30
mar
2009

HYATT WINE CLUB

Postado por admin às
20h07

 HYATT WINE CLUBO Grand Hyatt São Paulo apresenta toda última terça-feira do mês, das 20 às 22 horas, o Hyatt Wine Club. É uma ótima oportunidade para amigos e apreciadores de vinhos se reunirem em um ambiente informal para degustar e comprar grandes rótulos, escolhidos de acordo com um novo tema a cada trinta dias.

A degustação do dia 31 de março apresenta os excepcionais vinhos argentinos e chilenos. La Arbodela Chardonnay, Sideral de Altair e Medalla Real Cabernet Sauvignon são alguns dos destaques de vinhos chinelos. Já Achaval Ferrer Malbec Mendoza, Bramare Malbec e Alma Negra são alguns dos rótulos argentinos a serem degustados. Um buffet de acepipes preparado pelos Chefs do Grand Hyatt São Paulo completam a degustação.

Os encontros contam com a presença de sommeliers e experts da área de vinhos tanto do Grand Hyatt quanto das importadoras. Essa edição o Hyatt Wine Club terá a participação das maiores importadoras de vinhos do país como a Expand, Grand Cru e Mistral. O preço por pessoa é de 65 reais para não associados e 40 reais para associados do programa de vantagens do CATH (Club at the Hyatt). Informações e reservas pelo telefone (11) 2838-3111.

CHEERS!!

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30
mar
2009

VINHO E CHOCOLATE

Postado por admin às
20h02

 VINHO E CHOCOLATE A Páscoa está chegando e o mundo do vinho começa a se movimentar também.

A deliciosa mistura de dois sucessos da gastronomia poderá ser conferida no próximo dia 4 de abril, quando a Salton realiza o curso Vinho & Chocolate. Comandada pelo sommelier Vinícius Santiago, a atividade terá início às 10h, na sede da vinícola, em Tuiuty (Bento Gonçalves), e irá desvendar os segredos que deixam a união desses elementos ainda mais saborosa, ampliando as opções de sabores nesta Páscoa. Ao contrário do que muitos possam imaginar, vinho e chocolate sempre combinaram, assegura o sommelier. “O que precisa ser observado é que nem todo chocolate combina com todo vinho”, afirma.
Sendo assim, Santiago irá ensinar a fazer harmonizações perfeitas, que valorizem os dois paladares. A parceria com a Chocolates Lugano, de Gramado, irá permitir que os participantes degustem os principais tipos de chocolate, como amargo, meio-amargo, branco, ao leite... e, assim, perceber quais os mais indicados com os vinhos escolhidos. A dinâmica é simples e atraente: depois de conhecer a história de cada um dos produtos, serão degustados os chocolates em primeiro lugar, depois os vinhos e, por último, será realizada a harmonização. O grupo ainda irá conhecer as instalações da vinícola, bem como as etapas de elaboração do vinho, e saborear um almoço elaborado especialmente para a ocasião, assim como a sobremesa, à base de chocolate. A Salton ainda reserva um super presente para os participantes: um desconto exclusivo na compra de vinhos e espumantes da Loja de Vinhos da vinícola.
Mais informações no site da Salton.

CHEERS!!

Fonte: Academia do Vinho
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23
mar
2009

A EXPOVINIS 2009 VEM AÍ…

Postado por admin às
21h26

 A EXPOVINIS 2009 VEM AÍ...PREPAREM-SE!

Vem aí a Expovinis 2009, o evento que mostra como concretiza o ritmo acelerado des­te mercado e consolida-se como o principal meeting do setor na América Latina. São centenas de rótulos, que encantam os visitantes e fazem com que os principais vinhos do mundo cheguem à mesa do consumidor.
Em 2008 foram mais de 15.000 visitantes altamente qualificados que tiveram a oportunidade de conhecer rótulos dos quatro cantos do mundo, apresentados por mais de 260 expositores.

E para os consumidores finais, eles abrirão nos dias 06 e 07 de maio das 19:00 às 22:00.

Confiram mais detalhes no site http://www.expovinisbrasil.com.br/
CHEERS!!
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23
mar
2009

RESTAURANT WEEK – FEEDBACK

Postado por admin às
19h35

 RESTAURANT WEEK   FEEDBACKCaros amigos,

Recebi alguns feedbacks sobre experiências de algumas pessoas com a Restaurant Week e vou postá-lo aqui. Se alguém mais quiser falar algo, ou comentar alguma experiência, este é o espaço! O e-mail que recebi é da Malela, amiga pingüin e boa bebedora de vinhos. Talvez o fato de ela ser Chilena ajude, afinal, já nasceu com um pé nas videiras, apesar de ser lá da terra dos Pingüins. Mas que ela gosta de coisa boa, ela gosta!
Má, obrigado!

"Minhas 3 experiências foram bem abaixo da média. A começar que a reserva feita no espanhol da Mario Ferraz (Eñe) não valeu de nada. Cheguei lá e tinha uma galera na espera e minha reserva não existia.

Fomos também ao Lola Bistro e para minha surpresa o sommelier não estava. Mas os pratos eram ótimos. Para uma casa que quer ser lembrada como "vinheria" ou "winery", foi fraco.

O BOA foi uma delícia, mas os vinhos em taça muito ruins e preferi fugir para uma cerveja.

Fomos também ao austríaco na rua Lisboa, o Wolf´s Garten. Bem a comida não é das melhores para o meu gosto -goulash- mas os chefs souberam harmonizar muito bem com um forte vinho português. Atendimento nota dez; strudel nota 100 (esse vai ser difícil de bater).

Depois fomos ao Bareto, que não estava na lista, mas queria citar aqui para verem o valor do vinho em taça: Me serviram um Catena Zapata em taça a 35,00. Por ter sido uma data especial, valeu a pena. Mas era caro, hein?!"

CHEERS!!
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22
mar
2009

NOITE NO SAFARI

Postado por admin às
21h50

 NOITE NO SAFARINo último dia 12 de março, como comentei aqui, tivemos a segunda confraria do ano, com o tema da África do Sul, proporcionado em sua totalidade pelo Marcio. Digo que foi em sua totalidade pois como é de costume, quem leva os tintos não leva os brancos e nem paga a conta. Mas desta vez tivemos uma outra situação.

O Marcio foi in loco comprar os vinhos da confraria. Aproveitando que já tinha uma viagem de 1 semana agendada, aproveitou para se deliciar com os excelentes e surpreendentes vinhos sul-africanos. E além de trazer alguns para a sua adega, trouxe brancos e tintos para o nosso evento. O restaurante escolhido: Varanda Gril, com uma carne deliciosa e certamente uma das melhores de São Paulo. Vale destacar também a atenção que recebemos do sommelier da casa, Thiago Locatelli.

Os vinhos foram:

La Cournne Chardonnay 2006
La Cournee Chardonnay 2007
Hamilton Russel Vineyards Pinot Noir 2007
Ernie Els 2004 (Cab. Sauvignon, Merlot, Petit Verdot, Malbec e Cabernet Franc)

Começamos pelo La Cournee Chardonnay 2007 e fele supreendeu. Apesar de novo, estava num ponto excelente para ser tomado, com uma madeira deliciosamente presente e um frutado típico de Chardonnay passado por madeira. Um vinho redondo e surpreendente.

Ao irmos para os tintos, já estávamos com o "sarrafo" lá em cima, pois o Chardonnay estava demais. De um lado um pinot noir jovem, mas com muita personalidade e expressando tudo o que esta uva consegue dar no novo mundo: Um vinho redondo, suave, marcante, límpido e claro no copo. Assim como o Chardonnay, novo, mas pronto para ser bebido. Porém, com mais alguns anos de garrafa ele vai se desenvolver bastante e se tornar um vinho ainda mais delicioso.

Já o famoso Ernie Els, um corte de 5 uvas, era bem diferente do anterior. Um vinho que caiu muito bem com as carnes que comemos, pois era suculento, encorpado e ficava por um bom tempo na boca. Um vinho complexo, como era de se esperar um vinho com 5 cepas diferentes, mas um vinho sensacional. Apesar de ser 2004, ainda estava novo e daqui uns 10 anos estará um néctar dos deuses, pois hoje ele já está muito bom e foi abrindo com o passar do tempo na taça.

Para terminar, por sugestão do JP, abrimos o Chardonnay 2006 na sobremesa. Uma experiência diferente, pois ele é um vinho seco e não feito necessariamente para harmonizar com doces e frutas. E não é que deu certo?! A doçura da fruta misturada com a madeira deu um vinho extremamente gostoso e fácil de beber. Mesmo como uma "sobremesa". Uma experiência diferente, mas que valeu a pena tentar.

Um belíssimo jantar, como os outros que fizemos e que agora esperamos pela próxima parada: Califórnia! Aguardem!!

CHEERS!!
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23
jan
2009

CONFRARIA DE CANGURUS

Postado por admin às
11h30

 CONFRARIA DE CANGURUSOntem foi o dia. O "primeiro dia do ano" para nossa confraria. Depois do Gran Finalle com a Vertical de Tignanello, recomeçamos ontem a volta ao mundo do vinho.

* Tema escolhido: Austrália.
* Restaurante escolhido: Arturito
* Quem levou o branco: Fefê
* Quem levou os tintos: Zé Roberto.
O evento começou alguns dias antes, quando resolvemos a data e quem levaria os vinhos. Porém, desta vez, nem o tema, nem os vinhos e nem o restaurante foram divulgados aos confrades com antecedência. Zé Roberto queria segredo até o dia. Na véspera ficamos sabendo o local. E o tema e os vinhos somente na hora que chegássemos no Restaurante.

Chegando lá, às 20:30 / 20:45 descobrimos que faríamos um tour pela país dos Cangurus. Quando digo que descobrimos, preciso dizer que um deles apenas descobriu bem depois. Marcio chegou 1 hora atrasado e não preciso dizer que passou o jantar inteiro ouvindo piadas sobre o horário. E definitivamente, o sempre atrasado Dado, passou o bastão ao Marcio, que leva agora a fama. Aliás, Dado foi o segundo a chegar, depois do sempre pontual Zé Pedro, o primeiro em todos os eventos de 2008 e que já abre 2009 levando a tradição.

Chega de amenidades e vamos aos cangurus:

O branco que o Fefê levou foi escolhido pela Revista inglesa Decanter como o melhor vinho branco do mundo em um determinado ano. Era um Tyrrell´s Wines Hunter Semillon 1997. Um branco realmente impressionante, feito com uma uva ainda não tão explorada por nós brasileiros, mas que na minha opinião se parece muito com a Chardonnay. Aromático, com um nariz bem frutado e com uma madeira deliciosamente bem dosada, ainda pode ser guardado por alguns anos, pois estava maravilhoso e cheio de vida. E um branco com 11 anos e com esta vitalidade não é fácil de se encontrar.

Já os tintos, como sempre, merecem um destaque à parte. Nada menos que um Penfolds Grange 1996, um ícone daquele país e quase que uma unanimidade em ser o melhor vinho produzidos pelos cangurus. Um vinho com 12 anos de idade mas ainda com muita, muita vida pela frente. Estrutura perfeita, nariz maravilhoso e apesar da idade ainda com um pouco de álcool nos primeiros minutos, mas que depois de descansar nas taças, foi ficando cada vez mais macio e agradável. Na boca, sensações incríveis de um vinho que merecidamente tem um status de um dos melhores do mundo. Enche a boca com uma explosão de sabores e sensações. Tinha traços de um vinho com esta idade, mas ao mesmo tempo mostrava que poderia ser bebido daqui a alguns anos. Um vinho em que a Syrah consegue mostrar o porque é uma uva fascinante, cheia de fruta, equilibrada e com taninos na medida certa.

E para o jantar, a maioria optou pelo tradicional e delicioso Ojo de Bife do Arturito. Uma carne curada por 48 horas que concentra todo o sabor que este tradicional corte argentino tem. Uma harmonização perfeita. Vinhos perfeitos. Confrades perfeitos. Noite perfeita, não fosse a demora nos pratos, que passou um pouco do limite, mas que foi compensada com a deliciosa comida.

A próxima ainda não tem data, mas tem país: África do Sul.

E para variar um pouco, mais uma vez começamos o ano com o sarrafo bem alto...

CHEERS!!
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9
dez
2008

E Teve Comemoração

Postado por admin às
15h50

 E Teve Comemoração Como falei no post abaixo, sobre o título do meu querido tricolor, Segunda-Feira teve o jantar com o Fefê e o Felipe Kaufmann. E ainda ganhamos a companhia do querido Fernandinho, sommelier do incrível e inigualável Piselli (http://www.piselli.com.br/), que estava de folga e havia combinado comigo que queria estar conosco neste jantar. Ao chegar, a surpresa ao Felipe e ao Fefê, que não sabiam que ele estaria conosco. Para completar, o grande Juscelino estava lá para nos recepcionar e se empolgar com a mesa que formamos, de amigos e assíduos frequentadores do Piselli.

Os vinhos da noite estavam à altura do evento: Um Frescobaldi Pomino 2005 (Branco) para abrir os trabalhos, que estava bem redondo na boca e incrível no nariz! Um italiano moderno, persistente e bem feito!

Depois começamos os tintos e abrimos os dois de uma só vez, para compararmos, já que eram 2 chilenos, do mesmo ano (2005): O fantástico e reconhecido Neyen e o não menos famoso, Purple Angel, da Viña Montes. O Purple Angel, degustado primeiro, impressionou. Feito predominantemente de Carmenère, ele estava maravilhoso tanto no nariz como na boca. O Neyen, corte de Cabernet e Carmenère, estava enigmático. Alguns acharam que estava com defeito. Mas no final, quando ele pôde evoluir no decanter, ele melhorou, mas não no nível que todos esperavam deste grande vinho. Ele parecia meio "amarrado" e não mostrou muito nariz. E na boca ele estava simples demais, um pouco longe de ser um Neyen. Com o tempo ele abriu um pouco, mas deveria ter aberto mais. Coitado do Felipe, que levou o vinho e ficou um pouco decepcionado e querendo achar as explicações... Felipão, relaxa que mesmo "amarrado" o vinho estava muito bom!

Para terminar, fomos para um vinho de sobremesa, que era um belíssimo Italiano, o Maculan Torcolato 2004. Ele teve nada menos que 93 pontos no Parker e realmente a alta nota não foi à toa!

Um belo jantar, para juntar amigos, comer bem e atualizar as conversas com o amigo Felipe, que vem de longe, como vcs sabem pela coluna dele aqui no Blog. E como sempre, o vinho juntando gente em volta dele. Cheers.
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1
dez
2008

Vertical de Tignanello. Gran Finalle – Parte 2

Postado por admin às
00h59

 Vertical de Tignanello. Gran Finalle   Parte 2Vamos então ao que interessa: Aos vinhos e à comida. E que comida! E que vinhos!
Tivemos a grande prova de que a harmonização é muito importante quando temos grandes vinhos e grandes pratos. Em nenhum momento os vinhos mataram os pratos e este talvez tenha sido o grande segredo para a noite ser espetacular!

Para começar, uma Terrine de Coelho tartufada sensacional e o Tignanello 2004. A Terrine, leve, saborosa, sem muitos condimentos e um sabor natural, mas extremamente deliciosa. Uma entrada que se fosse prato principal não passaria vergonha. No copo o 2004 se mostrava jovem, mas já deliciosamente pronto para beber. Foi quase unanimidade achar mos que este vinho daqui a 10 anos estará uma obra prima, algo inacreditável.

Logo depois, o 2001 com um Ravioloni leve e uma lasanha verde saborosa e consistente na boca, harmonizando muito bem com esta safra que foi uma das grandes safras na Toscana. O vinho já mostrava uma cor mais atijolada devido à sua idade e um pouco menos persistente que o 2004. Mas um vinho que se tomado sozinho, sem ser comparado com outros, seria um desbunde. Mas convenhamos que comparar diferentes Tignanellos é até sacanagem, pois é difícil saber qual é melhor e o “menos bom”, pois todos são incríveis. Neste caso, as massas caíram perfeitamente com o vinho, sem sobreposição. Foram complementares e a esta altura já estávamos completamente entregues àquela que pode ser considerada um dos maiores eventos gastronômicos que já puder presenciar.

Por enquanto é isto. Semana que vem volto para terminar a contar como foi o restante do jantar e dos vinhos, já que ainda tínhamos pela frente um 1997, um 1990 e um Sauternes de 100 pontos no Robert Parker...

Haja coração, como diria Galvão! Ou melhor, haja boca e estômago!
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24
nov
2008

Vertical de Tignanello. Gran Finalle – Parte 1

Postado por admin às
01h11

 Vertical de Tignanello. Gran Finalle   Parte 1 Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2008. Era o dia da tão esperada Vertical de Tignanellos que encerraria o primeiro ano de nossa confraria. Palco armado na casa do anfitrião José Roberto e convidados a postos. Depois de abrirmos os trabalhos e começar com um belo Prosecco, adentramos à sala de jantar aonde estavam, perfilados, lado a lado, as 4 safras da estrela da noite. Para poder contar com detalhes, terei que dividir este assunto em várias partes, para poder dar o maior número de detalhes possível.

 Vertical de Tignanello. Gran Finalle   Parte 1Então, para começar, postarei as fotos dos 4 vinhos e do menu (linda arte feita pela linda Lila), especialmente preparado por Massimo Ferrari e pelo italiano Sergio. Isto é apenas para começar e dar uma noção de como foi esta verdadeira "orgia gastronomica". Depois, dividirei os posts em 4 partes, falando de cada vinho e seus respectivos pratos. E se algum dos presentes quiser comentar algo em cima, obviamente estão mais do convidados a falar. Afinal, como todos foram unânimes em dizer, foi o grande evento do ano! E que venha 2009!

* Pratos:
- Terrina di Coniglio tartufata con gelatina al porto bianco
- Ravioloni di anitra e fegato d´oca al burro e salvia
- Lsagne verdi alla Ferrarese
- Brasato di manso al chianti con sfmotino di patate e carotine mignon
- Parmegiano Reggiano e Pecorino con pere
- Roquefort e Camembert con zucca caramellata
- Sfogliatina alle fragole con crema inglese

* Vinhos:
- Prosecco
- Tignanello 2004 Antinori
- Tignanello 2001 Antinori
- Tignanello 1997 Antinori
- Tignanello 1990 Antinori
- Chateau Rieussec 2001

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17
nov
2008

Surpresas Espanholas

Postado por admin às
12h15

 Surpresas Espanholas No último dia 05 de Novembro estive no evento Prazeres da Mesa e tive a oportunidade única de ser convidado para uma Mega degustação de vinhos espanhóis. Obviamente não pensei duas vezes ao aceitar e logo me dirigi à sala aonde seria feita a degustação. Quando chego lá, a primeira surpresa: A degustação seria conduzida pelo amigo, grande enófilo e conhecedor Ricardo Bohn Gonçalves, sobre o qual já falei algumas vezes aqui no blog. Ele é o idealizador da Wine School, que promove jantares e degustações interessantes, muitas vezes com a presença de produtores estrangeiros. Mas as surpresas não pararam por aí.

Começando a degustação, foram apresentadas as estrelas da noite, na seguinte ordem:
- Baron de Chirel Reserva 2002, o vinho top da famosa vinícola Marques de Riscal, na região de Rioja.
- Prado Rey Elite 2001, o top da vinícola Parado Rey, em Rueda.
- Todonia Gran Reserva 1987 (Rioja)
- Dalman 2000 (Rioja)
- Alion 2003 (Ribeira Del Duero)
- Áster 2000 (Ribeira Del Duero)
- Rioja Alta 1870 Gran Reserva 1995
- Aalto 2005

Todos os vinhos eram sensacionais, impressionantemente diferentes, mesmo tendo como base, em sua maioria a Tempranillo. Mas os modos de vinificação, as regiões, os anos e outros tantos fatores os tornavam únicos e diferentes.
Não vou aqui falar de todos, pois ficará muito extenso, mas queria destacar alguns pontos que me chamaram a atenção:

Primeiramente a diferença de estilos que ficou muito clara: Os “modernos” Baron de Chirel, Dalman, Alion e Aalto com uma madeira mais predominante, mais frutados e muitos deles mais alcoólicos, que se opõe no estilo aos demais “tradicionais” da degustação.

Depois, a impressionante longevidade do Todonia 1987, um vinho maior de idade, com 21 anos e em perfeito estado de aroma, sabor e cor. Impressionante!

E por último, como disse acima, como uma mesma uva, que era a base de todos – Tempranillo – pode dar vinhos tão diferentes, de corpos, cores, aromas e sabores tão distintos e únicos.

Acho que pelos vinhos que foram degustados e juntando também com o último tema da confraria que fizemos (Post “Gigantes Espanhóis”, abaixo) dá realmente para acreditar que a Espanha está caminhando a passos largos para ser o maior produtor de vinhos do mundo, não só pela área que já tem de plantações (Já é a maior do mundo em áera), mas também pela qualidade de seus líquidos. Claro que ainda precisa de muito para desbancar alguns ícones de Bordeaux e Borgonha, bem como Brunellos e Barolos. Mas eles já estão se aproximando.

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