O Brasil Não Conta Histórias

 

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O Dia Do Fico

Sempre bato na mesma tecla: sabemos mais da Historia dos EEUU do que na nossa própria História.

Sabemos os nomes dos próceres estadunidenses que assinaram a declaração de Independência e desconhecenos os nomes nacionais das nossa Independência (quando muito ficamos em José Bonifácio) e de nossa República – sabemos quando muito que foi Deodoro que a proclamou.

Escrevo isso a propósito de hoje ser o dia em que em 1882 a guarnição lusitana aquartelada no Rio de Janeiro sublevou-se contra o ato do Fico do Príncipe Regente Dom Pedro.

Tal fato daria filmes e filmes no cinema americano, livros e romances tais, e até mesmo séries e novelas.

Por aqui resume-se numa frase: a guarnição portuguesa revoltou-se contra o Fico. E só.

Na verdade em 5 de julho de 1821 como comandante das tropas no Rio, o General Jorge de Avilez dirigiu o ultimato ao Príncipe Regente  Dom, Pedro para que jurasse as bases da Constituição elaborada por Portugal, demitisse o conde dos Arcos e nomeasse uma junta governativa.

Em Outubro, exigiu novamente a  Dom Pedro  que anunciasse publicamente sua adesão às decisões das Cortes reunidas em Lisboa. Dom Pedro acatou e decidiu-se, num primeiro impulso, a regressar à Europa.

Mas em Janeiro de  1822 declarou publicamente que tinha decidido ficar no Brasil.

Foi então que Jorge de Avilez rebelou-se contra o regente -  seria,  guardadas as prporções como se o II EXército com sede em São Paulo, nos dias de hoje se sublevasse contra o Governo Federal - e para defender-se de um ataque das tropas brasileiras, recuou para a Praia Grande, em Niterói, que fortificou, mas acabou derrotado e expulso do Brasil pelo Príncipe Regente.

Estas poucas linhas acima dão ideia de quantas tramas foram urdidas neste período, e de quantos roteiros podem ser elaborados para cinema e literatura.

E ao final, sabemos mais sobre os EEUU que de nós mesmos.

Você Acha Que Deveríamos Contar Mais sobre a Nossa História em Livros, Filmes e Novelas?

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Entre o Humor e o Terror Por Que Não o Amor?

charlie Entre o Humor e o Terror Por Que Não o Amor?

Uma das facetas do meu trabalho de ator é trabalhar com o humor.

Aprendi com os acadêmicos do humor que a graça deve ser sempre feita com elegância e respeito.

É coisa que vem de séculos da arte de ser palhaço.

Mesmo com o grosseiro e ofensivo humor  de Charlie não posso compactuar e não posso aceitar que terroristas assassinem pessoas, sejam jornalistas, ou não. Que semeiem a violência do terror entre os povos.

Lamento profundamente a morte dos dez jornalistas e dois policiais  em Paris.

Mas se homens que trabalharam pela Paz e pelo Bem como Gandhi e Martin Luther King foram mortos a tiros pelo Mal, o que poderia acontecer a quem há décadas instiga o ódio religioso, racial, faturando grana em edições em troca da humilhação racista, islamofóbica, anticristã, e anti-humanista? Ou será que  dá pra esquecer a política colonialista francesa esmagando com caminhões-  para não gastar balas-   milhares de prisioneiros árabes argelinos nas guerras de libertação?

Navegar no sentimento francês de xenofobia e islamofobia dá boa grana, Mas um dia a casa cai. Se o  Mal cobra do Bem, como no caso de Gandhi e Martin, imaginem, o que cobrará do Mal?

Vi no Charlie uma charge onde em uma orgia Deus, Jesus e o Espírito Santo - Trindade sagrada para os cristãos – participavam  os três de um coito anal.

Não gostei, fiquei chocadíssimo. Não ao ponto é claro de explodir a redação do Charlie. Mas chocadaço. A minha cultura e formação é cristã ocidental. Eles não têm esse direito. Na Bahia temos um ditado: “Respeito é bom e eu gosto”.

Os ataques do Charlie não se localizavam apenas contra muçulmanos, mas contra todas as crenças, todas as Fés, contra os povos do Terceiro Mundo e contra todo o sagrado de povos que eles a serviço do racismo e da intolerância ajudavam a desmoralizar, usando a capa de uma ultra esquerda.

Para os cristão não há ofensa pior  que a blasfêmia ao Espírito Santo. Marcos 3. 28, 30. Então quando uma charge destas é publicada o objetivo qual é? Liberdade de expressão? Divertir os cristãos? Ou ofender seus valores e ridiculariza-los? Pelos frutos conhecereis a árvore.

Nestes anos Charlie chamou os negros de macacos, os árabes de fedorentos, os judeus de avarentos, os cristãos de sodomitas...esperavam o quê: Bênçãos?

Isto a meu ver não é liberdade de expressão, é libertinagem. (Vide o sentido em  Caldas Aulete). Por exemplo: temos a liberdade de ir e vir, mas seu eu entrar numa propriedade sem autorização passa a ser invasão de propriedade e não há "liberdade de ir e vir" que me defenda nisso.

Para completar, numa  França composta por 40% de ateus, em crise econômica,  com o avanço da extrema direita, e a queda de popularidade de François Hollande, o atentado sai do campo humanista e passa para a política eleitoral. Para recuperar a popularidade e a liderança abaladas François Hollande toma a inciativa e convoca manifestação monstro para este domingo. Enquanto a fascista Marie Le Pen  busca com seu discurso antiislâmico, racista e antiemigrantes conquistar mais votos para seu Partido de Extrema Direita. Os doze mortos parecem virar massa de manobra  eleitoral.

Por tudo isso torno a condenar o ataque terrorista e a lamentar a perda de vidas. Posiciono-me com veemencia pela liberdade de expressão, contra a censura. Repudio a estupidez terrorista,  mas não consigo ser Charlie.

- Je ne suis pas Charlie!

 

A Última Joia da Coroa, O Municipal do Rio

 

 

mun1 A Última Joia da Coroa, O Municipal do Rio

 

Concebido ao final do Império e construído e inaugurado na Primeira República assim posso chamar o Municipal do Rio de Ultima Joia da Coroa Imperial.

O grande incentivador para a sua construção foi um dos maiores dramaturgos brasileiros, o comediógrafo Artur Azevedo.

Em 1880 Artur percebendo a decadência das casas de espetáculo do Rio propôs a construção de um grandioso teatro à altura da Capital Imperial.

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Em 1894, já república, o projeto de Artur tornou-se lei Municipal, mas não significou grande coisa.  Somente em 1904 começaram as obras de construção, concluídas afinal em 1908.

Porém  Artur Azevedo não viveu para ver seu projeto tornar-se realidade. Falecera um ano antes.

Mas o Municipal é realmente uma joia. Mármore, granito, bronze, ônix, e folhas de outro, tudo trazido da Europa, e também espelhos e tapeçarias para juntarem-se ao mobiliário construído com madeiras nobres.

 

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Pelo palco do Municipal passaram os grandes nomes do teatro, da ópera e da dança mundiais.

Nijinski, Louis Jouvet, Jean Louis Barrault – que tive a honra de conhecer em Paris – Ana Pavlova e Maria Callas entre outros.

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No teatro brasileiro destacaram-se em seu palco Paschoal Carlos Magno, Bibi Ferreira, Maria Fernanda, Henriette Morineau, Jayme Costa e Dulcina.

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O pano de boca do teatro foi criado por Eliseu Visconti, em Paris, e representa “A Influência das Artes Na Civilização”.

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O Pano de Boca

Alguma vez já entrou no Theatro Municipal do rio?

 A Última Joia da Coroa, O Municipal do Rio

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O Carro, Essa Escultura Móvel

 

1920 O Carro, Essa Escultura Móvel

Já em 1920 o conceito escultural estava presente nos designers de carros

 

Assisti a uma palestra de Chris Bangle, chefe dos designers do grupo BMW, tendo por tema "Grandes carros, grandes objetois de arte"   e fiquei impressionado com seu viés.

Jamais havia pensado no automóvel sendo imaginado, pensado e criado como uma escultura.

E é o que acontece.

Não exatamente suas partes técnicas, mas seu modelo; a harmonia das suas curvas; a beleza das suas cores...

Ele falou sobre a paixão do desenhista quando se debruça na prancha para um novo modelo. Semelhante a um escultor que coloca sua criatividade a serviço da estética.

Dei um passeio pelo tempo e vi que realmente são esculturas, ou não? Confira você mesmo, e nem precisamos observar modelos novos para confirmar a palestra de Chris Bangle.

tira1 O Carro, Essa Escultura Móvel

 

tira2 O Carro, Essa Escultura Móvel

 

Consegue Resistir ao Apelo de Beleza de Um Escultural Carro?

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Oitenta Anos de Flash Gordon, Ficção e Realidade Caminhando Juntas

 

julio1 Oitenta Anos de Flash Gordon, Ficção e Realidade Caminhando Juntas

No livro de Verne o foguete era disparado por um canhão gigantesco que usava inimaginável quantidade de pólvora.

Tudo começou com Júlio Verne, em 1865 quando atreveu-se  escrever “Da Terra à Lua”, seu primeiro romance de ficção espacial. Repetiu o feito com a continuação da saga dos astronautas do primeiro livro com um segundo: “À Volta da Lua” em 1869.

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N a gravura do livro, há 145 anos,  Julio Verne já previa uma cápsula com a bandeira estadunidense sendo recolhida no mar. Um visionário.

Em 1898 outro escritor,  H. G. Wells,  esquenta o mercado editorial com seu livro obra prima: “A Guerra dos Mundos”

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Gravura do livro "A Guerra dos Mundos"

Em 1928 nasce Buck Rogers, o herói interplanetário e é apresentado ao público numa tira de quadrinhos num jornal estadunidense, e cinco anos depois, em 1934, nascia também em tiras de quadrinhos, Flash Gordon. “Flash Gordon no Planeta Mongo”.

 

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Buck Rogers (o louro Buster Crabbe) ainda resistiu ao tempo até quase nossos dias

Não sei qual dos dois empolgou mais à garotada e aos amantes de ficção científica se Buck Rogers (que nasceu com o nome de Anthony Rogers) ou Flash Gordon, lançado pela concorrência para enfrentar o sucesso de Buck.

Lembro-me de ainda ter visto em cinemas poeiras do interior alguns episódios das séries destes heróis.

 

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Flash no Planeta Mongo

Revistas hoje as produções são profundamente toscas, Mas à época eram fantásticas e ousadíssimas, por isso mesmo entram na lista cult, bem como o inesquecível "Perdidos no Espaço".

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A Família Espacial Perdida no Espaço

Você chegou a ver filmes de Flash Gordon?

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  • Tá ensando que sou um "dinossauro"?
 Oitenta Anos de Flash Gordon, Ficção e Realidade Caminhando Juntas

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Dia 12 Posse de Juca Ferreira na Cultura

Recebi e torno público, pois com muita honra e prazer voltamos a ter Juca Ferreira como Ministro da Cultura. Sua posse ocorrerá dia 12 em Brasília.

Juca Dia 12 Posse de Juca Ferreira na Cultura

Hoje É o Dia da Gratidão

grrato1 Hoje É o Dia da Gratidão

 

A gratidão é um dos mais nobres sentimentos humanos.

E se lembrarmos do poema “Um Cão Chamado Veludo” veremos que não só os humanos são gratos.

Hoje é o Dia da Gratidão, e é com gratidão que recordo alguns fatos e passagens da minha vida.

Sou grato ao colega Agildo Ribeiro. Quando retornei ao Rio após 15 anos na Bahia, Agildo generosamente lançou-me no mercado carioca e nacional usando seu poder junto à mídia.

Sou eternamente grato ao advogado Marcelo Cerqueira, que defendeu-me durante os anos da Ditadura, sem nada cobrar e arriscando-se diante da opressão fascista.

Claro que sou grato aos meus pais que me geraram e criaram. Mas também sou grato à minha irmã mais velha que após a morte da minha mãe,  na minha adolescência, cuidou de mim como um filho.

Além de amor,  tenho por minha mulher Doia profunda gratidão por desdobrar-se todos estes anos em cuidar de mim, em me apoiar e dar sustentação.

Há outros nomes na lista, guardo-os no coração.

E por fim, eu  -  que não sou ateu - sou grato sobretudo a Deus pela maravilha da vida.

Os que me acompanham nas redes sociais percebem que sempre uso a palavra “grato” no lugar de “obrigado”. Porque pra mim a gratidão é prazer, muito mais que obrigação.

 

Você é grato e expressa esta gratidão?

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  • Sou grato mas não expresso
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Litoral nos Feriadões, Uma Festa de Engarrafamento

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Por-do-Sol em Camburizinho

Por razões variadas não faço parte daquelas milhões de pessoas que nas Festas deslocam-se para o litoral em busca de descanso e lazer.

Sempre resisti, morando no Rio, a buscar a Região dos Lagos . São intermináveis horas de engarrafamento neste período. Pois não é que neste fim de Ano caí na tentação familiar e a convite de parentes fui atraído do Rio para o Litoral Norte de São Paulo.

Belíssimas praias, mais precisamente a sedutora Camburizinho, entre Maresias e Jukhey.

Dois milhões e meio de veículos deslocaram-se da capital paulista para a região.

E eu no meio daquilo tudo. Uma maratona automobilística que consistiu em sair de carro do Rio para São Paulo, deixar o carro na garagem e seguir no carro do genro.

Para evitarmos maior transito saímos as três horas da madrugada para nosso destino um Lugar belissimo. Mas na volta, saímos na madrugada de sábado para domingo - 1 h da madrugada - e levamos seis horas para percorrermos os 140 km do percurso.

Escrevo esta da capital enquanto aguardo o trânsito " esfriar" para seguir para o Rio, na terça feira.

Uma maratona estressante num jogo de cálculos e consultas a câmeras e informações nobre o trânsito nas rodovias que consumiram todo o relaxamento que ganhei nos oito dias de " Dolce far niente" à beira-mar.

Será que no próximo fim de ano me pegam pra outra?

Você ja caiu nessa de engarafamento de Fim de Ano?

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Filme Bom Resiste ao Tempo e Vira Clássico

 

vinhas 2 Filme Bom Resiste ao Tempo e Vira Clássico

Jane Darwell, Henry Fonda e John Carradine em cena do filme

 

“As Vinhas da Ira”, grande obra da cinematografia mundial comemora na data de hoje 74 anos de lançado.

O filme, um clássico de sucesso desde seu lançamento é baseado na obra de John Steinbeck e tem a direção de John Ford. Com esta obra Steinbeck ganhou o Nobel de Literatura em 1962.

Eu não me canso de assisti-lo. Quem não tem como acessá-lo em vídeo pode ler o livro. Vale a pena. Uma obra humanista sem igual.

Relata a história de uma família pobre que durante a Grande Depressão de 1929 se vê obrigada a deixar suas terras em Oklahoma e partir para a Califórnia, a bordo de um velho caminhão, em busca de trabalho assalariado e sobrevivência, nas fazendas de lá.

Mostra a decepção que sofrem durante toda a viagem e a exploração dos trabalhadores durante esta época.

Pois à chegada na Califórnia apercebem-se que o trabalho que há é pouco e mal-remunerado, o que obriga a maioria dos emigrantes a viver em acampamentos temporários ao longo da estrada, sempre sujeita à exploração da mão de obra barata.

A obra apresenta uma frase clássica, dita pela personagem Ma Joad (Jane Darwell) a seu pai : "" Nós viveremos para sempre, pai, pois nós somos o povo."

No elenco, entre muitos talentos destacam-se Henry Fonda e John Carradine.

Você Já Assistiu ou Leu “As Vinhas da Ira”?

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O Dia Que Proibiram Cuspir Na Rua

escarrradeira O Dia Que Proibiram Cuspir Na Rua

Belíssima escarradeira em porcelana

 

No passado, sobretudo entre os séculos 18, 19, e início do século 20 havia a cultura da escarradeira. A cultura de cuspir.

Eu explico, sobretudo às gerações mais novas: àquela época era costume mascar tabaco, folhas e coisinhas mais, como cheirar rapé. Fumava-se cigarros de palha com forte fumo de rolo. Isto provocava a salivação e então haviam louças especiais nas casas que se chamavam escarradeiras. Serviam ao dono da casa e também havia delas para os convidados.

Era comum ficar sentado conversando numa sala e cuspindo nas escarradeiras.

Nas ruas não havia escarradeira, então os cidadãos em sua maioria cuspiam nas ruas.

Havia no Rio de Janeiro quiosques nos parques e praças públicas que serviam café, chá etc. etc.. Lugares que se servia em pé.

No chão em volta ficava uma gosma de cusparadas lançadas pelos frequentadores. Também nos bares com cadeiras nas calçadas. Tudo isso provocava doenças e uma total falta de higiene para a Cidade.

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Rua da Carioca com o Hotel Avenida e dois quiosques .

Foi então que o Prefeito Pereira Passos, em 1903, há 111 anos teve que baixar uma Lei proibindo cuspir nas ruas.

Funcionou. Mais de cem anos depois o Rio tem uma lei que proíbe e multa quem joga lixo (de grande porte até bitucas de cigarros) na via pública.

Está funcionando também. Para o bem de todos.

Você já se percebeu cuspindo na rua?

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