23
fev
2012

122 GARRAFAS DE CHAMPANHE PARA UM BOM BANHO DE BANHEIRA.

Postado por andrerossi às
21h41
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Champagne bath 300x247 122 GARRAFAS DE CHAMPANHE PARA UM BOM BANHO DE BANHEIRA.


Luxo é Luxo. E quem pode disfrutar de determinadas coisas às vezes tem algumas coisas bem “surreais”. O “The Cadogan Hotel” em Londres está disponibilizando para os hóspedes do hotel nada menos que banhos de Champagne. Cada banho leva apenas 122 garrafas e custa a bagatela de 4.000 Libras para um mergulho numa banheira de Louis de Custine Brut 1998. Vejam o detalhe: Uma champagne safrada !!!

E as frescuras não param por aí: Enquanto o banho é preparado, é disponibilizado um "mordomo do banho" para servir mais 6 garrafas extras de cortesia além de servir morangos cobertos de chocolate.


Há outras opções de banhos, como o banho de Grande Perrier-Jouet 2002 (6.000 Libras), o Perrier-Jouët Blason Rosé 2004 (8.000 Libras), ou o Veuve Clicquot Brut Yellow 2006 (8.000 Libras).

Alguém se habilita a disperdiçar esta quantidade de champanhe num banho? Eu particularmente prefiro beber...



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7
out
2011

BORBULHAS NOVAS QUE ESTÃO POR VIR.

Postado por andrerossi às
11h43

Caudron BORBULHAS NOVAS QUE ESTÃO POR VIR.


Ontem estive na Wine Society, espaço aliás muito bacana em Moema, para a apresentação de um produtor de champanhes que posso chamar de "diferentes". O convite foi feito pela amiga Carol Brants e prontamente aceito, ainda mais naquela tarde quente de ontem...! Dom Caudron é uma cooperativa de 23 viticultores que tem como produtos finais 5 champanhes, cada uma com uma proposta diferente. Ontem tivemos o prazer de degustar 3 delas, que comentarei abaixo. Eles ainda não estão no Brasil e a tendência é que logo logo acertem com algum importador e passem a ser vendidos aqui. O grande diferencial de todos elas é que são feitas 100% ou quase 100% com Pinot Meunier, que é uma das 3 uvas usadas nos champanhes, junto com Pinot Noir e Chardonnay. E de fato não é comum achar champanhes feitas com esta alta proporção de pinot Meunieur.



A primeira, que é a de entrada, é a Dom Caudron Brut, uma champanhe bem feita, leve, com 12% de alcool, aromas de pão e um caráter bem cítrico que a diferencia dos frutados da maioria. Na boca, boa persistencia, leve doçura apesar de ser Brut e excelente acidez. Pelo valor que ela teoricamente se propõe a entrar no Brasil - R$ 150,00 - É uma ótima opção.



Depois veio a Rosé, para mim a melhor da degustação. A coloração rosa clara dá uma elegancia na taça que impressiona. E os aromas de cerejas e morangos são intensos e deliciosos. Na boca ela tem boa acidez como a brut, mas parece menos doce, o que pra mim é um ponto positivo. Boa persistencia também. Deve vir pelo preço de R$ 200,00, que pra mim continua sendo boa opção perto do que temos de champanhes rosés por aí com seus altos preços.



E por último a Cuvée Cornalyne, que é uma champanhe envelhecida em barricas francesas (50% do vinho) e que é a mais gastronomica de todas. Sempre contando com excelente acidez, os aromas aqui tem aquele caráter cítrico que tem a Brut, mas contando com toques intensos mas não enjoativos de madeira. Com o custo previsto de R$ 250,00 tende a competir com as grandes marcas. Mas tem qualidade para brigar.


Foi uma bela tarde, com boas borbulhas!!



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26
jul
2011

CHAMPANHE COM GELO?

Postado por andrerossi às
14h54

moet chandon ice imperial 300x222 CHAMPANHE COM GELO?


Esta notícia, enviada pelo amigo Neto, vai pegar muitos enochatos de surpresa e até imagino alguns deles "descendo a lenha" na Moët&Chandon. A tradicional produtora de champanhes acaba de lançar o primeiro champanhe destinado exclusivamente a ser servido on the rocks, ou seja, com pedras de gelo dentro!! Sim, é isto mesmo que vcs leram: Champanhe com gelo!



A Moët&Chandon Ice Imperial é uma edição limitada para o verão no hemisfério norte, e apenas estará disponívelem alguns resorts e destinos exclusivos, como Cabo San Lucas, Saint-Tropez, Mônaco e Beverly Hills. Ous eja, quem qusier experimentar, vai ter que comprar passagem e pagar estadia em um destes lugares!



Mas falando tecnicamente do vinho, o produtor justifica que esta champanhe tem uma rica estrutura que faz com que ele preserve suas características de aroma e paladar mesmo após a diluição com gelo. Assinado pelo mestre de cave Benoit Gouez, o corte de uvas é de  Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay, o mesmo corte usado nos tradicionais champanhes. A garrafa foi revestida por um papel laminado branco e possui detalhes tridimensionais em dourado, como um verdadeiro banho de raios de sol. O tradicional selo da Moët & Chandon foi posicionado próximo ao gargalo.



E um produto especial, merece também uma embalagem especial. A embalagem denominada Party Pack, inclui três garrafas (750 ml) do champagne, além de seis taças e um balde de gelo em plástico branco, conforme foto acima. E o preço é de US$ 250 e se fosse aqui, certamente não sairia por menos de R$ 1.200,00...



Deve ser uma experiência bacana beber uma desta. Então, se algum leitor sortudo tiver a honra de experimentar, conte-nos como foi!



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29
jun
2011

CHAMPANHE? VINHO DO PORTO? RIOJA!

Postado por andrerossi às
20h39

rioja selo CHAMPANHE? VINHO DO PORTO? RIOJA!


Muitos de nós sabemos que os ingleses consomem muito vinho do porto e muito champanhe. E por conta disto a maioria de nós responderia que estes 2 tipos de vinho são os que eles mais gostam, certo? Pois não foi isto que o instituto britânico Wine Intelligence, detectou ao fazer uma pesquisa com mil britânicos consumidores habituais de vinhos.



A pesquisa revelou que os vinhos espanhóis da região de Rioja é o preferido entre todas as regiões vinícolas do mundo e que os principais critérios para compra de vinho o país de procedência da uva e a região (51%). Não por acaso, o Reino Unido foi principal mercado para exportação de vinhos espanhóis com denominação de origem. Mas, mesmo sendo a primeira opção dos ingleses, os vinhos de Rioja ainda estão atrás dos vinhos de Bordeaux, Borgonha e Chianti, entre as regiões mais conhecidas.



Certamente há muito ainda para ser trabalhado pelos espanhóis, principalmente em cima do “Conhecimento de Marca” da região, mas os resultados são dignos de comemoração. Afinal, desbancar outras regiões mais famosas e emblemáticas não é para qualquer um...



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14
jun
2011

ESPUMANTE XING-LING.

Postado por andrerossi às
18h58

Bolhas Espumantes 216x300 ESPUMANTE XING LING.


Já falei aqui no blog algumas vezes e cada vez mais os indícios vão aparecendo... Olha a China aí, gente! Depois que o Lafite resolveu apostar em solo chinês, agora é a hora da Moët Hennessy comprar 163 acres de terra em Ningxia, norte da China. E uma das explicações parece bem plausível: Esta região tem m clima muito semelhante ao da região natural da empresa, a região de Champagne, norte da França.


Com este investimento, o segundo da empresa na Asia (O primeiro foi na índia, onde será lançado um espumante em 2012) a Moët finca de vez o pé no continente e aposta forte nesta região. Prova disto é que logo de cara vai produzir espumantes segundo o método tradicional (ou champenoise), processo pelo qual passam obrigatoriamente todos os espumantes denominados “Champanhe”.


Os indícios vão aparecendo e o mundo começa de fato a olhar para aquele lado do globo de uma outra forma. Vamos esperar e ver quem é o próximo a investir por lá...



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30
dez
2010

CHAMPANHE? ESPUMANTE? NÃO É TUDO IGUAL?

Postado por andrerossi às
13h18

champagne 300x288 CHAMPANHE? ESPUMANTE? NÃO É TUDO IGUAL?


Se tem uma época do ano em que pensamos e falamos muito em espumantes e Champanhes, estamos exatamente nela. Festas, jantares, confraternizações, além é claro da tradicional noite da virada, quando comemoramos a chegado do novo ano. Quem é que nunca estourou um champanhe ou qualquer espumante quando o relógio dá meia noite no dia 31 de Dezembro? Pois é... E foi pensando nisto que resolvi escrever este post que é dúvida pra muita gente. Afinal, todo espumante é um Champanhe? São todos feitos da mesma forma? A resposta para estas duas perguntas é a mesma: NÃO!



Para começar a conversa, Champanhe é um tipo de espumante feito apenas na região de Champanhe, que fica próxima a Paris, norte da França. Nenhum outro espumante pode ser chamado de champanhe se não for feito naquela região e isto é lei na França. Qualquer produtor de espumante de quanlquer parte do mundo que não esteja localizado nesta região que colocar a palavra “Champanhe” no rótulo, está correndo sérios riscos de processos e grandes problemas. Por isto, cuidado ao falar que está bebendo uma champanhe... Não, você não será processado, mas se não for realmente uma champanhe, vc estará falando algo errado. Então verifique antes o que está bebendo, pois pode ser um Prosecco, um Asti, uma Cava, um Crèman ou outros espumantes espalhados pelo mundo, incluindo os nossos brasileiros, que já se mostram de excelente qualidade e começam a ser reconhecidos por aí.



Falando nestes outros espumantes, há alguns modos de fazê-los, sendo que os dois principais são o método tradicional (champenoise) ou tanque (charmat). Há algumas diferenças entre eles, mas a principal que é legal saber é que o método champenoise, o único usado nos champanhes, tem uma segunda fermentação dentro da própria garrafa, o que lhe dá mais sabor, cremosidade (sensação que as bolinhas deixam) e complexidade. O método de tanque (charmat) tem a segunda fermentação em tanques grandes e largos, o que faz com que eles sejam menos aromáticos e complexos. Além disto, o cuidado e trabalho que precisa se ter durante o processo tradicional é muito maior, fator que deixa os espumantes elaborados segundo este método mais caros. Além dos champanhes, alguns outros espumantes utilizam o método champenoise, como as Cavas (Espanha), os Crèmants (França), alguns Proseccos (Itália) e até alguns dos nossos melhores espumantes nacionais, entre outros.



Agora que já deu pra ter uma idéia melhor sobre este mundo dos espumantes, cuidado para não falar que todo espumante é Champanhe. E quando for comprar algum bom espumante e quiser um feito através do método tradicional, sem precisar pagar pelos altos preços dos champanhes, peça uma ajuda ao vendedor ou tente descobrir com ele é feito!




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8
dez
2010

ESPUMANTES EM FORMA DE LIVRO.

Postado por andrerossi às
13h40

Livro Champanhe ESPUMANTES EM FORMA DE LIVRO.


Para quem gosta desta bebida milenar e glamurosa, vem aí o lançamento de um livro sobre vinícolas da região de Champanhe. São retratadas 60 vinícolas que falam sobre suas origens e tradições, além de falar também sobre a produção deste famoso espumante e também passar pelas particularidades geográficas desta região.


Mas não só de champanhes fala o livro. Crémants, Franciacortas, Astis, Proseccos, Cavas, espumantes de Portugal e da Argentina também tem lugar na publicação. E por último, um capítulo especial para o espumante do Brasil, produzido na Serra Gaúcha, mostrando produtos de qualidade e que podem cada vez mais ganhar o mundo, elevando-nos a uma possível potência na produção de espumantes!


O lançamento do livro Vinícolas de Charme, editado por Claudio Schleder será hoje, 08 de Dezembro, na Livraria da Vila do Shopping Cidade Jardim, SP, às 18:00. Estarei por lá...!!



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