Publicado em 30/06/2009 às 15h36

Mais um capítulo na discussão das rolhas.

 Mais um capítulo na discussão das rolhas.Vem aí mais um capítulo na infindável discussão sobre rolhas sintéticas e rolhas de cortiça: A rolha de vidro!

O famoso fabricante australiano Penfolds está testando um novo sistema de rolhas de vidro. De acordo com Peter Gago, produtor chefe da empresa, o desenvolvimento do novo lacre, que ainda está seus primeiros passos, pode começar a render frutos em um período de dois ou três anos.

"Elas serão muito diferentes", afirma Gago, fazendo uma comparação com as rolhas Vino-Lok glass, utilizadas por produtores alemães, que têm um anel de silicone entre o rótulo e o topo da garrafa. "O vidro será sinterizado, feito com um tecido microscópico que permitirá a passagem de oxigênio".

Gago entende que isto vai imitar a natureza porosa da tradicional cortiça. Essa troca de oxigênio, afirma, é essencial para o envelhecimento do vinho fino. Outra vantagem deste modelo de vedação, sustenta, é a possibilidade de se poder detectar um eventual problema de vazamento em vinhos antigos, o que, com rolhas herméticas, não seria possível.
Agora é esperar os resultados e incluir a rolha de vidro nas discussões, sempre inconclusivas, sobre que tipo de rolha que é melhor...

CHEERS!!
Publicado em 30/06/2009 às 15h23

Mais premiações brasileiras

 Mais premiações brasileirasDepois de ter conquistado 11 medalhas no Vinalies Internationales, seis na 16ª edição do Concurso Chardonnay du Monde e sete no Concurso Challenge International du Vin, agora foi a vez dos vinhos do Brasil ampliarem o ranking com mais três prêmios no Concurso Les Citadelles du Vin. Um vinho tinto, um vinho branco e um espumante conquistaram o Troféu Prestige, equivalente a Medalha de Bronze.

Realizado em Bordeaux, na França, de 13 a 15 de junho, o concurso, que está em sua 9ª edição, reuniu 887 amostras de 27 países, onde foram degustadas por 45 degustadores internacionais. O diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo Júlio Meneguzzo, representou o Brasil no evento. Segundo ele, a avaliação foi baseada em descritores aromáticos, empireomáticos, estrutura, potência, estilo, evolução e defeito. “Cada vinho foi analisado dentro dos padrões internacionais seguindo a ficha de degustação da Organização Internacional da Uva e do Vinho e da União Internacional de Enólogos”.

O concurso contou com o apoio da Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV).

VINHOS PREMIADOS

Troféu Prestige (Medalha de Bronze)
- Miolo Seleção Tinto 2008
- Peterlongo Espumante Brut Presence 2008
- Salton Virtude Chardonnay 2008
CHEERS!!
Publicado em 30/06/2009 às 12h52

Histórias Contadas pelos Rótulos

Porto+Po%C3%A7a+e+Republica Histórias Contadas pelos Rótulos

Vinho do Porto Poças Vintage 1995

Um rótulo moderno e já clássico. Os tradicionais terraços do Douro ganham vida, nos leves traços do artista. Um rótulo, limpo, claro, mas com uma mensagem completa.
Vinho do Porto Republica

Em 1910 é proclamada a República em Portugal, esta Casa homenageou a data com uma mulher simbolizando a República.

CHEERS!!
Publicado em 29/06/2009 às 16h38

Catálogos e News das Importadoras: News Expand – Junho 09

 Catálogos e News das Importadoras: News Expand   Junho 09Sempre querendo inovar e tornar o blog mais informativo e bacana para vcs, vou inaugurar mais uma seção nele. Será chamada "Catálogos e News das Importadoras". Sempre que eu receber catálogos novos, Newsletters mensais ou qualquer outro tipo de informe das importadoras sobre as novidades ou destaques nos portfolios deles, vou escrever para vcs minhas impressões, opiniões e destaques. E começo pela Newsletter de Junho da Expand!

A capa da News já mostra o destaque ao excelente, premiado e renomado produtor Etienne Guigal. Ele realmente produz vinhos maravilhosos ao norte da região do Rhone, mais especificamente em Côte Rotie. São vinhos de diversas faixas de preço e a maioria deles bem pontuados. O Cotes du Rhone 2004 dele é um custo benefício maravilhoso que levou 87 pontos da WS. Um vinho que certamente parece mais caro do que ele é pela sua estrutura e intensidade e que vale cada centavo dos R$ 68,00. Indo mais "pra cima" dizem que é estupendo o Côte Rotie 2004 (R$ 348,00) dele. Nunca tomei, mas um amigo meu já tomou de outra safra e disse que é um vinho incrível. Levou 91 pontos da WS. Ainda tem o Chateuneuf du Pape, um Cotes du Rhone Rosé e o Condrieu Branco.

Na lista de destaques, vale comentar sobre o Amelia Chardonnay da Concha y Toro (R$ 146,00), o Enate Crianza, que é um corte de Tempranillo e Cabernet Sauvignon (R$ 79,00) e subindo bem mais "o sarrafo", o renomado e famoso Barolo do Giacomo Conterno 2003 (R$ 750,00) que já ouvi falar maravilhas...

E por último, vale destacar a promoção de 20% de desconto nos vinhos da pequena, mas já premiada vinícola Argentina Achaval Ferrer, com seus vinhos Malbec, Quimera e Finca Mirador.
CHEERS!!
Publicado em 28/06/2009 às 22h39

Uma viagem ao mundo Grand Cru – Parte 1

 Uma viagem ao mundo Grand Cru   Parte 1Como havia comentado com vcs, na última 2ª. Feira fui convidado pela Grand Cru para um passeio pelo mundo do vinho através do Grand Tasting, no Hotel Renaissence. Foram 8 diferentes estações temáticas em uma noite especial. Uma estação vertical com 3 vinhos de anos diferentes; Uma outra estação com Syrahs de 4 países diferentes; outra estação com vinhos TOPS de corte de diferentes países; uma com Pinot Noirs de várias partes do mundo; outra com achados, vinhos de excelente custo-benefício e uma última com os grandes malbecs do catálogo deles.

Vou relatar abaixo os destaques para mim, afinal, se eu parar para relatar vinho por vinho, não saio daqui hoje, pois foram dezenas de vinhos deliciosos e algumas grandes surpresas. Mas mesmo assim, para não ficar um texto muito grande, vou dividir em 2 posts diferentes. Ainda esta semana postarei a segunda parte.

Verticais: Para mim, o destaque fica para o Casa Real 1995, que se mostrou quase que um grande Bordeaux. Um vinho sensacional, que já demonstra sua idade, mas que ainda tem muita estrutura e persistência. Fora ele havia um 1997 e um 1998 que estavam incríveis também, mas aquém do 1995.

Syrahs: Um vinho que levou nada menos que 97 pontos de RP não poderia ficar de fora e nem poderia deixar de ser o melhor! O St. Joseph Georges Vernay 2006, do “Vale dos Syrahs”, o Rhone tinha um nariz e uma boca impressionantes. Um vinho daqueles que falamos que é de “meditação”. Pelo que ele mostrou , o custo dele de R$ 183,00 não é tão proibitivo, apesar de ser alto para os nossos padrões. A surpresa para mim vem do Vale do Limari, no Chile que é o Tabali Reserva Especial Syrah 2007. Apesar de ainda alcoólico, tem um nariz profundo e delicioso. E a grande decepção foi o Glen Carlou 2005, que foi eleito o melhor vinho do ano da Africa do Sul. Ele é fraco, sem estrutura, apesar de aromático.

Cortes TOPS: Competindo com ícones como Altair (Chile), Quinta do Noval (Portugal), Ornellaia Le Serre Nouve (Itália), entre outros, o campeão dói o Quinta da Sardonia 2004, espanhol que levou 96 pontos de Parker. Um vinho incrível, aromático, moderno mas com traços de tradição, um típico espanhol que ficou na boca por muito tempo. Mas talvez a grande decepção da noite foi um dos que eu mais esperava, o Brancaia Il Blu 2006, um italiano aclamado por muitos, com 95 pontos do Parker. Achei um vinho simples, alcoólico e aquém do todos falam. Talvez ele precise ser bebido com calma e com tempo para decantar, é verdade. Mas no evento, ele foi bem inferior aos seus concorrentes. Quem sabe em outra ocasião eu não me surpreenda com ele. E aí vou ter que contar a vcs...

Pinot Noir do Mundo: Uma estação fascinante, que tem como ícone a região da Borgonha. Mas que revelou grandes descobertas. O Tabali Reserva 2007 vem como um ótimo custo benefício, seguido da surpresa neo-zelandesa Saint Clair Pioneer Block 5 2007. Este último vinho mostrou uma elegância, um nariz e uma boca acima do que eu esperava. Fruta pura, como é a característica desta uva, com uma madeira redonda, sem excessos e uma acidez talvez um pouco alta, mas que seu um toque diferente no vinho. Mas o grande vinho foi o Morey St. Denis 1er. Cru 2005. Mais um vinho de meditação, fácil de beber, elegante, fino...um clássico que foi aberto de última hora, mas que valeu a pena ter tido a sorte de beber.
Semana que vem tem mais...

CHEERS!!
Publicado em 25/06/2009 às 21h24

Vinho da Semana – Salentein Pinot Noir 2004

 Vinho da Semana   Salentein Pinot Noir 2004** Salentein Pinot Noir 2004**
Produtor: Salentein

Origem: Mendoza (Argentina)
Uvas: Pinot Noir
Safra: 2004
Importadora no Brasil: Zahil
Preço Aproximado: R$ 73,00

Esta tradicional vinícola argentina produz vinhos de várias faixas de preço e esta linha é a intermediára e com um ótimo custo-benefício. Vinhos estruturados e persistentes. Este Pinot Noir é a típica expressão desta uva, com um nariz bem frutado e uma boca com madeira e apesar de ser um 2004, ainda um alcool bem presente. Alcool que certamente os vinhos mais tops da vinícola como o Numina e o Primus, não tem, pois eles ganham em estrutura e o alcool fica em segundo plano. Uma ótima compra, mesmo que sejam das outras vairdades da linha (Malbec, Merlot e Syrah).

CHEERS!!
Publicado em 24/06/2009 às 12h24

2 países, 2 safras o mesmo problema.

 2 países, 2 safras o mesmo problema.Itália

O renomado produtor piemontês Bruno Giacosa informou que não irá engarrafar seus Barolos e Barbarescos da safra de 2006. Segundo seu agente na Inglaterra, ele acha que estes seus vinhos não atingiram os padrões mínimos necessários. A decisão será um sacrifício financeiro considerável. O vinho será vendido como "sfuso" (não engarrafado) para outros negociantes. Os Barbarescos de 2007 deverão ser postos à venda em fevereiro ou março de 2010.

Australia
A colheita catastrófica de uvas tintas no Hunter Valley, Austrália, fará com que duas vinícolas, Tyrrell e Hope Estate, não engarrafem seus vinhos tintos da safra 2008. A perda da safra na Tyrrell, causada por excesso de chuva, é estimada em 20.000 caixas com custo de AUD$400.000,00. Estima-se que a devastadora colheita tenha forçado muitos pequenos produtores da região a desistir da vinicultura.

Seria um sintoma do aquecimento global, em diferentes anos e diferentes regiões do planeta?

CHEERS!!
Publicado em 23/06/2009 às 21h53

Lote 43 2005 e Terroir 2008

 Lote 43 2005 e Terroir 2008 Uma notícia que é sempre esperada pelos enófilos que gostam de conferir a qualidade dos vinhos nacionais acaba de sair: A Miolo iniciou a pré-venda de dois de seus principais produtos que chegarão ao mercado em julho deste ano: o Miolo Lote 43 2005 e o Merlot Terroir 2008, ambos já considerados os melhores vinhos tintos do Brasil e exportados para países da Europa e Estados Unidos.

A pré-venda está disponível exclusivamente através da loja virtual no site: http://www.miolo.com.br/ e Televendas 0800 970 4165. A entrega será realizada após 06/07/09.

A safra do Miolo Lote 43 o torna ainda mais especial. O clima seco que atingiu a região em 2005, durante todo o período de maturação das uvas, garantiu as condições climáticas ideais para a colheita das frutas, atingindo altas graduações de açúcares (grau babo entre 20 e 24), bem acima da média registrada em outros anos, proporcionando vinhos mais aromáticos, com graduações alcoólicas naturais de 12% a 14%, também mais encorpados e agradáveis ao paladar.

O preço da caixa com seis garrafas de 750 ml é R$ 474 e R$ 419 a garrafa Matusalém, de seis litros. Elaborado somente em safras excepcionais, o Miolo Lote 43 é um corte de Cabernet Sauvignon e Merlot de uvas cultivadas na área que leva o nome do vinho.

O Merlot Terroir 2008 foi envelhecido 12 meses em barricas novas de carvalho francês e em garrafas em caves climatizadas. Seu destaque é o perfeito equilíbrio entre as sensações olfativas e gustativas. A uva merlot é uma das variedades que mais se adapta à região do Vale dos Vinhedos. Este é o projeto que recebe consultoria de Michel Rolland. O valor da caixa com seis garrafas de 750 ml é R$ 417.

CHEERS!!
Publicado em 22/06/2009 às 17h09

Dicas Argentinas

Bandeira+Argentina+Vinho Dicas ArgentinasRecentemente recebi 3 ligações de pessoas que estão indo para Buenos aires ou outra cidade na Argentina e queriam dicas de vinhos que valem a pena trazer. Fiz uma lista de vinhos TINTOS que eu gosto e julgo serem ótimos custo-benefício. Vinhos que aqui custam acima de R$ 80,00 e que lá vão sair pela metade do preço. Ou menos.

Os preços que coloco ao lado de cada vinho são os preços das importadoras e em alguns casos, o preço que achei fazendo algumas consultas via Web.

Então, seguem algumas sugestões! Aproveito para deixar aberto a qualquer um que queira contribuir com a lista e acrescentar alguns rótulos, podendo ser brancos e rosés também! Depois posso reeditar a lista e postar com as atualizações!

E desde já começarei uma lista parecida de Tintos Chilenos, pois acho que tem ido muita gente pra lá também! Para isto, além das minhas opiniões, pedirei dicas ao amigo e colunista Felipe Kaufmann (Felipão, podes me ajudar??), que já morou lá e tem excelentes "achados".

Vamos lá:

· Afincado Malbec 2005, R$ 240,00
· Angélica Zapata Malbec 2004, R$ 107,00
· Caro 2006, R$ 130,00
· Catena Alta Malbec 2005, R$ 124,00
· Catena Zapata Estiba Reservada 2003, R$ 235,00
· Cheval des Andes 2002, R$ 320,00
· Cobos Bramare 2004, R$ 183,00
· Doña Paula Selecion de Bodega Malbec 2005, R$ 216,00
· Yacochuya Malbec 2002, R$ 232,00
· J. Alberto 2006, R$ 130,00
· Lindaflor Malbec 2004, R$ 190,00
· Mendel Unus, R$ 195,00
· Luca Beso de Dante 2006, R$ 138,00
· Luca Malbec 2007, R$ 89,00
· Luca Pinot Noir 2007, R$ 89,00
· Luca Syrah 2007, R$ 81,00
· Luigi Bosca Gala 1 2005, R$ 130,00
· Achaval Ferrer Quimera 2003, R$ 170,00
· Zuccardi Q Tempranillo
· Família Zuccardi 2005, R$ 90,00
· Zuccardi Zeta 2004, R$ 140,00
· O. Fournier A Crux, R$ 158,00
· O. Fournier B Crux, R$ 83,00
· O.Fournier Syrah 2004, R$ 282,00
· Primus Salentein Malbec 2003, R$ 270,00
· Salentein Numina 2003, R$ 135,00
· Val de Flores 2003, R$ 232,00
· Vistalba Corte A, R$ 130,00
. Vistalba Corte B, R$ 90,00

Espero que aproveitem e...

...CHEERS!!

Publicado em 19/06/2009 às 12h41

Quanto ganham nossas importadoras?

 Quanto ganham nossas importadoras?Recebi recentemente um e-mail que dizia que uma determinada pessoa (Não sei quem, mas se algué souber e puder me falar, agradeço!) andou fazendo um levantamento de quanto as importadoras brasileiras colocam de margem em cima dos vinhos importados. O resultado, digamos, é assustador! Vou colocar abaixo os principais pontos do texto, para que possam ter noção do trabalho que foi feito por esta pessoa. Verdade ou não, é bom sabermos. Não há muito o que fazer e nem alternativas para comprarmos vinhos mais baratos, exceto quando viajamose trazemos de fora. Mas achei interessante dividir com os amigos.

Que os consumidores brasileiros pagam bem mais do que os pobres consumidores americanos pelo mesmíssimo vinho importado, não é nenhuma novidade! O que eu não sabia - e acredito que a maioria dos nossos leitores também não - é quanto se paga a mais!

O método de análise:
"Comparar os preços praticados por algumas de nossas principais importadoras de vinhos com os preços encontrados no site Wine Searcher, que lista o valor cobrado pelas lojas virtuais americanas. Foram mais de 120 vinhos consultados"
- Ecolha das importadoras das quais tinha o preço disponível, seja por catálogo, seja pela Internet; foram 13 importadoras analisadas;
- Levantamento do preço de 10 vinhos de cada uma delas;
- Foram escolhidos escolhi, sempre que possível, os vinhos de média para alta gama;
- Não foi considerado nenhum vinho dos Estados Unidos (já que queria comparar preços de vinhos importados nos dois países) e nem da França (pela dificuldade de identificar, perfeitamente, o vinho procurado);
- Para calcular o preço do mercado americano, fez-se a média dos 3 menores valores encontrados no Wine Searcher; Quando não havia 3 preços, fez-se a média dos 2 menores valores;
- Os preços do Wine Searcher não incluem os impostos, portanto acrescentou-se 6,5% (imposto nos EUA) ao preço americano.
- Só foram comparados vinhos iguais e de mesma safra;
- Ao final, fez-se uma classificação, por importadora, da diferença entre os preços aqui praticados com os preços praticados por lá. O resultado obtido me trouxe algumas confirmações e algumas gratas surpresas! Vejam a tabela abaixo.
- É bom ressaltar que a análise não empregou as técnicas estatísticas adequadas e, portanto, não representa mais do que está explicitamente apresentado: o percentual médio de divergência dos preços cobrados no Brasil com os preços cobrados nos Estados Unidos apenas para os vinhos analisados.

Wine Cellar- 50,4%
Zona Sul - 74,7%
Mistral - 111,2%
Vinci - 149,1%
Reloco -159,8%
Decanter - 170,0%
Grand Cru - 194,9%
World Wine - 209,5%
Zahil - 223,7%
Expand - 235,5%
Península - 270,2%
Terroir (c/ descontos) - 282,1%
Enoteca Fasano - 290,2%
Terroir (preço de lista) - 437,0%

CHEERS!!

Perfil

André Rossi (Déco), 35 anos, é formado pelo instituto inglês Wine & Spirits Education Trust (WSet) nos níveis 1 - Foundation, 2 - Intermediate e 3 - Advanced, cursados em Nova York. Atualmente está cursando o quarto e último nível do WSET, o “Diploma”, curso este que tem duração de 2 a 3 anos e é preparativo para o Instituto Master of Wine
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