Publicado em 25/11/2016 às 16h01

Bons Preços, Bons Vinhos e Bons Pratos: Este é o Festival Duo!

NB V8 FACE 300x214 Bons Preços, Bons Vinhos e Bons Pratos: Este é o Festival Duo!

 

Adoro quando pinta coisa nova no pedaço e que ajuda o consumidor nos preços e na variedade!! Começou ontem, O Festival DUO, que a Wines of Argentina, em parceria com as importantes redes de restaurantes RASCAL e NB STEAK e com a Revista Prazeres da Mesa, está promovendo para apresentar as inúmeras possibilidades de harmonização entre os vinhos argentinos elaborados com diversas uvas e os mais variados pratos  de seus cardápios. Algumas das maiores e mais importantes bodegas argentinas estarão presentes nas cartas de vinhos do Festival Duo, que acontece do dia 22 de novembro a 7 de dezembro nas nove unidades do Ráscal e nas três unidades do NB Steak, ambos em São Paulo.

 

 

A idéia é mostrar a versatilidade de diversos estilos e tipos de vinhos argentinos, com alguns dos melhores e mais populares pratos destes 2 restaurantes a preços especiais, abaixo dos que normalmente são praticados em suas cartas regulares.

 

 

No Rascal, os rótulos selecionados, serão oferecidos a preços especiais e com as respectivas harmonizações sugeridas. para os pratos a la carte e do buffet, no almoço ou jantar.

 

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Já no NB, os vinhos também estarão com condições especiais para serem harmonizados com os seus famosos cortes de carnes.

 

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Vale a pena passar não só em um, mas como no outro!

 

Wines of Argentina:

Web: www.winesofargentina.org

Twitter: winesofarg

Facebook: facebook.com/winesofargentina

Instagram: @winesofargentina

 

Rascal:

www.rascal.com.br

 

NB Steak:

www.nbsteak.com.br

 

CHEERS!!

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Publicado em 27/10/2016 às 14h19

Pablo Morandé em Versão NATUREL.

IMG 2864 300x242 Pablo Morandé em Versão NATUREL.
Pablo Morandé é uma figura inquestionável no mundo do vinho chileno. Como seu próprio sobrenome diz, ele é o proprietário da Viña Morandé e que agora tem seu próprio projeto, onde ele tem como princípio, a REinvenção, a REvelação e a REcriação de vinhos que unem velhas tradições como as ânforas de barro com conhecimentos modernos e atuais de produção. Assim, ele criou a Bodegas Re, em conjunto com seu filho Pablo.
Os vinhos, mais do que especiais, e por isso com preços um pouco mais elevados pela pequena e exclusiva produção, são realmente únicos e diferentes, a começar pelos nomes, que vcs verão. E nada melhor que poder provar os vinhos com o criador, explicando um por um, num almoço maravilhoso na nova unidade da Grand Cru (nova importadora dos vinhos de Pablo), no Shopping Morumbi, que tem um restaurante assinado por ninguém menos que o renomado chef Salvatore Loi.
Espumante Re Noir Nature Virgen, é um espumante 100% Pinot Noir, feito pelo método tradicional e que passa 36 meses em contato com as leveduras, o que dá uma complexidade muito legal misturando frutas e os aromas das leveduras, que lembram pão. Um espumante elegante! R$ 475,00.
Re Chardonnoir 2013, é um vinho feito 55% Chardonnay e 45% Pinot Noir. Um vinho branco, mas que tem traços rosas bem leves, quase imperceptíveis. É uma cor muito diferente, pois ele passa 2 anos em contato com as cascas da Chardonnay em grandes barricas. Um processo muito artesanal. R$ 295,00.
Re Pinotel 2015 é um corte curioso de Pinot Noir (95%) e Moscatel (5%). Considerado também um vinho branco, pois ele é vinificado como branco, ele tem uma coloração um pouco mais intensa no rosa, como uma casca de cebola. Aqui, a Moscatel tem papel importante nos aromas de pêssego e maçã. R$ 198,00.
Re Velado 2012 é um vinho 100% Pinot Noir e para se beber de joelhos. Ele é feito como rosé, ou seja, com poucas horas de contato com a pele. Depois, ele amadurece até 3 anos em processo oxidativo, ou seja, em contato com o oxigênio. E isto confere a ele um sabor inigualável, maravilhoso. R$ 465,00.
Enredo 2015. Este, um autêntico vinho laranja. Feito com 2 uvas típicas alemãs, Gewurztraminner e Riesling, numa proporção de 60/40, ele é fermentado em ânforas junto com as cascas por 2-3 meses e depois vai para grandes barris de carvalho, onde passa mais ou menos 8 meses. Um vinho complexo e intenso como os bons vinhos laranja são! R$ 475,00.
Cabergnan 2015, um corte de 90% de Cabernet Sauvignon e 10% Carignan, com uma acidez impressionante. Um vinho que fermentou por longos 2 meses em foudres (tonéis grandes de carvalho), e depois passa 2 anos em garrafa antes de serem lançados ao mercado. Um vinho em que a madeira é muito sutil e a fruta prevalece, c o m uma complexidade impressionante. R$ 295,00.
Re Nace 2013 é um vinho feito 100% Carignan, de vinhas de 1950 e feito de forma absolutamente natural, sem intervenção de processos modernos, filtração, clarificação ou controle de temperatura. Um vinho intenso, com alta e deliciosa acidez e fonal longo, longo. R$ 850,00.
Pra mim, que tenho bebido e gostado cada vez mais dos vinhos com pouca ou nada de interferência, foi uma experiência poder beber e ouvir os vinhos de Pablo Morandé. Não são vinhos baratos, pois são vinhos que exigem muito cuidado e trabalho e produção pequena. Mas valem cada gole!

 

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Publicado em 24/10/2016 às 12h00

Alta Vista: A Mistura da Mentalidade de Champanhe com o Terroir Argentino.

image2 300x300 Alta Vista: A Mistura da Mentalidade de Champanhe com o Terroir Argentino.

 

Patrick d'Aulan é um francês diferente. Nascido em, nada mais, nada menos que na região de Champanhe, sua família tem uma das mais conhecidas casas de champanhe, a Piper-Heidsieck. Porém, ele queria fazer algo diferente. Fã declarado dos vinhos tintos de Bordeaux, ele resolveu se arriscar no hemisfério sul, com uma uva que já foi muito plantada por lá, a nossa tão conhecida Malbec, em 1998. E desde então, a vinícola Alta Vista tem se destacado no mercado local e internacional, pelos excelentes vinhos que tem produzido.

Recentemente, Patrick esteve pela primeira vez no Brasil junto com sua importadora, a Epice, para apresentar seus 3 Malbec Single Vineyard, o Alizarine e o Serenade (ambos de Lujan de Cuyo) e o Temis (Vale do Uco), todos safra 2011. Os 3 vinhos - e todos os outros da Alta Vista - são mais importados pela Epice Importadora. A linha Single Vineyard custa R$ 320,00.
ALTA VISTA SINGLE VINEYARD MALBEC TEMIS 2011: Feito com uvas vinhedos de mais de 70 anos, este vinho mostra bem o caráter mais floral e elegante dos malbecs desta região mais fria.
ALTA VISTA SINGLE VINEYARD ALIZARINE 2011: Feito com uvas de um vinhedo de 1927 em Las Compuertas (Lujan de Cuyo), este vinho já mostra mais a madeira e as frutas maduras.
ALTA VISTA SINGLE VINEYARD SERENADE 2011: As uvas vem de vinhedos de Lujan de Cuyo também, de vinhedos de 1935. Aqui, acho que é uma boa mistura de sensações, pois tem a elegância do Temis e a potência do Alizarine.
Um belíssimo painel que mostra que a tendência dos Single Vineyards argentinos está cada vez mais presente!

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Publicado em 20/10/2016 às 12h00

Alta Vista Alto: A Evolução de um Argentino com Alma de Bordeaux.

image1 270x300 Alta Vista Alto: A Evolução de um Argentino com Alma de Bordeaux.
Uma das grandes alegrias de um enófilo, é poder fazer uma degustação vertical, ou seja, o mesmo vinho de safras diferentes, para ver como foi a evolução deles ao longo do tempo. E quando se pode fazer uma degustação desta com o o dono da vinícola, aí é melhor ainda.
Neste caso, aproveitando a visita do Patrick d'Aulan, a Importadora Epice nos deu a oportunidade de provar 3 safras do ícone da Bodega Alta Vista, o ALTO.
ALTO 2005: 75% Malbec e 25%. Um vinho já com 11 anos e que mostra uma boa evolução, em grande estilo. Acidez muito presente ainda, bom corpo, aromas e sabor que lembram um bom Bordeaux evoluído. Mas ainda com boa vida pela frente.
ALTO 2006: Mesmo corte anterior, vai seguir o mesmo caminho, talvez com um pouco menos de acidez e por isso, deve evoluir mais rapidamente. Hoje, com 10 anos, um vinho bem equilibrado, pronto pra tomar.
ALTO 2009: Um vinhaço! E que com a idade, vai estar melhor que 2005 e 2006. Menos madeira, mais elegante e acidez latente! Atualmente, esta é a safra em comercialização, por R$ 550,00.
Realmente são vinhos que comprovam o poder de guarda dos vinhos argentinos, particularmente, dos blends que acabam se assemelhando muito a bons Bordeaux!

 

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Publicado em 17/10/2016 às 12h42

Vietti: Um Monstro no Piemonte.

IMG 2375 225x300 Vietti: Um Monstro no Piemonte.
O Piemonte é uma região italiana muito famosa pela enogastronomia, principalmente pelas maravilhosas trufas e pelos espetaculares Barolos e Barbarescos, entre outros grandes vinhos. Uma região predominada por colinas e estradas que recortam uma paisagem de tirar o fôlego. E quando pensamos em grandes nomes de lá, um deles vem logo à cabeça, ops, ou à taça: Vietti!
Vietti é uma vinícola quase centenária, fundada por Mario Vietti em 1919 e que hoje tem em seu neto, Luca, o grande responsável técnico da vinícola, que comanda a enologia e os vinhedos. E pude estar recentemente com Mario Cordero, que é tido como um dos grandes e revolucionários enólogos do Piemonte e que trabalha na vinícola desde 1979!
No jantar, realizado com maestria no Restaurante moDi, pude provar 3 dos vinhos que Vietti tem aqui no Brasil através de sua importadora, a Inovini. Foram 3 bons exemplares do que a vinícola pode fazer, dentro de seu portfolio que hoje tem 16 diferentes rótulos e cultiva apenas 5 variedades de uvas: Nebbiolo, Barbera, Dolcetto (Tintas), Arneis e Moscato (Brancas).
Vamos aos vinhos e aos pratos:
Vietti Roero Arneis 2014: Arneis é uma uva que quase desapareceu no período da filoxera e que hoje, na região do Langhe, é a branca mais importante. Este vinho em particular, é bem aromático, leve, com boa acidez e excelente como um aperitivo ou para acompanhar uma entrada leve, como o Purê de Batata Doce, com alho poró ao molho de açafrão e frutos do mar grelhado. O vinho custa R$ 158,00
Vietti Barbera D'Alba Tre Vigne 2013: A Barbera é uma uva maravilhosa, mas que sofre por viver à sombra da Nebbiolo, uva a fama com seus Barbarescos e Barolos. Uma uva que dá vinhos geralmente de bom corpo e excelente acidez. Este especificamente é um belíssimo exemplo do que esperar de um Barbera bem feito. Um vinho com nariz e boca bem intensos, remetendo a terra, ervas e frutas pretas. A madeira também aparece de forma bem discreta, mas dando um bom aporte na estrutura. O prato servido foi um Agnolotti Dal Plin de Leitoa com lentilha verde e cotechino artesanal. Harmonização perfeita em aromas, sabores e estrutura! Vinho custa R$ 160,00.
Por ultimo, a grande estrela da noite, o Barolo Castiglione 2010. Feito com a uva Nebbiolo, uva com cor que chega a se confundir com um Pinot, mas que na boca traz taninos muito marcados e presentes. Os bons Barolos podem durar muitas décadas se bem armazenados e são vinhos que quando muito novos, precisam de um bom tempo para abrir. Este é o Barolo Classico do Vietti. Um vinho que são utilizadas uvas de 11 diferentes vinhedos e passam pelo processo clássico de fermentação. Segundo Mário, 2010 foi uma safra maravilhosa e este vinho deve envelhecer bem por muito tempo ainda. Com o maravilhoso lombo de javali grelhado com crosta de amêndoas e purê de batata e acelga, o vinho cresceu ainda mais!
Pratos maravilhosos, vinhos incríveis e um papo pra lá de interessante com o Mario. As harmonizações, pensadas e executadas pelo chef Diogo Silveira e pelo competente amigo Luis Felipe Campos, consultor de vinhos do moDi, deram um show. Uma noite memorável!

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Publicado em 28/09/2016 às 12h00

Bebi e Gostei: Máscara de Fuego Sauvignon Blanc 2016

t6063977rb 1.jpg Bebi e Gostei: Máscara de Fuego Sauvignon Blanc 2016

 

Vinho: Máscara de Fuego Sauvignon Blanc 2016.

Produtor: Los Boldos.

Origem: Vale do Cachapoal (Chile).

Uvas: Sauvignon Blanc.

Importadora: Zahil.

Preço Aproximado: R$ 53,00.

 

Um típico Sauvigon Blanc Chileno! Assim posso descrever esta novidade no portfolio da Zahil. Um vinho leve, com boa acidez – como era de se esperar – e grande intensidade de aromas bem característicos desta uva: aspargos, maracujá e limão são os mais fáceis de percebermos. Um maravilhoso vinho para se tomar descompromissadamente nun dia quente, à beira de uma piscine ou até mesmo acompanhando algum aperitivo leve ou um queijo de cabra! Bom vinho, bom preço!

 

 

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Publicado em 26/09/2016 às 12h00

Bebi e Gostei: Petit Chablis Maurice Lecestre 2015

petitchablis 85x300 Bebi e Gostei: Petit Chablis Maurice Lecestre 2015

 

Vinho: Petit Chablis Maurice Leicester 2015.

Produtor: Maurice Lecesttre.

Origem:  Chablis (França).

Uvas: Chardonnay.

Importadora: Chez France.

Preço Aproximado: R$ 109,00.

 

Chablis é uma palavra que sucita suspiros profundos em alguns amantes do vinho, principalmente os amantes de vinho branco. Os Chablis são feitos sempre com a uva Chardonnay nesta região, que fica a noroeste da Borgonha. O que muitos não sabem é que, apesar de serem geralmente vinhos caros, principalmente os Chablis Premier Crus, há uma categoria, os Petit Chablis, que são muito mais acessíveis, mas ainda sim, muito bons e que dão uma perfeita noção do que são estes vinhos feitos por lá.

 

Este Petit Chablis feito pelo Maurice Lecestre é uma boa prova disto. Um vinho fácil de beber, de corpo médio, ele é um bom coringa nas harmonziações. Vai bem com queijos em geral (exceto os azuis) e com pratos à base de frutos do mar e peixes. Um vinho tem uma mineralidade bem características dos Chablis e frutas cítricas como limão e lima. Um vinho bem fresco (boa acidez) e sem madeira, o que valorize ainda mais a fruta e o frescor dele. Bom pra tomar agora ou pra esperar mais uns 2-3 anos. Uma grande descoberta, a um preço bem honesto!

 

 

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Publicado em 23/09/2016 às 12h00

Le Jaja de Jau: De Volta ao Brasil!

IMG 2609 280x300 Le Jaja de Jau: De Volta ao Brasil!

 

Recentemente estive provando algumas das novidades do portfolio da Importadora Zahil e me encantei com um velho conhecido dos brasileiros, mas que há muito tempo não apareceia por aqui. Os vinhos Le Jaja de Jau, da região de Cote du Roussilon (Sul da França) vinham para o Brasil nos anos 80/90 e depois pararam de ser importados. E agora voltam através da Zahil. Na linha, compost pelo Vermentino, Sauvignon Blanc, Syrah e Cabernet Sauvignon, a proposta é bem clara: Ser vinhos fáceis de beber a custos acessíveis. E eles conseguiram. Provei os 4 vinhos, mas 2 deles me chamaram mais a atenção: O Vermentino e o Syrah.

 

O Le Jaja de Jau Vermentino 2013 é um vinho complexo e diferente. Vermentino é uma uva muito plantada na região da Sardenha (Itália), mas que nos últimos anos tem sido cada vez mais plantada na França, especialmente em Languedoc-Roussilon. É a uva branca da moda por lá. Este vinho é fácil de beber, com excelente acidez, toques cítricos e de flores brancas. Um vinho que combinado com um prato de frutos do mar, casa maravilhosamente bem.

 

O Le Jaja de Jau Syrah 2013 me impressionou também pela complexidade, poise eu esperava um syrah alcoólico, cheio de fruta madura. Este vinho tem a pimento do reino característica desta uva, mas tem aromas e sobres que vão além. Uma deliciosa combinação de aromas que lembram cereja, cravo e couro, com boa acidez e bom final, durando bem na boca.

 

O Cabernet Sauvignon e o Sauvignon Blanc já são mais comuns, mas valem o que custam. Então, os destaques, pra mim, ficam com o Vermentino e com o Syrah. Bola dentro da Zahil!

 

 

 

 

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Publicado em 21/09/2016 às 12h00

Bebi e Gostei: Máscara de Fuego Cabernet Sauvignon 2014

bot mascaradefuego cabernet sauvignon 2 212x300 Bebi e Gostei: Máscara de Fuego Cabernet Sauvignon 2014

 

Vinho: Máscara de Fuego Cabernet Sauvignon 2014.

Produtor: Los Boldos.

Origem: Vale do Cachapoal (Chile).

Uvas: Cabernet Sauvignon.

Importadora: Zahil.

Preço Aproximado: R$ 53,00.

 

Sabe aquela alegria que vc tem ao encontrar um bom vinho e ver que ele não é caro? Então, esta foi a minha sensação ao provar os vinhos desta nova linha do Chateau Los Boldos, que serao trazidos pela Zahil.

 

O Máscaras de Fuego Cabernet Sauvignon mostra aquilo que eu já venho falando há algum tempo: Os vinhos chilenos estão mudando. Saem as bombas de frutas enjoativas cheias de madeira e entram os vinhos mais frescos, sem tanta madeira e mais equilibrados. Este Cabernet Savignon é uma grande prova disto, mesmo custando pouco mais de R$ 53,00. Encorpado, ele é um cabernet chileno bem típico com aromas e sabores que lembram frutas pretas e vermelhas, como ameixa e cereja, pimento do reino e uma sutil presence de madeira. Um vinho com ótima acidez e bom final. Uma grande surpresa!

 

 

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Publicado em 19/09/2016 às 11h20

Santa Rita: Um Gigante com Qualidade Artesanal.

IMG 2602 225x300 Santa Rita: Um Gigante com Qualidade Artesanal.

 

Este nome é mais do que conhecido no Brasil, assim como o de tantas outras "Santas" do vinho que pairam por aqui. E aqui vai um primeiro conselho: Apesar de muitos vinhos "Santa Alguma coisa" serem vinhos de entrada, mais baratos e mais simples, não quer dizer que eles sejam vinhos de má qualidade. Muita gente tem preconceito com relação a isso, então abram a cabeça e a garrafa!

Voltando ao assunto principal, Santa Rita é uma das maiores e mais famosas vinícolas chilenas. Tem uma produção anual de mais ou menos 80 milhões de litros, focados em vinhos de qualidade. Para produção interna, no Chile, são os maiores!

Recentemente, a convite da Wine Brands, importadora da Santa Rita no Brasil, pude conversar com o enólogo Andrés Ilabaca, que levou algumas preciosas garrafas que vou contar um pouco aqui pra vcs.

O primeiro vinho que provamos foi o Medalla Real Chardonnay 2015, um vinho muito elegante e equilibrado, que apesar de fermentar e amadurecer em barricas durante 8 meses, não se sente a madeira como poderíamos pensar. Muita mineralidade, por vir de uma região muito próxima ao mar (Valle de Leyda), além de frutas como abacaxi e pêssego. Um vinho de R$ 149,00.
O Casa Real 2011 é um dos vinhos mais conhecidos do Chile. 100% Cabernet Sauvignon, de uvas vindas de Alto Jahuel. O vinho passa 15 meses em barricas, mas de novo, não parece. Um vinho de 5 anos, ainda um bebê, muito novo, com um potencial de guarda gigante. Muita fruta madura, como goiaba e cereja, ótima acidez, que mostra a evolução do vinho chileno, buscando vinhos mais frescos. Um vinhaç, infelizmente pra poucos por conta do preço: R$ 746,00 - Mas vale pontuar que no Chile ele também é considerado um vinho caro.

O Triple C é um vinho que conheci em 2005 quando fui ao Chile. Um corte de 3 uvas "C": Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon e Carmenère. Um blend bem bacana e que pelo que provamos, está evoluindo maravilhosamente bem. O 2008 (65% Franc, 20% Sauvignon e 15% Carmenère) é mais novo (8 anos), mas mesmo assim, aguenta um bom tempo de garrafa. Ele já remonta àquele velho estilo Chileno de muita extração, frutas sobre-maduras e menos acidez. Diga-se a verdade, um estilo que conquistou o brasileiro e ainda arrasta muitos admiradores. Mas é um estilo que o próprio Andrés concordou comigo quando o questionei se o Chile de fato está mudando o estilo para vinhos mais frescos e de menos extração. O Triple C atualmente à venda é a safra 2011, que custa R$ 426,00.

Quando fui ao 2006, já esperava, ou melhor, tinha certeza que viria algo no mesmo estilo que o 2008, mas um pouco mais evoluído. Ledo engano engano! Pra minha surpresa, pouca fruta madura e extração e mais elegância, mais herbáceo. Um vinho, na minha opinião, mais equilibrado e agradável que o 2008.

Já o 1997, este é um vinho que habita outro mundo. Aqui, os aromas e sabores de couro e fruta seca o fazem algo incomparável aos outros. Ainda com boa acidez, ele se parece muito com um Bordeaux. Uma honra poder provar este vinho!

Seguindo a tendência de menos extração e mais frescor, a Santa Rita mostra que qualidade e quantidade podem andar juntas. E no caso deles certamente andam!

 

 

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Perfil

André Rossi (Déco), 37 anos, é formado pelo instituto inglês Wine & Spirits Education Trust (WSet) nos níveis 1 - Foundation, 2 - Intermediate e 3 - Advanced, cursados em Nova York. Atualmente está cursando o quarto e último nível do WSET, o “Diploma”.

É também um dos únicos cinco Brasileiros residentes no país a ser credenciado como Professor deste mesmo WSet, tendo sido aprovado pelo WSet Educator Training Program 2011, em Nova York.

Editor e Idealizador do Blog EnoDeco, que é hoje o blog oficial de vinhos do portal R7, um dos blogs de vinho mais acessados do Brasil, e que já foi indicado pelo Guia 4 Rodas 2009 como um dos 10 melhores eno-blogs do Brasil.

Colunista da Revista Cool Magazine, da Revista Online Bloggers e também Editor de Vinhos da 4a. Edição do Flavour Guide , projeto anual do crítico gastronômico Josimar Melo. É jurado e avaliador de vinhos de vários eventos e revistas especializadas.

Há 2 anos é o Relações Públicas da Wines of Argentina (WofA), associação das melhores e principais vinícolas argentinas, sendo o responsável pela comunicação, eventos, degustações e todas as ações que a WofA faz em todo o Brasil, para divulgar e comunicar o vinho argentino por aqui.

Foi o ganhador do concurso “Meu Vinho com Susana Balbo” que foi disputado por 30 blogueiros e jornalistas de vinho, onde o principal objetivo era fazer o seu próprio vinho, usando 5 variedades disponibilizadas pela mais importante e premiada enóloga argentina, Susana Balbo. Seu vinho foi escolhido entre os 30 competidores, numa degustação às cegas pela enóloga e sua equipe, tendo um vinho assinado em conjunto com Susana, o Dominio del Plata Essential Limited Edition 2011.

É Publicitário de formação e foi Diretor de Atendimento de grandes agências como W/Brasil e Lew’Lara/TBWA, tendo passado também por Young & Rubicam, DPZ, Leo Burnett e Publicis. Antes disto, trabalhou na área de marketing da importadora Expand.

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