Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental prorroga inscrições para Competição Latino-Americana

Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental 300x169 Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental prorroga inscrições para Competição Latino Americana A Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental prorrogou o prazo para 31 de janeiro o prazo de inscrições para a Competição Latino-Americana. A sexta edição do evento acontece em junho em São Paulo, com entrada gratuita. O regulamento e o formulário de inscrição estão disponíveis no site da Mostra Ecofalante.

São aceitos na Mostra Ecofalante documentários e filmes de ficção latino-americanos e caribenhos finalizados a partir de 2015. As obras devem obrigatoriamente tratar de temáticas socioambientais. Os selecionados concorrerão em três categorias: Melhor Longa-Metragem Pelo Júri, Melhor Curta-Metragem Pelo Júri e Melhor Filme Pelo Público. A Seleção Oficial da Competição Latino-Americana será divulgada no site da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental em abril.

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Desde sua primeira edição, a Competição Latino-Americana já premiou obras da Argentina, Brasil, México, Uruguai e Venezuela, e selecionadas obras de Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru.

O que é a Mostra Ecofalante

A Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental é realizada anualmente desde 2012 com o objetivo de destacar o papel do cinema nas discussões sobre as questões ambientais do planeta. Além da exibição principal, que acontece na capital paulista, uma versão reduzida da programação é exibida em cidades do interior do estado de São Paulo no segundo semestre do ano. Veja a cobertura do BlogDoc nos anos anteriores.

Em sua última edição, em junho de 2016, a Competição Latino-Americana da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental teve como vencedores, segundo o júri oficial, Jaci: Sete Pecados de uma Obra Amazônica (Brasil), de Caio Cavechini e Carlos Juliano Barros, na categoria longa-metragem, e Feito Torto pra Ficar Direito (Brasil), de Bhig Villas Bôas, na categoria de curta-metragem.

Além da competição, a programação conta com a Mostra Contemporânea Internacional (não competitiva), que apresenta os mais novos filmes dos principais festivais de cinema e documentário do mundo; e com o Panorama Histórico, com filmes clássicos de diretores renomados que oferecem um outro olhar para a questão ambiental; entre outras exibições especiais.

Mais informações no site da Mostra Ecofalante.

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No Intenso Agora, documentário de João Moreira Salles, terá estreia no Festival de Berlim

No Intenso Agora Joao Moreira Salles Foto Videofilmes No Intenso Agora, documentário de João Moreira Salles, terá estreia no Festival de Berlim

No Intenso Agora, documentário de João Moreira Salles, que terá estreia no Festival Internacional de Berlim (Foto: VideoFilmes)

No Intenso Agora, documentário escrito e dirigido por João Moreira Salles (diretor de Santiago e Entreatos, entre outros), terá sua estreia mundial na próxima edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, que acontece de 9 a 19 de fevereiro. O filme participará da mostra Panorama.

Narrado em primeira pessoa, o documentário No Intenso Agora traz reflexões feitas a partir de quatro conjuntos de imagens da década de 1960: os registros da revolta estudantil francesa em maio de 1968; os vídeos feitos por amadores durante a invasão da Tchecoslováquia em agosto do mesmo ano, quando a União Soviética pôs fim à Primavera de Praga; as filmagens do enterro de estudantes, operários e policiais mortos durante os eventos de 68 nas cidades de Paris, Lyon, Praga e Rio de Janeiro; e as cenas que uma turista – a mãe do diretor – filmou na China em 1966, ano em que se implantou no país a Grande Revolução Cultural Proletária.

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O documentário tem edição de Eduardo Escorel e Laís Lifschitz. A pesquisa de imagem é de Antonio Venâncio. João Moreira Salles apresenta assim o filme:

“Dez anos separam No Intenso Agora de Santiago. Apesar da distância, tenho a impressão de que são filmes aparentados. Não me refiro apenas ao aspecto pessoal dos documentários, mas também ao modo como eles foram realizados. Os dois são essencialmente filmes de arquivo, nascidos na ilha da edição. Santiago surgiu do trabalho de três pessoas de três gerações diferentes – Eduardo Escorel, eu e Lívia Serpa –, que, ao longo de meses, construíram o filme a partir da reflexão que fizemos sobre a natureza do material bruto que havíamos reunido. No Intenso Agora nasceu do mesmo jeito, mas com Laís Lifschitz no lugar de Lívia. A diferença é que levou mais tempo – não meses, mas anos. E também, que de uma forma não muito clara para mim, Santiago talvez seja sobre o pai, enquanto No intenso agora é sobre a mãe.”

João Moreira Salles iniciou sua carreira em 1985, ano em que fundou, ao lado de seu irmão Walter Salles, a VideoFilmes. Em 1999, codirigiu com Kátia Lund Notícias de uma Guerra Particular, Melhor Documentário no festival É Tudo Verdade. Em 2003, dirigiu o documentário Nelson Freire, premiado pela APCA e pela Academia Brasileira de Cinema. Em 2004, dirigiu o documentário Entreatos, sobre os bastidores da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2007, lançou Santiago (Melhor Documentário no Festival Cinéma du Réel, em Paris; no Alba Film Festival, na Itália; Melhor Documentário do Ano pela Academia Brasileira de Cinema).

No Intenso Agora

Roteiro, texto e direção: João Moreira Salles
Montagem: Eduardo Escorel e Laís Lifschitz
Pesquisa de imagens de arquivo: Antonio Venancio
Música original: Rodrigo Leão
Produção executiva: Maria Carlota Bruno
Edição de som e mixagem: Denilson Campos
Coordenação de pós-produção: Marcelo Pedrazzi
Produção: VideoFilmes

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Sepultura – O Filme: documentário ganha teaser inédito. Veja

PICT SEPULTURA 03 Sepultura   O Filme: documentário ganha teaser inédito. Veja

Cena do documentário Sepultura – O Filme

O documentário Sepultura - O Filme, de Otavio Juliano e Juliana Ferraz, deve estrear nos cinemas em 2017. Mas os fãs da banda de heavy metal já podem ir curtindo o vídeo promocional divulgado no fim de semana pelos diretores, durante o evento Comic Con Experience 2016, em São Paulo.

O documentário acompanha a trajetória da banda Sepultura, a mais conhecida banda brasileira no cenário internacional.

O Sepultura é uma grupo de metal criado pelos irmãos Max Cavalera e Igor Cavalera. Já vendeu mais de 20 milhões de discos ao longo da carreira. O grupo completa 30 anos de atividade em 2016.

Enquanto espera a chegada de Sepultura - O Filme nos cinemas, veja o teaser abaixo.

Sepultura - O Filme

Brasil, 2016. 

Direção: Otavio Juliano e Juliana Ferraz


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Festival Território Expandido, Mostra de Documentários acontece em SP até o dia 10

254039 medium Festival Território Expandido, Mostra de Documentários acontece em SP até o dia 10

Gulîstan, Terra de Rosas, de Zaynê Akyol, um dos documentários em exibição no festival

De terça-feira (6) a sábado (10), acontece no Unibes Cultural, em São Paulo, o Festival Território Expandido, Mostra de Documentários. Fiel à proposta de revelar as relações entre os indivíduos e os grupos étnicos em diversos períodos da história contemporânea, a diversidade é a principal marca da programação. Há desde o martírio dos indígenas Guarani-Kaiowá (Martírio, de Vicent Carelli), até a valentia de um grupo de mulheres guerrilheiras do PKK, Partido Trabalhista do Curdistão, que luta contra o ISIS, os militantes armados do grupo Estado Islâmico (Gulistan, Terra de Rosas, Zaynê Akyol).

Organizado pelo grupo GTDOC, com apoio da SPCine, a mostra tem curadoria de Henri Arraes Gervaiseau, Paola Prestes e Regina Jehá. Conta com 15 filmes nacionais e estrangeiros, muitos deles ainda inéditos no Brasil, além de mesas de bate-papo, palestra e lançamento do livro Cinema de Fato – Anotações sobre Documentário, do jornalista Carlos Alberto Mattos.

A mostra é grátis e os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência.

Festival Território Expandido, Mostra de Documentários

De 6 a 10 de dezembro, a partir das 14h.

Unibes Cultural. Rua Oscar Freire, 2500, Sumaré, São Paulo.


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Festival Mix Brasil estreia hoje em São Paulo celebrando a diversidade

kiki Festival Mix Brasil estreia hoje em São Paulo celebrando a diversidade

Cena Kiki, documentário de Sara Jordenö, um dos destaque do 24° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade

O 24° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, maior festival LGBTQ da América Latina, acontece de 9 a 20 de novembro em São Paulo. Na programação estão 114 filmes de 26 países, sendo 18 documentários, além de teatro, música, confências. Em 2016, o Festival irá homenagear o cineasta português João Pedro Rodrigues, que participará do evento.

Na programação, destaque para o documentário sueco Kiki, da diretora Sara Jordenö, vencedor do Teddy de melhor documentário em Berlim, e Quem Vai Me Amar Agora?, de Barak Heymann e Tomer Heymann, vencedor do Panorama Audience Award no Festival de Berlim.

A programação completa e os horários de exibição podem ser conferidos no site do festival.

Veja a relação de todos os documentários de longa-metragem que serão exibidos no 24° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.

 

COMPETITIVA BRASIL - LONGAS

A Destruição de Bernardet (dir. Claudia Priscila, Pedro Marques, doc, 72’, CLASSIF: 12 anos)

Divinas Divas (dir. Leandra Leal, doc, 90’, CLASSIF: 14 anos)

Entre os Homens de Bem (dir. Caio Cavechini, Carlos Juliano Barros, doc, 104’, CLASSIF: 12 anos)

Lampião da Esquina (dir. Lívia Perez, doc, 85’, CLASSIF: 14 anos)

Waiting for B. (dir. Paulo Cesar Toledo, Abigail Spindel, doc, 71’, CLASSIF: 12 anos)

 

RECAP

Precisamos Falar do Assédio (dir. Paula Sacchetta, doc, 80’, CLASSIF: 14 anos)

 

PANORAMA INTERNACIONAL

A Sudoeste de Salem: a História da Quatro de San Antonio (Southwest of Salem: The Story of the San Antonio Four, dir. Deborah Esquenazi, doc, 91’, EUA, CLASSIF: 12 anos)

As Mulheres Que Ele Despiu (Women He’s Undressed , dir. Gillian Armstrong, doc, 99’, Austrália, CLASSIF: 12 anos)

As Vidas de Thérèse (Les Vies de Thérèse, dir. Sébastien Lifshitz, doc, 55’, França, CLASSIF: 12 anos)

Growing Up Coy (dir. Eric Juhola, doc, 82’, EUA, CLASSIF: Livre)

Helmut Berger, Ator (Helmut Berger, Actor, dir. Andreas Horvath, doc, 90’, Áustria, CLASSIF: 18 anos)

Kiki (dir. Sara Jordeno, doc, 94’, Suécia/EUA, CLASSIF: 12 anos)

Out Run (dir. Leo Chiang, Johnny Symons, doc, 75’, EUA/Filipinas, CLASSIF: 12 anos)

Quem Vai Me Amar Agora? (Who’s Gonna Love Me Now?, dir. Barak Heymann, Tomer Heymann, doc, 85’, Israel/Reino Unido, CLASSIF: 14 anos)

Real Boy (dir. Shaleece Haas, doc, 80’, EUA, CLASSIF: Livre)

Strike a Pose (dir. Ester Gould, Reijer Zwaag, doc, 83’, Holanda/Bélgica, CLASSIF: 12 anos)

Terceira Pessoa (Third Person, dir. Sharon Luzon, doc, 57’, Israel, CLASSIF: 12 anos)

Yes, We Fuck! (dir. Antonio Centeno, Raúl de la Morena, doc, 60’, Espanha, CLASSIF: 18 anos)


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Confira os documentários em exibição na repescagem da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

 Confira os documentários em exibição na repescagem da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Martírio, de Vincent Carelli, um dos documentários em exibição na 'repescagem' do CineSesc

Como acontece tradicionalmente após o encerramento da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o CineSesc exibe uma 'repescagem' com alguns destaques da mostra. Estão na programação documentários internacionais premiados pela crítica e pelo público, assim como Pitanga, documentário eleito pela crítica como melhor filme brasileiro em exibição na mostra.

Confira todos os documentários em exibição.

 

QUINTA-FEIRA (03/11)

14:30

O SILÊNCIO DA NOITE É QUE TEM SIDO TESTEMUNHA DAS MINHAS AMARGURAS (O SILÊNCIO DA NOITE É QUE TEM SIDO TESTEMUNHA DAS MINHAS AMARGURAS), de Petrônio de Lorena (79'). BRASIL. Falado em português. Legendas em português. Indicado para: 14 anos.

 

SÁBADO (05/11)

16:30

GAGA - O AMOR PELA DANÇA (MR. GAGA), de Tomer Heymann (100'). ISRAEL, SUÉCIA, ALEMANHA, HOLANDA. Falado em hebraico, inglês. Legendas em português. Indicado para: 12 anos.

 

DOMINGO (06/11)

16:30

MARTÍRIO (MARTÍRIO), de Vincent Carelli (160'). BRASIL. Falado em português. Indicado para: 14 anos.

21:30

PITANGA (PITANGA), de Beto Brant, Camila Pitanga (113'). BRASIL. Falado em português. Indicado para: 12 anos.

 

SEGUNDA-FEIRA (07/11)

14:30

CAMERAPERSON (CAMERAPERSON), de Kirsten Johnson (102'). EUA. Falado em inglês, bósnio, árabe, dari, haussá, fur. Legendas em inglês. Legendas eletrônicas em português. Indicado para: 14 anos.

 

18:15

GAGA - O AMOR PELA DANÇA (MR. GAGA), de Tomer Heymann (100'). ISRAEL, SUÉCIA, ALEMANHA, HOLANDA. Falado em hebraico, inglês. Legendas em português. Indicado para: 12 anos.

 

QUARTA-FEIRA (08/11)

14:30

GURUMBÉ. CANÇÕES DE SUA MEMÓRIA NEGRA (GURUMBÉ. CANCIONES DE TU MEMORIA NEGRA), de Miguel Ángel Rosales (72'). ESPANHA. Falado em espanhol, português. Legendas em inglês. Legendas eletrônicas em português. Indicado para: Livre.


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Os documentários premiados da 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

PITANGA cartazfotoMatheus Brant Os documentários premiados da 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Cena do documentário Pitanga, de Beto Brant e Camila Pitanga, um dos vencedores da 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

A 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo divulgou ontem (2) seus premiados. Veja os documentários ganhadores:

PRÊMIO DO PÚBLICO - MELHOR DOCUMENTÁRIO INTERNACIONAL

Gurumbé – Canciones de Tu Memoria Negra, de Miguel Ángel Rosales.
| 2016 | cor | 72 minutos | Espanha.

Gaga – O Amor Pela Dança, de Tomer Heymann.
|2015 | cor | 100 minutos | Israel, Suécia, Alemanha, Holanda.

MELHOR DOCUMENTÁRIO BRASILEIRO – PRÊMIO SPCINE

Martírio, de Vincent Carelli.
| 2016| cor | 160 minutos | Brasil.

PRÊMIO DA CRÍTICA - MELHOR FILME BRASILEIRO

Pitanga, de Beto Brant e Camila Pitanga.
|2015| cor | 90 minutos | Brasil.

Leia mais sobre a 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo


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Cinema Novo – Documentário de Eryk Rocha

Premiado em Cannes, exibido no Brasil até o momento em festivais, chega agora ao circuito comercial o cultuado documentário Cinema Novo, de Eryk Rocha. Para um movimento cinematográfico que foi tudo menos convencional, seria condizente que um filme que o homenageia seguisse a mesma linha. E é o que acontece. Cinema Novo, o documentário, opta por uma montagem mais fluida, sem didatismo, privilegiando as imagens dos filmes retratados.

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Na colagem organizada por Eryk Rocha desfilam praticamente todos os grandes clássicos do Cinema Novo – de Deus e o Diabo na Terra do Sol a Macunaíma, Os Herdeiros, A Falecida e muitos outros. Não há legendas identificando a que obra pertence cada cena (apenas créditos para os filmes apresentados, ao final). A essa narrativa acrescentam-se entrevistas de época dos principais realizadores.

Fala-se tanto de aspectos criativos e políticos do movimento quanto de mercado – em um cinema que buscava representar o povo de forma mais pura e direta, por que a aceitação de público ficava muitas vezes abaixo do esperado?

O resultado é um filme que, embora estruturalmente tenha uma concepção tradicional (imagens de arquivo + entrevistas), acaba por méritos da estruturação e da montagem se tornando bastante criativo – e integrado conceitualmente ao movimento que homenageia.

Cinema Novo
Brasil, 2016. 90 minutos.

Direção: Eryk Rocha.
Produção: Diogo Dahl. Montagem: Renato Vallone. Desenho sonoro: Edson Secco. Coordenação de produção: Joelma Oliveira Gonzaga e Flávia Vianna. Pesquisa: Thiago Brito e Adriana Peixoto. Argumento: Eryk Rocha e Juan Posada. Uma Produção: Coqueirão Pictures e Aruac Filmes. Coprodução: Canal Brasil e FM Produções. Distribuição: Vitrine Filmes.

Participação em festivais: No exterior: Festival de Cannes de 2016: prêmio L'Œil d’or de Melhor Documentário (Cannes, França), Filmfest Munchen (Munique, Alemanha), French National Audiovisual Institute (Paris, França), DocMontevideo 2016 (Montevidéu, Uruguai), entre outros. No Brasil: Festival de Brasília 2016, Festival do Rio 2016, 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e outros.

Estreia no circuito comercial de cinemas: 3/12/2016.

Avaliação do BlogDoc: lente 15 Cinema Novo – Documentário de Eryk Rocha lente 15 Cinema Novo – Documentário de Eryk Rocha lente 15 Cinema Novo – Documentário de Eryk Rocha lente 15 Cinema Novo – Documentário de Eryk Rocha

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Marcelo Bauer, jornalista com pós-graduação em cinema documentário, é editor do BlogDoc e diretor da Cross Content.

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Hank Levine: Exodus expõe drama dos refugiados nos quatro continentes

Exodus - De Onde Vim Não Existe Mais é um dos grandes documentários a serem vistos na 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Grande pela sua abrangência – envolveu viagens a uma dezena de países. Grande pelo seu orçamento – cerca de 1 milhão de euros, um valor bastante elevado para não-ficção. Mas grande, sobretudo, pela emergência e relevância do tema. A cada dia, novos e novos imigrantes engrossam as estatísticas de pessoas desalojadas de suas terras por guerras ou conflitos étnicos, religiosos e sociais. Com olhar intimista, Exodus saiu ao mundo para ouvir essas conversas e selecionou seis dramas pessoais para resumir esse cenário de catástrofe humanitária.

Por trás da obra está Hank Levine, alemão que mora no Brasil desde 2002. Por aqui, coproduziu Cidade de Deus (2002) e produziu Praia do Futuro (2014), entre outros trabalhos. Nesta entrevista por e-mail ao BlogDoc, ele explica sua visão do problema e os objetivos de Exodus - De Onde Vim Não Existe Mais.

A questão dos refugiados é, sem dúvida, a maior crise humanitária das últimas décadas. Depois da experiência que teve na produção do filme, como avalia os esforços da comunidade internacional (Nações Unidas e outros) para tentar resolver ou amenizar o problema?

Hank Levine – A ONU está perdendo cada vez mais importância, poder e credibilidade. Por exemplo, o uso de armas químicas na Síria e no Sudão, a execução de crimes de guerra e contra a humanidade pelos militares russos etc., não são mais motivos para impor sanções ou outras medidas. No passado, a falsa suspeita de produção de armas químicas já era suficiente para derrubar um ditador e invadir um país (Iraque).

ONU está fraca, paralisada, presa em contradições, lobby, compromissos, interesses políticos e econômicos dos países, que a controlam e que largamente estão ferindo a proteção dos diretos humanos.

A ONU depende da boa vontade dos países membros e a situação atual política deles tendencia cada vez mais para exclusão e falta de solidariedade. Além disso, o apoio financeiro dos países membros é insuficiente; forças da direita estão se fortalecendo, com o objetivo de fechar as fronteiras e dificultar a entrada de pessoas que urgentemente necessitam proteção; e os critérios de seleção, quem pode e quem não pode entrar, estão cada vez mais restritos – a tendência é conceder asilo somente para as pessoas com perfil de formação acadêmica, onde a sociedade tem uma demanda.

O maior apoio aos refugiados vem da população e dos voluntários. Um papel importante têm as ONGs e outras organizações humanitárias independentes, que atuam de forma imediata e independente das tendências políticas e poderes. Embora, para poder dar continuidade ao trabalho, eles necessitem recursos financeiros, cada vez mais difíceis. Instituições como a Casa dos Migrantes – Missão Paz, sob gerenciamento do Padre Paolo Parise, em São Paulo, tem uma função essencial e são um ótimo exemplo.

Talvez uma pequena luz no fim do túnel apareça. Finalmente, governos como o governo alemão começam a entender a importância e urgência da atuação nas áreas emissoras de migrantes, como na África, na tentativa de melhorar as condições locais de vida e trabalho, para diminuir a migração, o êxodo, em países como Nigéria, Senegal, DRC Congo, Togo etc.

Até que estes projetos se concretizem, com resultados desejados e de longo prazo, serão décadas. E, isso, se os recursos e a ajuda financeira forem utilizados para os próprios projetos e não se percam em corrupção.

Os atentados na França, o agravamento da crise na Síria e outros fatos mostram que, no intervalo entre os fins da filmagem e o lançamento do filme, a situação só se agravou. Essa é uma questão sem fim? Ou, pensando de outra forma, seria preciso um Exodus – 2?

Hank Levine – Eu vejo que nosso filme talvez seja a premissa do Exodus – 2, porque o filme Fogo no Mar (Fuocoammare/Fire at Sea), do Gianfranco Rosi, vencedor do Berlinale 2016, retrata a situação atual e poderia ser o Exodus – 1. O nosso filme Exodus já avalia a perspectiva dos refugiados ao chegarem no país de destino.

Este êxodo desde 2015 foi para mim o que gerou as maiores manifestações políticas e com maior impacto. Muitos documentários sobre este assunto foram produzidos, e com o objetivo de apoiar a causa dessas pessoas. A facilidade de informação das redes trouxe para dentro das nossas casas, no nosso smartphone, na televisão e jornais diários, a situação dessas pessoas e o desespero de suas jornadas. Nos obrigou a pensar, nos tirou da ignorância e da passividade e impulsionou muitos a tomar partido em apoio ou contra a causa.

O mundo está se transformando e quem iniciou esta transformação são aqueles que iniciaram essas jornadas, demandando seus diretos como refugiados. Seres humanos em busca de uma vida segura, mais digna, acesso a seus direitos básicos – por ironia, nos países que têm grande responsabilidade pelos militares e pelas crises econômicas que os forçam a deixar seus lares.

Acha que o crescimento do discurso de direita e do sentimento nacionalista em vários países da Europa pode agravar ainda mais o cenário?

Hank Levine – Sim, muito, e já está acontecendo. E, infelizmente, é muito mais assustador agora em véspera de eleições. Além do crescimento da extrema direita, os demais partidos acabam por assumir o mesmos discursos e demandas nacionalistas, na esperança de evitar uma maior migração dos eleitores para os partidos extremistas de direita e para se manter no poder ou ganhar o poder.

No filme você apresenta dois países que recepcionam refugiados: Brasil e Alemanha. Como compara os dois sob esse ponto de vista da abertura para receber essas pessoas?

Hank Levine – São países com legislação e condições diferentes. O Brasil parece melhor preparado para incluir refugiados e migrantes na sociedade. Quem chega aqui, até recentemente, consegue residência, direito de ficar e direito de trabalhar. Eu não sei de um caso deportação de um refugiado ou imigrante, considerado “ilegal”. A Alemanha, ao contrário, está deportando cada vez mais. Receber a residência e/ou a carteira de trabalho pode levar anos, e é condicionado a critérios de um processo seletivo, e a uma demanda: quem é útil para nós, nossa indústria, ciência , mercado de trabalho etc.

Mas quem recebe asilo na Alemanha, temporariamente ou a longo prazo, recebe imediatamente ajuda financeira básica. No Brasil, sabemos que isso não acontece. As pessoas são obrigadas a competir com os brasileiros e muitos estão aqui sozinhos – mas isso também deveria resultar em uma integração na sociedade mais rápida.

Além disso, a sociedade brasileira, em geral, parece melhor preparada para integrar estrangeiros. É muito maior a aceitação talvez por ser um país composto por migrantes, embora em ambos os países exista racismo e preconceito. Na minha opinião, eu diferencio que na Alemanha existe um racismo étnico, enquanto que no Brasil é mais um racismo social.

Quais foram os critérios de escolha para os locais a serem visitados? Houve a preocupação de mostrar também conflitos menos conhecidos do grande público (pelo menos no Brasil), como o do Saara Ocidental?

Hank Levine – O critério principal foi a escolha de refugiados nos quatro continentes, para poder tematizar a dimensão global, e pessoas dispostas a nos deixar participar na sua vida, sua rotina, durante o tempo de filmagem, até podermos juntar material suficiente para contar suas histórias com impacto e emoção. A confiança, nesse caso, é essencial, e nas vezes em que esse processo de confiança por parte do personagem não fluiu ou não se manifestou, o trabalho de filmagem não foi iniciado.

Outro critério foi mostrar conflitos menos conhecidos, e de tamanha injustiça, que merecem e precisam de uma atenção da mídia e atuação de um discurso público e político internacional. Saara Ocidental, por exemplo. Apesar de reconhecido internacionalmente como invadido, seus recursos naturais são explorados pelos próprios invasores e os direitos humanos são constantemente violados. E, apesar de o Marrocos ser o ocupador ilegal do Saara Ocidental, ele tem o apoio dos poderosos países da comunidade internacional, como os países da Europa e os EUA. O apoio do regime traz benefícios políticos e econômicos para as grandes potências.

O Marrocos ainda tem uma posição estratégica e ameaçadora, pois, caso ele abra as fronteiras, a imigração seria muito maior, principalmente para a Europa.

O conflito Saara Ocidental vs. Marrocos/Comunidade Internacional serve também como um exemplo representativo para os relacionamentos e interesses políticos e econômicos dos poderosos em outras regiões do mundo, largamente ferindo a proteção dos diretos humanos e forçando cada vez mais pessoas a deixar os lares em busca de uma vida digna e segura.

Além disso, queremos destacar contrastes de países como Brasil e Alemanha, que têm experiências diferentes e lidam com a situação de integração de forma particular, analisando as possíveis alternativas de intervenção nessa questão humanitária global.

Exodus - De Onde Vim Não Existe Mais

Brasil, Alemanha, 2016. 105 minutos.

Direção e roteiro: Hank Levine

Produção: Fernando Meirelles, Andrea Barata Ribeiro, Bel Berlinck, Fernando Sapelli e Hank Levine.  Narração: Wagner Moura (na versão brasileira) e Jule Böwe (versão alemã).

Estreia na 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Previsão para estreia no circuito comercial de cinemas: 1/12/2016.


Marcelo Bauer, jornalista com pós-graduação em cinema documentário, é editor do BlogDoc e diretor da Cross Content.

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30225084432 c3257c90d1 k 40ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo começa nesta quinta feira com 83 documentários em cartaz

Público faz fila para comprar ingressos para a 40ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (Crédito: Mario Miranda Filho/Agência Foto)

A partir desta quinta-feira, 20 de outubro, até 2 de novembro, acontece em São Paulo a Mostra Internacional de Cinema. No ano em que a Mostra completa quatro décadas, serão exibidos 322 títulos de 50 países e diversas cinematografias. Na programação, há 83 documentários - sendo 34 produções brasileiras. Os filmes serão projetadas em diversos locais, como cinemas, espaços culturais e museus espalhados pela capital paulista, incluindo exibições gratuitas e ao ar livre.

Confira a lista completa dos documentários que serão exibidos na Mostra:

 

#MINHAFUGA

#MYESCAPE

ELKE SASSE

2015 | Documentário

cor - digital - 90 min

Alemanha

 

76 MINUTOS E 15 SEGUNDOS COM KIAROSTAMI

76 DAGHIEGHEH VA 15 SANIEH BA ABBAS KIAROSTAMI

SEIFOLLAH SAMADIAN

2016 | Documentário

cor - digital - 76 min

Irã

 

A CAUSA E A SOMBRA

A CAUSA E A SOMBRA

TIAGO AFONSO

2015 | Documentário

cor - digital - 95 min

Portugal

 

A LUTA DO SÉCULO

SÉRGIO MACHADO

2016 | Documentário

cor - digital - 78 min

Brasil

 

A VIDA NA FRONTEIRA

LIFE ON THE BORDER

BASMEH SOLEIMAN, DELOVAN KEKHA, DIAR OMAR, HAZEM KHODEIDEH, MAHMOD AHMAD, RONAHI EZADDIN, SAMI HOSSEIN, ZOHOUR SAEID

2015 | Documentário

cor - digital - 73 min

Iraque, Síria

 

ARLETTE. A CORAGEM É UM MÚSCULO.

ARLETTE. MUT IST EIN MUSKEL.

FLORIAN HOFFMANN

2015 | Documentário

cor - digital - 84 min

Suíça, Alemanha

 

ARRASTA A BANDEIRA COLORIDA

ARRASTA A BANDEIRA COLORIDA

LUNA ALKALAY, ALOYSIO RAULINO

1970 | Documentário

pb - digital - 12 min

Brasil

 

AXÉ: CANTO DO POVO DE UM LUGAR

AXÉ: CANTO DO POVO DE UM LUGAR

CHICO KERTÉSZ

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 107 min

Brasil

 

BANCO IMOBILIÁRIO

BANCO IMOBILIÁRIO

MIGUEL ANTUNES RAMOS

2015 | Documentário

cor - digital - 75 min

Brasil

 

BURDEN

BURDEN

TIMOTHY MARRINAN, RICHARD DEWEY

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 90 min

Estados Unidos

 

CABEÇAS QUE FALAM

GADAJACE GLOWY

KRZYSZTOF KIEŚLOWSKI

1980 | Documentário

pb - 35 mm - 16 min

Polônia

 

CAMERAPERSON

CAMERAPERSON

KIRSTEN JOHNSON

2016 | Documentário

cor - digital - 102 min

Estados Unidos

 

CANÇÃO DE LUGAR NENHUM

NO LAND`S SONG

AYAT NAJAFI

2014 | Documentário

cor - digital - 91 min

França, Alemanha, Irã

 

CAPOEIRA, UM PASSO A DOIS

CAPOEIRA, UM PASSO A DOIS

JORGE ITAPUÃ

2016 | Documentário

cor - digital - 72 min

Brasil

 

CINEMA NOVO

CINEMA NOVO

ERYK ROCHA

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 90 min

Brasil

 

COMA

COMA

SARA FATTAHI

2015 | Documentário

cor - digital - 97 min

Síria, Líbano

 

CORRESPONDÊNCIAS

CORRESPONDÊNCIAS

RITA AZEVEDO GOMES

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 145 min

Portugal

 

CURUMIM

CURUMIM

MARCOS PRADO

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 102 min

Brasil

 

DA CIDADE DE LODZ

Z MIASTA LODZI

KRZYSZTOF KIEŚLOWSKI

1969 | Documentário

pb - 35 mm - 18 min

Polônia

 

DAVID LYNCH: A VIDA DE UM ARTISTA

DAVID LYNCH: THE ART LIFE

JON NGUYEN, OLIVIA NEERGAARD-HOLM, RICK BARNES

2016 | Documentário

cor - digital - 90 min

 

DEIXA NA RÉGUA

DEIXA NA RÉGUA

EMÍLIO DOMINGOS

2016 | Documentário

cor - digital - 73 min

Brasil

 

DIVINAS DIVAS

DIVINAS DIVAS

LEANDRA LEAL

2016 | Documentário

cor - digital - 110 min

Brasil

 

DON JUAN

DON JUAN

JERZY SLADKOWSKI

2015 | Documentário

cor - digital - 92 min

Suécia, Finlândia

 

ELDORADO XXI

ELDORADO XXI

SALOMÉ LAMAS

2016 | Documentário

cor - digital - 125 min

Portugal, França

 

EM NOME DA HONRA

IN THE NAME OF HONOR

PAWEL GULA

2015 | Documentário

cor - digital - 72 min

Polônia, Estados Unidos, India, Jordânia, Palestina

 

ENTÃO MORRI

ENTÃO MORRI

BIA LESSA, DANY ROLAND

2016 | Documentário

cor - digital - 89 min

Brasil

 

EXERCÍCIOS DE MEMÓRIA

EJERCICIOS DE MEMORIA

PAZ ENCINA

2016 | Documentário

cor - digital - 70 min

Argentina, Paraguai, França, Alemanha

 

EXODUS - DE ONDE EU VIM NÃO EXISTE MAIS

EXODUS - DE ONDE EU VIM NÃO EXISTE MAIS

HANK LEVINE

2016 | Documentário

cor - digital - 105 min

Brasil, Alemanha

Leia a entrevista do diretor

 

FRAGMENTOS DO PARAÍSO

FRAGMENTS DU PARADIS

STÉPHANE GOËL

2015 | Documentário

cor & pb - digital - 85 min

Suíça

 

GAGA - O AMOR PELA DANÇA

MR. GAGA

TOMER HEYMANN

2015 | Documentário

cor - digital - 100 min

Israel, Suécia, Alemanha, Holanda

 

GENCO, O TERRORISTA

GENCO TERORIST

ESIN TEPE

2016 | Documentário

cor - digital - 51 min

Turquia, Bélgica

 

GÓRGONA

GÓRGONA

PEDRO JEZLER, FÁBIO FURTADO

2016 | Documentário

cor - digital - 77 min

Brasil

 

GURUMBÉ. CANÇÕES DE SUA MEMÓRIA NEGRA

GURUMBÉ. CANCIONES DE TU MEMORIA NEGRA

MIGUEL ÁNGEL ROSALES

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 72 min

Espanha

 

HAYMATLOZ – EXÍLIO NA TURQUIA

HAYMATLOZ - EXIL IN DER TÜRKEI

EREN ÖNSÖZ

2016 | Documentário

cor - digital - 90 min

Alemanha

 

IL SOLENGO

IL SOLENGO

MATTEO ZOPPIS, ALESSIO RIGO DE RIGHI

2015 | Documentário

cor - digital - 70 min

Itália, Argentina

 

IMPROVÁVEL ENCONTRO

IMPROVÁVEL ENCONTRO

LAURO ESCOREL

2016 | Documentário

pb - digital - 24 min

Brasil

 

JÁ NÃO É MAIS NOSSA CASA

NO LONGER OUR HOMELAND

KRISTOF GEREGA

2016 | Documentário

cor - digital - 90 min

Alemanha, Polônia

 

JARDIM NOVA BAHIA

JARDIM NOVA BAHIA

ALOYSIO RAULINO

1971 | Documentário

cor & pb - digital - 15 min

Brasil

 

JUNTOS HOJE, AMANHÃ TAMBÉM - FILME PARTICIPATIVO

OGGI INSIEME DOMANI ANCHE - FILM PARTECIPATO

ANTONIETTA DE LILLO

2015 | Documentário

cor - digital - 85 min

Itália

 

LACRIMOSA

LACRIMOSA

LUNA ALKALAY, ALOYSIO RAULINO

1970 | Documentário

pb - digital - 12 min

Brasil

 

MARTÍRIO

MARTÍRIO

VINCENT CARELLI

2016 | Documentário

cor - digital - 160 min

Brasil

 

ME LEVE PRA CASA

TAKE ME HOME

ABBAS KIAROSTAMI

2016 | Documentário

pb - digital - 16 min

Irã

 

MEUS IRMÃOS E IRMÃS DO NORTE

MEINE BRÜDER UND SCHWESTERN IM NORDEN

SUNG-HYUNG CHO

2016 | Documentário

- digital - 109 min

Alemanha

 

MIFUNE: O ÚLTIMO SAMURAI

MIFUNE: THE LAST SAMURAI

STEVEN OKAZAKI

2015 | Documentário

cor & pb - digital - 80 min

Japão

 

O CINEMA, MANOEL DE OLIVEIRA E EU

O CINEMA, MANOEL DE OLIVEIRA E EU

JOÃO BOTELHO

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 80 min

Portugal

 

O CLIQUE ÚNICO DE ASSIS HORTA

O CLIQUE ÚNICO DE ASSIS HORTA

JORGE BODANZKY

2015 | Documentário

cor & pb - digital - 15 min

Brasil

 

O ESPECTADOR ESPANTADO (3D)

O ESPECTADOR ESPANTADO (3D)

EDGAR PÊRA

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 70 min

Portugal

 

O FRANCESITO, UM DOCUMENTÁRIO (IM)POSSÍVEL SOBRE ENRIQUE PICHON RIVIÈRE

EL FRANCESITO. UN DOCUMENTAL (IM) POSIBLE SOBRE ENRIQUE PICHON RIVIÈRE

MIGUEL LUIS KOHAN

2016 | Documentário

cor - digital - 86 min

Argentina

 

O HOMEM BRUXA

O HOMEM BRUXA

ANDRÉ ABUJAMRA, CAIO CARVALHO

2016 | Documentário

cor - digital - 70 min

Brasil

 

O INCRÍVEL REINO DE PAPA ALAEV

HAMAMLACHA AAMUFLAA SHEL PAPA ALAEV

TAL BARDA, NOAM PINCHAS

2016 | Documentário

cor - digital - 74 min

Israel

 

O JABUTI E A ANTA

O JABUTI E A ANTA

ELIZA CAPAI

2016 | Documentário

cor - digital - 70 min

Brasil

 

O PONTO DE VISTA DE UM PORTEIRO NOTURNO

Z PUNKTU WIDZENIA NOCNEGO PORTIERA

KRZYSZTOF KIEŚLOWSKI

1977 | Documentário

cor - 35 mm - 17 min

Polônia

 

O PORTO DE SANTOS

O PORTO DE SANTOS

ALOYSIO RAULINO

1978 | Documentário

pb - digital - 19 min

Brasil

 

O SILÊNCIO DA NOITE É QUE TEM SIDO TESTEMUNHA DAS MINHAS AMARGURAS

O SILÊNCIO DA NOITE É QUE TEM SIDO TESTEMUNHA DAS MINHAS AMARGURAS

PETRÔNIO LORENA

2016 | Documentário

cor - digital - 79 min

Brasil

 

O TIGRE E A GAZELA

O TIGRE E A GAZELA

ALOYSIO RAULINO

1977 | Documentário

pb - digital - 14 min

Brasil

 

OLHANDO PRAS ESTRELAS

OLHANDO PRAS ESTRELAS

ALEXANDRE PERALTA

2016 | Documentário

cor - digital - 90 min

Brasil, Estados Unidos, Nicarágua

 

OLHAR INSTIGADO

OLHAR INSTIGADO

CHICO GOMES, FELIPE LION

2015 | Documentário

cor - digital - 71 min

Brasil

 

PARA ONDE, SENHORA?

WHERE TO, MISS?

MANUELA BASTIAN

2015 | Documentário

cor - digital - 83 min

Alemanha, India

 

PITANGA

PITANGA

BETO BRANT, CAMILA PITANGA

2016 | Documentário

cor - digital - 90 min

Brasil

 

PROFUNDIDADE DOIS

DUBINA DVA

OGNJEN GLAVONIC

2016 | Documentário

cor - digital - 80 min

Sérvia, França

 

RAVING IRAN

RAVING IRAN

SUSANNE REGINA MEURES

2016 | Documentário

cor - digital - 84 min

Suíça

 

SETE MULHERES DE DIFERENTES IDADES

SIEDEM KOBIET W RÓZNYM WIEKU

KRZYSZTOF KIEŚLOWSKI

1978 | Documentário

pb - 35 mm - 16 min

Polônia

 

SEXO, PREGAÇÕES E POLÍTICA

SEXO, PREGAÇÕES E POLÍTICA

AUDE CHEVALIER-BEAUMEL, MICHAEL GIMENEZ

2016 | Documentário

cor - digital - 72 min

Brasil

 

SEXTA-FEIRA 13

VENDREDI 13

NICOLAS KLOTZ

2016 | Documentário

cor - digital - 49 min

França

 

SHOT! O MANTRA PSICO-ESPIRITUAL DO ROCK

SHOT! THE PSYCHO-SPIRITUAL MANTRA OF ROCK

BARNEY CLAY

2016 | Documentário

cor - digital - 97 min

Estados Unidos, Reino Unido

 

SOMOS TODOS ESTRANGEIROS

SOMOS TODOS ESTRANGEIROS

GERMANO PEREIRA

2016 | Documentário

cor - digital - 100 min

Brasil, Síria

 

TARUMÃ

TARUMÃ

ALOYSIO RAULINO

1975 | Documentário

cor - digital - 14 min

Brasil

 

TEMPO

TEMPO

MANUEL VALCÁRCEL

2016 | Documentário

cor - digital - 78 min

Espanha

 

TEREMOS INFÂNCIA

TEREMOS INFÂNCIA

ALOYSIO RAULINO

1974 | Documentário

pb - digital - 12 min

Brasil

 

TODAS ESSAS NOITES SEM DORMIR

WSZYSTKIE NIEPRZESPANE NOCE

MICHAL MARCZAK

2016 | Documentário

cor - digital - 100 min

Polônia, Reino Unido

 

TREBLINKA

TREBLINKA

SÉRGIO TRÉFAUT

2016 | Documentário

cor - digital - 61 min

Portugal

 

TREM DA ALEGRIA - ARTE, FUTEBOL E OFÍCIO

TREM DA ALEGRIA - ARTE, FUTEBOL E OFÍCIO

FRANCIS VALE

2016 | Documentário

cor - digital - 83 min

Brasil

 

UM CASAMENTO

UM CASAMENTO

MÔNICA SIMÕES

2016 | Documentário

cor - digital - 80 min

Brasil

 

UM HOMEM INSIGNIFICANTE

AN INSIGNIFICANT MAN

VINAY SHUKLA, KHUSHBOO RANKA

2016 | Documentário

cor - digital - 96 min

India

 

UM OUTONO SEM BERLIM

UN OTOÑO SIN BERLIN

LARA IZAGIRRE

2015 | Ficção

cor - digital - 99 min

Espanha

 

UMA BANDEIRA SEM PAÍS

A FLAG WITHOUT A COUNTRY

BAHMAN GHOBADI

2015 | Documentário

cor - digital - 97 min

Iraque, Curdistão

 

UMA CASA EM NINH HOA

EIN HAUS IN NINH HOA

PHILIP WIDMANN

2016 | Documentário

cor - digital - 108 min

Alemanha

 

VINICIUS DE MORAES, UM RAPAZ DE FAMÍLIA

VINICIUS DE MORAES, UM RAPAZ DE FAMÍLIA

SUSANA MORAES

1983 | Documentário

cor - digital - 31 min

Brasil

 

VINTE ANOS

VINTE ANOS

ALICE DE ANDRADE

2016 | Documentário

cor - digital - 80 min

Brasil, Costa Rica

 

WRÓBLEWSKI SEGUNDO WAJDA

WRÓBLEWSKI WEDLUG WAJDY

ANDRZEJ WAJDA

2015 | Documentário

cor - digital - 42 min

Polônia

 

YOHJI YAMAMOTO | DRESSMAKER

YOHJI YAMAMOTO | DRESSMAKER

NGO THE CHAU

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 70 min

Alemanha

 

ZERO DAYS

ZERO DAYS

ALEX GIBNEY

2016 | Documentário

cor - digital - 116 min

Estados Unidos


Saiba mais

+ Lista: todos os documentários brasileiros lançados nos cinemas desde 1995

+ Agenda: os principais festivais de documentário no Brasil

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