No Intenso Agora: prêmio na Colômbia e estreia no IDFA

No Intenso Agora Joao Moreira Salles Foto Videofilmes No Intenso Agora: prêmio na Colômbia e estreia no IDFA

No Intenso Agora, documentário de João Moreira Salles, que terá estreia no Festival Internacional de Berlim (Foto: VideoFilmes)

No Intenso Agora, documentário de João Moreira Salles atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, acaba de ganhar o prêmio de Melhor Filme Internacional do Festival de Cali, Colômbia. Desde sua estreia no Festival de Berlim, o documentário já participou de mais de 20 festivais (incluindo o É Tudo Verdade 2017). E, nesta segunda (20), estreou no Festival Internacional de Documentários de Amsterdam (IDFA), o mais importante do mundo destinado ao gênero.

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Santiago (2007), documentário anterior de João Moreira Salles, também esteve presente no IDFA. Ele foi escolhido pelo diretor e escritor dinamarquês Jorgen Leth para a mostra The Visual Voice, em que 15 cineastas elegem um filme que os influenciaram. Santiago teve sessão em Amsterdam no domingo (19).

Narrado em primeira pessoa, o documentário No Intenso Agora traz reflexões feitas a partir de quatro conjuntos de imagens da década de 1960: os registros da revolta estudantil francesa em maio de 1968; os vídeos feitos por amadores durante a invasão da Tchecoslováquia em agosto do mesmo ano, quando a União Soviética pôs fim à Primavera de Praga; as filmagens do enterro de estudantes, operários e policiais mortos durante os eventos de 68 nas cidades de Paris, Lyon, Praga e Rio de Janeiro; e as cenas que uma turista – a mãe do diretor – filmou na China em 1966, ano em que se implantou no país a Grande Revolução Cultural Proletária.

O documentário tem edição de Eduardo Escorel e Laís Lifschitz. A pesquisa de imagem é de Antonio Venâncio.

Veja o trailer

No Intenso Agora

Roteiro, texto e direção: João Moreira Salles
Montagem: Eduardo Escorel e Laís Lifschitz
Pesquisa de imagens de arquivo: Antonio Venancio
Música original: Rodrigo Leão
Produção executiva: Maria Carlota Bruno
Edição de som e mixagem: Denilson Campos
Coordenação de pós-produção: Marcelo Pedrazzi
Produção: VideoFilmes

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Maria – Não Esqueça que Venho dos Trópicos – Documentário

Maria Não esqueça que eu venho dos trópicos 7 Maria – Não Esqueça que Venho dos Trópicos – Documentário

Maria Martins em imagem do documentário Maria – Não Esqueça que Venho dos Trópicos (Foto: Divulgação)

O documentário Maria – Não Esqueça que Venho dos Trópicos, em cartaz nos cinemas desde 16/11, coloca em perspectiva a vida e a obra da escultora Maria Martins. Sua ousadia ao tratar da sexualidade a partir da perspectiva feminina, de forma transgressora e pioneira, foi ao mesmo tempo sua marca registrada e uma das causas dos ataques que sofreu da crítica brasileira.

Maria – Não Esqueça Que Eu Venho Dos Trópicos tem participação de Malu Mader como entrevistadora e dos atores Lucia Romano e Celso Frateschi.

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Veja o trailer.

Maria – Não Esqueça que Venho dos Trópicos

Brasil, 81 minutos. 2017.

Direção: Francisco C. Martins. Codireção e produção: Elisa Gomes. Entrevistas: Malu Mader. Atores: Lucia Romano e Celso Frateschi. Produção executiva: Elisa Gomes, Iside Mesquita. Direção de fotografia e câmera: Hugo Kovensky. Montagem: Idê Lacreta. Roteiro: Marta Góes, Idê Lacreta e Francisco C. Martins. Direção de arte: Fernando Lion. Fotografia das obras: Vicente de Mello. Trilha Sonora: Nelson Ayres e Ricardo Mosca. Coordenação de pesquisa: Eloá Chouzal. Direção de produção e licenciamento: Ariene Ferreira. Supervisão de som: Miriam Biderman.

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Mostra Internacional de Cinema em São Paulo tem 98 documentários

Ai Weiwei Mostra Internacional de Cinema em São Paulo tem 98 documentários

Cena de Human Flow - Não Existe Lar Se Não Há Para Onde Ir, de Ai Weiwei, documentário de abertura da 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo (Foto: Divulgação)

Está oficialmente iniciada a maratona. A 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo (que vai de 19/10 a 1/11), traz 98 documentários em sua seleção, a grande maioria inéditos.

São 30 documentários brasileiros (incluindo as coproduções). A lista contempla grandes nomes do cinema de não ficção nacional, incluindo nomes importantes de diferentes gerações, como Evaldo Mocarzel, Emília Silveira, Nelson hoineff, Angela Zoé, Julia Murat, Belisario Franca e Heitor Dhalia.

O cardápio dos documentários internacionais é ainda mais extenso, com com 68 títulos, e traz também obras capitais. A começar pelo filme de abertura, Human Flow - Não Existe Lar Se Não Há Para Onde Ir, de Ai Weiwei. Há também o novo filme de Al Gore, Uma Verdade Mais Inconveniente, e outros tantos destaques, como a homenagem à belga radicada na França Agnès Varda. A Mostra traz alguns de seus títulos mais conhecidos e lança por aqui o recente, Visages, Villages, feito por Varda em parceria com o artista JR, e premiado em Cannes neste ano.

Todos os documentários da Mostra Internacional de Cienema

Veja a lista de documentários a seguir e consulte a programação completa no site da 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

1917 - O OUTUBRO REAL
1917 - DER WAHRE OKTOBER
KATRIN ROTHE
2017, documentário.
Colorido e preto e branco, 90 minutos.
Alemanha, Suíça

5 VEZES CHICO - O VELHO E SUA GENTE
GUSTAVO SPOLIDORO, ANA RIEPER, CAMILO CAVALCANTE, EDUARDO GOLDENSTEIN, EDUARDO NUNES
2015, documentário.
Colorido, 90 minutos.
Brasil

6999 PORTAS
RETOUR AU PALAIS
YAMINA ZOUTAT
2017, documentário.
Colorido, 87 minutos.
Suíça, França

A ARTE DE SE MOVER
THE ART OF MOVING
LILIANA MARINHO DE SOUSA
2016, documentário.
Colorido, 89 minutos.
Alemanha

A COR DO CAMALEÃO
EL COLOR DEL CAMALEÓN
ANDRÉS LÜBBERT
2017, documentário.
Colorido, 88 minutos.
Chile, Bélgica

A GAROTA DO LAGO ÄNZIE
DAS MÄDCHEN VOM ÄNZILOCH
ALICE SCHMID
2016, documentário.
Colorido, 87 minutos.
Suíça

A HOLLYWOOD DE HITLER
HITLER’S HOLLYWOOD
RÜDIGER SUCHSLAND
2017, documentário.
Colorido e preto e branco, 105 minutos.
Alemanha

A IMAGEM DA TOLERÂNCIA
JOANA MARIANI, PAULA TRABULSI
2017, documentário.
Colorido, 76 minutos.
Brasil

A OESTE DO RIO JORDÃO
WEST OF THE JORDAN RIVER
AMOS GITAI
2017, documentário.
Colorido, 88 minutos.
França, Israel

A POETISA
THE POETESS
STEFANIE BROCKHAUS, ANDREAS WOLFF
2017, documentário.
Colorido, 90 minutos.
Arábia Saudita

A VIDA EXTRA-ORDINÁRIA DE TARSO DE CASTRO
ZECA BRITO, LEO GARCIA
2017, documentário.
Colorido, 90 minutos.
Brasil

ACTA NON VERBA
ACTA NON VERBA
YVANN YAGCHI
2017, documentário.
Colorido, 65 minutos.
Suíça, Reino Unido

AI WEIWEI: SEM PERDÃO
AI WEIWEI: NEVER SORRY
ALISON KLAYMAN
2012, documentário.
Colorido, 96 minutos.
Estados Unidos

ANTES QUE O VERÃO ACABE
AVANT LA FIN DE L`ÉTÉ
MARYAM GOORMAGHTIGH
2017, documentário.
Colorido, 80 minutos.
Suíça, França

AQUALOUCOS
VICTOR RIBEIRO
2017, documentário.
Colorido, 75 minutos.
Brasil

AQUELES QUE RESTAM
MAYYEL YA GHZAYYEL
ELIANE RAHEB
2016, documentário.
Colorido, 95 minutos.
Líbano, Emirados Árabes Unidos

AS BOAS INTENÇÕES
THE GOOD INTENTIONS
BEATRICE SEGOLINI
2016, documentário.
Colorido, 85 minutos.
Itália

ATÉ O PRÓXIMO DOMINGO
EVALDO MOCARZEL
2016, documentário.
Colorido e preto e branco, 76 minutos.
Brasil

AURORA 1964
DIEGO DI NIGLIO
2017, documentário.
Colorido e preto e branco, 106 minutos.
Brasil

BELINDA
BELINDA
MARIE DUMORA
2017, documentário.
Colorido, 107 minutos.
França

BEM-VINDO À SUÍÇA
WILLKOMMEN IN DER SCHWEIZ
SABINE GISIGER
2017, documentário.
Colorido, 83 minutos.
Suíça

CAIXAS DE MÚSICA
BOÎTES À MUSIQUE
GEORGES GACHOT
2017, documentário.
Colorido, 9 minutos.
Suécia

CALIFORNIA DREAMS
CALIFORNIA DREAMS
MIKE OTT
2017, documentário.
Colorido, 83 minutos.
Estados Unidos

CALLADO
EMÍLIA SILVEIRA
2017, documentário.
Colorido, 81 minutos.
Brasil

CAMOCIM
QUENTIN DELAROCHE
2017, documentário.
Colorido, 76 minutos.
Brasil

CANIBA
CANIBA
VERENA PARAVEL, LUCIEN CASTAING-TAYLOR
2017, documentário.
Colorido, 90 minutos.
França

CARTAS PARA UM LADRÃO DE LIVROS
CAIO CAVECHINI, CARLOS JULIANO BARROS
2017, documentário.
Colorido, 96 minutos.
Brasil

CHAVELA
CHAVELA
CATHERINE GUND, DARESHA KYI
2017, documentário.
Colorido, 90 minutos.
Estados Unidos

CINECITTÀ BABILONIA
CINECITTÀ BABILONIA
MARCO SPAGNOLI
2017, documentário.
Colorido e preto e branco, 74 minutos.
Itália

COALESCE: UMA CIDADE COMPOSTA
COALESCE: A CITY COMPOSED
JOSHUA J. PROVOST
2017, documentário.
Colorido, 70 minutos.
Estados Unidos

CONSTRUINDO PONTES
HELOISA PASSOS
2017, documentário.
Colorido, 72 minutos.
Brasil

CUATREROS
CUATREROS
ALBERTINA CARRI
2017, documentário.
Colorido e preto e branco, 85 minutos.
Argentina

DAGUERREÓTIPOS
DAGUERRÉOTYPES
AGNÈS VARDA
1975, documentário.
Colorido, 80 minutos.
França

DANIEL HOPE - O SOM DA VIDA
DANIEL HOPE - DER KLANG DES LEBENS
NAHUEL LOPEZ
2017, documentário.
Colorido, 100 minutos.
Alemanha

DIMONA TWIST
DIMONA TWIST
MICHAL AVIAD
2016, documentário.
Colorido, 71 minutos.
Israel

EL VENDEDOR DE ORQUÍDEAS
EL VENDEDOR DE ORQUIDEAS
LORENZO VIGAS
2016, documentário.
Colorido, 75 minutos.
México, Venezuela

EM NOME DA AMÉRICA
FERNANDO WELLER
2017, documentário.
Colorido e preto e branco, 96 minutos.
Brasil

EM TODOS OS LADOS
KHO KI PA LÜ
ANUSHKA MEENAKSHI e ISWAR SRIKUMAR
2017, documentário.
Colorido, 83 minutos.
Índia

ESCOLHENDO AOS VINTE
CHOISIR À VINGT ANS
VILLI HERMANN
2017, documentário.
Colorido e preto e branco, 100 minutos.
Suíça, Argélia

EU, PECADOR
NELSON HOINEFF
2017, documentário.
Colorido, 86 minutos.
Brasil

EU SOU A GENTRIFICAÇÃO: CONFISSÕES DE UM CANALHA
DIE GENTRIFIZIERUNG BIN ICH: BEICHTE EINES FINSTERLINGS
THOMAS HAEMMERLI
2017, documentário.
Colorido, PB - Digital - 96 minutos.
Suíça

EUROPA, AMOR
EUROPE, SHE LOVES
JAN GASSMANN
2016, documentário.
Colorido, 110 minutos.
Suíça, Alemanha

FAVELA OLÍMPICA
FAVELA OLÍMPICA
SAMUEL CHALARD
2017, documentário.
Colorido, 93 minutos.
Suíça

GOTTHARD - VIDA E ALMA
GOTTHARD - ONE LIFE, ONE SOUL
KEVIN MERZ
2017, documentário.
Colorido, 95 minutos.
Suíça

HENFIL
ANGELA ZOÉ
2017, documentário.
Colorido, 75 minutos.
Brasil

HÍBRIDOS, OS ESPÍRITOS DO BRASIL
PRISCILLA TELMON, VINCENT MOON
2017, documentário.
Colorido, 88 minutos.
Brasil, França

HIPPIES SOVIÉTICOS
SOVIET HIPPIES
TERJE TOOMISTU
2017, documentário.
Colorido e preto e branco, 85 minutos.
Estônia, Alemanha, Finlândia

HOTEL IUGOSLÁVIA
HOTEL JUGOSLAVIJA
NICOLAS WAGNIÈRES
2017, documentário.
Colorido & pb - Digital - 78 minutos.
Suíça

HUMAN FLOW - NÃO EXISTE LAR SE NÃO HÁ PARA ONDE IR
HUMAN FLOW
AI WEIWEI
2017, documentário.
Colorido, 140 minutos.
Alemanha

INAUDITO
GREGORIO GANANIAN
2017, documentário.
Colorido, 88 minutos.
Brasil, China

JERICÓ, O INFINITO VOO DOS DIAS
JERICÓ, EL INFINITO VUELO DE LOS DÍAS
CATALINA MESA
2016, documentário.
Colorido, 78 minutos.
França, Colômbia

LAI
LAI
RUSI MILLÁN PASTORI
2017, documentário.
Colorido, 91 minutos.
Argentina

LINDY LOU, JURADA NÚMERO 2
LINDY LOU, JUROR NUMBER 2
FLORENT VASSAULT
2016, documentário.
Colorido, 85 minutos.
França

LOTE 35
CARRE 35
ERIC CARAVACA
2017, documentário.
Colorido, 67 minutos.
França

LUTANDO ATRAVÉS DA NOITE
COMBAT AU BOUT DE LA NUIT
SYLVAIN L`ESPÉRANCE
2016, documentário.
Colorido, 285 minutos.
Canadá

MAKALA
MAKALA
EMMANUEL GRAS
2017, documentário.
Colorido, 96 minutos.
França

MAR DE TRISTEZA
SEA SORROW
VANESSA REDGRAVE
2016, documentário.
Colorido, 74 minutos.
Reino Unido

MEU TIO E O JOELHO DE PORCO
RAFAEL TERPINS
2017, documentário.
Colorido, 76 minutos.
Brasil

MINHA TRANSILVÂNIA - VENCEDORES E PERDEDORES
TRANSILVANIA MEA - WINNERS AND LOSERS
FABIAN DAUB
2017, documentário.
Colorido, 85 minutos.
Romênia, Alemanha

MOACIR III
TOMAS LIPGOT
2016, documentário.
Colorido, 90 minutos.
Argentina, Brasil

MÚSICA PARA QUANDO AS LUZES SE APAGAM
ISMAEL CANEPPELE
2017, documentário.
Colorido, 70 minutos.
Brasil

NAPALM
NAPALM
CLAUDE LANZMANN
2017, documentário.
Colorido, 100 minutos.
França

NIÑATO
NIÑATO
ADRIÁN ORR
2017, documentário.
Colorido, 72 minutos.
Espanha

O DESAFIO
THE CHALLENGE
YURI ANCARANI
2016, documentário.
Colorido, 70 minutos.
França, Itália

O FORTE DOS LOUCOS
LE FORT DES FOUS
NARIMANE MARI
2017, documentário.
Colorido, 144 minutos.
Argélia, Grécia, França, Alemanha, Catar

O MURO
LULA BUARQUE
2017, documentário.
Colorido, 87 minutos.
Brasil

O PACTO DE ADRIANA
EL PACTO DE ADRIANA
LISSETTE OROZCO
2017, documentário.
Colorido, 96 minutos.
Chile

O SINAL DE AMOR
ECH MESAMNIM HAHVA
ELAD COHEN, IRIS BEN MOSHE
2017, documentário.
Colorido, 75 minutos.
Israel

O TRABALHO
THE WORK
JAIRUS MCLEARY, GETHIN ALDOUS
2017, documentário.
Colorido, 89 minutos.
Estados Unidos

O UNIVERSO DE JACQUES DEMY
L’UNIVERS DE JACQUES DEMY
AGNÈS VARDA
1995, documentário.
Colorido, 90 minutos.
França

OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM
JULIA MURAT
2017, documentário.
Colorido, 83 minutos.
Brasil

PARA AHKEEM
FOR AHKEEM
JEREMY S.LEVINE, LANDON VAN SOEST
2017, documentário.
Colorido, 90 minutos.
Estados Unidos

PAULO AUTRAN - O SENHOR DOS PALCOS
MARCO ABUJAMRA
2016, documentário.
Colorido, 82 minutos.
Brasil

PESCADORES DE CORPOS
PESCATORI DI CORPI
MICHELE PENNETTA
2016, documentário.
Colorido, 70 minutos.
Suíça

PIRATA DE RUA
STREET NAME, ‘PIRATE’
PATRICIO CASTILLA
2016, documentário.
Colorido, 22 minutos.
Espanha

PRIMEIRO BALAIRINO
FELIPE BRAGA
2017, documentário.
Colorido, 90 minutos.
Brasil

QUANDO ESTE VENTO PARAR
KIEDY TEN WIATR USTANIE
ANIELA GABRYEL
2016, documentário.
Colorido, 66 minutos.
Polônia

QUANDO PAUL ATRAVESSOU O MAR - DIÁRIO DE UM ENCONTRO
ALS PAUL ÜBER DAS MEER KAM - TAGEBUCH EINER BEGEGNUNG
JAKOB PREUSS
2017, documentário.
Colorido, 97 minutos.
Alemanha

QUASE LÁ
ALMOST THERE
JACQUELINE ZÜND
2016, documentário.
Colorido, 83 minutos.
Suiça

QUEM É BÁRBARA VIRGÍNIA?
LUÍSA SEQUEIRA
2017, documentário.
Colorido, PB - Digital - 77 minutos.
Portugal, Brasil

REVISITANDO LA MARTINE
REVOIR LA MARTINE
PASCAL CATHELAND
2016, documentário.
Colorido e preto e branco, 49 minutos.
França

SAUDADE
PAULO CALDAS
2017, documentário.
Colorido, 77 minutos.
Brasil, Portugal, Angola

SEM DESPEDIDAS
SANS ADIEU
CHRISTOPHE AGOU
2017, documentário.
Colorido, 99 minutos.
França

SLAM: VOZ DE LEVANTE
TATIANA LOHMANN, ROBERTA ESTRELA D`ALVA
2017, documentário.
Colorido, 97 minutos.
Brasil

SOBRE OVELHAS E HOMENS
OF SHEEP AND MEN
KARIM SAYAD
2017, documentário.
Colorido, 78 minutos.
Suíça, França, Catar

SOLDADOS DO ARAGUAIA
BELISARIO FRANCA
2017, documentário.
Colorido, 73 minutos.
Brasil

TERRA HEROICA, FRONTEIRA QUEIMADA
L’ÉROÏQUE LANDE, LA FRONTIÈRE BRÛLE
NICOLAS KLOTZ, ÉLISABETH PERCEVAL
2017, documentário.
Colorido, 225 minutos.
França

TERRA SOLITÁRIA
TIERRA SOLA
TIZIANA PANIZZA
2017, documentário.
Colorido, PB - Digital - 107 minutos.
Chile

THE REAGAN SHOW
PACHO VELEZ, SIERRA PETTENGILL
2017, documentário.
Colorido, 75 minutos.
Estados Unidos

TODOS OS PAULOS DO MUNDO
RODRIGO DE OLIVEIRA, GUSTAVO RIBEIRO
2017, documentário.
Colorido e preto e branco, 87 minutos.
Brasil

TORQUATO NETO - TODAS AS HORAS DO FIM
EDUARDO ADES, MARCUS FERNANDO
2017, documentário.
Colorido, 88 minutos.
Brasil

TUDO É PROJETO
JOANA MENDES DA ROCHA, PATRICIA RUBANO
2017, documentário.
Colorido, 74 minutos.
Brasil

UM CINEMA EM CONCRETO
UN CINE EN CONCRETO
LUZ RUCIELLO
2017, documentário.
Colorido, 77 minutos.
Argentina

UM SENTIMENTO MAIOR QUE O AMOR
SHU`OUR AKBAR MIN EL HOB
MARY JIRMANUS SABA
2017, documentário.
Colorido e preto e branco, 93 minutos.
Líbano

UMA VERDADE MAIS INCONVENIENTE
AN INCONVENIENT SEQUEL: TRUTH TO POWER
BONNI COHEN, JON SHENK
2017, documentário.
Colorido, 98 minutos.
Estados Unidos

VÊNUS
VENUS
LEA GLOB, METTE CARLA ALBRECHTSEN
2017, documentário.
Colorido, 83 minutos.
Dinamarca, Noruega

VISAGES, VILLAGES
VISAGES, VILLAGES
AGNÈS VARDA, JR
2017, documentário.
Colorido, 89 minutos.
França

YOGA ARQUITETURA DA PAZ
HEITOR DHALIA
2017, documentário.
Colorido, 86 minutos.
Brasil, Estados Unidos

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Henfil – Documentário de Angela Zoé – trailer

Henfil 2 divulgacao Henfil – Documentário de Angela Zoé – trailer

Imagem do documentário Henfil, de Angela Zoé (Foto: Divulgação)

Um dos maiores cartunistas do Brasil e peça-chave na resistência ao golpe de 64, Henfil é tema do novo documentário de Angela Zoé. Veja o trailer:

O documentário estreia nessa sexta (6) na Mostra Retratos, dentro da Première Brasil do Festival do Rio. O filme resgata a vida do cartunista e ativista Henrique de Souza e acompanha uma turma de animadores que descobre o legado do artista em um workshop.

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O longa conta com a participação de figuras ilustres do mundo do cartoon e do jornalismo alternativo dos anos de chumbo, como Ziraldo, Jaguar e Sérgio Cabral (pai). As conversas revelam como Henfil fazia para diblar a censura política e abordam também questões pessoais, como a hemofilia que o vitimou.

Angela Zoé também dirigiu o documentário Meu Nome é Jacque e produziu Betinho - A Esperança Equilibrista.

Henfil

Brasil, 2017. 74 minutos.

Direção: Angela Zoé. Assistência de direção: Ana Clara Ribeiro. Roteiro: Angela Zoé, Gabriela Javier. Pesquisa: Ana Clara Ribeiro e Julia Franceschini. Produção executiva: Hélio Pitanga. Direção de fotografia: Ane Hinds, André Monteiro, Guy Gonçalves e John Monteiro. Som direto: Pedro Moreira. Montagem: João Rodrigues e Indira Rodrigues. Música original: Marcos de Souza. Edição de som e mixagem: Damião Lopes.

Estreia em festivais: Festival do Rio 2017.

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Patricio Guzmán é tema de mostra em São Paulo

O Botao de Perola Divulgacao Patricio Guzmán é tema de mostra em São Paulo

Cena do documentário O Botão de Pérola, de Patricio Guzmán,um dos filmes que estará em exibição na mostra Paixão de Memória (Foto: Divulgação)

Desta quinta (5) até o dia 18 de outubro, São Paulo recebe a primeira mostra de cinema dedicada exclusivamente à obra do cineasta chileno Patricio Guzmán, um dos principais documentaristas da atualidade. Conhecido por filmes como Nostalgia da Luz, O Botão de Pérola, Salvador Allende e a trilogia A Batalha do Chile, Guzmán une preocupação social e temas políticos com aspectos mais intimistas e, nas obras mais recentes, um grande viés ensaístico.

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A mostra Paixão de Memória traz 11 títulos de Patricio Guzmán e um filme sobre sua trajetória cinematográfica. Entre os títulos estarão Nostalgia da Luz; Chile, a Memória Obstinada; O Caso Pinochet; O Botão de Pérola; Salvador Allende; A Cruz do Sul; Em Nome de Deus e Meu Júlio Verne.

Além da exibição, professores, críticos e jornalistas também vão participar da mostra de cinema em sessões de conversa com o diretor abertas ao público. No evento, Guzmán ministrará um workshop (com vagas já esgotadas) e lançará seu mais recente livro, Filmar o Que Não Se Vê, uma obra sobre documentários.

Veja a programação completa no site da Mostra Paixão de Memória.

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Feed Dog Brasil – Festival Internacional de Documentários de Moda vai até dia 27

First Monday in May Feed Dog Brasil   Festival Internacional de Documentários de Moda vai até dia 27

Cena de The First Monday in May, de Andrew Rossi, documentário de abertura do Feed Dog Brasil (Foto: Reprodução)

Começa nesta quinta (21) e vai até o dia 27 a primeira edição do Feed Dog Brasil - Festival Internacional de Documentários de Moda. O evento acontece na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Todas as apresentações têm entrada gratuita.

Criado em Barcelona em 2015, o evento ganha em São Paulo sua primeira edição internacional. A programação paulistana conta com 13 longas nacionais e internacionais. Entre eles estão produções sobre as carreiras de Alexander McQueen, Vivienne Westwood e dos fotógrafos Robert Mapplethorpe e Helmut Newton.

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O Feed Dog Brasil também inclui uma série de oficinas e mesas-redondas que contarão com a participação de nomes como Paulo Borges, idealizador do São Paulo Fashion Week, o historiador João Braga e o estilista Fause Haten.

A abertura do festival foi realizada na quarta (20), com a exibição para convidados de The First Monday in May, de Andrew Rossi (EUA, 90 minutos, 2016). Dirigido por Andrew Rossi (realizador também de Page One: Inside the New York Times), o longa tem como foco um dos maiores eventos fashion do circuito internacional, o baile de gala anual do Metropolitan Museum of Art (MET), em Nova York.

Veja a programação completa abaixo. Mais informações no site do Feed Dog Brasil.

Feed Dog Brasil - Programação 

21 de setembro, quinta-feira
Sala Petrobras
17h - Idades da Moda
19h - Mesa-redonda: Todo Mundo é Fashion, com Paulo Borges, Daniela Auler, Alberto Hiar, Marcella Kanner e mediação de Flavia Guerra
21h - Mapplethorpe: Look at That Pictures

22 de setembro, sexta-feira
Sala BNDES
18h - Bangaologia: The Science of Style
20h - Helmut Newton: Frames from the Edge
Sala Petrobras
17h - Fora do Figurino – As medidas do Jeitinho Brasileiro
17h - Perfect Fit
19h - Mesa-redonda: Moda e Responsabilidade Social, com Juliana Lopes, Fernanda Ferraz e mediação de Jussara Romão

23 de setembro, sábado
Sala BNDES
15h - Vivienne Westwood - Do It Yourself
17h - Mapplethorpe: Look at That Pictures
19h - Model
Sala Petrobras
16h – Mesa-redonda: Cinema e Moda, uma relação ao longo da história, com João Braga, Fause Haten, Simone Yunes e mediação de Flavia Guerra
18h - Borsalino City
20h - Le Testament D’Alexander McQueen

24 de setembro, domingo
Sala BNDES
16h - Out of Fashion
18h - Bangaologia
Sala Petrobras
15h - Helmut Newton: Frames from the Edge
17h - Deixa na Régua

25 de setembro, segunda-feira
Sala BNDES
18h - Mapplethorpe: Look at That Pictures
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A Gente – Documentário de Aly Muritiba

A Gente Documentario Aly Muritiba 4 A Gente – Documentário de Aly Muritiba

Cena de A Gente, documentário de Aly Muritiba (Foto: Divulgação)

Chega aos cinemas nesta quinta (14) o documentário A Gente, de Aly Muritiba, parte final de sua "Trilogia do Cárcere", que aborda diferentes ângulos da questão penitenciária. O longa-metragem retrata o dia a dia de um grupo de agentes carcerários formado por 28 pessoas responsável pela guarda e custódia de cerca de mil criminosos numa penitenciária paranaense.

Gravado em estilo cinema de observação (em que a câmera acompanha a ação real dos personagens sem teoricamente interferir nela), A Gente mostra uma realidade por trás das grades poucas vezes vista no cinema brasileiro. E se beneficia do conhecimento de causa de seu realizador. Antes de se tornar diretor de cinema, Aly Muritiba trabalhou como agente carcerário por sete anos em uma prisão do Paraná.

Ao acompanhar a rotina de seus ex-colegas, Muritiba mostra outro lado da pobreza do sistema carcerário. Se todos sabem que há superlotação, instalações precárias e problemas com o crime organizado em quase todo o sistema carcerário, Muritiba mostra que também há falta de funcionários – e que eles contam com uma precária infraestrutura de trabalho e sofrem com a ineficiência do Estado até quando o assunto é a quantidade de café disponível.

Antes de A Gente, Aly Muritiba havia apresentado o cotidiano das prisões brasileiras sob outros pontos de vista nos curtas A Fábrica (2011), que se centra na família dos detentos, e Pátio (2013), focado nos próprios presos.

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A Fábrica levou mais de 60 prêmios em festivais nacionais e internacionais e foi nominado ao Oscar 2013 de curtas documentais. Já Pátio foi vencedor do É Tudo Verdade 2013 e selecionado para a Semana da Crítica do Festival de Cannes.

Veja entrevista de Aly Muritiba ao BlogDoc (2013) sobre os dois curtas.

Como nos curtas, o resultado do longa mostra um quadro preocupante, por vezes devastador. A opção pelo cinema de observação, sem realização de entrevistas, deixa o documentário mais fluido, mas coloca certas limitações técnicas – como alguns problemas de áudio em certas cenas, ou tramas e situações nem sempre totalmente amarradas. Ainda assim, pela abordagem, pelo acesso praticamente irrestrito a que teve no presídio e pela coragem do tema, A Gente é um documentário diferenciado, capaz de suscitar reflexões importantes para a sociedade.

Veja o trailer.

A Gente

Brasil, 2013. 89 minutos.

Direção: Aly Muritiba. Produção: Grafo Audiovisual e RPC TV. Distribuição: Olhar Distribuição.

Principais festivais: Dok Leipzig (Alemanha), Festival Internacional du Film d' Amiens (França) e Festival do Rio.

Estreia prevista no circuito comercial de cinema (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre e Curitiba): 14/9/2017. Classificação indicativa: 12 anos.

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Marcelo Bauer, jornalista com pós-graduação em cinema documentário, é editor do BlogDoc e diretor da Cross Content.

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Festival É Tudo Verdade abre inscrições para edição 2018

E Tudo Verdade Cidades Fantasmas Festival É Tudo Verdade abre inscrições para edição 2018

Cena do documentário Cidades Fantasmas, de Tyrell Spencer, vencedor da mostra brasileira do festival É Tudo Verdade 2017 (Foto: Divulgação)

O É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários abre nesta segunda (4) as inscrições para filmes que desejem participar do evento em 2018. O festival realizará sua 23ª edição entre 12 e 22 de abril de 2018, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O prazo final para inscrição no É Tudo Verdade 2018 é 1º de dezembro. Para consultar o regulamento ou fazer a inscrição, veja o site do festival.

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O festival aceita inscrições de documentários de curta e longa-metragem inéditos no Brasil. Desde 2015, os documentários de curtas-metragens vitoriosos nas competições brasileira e internacional estão automaticamente qualificados para participar da disputa do Oscar.

O É Tudo Verdade é o principal festival de documentário do Brasil. Em 2017, o vencedor da competição brasileira foi Cidades Fantasmas, de Tyrrel Spencer.

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Mostra Cine Diversidade recebe inscrições até dia 30

Mostra Cine Diversidade Centro de Artes da Mare Foto Elisangela Leite Mostra Cine Diversidade recebe inscrições até dia 30

Centro de Artes da Maré é a sede da Mostra Cine Diversidade (Foto: Elisângela Leite/Divulgação)

As inscrições para a mostra Cine Diversidade – Gênero e Sexualidade no Cinema foram prorrogadas para o dia 30 de agosto. A mostra é aberta para curtas-metragens (com no máximo 26 minutos) de ficção ou documentário realizados no Estado do Rio de Janeiro, entre 2013 e 2017. Os vencedores ganham bolsa na Escola de Cinema Darcy Ribeiro.

A programação será dividida em três eixos temáticos; Ser Trans; Reflexos do Feminino e Cine Sexualidade. As inscrições devem ser realizadas no site da mostra.

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A escolha dos vencedores será feita por júri popular (com votação do público presente nas exibições). A divulgação dos vencedores ocorrerá em sessão especial, no dia 21 de outubro. Além disso, os três filmes mais votados pelo júri popular serão contemplados com uma bolsa integral para formação em curso livre na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, local da premiação.

A mostra Cine Diversidade – Gênero e Sexualidade no Cinema acontece nos dias 6 e 7 de outubro no Centro de Artes da Maré, zona norte do Rio de Janeiro. Além da exibição de filmes selecionados e convidados, serão realizados debates e apresentações artísticas.

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Um Filme de Cinema – documentário de Walter Carvalho

UmFilmedeCinema Um Filme de Cinema – documentário de Walter Carvalho

José Padilha em Um Filme de Cinema, documentário de Walter Carvalho (Foto: Reprodução/trailer)

Quem gosta de cinema – de DR de cinema, não apenas ver filmes – certamente gostará de Um Filme de Cinema, documentário de Walter Carvalho que entra nesta quinta (24) em circuito. Mestre máximo da fotografia no cinema nacional, e também diretor de documentários e filmes de ficção, Carvalho traz em sua nova obra um conjunto de opiniões e digressões de alguns dos maiores cineastas do mundo sobre a arte de fazer filmes. O documentário faz pensar, mas também encanta visualmente, seja pela beleza de suas próprias imagens, seja pelo pot-pourri de clássicos que servem como exemplo para os temas apresentados.

Gravando ao longo de 14 anos em situações diferentes – o que fica visível na própria qualidade da imagem –, Carvalho reuniu depoimentos de Hector Babenco, Julio Bressane, Andrzej Wajda, José Padilha, Ruy Guerra, Ken Loach, Vilmos Zsigmond, Béla Tarr, Gus Van Sant, Jia Zhangke e Lucrécia Martel, entre outros. A partir de alguns temas alinhavados pelo condutor, os convidados flanam com liberdade, graças a uma edição que soube respeitosamente dar tempo para que os pensamentos se completem, sem com isso tirar o ritmo.

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A isso se soma um requinte visual que raramente se vê em documentários brasileiros. Embora boa parte do tempo do filme seja empregado com "talking heads" (cabeças falantes), o traço do grande cinematografista também pode ser sentido aí. Os enquadramentos, a iluminação, a escolha da ambientação e a movimentação de câmera saem do óbvio e ajudam a compor uma atmosfera única para cada cineasta retratado.

Na tela, os diretores discorrem sobre a narrativas dos filmes, ritmo, som, espaço e razões de fazer o cinema. Também abordam questões teóricas e filosóficas que envolvem o ofício do cineasta.

O amor ao cinema de todos os personagens dá ao filme um certo tom de Cinema Paradiso. Pois eis que surge na tela Salvatore Cascio, que quando garoto viveu Totó no clássico de Giuseppe Tornatore (1988).

Mas Walter Carvalho também cria ele próprio o nosso Cinema Paradiso. Nas ruínas do Cine Continental, abandonado no sertão da Paraíba, o projetor enferrujado, as cadeiras apodrecidas e o mato que toma conta do que um dia foi uma sala de projeção são pura poesia visual. Parece tudo acabado, mas o Continental revive nas lembranças de Ariano Suassuna e no desejo dos moradores do lugar. Merecidamente, o simbolismo do Cine Continental abre e fecha o documentário. E deixa claro que, mesmo em tempos de megablockbusters e megacineplexes, ainda há espaço para pequenos grandes filmes.

Um Filme de Cinema

Brasil, 2015. 111 minutos.

Direção: Walter Carvalho. Roteiro: Walter Carvalho. Produção: Marcello Ludwig Maia. Fotografia: Lula Carvalho, Pablo Baião. Montagem: Isabel Castro. Música: Guilherme Vaz e Marco Antonio Guimarães. Empresa produtora: República Pureza Filmes. Distribuição: ArtHouse.

Participação em festivais: 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 17º Festival do Rio (2015).

Estreia no circuito comercial de cinemas: 24/8/2017. Classificação indicativa: 14 anos.

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Marcelo Bauer, jornalista com pós-graduação em cinema documentário, é editor do BlogDoc e diretor da Cross Content.

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