Publicado em 23/08/2015 às 09h00

Derrubou o Vinho? E Agora?

wine stain e1363006959676 Derrubou o Vinho? E Agora?

 

 

Li uma reportagem na Revista Adega e gostei bastante, sobre como tirar mancha de vinho tinto de um tecido manchado. Então, vou reproduzir aqui algumas destas dicas e juntar também à minha experiência de já ter passado por isto algumas vezes.

 

O mais importante de tudo e o primeiro a ser feito é agira rapidamente. Não podemos deixar a mancha secar, pois se isto acontecer, vai ser ainda mais difícil conseguir eliminá-la. Isto porque, quando ela seca, ela já se prendeu às fibras to tecido. Então, para que a operação fique mais fácil, o ideal é fazer isto com água quente e sabonete liquido. E depois lavar normalmente. Se não tiver isto ao alcance, vamos a uma segunda tentativa, que é a de absorver o excesso de líquido com um papel toalha, ou com algum tipo de elemento em “pó” e com alto poder de absorção, como o talco, o sal ou a farinha de trigo. E depois disto feito, voltamos ao primeiro passo, que é o de lavar com água quente.

 

Há outras formas que muito pregam por aí, como colocar vinagre branco e bicarbonato de sódio, vinho branco ou espumante. Todos eles podem funcionar, mas a água quente ainda é o mais eficiente como primeira alternativa.

 

Depois da “emergência”, sempre lavar normalmente e se quiserem, com alvejantes sem cloro (para tecidos coloridos). Há uma receita caseira de ferver o tecido em leite e depois deixar descansando por alguns minutos. Sinceramente, nunca testei. E por último, não podemos esquecer dos sprays mágicos e canetinhas importadas que prometem milagres. Alguns já vi funcionar bem, outros nem tanto.

 

O fato é que depende muito do tecido, do vinho (Um pinot noir pode sair mais facilmente que um tannat por exemplo, pela intensidade da cor e quantidade de pigmentos) e do que tem disponível para fazer na hora. E claro que se os amigos tiverem alguma outra opção que tenha funcionado, será sempre bem vindo!!

 

 

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Publicado em 21/08/2015 às 09h00

Bebi e Gostei: Santa Julia Reserva Malbec/Cabernet Franc 2013

SantaJulia Res MBCF 100x300 Bebi e Gostei: Santa Julia Reserva Malbec/Cabernet Franc 2013

 

Vinho: Santa Julia Reserva Malbec/Cabernet Franc 2013.

Produtor: Familia Zuccardi.

Safra: 2013

Origem:  Mendoza (Argentina).

Uvas: 70% Malbec, 30% Cabernet Franc.

Importadora: Ravin.

Preço Aproximado: R$70,00.

 

 

Quem me acompanha por aqui sabe da minha paixão pelos vinhos feitos com a Cabernet Franc. E este vinho pra mim foi uma surpresa por dois motivos.

 

O primeiro motivo é ter conhecido esta linha Reserva da famosa e tradicional Santa Julia, que são feitos pela competente Familia Zuccardi! Muitos “viram o nariz” para estes vinhos pois são vinhos que tem uma distribuição muito grande em supermercados, mas o fato é que eles são muito bem feitos. E esta linha Reserva é de fato melhor ainda e este vinho conta com especiais 30% de Cabernet Franc, que é o Segundo motivo da minha surpresa, pois estes 30% de Cabernet Franc fazem uma diferença gigante no vinho e parecem muito mais que 30% pela potencia e personalidade que esta uva agrega ao vinho, dando como resultado um vinho macio, muito mais complexo do que seria um Malbec 100%, com final longo e extremamente fácil de beber.

 

Um excelente vinho pelas surpresas que ele trás!

 

 

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Publicado em 19/08/2015 às 09h00

Clos des Fous: Chilenos que não parecem Chilenos.

web blog clos des fous2 300x199 Clos des Fous: Chilenos que não parecem Chilenos.

 

Clos de Fous é um projeto que já tinha tido contato antes, através de um dos sócios, Pedro Parra, e desde então acompanho os vinhos deles de perto. Desta vez, estive com o sócio de Pedro, o enólogo François Massoc, onde pude provar as safras mais atuais de alguns vinhos deste que é um projeto muito bem feito e com vinhos que saem do padrão do que encontramos de vinhos chilenos por aí. Então, vamos aos vinhos:

 

Clos de Fous Chardonnay Locura 1 2013: Um belissimo chardonnay sem madeira, com uma untuosidade incrível e uma persistência maravilhosa, fruto de 12 meses do vinho em contato com as lias (peles). E mantendo um frescor muito bacana. R$ 86,90

 

Clos de Fous Subsollum Pinot Noir 2012: um Pinot completamente diferente do que se espera de um Pinot sul-americano. No lugar da madeira e das frutas vermelhas maduras, vemos as ervas se misturarem com as já esperadas frutas vermelhas, mas sem exageros. A madeira, muito sutil que passa 10% do vinho, é sutil, tornando este, um dos pinots chilenos mais interessantes e diferentes que já provei. Arrisco a dizer que com o tempo, pode lembrar um borgonha. R$ 86,90

 

Clos des Fous Grillos Cantores Cabernet Sauvignon 2011: Um vinho chinleno, wue passa longe do padrão de Cabernets chilenos. Bem longe. Sem passagem por madeira, algo raro para um CS hoje em dia, ele não tem nada nos aromas que lembram os aromas de compota de frutas, de goiaba, de eucalipto. Sente-se muito mais herbáceo, algo de pimenta do reino e frutas vermelhas bem leves e sutis. Numa degustação às cegas, passaria por muita coisa antes de ser um chileno. R$ 74,80

 

Cauquenina Blend 2012: Aqui, um vinho bem complexo e interessante. Um corte de 8 uvas, com base de Carignan, e com 15% da uva país, uma uva trazida pelos imigrantes espanhóis e que está na moda agora por lá. Aqui o perfil chileno fala um pouco mais alto: a fruta madura é mais presente, apesar de ter muita elegância e sem excessos e a madeira - 18 meses - se mostra bem integrada. Pelos R$ 86,90, um excelente custo x benefício!!

 

Sem dúvida, algo muito bacana e emblemático para quem quer conhecer o Chile que não parece Chile.

 

 

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Publicado em 17/08/2015 às 11h00

Bebi e Gostei: LAM Pinotage 2013

LAM Pinotage 300x300 Bebi e Gostei: LAM Pinotage 2013

 

Vinho: LAM Pinotage 2013

Produtor: Lammershoek.

Safra: 2013

Origem:  Swartland (Africa do Sul).

Uvas: 100% Pinotage.

Importadora: QualVinho.

Preço Aproximado: R$90,00.

 

 

Já tinha ouvida falar muito neste vinho por blogs e publicações especializadas por aí. Mas nunca tinha tido a chance de provar. Mas durante o Wine Weekend, feira que aconteceu aqui em SP, pude finalmente conhecer o LAM através dos amigos da QualVinho. E ele, pra mim, se tornou a principal descoberta do evento.

 

Pra começo de conversa, esqueçam todas as referências que já ouviram falar de Pinotage. Aquele vinho, que para muitos lembra aromas de borracha e acaba não sendo uma unanimidade, não passa nem perto daqui. Mas ele lembra, e muito, uma das uvas que originou a Pinotage, que é a Pinot Noir. Como informação e curiosidade, a Pinotage é um cruzamento entre Pinot Noir e Cinsault, uma uva típica da região francesa do Languedoc-Roussilon.

 

Um vinho orgânico, não filtrado – e por isto um pouco turvo - que 20% dele é vinificado como rosé e no final, adicionado ao vinho como blend, ressaltando assim sua excelente acidez, uma cor clara lembrando um belo borgonha. Nao tem influencia de barrica, preservando e valorizando a fruta e o frescor. Um baita vinho, para quem gosta de algo diferente e quer ter uma experiência única, provando um vinho que sai dos padrões.

 

Detalhe: Parece que o famoso jogador de futebol alemão Beckenbauer tomou este vinho, resolveu comprar a vinícola e só vai exportar para a Alemanha. Ou seja, aproveitemos este ultimo lote que existe aqui no Brasil, ou teremos que viajar até a Africa do Sul ou à Alemanha para tomá-lo.

 

 

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Publicado em 14/08/2015 às 12h00

Norton: Desnecessário Dizer Qualquer Coisa.

IMG 4422 300x225 Norton: Desnecessário Dizer Qualquer Coisa.

 

Desnecessário falar o peso, o reconhecimento e a importância do nome NORTON para o mundo do vinho. No Brasil, sem dúvida é um dos nomes mais conhecidos quando se fala de vinho, pois muita gente começou bebendo vinho com os Nortons que há muito tempo estão no mercado. E a maioria continua bebendo Norton, não por acaso, pela qualidade dos vinhos em todas as suas linhas. E este é mais um gol da Wine Brands, importadora que traz os vinhos da Norton e que faz um trabalho muito bom para este e outros produtores!

 

 

E a história desta bodega centenária está este ano completando 120 anos. E por conta desta comemoração especial, tive a honra de estar em um almoço com o dono da Bodega, Michael Harstrick e com o amigo, simpático e competente enólogo Jorge Riccitelli (Foto abaixo), que faz os vinhos da Norton há "apenas" 22 anos. E neste almoço especial, pude provar alguns vinhos que já conhecia, mas com safras novas e vou contar um pouco pra vcs.

 

IMG 4421 300x300 Norton: Desnecessário Dizer Qualquer Coisa.

 

Para começar, um espumante que é lançamento no Brasil, o Norton Vintage 2011, método champenoise, um corte de 50% chardonnay e 50% pinot. Um espumante com excelente acidez, muita complexidade, um nariz bem bacana e longo final na boca. R$ 190,00. Depois, um dos meus brancos preferidos feitos com esta uva na Argentina. O Perdriel Coleccíon Sauvignon Blanc 2013. Um Sauvignon Blanc elegante, sem aqueles aromas verdes muito intensos. Equilibra bem a fruta (como pêssego, tangerina e limão) com os verdes típicos desta uva, mas bem sutis. Um ótimo vinho pelo preço de R$ 94,00.

 

 

Logo depois, 2 dos vinhos mais conhecidos da Norton quando se fala nos vinhos de alta gama: O Norton Privado 2012, um corte de Malbec (40%), Merlot (30%) e Cabernet Sauvignon (30%) que explode em frutas e madeira muito bem integrada. Um vinho muito gastronômico e agradável! R$ 150,00. Já o Norton Perdriel del Centenario 2008 (R$ 194,00) é feito com o mesmo corte, mas uma diferença essencial: as uvas deste vinho vem apenas dos vinhedos de Perdriel, enquanto que no Privado, são de vários vinhedos de Mendoza. E claro, a diferença de safras faz toda diferença. Além das frutas maduras, da madeira e de um aroma de violeta muito presente, o Centenário 2008 já carrega algo de frutas secas bem delicadas e sutis, que vem de seus 7 anos de idade. Mas ambos tem muita vida pela frente ainda!

 

 
Não bastasse já os vinhos que tínhamos tomado, mais coisa vinha pela frente: o Perdriel Single Vineyard 2006. 60% de Malbec, 28% de Cabernet Sauvignon e 12% de Merlot. E um vinho que tanto no nariz como na boca, não parece ter 9 anos. Um vinhaço, que pode até ser mais guardado e se aberto agora, é bom deixar respirando um pouco para abrir e mostrar tudo o que tem pra dar. R$ 409,00. Por último, o vonho ícone da vinícola, o Gernot Langes 2006, um corte de 80% Malbec, 15% Cabernet Sauvignon e 5% Cabernet Franc. E pode ser que eu esteja sugestionado, mas estes 5% de Cabernet Franc aparecem bem com um toque herbáceo bem sutil, mas marcante. Outro vinho de longa guarda, que apesar de estar maravilhoso, vai estar melhor ainda daqui uns 5-10 anos. R$ 546,00.

 

 
Comecei o texto dizendo que era desnecessário falar do peso, importância e reconhecimento da Norton no Brasil, na Argentina e no mundo. E termino o texto usando esta mesma palavra: Desnecessário falar que foi uma experiência maravilhosa, com vinhos magníficos, para serem comemorados à altura dos 120 anos da bodega!

 

 

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Publicado em 12/08/2015 às 09h00

Pio Cesare e seus monstros do Piemonte.

PioCesare 300x246 Pio Cesare e seus monstros do Piemonte.

 

Pio Cesare é um nome que dispensa apresentações. Um dos maiores nomes do Piemonte e da Italia, sem sombra de dúvidas, eles produzem ha 138 anos alguns dos melhores vinhos da Italia, especialmente os Barolos e Barbarescos. Mas há outros, inclusive brancos, que são igualmente maravilhosos. E vou falar de alguns deles aqui.

 

 

Para entender o perfil dos vinhos Pio Cesare, posso explicar 2 coisas aqui: A primeira é que é uma vinícola tradicional, que não se entrega a modismos, fazendo vinhos sempre com uma mentalidade tradicional de muita qualidade. Outro detalhe importante: Diferente do que costumam fazer alguns produtores, para ter mais estilos de vinhos, uvas diferentes e ampliar seus portfoilios com vinhos feitos em outras regiões, Pio Cesare tem vinhedos apenas nas regiões originais de Barolo e Barbaresco, o que permite a eles, terem um foco maior no que produzem.

 

 

Tive o prazer de estar pessoalmente com Pio Boffa, que é quem comanda hoje a vinícola e faz parte da 4a. Geraçāo da família e provei alguns de seus grandes vinhos. Junto conosco, os amigos da Importadora Decanter, que é quem traz os vinhos de Pio desde o princípio da importadora, sendo que Pio Cesare foi o primeiro container importado por eles, ha 19 anos!!

 

 

Começando com o Piodilei Chardonnay 2011, um dos melhores chardonnays italianos que já bebi. Um equilíbrio maravilhoso de acidez, fruta, mineral e madeira. Algo impressionante. Custa R$ 331,20.

 

 

O Barolo 2011 foi trazido pessoalmente pelo Pio, na mala, para mostrar em primeira mão, a sua nova safra. E comparado ao 2010, sente-se claramente que os taninos, principal característica na Nebbiolo, estão mais intensos. Ambos com 36 meses de carvalho, sendo que os 9, 10 primeiros meses são 1/3 em barrica nova, 1/3 em barrica de segundo uso e 1/3 em barrica de terceiro uso. E depois fazem o blend destes 3 vinhos e ele passa para botes grandes que vão de 3.000 a 7.000 litros. Assim, aquela madeira nova que muitas vezes mascara os vinhos, não aparece muito, estando absolutamente bem integrada. R$ 486,30.

 

 

O Barbaresco 2010 passa menos tempo em madeira (30 meses no total) mas sua intensidade é absoluta. Melhor que muitos Barolos que existem por aí. R$ 486,30

 

 

E aí chegamos nos Tops da vinícola, o Barbaresco Il Bricco 2009 (R$ 659,70) e o Barolo Ornato 2009 (R$ 672,90). Dizem que os Amarone são vinhos de meditação, o que concordo. Mas a partir de agora, vou incluir estes dois vinhos nesta "categoria", pois são de fato vinhos para se beber e ficar pensando na vida, e deixando eles melhorarem cada vez mais na taça. Se bem que são tão gastronômicos, que merecem uma comida junto, uma carne de preferência.

 

 

Foi, sem dúvida, uma experiência incrível, não só pelos vinhos, mas por poder conversar e entender pessoalmente com Pio Boffa, um pouco mais sobre estas preciosidades!

 

 

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Publicado em 10/08/2015 às 09h00

Coppola Winery: Vinhos Dignos de Oscar.

IMG 4372 300x300 Coppola Winery: Vinhos Dignos de Oscar.

 

Francis Ford Coppola é um nome conhecido no mundo inteiro por seus famosos filmes, principalmente a magnífica série "O Poderoso Chefão". Mas o que nem todo mundo sabe é que Coppola também produz vinhos. E não são poucos e muito menos ruins. Pelo contrário: São muitos vinhos produzidos e te uma excelente qualidade! Aqui no Brasil, parte do extenso portfolio vdo Coppola é trazidos pela Ravin.

 

Pude estar com Emily Putman, Brand Manager de Coppola num delicio almoço, onde provamos alguns vinhos que são trazidos pra cá. Pra ser ter uma idéia do tamanho deles, a produção gira em torno de 2 milhões de caixas de 12 garrafas!

 

O branco, que já conhecia e gosto bastante, é o Coppola Rosso & Bianco Chardonnay 2012, um vinho que não passa por barrica para manter o frescor. E mesmo sem barrrica, um vinho untuoso, com bom corpo e estrutura. R$ 142,00.

 

O Rosso & Bianco Shiraz 2012 é um blend de Shiraz (76%) e o restante de Petite Syrah, Zinfandel e Viognier. Um vinho com excelente acidez, bom balanço entre fruta e madeira e um vinho fresco, nada enjoativo como alguns californianos de mais volume que vemos por lá. R$ 142,00.

 

O Diamond Collection Cabernet Sauvignon 2012 é também um corte de Cabernet (76%), Segalin (10%), que é uma uva bem desconhecida e pouco usada, Merlot (7%) e Cabernet Franc (5%). Um vinho elegante, equilibrado, ainda novo mas sem ter nada que incomode, como o alcool ou taninos em excesso. 11 meses de barricas de carvalho americano e francês. R$ 238,00.

 

O Diamond Collection Red Blend 2010 é um corte brm curioso, onde as 5 uvas (Zinfandel - 27%, Syrah - 26%, Petite Syrah - 20%, Cabernet Sauvignon - 15% e Merlot - 12%) entram com boas parcelas cada uma. Aqui não tem aquela estória de colocar 2%, 3%, 5% para ajudar em algo. Aqui, cada uva tem seu papel importante, dando características diferentes ao vinho, o que de fato deixa o vinho bem interessante. Um belíssimo vinho, seguindo a linha dos anteriores, bem equilibrado! R$ 238,00.

 

Por fim, o Directors Cut Dry Creek Valley Zinfandel 2011, é um vinho feito com 78% Zinfandel e 22% Petite Syrah. Um vinho com uma acidez impressionante para um Zinfandel. É um dos vinhos tops da vinícola e surpreende muito pela frescura. R$ 308,00.

 

Um passeio por filmes e vinhos, que valem a pena e são dignos de Oscar!

 

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Publicado em 07/08/2015 às 12h00

Castello D’Albola: Do Coração do Chianti, Pras Nossas Taças.

Castello D'Albola é uma vinícola que existe no coração da Toscana, região de Rada in Chianti, desde 1979 e que hoje é presidida por Gianni Zonin e tem como enólogo o competente Alessandro Gallo, com quem tive um excelente almoço para degustar alguns de seus vinhos, que são importados pela Importadora Devinum.
Segundo Gallo, os vinhos de Albola são modernos, mas clássicos ao mesmo tempo. E de fato isto se confirma nos vinhos.
Começamos tomando um Chianti Albola 2013, um vinho leve, fácil de beber, e que a fruta predomina. Vinho pra se beber descompromissado. Com um queijo leve então... Ele dá show! E com um bom preço, por volta de R$ 52,50.
image11 e1432822846976 224x300 Castello DAlbola: Do Coração do Chianti, Pras Nossas Taças.
Chianti Classico 2011 já mostra o perfil típico de um Chianti Classico. Uma boa mistura equilibrada de frutas vermelhas, madeira (de botes grandes e barricas) e aqueles toques típicos de terra, com boa acidez. Outro bom achado pelo preço de R$ 83,00 para quem gostar de um bom chianti ou para quem quiser saber como são estes maravilhosos vinhos.
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Por último, subindo a escadinha, o Chianti Classico Riserva 2009. Aqui o sangue toscano fala alto. Acidez, corpo e intensidade ditam as regras. Tudo o que se pode esperar de um Chianti Riserva (14-15 meses em barricas e grandes botes). R$ 136,50 por um "Chiantasso"!
image31 e1432822937240 224x300 Castello DAlbola: Do Coração do Chianti, Pras Nossas Taças.
De fato, uma vinícola de sangue e alma toscanos com bons preços da Devinum. Parabéns Marc Pelleró (Dir. Geral da Devinum) e Alessandro Gallo!!

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Publicado em 10/06/2015 às 11h31

Bebi e Gostei: Flor D’Englora 2011

flor de englora 300x300 Bebi e Gostei: Flor DEnglora 2011

 

Vinho: Flor D'Englora 2011.

Produtor: Cellers de Baronia.

Origem:  Montsant (Espanha).

Uvas: Grenache, Cariñeña, Merlot e Syrah.

Importadora: Grand Cru.

Preço Aproximado: R$69,00.

 

 

A Espanha sem dúvida nenhuma anda fazendo excelentes vinhos a preços honestos. E se saírmos das tradicionais regiões de Rioja e Ribera del Duero, acabamos encontrando vinhos e regiões pouco conhecidas e preços muitas vezes melhores ainda!

 

É o caso deste vinho da região de Montsant, região que antigamente era conhecida como Falset. Hoje Montsant é uma D.O. (Denominação de Origem), uma das mais famosas do Priorado - Nordeste da Espanha. Este vinho é muito fácil de beber e excelente para ir com uma carne ou frango com molho de ervas, pois é um vinho que a fruta e as ervas se confundem, deixando ele bem complexo e interessante. Mesmo sem passar por barricas, é um vinho com ótima estrutura. Fresco, com boa acidez e final médio-longo. Um belo vinho, diferente e bem típico. Vale a pena.

 

 

 

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Publicado em 03/06/2015 às 09h00

Viñas del Vero: O Fiel Retrato da Região de Somontano

image1 300x300 Viñas del Vero: O Fiel Retrato da Região de Somontano

 

 

Viñas del Vero é uma das vinícolas do gigante grupo Gonzales Byas, que foi comprada em 2009 e apesar de ter sido comprada recentemente, é uma vinícola que já existe desde 1986. Localizada na região de Somontano, nordeste da Espanha, aos pés dos Pirineus, elamtem 1.100 hectares plantados e uma grande produção de 5 a 6 mil garrafas por ano divididas em 7 linhas de produto, sendo que no Brasil, exportam 5 vinhos que fazem parte de 3 linhas. E vou falar de alguns deles aqui, que são trazidos pela Inovini.

 
O branco  Gewurztraminner Colecíon Pago el Enebro 2013 é um vinho fresco, diferente do que se espera de um branco espanhol, que geralmente é algo mais encorpado e estruturado. Este vinho é fresco, muito aromático como esta uva é de fato e maravilhoso para se tomar acompanhado de pratos à base de frutos do mar. Custa aproximadamente R$ 74,00 e um ótimo vinho para quem gosta ou quer conhecer esta uva.

 
O Viñas del Vero Crianza 2009 é um corte de Tempranillo (60%) e Cabernet Sauvignon (40%) com 8 meses de barricas de carvalho americano. Um vinho de corpo médio, muito fácil de beber por um preço honesto de R$ 75,00.

 
O La Miranda de Secastilla 2011 já é um vinho bem mais estruturado, feito com 90% de Garnacha e os outros 10% com Syrah e Parraleta, que é uma uva autóctone usada na região para cortes. Um vinho que é ben intenso, com um bom equilíbrio entre madeira, fruta madura e ervas típicas da Garnacha. Também com 8 meses de barrica, mas francesa. Um vinho de R$ 89,00 que entrega muita qualidade.

 
E por o último, o Secastilla 2009, um vinho que está no seu auge de consumo. Uma boa mistura de fruta madura e fruta seca, além da madeira e das ervas bem presentes. Bem encorpado, é um vinho que pede uma comida à altura! Custa R$ 230,00 na Inovini.

 
Somontano é uma região muito pouco conhecida perto de outras espanholas com Rioja e Ribera. Mas sem dúvida, uma região de muita qualidade que deve estar no radar dos enófilos!

 

 

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Perfil

André Rossi (Déco), 37 anos, é formado pelo instituto inglês Wine & Spirits Education Trust (WSet) nos níveis 1 - Foundation, 2 - Intermediate e 3 - Advanced, cursados em Nova York. Atualmente está cursando o quarto e último nível do WSET, o “Diploma”.

É também um dos únicos cinco Brasileiros residentes no país a ser credenciado como Professor deste mesmo WSet, tendo sido aprovado pelo WSet Educator Training Program 2011, em Nova York.

Editor e Idealizador do Blog EnoDeco, que é hoje o blog oficial de vinhos do portal R7, um dos blogs de vinho mais acessados do Brasil, e que já foi indicado pelo Guia 4 Rodas 2009 como um dos 10 melhores eno-blogs do Brasil.

Colunista da Revista Cool Magazine, da Revista Online Bloggers e também Editor de Vinhos da 4a. Edição do Flavour Guide , projeto anual do crítico gastronômico Josimar Melo. É jurado e avaliador de vinhos de vários eventos e revistas especializadas.

Há 2 anos é o Relações Públicas da Wines of Argentina (WofA), associação das melhores e principais vinícolas argentinas, sendo o responsável pela comunicação, eventos, degustações e todas as ações que a WofA faz em todo o Brasil, para divulgar e comunicar o vinho argentino por aqui.

Foi o ganhador do concurso “Meu Vinho com Susana Balbo” que foi disputado por 30 blogueiros e jornalistas de vinho, onde o principal objetivo era fazer o seu próprio vinho, usando 5 variedades disponibilizadas pela mais importante e premiada enóloga argentina, Susana Balbo. Seu vinho foi escolhido entre os 30 competidores, numa degustação às cegas pela enóloga e sua equipe, tendo um vinho assinado em conjunto com Susana, o Dominio del Plata Essential Limited Edition 2011.

É Publicitário de formação e foi Diretor de Atendimento de grandes agências como W/Brasil e Lew’Lara/TBWA, tendo passado também por Young & Rubicam, DPZ, Leo Burnett e Publicis. Antes disto, trabalhou na área de marketing da importadora Expand.

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