Publicado em 12/01/2016 às 12h07

Dicas Para Aproveitar as Promoções de Vinho!

Screen Shot 2014 07 08 at 5 54 03 PM1 300x248 Dicas Para Aproveitar as Promoções de Vinho!

 

Como comentei no post anterior, aqui vão algumas dicas para não nos darmos mal nestas inúmeras promoções de vinhos que vemos todo começo de ano. Todos os anos eu faço este post e ele é sempre um dos mais acessados de Janeiro. E por isso mesmo, para não apenas “requentar” o prato, eu sempre agrego ou tiro algo que possa ser útil e que eu tenha aprendido com o tempo… Algumas destas dicas são experiências próprias, pois já comprei muito vinho achando que estava fazendo um ótimo negócio e quando abri a garrafa, o vinho não cumpriu seu papel. Mas vamos lá:

 

*** Primeiro cuidado a ser tomado: Desconfie de safras mais antigas. Se forem vinhos brancos e rosés, redobre este cuidado pois eles costumam ser mais delicados. Espumantes merecem também uma atenção especial. Mas como este negócio de safras é meio relativo, uma regrinha pode ajudar: Vinhos muito baratos, que são considerados os vinhos de entrada das vinícolas, eles são feitos para durarem pouco. Ou seja, um Argentino ou Chileno da safra de 2008, 2009 ou anos anteriores por exemplo, que custe fora da promoção, R$ 20,00, R$ 30,00, R$ 40,00 dificilmente estará bom em 2016. Se for branco, pior, pois podemos já considerar que este tipo de vinho branco, nesta faixa de preço aguenta em sua boa forma, uns 3-4 anos no máximo, quando muito.

 

*** Mas se você for aquele tipo que gosta de comprar vinhos mais caros e mais evoluídos, tanto tintos como brancos, aí o trabalho é mais complicado e vai depender muito da sua experiência e vivência com os vinhos que quer comprar. Teu “feeling” nestes casos, é o teu principal guia!

 

*** Se você não for uma pessoa apegada à estética, aproveite, pois alguns destes vinhos costumam estar com preços bem bons porque estão com rótulo rasgado ou danificado de alguma forma. Mas uma dica importante: Olhe sempre a rolha e a cápsula dos vinhos para checar se não está vazando ou a cápsula furada, cortada ou algo similar.

 

*** Muitos vinhos que costumam figurar nestas listas são produtos que serão descontinuados pela importadora/loja e por isso precisam queimar o estoque. Neste caso, costumam valer super a pena! Pergunte ao vendedor se os vinhos que quer comprar são este tipo de caso.

*** Pesquise os preços dos vinhos para ver se de fato o desconto que estão dando é aquele mesmo. Já vi casos de lojas e importadoras que anunciavam um preço maior que o real só para termos uma sensação de que o desconto é grande.

 

*** Pergunte ao sommelier ou consultor que está te acompanhando na compra se quiser comprar algum vinho que não conheça e este estiver com uma condição especial. Pergunte se vale a pena. Quando se deparar com descontos perto dos 70% ou mais, perguntem a ele porque está tão barato. Se for um cara honesto, vai te responder e algumas vezes pode até falar que não vale a compra. Já aconteceu isto comigo e o vendedor acabou perdendo a venda daquele vinho, mas ganhando um cliente pela sinceridade.

 

*** Não compre grandes quantidades de vinhos que não conheça. Compre uma ou no máximo 2 garrafas e beba logo para experimentar, pois se gostar e quiser comprar mais, tem mais chances de ainda ter em estoque.

 

*** Geralmente, as promoções de importadoras valem mais a pena que as de lojas multi-marcas. Isto porque as importadoras tem, teoricamente o menor preço de determinados vinhos e são elas que vendem para as lojas, que colocam uma margem em cima. Ou seja, na maioria dos casos, os preços costumam ser menores nas importadoras.

 

A hora é agora. Aproveitem para encher a adega, mas tomem os cuidados básicos para não comprarem algo e depois o vinho ter que descer pelo ralo e não pela sua boca.

 

 

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Publicado em 06/01/2016 às 12h05

O Vinho Sofreu em 2015. E Como Será em 2016?

2015 16 300x244 O Vinho Sofreu em 2015. E Como Será em 2016?

 

 

Amigos, FELIZ ANO NOVO!! Que 2016 seja um ano repleto de realizações, saúde e claro, bons vinhos!!!

 

 

Muita gente tem me perguntado o que eu acho que vai acontecer com o mercado de vinhos por aqui este ano depois de um 2015 tão conturbado. Então, vou aqui deixar algumas linhas sobre a minha visão do que foi 2015 e o que 2016 guarda para nós e para as nossas taças.

 

 

2015 foi um ano complicado para o vinho. Com todos os aumentos cambiais e de impostos que tivemos, as importadoras reagiram de formas diferentes. Algumas usaram a subida do dólar para crescer suas margens, aumentando os preços acima da diferença de cambio. Este tipo de attitude só faz com que o vinho fique mais caro e mais longe do consumidor. É a ganancia dos empresários em busca do lucro a qualquer custo. Mas o que eles não enxergam é que se o valor fica mais alto, as pessoas deixam de comprar e ele certamente vai faturar menos. Mas nem só destes ganaciosos vive o nosso mercado.

 

 

Tiveram aqueles que aumentaram os seus custos na mesma proporção do dólar e dos impostos, o que era a attitude esperada e honesta. E tiveram aqueles que, incrivelmente, pensaram no consumidor e seguraram até a ultima garrafa, aumentando apenas quando os novos vinhos chegassem. Estes merecem a minha admiração e respeito!

 

 

Mas falando de números, o dólar subiu quase 45% em 2015 e ainda tivemos um acréscimo de 10% de IPI no final do ano para vinhos. Isto dá um aumento real de mais ou menos 60%. Parando para analisar as tabelas de algumas importadoras, vi algumas que não chegaram a aumentar estes quase 60% e vi outras que dobraram seus preços. Esta é a nossa realidade, infelizmente. Uma falta de padrão, falta de união, falta de visão estratégica. E algumas que tem falta de respeito com nós consumidores.

 

 

Bom, fatos colocados, vamos aos meus palpites:

 

Segundo algumas matérias que li, a previsão do dólar é se manter num teto de R$ 3,80 / R$ 4,00. Se isto for real, não deveríamos muito mais variação nos preços dos vinhos. Digo “Não deveríamos” pois já perceberam que muita gente não pensa assim, né?

 

 

Existem 3 tipos esperados de comportamento, que foi o que vimos em 2015 e que deve se repetir em 2016:

-       Os que baixaram o ticket médio de compra estão pagando menos por garrafa;

-       Os que não mudaram o comportamento e continuam comprando seus vinhos preferidos, mesmo que tenham subido de preço;

-       Os que continuam pagando o mesmo valor que pagavam antes, mas que estão bebendo “pior” pois o vinho que hoje custa R$ 100,00 por exemplo, é um vinho que custava uns R$ 60,00 no início de 2015.

 

 

Para mim, a tendência é que o primeiro e o ultimo cenário sejam os mais vistos em 2016.

 

 

Pensando também nas origens dos vinhos, acho que a tendência é o Chile continuar nadando de braçadas no mercado e alcançar o incrível número de 50% de share de mercado, atuando principalmente nas linhas mais baratas, as chamadas linhas de entrada. Mas também devemos ficar de olho nos meus queridos vinhos Argentinos, que mesmo perdendo share para o Chile ano a ano, deve começar a sinalizar uma recuperação, pois com o país está agora em pleno otimismo pela vitória do Presidente Macri, derrotando a chapa do antigo governo de Cristina Kirshner. Isto deve trazer novo ânimo e novos números e incentivos à economia dos hermanos.

 

 

Tirando estes 2 países que hoje dominam o mercado de vinhos aqui no Brasil, acho que os vinhos Brasileiros também tendem a ganhar espaço pela qualidade que tem melhorado bastante e também claro, pelo preço, que deve ser mais competitivo frente aos importados, embora os altos impostos ainda sejam um problema para os vinhos nacionais.

 

 

Portugal, França e Espanha devem continuar com suas atuais performances, mas vale ter um olho aberto nos exclentes vinhos espanhóis, que tem chegado aqui com custos interessantes e grande qualidade. Uruguai, Austrália, Estados Unidos, Africa do Sul, Nova Zelandia e outros países ainda tem números muito baixos para incomodarem algum destes outros.

 

 

Enfim, meus amigos… O ano de 2016 começa com muita gente de pé atrás, esperando para ver o que vai dar. Enquanto isto, não percamos tempo: Vamos abrir nossas garrafas e encher as taças. Certamente nos fará pessoas mais felizes!

 

Feliz 2016, com muito vinho!

 

 

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Publicado em 28/12/2015 às 19h00

Espumantes Para o Final do Ano Ser Ainda Melhor!

celebration champagne drink drinks favim com 1112935 300x163 Espumantes Para o Final do Ano Ser Ainda Melhor!

 

Chegou a época do ano em que mais se vende espumantes. Mas também é a época em que as dúvidas sobre o que comprar tomam conta da cabeça e do bolso dos amantes do vinho e daqueles que querem manter viva uma das mais antigas tradições do ser humano, que é a de estourar umas bolhas engarrafadas por aí.

 

 

Pensando nisto, resolvi selecionar alguns bons espumantes, de diferentes faixas de preço e estilos, para ajudar os amigos a encontrarem a sua "garrafa-metade". Mas como sempre digo aqui, gosto é muito pessoal e o que vou tentar passar aqui é um apanhado geral de alguns estilos e preços de diferentes espumantes para o final do ano. Por isto vou dividir por faixa de preço e comentar um pouco sobre cada um:

 

 

|*| Espumante Bossa Brut No.1 -  Feito 100% com Chardonnay através do método Charmat, é um espumante muito bem feito e ideal para festas e ocasiões que pedem um espumante leve e fácil de beber. Na Importadora Decanter por R$ 35,36.

 

 

|*| Espumante Lirica Crua - Um espumante que já fiz um post inteiro só sobre ele (leia aqui). Um espumante diferente, feito através do método clássico (Champenoise) para quem quer uma experiência nova. Um espumante totalmente gourmet, que vale a pena! Na Importadora Decanter por R$ 64,94.

 

 

|*| Cava Castel de La Comanda Brut - Uma Cava (espumante feito obrigatoriamente na D.O Cava - Espanha) com um preço bem honesto por tudo que ela entrega. Boa complexidade e equilíbrio de frutas e aromas da segunda fermentação em garrafa (método clássico). Na Mercovino por R$ 80,00.

 

 

|*| Veuve Paul Bur Brut - Um espumante francês, feito numa região mais conhecida por seus vinhos tintos (Bordeaux), mas que produz alguns espumantes interessantes, como este por exemplo, feito 100% com a uva Chardonnay. Na Zahil, por R$ 81,00.

 

 

|*| Crémant de Limoux  Brut Cuvée Prestige Rosé - Outro espumante francês, da tradicional apelação de Limoux (Sudoeste Francês), onde os espumantes são as grandes estrelas. Feito também através do método clássico, é uma excelente opção para quem quer a qualidade de um champanhe, mas não quer pagar por um. Na Premium Wines por R$ 165,28.

 

 

|*| Espumante Perdriel Champenoise - Feito no país vizinho, este espumante hermano é surpreendente. Feito também pelo método champenoise (clássico), é um belíssimo espumante com persistência e complexidade impressionante. Parece caro por ser Argentino, mas pela qualidade que tem, vale a pena! Na Wine Brands por R$ 188,00.

 

 

|*| Champanhe Vollereaux Brut Cuvée Marguerite 2008 - Finalmente chegamos ao Champanhe. E que champanhe! E que preço! Um champanhe safrado, que fica 6 anos em contato com as leveduras e tem preço até mais barato que as marcas comerciais que temos por aí. Uma baita oportunidade de beber algo realmente diferente, elegante e imponente! Na Chez France por R$ 229,00.

 

 

Acho que com esta seleção o ano novo tem tudo pra ficar ainda melhor! FELIZ 2016, meus amigos!!

 

 

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Publicado em 30/11/2015 às 11h19

Espanha: Um País de Vinhos.

WineMap Spain 300x232 Espanha: Um País de Vinhos.

 

O velho mundo do vinho, leia-se Europa, oferece uma variedade de vinhos impressionante, que vai de A a Z em termos de estilo. Os mais famosos França e Itália vivem se degladiando pela liderança na produção de vinhos. Destes 2 países vem os prestigiosos vinhos de Bordeaux, Borgonha, Toscana, Piemonte, entre outras tantas regiões de bons vinhos. Tem um outro país também de enorme e antiga tradição, mas que não tem a força destes 2 primeiros, que é Portugal. De lá vem vinhos como Barca Velha e Pera Manca, entre outros de excelente qualidade.

 

 

Mas tem um outro país que eu sempre falei por aqui e continuo falando, cada vez mais, que tem vinhos de excelente qualidade e com bons preços. Claro que tem aqueles chamados de ícones, com preços altíssimos, mas no geral, os vinhos ESPANHÓIS oferecem ótima qualidade a bons preços. Dentre as regiões mais famosas, Ribera del Duero e Rioja, localizadas no centro-norte do país, produzem os vinhos mais emblemáticos de lá, a maioria destes vinhos à base de Tempranillo (Foto abaixo), uma uva tinta de excelente qualidade e reputação e também de Garnacha (Grenache), uva menos famosa, mas muito difundida e plantada por lá.

 

Tempranillo 214x300 Espanha: Um País de Vinhos.

 

Mas outras regiões também produzem excelentes vinhos e algumas delas, por não serem tão famosas, acabam oferecendo bons vinhos a preços mais em conta. Toro é uma destas regiões. À beira do mesmo Rio Duero que corta as regiões de Ribera del Duero e Rueda, Toro é uma região que vem despontando como grande produtora de vinhos de qualidade. O Pintia, produzido pelo lendário Vega Sicilia, talvez seja o grande expoente de lá. Por falar em Rueda, de lá vem os vinhos brancos mais prestigiosos de lá, feitos com a uva Verdejo (ou também com Viura e Sauvignon Blanc), por conta das frescas noites que colaboram com as uvas aromáticas como estas.

 

A Catalunha não é muito comentada, mas é lá que fica uma das 2 DO's (Denominação de Origem Controlada) da Espanha:  O Priorato. Além do Prioriato, Tarragona, Costers del Segre e Penedés (onde se produzem as famosas Cavas) são as outras regiões da catalunha de maior fama. De lá saem vinhos rosés, brancos e principalmente tintos.

 

 

Castilla-La Mancha é uma região que por muito tempo foi marginalizada e produtora de vinhos de volume, sem tanta qualidade, mas hoje a realidade é outra e os vinhos desta região tem alcançado cada vez mais qualidade. Uma curiosidade: Lá é a terra de origem da uva branca mais plantada no mundo, a Airén. Mas a região tem se destacado mais pelos tintos do que pelos brancos.

 

 

Somontano, Navarra, BierzoRia Baixas e Valencia são outras regiões produtoras e que estão buscando um lugar melhor ao sol, com destaque para Navarra e seus vinhos tintos.

 

Por último, uma região especial, ao sul do país, chada Jerez. De lá saem os famosos vinhos fortificados (maior teor alcoólico) JEREZ ou SHERRY, feitos principalmente com a uva Palomino, nos brancos solos de Albariza. Os Jerez são vinhos fortificados que são apresentados em vários estilos, dependendo do método de produção. Os mais famosos são o Fino, Manzanilla, Oloroso, Amontillado e o PX (Pedro Ximenez), vinho extremamente doce e famoso mundo afora.

 

Depois desta longa introdução, deixarei para um próximo post o relato sobre o evento que fui na semana passada no charmoso Consulado Espanhol aqui em SP, onde pude provar alguns bons e interessantes vinhos da terra das Touradas.

 

 

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Publicado em 28/10/2015 às 09h00

Duca di Salaparuta: As Diferentes Faces da Sicilia.

IMG 4786 225x300 Duca di Salaparuta: As Diferentes Faces da Sicilia.

 

 

Duca di Salaparuta é um nome conhecido dos brasileiros por causa de uma marca em especial, que sempre teve muita presença em nosso mercado, que é o Corvo. Mas a vinícola faz mais de 40 diferentes vinhos que representam a Sicilia pelo mundo. A Vinícola Corvo é uma delas, também como a própria Vinícola Duca di Salaparuta e a Vinícola Florio. É uma vinícola que foi fundada em 1824 e tem uma longa tradição e sucesso no mundo todo, mostrando bem os diferentes terroirs da Sicilia. Pra se ter uma idéia, 90% das uvas cultivadas por eles são uvas regionais, com pouquíssimas uvas internacionais, como a chardonnay, shrah, viognier, pinot noir e merlot.

 

 

E pude provar mais alguns dos vinhos da vinícola em companhia da Antonella Pagnannelli, gerente de exportações da vinicola e do pessoal da Interfood, importadora dos vinhos deles aqui.

 

 

O Calanica Insolia Chardonnay 2014 é um vinho feito com apenas 30% de chardonnay, mas altamente perceptíveis. Um vinho sem madeira, mas que tem uma consistência e uma untuosidade muito legais. Um vinho bem fresco e facil de beber. R$ 89,90.

 

 

O Calanica Nero d'Avola Merlot é um vinho muito bem resolvido e daqueles que tomamos a garrafa sem perceber. Madeira muito sutil, e apesar de "apenas" 30% de merlot, ela faz toda a diferença. Um vinho fresco, de médio corpo, muita fruta fresca e taninos bem sutis. Um vinho descomplicado! R$ 89,90.

 

 

O Passo delle Mulle 2013 é um vinho 100% Nero d'Avola e que passou 10 meses de barricas usadas, o que acaba não pesando no vinho e deixando ele bem harmônico e redondo. Taninos macios e um vinho de médio corpo, bem típico desta uva. R$ 138,00.

 

 

O Làvico 2010 é um vinho 100% Nerello Mascalese, uma uva regional e que eu particularmente gosto muito. Dá vinhos de corpo e cor bem leves, não por acaso é chamada por alguns de "Pinot da Sicilia". Um vinho elegante, leve, sem excessos e que mostra muito bem o perfil desta uva por lá. Uva pouco conhecida, mas que dá vinhos maravilhosos! R$ 142,00

 

 

Por último, o top da vinícola, o Duca Enrico 2009. Um vinho 100% Nero d'Avola com muito corpo e uma mistura bem interessante de fruta seca e fruta fresca. Um vinho que, apesar de ter 6 anos, está MUITO jovem e tem muito tempo de garrafa pela frente! R$ 424,90.

 

 

Os vinhos da Sicilia são muito pouco explorados por aqui, infelizmente. Mas sem dúvidas, a hora que eles ganharem mais exposição, farão muito sucesso!

 

 

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Publicado em 21/10/2015 às 09h00

Haras de Pirque: Vinhos à Galope.

IMG 4849 300x266 Haras de Pirque: Vinhos à Galope.

 

Haras de Pirque é uma vinícola chilena que eu tenho muito carinho. Foi uma das primeiras vinícolas que visitei, ainda como consumidor somente, muito antes de imaginar que eu pudesse entrar de cabeça neste mundo do vinho! Sobre os vinhos, eu falo mais abaixo, mas queria dar um destaque especial para a arquitetura da vinícola, que é em formato de ferradura e muito funcional. Foi criada em 1991 por Eduardo Matte, um apaixonado criador de cavalos, onde, até hoje, são treinados cerca de 30 cavalos puro-sangue para o circuito nacional de corrida.

 

 

E pude fazer uma espécie de "regressão" no tempo, ao ter um delicioso almoço com Cecilia Guzman, enóloga da vinícola e seus importadores, a competente Wine Brands. No almoço, com um bate papo muito gostoso, soubemos por exemplo, que ano que vem, a vinícola terá a oficialização de produtor Organico, que segundo Cecília, para eles é algo natural, pois é o jeito que eles sabem fazer vinho, pela vocação da região.

 

 

O Haras de Pirque Gran Reserva Albaclara 2013 é um Sauvignon Blanc 100% , com uvas da região do Maipo, onde a vinícola está e uns 15% de Leyda, litoral chileno famoso pela produção desta uva. Um vinho que não é enjoativo como alguns SB do Chile, mas mantém a frescura e a boa intensidade. R$ 87,00.

 

 

O Haras de Pirque Chardonnay Reserva 2014 é um vinho que mostra bem o novo (e acertado) estilo dos vinhos da vinícola. Menos madeira, mais fruta. Apenas 30% dele fermentou em barricas de primeiro e segundo uso e depois passou 6 meses de envelhecendo. Um vinho muito equilibrado e facil de beber! E por um preço, nos dias de hoje, muito justo: R$ 78,00.

 

 

Partindo para os tintos, o Reserva Carmenere 2013 (R$ 78,00) é um Carmenere muito bem resolvido. Sem a goiaba típica dos vinhos chilenos, ele tem 15% de cabernet sauvignon e é bem equilibrado, sem alcool sobrando, sem madeira sobrando... Um vinho muito bem feito e por um bom preço!

 

 

Já o Hussonet Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2001 é um vinho elegante, bem típico Cabernet Sauvignon chileno. Tem 15% de Cabernet Franc e uma fruta bem integrada com os 14 meses de barrica, que apesar de parecer muito, não aparece no vinho. Um belíssimo vinho, por R$ 107,00.

 

 

Por ultimo, a grande estrela da vinícola! O Albis 2006 é um vinho conhecido, pois é o resultado da parceria deles com o competente e famoso produtor italiano Marchese Piero Antinori. Com 80% de Cabernet Sauvignon e 20% de Carménère, ele se mostra um chileno de corpo e alma. 18 meses de barricas, mas seus 9 anos já amaciaram o vinho e está num ponto maravilhoso de consumo. Ainda vai render alguns bons anos de garrafa pois está com uma acidez impecável e excelente corpo. R$ 293,00.

 

 

Se o carinho pela vinícola e por seus vinhos era grande, agora ficou maior ainda! Os vinhos mudaram muito, pra melhor e pelo que posso ver, ficarão cada vez melhores!!

 

 

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Publicado em 23/09/2015 às 20h00

Ornellaia: O Vinho Sem Legendas.

ospitalit  new1 300x198 Ornellaia: O Vinho Sem Legendas.

 

Toscana, Itália. Este é o cenário de grandes paisagens, grandes filmes e claro, grandes vinhos. Podemos falar dos Brunellos, dos Barolos, dos Nobile de Montepulciano e dos Chiantis. Mas também podemos - e devemos - falar dos Supertoscanos. E quando se fala em Supertoscanos, alguns nos vem automaticamente à cabeca: Solaia, Sassicaia, Tignanello e claro, Ornelaia, entre outros. E é exatamente deste último, um dos mais reconhecidos vinhos italianos, que vou falar um pouco.
Na verdade, antes da grande estrela, que foi apresentada pela diretora de exportações da vinícola, Giuliana Cavazza e por seus importadores, a conhecida rede Grand Cru, vamos passar pelos outros vinhos da vinícola, que está localizada na região do Bolgheri, perto do litoral toscano.

 

Começando pelo lançamento da vinícola, um branco muito fresco e equilibrado, o POGGIO ALLE GAZZE DELL'ORNELAIA IGT 2013. Um vinho feito majoritariamente com Sauvignon Blanc (69%) e o restante de Viognier (12%), Vermentino (12%) e Verdicchio (7%). Muito fresco, com o Sauvignon bem marcado e elegante, fugindo dos Sauvignon Blancs que estamos acostumados principalmente do Chile, com aqueles excessos de verde.

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Depois o primeiro tinto, o LE VOLTE BOLGHERI DOC 2012. Sempre gostei muito deste vinho, pois mesmo sendo o vinho de entrada da vinícola, ele já mostra muito o perfil dos vinhos tintos da região. Usando a principal uva da vinícola, a Merlot (50%), 30% Sangiovese, a uva rainha da Toscana e 20% Cabernet Sauvignon, ele é um vinho novo, mas redondo e pronto para beber. Um vinho que consegue ser fácil de beber e ao mesmo tempo tem muita complexidade. Frutas vermelhas, pimenta, ervas, mentolado e uma madeira usada sem excessos (10 meses de barricas de terceiro e quarto uso). Um vinho com bom final, que vai muito bem com uma macarronada por exemplo. R$ 215,00.

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Depois temos o LE SERRE NUOVE IGT 2012. Outro vinho com base de de Merlot (52%) e complementado com 28% de Cabernet Sauvignon, 12% Petit Verdot e 8% Cabernet Franc. Se tínhamos complexidade no primeiro tinto, aqui a coisa fica mais séria. Taninos ainda novos, mas deliciosos, um vinho encorpado, com acidez bem marcada e na medida certa e uma profusão de aromas e sabor: Aqui encontra-se de tudo... Madeira, frutas vermelhas, frutas pretas, e até mesmo um mineral, talvez pela proximidade do oceano de seus vinhedos novos. Um vinhaço! R$ 501,00.

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Por último, o grande. Por último, o ícone. Por último um dos vinhos italianos mais reconhecidos no mundo todo, o ORNELAIA BOLGHERI DOC SUPERIORE 2012. Um vinho que ainda está muito novo e tem um potencial de guarda enorme, pra esquecer de vista mesmo!! Ele é um Serre Nuove intensamente dobrado! Aqui, sente-se muito do se sente no vinho anterior, com mais destaque para as frutas e a madeira e menos herbáceo, provavelmente fruto da ausência da Petit Verdot. Mas em compensação, a Cabernet Franc aqui, que tem 10%, se mostra ainda mais. Um vinhaço, ao quadrado, mas que pra ser melhor entendido, sugiro beber daqui a pelo menos uns 5 anos. Mesmo sabendo que ele vai muito mais longe que isso. R$ 2.000,00.

 

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Não é à toa a fama desta vinicola. Basta uma taça de qualquer um destes vinhos para entender porque Ornelaia é Ornelaia.

 

 

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Publicado em 08/09/2015 às 12h00

Ferrari: Não é o carro, mas é a Ferrari dos Espumantes.

Quando o assunto é espumante, sem dúvida nenhuma a nossa grande referência sãos famosos e tradicionais champanhes. E muitos já sabem que champanhe é apenas o espumante feito na região francesa de Champanhe, que fica a nordeste de Paris. Mas não nos enganemos ao achar que somente os champanhes tem qualidade e fama para serem idolatrados pelo mundo. E posso falar com toda a certeza do mundo que os espumantes FERRARI, produzidos na região de Trento, Norte da Itália, são espumantes que falam de igual pra igual com qualquer champanhe e sem dúvida, alguns de seus produtos certamente são superiores a muitos champanhes que encontramos por aí.
Pude conversar e degustar os maravilhosos Ferrari com Matteo Lunelli, presidente e terceira geração da vinícola, junto com os amigos da importadora Decanter, que tem a exclusividade de seus espumantes no Brasil.
Sobre os espumantes que tomamos, difícil começar a falar, mas vou tentar passar em palavras, as sensações deliciosas que tive aa cada gole destes "champanhes italianos:
O Ferrari Maximum Brut é o espumante de entrada. Ahhh se todos os vinhos e espumantes de entrada fossem assim...! Um espumante seco, feito 100% com Chardonnay e que tem uma consistência incrível. Uma acidez deliciosa, perlage (gás que sobe com suas lindas bolhinhas lineares homogêneas) intensa e uma mistura equilibrada de frutas como maçã verde e pera, com outros aromas que lembram pães, vindos do contato com as leveduras durante longos 36 meses! Sem dúvida, deixa muito champanhe mais comercial pra trás! Custa R$ 197,00.

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O Ferrari Maximum Brut Rosé é a alternativa rosé de entrada da vinícola. Segue a mesma linha de qualidade do anterior, com excelente intensidade e aqui, um toque delicado, mas presente de morango e framboesas, vindos dos 40% de pinot noir, que se juntam aos 60% de chardonnay. R$ 217,00.

 

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O Ferrari Perlé Brut 2007 é um monstro, principalmente considerando o preço dele. Custando o preço de um champanhe de entrada, como Moet Chandon ou Veuve Clicquot (R$ 261,80), este espumante safrado (2007), ou seja, feito com uvas apenas do ano de 2007, que foi um ano especial na região, fica impressionantes 8 anos em contato com as leveduras. O que isto signfica? Que este tipo de envelhecimento nós encontramos em Champanhes tops como a Dom Perrignon, que fica 6 anos, enquanto este Ferrari fica 2 anos a mais! E mesmo assim consegue deixar a fruta muito clara, equilibrada com os aromas deste envelhecimento, principalmente o aroma de brioches.

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O Ferrari Perlé Nero 2007 é outro safrado e outro com que fica um longo tempo em autólise (6 anos). A grande diferença deste espumante é que ele um "blanc de noir", ou seja, feito com uvas tintas, neste caso a Pinot Nero (Pinot Noir). Maravilhoso espumante, custando R$ 386,90.

Ferrari1 e1441290997255 224x300 Ferrari: Não é o carro, mas é a Ferrari dos Espumantes.

Para terminar, aquele que vem pra bebermos de joelho. Um dos melhores espumantes que já bebi, sem exageros. Giulio Ferrari Riserva del Fondatore 2002. Um espumante com 13 anos de idade e destes 13 anos, 10 - sim, eu disse 10 - anos de contato com as leveduras. O que isto pode trazer ao espumante? Tudo, mas o principal é a vontade de beber cada gole e joelhos e olhos fechados! Memorável!! R$ 640,60.

Ferrari5 e1441291034171 224x300 Ferrari: Não é o carro, mas é a Ferrari dos Espumantes.

Sem a menor dúvida, a fama que os carros da Ferrari tem no mundo, apesar de não ter nada a ver com a vinícola, o sobrenome Ferrari parece que nasceu para bilhar. Nas pistas e nas taças. E deixando os champanhes com água na boca.

 

 

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Publicado em 03/09/2015 às 11h28

Casanova di Neri: O Brunello dos Brunellos.

Montalcino é uma cidade na Toscana (Italia) que é venerada pelos amantes do vinho. De lá saem os famoso Brunellos de Montalcino, vinhos que seguramente estão entre os mais famosos e caros da Itália e também do mundo. Mas nem só de Brunellos vive a região. Os Rossos di Montalcino, irmãos mais novos dos Brunellos e outros vinhos maravilhosos também fazem a fama nesta região, mas sem dúvida, os Brunellos são as grandes estrelas de lá.

E quando se fala de grandes Brunellos, um dos primeiros nomes que vem automaticamente é o de Casanova di Neri, uma vinícola fundada em 1971, ou seja, relativamente nova, mas que desde sua fundação tem produzido vinhos absolutamente impecáveis, como o Brunello 2001, que foi eleito como melhor vinho da revista americana Wine Spectator ou mais recentemente o Brunello Tenuta Nuova 2010, recém chegado ao Brasil e que ganhou 100 pontos de Robert Parker. E tive a honra de estar com Giacomo Neri, proprietário da vinícola, num almoço junto com seu importador, a Expand, para provar alguns de seus vinhos que comentarei abaixo:

O primeiro, o IRROSSO DI CASANOVA DI NERI 2013 é um vinhos feito com 75% Sangiovese (uva típica e mais importante da Toscana) e 25% Colorino (uva pouco conhecida, que dá estrutura e cor e que costuma entrar como uva complementar em cortes). Um vinho que apesar de novo, está pronto para beber e bem redondo. Vinho de médio corpo, com os taninos aparecendo bem, mas sem excessos. Um vinho que parece um "Baby Brunello" e tem um belo futuro pela frente, pois acho que daqui uns 5 anos estará em seu auge! R$ 180,00.

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Depois, um salto para os Brunellos. O BRUNELLO DI MONTALCINO SELEZIONE 2009 é um vinho que mostra bem o perfil dos Brunellos de Giacomo. Facil de beber, madeira bem marcada por seus 45 meses, mas sem encobrir a fruta e as especiarias. Um Brunello pra beber já, sem dó, ou para guardar mais alguns bons e longos anos. R$ 398,00.

 

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Já o BRUNELLO DI MONTALCINO CASANOVA DI NERI 2009, é aquele clássico Brunello. Acidez, fruta, ervas, madeira e taninos se misturam e se confundem. Nada em excesso, nada incomoda. Vinho encorpado como deve ser e para beber hoje, precisa de decanter por pelo menos 1 horinha... Custa R$ 480,00.

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Por ultimo, aquele momento que todo bom enófilo gostaria de ter. Apesar de novo, o BRUNELLO TENUTA NUOVA 2010, já mostra na taça que deve ser um vinho para ser esquecido na adega pelos próximos 10 anos. Levou nota máxima de Robert Parker, com 100 pontos e é tudo o que um Brunello gostaria de ser: Impecável. Apesar de novo e fechado ainda, um vinho que é equilibrado, com taninos doces e macios.

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Não há muito o que falar, não há o que discutir. Existem Brunellos existem os Casanova di Neri.

 

 

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Publicado em 23/08/2015 às 09h00

Derrubou o Vinho? E Agora?

wine stain e1363006959676 Derrubou o Vinho? E Agora?

 

 

Li uma reportagem na Revista Adega e gostei bastante, sobre como tirar mancha de vinho tinto de um tecido manchado. Então, vou reproduzir aqui algumas destas dicas e juntar também à minha experiência de já ter passado por isto algumas vezes.

 

O mais importante de tudo e o primeiro a ser feito é agira rapidamente. Não podemos deixar a mancha secar, pois se isto acontecer, vai ser ainda mais difícil conseguir eliminá-la. Isto porque, quando ela seca, ela já se prendeu às fibras to tecido. Então, para que a operação fique mais fácil, o ideal é fazer isto com água quente e sabonete liquido. E depois lavar normalmente. Se não tiver isto ao alcance, vamos a uma segunda tentativa, que é a de absorver o excesso de líquido com um papel toalha, ou com algum tipo de elemento em “pó” e com alto poder de absorção, como o talco, o sal ou a farinha de trigo. E depois disto feito, voltamos ao primeiro passo, que é o de lavar com água quente.

 

Há outras formas que muito pregam por aí, como colocar vinagre branco e bicarbonato de sódio, vinho branco ou espumante. Todos eles podem funcionar, mas a água quente ainda é o mais eficiente como primeira alternativa.

 

Depois da “emergência”, sempre lavar normalmente e se quiserem, com alvejantes sem cloro (para tecidos coloridos). Há uma receita caseira de ferver o tecido em leite e depois deixar descansando por alguns minutos. Sinceramente, nunca testei. E por último, não podemos esquecer dos sprays mágicos e canetinhas importadas que prometem milagres. Alguns já vi funcionar bem, outros nem tanto.

 

O fato é que depende muito do tecido, do vinho (Um pinot noir pode sair mais facilmente que um tannat por exemplo, pela intensidade da cor e quantidade de pigmentos) e do que tem disponível para fazer na hora. E claro que se os amigos tiverem alguma outra opção que tenha funcionado, será sempre bem vindo!!

 

 

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Perfil

André Rossi (Déco), 37 anos, é formado pelo instituto inglês Wine & Spirits Education Trust (WSet) nos níveis 1 - Foundation, 2 - Intermediate e 3 - Advanced, cursados em Nova York. Atualmente está cursando o quarto e último nível do WSET, o “Diploma”.

É também um dos únicos cinco Brasileiros residentes no país a ser credenciado como Professor deste mesmo WSet, tendo sido aprovado pelo WSet Educator Training Program 2011, em Nova York.

Editor e Idealizador do Blog EnoDeco, que é hoje o blog oficial de vinhos do portal R7, um dos blogs de vinho mais acessados do Brasil, e que já foi indicado pelo Guia 4 Rodas 2009 como um dos 10 melhores eno-blogs do Brasil.

Colunista da Revista Cool Magazine, da Revista Online Bloggers e também Editor de Vinhos da 4a. Edição do Flavour Guide , projeto anual do crítico gastronômico Josimar Melo. É jurado e avaliador de vinhos de vários eventos e revistas especializadas.

Há 2 anos é o Relações Públicas da Wines of Argentina (WofA), associação das melhores e principais vinícolas argentinas, sendo o responsável pela comunicação, eventos, degustações e todas as ações que a WofA faz em todo o Brasil, para divulgar e comunicar o vinho argentino por aqui.

Foi o ganhador do concurso “Meu Vinho com Susana Balbo” que foi disputado por 30 blogueiros e jornalistas de vinho, onde o principal objetivo era fazer o seu próprio vinho, usando 5 variedades disponibilizadas pela mais importante e premiada enóloga argentina, Susana Balbo. Seu vinho foi escolhido entre os 30 competidores, numa degustação às cegas pela enóloga e sua equipe, tendo um vinho assinado em conjunto com Susana, o Dominio del Plata Essential Limited Edition 2011.

É Publicitário de formação e foi Diretor de Atendimento de grandes agências como W/Brasil e Lew’Lara/TBWA, tendo passado também por Young & Rubicam, DPZ, Leo Burnett e Publicis. Antes disto, trabalhou na área de marketing da importadora Expand.

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