14
abr
2012

PETIÇÃO PÚBLICA CONTRA A SALVAGUARDA: ASSINEM OU PAGUEM MAIS!

Postado por andrerossi às
21h47

Já falei muito aqui sobre a maldita Salvaguarda, mas precebi que nunca coloquei o link para a petição pública que existe na internet contra a maldita. Esta petição foi criada bem no iníco do maldito processo e já tem muitas assinaturas. Mas claro que quanto mais melhor! Então, aproveitem e assinem, caso não queiram pagar mais pelos vinhos que tomamos! Repassem o link da petição para todos os amigos e conhecidos!



http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N22143



Outra coisa que andam me perguntando é o nome das vinícolas que estão apoiando esta vergonha. Já li muitos nomes por aí, mas os que sempre estão ligados a este movimento, pelo o que tenho ido atrás e lido a respeito, são: Miolo, Dal Pizzol, Casa Valduga, Aurora, Aliança, Lovara e Don Giovanni.

 

 

Amigos, não podemos deixar este assunto morrer! Não podemos trer memória curta, pois este é um dos pontos que mais me preocupam, afinal, sabemos que nós Brasileiros infelizmente temos memória curta. Mas desta vez, no que depender de mim, não vou deixar o assunto esfriar!



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30
mar
2012

A NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A SALVAGUARDA NÃO ESCLARECE MUITO.

Postado por andrerossi às
10h34

Caros amigos, como o intuito do blog é ser uma fonte de informações onde todos possam opinar livremente, sem qualquer restrição (Nunca deixei de publicar um comentário, mesmo que este fosse alguma crítica a mim), acho justo que eu coloque aqui o link que leva ao comunicado oficial do Ibravin, onde ele explica a maldita salvaguarda. Recebi este comunicado do próprio pessoal do Ibravin e acho que todos devem ter acesso ao documento, concordando ou não com o teor dele. É uma questão de ética. Vejam a nota de esclarecimento: http://www.ibravin.org.br/admin/UPLarquivos/230320121703392.pdf



Mas uma coisa é fato: continuo com minha posição extremamente contrária a esta ação. Acho um tiro no pé e uma tremenda possibilidade de manchar ainda mais a imagem dos vinhos nacionais. Por que não abaixam os impostos pagos pelas vinícolas? Por que não taxam o vinho como alimento, que é o que acontece em diversos países produtores onde o consumo é muito maior que o nosso? Por que não incentivam as vinícolas com ações de marketing com o consumidor, fazendo com que estes tomem mais vinhos brasileiros? Nosso mercado é monstruosamente capaz de ter nacionais e importados convivendo dentro da mesma adega. Mas isto só vai acontecer se o consumo aumentar. E será que o consumo vai aumentar com uma medida desta? Acho mais provável que ele caia e depois de um tempo eles vejam que realmente não adiantou em nada.



O que eles não conseguem enxergar é que estão prejudicando o consumidor. Estão limitando as possibilidades de escolha dos consumidores e isto é um tremendo desrespeito. E dois pontos do texto deles me chamam a atenção:



** Falar que não são as vinícolas que estão pedindo a salvaguarda - Se não são elas, são as associações. E se são as associações, quem elas representam? As próprias vinícolas, claro. Logo, vemos que eles acham que somos bobos em cair nesta... Mas vale ressaltar que não são todas. Aliás, pelo que ouvi e li em alguns lugares, são as maiores, sendo que a Salton, conforme noticiei aqui no Blog, é contra.



* Querem regular as cotas de cada país e não restringir - Quem regularia estas cotas? O governo. E por que regular cotas se o intuito não é restrigir? Confuso e estranho, não? Não fecha a conta pra mim...



Há outros pontos a serem analisados, como quando dizem que não querem aumento de impostos, mas para mim, estes dois pontos acima são os mais confusos e que mostram que as coisas não estão claras pra ninguém e estão tentando explicar o inexplicável. Mas leiam o documento inteiro, com um olhar crítico e tirem suas próprias conclusões...



Continuo alertando a todos: Não vamos deixar este assunto cair no esquecimento! Não podemos deixar que nos tirem a liberdade de escolher os vinhos que queremos beber por conta de altos preços e/ou impostos. E olha que nossos vinhos já tem impostos e preços bem salgados! Como ficaremos então??


NA MINHA OPINIÃO, ELES SÓ VOLTARÃO ATRÁS QUANDO ISTO REFLETIR NO BOLSO DELES. COMO? SE ALGUMA REDE DE VAREJO SE POSICIONAR E PARAR DE COMPRAR VINHOS BRASILEIROS DAS VINÍCOLAS QUE ESTÃO POR TRÁS DISTO. ALGUNS RESTAURANTES, COMO OS DO ALEX ATALLA JÁ ESTÃO FAZENDO. LAMENTÁVEL TERMOS QUE CHEGAR A ESTE PONTO...


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23
mar
2012

MAIS UMA VEZ A SALTON DANDO UM BOM EXEMPLO.

Postado por andrerossi às
15h38

Justiça seja feita: Muita gente, inclusive eu, falou de alguns nomes que estariam por trás da maldita salvaguarda. E um dos mais falados sempre foi o da Salton. Pois, para minha surpresa, recebi um e-mail deles com o seguinte texto abaixo. E fiquei surpreso e MUITO feliz em saber que a posição deles é CONTRA tal medida! Quem sabe os outros por trás desta medida RIDÍCULA tomem isto como exemplo... Parabéns Salton!



"A Vinícola Salton esclarece que são as entidades representativas do setor, Ibravin, Uvibra, Fecovinho e Sindivinho que estão à frente do movimento para salvaguardas dos vinhos nacionais. A Salton, compreendendo que estas medidas podem restringir o livre arbítrio de seus consumidores, encaminhou ao Ibravin um documento informando que não apoiará a causa. Reforçamos ainda que a Salton, uma empresa centenária e brasileira, se preocupa muito com seus clientes e consumidores e que busca constantemente o melhoramento de seus processos e produtos, por meio de investimentos em novas tecnologias e programas de qualidade, para concorrer, de forma justa, com produtos nacionais e importados."

 

 

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22
mar
2012

TEXTOS INTERESSANTES SOBRE A MALDITA SALVAGUARDA.

Postado por andrerossi às
11h23

Continuando o assunto da Maldita Salvaguarda, listarei abaixo alguns links que falam sobre o assunto de uma maneira clara, objetiva e didática, para qtodos entendam e possam tirar suas próprias conclusões. Conclusões estas que, para quem gosta de vinho, acho difícil que seja a favor de tais medidas. É preciso inteligência e metalidade de primeiro mundo se quisermos ver o mercado do vinho crescer no Brasil. E parece que algumas influentes pessoas não tem estes requisitos ou simplesmente não querem usar. Ruim para o vinho. Ruim para nós.



Destaco o primeiro link, do amigo e competente Guilherme, blogueiro de Brasilia, que em minha opinião escreveu o melhor texto sobre o assunto até agora! E também vale mencionar a excelente matéria do caderno Paladar (Estadão) de hoje, que também envio o link abaixo!



Vamos nos mexer gente! Não podemos ficar calados e deixar faltar vinho em nossas taças!!



http://www.umpaposobrevinhos.com.br/2012/03/polemica-das-salvaguardas-ao-vinho.html



http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos%20paladar,uma-tanica-polemica-,4896,0.htm



http://revistamenu.terra.com.br/2012/03/16/traduzindo-a-salvaguarda-do-vinho/



http://www.vinhosdecorte.com.br/salvaguarda-para-vinhos-brasileiros-quem-vai-pagar-essa-conta/



http://atmosferasentidosdovinho.blogspot.com.br/2012/03/posicao-da-ibravin-para-salvaguarda-dos.html


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21
mar
2012

A MALDITA SALVAGUARDA E A OPINIÃO DE UM IMPORTADOR.

Postado por andrerossi às
10h34

Amigos. Não sou se ficar postando textos não escritos por mim, copiando releases e informações sem dar minha opinião. Mas netse caso abro uma excessão por se tratar deste assunto tão latente e de extrema importancia que tem tomado as discussões das mesas de restaurantes, bares e rodas de amigos. A maldita salvaguarda tem rendido muito assunto e merece destaque. Além de destaque, merece que não abaixemos a cabeça e que nos movimentemos, que falemos mais alto, que deixemos de ser explorados.



Abaixo, a carta de Ciro Lilla, dono das importadoras Mistral e Vinci, falando sobre tal medida. Colocarei em negrito algumas partes que julgo serem importantes!


" Caro amigo, 

O mundo do vinho no Brasil vive momentos decisivos. Agora é mais do que necessário fazer um alerta a nossos clientes sobre algumas notícias muito preocupantes para os amantes de vinho.

Por incrível que pareça, surgem outra vez notícias a respeito da pressão dos grandes produtores gaúchos sobre o governo para que haja um novo aumento de impostos sobre o vinho importado, como se a gigantesca carga tributária atual não representasse proteção suficiente para o vinho nacional. Fala-se agora em "salvaguardas", como se a indústria nacional estivesse em perigo, em risco de falência, quando na verdade as notícias enviadas à imprensa reportam um grande crescimento de vendas. Afinal, é preciso definir qual discurso é o verdadeiro: o vinho nacional vai muito bem ou vai muito mal? Os comunicados e números oficiais dizem que vai muito bem, o que invalida o argumento a favor das "salvaguardas". Além do que, os impostos atuais já são altíssimos, e representam o verdadeiro grande inimigo do consumo de vinhos no Brasil.

Além do aumento de impostos  — pediu-se um aumento de 27% para 55% no imposto de importação, o primeiro da longa cadeia de impostos pagos pelo vinho importado — desejam também limitar a importação pelo estabelecimento de cotas para a importação de cada país. Ficariam livre das cotas apenas os vinhos argentinos e uruguaios. Incrível: cotas de importação para proteger ainda mais um setor, o de vinhos finos nacionais, que cresceu cerca de 7% em 2011 — ou seja, nada menos do que quase o triplo do crescimento do PIB brasileiro! Se forem adotadas salvaguardas para um setor que cresceu o triplo do PIB em 2011,  que medidas de proteção se poderia esperar então para o restante da economia? Repito porque parece incrível, mas é verdade: pedem salvaguardas para um setor que cresceu cerca de 7% em 2011! É preciso dizer mais alguma coisa?!

Além de mais impostos e das cotas, os mesmos grandes produtores pedem também ainda mais burocracia, como se a gigantesca burocracia que já envolve a importação de vinhos no Brasil também não fosse proteção suficiente para o vinho nacional. Nem bem foi implantado o malfadadoselo fiscal e já se pede agora que o rótulo principal do vinho, o rótulo frontal, contenha algumas das informações que hoje já constam dos contra-rótulos obrigatórios. Essa nova medida, se for adotada, vai afetar — como sempre acontece com a burocracia no caso dos vinhos — apenas os vinhos de alta qualidade e pequenos volumes, já que os grandes produtores mundiais não terão nenhuma dificuldade em imprimir rótulos especiais apenas para o mercado brasileiro. Isso, por outro lado, obviamente não será possível para aqueles produtores que embarcam menos de 50 ou 100 garrafas de cada vinho para o nosso país. 

Quem, afinal, seria responsável pelo aumento no interesse pelo vinho no Brasil? Certamente são esses pequenos produtores, de tanto charme e história, cuja vinda se tenta dificultar aumentando a burocracia, em uma medida sobretudo pouco inteligente. A importação desses vinhos deveria ser incentivada por todos, inclusive pelos grandes produtores nacionais, porque são eles os grandes veículos de propagação da cultura do vinho no mundo inteiro.




Para completar esse quadro preocupante, agora também são os vinhos orgânicos de pequenos produtores que têm sua posição ameaçada em nosso país. A partir de Janeiro deste ano, os vinhos orgânicos ou biodinâmicos — mesmo os certificados como tal em seus países de origem ou por órgãos certificadores internacionais — não poderão mais ser identificados como tal no mercado brasileiro, a menos que sejam certificados por organismo certificador brasileiro. Expressões como "orgânico", " biodinâmico",  "bio",  etc, são proibidas agora nos rótulos, privando o consumidor dessa informação essencial — com exceção dos vinhos certificados por organismo certificador brasileiro. Acontece que o processo de certificação brasileiro é caro e demorado, sendo na prática inacessível aos pequenos produtores do mundo todo. Acreditamos que apenas os grandes produtores mundiais conseguirão se registrar aqui como orgânicos ou biodinâmicos, privando assim o mercado do conhecimento de um número já muito grande e sempre crescente de produtores orgânicos. O vinho é um produto muito particular e específico, em que a maior parte da produção mundial de qualidade está nas mãos de produtores muito pequenos, que não terão recursos para obter a certificação brasileira. Sem dúvida acreditamos que é o caso de adiar a aplicação dessa medida para os vinhos, pelo menos até que sejam assinados acordos de reciprocidade, que permitam o reconhecimento mútuo dos processos de certificação no Brasil e no exterior. Afinal, a quem interessa dificultar a propagação dos vinhos orgânicos a não ser a quem não tenha a intenção de produzir vinhos dessa forma?



Diante desse panorama triste, a pergunta que se impõe é a seguinte: qual o limite para a proteção necessária aos grandes produtores nacionais para que possam competir no mercado? Ou tudo isso seria apenas uma busca por maiores lucros? Algumas das medidas adotadas recentemente, como o malfadado selo fiscal, atingem fortemente os pequenos produtores nacionais também. Vale repetir que os pequenos produtores brasileiros deveriam ter um papel importante no panorama vinícola nacional, uma vez que não existe país com alguma relevância no mundo do vinho onde o mercado seja dominado por apenas alguns grandes produtores. Afinal, todos nos lembramos do período anterior ao início dos anos noventa, quando o mercado pertencia a um pequeno grupo de gigantes da indústria nacional, a maioria multinacionais, e a alguns gigantes da indústria vinícola internacional — situação que obrigava o consumidor brasileiro a consumir vinhos caros e medíocres, quando no país nem sequer se sabia o que significava a palavra sommelier.



Estaríamos na iminência de uma volta a esse passado triste para o vinho em nosso país? Será que serão perdidos todos os ganhos dos últimos anos, quando, à custa de tantos esforços, aumentou enormemente a cultura do vinho no Brasil, com o surgimento de muitos milhares de profissionais ligados ao vinho, de inúmeras publicações sobre essa bebida maravilhosa, detantos novos empregos e de tantas novas possibilidades de crescimento profissional? Seriam os muitos milhares de brasileiros que trabalham nesse novo mercado criado pelo vinho importado, em particular o verdadeiro exército de sommeliers, menos brasileiros do que aqueles que trabalham nas grandes empresas produtoras de vinho nacional? E vale lembrar que de cada 5 garrafas de vinho consumidas no Brasil, entre vinhos finos, espumantes e vinhos comuns (produzidos com uvas de mesa), nada menos do que quase 4 (77.4%) já são de vinhos brasileiros! Os números de vendas e de crescimento do vinho nacional são gritantes, e tornam absurdo se buscar ainda maior proteção! O consumidor precisa se manifestar, precisa dizer não a esses verdadeiros abusos!



É preciso ter uma agenda positiva para o vinho no Brasil, com todos lutando juntos para um aumento do consumo, para que o vinho obtenha o tratamento tributário de um complemento alimentar — como em diversos países da Europa — e não um tratamento punitivo com ocorre aqui, onde o ICMS pago pelo vinho é o mesmo pago por uma arma de fogo! É preciso também lutar para diminuir a burocracia, que tanto atrapalha os pequenos produtores de vinhos de baixo volume e alta qualidade — aqueles que criam mercado para o "produto vinho".



É importante que se compreenda o quanto antes que o vinho não é uma commodity, onde o único fator a influenciar a compra é o preço. Vinho é cultura, é diversidade, é terroir, é arte. É como o mercado de livros: o brasileiro lê pouco, assim como bebe pouco vinho. E dificultar a venda de livros de autores estrangeiros não apenas não serviria para aumentar a venda de livros de autores brasileiros, como certamente inibiria ainda mais o hábito da leitura. O mesmo ocorre com os vinhos. É uma ilusão achar que encarecendo o vinho importado o consumidor vai substituí-lo automaticamente pelo vinho nacional. Na verdade o mais provável é que substitua por outro vinho importado mais barato, ou pela cerveja gourmet, ou pelo whisky, por exemplo. O que é preciso é popularizar o consumo do vinho pela diminuição dos preços e da burocracia, tanto para os vinhos nacionais como para os importados. Na verdade eles são aliados, e não inimigos como acreditam aqueles que defendem um protecionismo ainda maior para o vinho brasileiro.



O amante do vinho precisa reagir contra essa situação. Ou teremos todos que aceitar uma volta à situação de 20 anos atrás, com a perda de todo o esforço, todo o trabalho e toda a evolução obtida nesse período.



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8
mar
2012

NOSSOS ESPUMANTES FAZENDO BONITO!

Postado por andrerossi às
11h46

champa estourando NOSSOS ESPUMANTES FAZENDO BONITO!


Duas recentes notícias deixaram nossos espumantes ainda mais brilhantes!



Uma delas dá conta de que depois de importantes elogios de críticos como Jancis Robinson, Julia Harding e Adam Strum, agora foi a vez do respeitado crítico do Reino Unido Oz Clarke colocar o espumante Cave Geisse entre os melhores do mundo no capitulo “Some of my favourites”, em seu prestigiado Pocket 2012, que acaba de ser lançado.



Oz Clarke elogiou muito as evoluções do terroir brasileiro, destacando como excepcional o Cave Geisse Rosé, que é elaborado pela Vinícola Geisse, em Pinto Bandeira, na serra gaúcha.



Entre os nove espumantes selecionados na seção “Sparkling Wines” que integra o capítulo “Regions to watch”, o Cave Geisse Rosé ficou em terceiro lugar, abaixo apenas do champagne Billecart-Salmon Cuvée Nicolas-François, em primeiro lugar, do espumante neozelandês Cloudy Bay Pelorus e do champagne Delamotte Blanc des Blanc empatados no segundo lugar. Ainda neste mesmo capítulo ele classifica o terroir brasileiro como uma das regiões para se ficar de olho. Ficou em segundo lugar na lista de 11 regiões do mundo que merecem ser conhecidas - a primeira é Awatere Valley, na Nova Zelândia.



A outra boa notícia vem do recém-lançado Guide des champagnes et des autres bulles – Revel 2012, elaborado pelo renomado sommelier canadense Guénaël Revel. Este é considerado um dos guias de champagnes e espumantes mais influentes do mundo.



Entre amostras de vários países os ícones Maria Valduga e Brut 130 se destacaram e foram descritos, respectivamente, como “um sucesso” e “uma descoberta maravilhosa”. E ainda falou que o Maria Valduga é um espumante “raro e de prestígio, com sabores atraentes de torta de amêndoas, bolo de limão e frutas cristalizadas”. O Brut 130 estampou as páginas como um vinho de estilo clássico, notas de amêndoas frescas, que, no final, ganham um toque queimado. “Se mantém na memória como um belo vinho branco.”



Sem dúvida, motivos de muito orgulho!



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25
fev
2012

VINHO BRASILEIRO NA TAÇA: ANGHEBEN TEROLDEGO 2005.

Postado por andrerossi às
20h01

Angheben Teroldego 125x300 VINHO BRASILEIRO NA TAÇA: ANGHEBEN TEROLDEGO 2005.


Vinho: Angheben Teroldego 2005

Produtor: Angheben

Origem: Vale dos Vinhedos (RS)

Uvas: Teroldego

Preço Aproximado: R$ 50,00   



Semana passada falei do Ancellota da Don Laurindo como um vinho brasileiro diferente, feito com uma uva quase desconhecida pelos consumidores brasileiros. E esta semana resolvi repetir a dose e escolher outro vinho diferente. Feito pela Angheben, um produtor pequeno, mas de excelente qualidade e reputação.



Este vinho, já com seus 7 anos de idade está muito bom. Ainda ouso dizer que tem mais uns 3 anos “em forma”. Sua cor rubi já tem alguns toques mais atijolados, mas ainda está bem viva. No nariz, boa intensidade de aromas, com madeira, couro, ervas e ameixa. Na boca está bem redondo e macio. Corpo médio, taninos corretos, boa acidez e um final longo! Um belo vinho, diferente e em plena forma! 

 

 

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14
fev
2012

VINHO BRASILEIRO NA TAÇA: DON LAURINDO RESERVA ANCELLOTTA 2006

Postado por andrerossi às
17h03

DON LAURINDO ANCELOTTA RESERVA 300x300 VINHO BRASILEIRO NA TAÇA: DON LAURINDO RESERVA ANCELLOTTA 2006

 

Vinho: Don Laurindo Reserva Ancellotta 2006

Produtor: Don Laurindo

Origem: Vale dos Vinhedos (RS)

Uvas: Ancellotta

Preço Aproximado: R$ 45,00

  


Este é um típico vinho que os preconceituosos contra os vinhos nacionais jamais chegariam perto. Por ser nacional e por ser feito de uma uva quase desconhecida para nós. Ancellotta é uma uva italiana e é pouco cultivada e pouco conhecida de fato. Mas que tem feitos alguns vinhos interessantes por aqui. Este é um dos mais emblemáticos para mim. Vermelho rubi, brilhante, mas já com alguns traços atijolados, que mostram seus 6 anos de idade. No nariz alguns toques de evolução como couro e tabaco, mas as frutas ainda estão bem presentes. Madeira sutil e equlibrada. Na boca, bom corpo, acidez correta, taninos macios e final médio-longo. Um vinho que pode ser considerado uma experiencia diferente e interessante aos enófilos curiosos!



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18
jan
2012

VINHO BRASILEIRO NA TAÇA: CUVÉE GIUSEPPE 2009.

Postado por andrerossi às
16h43

Cuvee Giuseppe VINHO BRASILEIRO NA TAÇA: CUVÉE GIUSEPPE 2009.

 

Vinho: Miolo Cuvée Giuseppe 2009

Produtor: Miolo

Origem: Serra Gaúcha (RS)

Uvas: Cabernet Sauvignon e Merlot

Preço Aproximado: R$ 45,00

  


Este foi um dos primeiros vinhos bacanas que tomei desde que comecei a me interessar por vinhos. E desde então este vinho tem se mantido constantemente bom, sem perder qualidade.  Sua cor vermelho rubi intensa já demonstraq que o vinho tem um bom corpo. No nariz, boa intensidade de aromas, destacando ameixas, madeira (passou 12 meses em barricas francesas) e café. Na boca ele é "carnudo" encorpado e acidez equilibrada. Alcool ainda um pouco evidente demais, mas nada que alguns minutos de decanter ou na taça não ajudem. Afinal, ainda é novo também, né? Final é longo e bem agradável! Sem dúvida, um dos nossos grandes vinhos, muito bem feito!!



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6
jan
2012

VINHO BRASILEIRO NA TAÇA: DAL PIZZOL BRUT TRADITIONELLE.

Postado por andrerossi às
17h42

Dal Pizzol Brut Trad 225x300 VINHO BRASILEIRO NA TAÇA: DAL PIZZOL BRUT TRADITIONELLE.

 

Vinho: Dal Pizzol Espumante Brut Traditionelle

Produtor: Dal Pizzol

Origem: Serra Gaúcha (RS)

Uvas: Chardonnay, Pinot Noir e Sylvaner

Preço Aproximado: R$ 40,00

  


Assim como aproveitei o calor e o verão para falar do Rosé, vou seguir a mesma linha para falar do primeiro vinho nacional de 2012. Este espumante me surpreendeu no ano passado quando o tomei pela primeira vez e me dei conta que jamais falei dele aqui. Então vamos lá! A Dal Pizzol é uma das vinícolas que tem tido bastante destaque nos últimos anos no mercado nacional com bons tintos, brancos e espumantes. E este espumante especificamente me chamou muito a atenção!


 Tem cor amarelo-esverdeado e perlage (bolhinhas) intensa e bonita, o que já é um bom indicativo. No nariz, o cheiro de pão, abacaxi e traços mais minerais mostra complexidade. Na boca, uma excelente acidez, que o deixa bem refrescante e agradável. A cremosidade é notável, assim como a intensidade de sabores e um final médio-longo, com um ligeiro, mas nada comprometedor amargor no final. Mais um belo espumante brasileiro que merece a nossa atenção, e ainda feito pelo método tradicional (champenoise).



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