São Sebastião do Rio de Janeiro – A Formação de uma Cidade – Documentário de Juliana de Carvalho

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Cena do documentário São Sebastião do Rio de Janeiro – A Formação de uma Cidade (Foto: Reprodução)

Com 451 anos de idade, a cidade do Rio de Janeiro é conhecida mundialmente pela integração entre suas belezas naturais e o espaço urbano. O documentário São Sebastião do Rio de Janeiro – A Formação de uma Cidade, da diretora Juliana de Carvalho, expõe, de forma cronológica, o processo contínuo de transformação urbana e arquitetônica da Cidade Maravilhosa dos tempos do Brasil colonial até a atualidade.

Sintetizar mais de quatro séculos de história em um longa-metragem com cerca de uma hora e meia não é tarefa simples. Para isso, a diretora lança mão de variados recursos narrativos. A narração da jornalista carioca Leilane Neubarth serve como um guia nesse passeio histórico, ainda que, por vezes, exagere no tom didático. Ela é fio condutor do documentário e garante que o espectador não fique confuso diante da miríade de locais e épocas retratados. Pinturas, fotografias, trechos de filmes antigos e até animações em 3D ajudam a ilustrar as transformações graduais do Rio de Janeiro.

Historiadores, arquitetos, urbanistas e intelectuais dão seus depoimentos ao filme. Eles expõem as vicissitudes de uma cidade em metamorfose e em expansão contínua. O problema histórico da exclusão social não é deixado de lado, mas não é o centro do documentário. O foco é a apreciação dos grandes marcos urbanos e arquitetônicos do Rio de Janeiro e o desejo de que a cidade siga se transformando de maneira sustentável.

São Sebastião do Rio de Janeiro - A Formação de uma Cidade 

Brasil, 2015. 90 minutos.

Concepção, direção e produção: Juliana de Carvalho. Roteiro: Carlos Haag. Trilha sonora: Lucas Marcier. Montagem: Mair Tavares, Tina Saphira. Fotografia e câmera: Luis Abramo, Antônio Luiz Mendes e Fernando Medeiros. 

Estreia no circuito comercial de cinemas no Brasil: 26/05/2016. Classificação indicativa: livre.

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(Por Caio Hornstein)


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Os Outros – Documentário de Sandra Werneck

rc Os Outros – Documentário de Sandra Werneck

Carlos Evanney, cover de Roberto Carlos, em cena de Os Outros (Foto: Divulgação)

Em um mundo onde tudo é reprodução, qual é a fronteira entre o original e a cópia? A diretora Sandra Werneck reflete sobre a questão ao acompanhar o cotidiano de três artistas covers de personalidades brasileiras no documentário Os Outros.

O filme começa por nos apresentar Carlos Evanney, cover do cantor Roberto Carlos. Há décadas, ele decidiu transformar a admiração pelo artista em profissão. Mas logo fica claro que a obsessão de Carlos pelo ídolo vai além de um mero ganha-pão. Quando vai ao cabeleireiro, ele traz consigo uma foto do Rei para garantir um corte idêntico. Seu quarto é rodeado por fotografias, discos e até uma fatia de bolo recebida das mãos do verdadeiro Roberto Carlos há muitos anos, guardada como um objeto sagrado. Mesmo fora dos palcos, Carlos Evanney absorve os trejeitos e a fala daquele a quem dedica a vida a imitar. É difícil perceber a fronteira entre o sujeito e o personagem.

Pepê Moraes é cover do cantor Cazuza. Embora esteja se aproximando da meia-idade, ele conserva o comportamento de um roqueiro dos anos 80. A vitalidade e a linguagem descolada, no entanto, não escondem sua preocupação com o envelhecimento. Casado com uma mulher 30 anos mais jovem, ele conta que, por vezes, nutre uma afeição paternal por ela. Em uma cena tocante, ele se observa em frente ao espelho e questiona até quando poderá viver de imitar o ídolo, morto quando tinha apenas 32 anos. Se, para o público, Cazuza ficou congelado no tempo, sempre com a mesma idade, para Pepê o tempo não para.

Edson Júnior incorpora a personagem Scarleth Sangalo, uma imitação exagerada de Ivete Sangalo. Travestir-se como a cantora baiana lhe dá a confiança necessária para sonhar com um futuro melhor. Se durante a infância ele sofreu com a homofobia, como relata sua mãe, incorporar a personagem de Scarleth Sangalo lhe deu a oportunidade de aparecer na TV e ser recebido no camarim pela própria cantora. Para Edson, a imitação ganha o sentido de libertação.

A narrativa é costurada sem recursos explicativos ou depoimentos de figuras de autoridade, como psicólogos. A força de Os Outros está na observação sensível de seus próprios personagens, que buscam ser reconhecidos como indivíduos mesmo dedicando a vida a ser quem não são.

Os Outros

Brasil, 2016. 70 minutos.

Direção: Sandra Werneck. Roteiro: Sandra Werneck. Assistente de direção: Isabel Joffily. Fotografia: Luis Abramo, Pedro Rossi, Pedro Urano. Edição: Maria Altberg. Produção executiva: Sandra Werneck, Tânia Luz.

Estreia no circuito comercial de cinemas no Brasil: 26/05/2016. Classificação indicativa: 12 anos.

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A Pintura de Gerhard Richter – Documentário de Corinna Belz

gerhard richter painting documentary trailer 0 A Pintura de Gerhard Richter – Documentário de Corinna Belz

Cena do documentário A Pintura de Gerhard Richter, de Corinna Belz (Foto: Divulgação)

Considerado um dos maiores pintores vivos no mundo, o artista alemão Gerhard Richter dedicou mais de meio século a uma vasta ordem de técnicas e ideias. Seus temas percorreram de crises históricas e representações midiáticas a explorações de procedimentos ao acaso. O documentário A Pintura de Gerhard Richter, da diretora Corinna Belz, realiza um registro do seu processo criativo justaposto a material de arquivo e conversas íntimas com seus críticos, colaboradores e sua galerista americana, Marian Goodman.

Belz observou o pintor durante vários meses com a câmera – nos ateliês de Richter em Hahnwald, bairro nobre de Colônia, no centro da cidade, e na preparação de exposições em algumas cidades da Europa. A cineasta abordou também o início da trajetória de Richter, nascido em Dresden, que se mudou para a Alemanha Ocidental em 1961, passando mais de 20 anos sem regressar ao território socialista.

O filme será lançado com exclusividade no Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (26) e ficará em cartaz durante duas semanas.

Veja o trailer.

A Pintura de Gerhard Richter (Gerhard Richter Painting)

Alemanha, 2011. 97 minutos.

Direção: Corinna Belz. Roteiro: Corinna Belz.

Estreia no circuito comercial de cinemas no Brasil: 26/05/2016. Classificação indicativa: 10 anos.

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Festival de cinema sobre futebol, Cinefoot começa nesta quinta-feira

FB 01 720x540 Festival de cinema sobre futebol, Cinefoot começa nesta quinta feira

Cinefoot traz filmes com a temática do futebol

Começa nesta quinta-feira (19) a sétima edição no Cinefoot, festival de cinema dedicado a filmes de ficção e documentários sobre futebol, que ocorre neste mês no Rio de Janeiro e, pela primeira vez, em Caeté, no estado de Minas Gerais. Em novembro, será a vez das cidades de São Paulo, Recife, Vitória e Belo Horizonte acolherem o festival.

A sessão de abertura no Espaço de Itaú de Cinema, no bairro de Botafogo, traz o curta-metragem de animação O Primeiro João, do diretor André Castelão, e o documentário italiano O Profeta do Gol, de 1976, sobre Johan Cruyff, craque holandês recém-falecido.

Ao todo, 56 filmes de 13 países serão exibidos no Cinefoot e 23 deles concorrem na mostra competitiva. Além da exibição dos filmes, durante o evento ocorrem uma votação popular que escolher a melhor narração de futebol, uma série de homenagens e exposições de camisas históricas.

No Rio de Janeiro, o festival acontece de 19 a 24 de maio - e entre 31 de maio de 4 de junho há reexibição de alguns filmes. A programação completa pode ser vista no site do Cinefoot. Em Caeté, os filmes serão exibidos de 20 a 23 de maio e a programação pode ser conferida aqui. Todas as sessões têm entradas gratuitas.


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Espaço Além – Marina Abramović e o Brasil – Documentário de Marco Del Fiol

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Cena do documentário Espaço Além — Marina Abramović e o Brasil, de Marco Del Fiol

Estreia amanhã (19) em cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Salvador o documentário Espaço Além — Marina Abramović e o Brasil. Primeiro longa-metragem do brasileiro Marcos Del Fiol, o filme acompanha a viagem da artista performática sérvia pelo Brasil em busca de cura pessoal e inspiração artística enquanto experimenta rituais sagrados e apresenta seu processo de pesquisa e criação.

A jornada de Abramović inclui as curas do médium João de Deus em Abadiânia, locais sagrados na Chapada dos Veadeiros, os rituais do Vale do Amanhecer em Brasília, a tradição dos raizeiros e benzedeiras de Goiás, a força do sincretismo religioso na Bahia, as cerimônias de ayahuasca e sauna sagrada na Chapada Diamantina, os processos xamânicos em Curitiba e a força dos cristais de Minas Gerais.

Veja o trailer.

 

Espaço Além – Marina Abramović e o Brasil 

Brasil, 2016. 86 minutos.

Direção: Marco Del Fiol. Produção: Jasmin Pinho, Minom Pinho. Roteiro: Fabiana Werneck Narcinski, Marco Del Fiol, Marina Abramovic. Fotografia: Cauê Tito. Montagem: Marco Korodi, Marco Del Fiol.

Estreia no circuito comercial de cinemas no Brasil: 19/05/2016. Classificação indicativa: 14 anos.

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Nós, Eles e Eu – Documentário de Nicolás Avruj

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Cena do documentário Nós, Eles e Eu, de Nicolás Avruj (Foto: Divulgação)

Em 2000, Nicolás Avruj, argentino de origem judaica, viveu por alguns meses na Palestina e em Israel acompanhado de uma câmera amadora. Na ocasião, ele transitou livremente entre os dois territórios, viveu na casa de israelenses e palestinos e registrou depoimentos francos sobre os conflitos que atingiam a região. Quinze anos depois, essas imagens deram origem ao documentário Nós, Eles e Eu, em cartaz em São Paulo e no Rio de Janeiro desde quinta-feira (12).

No longa, Avruj compartilha em primeira pessoa suas impressões e descobertas apreendidas durante a viagem.  A proposta não é oferecer conclusões, mas um olhar mais complexo do conflito árabe-israelense, longe dos maniqueísmos.

Veja o trailer.

Nós, Eles e Eu (NEY: Nosotros, Ellos y Yo)

Argentina, 2015. 85 minutos.

Direção e roteiro: Nicolás Avruj

Estreia no circuito comercial de cinemas no Brasil: 12/05/2016. Classificação indicativa: 14 anos.

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Documentário Danado de Bom recebe quatro prêmios no festival Cine-PE

danaaado2 Documentário Danado de Bom recebe quatro prêmios no festival Cine PE

A produtora Marianna Brennand Fortes recebe a premiação por Danado de Bom (Foto: Divulgação)

A 20ª edição do festival Cine-PE chegou ao fim no domingo (8) e teve como grande vencedor o documentário pernambucano Danado de Bom, primeiro longa-metragem da diretora Deby Brennand. A obra foi levou o troféu Calunga em quatro categorias: Melhor Filme, Fotografia, Montagem e Edição de Som.

Único documentário na mostra competitiva de longas, Danado de Bom acompanha o mestre João Silva (1935-2003), compositor e parceiro de Luiz Gonzaga, em uma viagem pelo sertão até sua cidade natal, Arcoverde, no estado de Pernambuco.

Veja o trailer.

 


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Debate gratuito com Daniel Rezende e Karen Harley discute montagem no documentário

Daniel Rezende 217x300 Debate gratuito com Daniel Rezende e Karen Harley discute montagem no documentário

Daniel Rezende (Foto: Divulgação)

Dois grandes montadores brasileiros – Daniel Rezende, único brasileiro indicado ao Oscar da categoria, e Karen Harley – e o diretor de documentários Rodrigo Siqueira reúnem-se em São Paulo no sábado (30), às 15h, para debate aberto ao público sobre a montagem no cinema. O encontro faz parte das atividades do edital Histórias que Ficam, promovido pela Fundação CSN.

O debate Histórias que Ficam: Montagem no Audiovisual - Construções Narrativas a partir do Material Bruto acontece na Unibes Cultural (Rua Oscar Freire, 2500) e tem entrada gratuita, com retirada de ingressos uma hora antes.

Karen Harley 234x300 Debate gratuito com Daniel Rezende e Karen Harley discute montagem no documentário

Karen Harley (Foto: Divulgação)

Daniel Rezende foi indicado ao Oscar de Melhor Montagem e vencedor do prêmio inglês Bafta por Cidade de Deus. Também montou os filmes Tropa de Elite, Ensaio sobre a Cegueira, Robocop e Árvore da Vida.

Karen Harley assina a montagem de Que Horas Ela Volta, Big Jato, Janela da Alma e Cinema, Aspirinas e Urubus, entre outros.

Rodrigo Siqueira conquistou o prêmio de melhor filme brasileiro no É Tudo Verdade (2010), pelo documentário Terra Deu, Terra Come. Em 2015, concorreu no mesmo festival com o excelente Orestes, vencedor do prêmio APCA de melhor documentário.

Rodrigo Siqueira 230x300 Debate gratuito com Daniel Rezende e Karen Harley discute montagem no documentário

Rodrigo Siqueira (Foto: Divulgação)

O debate será mediado pela produtora, diretora, roteirista e consultora Daniela Capelato.

O edital Histórias que Ficam apoia documentários por meio de auxílio financeiro e consultoria para o desenvolvimento dos projetos. Para sua segunda edição, em andamento, foram selecionados os projetos Corpo Delito, de Pedro Rocha; Iramaya, de Carolina Benjamin; Guarnieri, de Francisco Guarnieri; e O Céu e a Selva, de Priscilla Brasil.


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Documentário Cinema Novo, de Eryk Rocha, é selecionado para Festival de Cannes

CinemaNovo 06 Deus e o Diabo na Terra do Sol de Glauber Rocha Documentário Cinema Novo, de Eryk Rocha, é selecionado para Festival de Cannes

Cena de Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, um dos principais personagens do documentário Cinema Novo, de seu filho, Eryk Rocha

O documentário Cinema Novo, de Eryk Rocha, foi selecionado para a seção Cannes Classics, parte da seleção oficial do Festival de Cannes 2016. A seção é voltada para filmes clássicos e do patrimônio do cinema mundial em cópias restauradas, além de filmes que homenageiam o cinema.

Cinema Novo é um filme-ensaio que aborda o principal movimento cinematográfico latino-americano por meio do pensamento dos seus principais autores: Nelson Pereira do Santos, Glauber Rocha, Leon Hirszman, Joaquim Pedro de Andrade, Ruy Guerra, Cacá Diegues, Walter Lima Jr, Paulo César Saraceni, entre outros.

O documentário de Eryk Rocha concorre ainda ao prêmio L'Œil d’or (Olho de Ouro) que é entregue ao Melhor documentário do Festival de Cannes, escolhido a partir de todos os documentários selecionados em todas as mostras, oficiais e paralelas. O júri desse ano é presidido pelo italiano Gianfranco Rosi, diretor de Fogo no Mar, vencedor do Festival de Berlim 2016 e apresentado recentemente no Brasil no festival É Tudo Verdade.


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Cacaso – Na Corda Bamba – Documentário de José Joaquim Salles e PH Souza

 Cacaso – Na Corda Bamba – Documentário de José Joaquim Salles e PH Souza

Imagem do documentário Cacaso - Na Corda Bamba, de José Joaquim Salles e PH Souza (Foto: Divulgação)

Entre administrar as fazendas da família e os poemas, o mineiro radicado no Rio Antonio Carlos de Brito, o Cacaso, preferiu o caminho mais difícil. Um dos líderes do movimento da chamada "poesia marginal", Cacaso destacou-se no cenário das artes brasileiras ainda no período da ditadura. Seu talento multimídia incluía também o desenho, colagens e a música, além de sua atuação como professor universitário. A faceta de letrista acabou sendo a mais conhecida do grande público, em parcerias com Edu Lobo, Francis Hime, Sueli Costa e Joyce, entre outros.

Cacaso – Na Corda Bamba, documentário de José Joaquim Salles e PH Souza em cartaz no 21º É Tudo Verdade, traz amigos e parceiros relembrando a vida e obra desse criador sempre jovem – morreu aos 43 anos. Em suas aulas de literatura, influenciou muita gente, embora falasse de tudo, menos de literatura propriamente. Seu espírito gregário unia várias turmas. É por isso que profissionais de talento dos mais diversos matizes contam que ele “fez a cabeça” de uma geração – ou de várias.

O documentário reúne uma turma boa para recontar a história de Cacaso. Há alguns números musicais, e imagens de arquivo, mas é basicamente um filme de entrevistas. Elas montam um panorama amplo e multifacetado do personagem – assim mesmo como ele era.

Cacaso – Na Corda Bamba

Brasil, 2016. 88 minutos.

Direção: José Joaquim Salles. Codireção: PH Souza. Roteiro: J José Joaquim Salles.
Fotografia: Antonio Luiz Mendes, Vinicius Brum. Câmera: Antonio Luiz Mendes, Vinicius Brum, Rob Curvello, Ricardo Rheigantz. Montagem: Fernanda Teixeira. Editor de Som: Bernardo Adeodato e Jonas Louzada. Som direto: Jonas Louzada. Música: Francis Hime. Direção de produção: PH Souza. Produção Executiva: PH Souza e Luiz Salazar. Empresas produtoras: Imagin&Som e Cafeína Produções. Coprodução: Canal Brasil.

Participação em festivais: 21º É Tudo Verdade. Classificação indicativa: livre.

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(Por Marcelo Bauer)


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