Publicado em 15/04/2015 às 08h30

Guaspari: Construindo uma História Inovadora e de Sucesso.

 

 

Recentemente fui conhecer um projeto que estava curioso para conhecer e que realmente me encantou como eu achava que seria.

 

A Vinícola Guaspari se instalou em Espírito Santo do Pinhal (SP) em uma região conhecida por seus cafés de alta qualidade. Depois de muito investimento (http://www.vinicolaguaspari.com.br) em pesquisas, o projeto começou em 2006. Hoje, 9 anos depois, eles estão colhendo frutos - não só as uvas - que estão surpreendendo o mercado. As principais uvas plantadas são Syrah, Sauvignon Blanc, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Chardonnay. Ainda há algumas parcelas com Pinot Noir, Viognier e Petit Verdot, totalizando mais de 50 hectares plantados.

 

Uma das grandes inovações do projeto da Vinícola Guaspari é a da colheita no inverno, quando o clima é o ideal, sendo semelhante ao das grandes regiões vinícolas do mundo, com boa amplitude térmica e poucas chuvas. A colheita no inverno é possível devido ao manejo de dupla poda: ao invés de uma só poda, são feitas uma poda de formação (imediatamente após a colheita) e, depois, uma poda de produção. Outro grande fator é a altitude que varia de 1.100 a 1.300 metros e ajuda a amplitude térmica a desempenhar pela fundamental no ciclo das videiras.
Mas isto só foi possível com muito investimento e a consultoria de competentes profissionais vindos de Portugal, dos Estados Unidos, do Chile e da Austrália.

 

 

A primeira colheita comercial foi em 2012 e hoje a produção que foi de de 600.000 kg de uva para a safra 2014, tem previsão de 120.000 kg pra 2015.

Sobre os vinhos:

Provei 8 vinhos, sendo 2 Sauvignon Blancs comerciais (R$89,00), de vinhedos diferentes. O  Sauvignon Blanc Vista do Vale 12 - Altitude de 1.205 mth: Tem um verde bem marcado e menos fruta, lembrando um Sauvignon Blanc da Nova Zelândia. Mas este verde muito intenso me fez gostar mais do Sauvignon Blanc Vista da Vinicola 13 - Altitude 875 mts pois tem mais fruta, e um verde mais sutil. Os dois com ótima acidez!

 

Os 6 vinhos restantes foram os syrahs, de anos diferentes, mas vou me ater ao que me encantou, que foi o Syrah Vista do Cha 11 (R$ 129,00): Um baita syrah, que se colocado às cegas com outros de países e regiões mais tradicionais, com certeza vai dar nó na cabeça e no paladar de muita gente! Um vinho com Fruta bem madura, madeira bem aparente, mas sem excessos, acidez perfeita e um final longo!!

 

Junto com ele, posso destacar também o Syrah Vista da Serra 11 (R$ 129,00), que é mais potente, mais tânico, mais verde e parece ter mais guarda que o Vista do Chá. Mas também um vinhaço pra se beber agora!

 

 Guaspari: Construindo uma História Inovadora e de Sucesso.

 

Não tenho a menor dúvidas que o projeto vai crescer mais rápido do que se pensa e que eles apostaram e estão escrevendo uma nova história na vitivinicultura brasileira com uma nova região e também pelas inovações do calendário invertido. Parabéns Marina e Paulo Brito, pela ousadia, investimento e profissionalismo! O vinho precisa de gente e de projetos assim!

 

 

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Publicado em 13/04/2015 às 08h30

Paul Mas: Vinhos Sérios e Divertidos!

image 300x224 Paul Mas: Vinhos Sérios e Divertidos!

 

Paul Mas é um produtor que apesar do tamanho (tem uma produção de mais de 2 milhões de caixas), trabalha o campo e os vinhos como se fosse um pequeno chateaux. Ou seja, muito cuidado e critério em todo o processo. E mais, mesmo com este tamanho todo, Paul Mas é um produtor organico, fato que impressiona pois se já é trabalhoso ser orgânico com uma produção  pequena, imaginem só com um tamanho deste. Hoje, quase toda a produção é certifcada organica e de acordo com Guillaume Borrot, enólogo-chefe da vinícola e que esteve no Brasil para um almoço com alguns jornalistas, o projeto de Paul Mas é de ter em 2016, 100% dos vinhedos certificados.

A região de Paul Mas, o Languedoc, é uma região que vem crescendo muito em qualidade e importâcia e tem produzido vários estilos de vinhos, desde os mais tradicionais estilos "Velho Mundo" até os mais modernos vinhos, cheios de estrutura e extração. No caso do Paul Mas, seus vinhos tem um pé lá e um pé cá, tendo personalidade e qualidade.

Um bom exemplo é o Mas de Mas Picpoul de Pinet 2013. Feito com a uva Picpoul, que pouca gente conhece, não leva madeira e tem muita fruta como pêra e pêssego e ótima acidez. Pra mim, parece um viognier sem madeira e com fruta bem madura. Custa R$ 99,80.

Carignan é uma uva muito plantada na região e que tem demonstrado muito potencial nos vinhos tintos, sejam eles jovens ou principalmente, de guarda. Um "agravante" que melhora ainda mais os Carignans daqui é a presença de muitos vinhedos antigos. E se me pedissem para falar como seria um Carignan bem equilibrado, com madeira sutil e boa fruta, e ainda com um custo bem honesto, diria que o Paul Mas Carignan Vieilles Vignes 2013. Por R$ 79,00, um belissimo vinho, complexo, e entrega muita qualidade, além de ser uma boa oportunidade para experimentar um Carignan feito com uvas de videiras de mais de 50 anos.

 

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A linha Arrogant Frog começa surpreendendo pelo rótulo e pelo nome: Um sapo arrogante. A explicação porque que os franceses são tidos como um povo arrogante e um dos principais mercados dos vinhos franceses é a Inglaterra, que apelidam os franceses de"sapos" pois eles tem o hábito de comer rã. Logo, Paul Mas resolveu juntar isto e fazer um rótulo divertido e que reflita o espírito leve da vinícola. Nesta linha tem o Syrah-Viognier (R$ 71,00) e o GSM Reserve (R$ 79,00), ambos 2013, fáceis de beber, sem serem vinhos "bobos". Ambos são muito bem feitos, com bom nariz e boca e final bem agradável.

 

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E saindo da linha abaixo de R$ 100,00, que é o forte da vinícola e onde eles conseguem entregar qualidade e preço, o vinho que me chamou muito a atenção foi o Mas de Mas Terrasses de Larzac 2010, um corte de Syrah, Mourvedre, Carignan e Grenache, que mostra um otimo potencial de guarda, intenso na boca e no nariz e final longo. Com 5 anos de idade, mostra ainda uma boa vida pela frente, com mais uns 10 anos em grande estilo. Custa R$ 177,10 e poderia custar mais se comparado a Rhones e Bordeaux com a mesma qualidade.

 

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Paul Mas é a prova viva - e orgânica - de que o bom vinho francês não precisa ser caro!!

 

Os vinhos do Paul Mas são parte do amplo e maravilhoso portfolio da Importadora Decanter.

 

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Publicado em 13/06/2012 às 11h17

HESS FAMILY WINES: EXCELENTES VINHOS NOS QUATRO CONTINENTES.

the hess collection winery 300x199 HESS FAMILY WINES: EXCELENTES VINHOS NOS QUATRO CONTINENTES.

 

Recentemente estive num almoço especial, organizado pela Decanter, através da querida e competente Fernanda Fonseca, em que foram apresentados alguns vinhos do Grupo Hess. O Hess Family é um grupo grande que é dono de algumas vinícolas espalhadas pelo mundo, entre elas a Glen Carlou (Africa do Sul), Peter Lehmann (Australia) e Amalaya (Argentina), entre outras. E foram os melhores vinhos destas vinícolas que degustamos neste almoço. Abaixo um pouco, bem resumido sobre cada vinho e minhas impressões:

 

 

Hess Sauvignon Blanc Allomi 2009 - Hess Collection (Napa - EUA) - R$ 129,40

SB diferente dos demais. Coloração típca. Nariz intenso, com vegetais, citricos, álcool bem presente. Menos frescor na boca, mais corpo. Um SB diferente em que a madeira faz diferença.

 

. Pinot Noir Sarmento Vineyard Santa Lucia Highlands 2008 - Sequana (Santa Lucia - EUA) - R$ 241, 50

Rubi um pouco mais atijolado. Nariz de madeira, cereja, um pouco herbaceo. Apesar dos 15% de alcool, não aparece. Acidez media-alta, boca equilibrada, taninos sutis, final longo.

 

. Colomé Lote Especial Bonarda 2010 - Colomé (Salta - Argentina) - R$ 105,80

Cor rubi-púrpura intensa. Nariz de ameixas, pimenta, ervas, madeira média, sem excessos. Corpo médio, acidez equilibrada, taninos medios, macios. Final medio-longo.

 

. Gravel Quarry Cabernet Sauvignon 2007 - Glen Carlou (Paarl - África do Sul) - R$ 189,75

Cor Rubi intensa, reflexos atijolados. Nariz intenso, complexo. No nariz lembra um xarope medicinal, de ervas. Boca intensa, taninos intensos, macios mas ainda podem amaciar mais. Parece algo passificado. Acidez marcante. Um vinho diferente e polêmico pelo que conversei com os outros presentes.

 

. Hess Collection Cabernet Sauvignon Mount Veeder 2006 - Hess Collection (Napa - EUA) - R$ 224, 25

Cor Rubi, levemente atijolado. Nariz de frutas pretas, tabaco, madeira. Boca cheia, acidez media, correta, encorpado. Taninos redondos e final longo.

 

. Colomé 180 Años Malbec 2010 - Colomé (Salta - Argentina) - R$ 262,80

Cor púrpura. Nariz de frutas pretas - ameixa- e madeira. Novo, álcool equilibrado, encorpado e acidez correta. Fruta em compota. Madeira sem excessos.

 

. Stonewell Shiraz 2006 - Peter Lehmann (Barossa - Austrália) - R$ 448,50

Cor rubi levemente atijolado. No nariz, Fruta vermelha, cereja, madeira, pimenta, chocolate. Boca cheia, intensa, tipico shiraz. Encorpado, taninos intensos, mas macios. Acidez equilibrada e final longo. O melhor vinho do dia, sem sombra de dúvidas!

 

 

Foi uma bela degustação, com belíssimos vinhos. Estilos diferentes, regiões diferentes, mas todos com algo em comum: Complexidade e nitidamente vinhos bem feitos, com seriedade e competência.

 

 

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Publicado em 24/02/2012 às 14h49

12 VINHOS. 12 TERROIRS. UMA EXPERIÊNCIA ÚNICA.

Sempre ouvimos dizer que os vinhos devem expressar ao máximo o seu terroir de origem, para que ele tenha identidade e personalidade. Pensando nisto, a conhecida e tradicional vinícola Undurraga, resolveu apostar num projeto inovador e que tem ganhado muito destaque. Eles criaram a linha T.H. que significa Terroir Hunters (Caçadores de Torroirs) e tem como principal objetivo que os vinhos expressem fielmente os seus terroirs e assim mostrem as diferenças de cada um nos vinhos.



E aproveitando que estes vinhos estão chegando agora ao Brasil, a WINET (empresa de consultoria que organiza jantares e promove cursos, entre outras coisas) e a ablfug, competente importadora que está trazendo os vinhos da Undurraga pro Brasil, estão organizando um Wine Dinner (Jantar Harmonizado) que vai explorar estes vinhos e seus terroirs. E ainda contarão com a presença de Rafael Urrejola, enólogo que está à frente do projeto e que foi eleito o enólogo do ano no Chile em 2009.


Wine Dinner TH 286x300 12 VINHOS. 12 TERROIRS. UMA EXPERIÊNCIA ÚNICA.


Certamente será uma experiência inesquecível!

 

 

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Publicado em 09/12/2011 às 13h30

SUL-AFRICANOS SURPREENDENTES E ACESSÍVEIS!

Man Vintners 300x300 SUL AFRICANOS SURPREENDENTES E ACESSÍVEIS!


Recentemente estive numa degustação dos rótulos da vinícola Man Vintners, vinícola sul-africana que está localizada na região de Agter-Paarl (45 km da Cidade do Cabo e 15 Km do Oceano Atlântico). A Man está com seus vinhos aqui importados pela Vinho Sul, importadora que cresceu muito neste último ano e já tem um belo portfolio de produtos, representando 8 países e algumas centenas de rótulos. O almoço/desgustação foi no sempre agradável Café Journal e contou com a presença de representantes da vinícola, além do pessoal da Vinho Sul. Mas vamos ao que interessa:  Falar dos vinhos que me chamaram a atenção:


Tormentos Old Vine Chenin Blanc 2010. Vinho branco feito com uma uva que não é uma das mais conhecidas por nós, mas que deveria ser. Uma uva que dá vinhos muito aromáticos e extremamente agradáveis. Este em particular é bem equlibrado, com aromas que lembram pêssegos e toques de mineral e algo cítrico. Na boca excelente corpo, boa persistência e acidez perfeita, refrescante! Um vinho de R$ 49,17 que vale o que custa!

 

 

Pinotage 2010: Um vinho simples e cumpridor de seu papel! Pelo preço de R$ 31,53, é um vinho que surpreende! De cor rubi com toques púpuras, tem boa intensidade de cor. No nariz um vinho agradável, que lembra frutas vermelhas, um pouco de madeira, bem balanceado e especiarias como cravo. Na boca é redondo, macio, com taninos corretos e acidez balanceada. Final medio-longo. Outro belo vinho que vale o preço!



Tormentos Syrah & Mourvedre 2009: Pra mim, o melhor vinho da degustação. Um vinho que impressiona e quando vemos que custa R$ 49,17, ele fica melhor ainda. Feito com um corte que está virando tradicional por lá, Syrah e Mourvedre se encaixam perfeitamente. Cor intensa, púrpura. O nariz é bem aromático, com baunilha, couro e ameixas. Os toques de especiaria da Syrah estão presentes aqui também! Na boca é um vinho de excelente corpo, ótima persistência e taninos macios e redondos. Um belíssimo vinho, extremamente gastronômico e certamente irá muito bem com um cordeiro ou um filé mignon.



Belos acertos da Vinho Sul e espero que venham mais surpresas por aí!



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Publicado em 07/12/2011 às 17h37

O EMBATE ENTRE OS GIGANTES DA AMÉRICA DO SUL.

Pouring Wine O EMBATE ENTRE OS GIGANTES DA AMÉRICA DO SUL.


Hoje, aqui na WINET, teremos uma noite histórica! O amigo e blogueiro Gustavo Kaufmann (Enoleigos) está promovendo uma disputa que promete ser acirrada, cabeça a cabeça. Depois da degustação onde tivemos a eleição do "Melhor Vinho Brasileiro", vencida pelo Don Laurindo Tannat 10 Anos, ele resolveu agora confrontar alguns dos nososs melhores brasileiros com grande nomes chilenos, argentinos e uruguaios.



Batizada de COPA AMÉRICA, esta avaliação de vinhos terá a participação de 21 amostras, vindas do Brasil, Uruguai, Chile e Argentina e terá uma banca de jurados de peso, com grandes nomes do mercado do vinho, entre blogueiros, jornalistas e sommeliers. Todos os vinhos serão degustados às cegas e cada um terá uma nota, levando em consideração a avaliação pessoal de cada avaliador. Ao final, todas as notas serão computadas e uma nota média será a nota final de cada vinho. Os competidores estão na tabela abaixo e que vença o melhor! Depois contarei aqui no blog como foi o embate!



Uma coisa importante para os questionadores de plantão: Infelizmente não dá para colocar todos os grandes vinhos de cada país. Então é claro que provavelmente todos sintam falta de um ou outro vinho, mas é muito difícil conseguirmos ter todos. E acho que temos uma seleção de peso!


Copa America Vinho 300x225 O EMBATE ENTRE OS GIGANTES DA AMÉRICA DO SUL.


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Perfil

André Rossi (Déco), 37 anos, é formado pelo instituto inglês Wine & Spirits Education Trust (WSet) nos níveis 1 - Foundation, 2 - Intermediate e 3 - Advanced, cursados em Nova York. Atualmente está cursando o quarto e último nível do WSET, o “Diploma”.

É também um dos únicos cinco Brasileiros residentes no país a ser credenciado como Professor deste mesmo WSet, tendo sido aprovado pelo WSet Educator Training Program 2011, em Nova York.

Editor e Idealizador do Blog EnoDeco, que é hoje o blog oficial de vinhos do portal R7, um dos blogs de vinho mais acessados do Brasil, e que já foi indicado pelo Guia 4 Rodas 2009 como um dos 10 melhores eno-blogs do Brasil.

Colunista da Revista Cool Magazine, da Revista Online Bloggers e também Editor de Vinhos da 4a. Edição do Flavour Guide , projeto anual do crítico gastronômico Josimar Melo. É jurado e avaliador de vinhos de vários eventos e revistas especializadas.

Há 2 anos é o Relações Públicas da Wines of Argentina (WofA), associação das melhores e principais vinícolas argentinas, sendo o responsável pela comunicação, eventos, degustações e todas as ações que a WofA faz em todo o Brasil, para divulgar e comunicar o vinho argentino por aqui.

Foi o ganhador do concurso “Meu Vinho com Susana Balbo” que foi disputado por 30 blogueiros e jornalistas de vinho, onde o principal objetivo era fazer o seu próprio vinho, usando 5 variedades disponibilizadas pela mais importante e premiada enóloga argentina, Susana Balbo. Seu vinho foi escolhido entre os 30 competidores, numa degustação às cegas pela enóloga e sua equipe, tendo um vinho assinado em conjunto com Susana, o Dominio del Plata Essential Limited Edition 2011.

É Publicitário de formação e foi Diretor de Atendimento de grandes agências como W/Brasil e Lew’Lara/TBWA, tendo passado também por Young & Rubicam, DPZ, Leo Burnett e Publicis. Antes disto, trabalhou na área de marketing da importadora Expand.

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