Documentário Nunca me Sonharam está disponível também em streaming

O documentário Nunca me Sonharam, de Cacau Rhoden, lançado em junho nos cinemas, chega agora aos serviços de vídeo sob demanda. O filme traça um panorama do ensino médio das escolas públicas brasileiras por meio de entrevistas com alunos, professores, dirigentes e especialistas.

Cacau Rhoden entrevistou jovens e estudiosos de dez estados para debater o assunto. A diretora conta que sua intenção foi investigar em que condições se dá o ensino médio nas escolas públicas e por que muitos alunos estão abandonando a escola. Na sua visão, os jovens, apesar de todas as adversidades enfrentadas, sentem-se protagonistas de seus caminhos.

O longa é uma produção da Maria Farinha Filmes, responsável também por documentários como Tarja Branca, Muito Além do Peso e O Começo da Vida.

Nunca me Sonharam está disponível nas plataformas Now (Net), Vivo Play, Google Play e iTunes. Veja o trailer.

Nunca me Sonharam

Brasil, 2017. 90 minutos.

Direção: Cacau Rhoden. Argumento: Tiago Borba, Ricardo Henriques e Cacau Rhoden. Produção: Marcos Nisti, Estela Renner e Luana Lobo. Distribuição: Maria Farinha Filmes.

Estreia no circuito comercial de cinemas: 8/6/2017. Disponível nos serviços de vídeo sob demanda a partir de 6/7/2017. Classificação indicativa: 10 anos.

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Danado de Bom – Documentário de Deby Brennand

danado de bom Danado de Bom – Documentário de Deby Brennand

Mestre João Silva em Danado de Bom, documentário de Deby Brennand (Foto: Divulgação)

O documentário Danado de Bom, de Deby Brennand, entrou em cartaz nesta quinta (29) nos cinemas. Com participações de Dominguinhos, Trio Nordestino, Elba Ramalho, Lenine, Gilberto Gil, Mariana Aidar e Zeca Baleiro, entre outros, Danado de Bom acompanha o mestre João Silva (1935-2013) em uma viagem pelo sertão nordestino até sua cidade natal, Arcoverde (PE). João resgata suas memórias de vida, relembra as inspirações de canções e fala de sua importante parceria com Luiz Gonzaga.

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João é compositor de mais de 3 mil músicas, como os sucessos “Pagode Russo”, “Nem se Despediu de Mim”, “Danado de Bom” e foi um dos principais parceiros de Luiz Gonzaga. Veja o trailer.

Danado de Bom

Brasil, 2016. 75 minutos.

Direção: Deby Brennand. Produzido por Marianna Brenand Fortes. Roteiro: Deby Brennand, João Cândido Zacharias, Jordana Berg, e Henry Grazinoli. Narração: Siba. Direção de produção: Kika Latache Camila Machado. Fotografia e câmera: Jane Malaquias, Pablo Nóbrega e Pedro von Krüger. Som direto: Leandro Lima. Direção de arte: Diogo Balbino. Montagem: Jordana Berg. Edição de som: Ernesto Sena e Antonio de Padua. Mixagem: Antonio de Padua. Supervisão de som: Lucas Marcier. Videografismos: Eduardo Souza. Pesquisa de imagem: Antonio Venancio. Produtora Associada: Roberta Jansen. Produção Executiva: Marianna Brennand Fortes e Carolina Benevides.

Participações: Dominguinhos, Elba Ramalho, Gennaro, João Silva, Joquinha Gonzaga, Josildo Sá, Onildo Almeida, Alcione, Lenine, Banda Calcinha Preta, Gaby Amarantos, Gilberto Gil, Gogol Bordelo, Lima Duarte Mariana Aydar, Monobloco, Targino Gondin e Thiaguinho.

Participação em festivais: Cine PE (Melhor Filme, Fotografia, Montagem e Edição de Som), É Tudo Verdade 2016.

Estreia no circuito comercial de cinemas: 29/6/2017. Classificação indicativa: livre.

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Documentário Eu, Meu Pai e os Cariocas é o vencedor do festival In-Edit Brasil 2017

Eu Meu Pai e os Cariocas Documentário Eu, Meu Pai e os Cariocas é o vencedor do festival In Edit Brasil 2017

Cena do documentário Eu, Meu Pai e Os Cariocas, de Lúcia Veríssimo, vencedor do prêmio do Júri Oficial da 9ª edição do In-Edit Brasil (Foto: Divulgação)

O documentário Eu, Meu Pai e Os Cariocas, de Lúcia Veríssimo, é o vencedor do prêmio do Júri Oficial da 9ª edição do In-Edit Brasil - Festival Internacional do Documentário Musical. O filme traz a história do grupo Os Cariocas pelo olhar de Lúcia, filha do maestro Severino Filho, líder do grupo.

O documentário será exibido no sábado (24), às 19h30, após a cerimônia de premiação na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. A entrada é gratuita. Como prêmio, Eu, Meu Pai e Os Cariocas entra no circuito In-Edit de festivais pelo mundo e diretora, Lúcia Veríssimo, ganha uma viagem à Espanha para apresentar o filme no In-Edit Barcelona.

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A menção honrosa foi para o documentário Serguei, o Último Psicodélico, de Ching Lee e Zahy Tata Pur’gte. Angela Ro Ro, Frejat, Evandro Mesquita e outros narram passagens de seus relacionamentos com Serguei.

O júri foi composto pela atriz e diretora Helena Ignez, pela jornalista, apresentadora e curadora de música Roberta Martinelli, pelo cineasta, jornalista e curador Duda Leite e pelo jornalista musical Marcelo Costa.

O prêmio do público será anunciado na cerimônia de premiação deste sábado, na Cinemateca.

Mais informações no site do In-Edit Brasil.

Serguei o Psicodélico Documentário Eu, Meu Pai e os Cariocas é o vencedor do festival In Edit Brasil 2017

Documentário Serguei, o Psicodélico, menção honrosa no In-Edit Brasil (Foto: Divulgação)

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Divinas Divas – Documentário de Leandra Leal

Estreia nesta quinta (22) nos cinemas o documentário Divinas Divas, que marca a estreia de Leandra Leal como diretora em longas-metragens. O filme reconta a trajetória de alguns dos principais ícones da geração de artistas travestis no Brasil dos anos 1960-70: Rogéria, Jane Di Castro, Divina Valéria, Camille K, Fujika de Halliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios.

Nos anos 1960, um dos primeiros palcos a abrigar homens vestidos de mulher foi o Teatro Rival, dirigido por Américo Leal, avô da diretora. Agora, o documentário acompanha as personagens no processo de construção de um espetáculo que celebra seus 50 anos de carreira e revela a íntima relação com Leandra e com o teatro de sua família.

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O longa ganhou o Prêmio de Melhor Documentário pelo voto popular e foi eleito Melhor Documentário pelo Prêmio Felix, voltado para produções com temáticas relativas à diversidade de gênero, no Festival do Rio 2016. Também levou os prêmios do público da Mostra Global do Festival South by Southwest, em Austin, no Texas,  e Melhor Filme pelo Júri Popular e Melhor Direção no 11º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, em João Pessoa.

Divinas Divas

Brasil, 2016. 110 minutos.

Direção: Leandra Leal. Roteiro: Carol Benjamin, Leandra Leal, Lucas Paraizo e Natara Ney. Produção executiva: Carol Benjamin. Montagem: Natara Ney. Fotografia: David Pacheco. Produtoras: Leandra Leal, Carol Benjamin, Natara Ney e Rita Toledo. Produtores associados: Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho. Realização e produção: Daza Filmes. Coprodução: Biônica Filmes e Canal Brasil. Distribuição: Vitrine Filmes (Sessão Vitrine Petrobras).

Participação em festivais: Festival do Rio 2016, 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, South by Southwest (EUA), 11º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro.

Estreia no circuito comercial de cinemas: 22/6/2017. Classificação indicativa: 14 anos.

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IDFA tem inscrições abertas para projetos de documentários

idfa logotipo 176x300 IDFA tem inscrições abertas para projetos de documentáriosO Festival Internacional de Documentários de Amsterdã (IDFA), maior evento do mundo para filmes de não ficção, está com inscrições abertas para duas oportunidades de apresentação de trabalhos: o IDFA Forum e o Docs for Sale.

IDFA Forum

O IDFA Forum é um mercado de financiamento e coprodução de documentários. O fórum selecionará cerca de 50 projetos para sua edição de 2017, que acontecerá de 20 a 22 de novembro (com exibição de cortes iniciais – rough cut screenings – em 19 de novembro).

O fórum está aberto a todos os tipos de documentários (incluindo longas-metragens, séries e projetos crossmídia). Há seções especiais para documentários de jovens realizadores, projetos de artes e cultura e projetos em rough cut.

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Podem participar produtores independentes que procuram cofinanciamento, coprodução e distribuição para enviar seus projetos. O processo de seleção ocorre em três fases. Regulamento com todos os detalhes e formulário de inscrição estão disponíveis no site do IDFA. O prazo para inscrição vai até 15 de agosto.

Docs for Sale

De 17 a 23 de novembro acontece o Docs for Sale, mercado mundial de documentários. Todos os anos, mais de 300 compradores de TV, agentes de vendas, distribuidores e programadores de festivais se reúnem em Amsterdã para assistir a uma seleção de documentários recentes disponíveis para o mercado internacional.

O Docs for Sale aceita inscrição de documentários autorais de todo o mundo. O prazo para inscrição vai até 15 de setembro.

O IDFA 2017 acontece de 15 a 26 de novembro em Amsterdã. Mais informações no site do IDFA.

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In-Edit 2017: veja todos os filmes em cartaz

In Edit 2017 CHASING TRANE In Edit 2017: veja todos os filmes em cartaz

O documentário Chasing Trane. The John Coltrane Documentary, sobre o saxofonista John Coltrane, é destaque de abertura do In-Edit Brasil 2017 (Foto: Divulgação)

O In-Edit Brasil - 9º Festival Internacional do Documentário, acontece de 13 a 25 de junho em São Paulo. Abaixo você encontra todos os filmes que estarão em cartaz, com sinopses fornecidas pelos organizadores. E, nesta página, um resumo com alguns dos destaques da programação.

PANORAMA BRASILEIRO

Competição Nacional

Eu, Meu Pai e Os Cariocas - 70 anos de música no Brasil
Direção: Lúcia Veríssimo, Brasil, 2017. 112 minutos.
Os Cariocas são uma marca na música brasileira e sua história é contada por uma observadora muito especial: Lúcia Veríssimo, filha de Severino Filho, líder do grupo. Além de uma homenagem ao pai, o filme também é um minucioso retrato sociopolítico e musical do País.

O Piano que Conversa
Direção: Marcelo Machado, Brasil, 2017. 78 minutos.
Marcelo Machado nos conduz a uma viagem com o pianista Benjamim Taubkin. Nela, o personagem principal é o piano, que aparece em vários lugares, no Brasíl e no mundo, em um diálogo entre música e cinema, no qual tudo é dito sem que uma única palavra seja mencionada.

Perdido em Júpiter
Direção: Deo, Brasil, 2016. 84 minutos.
Dirigido por Deo e valendo-se apenas de imagens achadas na Internet, o filme foi construído a partir de capturas de tela, resultando em uma obra tão original quanto o próprio Flávio Basso, ou Júpiter Maçã, um dos artistas mais talentosos de sua geração.

Serguei, o Último Psicodélico
Direção: Ching Lee, Zahy Tata Pur’gte, Brasil, 2017. 115 minutos.
Serguei, o Último Psicodélico traz depoimentos de gente que acompanhou as frenéticas aventuras de um dos símbolos do rock brasileiro. Angela Ro Ro, Frejat, Evandro Mesquita, entre outros, narram passagens deliciosas, em um filme tão irreverente quanto o próprio Serguei.

Sotaque Elétrico
Direção: Caio Jobim e Pablo Francischelli, Brasil, 2017. 85 minutos.
Sotaque Elétrico faz uma viagem musical pelo Brasil da guitarra.
Sem ser didático, o filme nos conta a história e a evolução do instrumento no País e nos oferece grandes momentos musicais.

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Mostra Brasil

Fattoruso
Direção: Santiago Bednarik, Uruguai/Brasil, 2017. 90 minutos.
Hugo Fattoruso é um dos grandes músicos da América Latina. Inspirando pelos Beatles, criou o Los Shakers nos anos 1960. Depois, passou pelo jazz-rock nos Estados Unidos e nos anos 1980 veio morar no Brasil, onde acabou sendo requisitado por grandes nomes da música brasileira.

Morena dos olhos pretos
Direção: Isaac Dourado, Brasil, 2016. 86 minutos.
Esta é a história da cantora Clemilda Ferreira da Silva, a Rainha do Forró e da música de duplo sentido, que ficou famosa com clássicos como Prenda o Tadeu e Forró Cheiroso. O filme traz uma história cheia de bom humor, mas também com muitas nuances sociais.

O Som do Tempo
Direção: Arthur Moura, Brasil, 2017. 104 minutos.
A história do hip hop na cidade do Rio de Janeiro contada diretamente por seus protagonistas.
Utilizando imagens de arquivo, rimas e muitas conversas, o mundo do rap carioca se revela intenso e swingado, como a Cidade Maravilhosa.

Onildo Almeida - Groove Man
Direção: Helder Lopes e Cláudio Bezerra, Brasil, 2017. 71 minutos.
Onildo Almeida é compositor e responsável por grandes clássicos do baião, como Feira de Caruaru, História de Lampião, Sai do Sereno, Marinheiro, Marinheiro. Com 543 canções gravadas, acompanhamos o personagem de 88 anos relembrar suas histórias e canções.

Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos
Direção: Sérgio Oliveira, Brasil, 2016. 77 minutos.
Sem diálogos, depoimentos ou informações concretas de qualquer tipo, o filme acompanha o dia a dia da orquestra de baile Super Oara, da cidade Arcoverde. Seguida por jumentos (!), a banda se apresenta em festas de casamento, debutante e todo tipo de evento.

Mostra Meio Século de Tropicalismo

Loki? - Arnaldo Baptista
Direção: Paulo Henrique Fontenelle, Brasil/2008, 120 minutos.
Neste filme dirigido por Paulo Henrique Fontenelle, encontramos depoimentos de vários artistas que acompanharam e participaram da trajetória de Arnaldo Baptista, o garoto-prodígio que, junto com os Mutantes, ajudou a revolucionar a música popular brasileira na Tropicália.

Os Doces Bárbaros
Direção: Jom Tob Azulay, Brasil,1976, 100 minutos.
Formado em 1976 por Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa e Gilberto Gil para o show Doces Bárbaros, o grupo estreou no Anhembi (SP) para uma grande turnê. Com apenas um mês de duração o espetáculo foi cancelado, já que Gil e o baterista Chiquinho Azevedo foram presos em Florianópolis por porte de maconha. Pouco depois, o show foi retomado e bateu o recorde de bilheteria do Canecão (RJ).

Tropicália
Direção: Marcelo Machado, Brasil/ano, duração)
Em meio ao tumulto político da segunda metade da década de 1960, artistas plásticos, poetas, músicos, cineastas e dramaturgos criaram um dos maiores movimentos artísticos do Brasil: a Tropicália. O diretor Marcelo Machado analisa o impacto dessa explosão cultural e suas consequências nos dias hoje.

Rogério Duarte - O Tropikaoslista
Direção: José Walter Lima, Brasil, 2015. 88 minutos.
Rogério Duarte, morto em 2016, foi uma das figuras mais importantes da Tropicália e também uma das menos populares. Influenciando Torquato Neto, Hélio Oiticica, Tom Zé, Caetano Veloso e Gilberto Gil, ele desenhou algumas das capas mais famosas da época e inspirou toda uma geração.

Mostra Canal Brasil

82 minutos
Direção: Nelson Hoineff, Brasil, 2016. 126 minutos.
82 minutos é o tempo exato que uma escola de samba tem para fazer seu desfile no Rio de Janeiro. Neste filme de Nelson Hoineff, acompanhamos o dia a dia da Portela em sua preparação para o carnaval de 2015.

A Plebe é Rude
Direção: Diego da Costa e Hiro Ishikawa, Brasil, 2016. 75 minutos.
Neste filme de Diego da Costa e Hiro Ishikawa, voltamos no tempo para rever os passos da Plebe Rude, banda que surgiu no final dos anos 1970 com um som poderoso e letras sofisticadas.

Sem dentes: O Banguela Records e a Turma de 94
Direção: Ricardo Alexandre, Brasil, 2015. 116 minutos.
O Banguela Records lançou alguns dos nomes mais importantes dos anos 1990, como Raimundos, Mundo Livre S/A, Little Quail & The Mad Birds e Maskavo Roots. Neste filme, Dado VillaLobos, Nando Reis, Charles Gavin, Samuel Rosa, entre outros, contam uma das histórias mais estranhas do rock.

Curtas

A Vida é Improviso
Direção: Vicente Oliveira, Brasil, 2017. 28 minutos.
Cristóvão Bastos, Idriss Boudrioua, Jean Charnaux, Bernardo Ramos, João Lyra e Alessandro Kramer são músicos de primeira e discorrem sobre a complexidade e a riqueza da improvisação na música instrumental brasileira.

Bambas
Direção: Anná, Brasil, 2016. 20 minutos.
O samba é feminino? Diversas mulheres sambistas de São Paulo, de diferentes lugares, classes sociais e idades falam sobre como se impor em um ambiente que ainda é, predominantemente, masculino.

Bendito Batuque
Direção: Chico Galvão, Edgard Galvão, Brasil, 2016. 29 minutos.
A Família Soledade, que vive em um bairro distante em Piracicaba (SP), é formada por exímios batuqueiros de umbigada, um ritmo ancestral proveniente de Angola e do Congo. Na festa de São João, eles reúnem a comunidade, celebram a fertilidade e comungam suas raízes africanas.

Cena Musical Contemporânea em 4 Tempos - São Paulo
Direção: Tamy Marraccini, Brasil, 2017. 20 minutos.
Quatro compositores contemporâneos apresentam seus processos criativos e diversas influências: a música afro-marroquina, tribos indígenas, a morte de uma criança na chuva e o ato de brincar, que servem como inspiração e ponto de partida para suas criações.

Cinebiogravura
Direção: Luís Rocha Melo, Brasil, 2017. 28 minutos.
Com apenas recortes de jornal, pedaços de cartas e fotos, o diretor Luiz Rocha Melo conta a história de seu pai, um radialista que comandou um programa de jazz nos anos 1950 no Rio de Janeiro, apresentando artistas como Thelonius Monk e Sonny Rollins a seus ouvintes.

Eu Sou Raul Torres, Violeiro Sim Sinhô
Direção: Leandro Ferrari, Daniel Figueira, Brasil, 2015. 25 minutos.
Raul Torres foi um dos grandes compositores e pesquisadores da música caipira na primeira metade do século 20. Por meio de depoimentos de músicos e pesquisadores, o documentário relembra sua história e sua importância para o enraizamento da música caipira no cenário musical.

House Sounds
Direção: Bruno Ramos, Brasil, 2017. 18 minutos.
Dois manos da periferia de São Paulo são os responsáveis por divulgar a cultura do soundsystem nas quebradas da cidade. Aqui, eles mostram as dificuldades do processo de construção do sistema e as influências da música jamaicana em suas vidas.

Não Tem Só Mandacaru
Direção: Tauana Uchôa, Brasil, 2016. 20 minutos.
São José do Egito fica no sertão pernambucano, próximo à fronteira com a Paraíba. Este documentário retrata os artistas locais e a tradição de poesia musical.

Piano Forte
Direção: Anabela Roque, Brasil, 2017. 10 minutos.
Maurício Maia é um pianista autodidata. Morador da Baixada Fluminense, ele percorre galerias, lojas, shoppings centers e museus do Rio de Janeiro em busca de pianos disponíveis para tocar.

Samba de Cacete: Alvorada Quilombola
Direção: André dos Santos e Artur Arias Dutra, Brasil, 2016. 26 minutos.
O Samba de Cacete é uma tradição cultural da comunidade negra que vive às margens do Rio Tocantins, na região de Oeiras, no Pará. O filme retrata as canções e danças do movimento, intimamente ligadas ao trabalho na lavoura e surgidas no período da escravidão.

Sessão Especial

Divinas Divas
Direção: Leandra Leal, Brasil, 2016. 110 minutos.
A atriz e diretora Leandra Leal mostra os preparativos para o espetáculo das divas Rogéria, Jane Di Castro Divina Valéria, Eloína dos Leopardos, Fujika de Halliday, Marquesa e Brigitte de Búzios, que brilharam como a primeira geração de artistas travestis do Brasil. O filme conquistou o prêmio de público no SXSW e faz sua pré-estreia no In-Edit Brasil.

Sepultura - Endurance
Direção: Otavio Juliano, Brasil, 2017. 100 minutos.
Sepultura é sem dúvida o nome mais emblemático e internacional do rock nacional. Depois de mais de 30 anos de estrada e da saída de seus fundadores, os irmãos Cavalera, o grupo continua sua saga pelos palcos, provando que fúria e talento não lhe falta.

PANORAMA MUNDIAL

Bill Frisell: a portrait
Direção: Emma Franz, Austrália, 2017. 115 minutos.
Bill Frisell talvez seja o perfeito "anti guitar hero". Tímido, intimista e de uma técnica esplêndida, Bill fala pouco, e se diverte tocando.Para fazer este filme, a diretora Emma Franz cria um retrato profundo que nos ajuda a entender um pouco a personalidade desse grande guitarrista.

Breaking a Monster
Direção: Luke Meyer, Estados Unidos, 2016. 92 minutos.
Unlocking The Truth é uma banda composta de três garotos afro-americanos de 13 anos de idade que tocam speed metal.Entre a inocência própria da idade e a obsessão de entrar pela grande porta do mundo do rock, o trio arruma um ex-executivo da Disney que tem um método de trabalho questionável.

Chasing Trane. The John Coltrane Documentary
Direção: John Scheinfield, Estados Unidos, 2016. 99 minutos.
Utilizando fotos e vídeos da época, o diretor John Scheinfeld evoca a parte mais humana de John Coltrane. A família, os primeiros passos na música, as drogas, os amores, a espiritualidade e seu entorno mais próximo. E logicamente, a música. Muita música.

Gimme Danger
Direção: Jim Jarmusch, Estados Unidos, 2016. 108 minutos.
The Stooges surgiu na segunda metade dos anos 1960, com o icônico Iggy Pop à frente, performances selvagens e atitude desafiadora. Aqui o diretor Jim Jarmusch coleta diversas imagens de arquivo, conversa com seus ex-membros e oferece aos fãs sua visão dessa catarse sonora.

I am Thor
Direção: Ryan Wise, Estados Unidos, 2015. 82 minutos.
Esta é a história de Jon Mikl Thor, fisiculturista, ator e autoproclamado "Guerreiro do Rock". Ele esteve diversas vezes às portas do sucesso, mas sempre que sua carreira esteve a ponto de deslanchar, algo sucedia e seus planos desabavam, em uma sucessão de momentos tragicômicos.

I Called Him Morgan
Direção: Kasper Collin, Suécia, Estados Unidos, 2016. 92 minutos.
No dia 19 de fevereiro de 1972, o trompetista Lee Morgan, então com 33 anos, foi assassinado por sua esposa em um clube de jazz onde tocava em Nova York. Para reconstituir o crime, o diretor sueco Kasper Collin conta a história do músico e das circunstâncias de sua morte.

Imagine Waking up Tomorrow and All Music Disappeared
Direção: Stefan Schwietert, Alemanha, Suíça, Reino Unido, 2015. 83 minutos.
Já pensou acordar e descobrir que toda a música desapareceu? Bill Drummond, fundador da banda KLF e responsável por diversos número 1, conseguiu levar esse delírio adiante. Jogou fora todo o trabalho que produziu e criou um coral, que só pode ser ouvido por seus participantes.

La Chana
Direção: Lucija Stojevic, Islândia, Espanha, Estados Unidos, 2017. 84 minutos.
Antonia Santiago Amador é mais conhecida como La Chana, dançarina flamenca de origem
cigana que encantou plateias por onde passou.  Hoje, aos 70 anos, ela relembra seu passado, mas está mesmo interessada no presente. Ensaiando constantemente, ela se nega a descer do palco.

Liberation Day
Direção: Ugis Olte, Morten Traavik, Letônia/Noruega/Eslovênia, 2016. 90 minutos.
A banda Laibach, conhecida por utilizar roupas, sonoridade e gestos militares, foi chamada para ser a estrela da festa de 60 anos da Revolução da Coréia do Norte. Liberation Day é uma odisseia burocrática no país mais hermético do mundo.

Mali Blues
Direção: Lutz Gregor, Alemanha, Mali, 2016. 94 minutos.
Depois de o Estado Islâmico tomar a parte norte do Mali e proibir qualquer tipo de manifestação artística, inúmeros artistas se viram forçados a emigrar.  Nomes como Fatoumata Diawara, Ahmed Ag Kaedi e Master Soumy nos mostram suas visões do exílio, da conciliação ou da ruptura.

Omega
Direção: Gervasio Iglesias, José Sánchez-Montez, Espanha, 2016. 80 minutos.
Enrique Morente, uma das vozes míticas do flamenco, e Lagartija Nick, conhecido grupo de rock espanhol, se reuniram e, inspirados pelos textos de Federico García Lorca e Leonard Cohen criaram Omega, um disco intenso, desgarrado e de extraordinária beleza.

On the Road
Direção: Michael Winterbottom, Reino Unido, 2016. 121 minutos.
No verão de 2015, o aclamado diretor Michael Winterbottom (In This World, A Festa Nunca Termina e Wonderland) pega a estrada com a banda Wolf Alice. Durante a turnê, ele acompanha o dia a dia dos músicos e da equipe, estreitando relações pessoais e profissionais.

One More Time With Feeling
Direção: Andrew Dominik, Reino Unido, França, 2016. 112 minutos.
Em 2015, Nick Cave entrou em estúdio para compor e gravar o álbum Skeleton Tree, o primeiro desde a morte de seu filho de 15 anos.  Apresentado em branco e preto e em 3D, One More Time With Feeling registra um processo criativo doloroso, delicado e intenso.

Raving Iran
Direção: Sue Meures, Suíça, 2016. 85 minutos.
Blade & Beard faz parte da cena clandestina de música eletrônica no Irã. Fugindo da polícia, organizando raves no deserto e imprimindo seus discos clandestinamente, o grupo realiza seus projetos como pode.

Rumble: The Indians Who Rocked The World
Direção: Catherine Bainbridge e Alfonso Maiorana, Estados Unidos, 2017. 90 minutos.
Do blues de Charlie Patton à mítica guitarra de Link Wray, passando pelas canções de Jimi Hendrix e pela voz de Mildred Bailey e de tantos outros artistas emblemáticos, o documentário passa a limpo a influência dos nativos na música de seu país.

Sonita
Rokhsareh Ghaemmaghami, Alemanha, Suíça, 2015. 90 minutos.
onita é uma adolescente afegã que mora em uma creche no Irã. Seu sonho é ser MC e cantar a opressão que as mulheres de seu país sofrem. Mas há problemas: ela terá que deixar o lugar onde vive e sua família quer casá-la com um homem mais velho, a fim de resolver seus problemas financeiros.

The Jazz Loft According To W. Eugene Smith
Direção: Sara Fishko, Estados Unidos, 2016. 87 minutos.
Entre 1957 e 1965, dezenas de músicos de jazz de Nova York se encontraram em um loft para ensaiar, improvisar, compor e relacionar-se. O vizinho do lugar era o fotógrafo W. Eugene Smith, conhecido profissional da revista LIFE, que registrou tudo com sua câmera e gravador portátil.

The Wonderful Kingdom of Papa Alaev
Direção: Tal Barda e Noam Pinchas, Israel, 2016. 74 minutos.
Papa Alaev é um músico nascido no Tajiquistão que vive em Israel. Com sua família, ele forma uma banda de música e percebe que tem que lidar com os desejos e ambições de seus filhos e netos.

Tokyo Idols
Direção: Kyoko Miyake, Canadá/Reino Unido/Japão, 2017. 88 minutos.
No Japão, as idols são meninas adolescentes que cantam e dançam e possuem grandes fã-clubes. Vivendo uma vida regrada e conectada 24 horas por dia à internet, elas fazem de tudo para não comprometer o imaginário de seus seguidores.

Whitney. Can I Be Me
Direção: Nick Broomfield e Rudi Dolezal, Estados Unidos/Reino Unido, 2017. 105 minutos.
Dona de uma voz inconfundível e poderosíssima, Whitney Houston fez a alegria da indústria musical. Mas, prisioneira do próprio sucesso, nunca conseguiu a liberdade para fazer a canção que queria e passou a vida atendendo as exigências de seu entorno.

ESPECIAL: 40 ANOS DE PUNK

Botinada! Origem do Punk no Brasil
Direção: Gastão Moreira, Brasil/2006, 75 minutos.
Sem dinheiro e com pouquíssima informação, garotos dos subúrbios do Brasil empunharam suas guitarras e ameaçaram a ordem estabelecida. O diretor Gastão Moreira coloca luz sobre essa história cheia de contradições e põe em pratos limpos um período marcado pela garra, pela atitude e pelo barulho.

Garotos do Subúrbio
Direção: Fernando Meirelles, Brasil/1983, 42 minutos.
Em 1983, o diretor Fernando Meirelles fez seu primeiro filme mais trabalhado. Entrevistando os protagonistas do movimento punk em São Paulo, ele constrói um retrato fiel daquele momento: a repressão, a falta de perspectivas, a violência e a fúria musical de quem não tem nada a perder.

Hated: GG Allin & the Murder Junkies
Direção: Todd Phillips, Estados Unidos/1993, 52 minutos.
GG Allin é uma lenda do mundo do punk rock. Falecido em 1993, seus shows sempre terminavam na delegacia ou no hospital. Seja pelas brigas com a plateia, por cagar e comer suas próprias fezes ou por qualquer outra loucura, sua figura é cultuada ainda nos dias de hoje.

João Brandão Adere ao Punk
Direção: Ramiro Grossero, Brasil, 2015. 15 minutos.
João Brandão Adere ao Punk é fruto de um conto de Carlos Drummond de Andrade que virou filme nas mãos de um grupo de amigos que participam de coletivos culturais e da cena punk.

Punk Attitude
Direção: Don Letts, Reino Unido/ Estados Unidos/2005, 90 minutos.
Tomando como base a geração beatnik nos anos 1950, Don Letts revê as últimas décadas para observar de perto esse espírito eternamente rebelde. Dos explosivos anos 1960, chegando à eclosão punk na década seguinte, ele estuda o espírito, a ética, e a fúria do Do It Yourself.

Rude Boy
Direção: Jack Hazan e David Mingay, Reino Unido/1980, 133 minutos.
Parte ficção, parte documentário, Rude Boy conta a trajetória de um rapaz "alienado", que deixa seu emprego em um sex shop para trabalhar como roadie do The Clash. Brigas entre nazis e anti-nazis, thatcherismo e repressão policial permeiam o filme, que apresenta a realidade da época e o esplendor de uma banda no seu auge.

Rough Cut and Ready Dubbed
Direção: Hasan Shah e Dom Shaw, Reino Unido/1982, 57 minutos.
Gravado entre 1979 e 1981, Rough Cut and Ready Dubbed é um dos tesouros pouco conhecidos do punk inglês. Filmado pelo irmãos Shaw, o documentário retrata garotos como eles: punks de rua sem fé no futuro em um momento em que o grande boom do gênero já tinha passado.

The Decline Of Western Civilization
Direção: Penelope Spheeris, Estados Unidos, 1981, 100 minutos.
Filmado entre os anos 1979 e 1980, The Decline Of Western Civilization é um marco na história do punk. Dirigido por Penelope Spheeris, o longa retrata o movimento punk rock em Los Angeles na virada da década, revelando uma cena incrível e ajudando a espalhar o ideário do movimento.

The Filth and The Fury
Direção: Julien Temple, Reino Unido, 2000, 108 minutos.
Vinte anos depois de ''The Great Rock’n’Roll Swindle'', o diretor Julien Temple reconstitui a história do Sex Pistols, contada pelos próprios integrantes da banda. Compilação de material dos anos 70, de entrevistas originais e de uma longa conversa com o baixista Sid Vicious em 1978, pouco antes de sua morte, o filme representa o retrato autorizado de uma das bandas mais influentes da história do rock.

Two Sevens Clash (Dread Meets Punk Rockers)
Direção: Don Letts, Reino Unido, 2017. 60')
Muita gente se pergunta: de onde vem essa relação tão forte entre o punk e o reggae? Don Letts, que era DJ do Roxy Club de Londres em 1976, tem a resposta. No filme, ele conta sua própria história e aponta todos os seus pupilos.

Zivan Makes a Punk Festival
Direção: Ognjen Glavonic, Sérvia, 2014. 64 minutos.
Zivan é um grande entusiasta do punk rock e decide fazer o primeiro festival do gênero em sua cidade, Tomasevac, na Sérvia. Mas Zivan não tem a menor experiência nisso e conta com um generoso orçamento de 200 euros.

Mais informações no site do festival.

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In-Edit Brasil – 9º Festival Internacional do Documentário traz 60 filmes

In Edit Sepultura Endurance In Edit Brasil   9º Festival Internacional do Documentário traz 60 filmes

O documentário Sepultura Endurance estará na sessão de abertura para convidados do In-Edit Brasil 2017 (Foto: Divulgação)

Começa nesta terça (13), em São Paulo, o In-Edit Brasil - 9º Festival Internacional do Documentário. A programação traz 60 títulos, a grande maioria inédita no circuito comercial, e fica em cartaz até o dia 25.

Para a abertura, o festival preparou duas sessões especiais: Sepultura Endurance, no dia 13, às 21h, no Cine Bristol (apenas para convidados) e Chasing Trane. The John Coltrane Documentary, sobre o saxofonista John Coltrane, no dia 14, às 20h30, no CineSesc, com entrada gratuita.

+ Lista completa: todos os filmes em cartaz no In-Edit Brasil

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O festival celebra os 50 anos da Tropicália (com exibições, conversas e atuações musicais) + os 40 anos de punk com filmes, debate e show com a banda Restos de Nada. O diretor e músico punk britânico Don Letts é o convidado internacional. Ele volta ao Brasil e ao In-Edit para apresentar seu documentário inédito Two Sevens Clash (Dread Meets Punk Rockers) e para participar de debates.

O Panorama Mundial tem 20 títulos de produções recentes vindos de 18 países. Já o Panorama Brasileiro conta com 29 documentários inéditos no circuito. Na Competição Nacional, são cinco títulos inéditos no circuito comercial.

In-Edit Brasil - 9º Festival Internacional do Documentário Musical

De 13 a 25 de junho, em São Paulo (programação aberta ao público a partir do dia 14).

Locais: CineSesc, Spcine Olido, Spcine Lima Barreto (Centro Cultural São Paulo), Cine Matilha, Museu da Imagem e do Som, Cinemateca Brasileira e mais 17 salas do Circuito Spcine em todas as regiões da cidade.

Entrada gratuita em todas as sessões e atividades do festival, exceto CineSesc (R$ 12 a inteira).

Mais informações no site do festival.

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Nunca me Sonharam – Documentário de Cacau Rhoden

Estreia nesta quinta (8) nos cinemas o documentário Nunca me Sonharam, de Cacau Rhoden.

O filme traça um panorama sobre o ensino médio das escolas públicas brasileiras, por meio de entrevistas com alunos, professores, dirigentes e especialistas.

Veja o trailer.

Nunca me Sonharam 

Brasil, 2017. 90 minutos.

Direção: Cacau Rhoden. Argumento: Tiago Borba, Ricardo Henriques e Cacau Rhoden. Produção: Marcos Nisti, Estela Renner e Luana Lobo. Distribuição: Maria Farinha Filmes.

Estreia no circuito comercial de cinemas: 8/6/2017. Classificação indicativa: 10 anos.

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Documentário Sepultura Endurance abre o festival In-Edit Brasil 2017

O documentário Sepultura Endurance, de Otavio Juliano, que conta a jornada da banda de heavy metal Sepultura ao longo de seus 30 anos de história, será a atração de abertura do In-Edit Brasil - 9º Festival Internacional do Documentário Musical. O festival acontece de 14 a 25 de junho em mais de 20 salas da cidade de São Paulo.

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A sessão de abertura, exclusiva para convidados, será no dia 13, às 21h, no Cine PlayArte Bristol, na Av. Paulista, 2064, em São Paulo. Sepultura Endurance está programado para entrar em cartaz no circuito comercial dia 15 de junho.

Sepultura Endurance: bastidores heavy metal

Para realizar Sepultura Endurance, o diretor Otavio Juliano acompanhou a banda em turnês pelo mundo durante seis anos. Gravou shows em países da América do Norte, Ásia, América do Sul e Europa e ao todo captou mais de 800 horas de filmagens.

O documentário conta a história da banda com imagens de arquivo inéditas, acompanha a rotina dos integrantes do Sepultura em turnê, aborda os conflitos entre eles, o processo de criação das músicas e da gravação dos álbuns, cenas de shows e de bastidores.

Sepultura Endurance traz também muitas entrevistas, com nomes como Lars Ulrich, da banda Metallica, David Ellefson, do Megadeth, Phil Campbell, do Motorhead, Scott Ian, do Anthrax, Corey Taylor, do Slipknot, e Phil Anselmo, do Pantera/Down.

In-Edit 2017: salas e programação

O festival acontece no Cinesesc, Cine Olido, CCSP, Cine Matilha, MIS-SP e Cinemateca Brasileira, além de outras 17 salas do Circuito Spcine em todas as regiões da cidade.

A programação conta com o Panorama Mundial, com 20 títulos inéditos no circuito, e o Panorama Brasileiro, dividido em Competição Nacional, Mostra Brasil, Sessões Especiais (Sepultura Endurance e Divinas Divas), Mostra Canal Brasil e Mostra Meio Século de Tropicalismo. Completa a programação a Mostra 40 Anos do Punk, com 10 títulos nacionais e estrangeiros.

Mais informações no site do festival In-Edit Brasil 2017.

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Veja o trailer do documentário Divinas Divas, de Leandra Leal

O documentário Divinas Divas, que marca a estreia de Leandra Leal como diretora em longas-metragens, acaba de ganhar trailer oficial. O filme tem estreia nos cinemas prevista para 22 de junho. Veja o trailer.

As Divinas Divas do título são alguns dos principais ícones da geração de artistas travestis no Brasil dos anos 1960. Um dos primeiros palcos a abrigar homens vestidos de mulher foi o Teatro Rival, dirigido por Américo Leal, avô da diretora. O filme traz para a cena a intimidade, o talento e as histórias de uma geração que revolucionou o comportamento sexual e desafiou a moral de uma época. “Esse tema fala sobre o que me constitui, sobre a minha história, sobre a minha família. E, ao mesmo tempo, pela relação que tinha com elas, sempre acreditei que só eu poderia fazer esse filme", afirmou a diretora.

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O longa ganhou o Prêmio de Melhor Documentário pelo voto popular e foi eleito Melhor Documentário pelo Prêmio Felix, voltado para produções com temáticas relativas à diversidade de gênero, no Festival do Rio 2016. Também levou os prêmios do público da Mostra Global do Festival South by Southwest, em Austin, no Texas, e Melhor Filme pelo Júri Popular e Melhor Direção no 11º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, em João Pessoa.

Divinas Divas

Direção: Leandra Leal. Roteiro: Carol Benjamin, Leandra Leal, Lucas Paraizo e Natara Ney. Produção executiva: Carol Benjamin. Montagem: Natara Ney. Fotografia: David Pacheco. Produtoras: Leandra Leal, Carol Benjamin, Natara Ney e Rita Toledo. Produtores associados: Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho. Realização e Produção: Daza Filmes. Coprodução: Biônica Filmes e Canal Brasil. Distribuição: Sessão Vitrine Petrobras.

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