Publicado em 21/03/2014 às 09h00

Cabernet Franc Encontra um Paraíso na Argentina.

 

 Cabernet Franc Encontra um Paraíso na Argentina.

Vinhedos de Cabernet Franc Vale do Uco

 

Tendo falado bem sobre suas características principais e regiões, vou me ater agora aos Cabernet Francs argentinos, que tem surpreendido muita gente e no último Argentina Wine Awards arrancou aplausos e elogios de críticos importantes como Steven Spurrier, Jorge Lucki, Susana Barelli, entre outros.

 

 

Com mais de 600 hectares plantadas – mais da metade em Mendoza - a CF é uma uva que amadurece mais cedo que a Cabernet Sauvingon por exemplo. Por isto, o Vale do Uco, que fica um pouco ao sul da cidade de Mendoza, é uma região bem propícia para ela, já que apresenta um clima um pouco mais frio.  Há platações importantes também em San Juan (120 km ao norte de Mendoza), Patagonia (Rio Negro e Neuquen) e um com um pouco menos de importância, em La Rioja e Salta.

 

 

Não posso aqui citar todos os Cabernet Francs Argentinos, pois são muitos, mas vou comentar aqui os mais famosos e os que eu já experimentei. A começar pelos pontuados e premiados Andeluna Pasionado Cabernet Franc e Pulenta Gran Cabernet Franc. Estes vinhos, muito reconhecidos pela crítica, tem como principal característica o herbáceo intenso ao invés da fruta, que acredito, é o que buscam os enólogos das Bodegas: Expressar a máxima tipicidade da uva. E de fato eles entregam muito bem isto. Já o Benegas Meritage Cabernet Franc é também um bom exemplo de tipicidade, mas um pouco mais equilibrado com a fruta que o Andeluna e o Pulenta. Depois, colocaria numa mesma categoria, alguns outros vinhos, como o Lagarde Guarda Cabernet Franc, O La Celia Gran Reserva, o Casarena Cabernet Franc e o FIN Cabernet Franc (Bodegas Fin del Mundo – Patagonia). Pra mim, são exemplos de vinhos que equilibram a fruta e o herbáceo, se tornando assim, acredito, mais fáceis para o consumidor que não conhece muito a uva e quer conhecer, pois se mostram mais fáceis de tomar. Por fim, o agradável Humerto Canale Gran Reserva Cabernet Franc caminha mais para a fruta em detrimento ao herbáceo e talvez seja o vinho ideal de entrada para os que desejam conhecer mais esta uva. Entenda-se vinho de entrada não pelo preço, mas pelas suas características, de ter mais fruta. Importante dizer que todos eles envelhecem em barricas de carvalho, alguns mais e outros menos, mas esta é outra característica da Cabernet Franc: Envelhecer bem em barricas.

 

 

Como podem ter percebido, é uma uva especial, que merece maior atenção, sem falar no que ela agrega nos inúmeros blends que ela é colocada. Para mim, a grande queridinha no momento!!

 

 

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Publicado em 17/03/2014 às 09h00

Cabernet Franc: Regiões Fora de Bordeaux.

cabernet franc at Sausal Vineyards Healdsburg CA 199x300 Cabernet Franc: Regiões Fora de Bordeaux.

 

Como comentei no post anterior que fiz sobre esta maravilhosa uva, citarei abaixo outras regiões que a CF é plantada com certo destaque:

 

 

Vale do Loire, que por ser uma região um pouco mais fria, dá vinhos mais leves, de coloração menos intensa e a fruta bem presente. Bons exemplos feitos com ela são os Sammur-Champigny, Bourgueil, Chinon e os Anjou-Villages. E alguns rosés também.

 

 

Friuli (Itália), região que fica ao noirte do país da bota e que geralmente optam por CF’s mais herbáceos, escondendo um pouco a fruta.

 

 

Toscana (Itália), coração do vinho italiano e dominada pela Sangiovese, vê crescer as plantações de CF, para que ela seja incorporada aos blends, principalmente os feitos com Cabernet Sauvignon, para que estes vinhos ganhem mais complexidade. Bolgheri é a região que tem experimentado um bom crescimento nas plantações de CF.

 

 

Argentina e Chile: Regiões que tem investido e se encantado com a Cabernet Franc. No Chile, os mais de 1.000 hectares são promissores e continuam crescendo, assim como na Argentina, que apesar do pouco mais de 600 hectares, vem se destacando com vinhos excepcionais e aclamados pela crítica.

 

 

 

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Publicado em 13/03/2014 às 09h00

Cabernet Franc: Minha Atual Queridinha.

cabernetfranc Cabernet Franc: Minha Atual Queridinha.

 

Amigos, vou começar uma série de posts para falar de uma uva que tem chamado minha atenção há pelo menos uns 2 anos e que não cansa de me surpreender. A Cabernet Franc é uma uva relativamente pouco conhecida perto do que deveria ser. Na verdade, muita gente nem sabe, mas em boa parte dos vinhos de Bordeaux que tomamos, há pelo menos uma pequena parcela desta uva, geralmente misturada com Merlot e Cabernet Sauvignon, principalmente na margem direita do Rio Gironde. Também no Vale do Loire, noroeste da França, nas regiões de Anjou-Saumur e Touraine ela se expressa muito bem, e muitas vezes é usada em vinhos varietais. Ela é tecnicamente, por exames de DNA realizados, uma parente de 2 uvas famosas: Cabernet Sauvignon e Sauvignon Blanc.

 

 

Em Bordeaux, onde ficou mais famosa, é bastante usada em blends como falei acima, e o maior e mais famoso exemplo de um vinho feito com maioria de CF é o cultuado Cheval Blanc, vinho que pode atingir valores altíssimos dependendo da safra. Mas ela já esteve mais em evidência do que hoje em dia. Na década de 60 ela tinha mais ou menos a mesma área plantada que a Cabernet Sauvignon, mas hoje em dia, sua prima tem aproximadamente o dobro em área plantada, pois é a uva que está na moda há um certo tempo.

 

 

Em relação à sua prima Cabernet Sauvignon, uma das uvas mais conhecidas no mundo, ela amadurece antes que a prima, tem menor intensidade de cor e tende a dar vinhos de corpo mais leve que a Cabernet Sauvignon, mas mesmo assim não são considerados vinhos leves, mas de médio corpo. Mas claro que tudo depende da região em que for plantada e do estilo de vinho que o enólogo quer.  Em geral, é uma uva que além da fruta bem presente, apresenta um característico  aroma herbáceo, que se não controlado, pode ficar em excesso no vinho.

 

 

No próximo post, falarei de outras regiões que ela tem destaque.

 

 

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Publicado em 17/04/2012 às 13h34

DIA MUNDIAL DO MALBEC: AQUI VAI MINHA SELEÇÃO!


Hoje, 17 de Abril é o dia mundial do Malbec. Esta data foi criada pela Wines of Argentina (www.winesofargentina.org/pt) e este é o segundo ano em que é comemorada. Ano passado tive a honra de participar de uma degustação organizada pelo Marcelo Copello, em que elegemos o Zuccardi Zetta como o melhor Malbec do painel, que era composto por alguns dos melhores vinhos da argentina. A data será comemorada de várias formas e quem quiser aocmpanhar ou dar uma olhada, vale a visita no site oficial (www.malbecworldday.com). Mas acho que a melhor forma de comemorar este dia é abrindo um bom Malbec, certo? Eu ainda não decidi qual abrirei à noite, mas vou escolher com carinho e depois postarei por aqui o que achei dele.



Enquanto não abro o meu, vamos relembrar um pouco sobre esta uva, que tantos fãs conquistou no Brasil e no mundo!



Muitos acham que a Malbec é uma uva argentina, mas na verdade, assim como muitas outras, ela' é uma variedade francesa. Vinda da região de Cahors, que fica ao sul de Bordeaux, ela já foi muita mais plantada em sua região originial do que ela é de fato hoje. Hoje, ela é plantada principalmente na Argentina, país que responde por quase 60% da produção mundial desta uva. E além da Argentina e da França, ela também vem alcançando bons resultados no Chile. Já bebi também um Malbec bem diferente (mais leve) da California (Estados Unidos).



As características principais desta uva: Uva tinta, de casca grossa e escura, arroxeada e que dá vinhos encorpados, com taninos bem aparentes. Geralmente os franceses são mais tânicos que os demais, enquanto os argentinos acabam tendo mais aromas de frutas em compota, como ameixa e cassis por exemplo. Nos vinhos franceses (A Malbec é uma das 6 uvas perimitidas em Bordeaux) ela costuma ser usada em cortes com outras uvas, principalmente Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Na Argentina, muitos são varietais (100% Malbec), mas também é usada em blends com outras uvas. As variáveis são muitas!! 



E para terminar, antes de decidir e abir o meu Malbec, vou listar 5 dos meus Malbecs preferidos:

- Château Chevaliers Lagrézette 2004 (França) - R$ 91,00. Importadora: Decanter. Um Malbec diferente do que estamos acostumados. Mais elegante, nem tão alcoólico, mas um vinhos mais tânico. Por ter já 8 anos de idade, está macio e fácil de beber.




- Perez Cruz Cot 2008 (Chile) - R$ 95,00. Importadora: Vinho Sul. Um chileno maravilhoso, exemplar muito bacana do que a Malbec pode fazer do outro lado dos Andes. Eucalipto e muita fruta, num vinho encorpado e delicioso. Pode-se beber agora ou guardar.



- Jean Bousquet Premium 2010  (Argentina) - R$ 38,20. Importadora abflug. Um típico malbec Argentino, com um dos melhroes preços em relação à sua qualdiade. Muita cor, muita fruta, sedoso e macio. Belo vinho e além de tudo, um vinho organico de muita qualidade!



-  Rutini Trumpeter Malbec 2010 (Argentina) - R$ 51,00. Importadora Zahil. Um belo Malbec que julgo ser um dos melhores custo-benefício do mercado, junto com o Jean Bousquet que citei acima. Agradável de se beber, macio, persistente. Ainda um pouco alcoólico e se puder respirar uma meia hora antes, ficará melhor.



- Zuccardi Zeta 2007 (Argentina) - R$ 249,00. Importadora Ravin. Sei que o preço é alto e muito acima do que muita gente poderia pagar. Mas assim como dei algumas boas opções de vinhos mais em conta, acho que seria justo falar de um Malbec mais TOP. E este é, para mim, um dos melhores vinhos da Argentina. Literalmente um vinhaço!!



Aproveitem o Dia Mundial do Malbec!


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Publicado em 27/06/2011 às 23h08

UVAS ÍCONES: A CURIOSA HISTÓRIA DA EX-EXTINTA CARMENÈRE.

Carmenere UVAS ÍCONES: A CURIOSA HISTÓRIA DA EX EXTINTA CARMENÈRE.


Amigos, a partir desta semana começarei a reproduzir a coluna que escrevo semanalmente no novíssimo e promissor Portal Bicofino (www.bicofino.com.br). E começo com uma série de textos em minha coluna que falarão sobre algumas uvas “especiais”, que se tornaram símbolo de alguns países. Serão algumas semanas falando sobre estas uvas, que comumente encontramos nos rótulos e composições de muitos vinhos que tomamos.



Mas para começar a coluna desta semana, vale fazer uma pequena introdução. Ainda vivemos num país onde o consumo de vinho não é grande. Nossa cultura ainda é a da cerveja e da cachaça por sermos um país tropical e sem a tradição vinícola de outros países até mais próximos que a Europa. Por conta disto, o mercado do vinho, que começou a se tornar mais relevante na década de 80 ainda é pequeno perto destes outros que citei. Mas seu potencial é enorme e cada vez mais, vejo o consumo e a consciência das pessoas melhorando em relação ao vinho.



Dito isto, que pode não ser novidade para muitos, queria falar sobre as “uvas ícones” dos principais países produtores de vinho. Mas o que é que isto tem a ver com o consumo de vinhos no Brasil? Tudo. Afinal, como mercado emergente e em crescimento que somos e por estarmos perto de dois grandes produtores do novo mundo -Chile e Argentina – acabamos bebendo muitos vinhos destes países. E a maioria destes vinhos é de uvas que chamamos de ícones, afinal, foram nelas que estes países depositaram boa parte de seus investimentos, hoje bem reconhecidos.



Começando pelo Chile, a Carmenère tem uma história curiosa. Devastada pela Filoxera, devastadora praga que atingiu os vinhedos da Europa no final do século XIX, a Carmenère, tinha sido dada como extinta. Até que um ampelógrafo Francês descobriu que o que se imaginava que fossem vastas plantações de Merlot, era na verdade a “extinta” Carmenère, que por sua similaridade havia sido confundida com a famosa uva muito plantada no mundo todo, principalmente na margem direita de Bordeaux. Desde então (A descoberta foi apenas em 1994!!) boa parte do marketing dos vinhos chileno tem sido depositado em cima da Carmenère, pois é um dos únicos lugares do mundo onde ela ainda existe. Pelo que tenho estudado, há também alguns vinhedos de Carmenère no extremo nordeste da Italia, onde ela também estava sendo confundida, mas desta vez com a Cabernet Franc. Mas é no Chile que ela está fazendo seu nome com grandes vinhos.



Qual o estilo dos vinhos feitos com Carmenère? Varia muito de acordo com a região e o modo com que cada vinho é feito. Temos que lembrar que ela também é muito usada em cortes (mistura) com outras uvas e os estilos de vinho variam muito. Mas de uma forma geral, os vinhos feitos com esta uva costumam ser de cor intensa, na maioria dos casos tendendo ao vermelho rubi e seus aromas vão desde as frutas vermelhas, pimenta, terra e ervas. Seus taninos não são tão agressivos, são vinhos que podem envelhecer muito bem e geralmente são vinhos encorpados ou de médio corpo. Mas como falei, seus estilos variam muito de acordo com a região, o método de produção e envelhecimento.



Semana que vem falarei sobre uma velha conhecida dos brasileiros que gostam de vinho: Malbec.



CHEERS!!

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Publicado em 04/05/2009 às 19h17

OBRIGADO A TODOS! AGORA VOTEM…

 OBRIGADO A TODOS! AGORA VOTEM...AMIGOS,

DEPOIS DE APENAS 8 MESES DE BLOG, RECEBI A GRATA NOTÍCIA DE QUE O ENODÉCO FOI INDICADO AO PRÊMIO TOP BLOG 2009, QUE PREMIARÁ OS MELHORES BLOGS NACIONAIS.

A PRIMEIRA FASE É UMA VOTAÇÃO ABERTA AO PÚBLICO. ISTO QUER DIZER QUE VOCÊ, QUE ESTÁ LENDO ESTE POST, PODE VOTAR NELE. MAS SÓ VOTE SE GOSTAR DO BLOG, CLARO!
É SÓ CLICAR NO LOGO DO PRÊMIO AO LADO =>=>=>, COLOCAR SEU NOME E SEU E-MAIL E CONFIRMAR DEPOIS NO LINK QUE RECEBERÁ POR E-MAIL. É MUITO FÁCIL!

MAS JÁ QUERIA AGRADECER A TODOS OS LEITORES PELA CONFIANÇA, FEEDBACKS, INDICAÇÕES E TUDO O QUE AJUDOU O BLOG A SER INDICADO AO PRÊMIO! PARECE DISCURSO DE POLÍTICO, MAS FAZER O QUE NÉ?

OBRIGADO E SEMPRE CHEERS!!!
Publicado em 22/03/2009 às 22h26

DICIONÁRIO DAS UVAS – PETIT VERDOT

 DICIONÁRIO DAS UVAS   PETIT VERDOTMais uma uva tinta original de Bordeaux, usada principalmente em combinação com merlot e cabernet sauvignon, o que dá o famoso corte bordalês. Uma uva difundida no mundo todo, mas é difícil acharmos algum vinho varietal feito desta uva.

As razões eu não sei bem, mas a realidade é que encontramos ela em muitos vinhos de assemblage, às vezes dando vinhos sensacionais, que costumeiramente tem cor forte e são encorpados.

CHEERS!!

Publicado em 13/03/2009 às 13h47

DICIONÁRIO DAS UVAS – GRENACHE

 DICIONÁRIO DAS UVAS   GRENACHEUva tinta de muita qualidade, amplamente cultivada no leste e sul da França. Esta é a principal uva da maior parte dos vinhos Côtes-du-Rhône e dos Châteauneuf du Pape. Em muitos casos ela é misturada com a syrah, mourvèdre e cinsault.

Na Espanha é conhecida como garnacha ou granacha, onde também apresenta-se em bons vinhos.
Além de França e Espanha, ela também tem dado bons resultados na África do Sul, Australia e California. Os vinhos varietais são pouco comuns.
Ela costuma dar vinhos de cor rubi intensa, com bom corpo e aromas bem frutados. Tem um bom equilíbrio de acidez, com taninos bem presentes.
CHEERS!!
Publicado em 27/02/2009 às 12h26

DICIONÁRIO DAS UVAS – PINOTAGE

Pinotage DICIONÁRIO DAS UVAS   PINOTAGEA Pinotage é uma combinação híbrida de pinot noir e cinsault, realizada na África do Sul. Este cruzamento foi realizado pela primeira vez pelo Prof. Peroldt, em 1922. A cinsault foi levada da sua origem, em Cotes du Rhône, França para a região do Cabo e o nome 'Pinotage' é uma combinação dos nomes 'Pinot' com 'Hermitage', sendo esta uma denominação usada para a Cinsaut na África do Sul.

A Pinotage é hoje uma marca da África do Sul, como a Malbec é da Argentina, e a Carmenére do Chile. Produz bons varietais, de médio corpo e alguns de boa guarda. A maioria dos vinhos feitos com esta uva é potente, com cor vermelha escura, e bastante tanicos; No paladar, são bastante adstringentes.

Ela é tão significativa naquele país, que ganhou uma associação, a Pinotage Association (http://www.pinotage.co.za/)

A razão de eu postar sobre esta uva agora é porque se aproxima a data de nossa próxima confraria (12.03), que terá o tema da AFRICA DO SUL. E acho que esta uva vai estar entre nós...

CHEERS!!

Publicado em 15/02/2009 às 22h32

DICIONÁRIO DAS UVAS – BARBERA

 DICIONÁRIO DAS UVAS   BARBERAJá que na semana passada falei sobre a Nebbiolo, uva do Piemonte e bem conhecida, nos manteremos hoje nesta mesma região, falando agora da Barbera. Uma uva tinta que dá vinhos equilibrados, mas com certa acidez, que é sua característica principal. Não tem a mesma fama e reconhecimento da Nebbiolo, mas vem ganhando espaço aos poucos.

Os principais vinhos são o Barbera d`Alba e Barbera d`Asti. Seus vinhos apresentam cor rubi vivo com aromas de frutas vermelhas e um pouco herbáceo; Na boca são frescos, não tão encorpados e com uma acidez típica dos vinhos italianos.
CHEERS!!

Perfil

André Rossi (Déco), 37 anos, é formado pelo instituto inglês Wine & Spirits Education Trust (WSet) nos níveis 1 - Foundation, 2 - Intermediate e 3 - Advanced, cursados em Nova York. Atualmente está cursando o quarto e último nível do WSET, o “Diploma”.

É também um dos únicos cinco Brasileiros residentes no país a ser credenciado como Professor deste mesmo WSet, tendo sido aprovado pelo WSet Educator Training Program 2011, em Nova York.

Editor e Idealizador do Blog EnoDeco, que é hoje o blog oficial de vinhos do portal R7, um dos blogs de vinho mais acessados do Brasil, e que já foi indicado pelo Guia 4 Rodas 2009 como um dos 10 melhores eno-blogs do Brasil.

Colunista da Revista Cool Magazine, da Revista Online Bloggers e também Editor de Vinhos da 4a. Edição do Flavour Guide , projeto anual do crítico gastronômico Josimar Melo. É jurado e avaliador de vinhos de vários eventos e revistas especializadas.

Há 2 anos é o Relações Públicas da Wines of Argentina (WofA), associação das melhores e principais vinícolas argentinas, sendo o responsável pela comunicação, eventos, degustações e todas as ações que a WofA faz em todo o Brasil, para divulgar e comunicar o vinho argentino por aqui.

Foi o ganhador do concurso “Meu Vinho com Susana Balbo” que foi disputado por 30 blogueiros e jornalistas de vinho, onde o principal objetivo era fazer o seu próprio vinho, usando 5 variedades disponibilizadas pela mais importante e premiada enóloga argentina, Susana Balbo. Seu vinho foi escolhido entre os 30 competidores, numa degustação às cegas pela enóloga e sua equipe, tendo um vinho assinado em conjunto com Susana, o Dominio del Plata Essential Limited Edition 2011.

É Publicitário de formação e foi Diretor de Atendimento de grandes agências como W/Brasil e Lew’Lara/TBWA, tendo passado também por Young & Rubicam, DPZ, Leo Burnett e Publicis. Antes disto, trabalhou na área de marketing da importadora Expand.

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