Os indicados ao Cesar 2016 de Melhor Documentário

O Cesar, “oscar” do cinema francês, escolhe no dia 26 de fevereiro os vencedores de sua 41ª edição. Entre os cinco documentários finalistas, há dois grandes filmes já exibidos no Brasil: O Botão de Pérola e A Imagem que Falta.

Veja os trailers dos títulos que estão na disputa.

 

O BOTÃO DE PÉROLA (EL BOTÓN DE NÁCAR)

Direção: Patricio Guzmán.
Chile, França, Espanha, 2015. 82 minutos.
Já exibido no Brasil na 39ª Mostra internacional de Cinema em São Paulo.

 

CAVANNA, JUSQU'À L'ULTIME SECONDE, J'ÉCRIRAI

Direção: Denis Robert e Nina Robert.
França, 2015. 90 minutos.

 

DEMAIN

Direção: Cyril Dion e Mélanie Laurent.
França, 2015. 118 minutos.

 

A IMAGEM QUE FALTA (L'IMAGE MANQUANTE)


Direção: Rithy Panh.
Camboja/França, 2013. 92 minutos. Estreia no circuito comercial no Brasil: 7/2/2014 (Rio de Janeiro). Classificação indicativa: 16 anos.

Leia mais sobre o filme.

 

UNE JEUNESSE ALLEMANDE

Direção: Jean-Gabriel Périot.
França, 2015. 93 minutos.

Mais informações no site do Cesar.


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Os indicados ao Oscar 2016 de Melhor Documentário

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou nesta quinta (14) a lista de filmes indicados ao Oscar 2016.

Dos cinco documentários de longa-metragem escolhidos, um deles, Amy, já foi exibido nos cinemas brasileiros. Mas a boa notícia é que a maioria dos demais está disponível no Netflix e alguns também no iTunes (mas apenas para quem tem conta americana).

A entrega do Oscar 2016 acontece em 28 de fevereiro em Los Angeles. Veja os trailers de todos os longas-metragens indicados.

 

AMY

Direção: Asif Kapadia.

Estados Unidos. 2015.

A breve e turbulenta história da cantora britânica Amy Winehouse, que morreu com 27 anos em 2011. Já exibido no Brasil no É Tudo Verdade 2015 e no circuito comercial. Disponível no iTunes (EUA).

 

CARTEL LAND

Direção: Matthew Heineman.

México e EUA. 2015.

O combate aos cartéis de droga na fronteira entre México e Estados Unidos por meio da ação de dois grupos paramilitares. Disponível no no Netflix e no iTunes (EUA).

 

THE LOOK OF SILENCE

Direção: Joshua Oppenheimer.

Dinamarca, Indonésia, Finlândia, Noruega, Reino Unido, Israel, França, Estados Unidos, Alemanha e Holanda. 2014.

Adi vai atrás da história do irmão, morto em 1966 durante o genocídio na Indonésia. Ele encontra os responsáveis e procura fazer com que eles aceitem a responsabilidade por suas ações, terminando assim cinco décadas de silêncio. Disponível no iTunes (EUA).

 

O QUE HOUVE, SENHORITA SIMONE? (WHAT HAPPENED, MISS SIMONE?)

Direção: Liz Garbus.

EUA, 2015.

Documentário sobre a cantora, mas principalmente sobre a ativista dos direitos civis Nina Simone. Sua música cada vez mais poderosa e politizada era acompanhada de momentos difíceis na vida particular e nos relacionamentos familiares. Disponível no Netflix.

 

WINTER ON FIRE: UKRAINE'S FIGHT FOR FREEDOM

Direção: Evgeny Afineevsky.

Reino Unido, Ucrânia e EUA. 2015.

As manifestações estudantis em Kiev (2013-14) são o tema deste documentário. Disponível no Netflix.

 

CURTAS-METRAGENS

Estes são os curtas-metragens indicados ao Oscar 2016 de Melhor Documentário.

A Girl in the River: The Price of Forgiveness
Sharmeen Obaid-Chinoy

Body Team 12
David Darg and Bryn Mooser

Chau, beyond the Lines
Courtney Marsh and Jerry Franck

Claude Lanzmann: Spectres of the Shoah
Adam Benzine

Last Day of Freedom
Dee Hibbert-Jones and Nomi Talisman

A lista completa de indicados ao Oscar 2016 pode ser conferida no site da Academia.


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Coração de Cachorro – Documentário de Laurie Anderson

Coracao de Cachorro Divulgacao Mostra Coração de Cachorro – Documentário de Laurie Anderson

Cena de Coração de Cachorro, documentário de Laurie Anderson (Foto: Divulgação)

O documentário americano Coração de Cachorro, de Laurie Anderson, está com estreia prometida para quinta-feira (21/1) em São Paulo. Trata-se de um ensaio em tom pessoal sobre a cachorra Lolabelle, que morreu em 2011.

O filme mistura imagens e lembranças da diretora sobre o cão com reflexões sobre a infância, diários em vídeo e discussões a respeito da vida e da morte. O tom e de colagem visual, com imagens documentais e outras mais abstratas.

Exibido no 72º Festival de Veneza, e já visto no Brasil na 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, Coração de Cachorro foi incluído na lista de 15 semifinalistas para o Oscar 2016 na categoria Melhor Documentário.

Veja o trailer.

Atualização de 15/1/2016: a data de estreia, que inicialmente estava prevista para 14 de janeiro, foi alterada para 21  de janeiro. 

Coração de Cachorro (Heart of a Dog)
Estados Unidos, 2015. 75 minutos.

Direção: Laurie Anderson.

Exibição em festivais: 72º Festival de Veneza, 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Estreia no circuito comercial de cinemas: 14/1/2016. Classificação indicativa: a confirmar.


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Werner Herzog prepara documentário sobre internet

Uma das grandes atrações do Festival de Sundance, que acontece de 21 a 31 de janeiro nos Estados Unidos, será a estreia do novo documentário de Werner Herzog, Lo And Behold, Reveries Of The Connected World.

Em seus mais de 50 anos de carreira, Herzog já realizou dezenas de filmes memoráveis de ficção (como Fitzcarraldo) e não ficção (O Homem Urso, 2005, e Caverna dos Sonhos Esquecidos, 2010, entre outros).

No seu novo documentário, Herzog discute a dependência que a sociedade desenvolveu em relação à internet. Ele descreve a rede como “uma das maiores revoluções que nós humanos experimentamos”, mas mostra também o lado negativo, como as histórias de assédio on-line e os viciados em internet.

Veja o trailer.


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Hysteria – Documentário de Ava Rocha e Evaldo Mocarzel

Foto 212 Hysteria – Documentário de Ava Rocha e Evaldo Mocarzel

Cena de Hysteria, documentário de Ava Rocha e Evaldo Mocarzel (Foto: Divulgação)

Nesta quinta-feira (17) estreia nos cinemas o documentário Hysteria, dirigido por Ava Rocha e Evaldo Mocarzel. O road movie retrata o processo de criação das atrizes Janaina Leite, Juliana Sanches, Raíssa Gregori, Tatiana Caltabiano e Evelyn Klein, que viajam por Santa Catarina com um espetáculo que leva o mesmo nome do filme e é dirigido por Luiz Fernando Marques Lubi.

A produção explora de maneira poética e sensível a construção das personagens interpretadas pelas atrizes do Gupo XIX de Teatro, que, em cena, são mulheres confinadas em um asilo psiquiátrico, no século retrasado.

O mergulho que o documentário faz no nos processos que as atrizes vivenciam com o espetáculo torna onipresente a presença feminina, trazendo à tona significados mais profundos acerca do universo feminino.

Hysteria
Brasil, 2015, 71 minutos.
Direção: Ava Rocha e Evaldo Mocarzel.
Participação em mostras e festivais: selecionado para a mostra Novos Rumos do Festival do Rio 2012.
Estreia no circuito comercial de cinemas do Brasil: 10/12/2015. Classificação indicativa: 14 anos.


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Andrea Tonacci é homenageado na 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes

Andrea Tonacci Foto de Raul Guilherme Andrea Tonacci é homenageado na 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes

Andrea Tonacci

A 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes acontecerá entre os dias 22 e 30 de janeiro, na cidade mineira que dá nome ao evento. O cineasta ítalo-brasileiro Andrea Tonacci será o grande homenageado da edição, cujo tema é “Espaços em Conflito”. Na abertura da mostra será exibido o documentário Serras da Desordem, de Tonacci, que em 2016 comemora 10 anos de seu lançamento.

A Mostra de Cinema de Tiradentes, que realização de debates e exibiçãode filmes de ficção e não ficção,  tem curadoria Cléber Eduardo. Segundo os organizadores, a escolha de Serras da Desordem para a abertura é um reconhecimento à importância do filme em relação às discussões da estética para o cinema de autor no Brasil.

Outros filmes marcaram a carreira de Tonacci, como Bang Bang ou o curta Bla Bla Bla, também serão exibidos.

A programação completa ainda não foi divulgada. Para mais informações, visite o site oficial da 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes.


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Osvaldão – Documentário de Ana Petta, André Michiles, Fabio Bardella e Vandré Fernandes

Osvaldão3 Osvaldão – Documentário de Ana Petta, André Michiles, Fabio Bardella e Vandré Fernandes

Cena do documentário Osvaldão, de de Ana Petta, André Michiles, Fabio Bardella e Vandré Fernandes (Foto: Divulgação)

Guerrilheiro é treinado para não deixar pista, para encobrir pegada. Refazer a trajetória de um deles pode não ser caminho fácil. Osvaldão deixou pouco rastro por onde passou. Virava bicho, pedra, se parecia com o Zorro, pode ter deixado muitos filhos, mas não se sabe ao certo. O que nos conta Osvaldão, documentário dirigido por Ana Petta, André Michiles, Fabio Bardella e Vandré Fernandes, é que o grande líder da Guerrilha do Araguaia se escondeu tão bem e por tanto tempo, que até lenda chegou a se tornar.

Osvaldo Orlando Costa era negro. Nasceu em Minas Gerais, na cidade de Passa Quatro, tinha pai comunista, já estudou na hoje extinta Tchecoslováquia e por lá chegou até a estrelar alguns filmes. No final da década de 60, com a ditadura se endurecendo no Brasil, ele foi para China treinar táticas de guerrilha. No regresso ao país de origem, em 1967, foi direto para o Araguaia (PA), de onde saiu apenas em 1975, morto por militares.

O documentário conta com um grande número de entrevistas de amigos da infância, familiares e pessoas que o conheceram na região do Araguaia, mas não esclarece com profundidade quem teria sido o grande líder da guerrilha, já que, depois de sua entrada na mata poucos são os registros que se tem dele, aliás, mesmo depois de morto o mineiro continua incerto, já que seu corpo nunca apareceu.

Centrada na figura robusta de quase dois metros de altura de Osvaldão, a produção não é muito didática em relação à formação da guerrilha ou ao seu contexto. Alcançar quem passou sete anos na mata, lutando em um dos maiores símbolos de resistência à ditadura, em companhia de alguns que também foram mortos, é aparar as arestas de uma história longa, mas cujo cerne já foi perdido, igualmente a outras tantas narrativas definitivamente silenciadas entre 1964 e 1985.

Osvaldão

Brasil, 2015. 79 minutos.

Direção: Ana Petta, André Michiles, Fabio Bardella e Vandré Fernandes.

Participação em festivais39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.  

Estreia no circuito comercial de cinemas do Brasil: 10/12/2015. Classificação indicativa: 14 anos.

Avaliação do BlogDoc:  lente 15 Osvaldão – Documentário de Ana Petta, André Michiles, Fabio Bardella e Vandré Fernandes lente 15 Osvaldão – Documentário de Ana Petta, André Michiles, Fabio Bardella e Vandré Fernandes lente 15 Osvaldão – Documentário de Ana Petta, André Michiles, Fabio Bardella e Vandré Fernandes lente 15 metade Osvaldão – Documentário de Ana Petta, André Michiles, Fabio Bardella e Vandré Fernandes

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(Por Mariana Zoboli do Carmo)


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5X Chico – O Velho e Sua Gente – Documentário de Gustavo Spolidoro, Ana Rieper, Camilo Cavalcante, Eduardo Goldestein e Eduardo Nunes

5x2 5X Chico – O Velho e Sua Gente – Documentário de Gustavo Spolidoro, Ana Rieper, Camilo Cavalcante, Eduardo Goldestein e Eduardo Nunes

Cena do documentário 5X Chico – O Velho e Sua Gente (Foto: DIvulgação)

Rio não fala, pois não usa da palavra para se expressar, mas se comunica com aqueles que desejam escuta-lo. O rio São Francisco é a casa de Oxum, do Compadre D’água e morada de Surubim, Dourado, Pacamã e Curimatã. O rio é também um abrigo de narrativas duras, por ser fonte de sustento para muitos, e de mistérios que conectam o humano ao divino e aos saberes que só os muito atentos as palavras não ditas podem escutar. O documentário 5X Chico – O Velho e Sua Gente, de Gustavo Spolidoro, Ana Rieper, Camilo Cavalcante, Eduardo Goldestein e Eduardo Nunes diz sobre os belos laços que tecem a profunda ligação do bicho homem com a natureza e tudo o que deles pode resultar.

O filme conversou com alguns dos ribeirinhos que vivem no entorno do São Francisco e conseguem entender aquilo que este velho senhor, que nasce em Minas Gerais e encontra o mar no Sergipe e Alagoas, tanto quer contar. Todas as histórias ditas pelos entrevistados e as diversas relações que eles travam com o rio acabam dando ao São Francisco, muito além de suas margens, vida própria e contornos de subjetividade.

O documentário preza pela tradição das narrativas orais e das trajetórias individuas das pessoas retratadas, que sempre têm alguma ligação com o Velho Chico através dos banhos, dos lamentos, do sustento ou da devoção, explorando a inesgotável fé e criatividade de que somos capazes, quando expandimos a realidade a procura de algo além daquilo que os olhos podem enxergar.

Para documentar o curso do rio que passa por cinco estados (MG, BA, PE, AL, SE) cinco diretores de abordagens distintas se reuniram em uma viagem que durou aproximadamente 50 dias e percorreu o São Francisco da nascente a foz. Uma das características que mais se faz presente na produção são os mistérios e entrelinhas do enredo, que acabam deixando o longa com cenas um tanto quanto poéticas, aliadas a uma rica trilha sonora.

O final da produção chega a foz deste senhor que apesar de não falar palavra tem o mesmo destino que o nosso, o mar, a imensidão, ou o simplesmente o fim. Guimarães Rosa, no conto A Terceira Margem do Rio, fundiu a trajetória de um rio com o curso de uma vida e assim faz 5X Chico - O Velho e Sua Gente, ao mostrar o nascimento, morte e toda a vida que o São Francisco transborda durante seu percurso.

5X Chico - O Velho e Sua Gente

Brasil, 2015. 90 minutos.

Direção: Gustavo Spolidoro, Ana Rieper, Camilo Cavalcante, Eduardo Goldestein e Eduardo Nunes.

Participação em festivais: 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo 

Estreia no circuito comercial de cinemas do Brasil: 03/12/2015. Classificação indicativa: livre.

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(Por Mariana Zoboli do Carmo)


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Pauê – O Passo de um Vencedor – Documentário de Fabio Cappellini e Alessandra Pereira

Paue reproducao Pauê – O Passo de um Vencedor – Documentário de Fabio Cappellini e Alessandra Pereira

Cena do documentário Pauê – O Passo de um Vencedor (Foto: Reprodução)

As histórias que ouvimos relacionadas ao esporte são emocionantes e inspiradoras porque, muitas vezes, relatam trajetórias repletas de obstáculos e adversidades, superadas graças à força de vontade dos atletas. Exemplos brasileiros não faltam e passam por nomes como o do iatista Lars Grael, da ginasta Laís Souza ou do canoísta Fernando Fernandes. O documentário Pauê – O Passo de um Vencedor não foge à regra mostra como Paulo Eduardo Chieffi Aagaard, ou simplesmente Pauê, conseguiu se tornar o primeiro surfista biamputado do mundo e campeão de triátlon.

O filme é baseado em depoimentos de pessoas próximas ao retratado, como o músico Gabriel Pensador, o canoísta Fábio Paiva e os surfistas Carlos Burle, Picuta Salazar e Otaviano Taiu Bueno, além diversos membros da família de Pauê, que é presença majoritária no longa.

Apostando em uma carga emocional forte, mas ainda sim leve, o filme enaltece a trajetória de superação do atleta, que na adolescência foi atropelado por um trem e perdeu parte das duas pernas. Após o ocorrido, ele, que já era surfista, encontrou no esporte a motivação necessária para continuar a viver, servindo como inspiração para muitos que enfrentam situação semelhante.

Pauê – O Passo de um Vencedor
Brasil, 2015, 72 minutos.

Direção: Fabio Cappellini e Alessandra Pereira.

Estreia no circuito comercial de cinemas: 19/11/2015. Classificação indicativa: 10 anos.

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Piadeiros – Documentário de Gustavo Rosa de Moura

PIADEIROS Divulgacao 1 Piadeiros   Documentário de Gustavo Rosa de Moura

Cena de Piadeiros, documentário de Gustavo Rosa de Moura (Foto: Divulgação)

Ah, a criatividade humana... Existe documentário sobre tudo. Até – não é piada – sobre piada. Estreia nesta quinta (19) nos cinemas Piadeiros, documentário de Gustavo Rosa de Moura.

Construído no formato de road movie, o filme passa por todas as regiões do Brasil em busca de pessoas boas contadoras de piadas. Nada de profissionais. O foco são aqueles tipos populares que encontramos nos mercados, nos bares, nas esquinas. Mas como achar essas figuras – e fazer com que eles recitem boas piadas diante da câmera?

A primeira parte do problema os realizadores explicam como resolveram. Na pesquisa prévia, juntaram algumas indicações de potenciais piadeiros, com os quais agendaram encontros. Mas também atuaram aleatoriamente, perguntando para as pessoas nas ruas. Percorreram, no total, mais de 40 cidades.

Quanto à segunda questão – contar boas piadas na tela –, o que se tem é um desempenho desigual. Seja por timidez diante da câmera, seja pelo talento às vezes duvidoso de alguns dos piadeiros, nem sempre o resultado é o riso. Mas talvez não tenha sido essa a intenção e sim investigar o humor do brasileiro e como temas do cotidiano são refletidos nas brincadeiras que se perpetuam nas ruas. O preconceito continua sendo ponto central de grande parte das anedotas – embora, na visão do diretor, temas explicitamente racistas já não façam parte do repertório dos piadeiros.

Mas um road movie sobre o tema não seria completo sem uma visita a nossa nave-mãe quando o assunto é piada: Portugal. Interessante notar que há anedotas contadas lá e cá – o que dá um fecho interessante e ao mesmo tempo reflexivo ao filme. Provando que, de fato, a piada pode ser um bom mapeador da cultura popular de um lugar. Ou uma eficaz perpetuadora de preconceitos. Ou ambos.

Piadeiros
Brasil, 2015. 90 minutos.

Direção: Gustavo Rosa de Moura. Produção: Carmem Maia, Giulia Setembrino, Gustavo Rosa de Moura. Produção executiva e direção de produção: Giulia Setembrino. Fotografia: Francisco Orlandi Neto. Som direto: André Bomfim. Montagem: Bernardo Barcellos. Edição de som e mixagem: Daniel Turini e Fernando Henna. Coordernador de pós-produção: Brunno Schiavon. Colorista: Francisco Orlandi Neto. Design: Joana Brasiliano e Mariane Klettenhoffer.

Participação em festivais: 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Estreia no circuito comercial de cinemas: 19/11/2015. Classificação indicativa: 12 anos.

Avaliação do BlogDoc: lente 15 Piadeiros   Documentário de Gustavo Rosa de Moura lente 15 Piadeiros   Documentário de Gustavo Rosa de Moura lente 15 Piadeiros   Documentário de Gustavo Rosa de Moura 

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(Por Marcelo Bauer)


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