Publicado em 10/07/2009 às 20h18

Vamos abrir a cabeça!

 Vamos abrir a cabeça!Lendo o artigo de Luiz Horta no Caderno Paladar da semana passada, fiquei contente com a "abertura de cabeça" (ou de boca) que ele propõe para harmonizarmos peixes e frutos do mar. Geralmente vemos a grande maioria das pessoas pregando a harmonização deste tipo de comida apenas com vinhos brancos, espumantes e no máximo, com rosés. Porém, o Luiz Horta já começa quebrando paradigmas! Numa primeira proposta ele fala de uma experiência de Hugh Johnson em uma harmonização de lagosta com o sauternes mais famoso do mundo, o Chateau d´Yquem.

Depois, ele usa esta harmonização, no mínimo curiosa para exemplificar que temos que abrir a cabeça quando o assunto é harmonização. Mas claro que levando em consideração fatores básicos e determinantes, como acidez, estrutura e corpo.
O Luiz ainda cita algumas possibilidades interessantes nesta difícil harmonização peixe-vinho, como os vinhos Gran Reserva Espanhóis já bem evoluídos e que são mais leves; alguns Borgonhas; Tintos jovens frutados como os Beujolais e até Malbecs mais delicados podem cair bem.
Meu intuito em comentar este belo artigo, é provocar os amigos enófilos a pensarem e arriscarem um pouco mais nestas harmonizações, para não ficarmos apenas no "papai-mamãe" e arriscarmos a conhecer novas experiência eno-gastronomicas. E podem ter certeza que quanto mais tentarmos, mais vamos aprender e saber o que é melhor, pois não há certo e errado no mundo do vinho. Há o que vc gosta e o que vc não gosta.
CHEERS!!
Publicado em 10/07/2009 às 13h31

A Raposa não apareceu na Toscana

 A Raposa não apareceu na ToscanaSemana passada tivemos o segundo encontro da confraria dos publicitários. Estávamos um pouco desfalcados, mas mesmo assim tivemos uma noite sensacional, passeando pela Toscana entre os pratos do delicioso Piselli e os vinhos levados pelos confrades.

Infelizmente tivemos as baixas de Paulão, Alexandre, Fred e Herbert e como disse no post que relatou a primeira confraria, desta vez fizemos duplas que escolhiam e levavam os vinhos. As duplas eram: Dado e Gomez, Gaion e Edu, Marcio e eu. O tema da Toscana tinha uma regra, que era a de não poder levar Brunellos, pois este será um tema especial da confraria.

E eis que surge, no início do jantar o nosso querido Fefê (Meu primo e participante da nossa outra confraria), fazendo barulho como de costume, cumprimentando os confrades Dado e Marcio e de cara já perguntando: Quem é o cidadão que reconhece a RAPOSA MOLHADA? Pronto, estava feita a piada da noite para nosso amigo Gomez, o inventor de tal canídeo. Mas não é que a raposa resolveu não aparecer naquela noite? Então já podemos contar isto como mais uma baixa...

Indo para a parte que interessa, o nosso querido e competente sommelier Fernandinho cuidou bem de nós! Preparou a mesa, as taças, as garrafas às cegas e começamos com os 4 vinhos da noite. O primeiro já causou barulho na mesa: Era um vinho leve, vermelho claro, elegante e muito aromático. Não parecia um toscano! Ficamos curiosos. Então vieram os outros 3 vinhos da noite. O segundo meio enigmático, redondo, equilibrado que foi evoluindo com o tempo e parecendo mais um toscano que o primeiro. O terceiro, no nariz foi elevado à condição de algo extremamente especial e chegaram a falar que seria um Solaia ou Tignanello. E o quarto no começo impressionou e com o tempo ele foi melhorando e arrancando cada vez mais elogios. Até a hora de desvendarmos os rótulos, brigaram, cabeça a cabeça os 2 últimos vinhos. No final, por 4 votos a 2, o último líquido acabou chegando na frente. E a dupla vencedora confirmou o que haviam prometido nos e-mails. Dado e Gomez ganharam com um Isole e Olena Cepparello 2004 (95 pontos RP e 86 na WS). O vinho que quase chegou lá foi nada menos que um Magari 2005, do mestre Gaja (90 pontos RP e 92 WS), levado “in memorian” por Paulão e Ale. O segundo vinho foi levado pelo Marcio e por mim, era um Rocca di Frassinello 2004 (87 pontos RP e 88 WS) e o primeiro, que gerou curiosidade de todos desde o primeiro minuto, era um Lamole di Lamole – Chianti Clássico Riserva 2005 (87 pontos WS), da dupla Edu-Gaion, trazido diretamente de lá da Toscana. É um “piccolo produtore”, um vinho delicioso!

E agora, que venham as touradas em Agosto! As duplas já sorteadas novamente contam com a reedição da dupla vencedora Gomez e Dado, Gaion e André, Edu e Herbert, Marcio e Ale, Fred e Paulão. Vamos ver que coelho sai deste mato!! Ou que raposa....

CHEERS!!!

Publicado em 07/07/2009 às 15h29

Aprendendo sobre a Borgonha

 Aprendendo sobre a BorgonhaRecebi esta dica do amigo e companheiro de vinho Marcio e gostei muito! É uma parte do site da Wine Spectator que tem vários vídeos curtos sobre a Borgonha. São vídeos que falam das micro-regiões desta região, dos diferentes Terroirs que estas micro-regiões tem, fala também sobre a tradicional família Faiveley e tem também algumas desgustações comparativas.

Vale a pena acessar e ter este link guardado, pois ele ensina muita coisa sobre esta região que é, pra mim, a mais elegante produtora de vinhos do mundo!

Marcinho, obrigado pela dica, depois de tanto tempo...

CHEERS!!
Publicado em 07/07/2009 às 00h39

Quebra na Tradição

 Quebra na TradiçãoUma quebra de tradição começa a acontecer na região do Douro, Portugal. A região vai poder produzir vinho do Porto rosé, o que até agora não era permitido.

A autorização está expressa no novo decreto-lei aprovado pelo Conselho de Ministros. Trata-se de uma novidade, pois até agora só havia duas categorias de vinho do Porto: tinto, dividido em Tawny e Ruby, e branco.

O rosé surge como forma de abrir outras possibilidades de negócio, já que o seu mercado tem-se desenvolvido e há já muitas empresas interessadas em produzi-lo. Esta é a principal medida do novo Decreto-Lei, que passa a reunir toda a legislação da Região Demarcada do Douro, antes dispersa por 15 diplomas.

Isto mostra que os tradicionais portugueses estão começando a abrir a cabeça para evoluções que no fundo serão benéficas ao mundo do vinho!

CHEERS!!

Fonte: Revista Adega e Academia do Vinho
Publicado em 05/07/2009 às 22h02

Etienne Guigal Côtes Du Rhône 2004

 Etienne Guigal Côtes Du Rhône 2004 ** Etienne Guigal Côtes Du Rhône 2004 **

Produtor: Etienne Guigal
Origem: Vale do Rhone (França)
Uvas: Syrah e Grenache
Safra: 2004
Importadora no Brasil: Expand
Preço Aproximado: R$ 68,00

Falei sobre este vinho nesta semana no post que falava da Newsletter que recebi da Expand. e por isto resolvi comprar e tomar. Um vinho sedoso, saboroso e que mostra bem o estilo dos vinhos do Rhone. Este corte de Syrah com Grenache é campeão e todos os cinhos que tomei com este corte, foram boas surpresas. Vale o que custa pois é um vinho acima de muitos com este faixa de preço!

CHEERS!!
Publicado em 03/07/2009 às 13h17

Grand Tasting – Parte 2

 Grand Tasting   Parte 2Vamos continuar o relato do grande evento da Grand Cru semana passada, o Grand Tasting, que comecei a relatar, mas agora preciso terminar...

Achados: Esta era a estação popularmente chamada de “Custo-Benefício”. São vinhos pontuados, estruturados e marcantes, a preços razoáveis. Dos 10 vinhos selecionados para estarem nesta estação, 3 se destacaram na minha opinião: O italiano Allegrini La Grola IGT 2005 (90 ptos RP), que está muito bem equilibrado na boca, no nariz e na persistência, podendo ser considerado um vinho de certa guarda, pois seus 16 meses em barricas lhe conferem uma boa estrutura. O outro é o Doña Paula Salix Vineyard Tannat-Malbec 2004, que é um single vineyard bacana, e que levou 91 pontos do RP. Um nariz bem diferente e intenso e uma estrutura legal. E o melhor achado destes todos para mim foi o Chateau Bois Petruis 2005, que levou 89 pontos do RP e nem parecia um vinho com apenas 4 anos, pois ele tem algo de um vinho mais evoluído mais pronto para ser bebido, apesar do álcool ainda bem presente. Talvez esta “evolução prematura” dele não permita que ele tenha uma longa guarda, mas hoje ele está prontíssimo para ser bebido!

Grandes Malbecs: Estes malbecs, que podem ser considerados a especialidade da Grand Cru, estavam todos muito bons e como era de se esperar, bem fortes na boca, e álcool bem presente. Um vinho que me surpreendeu, até pelo custo, foi o Riglos Gran Malbec 2006, 91 ptos RP, quê não estava tão alcoólico, deixando assim as frutas mais aparentes e uma madeira gostosa na boca e no nariz. Mas nesta estação, tive uma decepção: O Doña Paula Seleccíon de Bodega 2005, que levou nada menos que 94 pontos de RP. Não achei o vinho digno desta pontuação. Um vinho bom, estruturado, frutado, mas extremamente alcoólico e isto, para mim, prejudicou muito a degustação dele. Talvez minha boca já estivesse anestesiada pela quantidade de vinho tomada, e de repente uma próxima vez que eu tome eu tenha que me redimir e falar que ele realmente vale tudo isto. No fundo, é bom pq me forçarei a toma-lo novamente!!

Brancos: 6 países diferentes, 6 vinhos completamente diferentes. Foi uma estação legal para descobrir novos vinhos e principalmente pq estamos todos muito acostumados e voltados para os tintos. E o destaque vai para o delicioso Castelo de Pomino Bianco 2007, um italiano cheio de personalidade e sabor. E um pouco mais atrás, posso colocar também o alemão Fritz Haag Riesling Trocken 2007, da região do Mosel, que comprova o grande destaque que este país vem tendo no mundo do vinho com seus brancos.

Brunello di Montalicino: A estação que mais esperei estava realmente uma coisa dos Deuses. Sou suspeito para falar dos Brunellos, pois são vinhos quase imbatíveis para mim. O grande nome da estação era ninguém menos que o Brunello Frescobaldi Castelgiocondo, safras 2003 e 2004. Vinhos incríveis, como era de se esperar. Mas a grande surpresa foi o até então desconhecido Talenti 2003, um Brunello incrivelmente potente, estruturado, saboroso... Fantástico! E termino o post por aqui com este vinho, colocando-o ao lado do Quinta da Sardonia 2004, como os melhores vinhos da feira.

Obrigado a todos da Grand Cru pelo convite, pois ele foi intensamente bem aproveitado!

CHEERS!!

Publicado em 02/07/2009 às 21h41

Estamos entre os TOP 100 !!!!!!! Obrigado…

 Estamos entre os TOP 100 !!!!!!! Obrigado...Queridos, amigos.
É com muita alegria que divulgo a vcs a primeira parcial do prêmio TOP BLOG, no qual fui indicado para participar. Nesta primeira parcial o ENODÉCO ESTÁ ENTRE OS 100 BLOGS MAIS VOTADOS!!!

Para verem, acessem http://www.topblog.com.br/top.php?utm_source=EasyMailing&utm_medium=e-mail&utm_term=&utm_content=&utm_campaign=Padr%E3o, selecionem a categoria CULTURA e vejam lá!!

Queria muito agradecer a vcs a participação e os votos dados, pois sinceramente, com tanto blog bom aí no ar, não esperava estar na lista com apenas 9 meses de existência do ENODÉCO. Muito, muito obrigado a todos!

E agora vem o pedido aos que não conseguiram votar, por qualquer que seja o motivo: Votem e consigam mais votos, pois a votação popular vai até o dia 11 de Agosto e até lá ainda existe a chance de outros blogs passarem o ENODÉCO e ficarmos fora da lista dos 100 melhores.

Para votar, acessem o Blog (http://www.enodeco.blogspot.com/), cliquem no banner do TOP BLOG à direita da pagina e serão levados para a página de votação. Confirmem o e-mail de vcs e pronto! É fácil!

Super obrigado por acompanharem e prestigiarem o blog e todo e qualquer mísero voto que conseguirem nesta reta final, está de ótimo tamanho! E lembrem-se: O Blog é de vcs!!

Saudações enológicas a todos e como sempre, CHEERS!!!!

Publicado em 01/07/2009 às 21h00

Dica – Viña Loma Larga

 Dica   Viña Loma LargaEsta semana tomei um vinho ainda pouquíssimo conhecido no Brasil, mas que a contar o sucesso que anda fazendo no Chile, eles logo chegarão com força por aqui. A vinícola produtora é a Viña Loma Larga, que produz alguns vinhos varietais e um outro que é um corte de 5 uvas diferentes: Malbec, Merlot, Cabernet Franc, Syrah e Cabernet Sauvignon. E este foi o vinho que tomei: Loma Larga Quinteto 2006.

Localizada no Vale de Casablanca, esta vinícola tem como filosofia fazer vinhos de alta qualidade, com produções pequenas e limitadas. Possui vinhedos de Merlot, Syrah, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Pinot Noir e as brancas Gewurstraminner, Chardonnay e Sauvignon Blanc, que é a maior parte da área plantada dos vinhedos.

Uma prova do destaque que esta vinícola vem tendo é a edição atual do Descorchados, o guia de vinhos mais importante do Chile, que destaca o Malbec e o Syrah como os melhores de cada uma destas uvas do Chile e ainda coloca o Merlot, o Cabernet Franc e o BK-LK Syrah entre os 10 primeiros de cada categoria.

Sobre o Quinteto, vinho que originou este meu post, é um vinho delicioso e surpreendente e que eu trouxe ano passado lá do Chile, indicado pelo amigo Thiago. E achei ele ainda mais incrível pois é uma mistura de 5 uvas e no final, não sei se estava louco, mas na boca e no nariz ele me pareceu um típico Pinot Noir do novo mundo, com uma madeira deliciosa e redonda. Obviamente não pelo corpo, pois tendo uvas “parrudas” como Cabernet Sauvignon e Syrah, não dá para ele ter a delicadeza de um Pinot. Foi um vinho que além de me surpreender, foi uma experiência bacana, pois ele é realmente um vinho diferente.

A importadora para o Brasil é a Terramater (http://www.terramater.com.br/), a mesma da excelente “vinícola boutique” Von Siebenthal, dos vinhos Montelig, Carabantes, Parcela 7 e Tolknar. A faixa dos brancos é de mais ou menos uns R$ 90,00 e a dos tintos R$ 125,00, sendo que o Syrah é mais caro.

A hora que os restaurantes e consumidores descobrirem esta vinícola, com certeza ela rapidamente alcançará um destaque grande por aqui.

CHEERS!!
Publicado em 30/06/2009 às 15h36

Mais um capítulo na discussão das rolhas.

 Mais um capítulo na discussão das rolhas.Vem aí mais um capítulo na infindável discussão sobre rolhas sintéticas e rolhas de cortiça: A rolha de vidro!

O famoso fabricante australiano Penfolds está testando um novo sistema de rolhas de vidro. De acordo com Peter Gago, produtor chefe da empresa, o desenvolvimento do novo lacre, que ainda está seus primeiros passos, pode começar a render frutos em um período de dois ou três anos.

"Elas serão muito diferentes", afirma Gago, fazendo uma comparação com as rolhas Vino-Lok glass, utilizadas por produtores alemães, que têm um anel de silicone entre o rótulo e o topo da garrafa. "O vidro será sinterizado, feito com um tecido microscópico que permitirá a passagem de oxigênio".

Gago entende que isto vai imitar a natureza porosa da tradicional cortiça. Essa troca de oxigênio, afirma, é essencial para o envelhecimento do vinho fino. Outra vantagem deste modelo de vedação, sustenta, é a possibilidade de se poder detectar um eventual problema de vazamento em vinhos antigos, o que, com rolhas herméticas, não seria possível.
Agora é esperar os resultados e incluir a rolha de vidro nas discussões, sempre inconclusivas, sobre que tipo de rolha que é melhor...

CHEERS!!
Publicado em 30/06/2009 às 15h23

Mais premiações brasileiras

 Mais premiações brasileirasDepois de ter conquistado 11 medalhas no Vinalies Internationales, seis na 16ª edição do Concurso Chardonnay du Monde e sete no Concurso Challenge International du Vin, agora foi a vez dos vinhos do Brasil ampliarem o ranking com mais três prêmios no Concurso Les Citadelles du Vin. Um vinho tinto, um vinho branco e um espumante conquistaram o Troféu Prestige, equivalente a Medalha de Bronze.

Realizado em Bordeaux, na França, de 13 a 15 de junho, o concurso, que está em sua 9ª edição, reuniu 887 amostras de 27 países, onde foram degustadas por 45 degustadores internacionais. O diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo Júlio Meneguzzo, representou o Brasil no evento. Segundo ele, a avaliação foi baseada em descritores aromáticos, empireomáticos, estrutura, potência, estilo, evolução e defeito. “Cada vinho foi analisado dentro dos padrões internacionais seguindo a ficha de degustação da Organização Internacional da Uva e do Vinho e da União Internacional de Enólogos”.

O concurso contou com o apoio da Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV).

VINHOS PREMIADOS

Troféu Prestige (Medalha de Bronze)
- Miolo Seleção Tinto 2008
- Peterlongo Espumante Brut Presence 2008
- Salton Virtude Chardonnay 2008
CHEERS!!

Perfil

André Rossi (Déco), 37 anos, é formado pelo instituto inglês Wine & Spirits Education Trust (WSet) nos níveis 1 - Foundation, 2 - Intermediate e 3 - Advanced, cursados em Nova York. Atualmente está cursando o quarto e último nível do WSET, o “Diploma”.

É também um dos únicos cinco Brasileiros residentes no país a ser credenciado como Professor deste mesmo WSet, tendo sido aprovado pelo WSet Educator Training Program 2011, em Nova York.

Editor e Idealizador do Blog EnoDeco, que é hoje o blog oficial de vinhos do portal R7, um dos blogs de vinho mais acessados do Brasil, e que já foi indicado pelo Guia 4 Rodas 2009 como um dos 10 melhores eno-blogs do Brasil.

Colunista da Revista Cool Magazine, da Revista Online Bloggers e também Editor de Vinhos da 4a. Edição do Flavour Guide , projeto anual do crítico gastronômico Josimar Melo. É jurado e avaliador de vinhos de vários eventos e revistas especializadas.

Há 2 anos é o Relações Públicas da Wines of Argentina (WofA), associação das melhores e principais vinícolas argentinas, sendo o responsável pela comunicação, eventos, degustações e todas as ações que a WofA faz em todo o Brasil, para divulgar e comunicar o vinho argentino por aqui.

Foi o ganhador do concurso “Meu Vinho com Susana Balbo” que foi disputado por 30 blogueiros e jornalistas de vinho, onde o principal objetivo era fazer o seu próprio vinho, usando 5 variedades disponibilizadas pela mais importante e premiada enóloga argentina, Susana Balbo. Seu vinho foi escolhido entre os 30 competidores, numa degustação às cegas pela enóloga e sua equipe, tendo um vinho assinado em conjunto com Susana, o Dominio del Plata Essential Limited Edition 2011.

É Publicitário de formação e foi Diretor de Atendimento de grandes agências como W/Brasil e Lew’Lara/TBWA, tendo passado também por Young & Rubicam, DPZ, Leo Burnett e Publicis. Antes disto, trabalhou na área de marketing da importadora Expand.

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