Quando a História Em Quadrinhos Vira História”

CebolinhaEMonicaBeijo Quando a História  Em Quadrinhos Vira História

 

Em 1964, pouco antes do Golpe Civil Militar, era eu Diretor Político e Administrativo da União Brasileira de Estudantes Secundários - UBES -  com sede no prédio da UNE, no Rio.

Era no último andar, ali na sede da Praia do Flamengo.

Tinha eu 16 anos. Nem sabia direito o que era aquele cargo nem exatamente o que estava fazendo ali, sabia apenas que por romântico idealismo fora levado àquela condição.

Pois uma bela tarde estava eu posto em meu posto quando aparece-me um sujeito baixinho, cabeça chata, moreno, com cara de índio, sobraçando papéis e desenhos debaixo do braço e disse ao que veio:vinha propor que encampássemos uma luta pela Quadrinhobrás (naquele tempo estava na moda essa coisa de tudo ser ...brás).

Ele desejava enfrentar o monopólio das histórias em quadrinhos que eram todas de desenhistas estrangeiros, com raríssimas exceções no extinto Tico-Tico e tinha seus próprios quadrinhos para exibir.

A conversa não foi muito pra frente. Nem andou, Logo depois veio o golpe e a Quadrinhobrás foi pro espaço.

Mas o sujeito não desistiu da sua criatividade. Não criou a Quadrinhobrás, mas criou os maiores quadrinhos que o Brasil já viu: era o Maurício de Souza.

O pai da Mônica, do Cebolinha e de tantos outros.

Hoje oficialmente é o Dia dos Quadrinhos. Esta lembrança da juventude  vai como minha homenagem a este homem vitorioso na sua luta, à sua fé e perseverança nos seus ideais.

Sempre gostei de histórias em quadrinhos, e você?

  • Sim
  • Não

Nobre de Fato Foi o Barão de Itararé

 

barao2 Nobre de Fato Foi o Barão de Itararé

O Barão e suas tiradas satíricas

 

Há 120 anos - em 29 de janeiro de 1895 -  nascia Apparício Torelli, o jornalista satírico (em tempos de Charlie Hebdo ele é um exemplo de elegância) que denominou-se “Barão de Itararé”.

Lembro ao leitor que no Brasil os títulos nobiliárquicos do Império eram comprados e só tinham valor por uma geração. A do comprador. Se o filho quisesse continuar barão tinha que comprar de novo.

Era um mercado próspero para as finanças do Imperador: vendia-se de marquês a barão, de conde a visconde.

Mas Torelly não pagou nada pelo seu título: intitulou-se Barão em plena República e sob o pseudônimo de “Barão de Itararé” revolucionou o humor político no Brasil

“Itararé” porque foi a batalha que não houve. Durante a Revolução de 1930 quando Getúlio Vargas partiu de trem do Sul rumo à Capital Federal (então Rio de Janeiro), esperava-se que ocorresse uma grande batalha em Itararé, município de SP,  o  que não ocorreu pois o povo da cidade correu à estação e carregou Getúlio nos braços.

Conheci Apparício Torelly, o Barão, quando ainda eu era um jovem de vinte anos.

Morava eu na Ilha do Governador, no Rio e ele também. O Barão devia ter por volta de seus setenta anos, o que para mim, com  vinte anos era  a mesma coisa que deparar-se com um sítio arqueológico. (risos).

Mas já naquela época eu sabia da importância do Barão nas charges e no jornalismo brasileiro, na política e nas críticas aos governos e às  Ditaduras.

Preso na década de 30  por pertencer ao Partido Comunista, foi um dos vereadores eleitos pelo PCB em 1946 no Rio de Janeiro.

E eu ficava olhando e ouvindo aquele senhor de barbas brancas, septuagenário, e orgulhava-me de estar vivenciando a figura de um dos mais importantes jornalistas e cronistas políticos do Brasil.

Relembro o Barão com uma de suas frases famosas:

“O pão do pobre quando cai no chão é sempre do lado da manteiga.”

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Apparício Torelly

Já havia lido algo sobre o Barão de Itararé?

  • Sim
  • Não

Com Humor Veja o Que Fazer Se Seu Celular Molhou

 

cellbanho Com Humor Veja o  Que Fazer Se Seu Celular Molhou

Neste calor evite dar banho no seu celular

 

Fiquei impressionado com os conselhos dados por especialistas sobre o que fazer quando seu celular (o seu, o meu não) cai na privada; na piscina; no mar; no rio; no lava-a-jato; no esgoto...quando pega chuva, ou quando seu filhinho de três aninhos verte água em cima dele.

1 – Tire-o da água o mais rápido possível.

Impressionante. Claro que vai tirar da água. Vai deixar lá até ele virar papier machê?

2 – Não tente liga-lo.

Antes faça uma respiração boca a boca até ver que a conexão voltou.

3 – Tire a bateria e o cartão SIM.

Há celulares que a bateria não é removível, nesse caso...ferrou!

4 – Retire a água suavemente.

Você vai dizendo pra água: Sai água, sai aguinha...bem suave até ela deixar o aparelho em paz.

5 – Coloque o aparelho no arroz. E deixe tampado por 24horas. Se não resolver você pode pelo menos comer o arroz com gosto de banda larga.

6 – Coloque em areia de gato (?)  

Isso mesmo, aquela areia que seu gatinho usa como sanitário cura qualquer celular afogado.

7 – Nada disso deu certo?

Coloque-o no Sol pra secar. Até que enfim!!! Existe o Sol que seca as roupas, porque não secaria um celular?

8 – A penúltima coisa eu não entendi mesmo: você pode seca-lo colocando ele no cuscuz.

Eu, hein?! Mas não diz se é cuscuz baiano ou marroquino.

9 – E finalmente: porque você foi tão desleixado pra deixar molhar seu celular? Agora “Inês é morta!”.

Como minha senhora? Se Inês é marca de celular?

Claro que não! É maneira de dizer.

A expressão vem de uma história na qual um nobre quer se casar com Inês, porém, já era tarde demais, pois ela já estava morta. Para uma informação mais completa sobre a Inês , click no link.

Você já teve celular inutilizado porque ele molhou?

  • Sim
  • Não
  • Eu nem tenho celular!

 

Dize-me Como Comes e Te Direi Quem És

 

Gluttony Dize me Como Comes e Te Direi Quem És

Figura do filme de Monty Python "O Sentido da Vida"

Ontem jantei num grande restaurante. Muita gente. Fiquei a observar as maneiras de comer das pessoas à volta.

A gente consegue ver o argueiro no olho do outro, mas no nosso...fato é que observei os outros. E acabou tornando-se um passatempo, sobretudo quando você está sozinho num restaurante e a comida demora.

Não sou psicólogo e não sei exatamente o que a maneira de cada um comer denota de seu caráter, sei que há um ditado árabe que diz que “na cama, na mesa e no jogo se conhece as pessoas.” Assim fui vendo e apelidando por conta própria cada um dos comensais:

Havia um senhor que garimpava a comida, ciscava com o garfo pra um lado e pra outro, separava os grãos, depois juntava tudo no garfo com a faca e então comia, com o cuidado de não deixar um só grão cair. Trazia de volta ao prato um espaguete, ou uma tira de pimentão fugitivos. Era o “garimpeiro”;

Uma senhora manuseava o garfo e a faca ameaçadoramente enquanto comia e falava. Ora o garfo, ora a faca, ora os dois juntos. Uma “ninja esgrimista”;

Um rapaz engolia uma garfada, e já mais outra e mais outra, Aí, só após a terceira garfada seguida ele engolia depressa quase sem mastigar. Diria que era um “avarento”;

Uma outra moça separava com precisão cirúrgica cada tipo de alimento no prato, e só depois ia devorando cada bocado, um a um, como um exército conquistando cidadela por cidadela. Era a “estrategista”;

Um outro homem não levava o talher à boca. Simplesmente debruçava-se à mínima distância do prato e lançava numa bocarra garfadas seguidas, como alguém que maneja uma pá para encher um buraco com terra. Era o “coveiro”;

Outro comia com tal sofreguidão que sempre sobravam restos em volta do prato, no chão e sobretudo na camisa. Era o “ansioso”;

Estando num restaurante e tendo tempo, faça você mesmo este exercício. Além de ser uma forma de conhecer melhor o próximo, levará à inevitável pergunta:

- E eu? De que forma como?

Já Vi O Deja Vu

 

image3 Já Vi O Deja Vu

Leio a noticia de que na Inglaterra um rapaz trancou-se em casa evitando qualquer contato com o mundo exterior por causa da constante sensação de deja vu que sente.
Não sei por que estão fazendo tanto alarde do fato. Deja vu é o que mais sinto, e creio que também a imensa maioria dos meus conterrâneos.

Vou enumerar alguns deja vu de que sou acometido sempre:

1 – Morte por bala perdida;
2 - Ônibus e carros parados sobre a faixa de pedestres;
3 – Aumento de juros;
4 – Denúncia de corrupção;
5 – Cirurgia plástica de subcelebridade;
6 – Explosão de bombas no Oriente Médio;
7 – Recall de carros top de linha;
8 – Golpe de Estado na África;
9 -   Crise política na Argentina;
10 – Queda do nível do Cantareira;
11 – Feriadão com engarrafamento na saída de SP;
12 – Arrastão em Ipanema no Verão;
13 -  Pivete detido gritando “ Sou dimenor!”

De muitos e muitos outros deja vu sou acometido sempre...omissão de socorro em hospital público; CPI terminar em pizza ... e até mesmo a sensação de que já vi o próprio deja vu!

Você também já viu o deja vu?

  • Sempre
  • As vezes
  • Só quando abro o olho

 

Adeus à Maria Della Costa

image2 Adeus à Maria Della Costa

Geralmente escrevo meus blogs com muito humor e alegria.

Mas hoje é um dia triste para nós das Artes Cênicas a morte corrida ontem no Rio de Janeiro da colega veterana, ícone do teatro nacional Maria Della Costa.

Gentile Maria Marchioro Della Costa Poloni era seu nome completo , natural de Flores da Cunha – RS em 1922 e falecida no Rio de Janeiro aos 89 anos de idade de edema pulmonar.

Maria a uma das últimas grandes musas da aristocracia teatral brasileira, ou seja: aquela classe de atrizes que fizeram o teatro no Brasil firmar-se e ser o que é hoje, da mesma estirpe de Dulcina, Eva Todor, Cacilda Becker, Itália Fausta, Bibi Ferreira, Cleyde Yaconis e, tantas outras da geração 1910-1930.

Maria Della Costa estreou no Rio de Janeiro como show-girl no Cassino Copacabana. Em 1944, estreia no teatro em "A Moreninha", de Joaquim Manuel de Macedo. Em seguida vai para Portugal estudar arte dramática.

De volta ao Brasil,  participa de espetáculos como: Rainha Morta, de Henry de Montherlant (1946); em 1947, Terras do Sem Fim, de Jorge Amado; Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues.

Funda em 1948, junto com seu marido, o ator Sandro Polloni, o Teatro Popular de Arte, e estreia a peça "Anjo Negro", de Nelson Rodrigues, no Teatro Fênix, Rio de Janeiro.
Em 1954, inaugura sua própria casa de espetáculos, o Teatro Maria Della Costa, em São Paulo, projetado por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa. Realiza montagens como "A Prostituta Respeitosa", de Sartre (1948), "Com a Pulga Atrás da Orelha", de Feydeau (1955), "A Moratória", de Jorge Andrade (1955), "Rosa Tatuada", de Tennessee Williams (1956), e "A Alma Boa de Setsuan", de Brecht (1958).

Ao visitar Nova York conhece o autor Arthur Miller e dele traz a famosa peça Depois da Queda, dirigida por Flávio Rangel. Com esse mesmo diretor faz também os espetáculos Homens de Papel, de Plínio Marcos (1967), Tudo no Jardim, de Edward Albee (1968), entre outros.

Maria deixou uma grande herança ltural para todas as gerações.

Saia Justa Derruba Qualquer Maridão

casamento Saia Justa Derruba Qualquer Maridão

Minha  mulher tem uma capacidade de me deixar  de "saia justa "que é impressionante.

De repente, num dia de semana qualquer, depois que chego  do trabalho, desligado,  quando tudo que quero é esticar as pernas e não pensar em nada... quando estou me  preparando para jantar ela diz:

- "Você ontem nem lembrou, né?"

Tensão no ar. Vem coisa aí.

- "Lembrei de quê?"

- "Que dia foi ontem?"

- "3ª feira, dia 19."

- "Então?..."

- "Então, o quê?"

- "Você não lembrou..."

Ah meu Deus, eu tinha que lembrar de quê, meu amor? Comprar o pão integral? Trocar a lâmpada? Pagar que conta? Buscar quem ? Telefonar pra  quem? O que foi que eu esqueci?

- "Não lembrei o quê?"

- "Ontem foi nosso aniversário de casamento!"

Ponto pra ela! Astuta,  ficou o dia do aniversário  caladinha, deixou  passar a data pra no dia seguinte me pegar na saia justa de ter esquecido a tão sonhada data!

Nessa hora eu viro tapete de porta de serviço: pode pisar à vontade, eu mereço. (Risos)

Você alguma vez já esqueceu a data de aniversário do casamento?

  • Sim
  • Não
  • Não sou cadado (a)

Minha Mulher e a A Mania de Comprar

closet Minha Mulher e a A Mania de Comprar

 

Eu entro no closet e não consigo me encontrar naquela "loja de departamentos".

Uma montanha de camisas e calças que mesmo que eu usasse uma diferente em cada dia do mês, por um ano, ainda assim não conseguiria usar todas.

Então, com a "praticidade" masculina eu pego o que está mais próximo, mais à mão, e quase sempre é a mesma calça e a mesma camisa! Parece que as roupas gritam “Venm ni mim,.vem ni mim que sou facinha!”.

Agora me digam, pra que 200 camisas. 150 calças se eu pego quase sempre as mesmas?

Quase sempre, por comodidade, eu escolho sempre a mesma calça e a mesma camisa, que ela chama de “uniforme”. Diz com ironia:

“Já vestiu seu uniforme?”

Mas porque eu tenho tanta roupa que nem sei o que escolher para usar?

Porque toda vez que ela sai ela traz mais uma roupa nova pra mim. E diz:

- “Comprei porque estava barato!”.

É uma mania que a minha  mulher tem de comprar porque está barato.

- “Custa 400,00 mas estava por 250,00 aí eu aproveitei e comprei porque estava barato!”

- “Se não comprasse saía mais barata ainda”.

E justo no dia que cismo de escolher diferente pra agradar, eu ouço:

- “Não! Você não vai sair com esta calça!” ...

- “Não acredito que você vai usar esta camisa pra ir ao jantar!?”

- “Não é possível, este sapato? Tá na hora de jogar fora!!!”

Às vezes eu procuro o meu sapato preferido, aquele velhinho que o tempo já ajustou confortável ao meu pé, e não acho, procuro daqui procuro dali e não acho.

- “Botei fora!”, diz ela. “Se eu não botar fora você não compra outro nunca . “

- “Mas é o meu sapato que eu mais gosto, confortável, não machuca meus pés... “

- “Não adianta já doei,  pro Retiro dos Artistas”

Eu tenho vontade de largar tudo e ir morar no Retiro dos Artistas porque as coisas...as minhas melhores coisas estão lá.

Quero dizer...nem todas. Porque  a melhor coisa que me aconteceu na vida foi a minha mulher, e esta ainda está aqui, ao meu lado, lufadora, cúmplice, fiel e amante!

 

Já Fomos Bons de Banho

chuveiro Já Fomos Bons de Banho

Ah...bons tempos: o chuveiro aberto e a água correndo à vontade

Pesquisas realizadas nos EEUU (eles adoram pesquisas e play station) informam que entre os povos civilizados apenas nós sul americanos nos damos ao hábito de mais de 50% da população ter um banho diário.

Quer dizer, isto vale creio para toda a América do Sul.

Mas nos últimos tempos aqui no Sudeste a coisa anda mais pra Idade Média, onde o banho “fazia mal à saúde”.

A seca está nos levando a mudanças de hábitos. Alguém - algum de nós -   imaginou que algum dia poderia vir a pagar multa se tomasse um banho?

Ou que ficaria como eu, quando tomo banho em São Paulo, sentindo-se imensamente culpado pela água vertida?

Uma das soluções é gel nos cabelos (parecem sempre molhados) e lencinhos úmidos para a pele do rosto e mãos. O resto só na hora do uso. (Risos).

Pros “cascões” que não gostam muito de água, ou para os preguiçosos a coisa está de boa.  A desculpa é a economia da água.

Soube que tem muita família chique, antes cheirosa e limpinha, fazendo rodízio de banho.  Como as placas de automóveis. Nomes que começam com letras ímpares (A, C, E..) tomam banho às segundas, quartas e sextas. Com letras pares (B,D,F...) às terças, quintas e sábados. Aos domingos? Ninguém toma banho, é dia de descanso...da água. (Risos).

Os mais riquinhos ainda  dão-se ao luxo de pegar um voo pro Nordeste – lá por ironia do destino está sobrando água – pra tomar banho no sertão do Cariri.

A coisa aqui pelo Sudeste está tão feia que tem noiva pedindo na lista de presentes de casamento um caminhão pipa!

Por aqui, o hábito de dar sabonete de presente virou zoeira.

No mais é olhar pro céu e esperar pela bendita chuva...e que caia nos lugares certos: bem em cima dos reservatórios.

Coisas Que Irritam a Paciência

irrita Coisas Que Irritam a Paciência

 

Sei que não sou mais jovem, talvez por isso muitas coisas me irritam. Mas creio que até jovens adolescentes se aborrecem com coisas mínimas do dia-a-dia mas que torram a paciência de qualquer um.

Por exemplo:

Pessoas atravessando a rua feito baratas tontas porque estão digitando no celular;

Gente andando com guarda-chuva aberto debaixo de marquise quando a chuva já passou há tempos;

Aqueles menus intermináveis de operadoras de telefonia ou de bancos;

O milésimo de segundo. É aquele tempo que leva entre o sinal abrir e o veículo de trás buzinar pra você ir adiante;

Quando você entra no elevador e alguém, só de sacanagem apertou em todos os andares;

Malandros sentados nos assentos para idosos e fingindo que estão dormindo quando uma senhora de idade entra no coletivo lotado;

Gente dando uma de João-Sem-Braço e furando a fila na maior cara de pau;

Pessoas que falam aos berros nos celulares, sobretudo em ônibus e restaurantes;

Agente de trânsito apitando mais que Diretor de Harmonia de Escola de Samba;

Bicicleta em calçada estreita;

Criança mal-educada chorando   sem uma lágrima em fila de caixa de supermercado;

Caixa de supermercado parada pra trocar a fita;

Mulher catando moedinha pra facilitar o troco à caixa do supermercado;

Taxi vazio e que não para quando você faz sinal;

Funk tocando a todo volume no carro ao lado;

Caminhão parado em frente à sua garagem... e muitas outras coisinhas.

Mas nestes dias de Verão o suprassumo da irritação é faltar luz e você  ficar sem o ar condicionado e o ventilador.

Você se irrita com facilidade?

  • Sim
  • Não

 

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