Publicado em 01/10/2013 às 11h37

Um embate de grandes Pinots: Borgonha x Nova Zelandia.

pinot 300x200 Um embate de grandes Pinots: Borgonha x Nova Zelandia.

 

 

Pinot Noir: Uma uva que arrasta fãs e admiradores pelo mundo todo. A uva que é considerada a mais feminina de todas as uvas e que é objeto de inúmeras tentativas para se fazer bons vinhos, mas nem todo mundo consegue. Uva delicada, de fino trato e de finos vinhos que vão desde os mais concentrados e frutados do novo mundo, até os mais minerais, florais e delicados Borgonhas. Uma legião de estilos, que consegue uma legião de fãs. Mas fica aquela dúvida e velha discussão entre enófilos e especialistas: Qual estilo de Pinot Noir é melhor? Velho mundo ou novo mundo? E para botar mais fogo nesta boa “briga”, a importadora Premium, dos competentes Orlando e Rodrigo, resolveram organizar uma degustação que colocasse frente a frente seus grandes Pinots da Borgonha (Todos 1er Crus) e seus grandes Pinots da Nova Zelandia, país em que se especializaram desde o início. Mas não só isso fizeram. Aproveitaram para incluir outra variedade típica da Borgonha e que tem dado excelentes vinhos na Nova Zelandia também: A branca Chardonnay. Mas para não ficar algo muito grande, vamos focar agora nos Pinots e num próximo post falo dos Chardonnays.

 

 

 

Vou colocar os vinhos provados abaixo, mas ao invés de fazer uma descrição de cada um, prefiro fazer algo mais leve e informal e dizer o que eu achei do painel como um todo:

 

 

- Domaine de Bellene Beaunes 1er Cru Les Teurons 2009 (Borgonha)

- Marquis D'Angerville Volnay 1er Cru Fremiet 2007 (Borgonha)

- Roche de Bellene Chambole-Musigny 1er Cru Aux Echanges 2009 (Borgonha)

-  Jackson Gum Emperor Pinot Noir 2010 (Nova Zelandia)

- Ata Rangi Pinot Noir 2008 (Nova Zelandia)

- Rippon Pinot Noir 2003 (Nova Zelandia)

 

 

Foi uma bela comparação, onde os estilos eram nitidamente bem distintos: Os neozelandezes com mais corpo, mais cor, mas madeira e mais alcool agradou pelo excelente equilíbrio em geral que estes vinhos apresentaram entre acidez, madeira e fruta maudra. Em um ou outro o álcool sobrava um pouco, mas nada que uma meia hora de Decanter não ajudasse bastante. Os Borgonhas, mais elegantes, mais minerais, com frutas mais delicadas que não aquelas mais maduras que sentimos nos Pinots do novo mundo. De bate pronto, se me perguntassem antes da degustação o que eu provavelmente iria gostar mais, eu apostaria em algum Borgonha para ganhar a minha preferência. E isto não aconteceu pois apareceu um gigante e “velhinho” Neozelandês chamado Rippon 2003. Um vinho de 10 anos que encontrou um balanço perfeito entre todos os aspectos que um vinho pode apresentar. Um vinho delicioso, surpreendente e que pra mim, venceu esta batalha de titãs, onde nenhum vinho decepcionou!

 

 

E parabéns à Premium por esta idéia de fazer este painel diferente e bem interessante! É disto que o mundo do vinho precisa para sair das tradicionais degustações!!

 

 

 

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Publicado em 12/04/2013 às 11h37

Uma Tarde de Grandes Borgonhas.

Borgonha1 200x300 Uma Tarde de Grandes Borgonhas.

 

Semana passada tive o prazer de ir até a loja da Grand Cru dos Jardins para uma degustação de grandes Borgonhas que eles importam. E a tarde foi especial. Um pouco também porque esta região me encanta cada vez mais e seus vinhos, cultuados no mundo todo, tem me conquistado cada vez mais!!
Então, vou falar um pouco dos vinhos que mais gostei e o que achei deles:
Domaine Amiot Guy et Fils Chassagne - Montrachet 1 er Cru Les Vergers 2009
Vinho interessante, bem ao estilo Borgonha: Aromas Intensos de frutas brancas, muito mineral, madeira sutil, mas presente. Baunilha e manteiga na boca, um vinho ainda novo que vai envelhecer bem. Um Belo vinho. R$ 390,00.
Domaine Amiot Guy et Fils Chassagne-Montrachet Rouge Vieilles Vignes 2010
Vinho bem aromático, com toques de morango e algo herbaceo e mineral bem presente. Vinho novo também e bom para quem quer conhecer um bom exemplar desta região, sem pagar muito, sabendo que estes vinhos são naturalmente mais caros. R$ 190,00
Domaine Amiot Guy et Fils Cremant de Bourgogne Rosé
Uma grande surpresa. Um belíssimo crémant. Aromas tipicos do método champenoise, com frutas vermelhas, ótima intensidade, perlage consistente e cremosidade interessante. Excelente! R$ 110,00.
Domaine Chandon de Briailles Pernand Vergelesses Premier Cru 2009
Um Premier Cru de peso! Muitas Frutas vermelhas frescas, mineral e herbáceo. Persistente, complexo e fresco. Vai envelhecer muito bem! R$ 290,00
Domaine des Lambrays Morey-St-Denis Premier Cru 2008.
O melhor vinho da tarde, surpreendente! Nariz intenso con frutas vermelhas, mineral, ervas e madeira sutil. Na boca muito leve, equilibrado, persistente e fresco. Uma criança, um bebê que merece pelo menos uns 10 anos de garrafa, mas vai muito mais que isso! Um vinhaço, que o preço assusta, mas vale a pena! R$ 550,00
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Publicado em 13/09/2011 às 22h56

PEQUENOS GOLES: BORDEAUX X BORGONHA

Continuando esta coluna que tem como objetivo dar dicas práticas aos leitores sobre os mais diversos assuntos dentro do vinho, hoje vamos falar sobre vinhos de 2 famosas regiões frncesas. Este tema já foi assunto aqui no blog, mas hoje o enfoque é diferente. Não se trata de falar quem é o melhor, mas sim, 2 dicas básicas que ajudarão as pessoas que ainda não tem muita familiaridade com vinhos a distinguir nas prateleiras de lojas e importadoras, um vinho que vem da Borgonha de um vinho que vem de Bordeaux.



A Garrafa: Os Borgonhas, por tradição, tem garrafas mais "gordinhas" ou bojudas como muitos falam. As garrafas de Bordeaux são aquelas mais finas e mais tradicionais que costumamos ver por aí em maior número.



O Rótulo: Os vinhos de Bordeaux são aqueles famosos que trazem em sua grande maioria, ilustrações ou fotos dos Chateaux, onde eles são produzidos. Quando não tazem ilustrações e fotos destes castelos, trazem a palavra "Chateau" seguido do nome da propriedade como principal informação de destaque. Ex: Chateau Margaux, Chateau Haut Brion, Chateau Pétrus, etc... Já os Borgonhas em sua maioria não trazem ilustrações e/ou fotos dos suntuosos castelos ou contruções. São rótulos que tem como informação principal o nome da comuna onde fica a propriedade. Por exemplo: Pullingny Montrachet, Pommard, Vosne-Romané, etc...Borgonha x Bordeaux 300x225 PEQUENOS GOLES: BORDEAUX X BORGONHA


Claro que, como costumo dizer, poucas coisas no mundo do vinho podemos falar que não há excessão. Podemos encontrar sim vinhos de Bordeaux que não estejam escritos "Chateau" no rótulo, assim como borgonhas, principalmente alguns mais baratos, que o não tenham o nome da comuna em destaque. Mas a grande maioria tanto de um como de outro, se comporta assim.



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Publicado em 09/08/2011 às 14h25

BORGONHA x BORDEAUX OU BORGONHA + BORDEAUX?

BGD x BDX  300x150 BORGONHA x BORDEAUX OU BORGONHA + BORDEAUX?


Para muita gente, Bordeaux é a melhor região francesa para vinhos tintos. Para outros, é a Borgonha. E este embate, e esta discussão vivem a esquentar mesas e rodas de amigos que gostam de vinho, particularmente os franceses. Mas quem é que está certo? Quem sai ganhando?



Para começar a discussão, é bom deixar bem claro que prefiro ver estas duas regiões como complementares e não como concorrentes. Explico: São vinhos diferentes em quase tudo: Desde o modo como os rótulos dos vinhos da região são escritos (Bordeaux tem no nome dos Chateaux o principal elemento do rótulo, enquanto que na Borgonha a comuna ou apelação levam o maior peso – vide imagens acima) até com relação às leis, uvas plantadas e permitidas, os métodos de vinificação, o clima e muitas outras coisas. E isto acaba influenciando na principal diferença entre os vinhos destas regiões. Bordeaux é uma região responsável por vinhos mais encorpados, complexos, elegantes e muitas vezes mais difíceis de tomar quando são muito novos. Já a Borgonha faz vinhos igualmente elegantes, mas delicados, sutis, sedutores e muitas vezes mais fáceis de tomar. Fazendo uma comparação, Bordeaux é um homem elegante, requintado e com forte personalidade. Já a Borgonha é uma mulher igualmente elegante, requintada, também com forte personalidade e extremamente sedutora e delicada.



Mas a que se devem todas estas diferenças? São muitos fatores, mas o principal é a localização geográfica destas regiões, o que acaba influenciando nas uvas que são plantadas em cada uma. E com uvas bem diferentes, temos vinhos bem diferentes. Bordeaux por exemplo está localizada na porção centro-ocidental da França, começando no litoral do Oceano Atlantico e descendo pelas margens do Rio Gironde, o famoso rio que divide a região em “Margem Esquerda” e “Margem Direita”. O clima mediterrâneo de lá é quente e úmido e uvas como Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc, entre outras amadurecem bem por lá. Ou seja, é uma região onde predominam as uvas tintas e mais encorpadas. Já a Borgonha, que fica do outro lado do país, na porção centro-oriental do país tem um clima bem diferente. Um clima continental e sensivelmente mais frio que Bordeaux. Com isto, uvas como as plantadas em Bordeaux não amadurecem tão bem, diferente de outras mais delicadas como a tinta Pinot Noir e a branca Chardonnay que reinam aqui, dando vinhos elegantes, delicados e deliciosos. Mas com estilos completamente diferentes dos vinhos de Bordeaux.



Mas além dos estilos e características diferentes, há algo aqui que também conta muito quando rolam as discussões dos adoradores destas duas regiões: O Marketing. Afinal, se de um lado temos os famosos Premier Cru como Chateau Margaux, Chateau Mouton Rothschild, Chateau Petrus, entre outros famosos e caros, do outro lado temos os Grand Crus La Tache, Richebourg, Romanée Saint Viviant, Vosné-Romanée, entre outros. Isto sem falar nos brancos de Chablis e nos Montrachets...



É uma discussão sem fim e que sempre vai existir. Mas para mim, o ponto final é simples: Por que Borgonha ou Bordeaux? Não seria melhor Borgonha & Bordeaux? Assim, quando quisermos um vinho mais delicado, mais suave e mais fácil, ficaríamos com os Borgonhas. E quando quisermos um vinho mais “parrudo”, mais complexo, vamos de Bordeaux. Não fica melhor assim?



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Publicado em 09/06/2011 às 17h41

CONFRARIA DOS PUBLICITÁRIOS: BATALHA DE TITÃS E ALGO MAIS.

CONFRARIA 011 300x235 CONFRARIA DOS PUBLICITÁRIOS: BATALHA DE TITÃS E ALGO MAIS.

Com um pouco de atraso, mais do que o normal, cá estou eu para relatar o último evento da Confraria dos Publicitários. E foi uma noite cheia de novidades. A começar pela presença de 2 ilustres convidados, que tiveram a honra de participar do jantar, pois pela primeira vez desde que foi criada, a Confraria dos Publicitários teve uma dupla convidada: Marcos Quintella e Fabio Marangoni. E precisamos confessar que eles não decepcionaram. Veremos mais pra frente. E pela primeira vez desde que começou a confraria, tivemos a presença de TODOS os participantes!!

 

IMG 50731 300x200 CONFRARIA DOS PUBLICITÁRIOS: BATALHA DE TITÃS E ALGO MAIS.O tema “Borgonha” por si só já era suficientemente desafiador e encantador. A gama de possibilidades era imensa, o que tornava a disputa e o prazer ainda maiores. O local, o Piselli foi escolhido por todos pelo sempre eficiente atendimento do amigo Fernandinho, o Sommelier da casa, além a estupenda comida e serviço que o Juscelino nos presta sempre em todos os seus restaurantes. Mas vamos aos vinhos.



Como de costume, vinhos nas taças (6) e mãos à obra. Depois de beber um, beber o outro, voltar naquele que deixou mais dúvidas e analisar bem os 6 concorrentes, começamos as eliminações. Mas antes, é bom dizer que mesmo o último colocado (primeiro 083 200x300 CONFRARIA DOS PUBLICITÁRIOS: BATALHA DE TITÃS E ALGO MAIS.eliminado) estava maravilhoso e sucitou algumas discussões pois nenhuma eliminação foi unânime. E a primeira maravilha a cair foi o CLOS ST. DENNIS GRAND CRU 2005 do talentoso produtor Nicolas Potel. Os pais da criança eram Fred e Herbert. Depois, veio o quinto colocado, outro gigante da Borgonha, o BEAUNE COUCHERIAS 1er CRU 2007 do produtor Pierre Labet (Outro nome de estrema importância e relevância na região) da dupla Gaion e Duda. Veio então o quarto colocado e ao desvendar a “criança”, mais um susto com o tamanho e importância: Nada menos que um ÉCHEZEAUX FAIVILEY 2003 que foi levado por Marcio e Dado, a dupla que diziam ser a favorita pela força que eles tem e também pelo acúmulo de títulos. Realmente não negaram a força...!


Então ficamos com o pódio final formado: Na terceira colocação outro vinho do mestre Faiviley, mas agora nada menos que um NUITS ST. GEORGES CLOS DE MARECHALE 2003. Um vinho para se tomar de joelhos, uma pérola da Borgonha que foi levada com maestria por Gomez e Rafa. Veio então a revelação da noite, o primeiro colocado. Mas vale dizer que, se não repararam, os convidados haviam emplacado o vinho na final, concorrendo com o vinho levado pelo Edu e por mim. A tensão era grande, pois poderíamos ter a vitória da dupla convidada, o que certamente iria render muito assunto e gozações! E ao ser escolhido o grande vencedor, constatamos: os convidados Quintela e Fabio ficaram com a honrosa e sensacional vice-colocação. O vinho era um monstro e se ganhasse não seria por acaso: CLOS DE LA ROCHE GRAND CRU 1999, do Louis Jadot. E garantindo o bi campeonato para Edu e Eu, um vinho que talvez não tenha tanto sobrenome como Faiviley, Jadot e Potel. Mas o vinho podemos dizer que, junto com o vice-campeão e o terceiro colocado, eram os mais emblemáticos da Borgonha em termos de estilo. Leve, sutil, nariz que não enfraqueceu com o tempo em taça e que desde o primeiro momento, dito pelos participantes, encantou ao primeiro gole: CORTON CLOS DU ROY GRAND CRU 2002 do Antonin Guyon.


Realmente uma noite inesquecível, como muitas outras que já passamos nesta confraria. Mas ainda mais abrilhantada pelos convidados, pelo altíssimo nível dos vinhos e também por outra surpresa: Agora a Confraria dos Publicitários tem uma marca e cada um de nós, um cartão de visitas, como podem ver nas fotos!! Até a próxima, onde certamente teremos mais estórias para contar!!


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Publicado em 17/01/2011 às 23h20

PRIMEIRAS AVALIAÇÕES DA SAFRA 2009 NA BORGONHA.

Bourgogne 300x200 PRIMEIRAS AVALIAÇÕES DA SAFRA 2009 NA BORGONHA.

 

Várias degustações feitas em Londres na semana passada começaram a indicar como está a qualidade da safra 2009 na região da Borgonha, França. E realmente as espectativas parecem boas! No geral, a safra apresenta uma grande mineralidade e os vinhos tendem a ser frescos, suaves e saborosos.


Mas parece que os tintos se saíram melhor que os brancos. Isto porque a colheita aconteceu um pouco antes do normal pois os produtores ficaram receosos com o excesso de maturidade das uvas por conta do calor daquele ano. E isto acabou sendo mais benéfico aos tintos do que aos brancos, pois os vinhos estão com uma acidez menor do que o normal, mas nos brancos isto ficaria mais evidente, não fosse esta grande mineralidade, que deixou o vinho mais "vivo e vibrante", o que no final ajudou esta menor acidez. Sobre os tintos, eles parecem muito bons, especialmente os da região de Côtes-de-Nuits, norte da Borgonha. No geral, se forem avaliar a safra como um todo, ela seria avaliada como uma ótima safra, merecendo notas altas e se seguisse a tradição de Bordeaux, preços altos também. Mas, diferentemente desta outra famosa região francesa, os preços não devem disparar conforme dizem os especialistas.


É ver para crer...



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Perfil

André Rossi (Déco), 37 anos, é formado pelo instituto inglês Wine & Spirits Education Trust (WSet) nos níveis 1 - Foundation, 2 - Intermediate e 3 - Advanced, cursados em Nova York. Atualmente está cursando o quarto e último nível do WSET, o “Diploma”.

É também um dos únicos cinco Brasileiros residentes no país a ser credenciado como Professor deste mesmo WSet, tendo sido aprovado pelo WSet Educator Training Program 2011, em Nova York.

Editor e Idealizador do Blog EnoDeco, que é hoje o blog oficial de vinhos do portal R7, um dos blogs de vinho mais acessados do Brasil, e que já foi indicado pelo Guia 4 Rodas 2009 como um dos 10 melhores eno-blogs do Brasil.

Colunista da Revista Cool Magazine, da Revista Online Bloggers e também Editor de Vinhos da 4a. Edição do Flavour Guide , projeto anual do crítico gastronômico Josimar Melo. É jurado e avaliador de vinhos de vários eventos e revistas especializadas.

Há 2 anos é o Relações Públicas da Wines of Argentina (WofA), associação das melhores e principais vinícolas argentinas, sendo o responsável pela comunicação, eventos, degustações e todas as ações que a WofA faz em todo o Brasil, para divulgar e comunicar o vinho argentino por aqui.

Foi o ganhador do concurso “Meu Vinho com Susana Balbo” que foi disputado por 30 blogueiros e jornalistas de vinho, onde o principal objetivo era fazer o seu próprio vinho, usando 5 variedades disponibilizadas pela mais importante e premiada enóloga argentina, Susana Balbo. Seu vinho foi escolhido entre os 30 competidores, numa degustação às cegas pela enóloga e sua equipe, tendo um vinho assinado em conjunto com Susana, o Dominio del Plata Essential Limited Edition 2011.

É Publicitário de formação e foi Diretor de Atendimento de grandes agências como W/Brasil e Lew’Lara/TBWA, tendo passado também por Young & Rubicam, DPZ, Leo Burnett e Publicis. Antes disto, trabalhou na área de marketing da importadora Expand.

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