Vamos pensar on-line?

Tenho acompanhado de perto o fenômeno das mídias sociais e vejo que as mudanças acontecem em ritmo muito veloz, afastando a gente de refletir de verdade sobre os assuntos... Por causa disso, me veio a idéia de falar sobre este momento extraordinário que estamos vivendo... e que a gente tem que aprender a questionar para tirar dele o melhor. Alguém já parou para pensar por que ainda compramos revistas se a Internet supre tudo... e de graça? Calma, longe de mim querer o fim das revistas, que eu amo, leio e ainda sou colunista. Mas talvez esteja no tempo de entendermos que cada plataforma pode cumprir um papel em vez de disputar o mesmo nicho.

Vou explicar um pouco mais. Se a internet acabou fazendo o mesmo que as revistas (claro, de um jeito muito mais livre, mas sempre sobre os mesmos assuntos), por que as revistas não se reinventam para continuarem necessárias?

Há coisas que a gente não vai ter acesso... apenas as revistas tem. E acho que elas precisam usar isso a seu favor. A Vogue America é um grande exemplo. É uma revista que até passa por percalços, mas está sempre no topo. Isso porque ela cumpre muito bem o papel de ditar tendências em vez de dizer como usar ou onde comprar o que alguém já propôs como moda.

A Vogue América lança idéias...e está justo e certo a internet complementar dando dicas em cima deste trabalho. É um papel brilhante e complementar para todos. Ninguém perde e todos ganham.

Então, vamos pensar sobre o futuro? O que queremos do nosso blog e do nosso trabalho? Vamos lançar tendências ou ensinar a usá-las? Encontrando o nosso papel, fica mais fácil.

Um super beijo!

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