7
fev
2013

SOBRE A COLUNA DE HOJE DO PALADAR (ESTADÃO) PELO LUIZ HORTA…

Postado por andrerossi às
11h38

horta 300x57 SOBRE A COLUNA DE HOJE DO PALADAR (ESTADÃO) PELO LUIZ HORTA...

 

Amigos, sou fã confesso dos textos de Luiz Horta já faz um bom tempo. Mesmo antes de começar profissionalmente no mundo do vinho e quando esta bebida era apenas um hobby. Hoje continua sendo um hobby, mas também o meu ganha-pão. E ganha-vinho. Leio religiosamente todas as quintas-feiras a coluna do LH e sempre aprendo algo ou se ela não for muito didática, ela vai certamente me ajudar a descobrir algum vinho novo. Mas pela primeira vez, hoje, li a coluna e ela não me "ensinou nada" e também não me indicou nenhum vinho novo. Fato inédito nestes anos todos que venho acompanhando seus textos descontraídos, leves e saborosos. Explico: A coluna dele de hoje não tinha nenhum tom mais didático, mais teórico. E todos os vinhos que ele indica lá eu já conheço. Mas então este texto é para dizer que eu sou muito bom e que não me acrescentou nada? E a resposta é "NÃO" em letras maiúsculas mesmo! Como falei, os textos dele sempre me acrescentam algo...

 

 

A coluna dele hoje sobre Pinot Noir é bem oportuna, afinal estamos no verão, apesar do tempo parecer que não entendeu isto ainda, e estes tintos são ideais para esta época do ano. Leves, frutados em sua maoiria (à exceção de alguns Borgonhas e outros Pinots mais velhos, que seu caráter mineral e de aromas que fogem às frutas maduras predominam) e fáceis de tomar.

 

 

Mas o que eu de fato queria comentar é sobre os vinhos que ele cita: Marques de Casa Concha Pinot Noir, Clos de Fous, Leyda Reserva Pinot Noir, Aquitania Sol de Sol Pinot Noir e Undurraga TH. Gosto muito de todos eles, mas como o Horta comentou, o Clos de Fous (Vinho do homem-tatu Pedro Parra, conhecido também como Dr. Terroir) é especial, diferente. Me encantei com este vinho quando tomei no final do ano passado, apesar da intensidade que vai bem além dos tradicionais Borgonhas, que são os vinhos ícones feitos com esta uva. Mas é uma questão de proposta, de estilo, um estilo novo mundo que anda invadindo os novos Pinots por aí. Uma prova disto é que em recente visita minha a uma vinícola pequena da patagonia argentina, o jovem enólogo comentou que colocava "duelas" (são placas de carvalho ficas dentro dos tanques de aço inox) nos pinots daquela vinícola para dar cor e intensidade ao vinho! Particularmente tenho que confessar que achei meio absurdo (não só eu, mas outros jornalistas que estavam comigo também acharam), mas cada um faz o que acha certo…

 

 

O Undurraga TH Pinot Noir é outro que adoro e acho um vinhaço. Queria ver uma degustação às cegas dele com o Aquitania Sol de Sol Pinot e com o Clos de Fous. Seria um páreo duro, briga de gigantes do novo mundo pinótico. Aí vem o Marques de Casa Concha. Um belo vinho também, mas acho que o preço não vale o que custa. Pagaria uns R$ 80,00 por ele e acho que estariam bem pagos. Parênteses para o preço do Clos de Fous que também poderia ser mais em conta. Uns R$ 120,00 estaria de bom tamanho. E por último o melhor custo-benefício para mim: O Leyda Reserva Pinot Noir é um belíssimo vinho para sua faixa de R$ 50,00. Uma excelente opção para quem quer um bom pinot a um custo acessível!

 

 

Por último então, queria mais uma vez agradecer ao Luiz Horta pela coluna e por ter me proporcionado, sem querer, uma experiência diferente ao ler a sua coluna de hoje. E em breve falarei sobre uma conversa curiosa que tivemos via Facebook sobre o consumo de Jerez pelos brasileiros...

 

 

CHEERS!!

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