Publicado em 31/03/2014 às 09h00

A Bíblia das Uvas!

resized 260x263 Wine Grapes US open A Bíblia das Uvas!

 

Se pararmos para pensar em quantas uvas viníferas conhecemos, veremos que somos completamente ignorantes neste assunto e que temos muito o que aprender no mundo do vinho. Isto eu geralmente falo na primeira aula dos meus cursos de vinho, para mostrar que por mais que estudemos muito, sempre saberemos pouco deste vasto e incansável universo. Apesar de que tem muita gente aí que insiste em falar que sabe muito e se diz especialista e entende tudo. Para estes, como diz a Valeska Popozuda (Que nível, hein?), mando um beijinho no ombro.

 

 

Desabafo feito, queria indicar aos que gostam de estudar e investigar o mundo do vinho, e principalmente as uvas, o meior e melhor guia de uvas já feito: WINE GRAPES, escrito pela grande Jancis Robinson, pra mim a maior entendedora e estudiosa de vinho do mundo, muito mais que o famoso Robert Parker e outras estrelas, com a colaboração de outros estudiosos, este guia disseca mais de 1.400 variedades de uva, todas estudadas por DNA e cientificamente analisadas. Um verdadeiro guia de uva soara quem gosta e quer aprender mais.
O Guia, que não tem a venda aqui no Brasil, pode ser comprado pela Amazon (O livro físico), mas também pode ser comprado como e-book para Kindle e para iOS (iPhone, iPad) na Apple Store . A cópia física custa US$ 112,99 e os e-books, US$ 62,99. Vale muito a pena para quem curte e se interessa pelo assunto. Pra mim, é a bíblia das uvas!

 

 

CHEERS!!

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Publicado em 01/02/2012 às 11h33

BEBENDO LIVROS: COMO DEGUSTAR VINHOS – JANCIS ROBINSON.

Como Degustar Jancis 300x300 BEBENDO LIVROS: COMO DEGUSTAR VINHOS   JANCIS ROBINSON.


Este livro certamente é dos grandes livros que falam sobre degustação de vinhos. Escrito pela Master of Wine Jancis Robinson, este livro explora a imensidade de vinhos que temos à nossa disposição. Ele é um relato sobre um curso que Jancis criou com foco em Degustação e que mostra que o ato de degustar é mais complexo do que muitos pensam e mais simples que os mais assustados acham.


Como Degustar Vinhos

Jancis Robinson

Editora Globo 

 

Ele tem uma parte teórica muito boa e também uma parte prática bem didática e simples, o que faz com que qualquer um possa se tornar um grande degustador. Basta ter concentração e vontade. e gostar de vinho, claro! Dicas práticas e conselhos sobre compra de vinhos também são parte do livro!



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Publicado em 05/12/2011 às 17h55

NOVA COLUNA: BEBENDO LIVROS.

oxford companion. jpg 181x300 NOVA COLUNA: BEBENDO LIVROS.


Muita gente me pergunta sobre livros de vinhos bacanas, sejam eles informativos e técnicos, sejam eles de ficção ou apenas "Table Books", aqueles que servem de decoração. Pois resolvi aqui criar esta nova coluna, BEBENDO LIVROS, onde indicarei livreos legais que tenho ou que já vi e deixo talmbém o espaço aberto aos leitores, blogueiros e quam mais quiser, para indicarem livros e assim termos uma grande biblioteca enológica virtual.



E para começar, um vinho que deveria ser a grande referência em livros de vinho em todo o mundo, principalmente para aqueles que tem curiosidades e gostam de ir atrás de informações sobre regiões, vinhos, termos técnicos e o que mais quiserem:

 

THE OXFORD COMPANION TO WINE.

 

Este livro é a minha grande fonte de consultas pois nunca tive a decepção de procurar algo e não encontrar. Meticulosamente escrito pela Master of Wine (MW) Jancis Robinson, é um livro de nada menos que 813 páginas que engloba desde os termos mais simples até os mais complexos, sempre com explicações completas e profundas, que fazem qualquer um entender. É como se fosse o grande dicionário do vinho. É difícil de se achar por aqui (Tentem na  www.dwimports.com.br ) mas é tiro certo na Amazon por exemplo. Vale muito a pena e ele teria que ser o meu primeiro livro indicado, pois é o que eu mais uso!!



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Publicado em 26/09/2011 às 17h13

DEMOROU MAS AGORA ESTAMOS QUASE LÁ: BRASIL E ROBERT PARKER!

grades 265x300 DEMOROU MAS AGORA ESTAMOS QUASE LÁ: BRASIL E ROBERT PARKER!


Não bastasse os excelentes comentários e notas de Jancis Robinson aos nossos vinhos e espumantes, agora vem uma notícia que muito nos interessa e que pode ser um impulso ao nosso mercado, principalmente àqueles preconceituosos que adoram beber "pontos" do Parker, da própria Jancis Robinson, Wine Spectator, Decanter e outras publicações e pessoas que avaliam e pontuam vinhos. Jay Miller, avaliador de Robert Parker para os vinhos da América do Sul em sua publicação Wine Advocate, experimentou recentemente alguns vinhos e espumantes nacionais. Foram 35 rótulos, de 15 vinícolas diferentes. Em breve saberemos as notas, mas alguns indícios já podemos ter.



Esta será a primeira vez, que a revista Wine Advocate (Robert Parker), inclui vinhos nacionais em sua pauta. Como costuma fazer normalmente, Jay Miller não se manifestou muito sobre os líquidos experimentados, mas alguns comentários foram feitos.

- “Não tinha nenhuma expectativa sobre os vinhos brasileiros, mas posso dizer que gostei e irei escrever sobre eles.”, comentou Jay ao término da degustação, deixando algumas pistas dos vinhos que mais gostou. Gostou muito dos espumantes moscatéis, em especial o da vinícola Aurora, e do tinto Quinta do Seival Castas Portuguesas, da Miolo. As outras vinícolas que tiveram vinhos degustados por ele foram: Casa Valduga, Don Guerino, Fazenda Ouro Verde, Geisse, Lidio Carraro, Pericó, Perini, Piagentini, Pizzato, Rio Sol, Salton, Sanjo e Santo Emílio.



Vamos ver o que vem por aí, mas que isto já é um ótimo sinal de que estamos de fato entrando na rota mundial dos vinhos de qualidade, sem dúvida é! E sempre ajuda na divulgação externa e principalmente interna dos nossos vinhos, já que para conquistar o mercado externo, precisamos primeiro fazer a nossa lição de casa e valorizar o nosso próprio produto!



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Publicado em 20/07/2011 às 20h03

GOSTO NÃO SE DISCUTE. MAS ALGUNS TENTAM NOS IMPOR…

Pontuações 300x225 GOSTO NÃO SE DISCUTE. MAS ALGUNS TENTAM NOS IMPOR...


Nomes de pessoas como Robert Parker e Jancis Robinson ou até mesmo de revistas como Wine Spectator, Wine Enthusiast, Decanter e Wine Advocate são bem familiares aos apreciadores de vinho e normalmente acabam virando referências para estas pessoas. Afinal, estas pessoas ou veículos passam suas vidas todas degustando vinhos e atribuindo notas a eles. Em sua grande maioria, as notas vão até um máximo de 100 pontos. No caso da Revista Decanter, a nota máxima são as famosas 5 estrelas e para Jancis Robinson, são 20 pontos.



Isto posto, vamos a uma reflexão. É normal e natural que algumas pessoas ou instituições queiram avaliar os vinhos que bebem.



Afinal, há tantas opções no mercado que muitas vezes não sabemos se o vinho é bom ou não. Mas se alguém já tiver tomado e dito o que achou, seja com comentários ou por meio de notas e critérios, muitas vezes estas avaliações acabam facilitando a vida de quem quer comprar um vinho desconhecido. Quem é que gosta de vinhos que nunca ficou em dúvida entre um vinho e outro na estante de uma loja ou na carta de um restaurante e de repente viu que um deles tinha uma pontuação maior que o outro e acabou levando este mais pontuado? São poucos os apreciadores de vinho que nem assim se deixam levar por pontuações. E não acho isto errado. Aliás, não acho nenhum dos casos errados, até porque eu não sou melhor do que ninguém para julgar as preferências de cada um. Mas precisamos olhar com cuidado e critério estas pontuações para não virarmos pessoas totalmente dirigidas por pontuações. Uma nota alta atribuída a um vinho pode mudar a vida deste vinho, do produtor e da importadora para sempre.



Seja para o bem ou para o mal e posso dizer que já vivenciei casos emblemáticos neste mundo do vinho. Um caso foi de um vinho, que prefiro não falar qual, que comprei um determinado dia e até onde eu sabia, ele não tinha nenhuma pontuação expressiva. Passaram-se alguns meses e sai na mídia que aquele vinho, daquele mesmo ano havia acabado de ganhar 91 pontos do Robert Parker. Fiquei feliz, pois havia comprado sem conhecer por indicação do vendedor da importadora e meses depois ele havia sido condecorado com esta alta pontuação. Aproveitei para beber o vinho e realmente era delicioso. Havia me custado por volta de uns R$ 90,00 na época e depois de terminar com a garrafa, passei na importadora e procurei o vendedor, agradecendo a indicação e querendo comprar mais algumas garrafas. E qual não foi minha surpresa quando ele disse que restavam apenas algumas poucas garrafas e que o preço "infelizmente" havia subido para R$ 160,00. Fiquei indignado e obviamente nunca mais voltei. É aí que paro e me pergunto: Por que Robert Parker, Jancis Robinson e as revistas de maior reputação tem o poder de quase dobrar o valor de um vinho, da noite pro dia? Pela reputação que construíram ao longo do tempo? Sim! Mas isto é certo? Não na minha opinião. Por um simples motivo: Parker por exemplo, gosta de vinhos com madeira bem presente na maioria dos casos. Mas isto não quer dizer que o vinho é bom ou ruim. É apenas uma questão de estilo, de gosto. Posso achar maravilhoso um vinho que a Wine Spectator deu 85 pontos e achar um outro vinho que ela deu 95, uma bomba! Tudo isto por um motivo muito simples: Vinho é algo extremamente pessoal! O melhor vinho para mim é aquele que eu gosto, não necessariamente o que tirou 99 pontos. Meu gosto pode não bater com o gosto dos avaliadores. Assim como o gosto de vocês pode não bater com o meu e quando eu indicar um vinho não quer dizer que este vinho seja ótimo. Significa apenas que para o meu gosto, ele é bom! Se vocês gostarem, ótimo. Se não gostarem, vão atrás de outro estilo, outro tipo que lhes agradem.



Minha conclusão é a seguinte: Pontuações e avaliações são importantes e fazem o mercado se agitar, se movimentar em busca de melhores vinhos. Mas elas nunca devem ser usadas como único fator de compra. Precisamos comprar e beber o que nós gostamos e não o que os especialistas falam para nós gostarmos. E a culpa não é de quem avalia ou influencia, mas de quem usa estes artifícios como único argumento de compra. Altas pontuações devem ser indicadores de que dentro daquela garrafa há um líquido sério, bem feito. E jamais deveriam ser fatores de inflação e malandragem, como aconteceu no meu caso e em outros inúmeros que já vi por aí... Portando, valorizem seu próprio gosto!



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Publicado em 06/07/2011 às 12h15

O VINHO BRASILEIRO: JULIA HARDING PONTUA BRASILEIROS COM 15 A 18 PONTOS!

JULIA HARDING 300x225 O VINHO BRASILEIRO: JULIA HARDING PONTUA BRASILEIROS COM 15 A 18 PONTOS!


Mais uma notícia que merece destaque para os nossos vinhos e mostra que não só os espumantes andam tendo destaque mundo afora. Julia Harding, principal braço direito da mais famosa crítica de vinhos do mundo, Jancis Robinson, acaba de divulgar suas opiniões sobre os vinhos brasileiros no site www.jancisrobinson.com.



Lá ela publica notas de degustação de nada menos que 138 rótulos de 16 vinícolas que ela provou no Brasil quando aqui esteve este ano, seis anos após sua última vinda para cá, quando ela provou algumas amostras para a edição do Atlas Mundial do Vinho - 6a. Edição.



As palavras de Julia foram as seguintes: “Não tenho dúvida dos progressos que têm sido conquistados desde então, não apenas nos vinhos mais ambiciosos, mas também nos baratos vinhos varietais. O cultivo de Vitis vinífera tem ocorrido principalmente nos últimos 20, 30 anos, por isso que o progresso é tão impressionante. Vejo mais potencial nos vinhos brasileiros do que nos espumantes, que, a meu ver, estão no ápice, enquanto os tintos ainda têm muito a ser explorado. O vinho brasileiro é leve e prazeroso, pode ser bebido mais de uma taça”, observa. A qualidade me impressionou, especialmente porque não provei nenhum vinho ruim ou defeituoso. Ao contrário, todos estavam bem balanceados, desde os mais baratos aos mais caros."



As notas dadas por Julia (em uma escala cuja pontuação máxima é 20) ficaram entre 15  e 18 pontos. Teve apenas um 14,5 e a maioria dos rótulos ganhou 17 de nota média – índice conferido aos melhores vinhos do mundo por Julia Harding e Jancis Robinson. Dois vinhos (Lidio Carraro Elos Cabernet Sauvignon/Malbec 2008 e Lidio Carraro Quorum Grande Vindima 2005) e um espumante (Cave Geisse Brut 1998) receberam as maiores notas (18) entre os 138 produtos verde-amarelos degustados.



Por fim, ela apontou as variedades mais apreciadas nos nossos vinhos: Cabernet Franc, Tannat, Cabernet Sauvignon e a Merlot, com uma ressalva importante. “Há muito Merlot no mercado”. Mas ela também fez uma crítica que merece ser refletida: A influência demasiada de sabor doce de carvalho americano, mesmo quando usado com moderação, que contrastava com o frescor da fruta e a acidez brilhante.



Sem dúvidas, uma importante notícia e que certamente correrá o mundo, pois a influência de Jancis e Julia é inegável. Mais um ponto para nossos espumantes e principalmente para nossos vinhos. Aliás, um não. Vários pontos: entre 15 e 18...!!!



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Publicado em 22/01/2011 às 13h38

VINHO HOLANDÊS? VINHO NORUEGUÊS? VINHO JAPONÊS? POIS É…

mapa mundi 300x192 VINHO HOLANDÊS? VINHO NORUEGUÊS? VINHO JAPONÊS? POIS É...


Como um enófilo bem curioso que sou, costumo ler algumas boas revistas nacionais, além de sites daqui e de lá. “De lá” são os gringos, enre eles alguns sites ingleses, americanos e até um canadense. De vez em quando me arrisco em outros como italianos, espanhóis e franceses, mas estes são mais pontuais. Logo mais farei um post com indicações de boas leituras aos enófilos curiosos.


Mas o que me motivou a escrever este post foram 2 fatores: O primeiro foi um texto muito bacana que li da Jancis Robinson, uma das mais importantes críticas de vinho do mundo e madrinha do WSET (Wine & Spirits Education Trust), curso que fiz recentemente até o nível avançado em Nova York. O outro fator foi um dos assuntos da minha primeira aula do cruso de introdução ao vinho que realizo constantemente. Quando passo pelo terceiro slide da aula, onde diz “Regiões Produtoras de Vinho”, geralmente algumas pessoas se surpreendem ao ver que não é coindicência que as principais regiões ficam entre os paralelos 30 e 50, tanto ao norte como ao sul do Equador. Isto devese principalmente por conta dos climas, superficialmente falando. Mas os alunos ficam ainda mais surpresos quando digo que algumas regiões fora destas áeras têm produzido vinhos de boa qualidade e que são países para ficarmos de olho, tais como Canadá, Inglaterra e a Ilha da Tasmania, bem ao sul da Australia, que está dentro desta área, mas é uma região muito, muito fria. Além dessas áeras, há também outras, em países já bem estabelecidos, como o extremo sul do Chile e da Argentina - “As Patagonias”.


E parece que daqui pra frente as caras de espanto nas aulas serão maiores aidna. Lendo este artigo da Jancis Robinson, ela cita algumas áreas que eu ainda não sabia do potencial. Além da Inglaterra, Canadá e Tasmania, que ela cita no texto, outras áreas foram apontadas e merecem uma certa atenção: Países europeus como Holanda e Bélgica andam surpreendendo algumas pessoas com os seus vinhos. Austria e Suíça já produzem excelentes vinhos, mas eles tem aumentado muito em quantidade e qualidade. E que tal falarmos em vinhos chineses, japoneses e noruegueses? Imaginem vinhos na Noruega, país extremamente frio, gelado, quase “cinza”, produzindo vinhos? Surpreendente, não?


Pois é, gente! A paisagem do vinho no mundo está mundando por conta do aquecimento global. Se por um lado isto é bom pois teremos vinhos novos e diferentes para tomar, por outro lado os tradicionais países terão uma prova de fogo a cada dia, paa que não percam espaço e seus vinhos continuem bons e reconhecidos! Eita mundinho louco... E viva o vinho!



CHEERS!!

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Perfil

André Rossi (Déco), 37 anos, é formado pelo instituto inglês Wine & Spirits Education Trust (WSet) nos níveis 1 - Foundation, 2 - Intermediate e 3 - Advanced, cursados em Nova York. Atualmente está cursando o quarto e último nível do WSET, o “Diploma”.

É também um dos únicos cinco Brasileiros residentes no país a ser credenciado como Professor deste mesmo WSet, tendo sido aprovado pelo WSet Educator Training Program 2011, em Nova York.

Editor e Idealizador do Blog EnoDeco, que é hoje o blog oficial de vinhos do portal R7, um dos blogs de vinho mais acessados do Brasil, e que já foi indicado pelo Guia 4 Rodas 2009 como um dos 10 melhores eno-blogs do Brasil.

Colunista da Revista Cool Magazine, da Revista Online Bloggers e também Editor de Vinhos da 4a. Edição do Flavour Guide , projeto anual do crítico gastronômico Josimar Melo. É jurado e avaliador de vinhos de vários eventos e revistas especializadas.

Há 2 anos é o Relações Públicas da Wines of Argentina (WofA), associação das melhores e principais vinícolas argentinas, sendo o responsável pela comunicação, eventos, degustações e todas as ações que a WofA faz em todo o Brasil, para divulgar e comunicar o vinho argentino por aqui.

Foi o ganhador do concurso “Meu Vinho com Susana Balbo” que foi disputado por 30 blogueiros e jornalistas de vinho, onde o principal objetivo era fazer o seu próprio vinho, usando 5 variedades disponibilizadas pela mais importante e premiada enóloga argentina, Susana Balbo. Seu vinho foi escolhido entre os 30 competidores, numa degustação às cegas pela enóloga e sua equipe, tendo um vinho assinado em conjunto com Susana, o Dominio del Plata Essential Limited Edition 2011.

É Publicitário de formação e foi Diretor de Atendimento de grandes agências como W/Brasil e Lew’Lara/TBWA, tendo passado também por Young & Rubicam, DPZ, Leo Burnett e Publicis. Antes disto, trabalhou na área de marketing da importadora Expand.

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