Festival Mix Brasil estreia hoje em São Paulo celebrando a diversidade

kiki Festival Mix Brasil estreia hoje em São Paulo celebrando a diversidade

Cena Kiki, documentário de Sara Jordenö, um dos destaque do 24° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade

O 24° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, maior festival LGBTQ da América Latina, acontece de 9 a 20 de novembro em São Paulo. Na programação estão 114 filmes de 26 países, sendo 18 documentários, além de teatro, música, confências. Em 2016, o Festival irá homenagear o cineasta português João Pedro Rodrigues, que participará do evento.

Na programação, destaque para o documentário sueco Kiki, da diretora Sara Jordenö, vencedor do Teddy de melhor documentário em Berlim, e Quem Vai Me Amar Agora?, de Barak Heymann e Tomer Heymann, vencedor do Panorama Audience Award no Festival de Berlim.

A programação completa e os horários de exibição podem ser conferidos no site do festival.

Veja a relação de todos os documentários de longa-metragem que serão exibidos no 24° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.

 

COMPETITIVA BRASIL - LONGAS

A Destruição de Bernardet (dir. Claudia Priscila, Pedro Marques, doc, 72’, CLASSIF: 12 anos)

Divinas Divas (dir. Leandra Leal, doc, 90’, CLASSIF: 14 anos)

Entre os Homens de Bem (dir. Caio Cavechini, Carlos Juliano Barros, doc, 104’, CLASSIF: 12 anos)

Lampião da Esquina (dir. Lívia Perez, doc, 85’, CLASSIF: 14 anos)

Waiting for B. (dir. Paulo Cesar Toledo, Abigail Spindel, doc, 71’, CLASSIF: 12 anos)

 

RECAP

Precisamos Falar do Assédio (dir. Paula Sacchetta, doc, 80’, CLASSIF: 14 anos)

 

PANORAMA INTERNACIONAL

A Sudoeste de Salem: a História da Quatro de San Antonio (Southwest of Salem: The Story of the San Antonio Four, dir. Deborah Esquenazi, doc, 91’, EUA, CLASSIF: 12 anos)

As Mulheres Que Ele Despiu (Women He’s Undressed , dir. Gillian Armstrong, doc, 99’, Austrália, CLASSIF: 12 anos)

As Vidas de Thérèse (Les Vies de Thérèse, dir. Sébastien Lifshitz, doc, 55’, França, CLASSIF: 12 anos)

Growing Up Coy (dir. Eric Juhola, doc, 82’, EUA, CLASSIF: Livre)

Helmut Berger, Ator (Helmut Berger, Actor, dir. Andreas Horvath, doc, 90’, Áustria, CLASSIF: 18 anos)

Kiki (dir. Sara Jordeno, doc, 94’, Suécia/EUA, CLASSIF: 12 anos)

Out Run (dir. Leo Chiang, Johnny Symons, doc, 75’, EUA/Filipinas, CLASSIF: 12 anos)

Quem Vai Me Amar Agora? (Who’s Gonna Love Me Now?, dir. Barak Heymann, Tomer Heymann, doc, 85’, Israel/Reino Unido, CLASSIF: 14 anos)

Real Boy (dir. Shaleece Haas, doc, 80’, EUA, CLASSIF: Livre)

Strike a Pose (dir. Ester Gould, Reijer Zwaag, doc, 83’, Holanda/Bélgica, CLASSIF: 12 anos)

Terceira Pessoa (Third Person, dir. Sharon Luzon, doc, 57’, Israel, CLASSIF: 12 anos)

Yes, We Fuck! (dir. Antonio Centeno, Raúl de la Morena, doc, 60’, Espanha, CLASSIF: 18 anos)


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Martírio, de Vincent Carelli, um dos documentários em exibição na 'repescagem' do CineSesc

Como acontece tradicionalmente após o encerramento da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o CineSesc exibe uma 'repescagem' com alguns destaques da mostra. Estão na programação documentários internacionais premiados pela crítica e pelo público, assim como Pitanga, documentário eleito pela crítica como melhor filme brasileiro em exibição na mostra.

Confira todos os documentários em exibição.

 

QUINTA-FEIRA (03/11)

14:30

O SILÊNCIO DA NOITE É QUE TEM SIDO TESTEMUNHA DAS MINHAS AMARGURAS (O SILÊNCIO DA NOITE É QUE TEM SIDO TESTEMUNHA DAS MINHAS AMARGURAS), de Petrônio de Lorena (79'). BRASIL. Falado em português. Legendas em português. Indicado para: 14 anos.

 

SÁBADO (05/11)

16:30

GAGA - O AMOR PELA DANÇA (MR. GAGA), de Tomer Heymann (100'). ISRAEL, SUÉCIA, ALEMANHA, HOLANDA. Falado em hebraico, inglês. Legendas em português. Indicado para: 12 anos.

 

DOMINGO (06/11)

16:30

MARTÍRIO (MARTÍRIO), de Vincent Carelli (160'). BRASIL. Falado em português. Indicado para: 14 anos.

21:30

PITANGA (PITANGA), de Beto Brant, Camila Pitanga (113'). BRASIL. Falado em português. Indicado para: 12 anos.

 

SEGUNDA-FEIRA (07/11)

14:30

CAMERAPERSON (CAMERAPERSON), de Kirsten Johnson (102'). EUA. Falado em inglês, bósnio, árabe, dari, haussá, fur. Legendas em inglês. Legendas eletrônicas em português. Indicado para: 14 anos.

 

18:15

GAGA - O AMOR PELA DANÇA (MR. GAGA), de Tomer Heymann (100'). ISRAEL, SUÉCIA, ALEMANHA, HOLANDA. Falado em hebraico, inglês. Legendas em português. Indicado para: 12 anos.

 

QUARTA-FEIRA (08/11)

14:30

GURUMBÉ. CANÇÕES DE SUA MEMÓRIA NEGRA (GURUMBÉ. CANCIONES DE TU MEMORIA NEGRA), de Miguel Ángel Rosales (72'). ESPANHA. Falado em espanhol, português. Legendas em inglês. Legendas eletrônicas em português. Indicado para: Livre.


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Os documentários premiados da 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

PITANGA cartazfotoMatheus Brant Os documentários premiados da 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Cena do documentário Pitanga, de Beto Brant e Camila Pitanga, um dos vencedores da 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

A 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo divulgou ontem (2) seus premiados. Veja os documentários ganhadores:

PRÊMIO DO PÚBLICO - MELHOR DOCUMENTÁRIO INTERNACIONAL

Gurumbé – Canciones de Tu Memoria Negra, de Miguel Ángel Rosales.
| 2016 | cor | 72 minutos | Espanha.

Gaga – O Amor Pela Dança, de Tomer Heymann.
|2015 | cor | 100 minutos | Israel, Suécia, Alemanha, Holanda.

MELHOR DOCUMENTÁRIO BRASILEIRO – PRÊMIO SPCINE

Martírio, de Vincent Carelli.
| 2016| cor | 160 minutos | Brasil.

PRÊMIO DA CRÍTICA - MELHOR FILME BRASILEIRO

Pitanga, de Beto Brant e Camila Pitanga.
|2015| cor | 90 minutos | Brasil.

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Cinema Novo – Documentário de Eryk Rocha

Premiado em Cannes, exibido no Brasil até o momento em festivais, chega agora ao circuito comercial o cultuado documentário Cinema Novo, de Eryk Rocha. Para um movimento cinematográfico que foi tudo menos convencional, seria condizente que um filme que o homenageia seguisse a mesma linha. E é o que acontece. Cinema Novo, o documentário, opta por uma montagem mais fluida, sem didatismo, privilegiando as imagens dos filmes retratados.

Na colagem organizada por Eryk Rocha desfilam praticamente todos os grandes clássicos do Cinema Novo – de Deus e o Diabo na Terra do Sol a Macunaíma, Os Herdeiros, A Falecida e muitos outros. Não há legendas identificando a que obra pertence cada cena (apenas créditos para os filmes apresentados, ao final). A essa narrativa acrescentam-se entrevistas de época dos principais realizadores. Fala-se tanto de aspectos criativos e políticos do movimento quanto de mercado – em um cinema que buscava representar o povo de forma mais pura e direta, por que a aceitação de público ficava muitas vezes abaixo do esperado?

O resultado é um filme que, embora estruturalmente tenha uma concepção tradicional (imagens de arquivo + entrevistas), acaba por méritos da estruturação e da montagem se tornando bastante criativo – e integrado conceitualmente ao movimento que homenageia.

Cinema Novo
Brasil, 2016. 90 minutos.

Direção: Eryk Rocha.
Produção: Diogo Dahl. Montagem: Renato Vallone. Desenho sonoro: Edson Secco. Coordenação de produção: Joelma Oliveira Gonzaga e Flávia Vianna. Pesquisa: Thiago Brito e Adriana Peixoto. Argumento: Eryk Rocha e Juan Posada. Uma Produção: Coqueirão Pictures e Aruac Filmes. Coprodução: Canal Brasil e FM Produções. Distribuição: Vitrine Filmes.

Participação em festivais: No exterior: Festival de Cannes de 2016: prêmio L'Œil d’or de Melhor Documentário (Cannes, França), Filmfest Munchen (Munique, Alemanha), French National Audiovisual Institute (Paris, França), DocMontevideo 2016 (Montevidéu, Uruguai), entre outros. No Brasil: Festival de Brasília 2016, Festival do Rio 2016, 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e outros.

Estreia no circuito comercial de cinemas: 3/12/2016.

Avaliação do BlogDoc: lente 15 Cinema Novo – Documentário de Eryk Rocha lente 15 Cinema Novo – Documentário de Eryk Rocha lente 15 Cinema Novo – Documentário de Eryk Rocha lente 15 Cinema Novo – Documentário de Eryk Rocha

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(Por Marcelo Bauer)


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Hank Levine: Exodus expõe drama dos refugiados nos quatro continentes

Exodus - De Onde Vim Não Existe Mais é um dos grandes documentários a serem vistos na 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Grande pela sua abrangência – envolveu viagens a uma dezena de países. Grande pelo seu orçamento – cerca de 1 milhão de euros, um valor bastante elevado para não-ficção. Mas grande, sobretudo, pela emergência e relevância do tema. A cada dia, novos e novos imigrantes engrossam as estatísticas de pessoas desalojadas de suas terras por guerras ou conflitos étnicos, religiosos e sociais. Com olhar intimista, Exodus saiu ao mundo para ouvir essas conversas e selecionou seis dramas pessoais para resumir esse cenário de catástrofe humanitária.

Por trás da obra está Hank Levine, alemão que mora no Brasil desde 2002. Por aqui, coproduziu Cidade de Deus (2002) e produziu Praia do Futuro (2014), entre outros trabalhos. Nesta entrevista por e-mail ao BlogDoc, ele explica sua visão do problema e os objetivos de Exodus - De Onde Vim Não Existe Mais.

A questão dos refugiados é, sem dúvida, a maior crise humanitária das últimas décadas. Depois da experiência que teve na produção do filme, como avalia os esforços da comunidade internacional (Nações Unidas e outros) para tentar resolver ou amenizar o problema?

Hank Levine – A ONU está perdendo cada vez mais importância, poder e credibilidade. Por exemplo, o uso de armas químicas na Síria e no Sudão, a execução de crimes de guerra e contra a humanidade pelos militares russos etc., não são mais motivos para impor sanções ou outras medidas. No passado, a falsa suspeita de produção de armas químicas já era suficiente para derrubar um ditador e invadir um país (Iraque).

ONU está fraca, paralisada, presa em contradições, lobby, compromissos, interesses políticos e econômicos dos países, que a controlam e que largamente estão ferindo a proteção dos diretos humanos.

A ONU depende da boa vontade dos países membros e a situação atual política deles tendencia cada vez mais para exclusão e falta de solidariedade. Além disso, o apoio financeiro dos países membros é insuficiente; forças da direita estão se fortalecendo, com o objetivo de fechar as fronteiras e dificultar a entrada de pessoas que urgentemente necessitam proteção; e os critérios de seleção, quem pode e quem não pode entrar, estão cada vez mais restritos – a tendência é conceder asilo somente para as pessoas com perfil de formação acadêmica, onde a sociedade tem uma demanda.

O maior apoio aos refugiados vem da população e dos voluntários. Um papel importante têm as ONGs e outras organizações humanitárias independentes, que atuam de forma imediata e independente das tendências políticas e poderes. Embora, para poder dar continuidade ao trabalho, eles necessitem recursos financeiros, cada vez mais difíceis. Instituições como a Casa dos Migrantes – Missão Paz, sob gerenciamento do Padre Paolo Parise, em São Paulo, tem uma função essencial e são um ótimo exemplo.

Talvez uma pequena luz no fim do túnel apareça. Finalmente, governos como o governo alemão começam a entender a importância e urgência da atuação nas áreas emissoras de migrantes, como na África, na tentativa de melhorar as condições locais de vida e trabalho, para diminuir a migração, o êxodo, em países como Nigéria, Senegal, DRC Congo, Togo etc.

Até que estes projetos se concretizem, com resultados desejados e de longo prazo, serão décadas. E, isso, se os recursos e a ajuda financeira forem utilizados para os próprios projetos e não se percam em corrupção.

Os atentados na França, o agravamento da crise na Síria e outros fatos mostram que, no intervalo entre os fins da filmagem e o lançamento do filme, a situação só se agravou. Essa é uma questão sem fim? Ou, pensando de outra forma, seria preciso um Exodus – 2?

Hank Levine – Eu vejo que nosso filme talvez seja a premissa do Exodus – 2, porque o filme Fogo no Mar (Fuocoammare/Fire at Sea), do Gianfranco Rosi, vencedor do Berlinale 2016, retrata a situação atual e poderia ser o Exodus – 1. O nosso filme Exodus já avalia a perspectiva dos refugiados ao chegarem no país de destino.

Este êxodo desde 2015 foi para mim o que gerou as maiores manifestações políticas e com maior impacto. Muitos documentários sobre este assunto foram produzidos, e com o objetivo de apoiar a causa dessas pessoas. A facilidade de informação das redes trouxe para dentro das nossas casas, no nosso smartphone, na televisão e jornais diários, a situação dessas pessoas e o desespero de suas jornadas. Nos obrigou a pensar, nos tirou da ignorância e da passividade e impulsionou muitos a tomar partido em apoio ou contra a causa.

O mundo está se transformando e quem iniciou esta transformação são aqueles que iniciaram essas jornadas, demandando seus diretos como refugiados. Seres humanos em busca de uma vida segura, mais digna, acesso a seus direitos básicos – por ironia, nos países que têm grande responsabilidade pelos militares e pelas crises econômicas que os forçam a deixar seus lares.

Acha que o crescimento do discurso de direita e do sentimento nacionalista em vários países da Europa pode agravar ainda mais o cenário?

Hank Levine – Sim, muito, e já está acontecendo. E, infelizmente, é muito mais assustador agora em véspera de eleições. Além do crescimento da extrema direita, os demais partidos acabam por assumir o mesmos discursos e demandas nacionalistas, na esperança de evitar uma maior migração dos eleitores para os partidos extremistas de direita e para se manter no poder ou ganhar o poder.

No filme você apresenta dois países que recepcionam refugiados: Brasil e Alemanha. Como compara os dois sob esse ponto de vista da abertura para receber essas pessoas?

Hank Levine – São países com legislação e condições diferentes. O Brasil parece melhor preparado para incluir refugiados e migrantes na sociedade. Quem chega aqui, até recentemente, consegue residência, direito de ficar e direito de trabalhar. Eu não sei de um caso deportação de um refugiado ou imigrante, considerado “ilegal”. A Alemanha, ao contrário, está deportando cada vez mais. Receber a residência e/ou a carteira de trabalho pode levar anos, e é condicionado a critérios de um processo seletivo, e a uma demanda: quem é útil para nós, nossa indústria, ciência , mercado de trabalho etc.

Mas quem recebe asilo na Alemanha, temporariamente ou a longo prazo, recebe imediatamente ajuda financeira básica. No Brasil, sabemos que isso não acontece. As pessoas são obrigadas a competir com os brasileiros e muitos estão aqui sozinhos – mas isso também deveria resultar em uma integração na sociedade mais rápida.

Além disso, a sociedade brasileira, em geral, parece melhor preparada para integrar estrangeiros. É muito maior a aceitação talvez por ser um país composto por migrantes, embora em ambos os países exista racismo e preconceito. Na minha opinião, eu diferencio que na Alemanha existe um racismo étnico, enquanto que no Brasil é mais um racismo social.

Quais foram os critérios de escolha para os locais a serem visitados? Houve a preocupação de mostrar também conflitos menos conhecidos do grande público (pelo menos no Brasil), como o do Saara Ocidental?

Hank Levine – O critério principal foi a escolha de refugiados nos quatro continentes, para poder tematizar a dimensão global, e pessoas dispostas a nos deixar participar na sua vida, sua rotina, durante o tempo de filmagem, até podermos juntar material suficiente para contar suas histórias com impacto e emoção. A confiança, nesse caso, é essencial, e nas vezes em que esse processo de confiança por parte do personagem não fluiu ou não se manifestou, o trabalho de filmagem não foi iniciado.

Outro critério foi mostrar conflitos menos conhecidos, e de tamanha injustiça, que merecem e precisam de uma atenção da mídia e atuação de um discurso público e político internacional. Saara Ocidental, por exemplo. Apesar de reconhecido internacionalmente como invadido, seus recursos naturais são explorados pelos próprios invasores e os direitos humanos são constantemente violados. E, apesar de o Marrocos ser o ocupador ilegal do Saara Ocidental, ele tem o apoio dos poderosos países da comunidade internacional, como os países da Europa e os EUA. O apoio do regime traz benefícios políticos e econômicos para as grandes potências.

O Marrocos ainda tem uma posição estratégica e ameaçadora, pois, caso ele abra as fronteiras, a imigração seria muito maior, principalmente para a Europa.

O conflito Saara Ocidental vs. Marrocos/Comunidade Internacional serve também como um exemplo representativo para os relacionamentos e interesses políticos e econômicos dos poderosos em outras regiões do mundo, largamente ferindo a proteção dos diretos humanos e forçando cada vez mais pessoas a deixar os lares em busca de uma vida digna e segura.

Além disso, queremos destacar contrastes de países como Brasil e Alemanha, que têm experiências diferentes e lidam com a situação de integração de forma particular, analisando as possíveis alternativas de intervenção nessa questão humanitária global.

Exodus - De Onde Vim Não Existe Mais

Brasil, Alemanha, 2016. 105 minutos.

Direção e roteiro: Hank Levine

Produção: Fernando Meirelles, Andrea Barata Ribeiro, Bel Berlinck, Fernando Sapelli e Hank Levine.  Narração: Wagner Moura (na versão brasileira) e Jule Böwe (versão alemã).

Estreia na 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Previsão para estreia no circuito comercial de cinemas: 1/12/2016.

(Por Marcelo Bauer)


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Público faz fila para comprar ingressos para a 40ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (Crédito: Mario Miranda Filho/Agência Foto)

A partir desta quinta-feira, 20 de outubro, até 2 de novembro, acontece em São Paulo a Mostra Internacional de Cinema. No ano em que a Mostra completa quatro décadas, serão exibidos 322 títulos de 50 países e diversas cinematografias. Na programação, há 83 documentários - sendo 34 produções brasileiras. Os filmes serão projetadas em diversos locais, como cinemas, espaços culturais e museus espalhados pela capital paulista, incluindo exibições gratuitas e ao ar livre.

Confira a lista completa dos documentários que serão exibidos na Mostra:

 

#MINHAFUGA

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JOÃO BOTELHO

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 80 min

Portugal

 

O CLIQUE ÚNICO DE ASSIS HORTA

O CLIQUE ÚNICO DE ASSIS HORTA

JORGE BODANZKY

2015 | Documentário

cor & pb - digital - 15 min

Brasil

 

O ESPECTADOR ESPANTADO (3D)

O ESPECTADOR ESPANTADO (3D)

EDGAR PÊRA

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 70 min

Portugal

 

O FRANCESITO, UM DOCUMENTÁRIO (IM)POSSÍVEL SOBRE ENRIQUE PICHON RIVIÈRE

EL FRANCESITO. UN DOCUMENTAL (IM) POSIBLE SOBRE ENRIQUE PICHON RIVIÈRE

MIGUEL LUIS KOHAN

2016 | Documentário

cor - digital - 86 min

Argentina

 

O HOMEM BRUXA

O HOMEM BRUXA

ANDRÉ ABUJAMRA, CAIO CARVALHO

2016 | Documentário

cor - digital - 70 min

Brasil

 

O INCRÍVEL REINO DE PAPA ALAEV

HAMAMLACHA AAMUFLAA SHEL PAPA ALAEV

TAL BARDA, NOAM PINCHAS

2016 | Documentário

cor - digital - 74 min

Israel

 

O JABUTI E A ANTA

O JABUTI E A ANTA

ELIZA CAPAI

2016 | Documentário

cor - digital - 70 min

Brasil

 

O PONTO DE VISTA DE UM PORTEIRO NOTURNO

Z PUNKTU WIDZENIA NOCNEGO PORTIERA

KRZYSZTOF KIEŚLOWSKI

1977 | Documentário

cor - 35 mm - 17 min

Polônia

 

O PORTO DE SANTOS

O PORTO DE SANTOS

ALOYSIO RAULINO

1978 | Documentário

pb - digital - 19 min

Brasil

 

O SILÊNCIO DA NOITE É QUE TEM SIDO TESTEMUNHA DAS MINHAS AMARGURAS

O SILÊNCIO DA NOITE É QUE TEM SIDO TESTEMUNHA DAS MINHAS AMARGURAS

PETRÔNIO LORENA

2016 | Documentário

cor - digital - 79 min

Brasil

 

O TIGRE E A GAZELA

O TIGRE E A GAZELA

ALOYSIO RAULINO

1977 | Documentário

pb - digital - 14 min

Brasil

 

OLHANDO PRAS ESTRELAS

OLHANDO PRAS ESTRELAS

ALEXANDRE PERALTA

2016 | Documentário

cor - digital - 90 min

Brasil, Estados Unidos, Nicarágua

 

OLHAR INSTIGADO

OLHAR INSTIGADO

CHICO GOMES, FELIPE LION

2015 | Documentário

cor - digital - 71 min

Brasil

 

PARA ONDE, SENHORA?

WHERE TO, MISS?

MANUELA BASTIAN

2015 | Documentário

cor - digital - 83 min

Alemanha, India

 

PITANGA

PITANGA

BETO BRANT, CAMILA PITANGA

2016 | Documentário

cor - digital - 90 min

Brasil

 

PROFUNDIDADE DOIS

DUBINA DVA

OGNJEN GLAVONIC

2016 | Documentário

cor - digital - 80 min

Sérvia, França

 

RAVING IRAN

RAVING IRAN

SUSANNE REGINA MEURES

2016 | Documentário

cor - digital - 84 min

Suíça

 

SETE MULHERES DE DIFERENTES IDADES

SIEDEM KOBIET W RÓZNYM WIEKU

KRZYSZTOF KIEŚLOWSKI

1978 | Documentário

pb - 35 mm - 16 min

Polônia

 

SEXO, PREGAÇÕES E POLÍTICA

SEXO, PREGAÇÕES E POLÍTICA

AUDE CHEVALIER-BEAUMEL, MICHAEL GIMENEZ

2016 | Documentário

cor - digital - 72 min

Brasil

 

SEXTA-FEIRA 13

VENDREDI 13

NICOLAS KLOTZ

2016 | Documentário

cor - digital - 49 min

França

 

SHOT! O MANTRA PSICO-ESPIRITUAL DO ROCK

SHOT! THE PSYCHO-SPIRITUAL MANTRA OF ROCK

BARNEY CLAY

2016 | Documentário

cor - digital - 97 min

Estados Unidos, Reino Unido

 

SOMOS TODOS ESTRANGEIROS

SOMOS TODOS ESTRANGEIROS

GERMANO PEREIRA

2016 | Documentário

cor - digital - 100 min

Brasil, Síria

 

TARUMÃ

TARUMÃ

ALOYSIO RAULINO

1975 | Documentário

cor - digital - 14 min

Brasil

 

TEMPO

TEMPO

MANUEL VALCÁRCEL

2016 | Documentário

cor - digital - 78 min

Espanha

 

TEREMOS INFÂNCIA

TEREMOS INFÂNCIA

ALOYSIO RAULINO

1974 | Documentário

pb - digital - 12 min

Brasil

 

TODAS ESSAS NOITES SEM DORMIR

WSZYSTKIE NIEPRZESPANE NOCE

MICHAL MARCZAK

2016 | Documentário

cor - digital - 100 min

Polônia, Reino Unido

 

TREBLINKA

TREBLINKA

SÉRGIO TRÉFAUT

2016 | Documentário

cor - digital - 61 min

Portugal

 

TREM DA ALEGRIA - ARTE, FUTEBOL E OFÍCIO

TREM DA ALEGRIA - ARTE, FUTEBOL E OFÍCIO

FRANCIS VALE

2016 | Documentário

cor - digital - 83 min

Brasil

 

UM CASAMENTO

UM CASAMENTO

MÔNICA SIMÕES

2016 | Documentário

cor - digital - 80 min

Brasil

 

UM HOMEM INSIGNIFICANTE

AN INSIGNIFICANT MAN

VINAY SHUKLA, KHUSHBOO RANKA

2016 | Documentário

cor - digital - 96 min

India

 

UM OUTONO SEM BERLIM

UN OTOÑO SIN BERLIN

LARA IZAGIRRE

2015 | Ficção

cor - digital - 99 min

Espanha

 

UMA BANDEIRA SEM PAÍS

A FLAG WITHOUT A COUNTRY

BAHMAN GHOBADI

2015 | Documentário

cor - digital - 97 min

Iraque, Curdistão

 

UMA CASA EM NINH HOA

EIN HAUS IN NINH HOA

PHILIP WIDMANN

2016 | Documentário

cor - digital - 108 min

Alemanha

 

VINICIUS DE MORAES, UM RAPAZ DE FAMÍLIA

VINICIUS DE MORAES, UM RAPAZ DE FAMÍLIA

SUSANA MORAES

1983 | Documentário

cor - digital - 31 min

Brasil

 

VINTE ANOS

VINTE ANOS

ALICE DE ANDRADE

2016 | Documentário

cor - digital - 80 min

Brasil, Costa Rica

 

WRÓBLEWSKI SEGUNDO WAJDA

WRÓBLEWSKI WEDLUG WAJDY

ANDRZEJ WAJDA

2015 | Documentário

cor - digital - 42 min

Polônia

 

YOHJI YAMAMOTO | DRESSMAKER

YOHJI YAMAMOTO | DRESSMAKER

NGO THE CHAU

2016 | Documentário

cor & pb - digital - 70 min

Alemanha

 

ZERO DAYS

ZERO DAYS

ALEX GIBNEY

2016 | Documentário

cor - digital - 116 min

Estados Unidos


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3ª Mostra de Filmes Hip Hop começa hoje em São Paulo com entrada gratuita

welikeitlikethat 1600x900 c default 3ª Mostra de Filmes Hip Hop começa hoje em São Paulo com entrada gratuita

Cena do documentário We Like It Like That - The Story of Latin Boogaloo, em exibição na Mostra de Filmes Hip Hop

A Mostra de Filmes Hip Hop chega à sua 3ª edição e acontece de 28/09 a 04/10, no Cinesesc, em São Paulo, com uma homenagem ao premiado diretor Bobbito Garcia, um dos expoentes do Hip Hop de Nova York.

Com a curadoria de Rodrigo Brandão (conhecido também como Gorila Urbano), a mostra reúne diversos títulos que celebram a cultura Hip Hop, entre longas e curtas, ficções e documentários, divididos nos programas: Old School, Raiz de Rua, DJ, Original Gangsta e Obra Inacabada. Toda programação tem entrada gratuita.

Entre os destaques, We Like It Like That - The Story of Latin Boogaloo,  documentário sobre o Latin Boogaloo, gênero de música e dança latina que foi muito popular em Nova York no final dos anos 1960; e Doin’ It In The Park: Pick-up Basketball, NYC, exibido pela primeira vez no Brasil,  que explora a história, cultura e impacto social dos praticantes de basquete de rua.

Para mais detalhes, acesse https://www.facebook.com/MostraFilmesHipHop/


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Festival de Brasília começa com documentário Cinema Novo, de Eryk Rocha, na abertura

CinemaNovo 05 Os Herdeiros de Carlos Diegues Festival de Brasília começa com documentário Cinema Novo, de Eryk Rocha, na abertura

Trecho do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues, no documentário Cinema Novo, de Erik Rocha

Começa hoje (20) a 49ª edição do Festival de Brasília. Cinema Novo, documentário de Eryk Rocha foi escolhido para abrir o evento, que prossegue até o dia 27.

O documentário fez sua estreia mundial no Festival de Cannes de 2016 e levou o prêmio L'Œil d’or (Olho de Ouro) de Melhor Documentário. Cinema Novo já participou também de diversos festivais internacionais, como Filmfest Munchen, em Munique, French National Audiovisual Institute (INA), em Paris, e DocMontevideo 2016.

No Brasil, além de abrir do Festival de Brasília, terá exibição Hors Concours no Festival do Rio 2016. O filme tem previsão de lançamento para 3 de novembro no circuito comercial de cinemas. Veja o novo trailer.

Mais informações sobre o Festival de Brasília


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Rio de Janeiro – Autorretrato está disponível para visualização gratuita no CurtaDoc

05 TV Camara Rio de Janeiro Autorretrato Ratao Diniz Rio de Janeiro   Autorretrato está disponível para visualização gratuita no CurtaDoc

Imagem documentário Rio de Janeiro - Autorretrato (Foto: Ratão Diniz)

Rio de Janeiro - Autorretrato é um projeto transmídia realizado pela Cross Content (que produz também este BlogDoc). Inclui um webdocumentário (no ar em www.riodejaneiroautorretrato.com.br) e um filme com versões de 15 e 26 minutos, já exibidos na TV e no cinema.

Agora, a versão de 26 minutos do documentário está disponível na íntegra na plataforma on-line CurtaDoc, para visualização gratuita.

Acesse e veja no CurtaDoc.

Mais informações sobre o projeto Rio de Janeiro - Autorretrato.


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8ª edição do festival In-Edit Brasil exibe 57 documentários musicais

STILL DIVULGACAO PEDRO 1 8ª edição do festival In Edit Brasil exibe 57 documentários musicais

Cena do documentário Pedro Osmar, prá liberdade que se conquista, que será exibido na 8ª edição do festival In-Edit Brasil

Em sua 8ª edição, o In-Edit Brasil - Festival Internacional do Documentário Musical, que acontece de 07 a 18 de setembro, em São Paulo, faz uma homenagem ao premiado diretor britânico Tony Palmer, considerado um dos pilares do documentário musical da BBC, e celebra a diversidade musical através da exibição de 57 documentários, entre curtas e longa-metragens.

O evento tem início numa cerimônia para convidados, e também para o público, com a première nacional do longa Eat That Question - Frank Zappa in His Own Words, de Thorsten Schütte. O filme, que retrata intimamente o músico Frank Zappa - considerado um dos maiores gênios da musica de todos os tempos - será exibido às 20h30, no CineSesc. (Retirada de ingresso 1 hora antes, sujeito à lotação da sala).

Entre as produções nacionais, destaque para Danado de bom, da diretora Deby Brennand, que acompanha o mestre João Silva (1935-2003), compositor e parceiro de Luiz Gonzaga, em uma viagem pelo sertão até sua cidade natal, Arcoverde, no estado de Pernambuco. Também haverá a projeção de Pedro Osmar, prá liberdade que se conquista, de Eduardo Consonni e Rodrigo T. Marques, sobre o artista paraibano Pedro Osmar. O documentário teve sua produção viabilizada pelo programa de fomento à cultura e às artes Rumos Itaú Cultural.

Para conferir a programação completa, acesse o site do evento.


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