.

Após  tantas precauções tomadas  agora é ligar a TV e vibrar à vontade pela vitória do Brasil!!

Brasil de Todas as Telas

 

cine2 Brasil de Todas as Telas

A longa luta do cinema brasileiro

 

O novo decreto assinado pela presidenta Dilma na 3a feira passada, dia 01, chamado de Brasil de Todas as Telas destinará 480 milhões de reais à produção audiovisual para cinema e tv.

Estavam presentes em Brasília na assinatura do decreto os colegas Luciano Szafir e Gracindo Jr..

O novo decreto  significa uma grande abertura para o nosso mercado de trabalho. Tanto para técnicos como para artistas.

Para que se tenha uma idéa só no Estado do Rio de Janeiro de hoje há em torno 5.000 atores registrados. Imaginem o nível de desemprego da categoria.

O dinheiro será adicionado ao Fundo Setorial do Audiovisual, numa tentativa de alimentar o setor, impulsionado pela lei que obriga a veiculação de produções nacionais na TV paga.

O projeto tem como meta copatrocinar 250 novos projetos por ano, entre curtas e longa metragens, além de séries e minisséries.

No total, a União destinará cerca de R$ 1,2 bilhão, se somados os anúncios de R$ 413 milhões, do ano passado, e de R$ 310 milhões para o programa Cinema Perto de Você.

O dinheiro também deverá estimular, capacitação e formação profissional, por meio do Pronatec, e implantação e modernização de salas de cinema.

Conforme a lei, os canais que exibem sobretudo filmes, séries, animação e documentários são obrigados a dedicar 3h30 semanais de seu horário nobre a produções brasileiras.

A legislação também diz que metade desse conteúdo deverá ser produzida por produtora brasileira independente.

A notícia é alvissareira para o nosso setor, mas por outro lado é necessário que nossas produtoras audiovisuais estejam capacitadas a realizar projetos para captar estes recursos.

Há algum tempo atrás  a Globo Filmes captava boa parte dos parcos  recursos. Agora já existem boas produtoras no mercado, além de canais de televisão fechada e aberta que podem e já produzem seus filmes e audivisuais.

Parcerias vão se formando e todos nós, trabalhadores das artes cênicas, público, e produtores só temos a ganhar.

 

Cinema Deve Longa Sobre Independência da Bahia

 

maria Cinema Deve Longa Sobre Independência da Bahia

Maria Quitéria, heroína da Independência

Hoje é 2 de julho, Dia da Independêncoia da Bahia, ocorrida em 1823 e que consolidou a Independência Nacional.

Há 35 anos fiz parte do Conselho do Polo Cinematográfico da Bahia. Até hoje o Polo continua exisitndo, mas não foi capaz de agilizar a produção de nenhum longa sobre a  história épica da Bahia.

Procurei no Google e em  outras fonte e nada encontrei de longa metragem sobre o fato. Mas se você quiser saber mais sobre a  História do Brasil e  da Bahia descobri que existem dois curtas:

O primeiro, "Os Heróis do Brasil - A independência da Bahia" -   O documentário é dirigido por André Sobral e Fabrício Mendieta.

Segundo Sobral,  "O jovem brasileiro não conhece heróis nacionais dos quais possa se orgulhar."

A trilha sonora é de Beto Villares, que já compôs para filmes como "Xingu" e "O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias".

Pode-se ver o trailer acessando o link http://osheroisdobrasil.com.br/

Já o segundo curta ,  "O Corneteiro Lopes",  é um curta-metragem de 2003, dirigido por Lázaro Faria.

Você pode ver no youtube uma entrevista com o diretor em https://www.youtube.com/watch?v=EOShTDXalJA

Este filme reconta livremente a história lendária de um evento ocorrido pelas guerras de independência ocorridas no Brasil após a declaração de Dom Pedro I.

A Bahia encontra-se sitiada pelas tropas portuguesas que vêm pouco a pouco deteriorando as forças de resistência comandadas pelo General Labatut.

Em meio a uma feroz ofensiva, o comandante ordena ao corneteiro português servindo nas fileiras baianas Luiz Lopes a tocar a "retirada".

Lopes desobedece e altera o toque para "avançar cavalaria, a degolar". O resultado é a fuga desordenada das tropas portuguesas que pensam terem os baianos conseguido reforços.

Deste modo foi vencida a Batalha de Pirajá, decisiva para a independência da Bahia.

Mas, como tudo por aqui em se tratando de cultura, " não sei"  e  "não vi" ,  não achei e não faço idéia de como ter acesso completo a esses documentários.

Mas fica a sugestão e a lembrança da data.

Perdi a Discípula e Colega: Manoelita Lustosa

 

foto11 Perdi a Discípula e Colega: Manoelita Lustosa

Com Manoelita em "Dona xepa"

Há muito sanos atrás a convite do sindicato dos Artistas d Minas Gerais dei um curso sobre interpretação para TV em belo Horizonte.

Entre todos os alunos, atores profissionais presentes, uma se destacou: era Manoelita Lustosa.

Disse á ela ao final do curso que ela estava pronta para fazer TV e que muito feliz eu foicava de ver como ela dominava bem a linguagem televisiva.

Mal podia imaginar que anos após seria minha colega de gavações na rede Record.

Nosso último trabalho juntos foi em "Dona Xepa" novela que a Record apresentou em 2013.

Sempre nos divertimos muito durante a gravação. Seu estilo cordial e solidário, disciplinado e elegante colaborava para um ótimo ambiente de trabalho.

Dona de um humor discreto, refinado, estava sempre de bem com a vida. Desempenhava cm talento e naturalidade os papéis que lhe eram designados.

Já em "Dona xepa" ela apresentava os primeiros sintomas da doença que viria vitimá-la. Cólicas e dores abdominais anunciavam o câncer que se manifestava.

Trabalhei com ela também em "Poder Paralelo". Ela era a faxineira do hotel e a dona da Pensão onde moravam os demais funcionários.

Como mineiro e ator lamento profundamente a perda deste valor que veio das Gerais para conquistar o Brasil.

 

Domingo Espetacular e a Espetacular Soberania Brasileira

 

 

 

guarani5 Domingo Espetacular e a Espetacular  Soberania Brasileira

O "Guarani". Inicialmente foi feita uma encomenda de 3.000 desses veículos. Vídeo em http://youtu.be/SCmjmTI5YEk

 

Num momento em que a maioria dos órgãos de imprensa do País pintam um quadro pessimista, derrotista, alarmante e provocador de baixa estima no nosso senso patriótico, eis que vem o Domingo espetacular e dá uma lição de jornalismo.

Domingo passado o programa apresentou as armas e a política de Defesa das tres forças brasileiras: Marinha, Aeronáutica e Exército.

Fiquei orgulhoso do meu Pais. Orgulhoso por ver que não estamo sucateados  , nem descuidando da defesa nacional.

Em que pese todas as críticas dos "engenheiros de obra pronta" e dos  adeptos do "quanto pior melhor" que virão, parabenizo a redação do programa.

Por ele fiquei sabendo que estamos produzindo um submarino novo a cada 18 meses e que em 2023 teremos nosso submarino nuclear. Seremos a sexta nação do mundo, ao lado das grandes potências, a possuir este tipo de arma.

E mais: com uma tecnologia que só o Brasil conhece. Que o Brasil desenvolveu sem auxílio de nenhum outro País. Isto é soberania.

Fiquei sabendo que somos um dos maiores produtores e enriquecedores de urânio do mundo.

Que há um plano estratégico da Marinha para a defesa do nosso pré-sal. Tesouro cobiçado pelos impérios capitalistas do mundo. Isto é defesa da nossa soberania.

Pela Aeronáutica vi a compra de 36 jatos suecos com transferência total  de tecnologia para nós.  Poderemos produzir no futuro nossos próprios jatos de combate. Isto também é soberania.

O Exército desenvolveu um novo veículo de defesa em substituição ao Urutu: o Guarani. Véiculo anfíbio, mais moderno, mais ágil, e mais eficiente. Chega a 125km por hora. Mais força e agilidade  para a nossa soberania.

E sem falar na inconcdicional defesa da Amazônia Brasileira, outro motivo de cobiça do capitalismo internacional.

Quando um jornalismo deixa de ser um partido político e passa a ser informativo a gente fica conhecendo melhor os valores do Brasil.

Este serviço prestou-nos o Domingo Espetacular no domingo passado sob o comando de Paulo Henrique Amorim.

Quem quiser rever a reportagem o link para "Domingo Espetacular" é esse aí: http://noticias.r7.com/domingo-espetacular .

Quem não viu, vale a pena ver. Jornalismo que dá orgulho de ser brasileiro.

Renata Fronzi e a Família Trapo

 

familia Renata Fronzi e a Família Trapo

Renato, Cidinha, Renata, Zeloni e Golias. De pé, Jô Soares

 

Quando eu era jovem havia uma atriz de comédias que me entusiasmava e me tirava boas gargalhadas,  plenas de admiraçao:Renata Fronzi.

Atriz brasileira, mas nascida argentina. Foi casada com o apresentador e locutar Cesar Ladeira. Mãe de Cesar Ladeira Filho  e do músico César Ladeira.

Era uma maravilha assitir Renata nas chanchadas da Atlântida,  e o auge aconteceu quando de 1967 a 1971 Renata fez o papel de Helena Trapo, irmã de Bronco - Ronald Golias - no humoristico da TV Record, canal 7 de São Paulo : A Família Trapo.

Do programa além de Renata e Ronald Golias participavam da "Família": Renato Corte Real,  Jô Soares, Zeloni e pasmem: Cidinha Campos!

Renata, que faleceu de síndrome de disfunção múltipla dos órgãos em 2008, por causa do diabetes ( a doença silenciosa) era portentosa. "Casa cheia" como diríamos hoje.

Brilhava no palco e nas telas. Tinha um sotaque italo-castelhano que a destacava, que marcava sua harmoniosa voz de comediante.

A Família Trapo era uma sátira baseada no sucesso do Filme "A Noviça Rebelde" (Família Von Trapp). Este programa  deu filhotes com o mesmo viés e que foram sucesso em outras emissoras décadas após.

Em preto e branco, (ainda não havia tv a cores) é lamentável  que apenas tres episódios do programa continuem como arquivo, os demais perderam-se com o incêndio da TV Record  à época.

Ainda que  trabalhando na mesma profissão, apenas uma vezencontrei  Renata Fronzi: na platéia de uma peça que fomos assisitr.

Mas é bom que tenha sido assim, penso que mitos não devem ser vistos de perto. Porque de perto todo mundo é comum ( ou normal).Risos.

E aplausos para Ranata Fronzi e sua Família Trapo.

renata Renata Fronzi e a Família Trapo

A estrela Renata Fronzi

O Tempo Passa: 26 Anos Sem Chacrinha

chacrinha O Tempo Passa: 26 Anos Sem Chacrinha

O "Velho Guerreiro"

 

Quando Chacrinha morreu, em 30 de junho de 1988 morreu com ele um Brasil inteiro.

Prefiro dizer assim que o lugar comum "morreu um pedaço do Brasil". Digo logo: morreu um Brasil inteiro, porque logo depois entramos   numa nova era econômica, e por consequência uma nova era cultural, social e de costumes.

A alegria tropical de um irreverente apresentador. A cara nossa de cada dia. Talvez o ultimo rebento da Semana Moderna de 22.

"Vocês querem bacalhau!!!" Gritava para o   auditório e jogava mantas de peixe em direção às câmeras, em direção do espectador.

Fez história no entretenimento nacional. Um gênio da comunicação.

Pai da célebre frase, irreverentete como toda a sua performance "Em televisão nada se cria, tudo se copia."

Ninguém conseguiu até hoje substituí-lo. Fruto de uma época.

E Chacrinha fazia tudo isto em plena Ditadura Militar.

Fico imaginando com a liberdade de hoje o que não nos presentearia em criatividade o velho Abelardo Barbosa, o Chacrinha.

Mesmo sem receber um tostão por nenhuma das reprises apresentadas no Canal Viva, seus colegas de profissão e de entretenimento, como eu,  ainda conseguem relembrá-lo nas reprises.

Dessa maneira matamos as saudades de um Brasil onde a agressividade - limitada a  bacalhaus, aipins, e farinhas jogadas no público -   era apenas  uma forma saudável de humor.

A Cabeça de Para Raios do Eduardo Bueno

bueno2 A Cabeça de Para Raios do Eduardo Bueno

Uma metamorfose ambulante

 

 

Estava posto no recesso do meu lar (risos)  assistindo um programa noturno. Presentes no programa  além de muitas outras personalidades -  inclusive Thiago Lacerda -  estava o historiador  Eduardo Bueno , o  Peninha.

Autor de vários livros sobre o Brasil do século XVI.

Mas de repente, não mais que de repente, sem quê nem pra quê, num adendo da conversa o Peninha me larga: "Aquela bosta que é o Nordeste." Vi e ouvi com meus próprios sentidos.

Ninguém editou, ninguém postou pela metade... nada. Estava lá, a "obra" inteira sujando a linguagem da TV.

Fiquei chocado, sobretudo pela parte nordestina (baiana e sergipana) que me toca.

Mas como compreender Eduardo Bueno?

Mais tarde lendo uma entrevista sua datada de 1998 vi a geléia geral que se passa na sua cabeça.

Diria que ele é um prisma. Reflete várias imagens e personalidades conforme o mundo gira e ele gira  com o Mundo.

Lembrou-me, pela maneira de falar e pelas expressões usadas um amigo que tive,  rico exemplar de esquizo,  consumido por gênios que o levavam a vagar  entre o real e o imaginário.

Como diria Raulzito: Eduardo é "maluco beleza"! Não diz coisa com coisas, mistura todos os conceitos e diverte-se com seus próprios egos inflados.

Como em uma  típica feira nordestina na cabeça de Peninha  tem de um tudo  pro gosto de qualquer freguês, basta escolher o ego que te agradar no momento.

Dono de um raciocínio rápido,   e de uma retórica idem, faria realmente falta ao universo brasileiro de hoje.

Se eu estivesse na Bahia diria com o humor que nos caracteriza  que ele tem a cabeça de para raios: cada hora uma centelha de energia vinda de espaço diverso desata mais um curto circuito no seu cérebro.

Não sei como conseguiu escrever com tanta lógica e coerência as obras que lhe encomendaram Fernando Henrique e José Serra.

Espero continuar lendo os seus bons livros  e separando o joio do trigo. Pelo visto ,  muito mais joio que trigo (risos).

Em tempo: o Nordeste não precisa da minha defesa, nem da de ninguém.  O nordestino é antes de tudo um forte, escreveu Euclides da Cunha, e o Nordeste fala por si.

Assassinato do Arquiduque Há 100 Anos, Hoje é Romance de Sucesso

 

ken Assassinato do Arquiduque Há 100 Anos,  Hoje é Romance de Sucesso

Ken Follet e "Queda de Gigantes"

 

Estou relendo a trilogia  "O Século" de Ken Follet, autor de quem sou fã.

Releio no momento o segundo volume: "Inverno do Mundo". O primeiro volume é o "Queda de Gigantes". Embora o terceiro volume, que completa a trilogia,  ainda não tenha sido publicado no Brasil.

Enquanto aguardo a publicação  releio com a mesma emoção os dois primeiros volumes. Para os que se acostumam com ebooks o terceiro volume "Eternidade Por Um Fio" ,  já existe neste formato, mas publilcado em papel sómente em setembro deste ano.

Recomendo a leitura desta trilogia romântica.  É um estilo  que prende  de imediato o leitor. Ken Follet é o mesmo autor de "Os Pilares da Terra", que até série para tv se tornou.

Em "O Século" ele descreve o Mundo desde pouco antes da Primeira Guerra Mundial até a atualidade,  com a ameaça nuclear.

A propósito: a data de hoje marca  o assassinato do herdeiro do trono da Áustria, o Arquiduque Ferdinando e sua esposa, por um anarquista sérvio.

Esse assassinato foi o pretexto para que a Áustria  declarasse guerra à Sérvia e fosse acompanhada pela Alemanha. Imediatamente formou-se o chamado bloco aliado: Rússia, França e Grã Bretanha.

Assim eclodiu a I Guerra Mundial. Conflito que envolveu o mundo ( os EEUU entraram na guerra em 1917) matou milhões de jovens, e provocou o fim do regime czarista na Rússia e a criação da União Soviética.

O fato ocorrido na data de hoje, há exatos cem anos, é o mote do primeiro romance da trilogia.

No segundo volume temos a ascensão do Nazismo e a II Guerra Mundial.

O terceiro voume é esperar pra ver.

Ken Follet é Galês - nascido no País de Gales  em 5 de junho de 1949  .

Além das obras citadas Follet tem romances fantásticos que você encontra nas boas livrarias.

Leiam.

Relembrando Monteiro Lobato: "Quem não lê, mal ouve, mal fala, mal vê."

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