
daí a melhor parte do tricô de ontem se perdeu. foi quando o igor chegou com leo, logo depois do cristiano. a gente já estava indo embora e eu dei de cara com ele. imediatamente botei o microfone na mão dele e disse "faz um rap aí, igor. FAZ UM RAP COM TRICÔ". fez bosta nenhuma. mandou um "a essa hora?" e disse umas outras coisas que eu esqueci. tinha inclusive esquecido do igor. aí a lelê foi falar com o leonardo jancu, do BBB10, e ele disse que macacos dão sorte e que ele tem um pendurado na janela. "MORTO?", perguntou a lelê. haha. sério. que perda! os dois estavam visivelmente sob efeito de cigarrinho de artista e não estavam com o pensamento ágil. aí eu perguntei se eles tinham tomado ácido. IMAGINA, disseram eles. aham.
pois é, gente. fechamos o ciclo de tricô dos bróder.
as coisas mudaram muito desde o tricô começou. eu nunca tinha assistido um BBB antes, nunca tinha feito vídeo - só umas matérias aqui e acolá - e aparentemente ninguém nem sabia que eu trabalhava com humor. quem me conhece desde o cardosonline ou do brazileira!preta sabe que eu sempre trabalhei com humor. eu só não sou piadistona metida a engraçada, sabe? não preciso ficar no modo piada o tempo inteiro tentando ser engraçada. essa foi inclusive minha maior crítica ao nome próprio, adaptação cinematográfica do máquina de pinball: todo o humor foi suprimido e a camila ficou extremamente dramática. a personagem dos livros, infinitamente diferente da do filme, também é dramática. mas tira onda do próprio drama. e tem outro jeito de fazer as coisas? eu não conheço. pra mim ou é isso, ou a morte. tem coisa que não dá pra levar a sério.
o tricô continua, mas agora será das mina. semana que vem o blog do tricô entra no R7 com outros assuntos. chega de BBB, chega dessa merda.
fiquem ligadinhos para novidades.
bêj.










