odeio a idéia de ser rude.
eu quero é ficar na minha. mas a puta da alessandra siedschlag (puta é nosso jeitinho carinhoso de falar - é minha BFF, pra quem não sabe) acha engraçado me colocar em situações desconfortáveis.
but i'm good at being uncomfortable.
só que dessa vez a coisa saiu de controle. fui parar na casa de uma pessoa que representa tudo que eu mais abomino no ser humano e tem todos os preconceitos tão introjetados que nem nota a caricatura que é. aí eu não seguro mesmo. não sei controlar o que acontece na minha cara e não sei ficar quieta quando tem uma criatura dessas achando que ESTÁ TUDO BEM na minha frente. repito: prefiro nem saber que existe, não ter contato, disse que não queria entrevistar, não queria nada, desprezava profundamente.
a puta riu e insistiu para que eu fosse.
o que aconteceu? fiquei com tanta raiva que a babaquice daquela pessoa ficou em segundo plano.
pois bem: CHEGA DESSA MERDA.
acabou essa palhaçada.
não faço mais.
foda-se se vão achar frescurinha da minha parte. me sinto VIOLENTADA tendo contato com certo tipo de gente.
e não mais terei.
esbaldem-se, porque CHEGA.
CHE-GA.
parte I do viral com sobrevida
parte II
só pra pontuar: ele disse que não tem preconceitos e já namorou "até pretinha" e uma japonesa "por curiosidade". OMFG. a gente cortou na edição pra não pegar tão mal. (!)
e, claro, houve o nocaute do babaca, que é chamar a mulher ~difícil~ de gostosa. "ela é insuportável mas é gostosa, comia mesmo assim". não comentarei. não mais me incomodarei. nunca mais quero ver essa pessoa na minha vida.
sinceramente,
c.








