Hoje é Dia dos Gráficos, Condutores da Liberdade de Expressão

tipos Hoje é Dia dos Gráficos, Condutores da Liberdade de Expressão

 

Em 1827, há quase duzentos anos,  surgia o primeiro jornal paulistano: "O Farol Paulistano". Dom Pedro era o Imperador do Brasil, e fazia apenas 5 anos que a Independência fora proclamada.

Quase um século depois, em 1923,  a mesma categoria profissional - os  gráficos - que trouxe à luz o "Farol" iniciou em São Paulo uma greve que durou 42 dias e que terminou vitoriosa na data de hoje há quase cem anos .

Era Presidente da república o sr. Artur Bernardes e a greve foi comandada pelo gráfico João da Costa Pimenta.

Por causa dessa greve é que a data de 7 de fevereiro é comemorada como os Dia dos Gráficos.

Mesmo hoje, com tanta informação pela informática a profissão de gráficos mantém sua importância para a confecção de jornais, revistas , livros, impressos em geral.

Teria sido Guttemberg, o alemão inventor dos tipos móveis, em 1493 o primeiro gráfico da História? Ou seriam os escribas egípcios que escreviam em tábuas de argila, depois em papiros?

Perde-se no tempo a glória e a honradez dessa profissão.

Eu mesmo vi as antigas  gráficas, com tipos móveis como a da foto acima, em que cada profissional tinha que escolher e fixar letra por letra num painel para imprimir a página do jornal ou da revista.

Imaginem vocês os gráficos que trabalharam na clandestinidade da Revolução Francesa, imprimindo manifestos e panfletos...ou os que imprimiram jornais e manifestos anti-nazifascistas durante a Resistência na II Guerra Mundial...

Quantos gráficos foram presos,perseguidos,  mortos, torturados, em todas as épocas  pela liberdade de expressão?

Hoje, no Dia deles agradeço comovido  pelo trabalho que realizam, pois através deles o "Farol" da informação e do conhecimento continua brilhando como brilhou em São Paulo em 1827

Não Seja Como Aquele Mar, Belo, Mas Morto

 

mar1 Não Seja Como Aquele Mar, Belo,  Mas Morto

Vista aérea do Mar, belo mas morto.

 

Doe. Não Seja Morto com o Mar que leva este nome.

O Mar Morto, na verdade um lago, tem este nome porque a grande quantidade de sal em suas águas impede a abundância de vida.

O Mar Morto apenas recebe. Não dá. Recebe água principalmente do Rio Jordão e de outros pequenos afluentes.

Água insuficiente para renová-lo. Como o Mar Morto só recebe, e não oferece saída para as  suas águas, a evaporação do pouco que recebe aumenta sua salinidade, e por consequencia sua incapacidade de produzir vida.

Quantos conhecemos que são como o Mar Morto? Só recebem. Incapazes de se doar.

São mortos em vida. Seriam como os sepulcros caiados? Belos por fora mas sem vida por dentro?

O fluxo contínuo de doar e receber, tornar a receber e tornar a doar é que mantém a vida fluindo em todos nós. É o que mantém a Humanidade.

É conhecida a frase: ninguém é tão pobre que não possa dar...

E não se trata de doar-se apenas em forma financeira. Há doações em sabedoria, conhecimento, ensinamentos, gestos generosos, solidariedade, fraternidade, atenção, carinho, um prato de comida, um afago, um copo d'água, um aperto de mão...

Dos males que carrega sobre si o ser humano o que mais me causa espécie é o egoísmo.

Ser generoso é muito bom, quem o é sabe o quanto isso oxigena as águas da nossa vida.

Não sejamos pois como o Mar, mortos enquanto pensamos estar vivendo.

O Garoto Chales Chaplin Faz Hoje 93 Anos

 

chapln O Garoto Chales Chaplin Faz Hoje 93 Anos

Clássica foto do clássico "The Kid"

Hoje é dia de relembrar um dos gênios das artes cênicas: Charles Chaplin.

Começou sua carreira em pavilhões, ao lado de artistas circenses e de vaudeville.

Apresentava-se com o irmão.

Imaginava sequer que seria eternizado pela sua arte inspirada que até hoje arranca gargalhadas e admiração de todos que a assistem.

Pois foi na data de hoje, em 1921, há 93 anos atrás que Chaplin estreou seu filme mudo "O Garoto" (The Kid).

A história do filme é a de uma mãe solteira deixa um hospital de caridade com seu filho recém-nascido. A mãe percebe que ela não pode dar para seu filho todo o cuidado que ele precisa, assim ela prende um bilhete junto a criança, pedindo que quem o achar cuide e ame o seu bebê, e o deixa no banco de trás de um luxuoso carro.

Entretanto, o veículo é roubado por dois ladrões, que quando descobrem o bebê o abandonam no fundo de uma ruela.

Sem saber de nada um vagabundo faz o seu passeio matinal e encontra o bebê. Inicialmente ele quer se livrar da criança, mas diversos fatores sempre o impedem e gradativamente ele passa a amá-lo.

Paralelamente a mãe se arrepende e tenta reencontrar seu filho, mas quando descobre que o carro foi roubado tem um choque, pois muito provavelmente ela nunca mais verá sua criança.

Uma das cenas mais tocantes do filme se dá quando o vagabundo tenta impedir dois agentes de levarem o garoto, já que o personagem de Chaplin não é seu tutor legal.

Alguns atribuem o fato de o filme revelar uma sensibilidade extra na relação entre o vagabundo e o garoto ao fato de o filho recém-nascido de Chaplin ter morrido no começo das gravações.

Jackie Coogan ( o Garoto)  se tornou uma das primeiras personalidades infantis da história, recebendo honras de príncipes, presidentes e do próprio papa, durante sua turnê pela Europa.

O filme também é considerado um dos primeiros longa-metragens que realmente misturou comédia e drama[carece de fontes], como a sua abertura já previa: "Um filme com um sorriso, e talvez uma lágrima..."

O Rio Faz Calor Mas Quem leva a Fama é o Piauí

 

ovo O Rio Faz Calor Mas Quem leva a Fama é o Piauí

Tá dando pra fritar ovo no asfalto

 

Falo com minha filha em Nova Iorque e ela me informa que oas crianças não tiveram aula hoje por causa do frio intenso.

Aqui no Rio de Janeiro o oposto , mas da mesma forma exagerada: estamos com sensações térmicas de 45 graus ou mais e as aulas continuam.

Ainda bem que não sou mais criança. Não preciso sair à rua, enfrentar sala de aula sem ventilação,  não preciso pegar transporte coletivo...

E só então reparei: o calor é tamanho que nos últimos dias não saí à rua durante o dia.

Limitei-me a ir ao teatro à noite. Não me anima em nada sair de dia.

Sempre ouvi dizer que o Piauí era o lugar mais quente do Brasil. Mito. Falácia. O Rio é muito mais quente, mas o Piauí é que leva a fama!

É calor demais nas terras fluminenses. Muito quente. Além do mais, somado ao calor temos o $urreal, onde na praia uma salada de frutas está sendo vendida a R$ 40,00.

Minha neta quis comprar uma pequena caixinha de confeitos mentolados numa loja de conveniências: R$ 18,00. "- Nem pensar!" Gritou revoltado este avô que não é por costume avarento, mas também por costume  não é otário.

Nada muito animador. Nada que solicite sair ao tempo.

Época de desidratação perigosa para idosos e crianças. Viroses campeando por todos os cantos.

Semana passada rolou uma gastrenterite por aqui que não foi fácil. Fruto (?) do calor excessivo.

Em São Paulo, onde estive a semana passada a situação não é diferente.

Tamanha calentura provocou em meu amigo Nilson de Vix uma frase bem humorada para enfrentar este tempo. Disse ele ontem  quase às 10h da noite:

"- Tá tão quente que parece que o sol foi, não foi e acabou fondo!"

Morre Pihilip Seymour, Mais Um Artista Drogado

oscar Morre Pihilip Seymour,  Mais Um Artista Drogado

 

"Tudo que acontece na vida dos artistas acontece na vida dos anônimos."

É o que me vem à cabeça quando recebo a notícia da morte de Philip Seymour por overdose de heroína.

Outro dia foi Justin Bieber que era preso por dirigir embriagado.

A lista de escândalos sexuais, mortes, divórcios, separações e coisas mais entre os artistas é imensa.

Os anônimos devoram essas notícias com avidez. Parece-lhes que somos uma exceção na Sociedade.

Os artistas seriam seres sempre pervertidos, desregrados, sem limites. Casam e descasam por semana. Morrem de overdose por mês. E anualmente concorrem entre os maiores escândalos do mundo.

Não é fato. Somos exatamente como todos. A diferença é que somos figuras públicas. Vendemos jornais e notícias. Fazemos a indústria do entretenimento. Tudo serve para entreter o público, sobretudo nossos escândalos.

Mas quantos anônimos cidadãos morrem de overdose por dia? Quantos vizinhos você conhece viciados em drogas ou álcool?

Quantos jovens amigos anônimos casam, descasam, juntam e "desjuntam" todo mês?

Quantos conhecidos seus,  másculos varões,  saíram do armário para beijar os carneirinhos? Quantas madrugadas já acordou com brigas de casais na vizinhança?

Mas são anônimos. Não se tornam  notícia no dia seguinte. Mas nós, artistas somos sempre notícia.

Para o bem dos anônimos, inclusive. Porque ao apontarem um  dedo para nós livram-se dos quatro que apontam para si.

Somos parte da mesma mão, do mesmo corpo social em que vivemos. Nada mais e nada menos.

Trazemos como todos a marca da carne e das suas imperfeições.

 

Cada Vez Mais Busco o Som do Silêncio

 "(Escolhe) teu melhor  silêncio. Mesmo no silêncio e com o silêncio dialogamos". Drummond

 

silence Cada Vez Mais Busco o Som do  Silêncio

Ouça o som do silêncio

 

Esses dias estive em São Paulo gravando o Programa da Tarde, onde participei como jurado de um concurso de dança.

Lá, uma equipe de jornalismo da Record me entrevistou para um perfil .

A última pergunta que me fez  a jornalista foi:

"- O que mais você deseja agora. O que você almeja?"

Acho que ela quis dizer profissionalmente. Em geral os atores respondem:-

"-Ah eu gostaria de fazer o Rei Lear, de Shakespeare. Ou: queria fazer Pirandello. Ou Tartufo de Moliére..."

Eu não entendi a  objetividade da pergunta e respondi:

"- Quero muito aprender a ficar calado. Almejo o silêncio."

Talvez tenha frustrado a repórter, mas realmente este é um objetivo que venho perseguindo nos últimos tempos: o silêncio.

Falei demais a vida inteira. Raramente mantive-me calado. Falei e ainda falo pelos cotovelos. Dou palpites em tudo. Discuto tudo. E isso serve também para o quanto falo pelas redes sociais.

Não consigo ficar em silêncio ouvindo minha voz interior.

Antes que a ideia se forme na minha cabeça o meu coração já tomou a palavra. Sempre foi assim.

Hoje, mais velho, sinto uma necessidade imensa do silêncio.

Falar pressupõe conhecimento, porém conhecimento não pressupõe sabedoria.

A sabedoria é pacificação.

O sábio fica em silêncio e no silêncio ele ouve o Mundo inteiro falar. Mas ouve sobretudo seu Voz interior.

Hoje, mais velho, busco  o silêncio como forma de ouvir Deus.

Buster Keaton: o Rei do Riso Que Não Ria

keaton1 Buster Keaton: o Rei do Riso Que Não Ria

 

Buster Keaton.

As novas gerações e até mesmo algumas mais velhas não o conhecem nem à sua obra.

Um dos maiores comediantes do século XX. Faleceu na data de hoje em 1966.

Keaton foi considerado o grande rival de Chaplin. Protagonizava filmes mudos.

Porém sua principal característica é que jamais sorria nos filmes. Sempre sério era capaz das maiores tiradas de humor.

O humor nos filmes de Buster Keaton, basicamente, se fazia através das chamadas gags; corridas, quedas, fugas. Uma das grandes inovações de Keaton, no entanto, é o fato de sua comédia se basear num personagem impassível, que mantém as mesmas feições diante dos fatos ocorridos

Keaton nasceu no final do século 19 nos bastidores do vaudeville. Seus pais eram artistas deste gênero de variedades.

Entrou em decadência quando do surgimento do cinema falado e por um péssimo contrato que fez com a nascente Metro Goldwin Mayer.

Foi reabilitado pelo próprio Chaplin no filme "Luzes daRibalta" da década de 50.

Na tv às vezes se apresentam  suas comédias, e você pode encontrar seus filmes em boas locadoras que tenham filmes cult.

 

keaton 21 Buster Keaton: o Rei do Riso Que Não Ria

Keaton e sua cara de pau fazia gargalhar a plateia.

Num Passe de Mágica Nasceram Cornos no Mágico

 

Circo por fora Num Passe de Mágica  Nasceram  Cornos no Mágico

O Circo no dia em que o adquirimos, e antes da reforma.

Hoje é o Dia Mundial do Mágico.

Eu, que já fiz de tudo um pouco na minha vida, fui dono de circo na Bahia na década de 70.

Na data de hoje não penso no mágico brilhante, coberto de luzes, apresentando-se em Cassinos de Luxo, ou Gigantescas Casas de Espetáculos.

Minha imagem memorial vai para o mágico do meu circo.

Um sujeito simplório. Trabalhador. Pacato. Cordato.  Honesto.  Que comprara uma dessas caixas mágicas onde uma mulher entra dentro e ele vai enfiando espadas na suposta vítima.

Este era seu melhor número. O resto eram pequenas mágicas bobas que até crianças poderiam fazer.

Porém mesmo com sua caixa mágica caindo aos pedaços, mal pintada...uma canastrona na acepção linear da palavra, ainda assim ele encantava as matinês.

Ele encantava as matinês enquanto a mulher dele encantava os gaviões que rondavam por onde o circo passava.

Formosa mulher. Fogosa. Bem formada, era um colírio naquele  cenário grotesco de um circo de periferia nordestina.

E foi assim, como por encantamento que uma manhã o Mágico acordou e ela desaparecera. Afinal, como se diz por lá:

- "Formiga quando quer se perder cria asas".

A procura foi em vão. Por um bom tempo não   se ouviu mais  falar dela. Cansara-se de ser ilusoriamente perfurada por espadas de alumínio.

Buscara algo mais emocionante  que perfurasse mais fundo  seu coração e desejos,  buscara  alguém mais real e menos mágico.

Soube tempos depois que fugira com o vendedor das maçãs do amor.

Fato é que como num passe de mágica, naquela manhã triste, chifres brotaram na cabeça do Mágico.

Na sessão da noite a cartola que usava escondeu seus cornos, e ele , como bom profissional,mesmo melancólico e choroso buscou encantar aquela plateia de desencantados como ele.

Grande magia do artista. Para ele vai meu abraço e  minha homenagem no Dia de hoje.

O Barão Vermelho do Humor Brasileiro

barao O Barão Vermelho do Humor Brasileiro

O Barão e sua barba.

 

Conheci Apparício Torelly, o Barão de Itararé quando ainda eu era um jovem de vinte anos.

Morava eu na Ilha do governador, no Rio e ele também.Conheci na casa de uma sobrinha dele, onde íamos sempre.

O Barão devia ter por volta de seus setenta anos, o que para um jovem de vinte anos é a mesma coisa que deparar-se com um sítio arqueológico. (risos).

Mas já naquela época eu sabia da importância do Barão nas charges e no jornalismo brasileiro, na política e nas críticas aos governos e Ditaduras.

Preso na década de 30  por pertencer ao Partido Comunista, foi um dos vereadores eleitos pelo PCB em 1946 no Rio de Janeiro.

Lembro ao leitor que no Brasil os títulos nobiliárquicos do Império eram comprados e só tinham valor por uma geração. A do comprador. Se o filho quisesse continuar barão tinha que comprar de novo.

Era um mercado próspero para as finanças do Imperador: vendia-se de marquês a barão, de conde a visconde.

Mas Torelly não pagou nada pelo seu título: intitulou-se Barão (como o barão da Barra, Salvador, Bahia, com seu famosos bloco de carnaval) e sob o pseudônimo de Barão de Itararé (Itararé foi a batalha que não houve na Revolução de 1930) revolucionou ao humor político no Brasil República.

Aos vinte anos você já sabe do mundo, mas não conhece toda a importância dele. E eu ficava olhando e ouvindo aquele senhor de barbas brancas, septuagenário, e orgulhava-me de estar vivenciando a figura de um dos mais importantes jornalistas e cronistas políticos do Brasil.

Aparício nasceu na data de ontem, em 1895. Se vivo fosse estaria com 119 anos. Morto está o homem, mas renascendo a cada dia na memória dos brasileiros.

Hoje há uma rede de blogs políticos e caricaturais com o nome de Barão de Itararé. O Barão continua presente.

Relembrem algumas frases do Barão:

“O pão do pobre quando cai no chão é sempre do lado da manteiga.”

“O emblema do médico tem duas cobras, isto significa que ele cobra duas vezes; se ele cura, cobra e se ele mata, cobra.”

"Tudo é relativo: O tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está."

Hoje Tem “Milagres de Jesus” – 2º Episódio

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Hoje às 21h45m veremos o segundo episódio da série "Milagres de Jesus" pela Rede Record.

Claro que estou mais ansioso que de costume, afinal é neste episódio que entra a minha participação.

Faço a personagem Emaré, um velho violento, machista, bêbado e avarento, explorador e cruel que se casa com Miriam (Roberta Gualda) a "Mulher Encurvada".

Maltratada por Emaré, Miriam desce ao mais baixo da sua autoestima. Encurva-se mais e mais. Carrega pesos gigantescos às costas por ordens de Emaré.

A personagem foi um desafio muito bom para mim. Figurino fantástico, caracterização mais ainda. Foi muito sofrido fazer. Eram sete roupas, uma em cima da outra, quatro de pano de saco e algodão grosso e mais três de couro por cima, nesse calor de 42º. Se eu tivesse gravado no Piauí, que tradicionalmente é muito mais quente , acho que eu morria, não voltava. (risos) . Mas eu fiquei abismado com a caracterização e com a maquiagem. Me transformaram em outra pessoa.

Eu mesmo senti- me irreconhecível e muito feliz por estar fazendo aquele personagem e parte da equipe.

O Diretor João Camargo disse sobre minha caracterização e trabalho:

— O Bemvindo irá fazer o papel de um cara muito mal e bastante rústico. Talvez só quando acabar a participação dele é que a gente vai entender que era o Bemvindo que estava ali.

A foto acima foi tirada durante testes de aplique de cabelo para a personagem. Depois disso vieram os apliques de barba, bigode, cabelo e mais toda a maquiagem que transformou-me num ogro do século 1.

O resultado do nosso trabalho será avaliado hoje à noite pelos telespectadores.

Agradeço sua audiência.

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