28
fev
2014

Vinho da Semana: Les Salices Pinot Noir 2012

francois lurton les salices pinot noir vin de pays d oc france 10487072 300x300 Vinho da Semana: Les Salices Pinot Noir 2012

 

Vinho: Les Salices 2012.

Produtor: Francois Lurton.

Origem:  Languedoc (França).

Uvas: Pinot Noir.

Importadora: Zahil

Preço Aproximado: R$ 77,00

 

 

O Carnaval tá aí. O calor deu uma amenizada, mas ainda está dando o ar da graça. Então, sabendo que nós tomamos sempre mais tintos do que brancos no geral (Sim, tem gente que toma mais branco ou espumante), pensei num vinho que pudesse nos acompanhar no calor e no carnaval. E este vinho é um Pinot da França, de fora da Borgonha e com um custo interessante.

 

 

O Les Salices é um vinho bacana, leve, para se beber sem frescuras e sem compromisso. Aquele vinho fácil, mas que tem consistencia, tem personalidade. Vindo de uma região que o forte são uvas mais encorpadas como Grenache e Syrah, entre outras, este Pinot se saiu muito bem. Leve, com boa fruta, boa acidez, final médio/longo e bom para se beber sozinho ou até mesmo para acompanhar pratos de corpo leve/médio, como frutos do mar ou queijos no geral. Bela pedida para estes dias quentes e alegres de carnaval.

 

 

 

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25
nov
2013

Vinho da Semana: Aylin Pinot Noir 2011

Postado por andrerossi às
14h36

Vinho: Aylin Pinot Noir 2011

Produtor: Agricola La Viña

Origem:  San Antonio (Chile).

Uvas: Pinot Noir

Importadora: Premium Wines

Preço Aproximado: R$ 56,76 

 

 

O Vale de San Antonio, no litoral do Chile, já está muito bem estabelecido como boa referência de uvas brancas como Sauvignon Blanc e Chardonnay e também uma tinta em particular, a Pinot Noir. Uva que eu chamo de "a mais branca de todas as tintas" exatamente por estar geralmente plantada perto de uvas brancas, devido a sua delicadeza. Mas nem sempre se acham Pinots bons e baratos por lá. E acho que a descoberta do Aylin é uma boa para os dias quentes do verão e por um custo justo e honesto. Um típico Pinot do Chile, da cor ao final de boca. Um vinho extremamente bem feito, equilibrando acidez, alcool, taninos bem suaves, muita fruta no nariz e na boca e um boa persistência. Por pouco mais de 50 pilas, é uma ótima opção e que mostra que a região é uma referência em Pinots bem feitos. Vale a pena!

 

 

 

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1
out
2013

Um embate de grandes Pinots: Borgonha x Nova Zelandia.

Postado por andrerossi às
11h37

pinot 300x200 Um embate de grandes Pinots: Borgonha x Nova Zelandia.

 

 

Pinot Noir: Uma uva que arrasta fãs e admiradores pelo mundo todo. A uva que é considerada a mais feminina de todas as uvas e que é objeto de inúmeras tentativas para se fazer bons vinhos, mas nem todo mundo consegue. Uva delicada, de fino trato e de finos vinhos que vão desde os mais concentrados e frutados do novo mundo, até os mais minerais, florais e delicados Borgonhas. Uma legião de estilos, que consegue uma legião de fãs. Mas fica aquela dúvida e velha discussão entre enófilos e especialistas: Qual estilo de Pinot Noir é melhor? Velho mundo ou novo mundo? E para botar mais fogo nesta boa “briga”, a importadora Premium, dos competentes Orlando e Rodrigo, resolveram organizar uma degustação que colocasse frente a frente seus grandes Pinots da Borgonha (Todos 1er Crus) e seus grandes Pinots da Nova Zelandia, país em que se especializaram desde o início. Mas não só isso fizeram. Aproveitaram para incluir outra variedade típica da Borgonha e que tem dado excelentes vinhos na Nova Zelandia também: A branca Chardonnay. Mas para não ficar algo muito grande, vamos focar agora nos Pinots e num próximo post falo dos Chardonnays.

 

 

 

Vou colocar os vinhos provados abaixo, mas ao invés de fazer uma descrição de cada um, prefiro fazer algo mais leve e informal e dizer o que eu achei do painel como um todo:

 

 

- Domaine de Bellene Beaunes 1er Cru Les Teurons 2009 (Borgonha)

- Marquis D'Angerville Volnay 1er Cru Fremiet 2007 (Borgonha)

- Roche de Bellene Chambole-Musigny 1er Cru Aux Echanges 2009 (Borgonha)

-  Jackson Gum Emperor Pinot Noir 2010 (Nova Zelandia)

- Ata Rangi Pinot Noir 2008 (Nova Zelandia)

- Rippon Pinot Noir 2003 (Nova Zelandia)

 

 

Foi uma bela comparação, onde os estilos eram nitidamente bem distintos: Os neozelandezes com mais corpo, mais cor, mas madeira e mais alcool agradou pelo excelente equilíbrio em geral que estes vinhos apresentaram entre acidez, madeira e fruta maudra. Em um ou outro o álcool sobrava um pouco, mas nada que uma meia hora de Decanter não ajudasse bastante. Os Borgonhas, mais elegantes, mais minerais, com frutas mais delicadas que não aquelas mais maduras que sentimos nos Pinots do novo mundo. De bate pronto, se me perguntassem antes da degustação o que eu provavelmente iria gostar mais, eu apostaria em algum Borgonha para ganhar a minha preferência. E isto não aconteceu pois apareceu um gigante e “velhinho” Neozelandês chamado Rippon 2003. Um vinho de 10 anos que encontrou um balanço perfeito entre todos os aspectos que um vinho pode apresentar. Um vinho delicioso, surpreendente e que pra mim, venceu esta batalha de titãs, onde nenhum vinho decepcionou!

 

 

E parabéns à Premium por esta idéia de fazer este painel diferente e bem interessante! É disto que o mundo do vinho precisa para sair das tradicionais degustações!!

 

 

 

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4
set
2013

Pingüins não bebem vinho. Mas se bebessem, estariam bem servidos!

Cópia de foto 2 300x300 Pingüins não bebem vinho. Mas se bebessem, estariam bem servidos!

 

A Patagonia Argentina é sinônimo de Pinot Noir para muita gente que gosta e aprecia os vinhos argentinos. Tá bom, é sinônimo de pingüins também. Mas a Patagonia que estamos falando não é lá pra baixo, junto com os glaciares e pingüins, mas um pouco mais pra cima. E não é pra menos que esta região ficou conhecida por seus Pinots, que muitos julgam ser os melhores da terra de Messi. E talvez o grande expoente de lá em termos de Pinot seja a vinícola Chacra, que faz algum tempo, produz vinhos por lá e é reconhecida inclusive por muitos enólogos de lá como os grandes Pinots da região.

 

 

 

Rcentemente estive com o dono da vinícola, Piero Incisa della Rocchetta, italiano que se mudou para lá em 2004 para abrir sua vinícola. Aqui vale um parentheses importante: Piero é neto de um dos maiores nomes da vitivinicultura italiana, o Marchesi Mario Incisa della Rocchetta, proprietário e criador do mítico Sassicaia. Ou seja, o vinho e a competencia estão no sangue.

 

 

 

Por aqui, seus vinhos são importados pela Ravin, de quem recebi hinrosamente o convite para participar de um delicioso e exclusivo jantar para alguns afortunados. Lá pude experimentar novamente o Barda 2010 seu Pinot de entrada e que surpreende pela persistencia e intensidade. Logo depois, o sarrafo subiu mais ainda: O Chacra “Cincuenta y Cinco” 2010, também um Pinot Noir intense e persistente, mas que leva um estilo mais Borgonha para mim. Detalhe: As videiras deste vinho foram plantadas em 1955.

 

 

 

Não contente com o alto nível, subimos mais ainda: o cultuado Chacra “Treinta y Dos” 2008, o vinho top da Bodega, é pra se beber de joelhos. Um vinho que não deve nada aos grandes Borgonhas, apesar de ser um estilo mais novo mundo do que o anterior. E com uvas provenientes de vinhedos ainda mais antigos, plantados em 1932. E por ultimo, pra mim, a grande surpresa da noite: O novo rótulo da vinícola, o Chacra Mainqué 2009 é o único que não é Pinot Noir: 100% Merlot e uma delicia de vinho, extremamente fino, macio e redondo para se tomar! Diria eu que, pela relação preço-qualidade, foi o grande destaque da noite.  E mostra que Piero não entende somente de grandes Pinots. Será que vem coisa nova pela frente? Tomara, principalmente se considerarmos que ele anda querendo produzir um Cabernet Franc – uva da qual sou fã confesso – pois é uma uva que tem dado bons vinhos por lá. É só ver o sucesso de alguns como Humberto Canale e Bodegas Fin del Mundo, que andam produzindo Cabernet Francs muito bons!

 

 

Os pingüins que se cuidem, pois o posto de "cartão postal" da região está seriamente ameaçado. Pra muitos, como eu, inclusive já mudou! E viva os vinhos patagônicos!

 

 

 

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12
abr
2013

Uma Tarde de Grandes Borgonhas.

Postado por andrerossi às
11h37

Borgonha1 200x300 Uma Tarde de Grandes Borgonhas.

 

Semana passada tive o prazer de ir até a loja da Grand Cru dos Jardins para uma degustação de grandes Borgonhas que eles importam. E a tarde foi especial. Um pouco também porque esta região me encanta cada vez mais e seus vinhos, cultuados no mundo todo, tem me conquistado cada vez mais!!
Então, vou falar um pouco dos vinhos que mais gostei e o que achei deles:
Domaine Amiot Guy et Fils Chassagne - Montrachet 1 er Cru Les Vergers 2009
Vinho interessante, bem ao estilo Borgonha: Aromas Intensos de frutas brancas, muito mineral, madeira sutil, mas presente. Baunilha e manteiga na boca, um vinho ainda novo que vai envelhecer bem. Um Belo vinho. R$ 390,00.
Domaine Amiot Guy et Fils Chassagne-Montrachet Rouge Vieilles Vignes 2010
Vinho bem aromático, com toques de morango e algo herbaceo e mineral bem presente. Vinho novo também e bom para quem quer conhecer um bom exemplar desta região, sem pagar muito, sabendo que estes vinhos são naturalmente mais caros. R$ 190,00
Domaine Amiot Guy et Fils Cremant de Bourgogne Rosé
Uma grande surpresa. Um belíssimo crémant. Aromas tipicos do método champenoise, com frutas vermelhas, ótima intensidade, perlage consistente e cremosidade interessante. Excelente! R$ 110,00.
Domaine Chandon de Briailles Pernand Vergelesses Premier Cru 2009
Um Premier Cru de peso! Muitas Frutas vermelhas frescas, mineral e herbáceo. Persistente, complexo e fresco. Vai envelhecer muito bem! R$ 290,00
Domaine des Lambrays Morey-St-Denis Premier Cru 2008.
O melhor vinho da tarde, surpreendente! Nariz intenso con frutas vermelhas, mineral, ervas e madeira sutil. Na boca muito leve, equilibrado, persistente e fresco. Uma criança, um bebê que merece pelo menos uns 10 anos de garrafa, mas vai muito mais que isso! Um vinhaço, que o preço assusta, mas vale a pena! R$ 550,00
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7
fev
2013

SOBRE A COLUNA DE HOJE DO PALADAR (ESTADÃO) PELO LUIZ HORTA…

Postado por andrerossi às
11h38

horta 300x57 SOBRE A COLUNA DE HOJE DO PALADAR (ESTADÃO) PELO LUIZ HORTA...

 

Amigos, sou fã confesso dos textos de Luiz Horta já faz um bom tempo. Mesmo antes de começar profissionalmente no mundo do vinho e quando esta bebida era apenas um hobby. Hoje continua sendo um hobby, mas também o meu ganha-pão. E ganha-vinho. Leio religiosamente todas as quintas-feiras a coluna do LH e sempre aprendo algo ou se ela não for muito didática, ela vai certamente me ajudar a descobrir algum vinho novo. Mas pela primeira vez, hoje, li a coluna e ela não me "ensinou nada" e também não me indicou nenhum vinho novo. Fato inédito nestes anos todos que venho acompanhando seus textos descontraídos, leves e saborosos. Explico: A coluna dele de hoje não tinha nenhum tom mais didático, mais teórico. E todos os vinhos que ele indica lá eu já conheço. Mas então este texto é para dizer que eu sou muito bom e que não me acrescentou nada? E a resposta é "NÃO" em letras maiúsculas mesmo! Como falei, os textos dele sempre me acrescentam algo...

 

 

A coluna dele hoje sobre Pinot Noir é bem oportuna, afinal estamos no verão, apesar do tempo parecer que não entendeu isto ainda, e estes tintos são ideais para esta época do ano. Leves, frutados em sua maoiria (à exceção de alguns Borgonhas e outros Pinots mais velhos, que seu caráter mineral e de aromas que fogem às frutas maduras predominam) e fáceis de tomar.

 

 

Mas o que eu de fato queria comentar é sobre os vinhos que ele cita: Marques de Casa Concha Pinot Noir, Clos de Fous, Leyda Reserva Pinot Noir, Aquitania Sol de Sol Pinot Noir e Undurraga TH. Gosto muito de todos eles, mas como o Horta comentou, o Clos de Fous (Vinho do homem-tatu Pedro Parra, conhecido também como Dr. Terroir) é especial, diferente. Me encantei com este vinho quando tomei no final do ano passado, apesar da intensidade que vai bem além dos tradicionais Borgonhas, que são os vinhos ícones feitos com esta uva. Mas é uma questão de proposta, de estilo, um estilo novo mundo que anda invadindo os novos Pinots por aí. Uma prova disto é que em recente visita minha a uma vinícola pequena da patagonia argentina, o jovem enólogo comentou que colocava "duelas" (são placas de carvalho ficas dentro dos tanques de aço inox) nos pinots daquela vinícola para dar cor e intensidade ao vinho! Particularmente tenho que confessar que achei meio absurdo (não só eu, mas outros jornalistas que estavam comigo também acharam), mas cada um faz o que acha certo…

 

 

O Undurraga TH Pinot Noir é outro que adoro e acho um vinhaço. Queria ver uma degustação às cegas dele com o Aquitania Sol de Sol Pinot e com o Clos de Fous. Seria um páreo duro, briga de gigantes do novo mundo pinótico. Aí vem o Marques de Casa Concha. Um belo vinho também, mas acho que o preço não vale o que custa. Pagaria uns R$ 80,00 por ele e acho que estariam bem pagos. Parênteses para o preço do Clos de Fous que também poderia ser mais em conta. Uns R$ 120,00 estaria de bom tamanho. E por último o melhor custo-benefício para mim: O Leyda Reserva Pinot Noir é um belíssimo vinho para sua faixa de R$ 50,00. Uma excelente opção para quem quer um bom pinot a um custo acessível!

 

 

Por último então, queria mais uma vez agradecer ao Luiz Horta pela coluna e por ter me proporcionado, sem querer, uma experiência diferente ao ler a sua coluna de hoje. E em breve falarei sobre uma conversa curiosa que tivemos via Facebook sobre o consumo de Jerez pelos brasileiros...

 

 

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3
jan
2013

VINHO DA SEMANA: FIN DEL MUNDO PINOT NOIR RESERVA 2010

Postado por andrerossi às
18h23

1780 300x300 VINHO DA SEMANA: FIN DEL MUNDO PINOT NOIR RESERVA 2010

 

 

Vinho: Bodega Fin del Mundo Reserva Pinot Noir 2010

Produtor: Bodegas Fin del Mundo

Origem:  Patagonia (Argentina)

Uvas: Pinot Noir

Importadora no Brasil: Mr Man

Preço Aproximado: R$ 65,00

 

 

Com o calor e a nossa vontade e gosto pelos vinhos tintos, temos que procurar vinhos leves que não pesem muito e que sejam agradáveis para tomar neste verão. E sem dúvida a Pinot Noir é uma grande escolha, por ser uma uva leve e que dá vinhos fáceis de tomar em sua maioria. E com este Argentino não é diferente...

 

 

Conhecia já este vinho, mas em uma das minhas viagens à Argentina este ano, tomei novamente e gostei mais ainda. Uma cor rubi não tão intensa, mas também um pouco mais claro que muitos Pinots que bebemos por aí, principalmente se vierem do berço desta uva na Borgonha. No nariz, não nega a raça: Frutas vermelhas dominam a taça, dando também toques de madeira, sem excessos. Na boca tem corpo leve, taninos sutis e delicados. Acidez típica desta uva e de Pinots de clima mais frio como na Patagonia e um final agradável e médio-longo. Pelo valor que custa por aí, por volta dos R$ 60,00, uma ótima opção para o verão e uma ótima opção para se conhecer um vinho da Patagonia, para quem não conhece ainda.

 

 

 

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20
jun
2012

VINHO DA SEMANA: FRANZ HAAS KRIS PINOT NOIR 2010

Postado por andrerossi às
11h15

Kris Pinot Noir 127x300 VINHO DA SEMANA: FRANZ HAAS KRIS PINOT NOIR 2010

 

Vinho: Franz Haas Pinot Noir Kris 2010

Produtor: Franz Haas

Origem: Lombardia (Italia)
Uvas: Pinot Noir

Safra: 2010
Importadora no Brasil: Decanter
Preço Aproximado: R$ 64,40

 

 

Ah, como é bom sair do lugar comum e descobrir vinhos novos que fogem do que estamos acostumados. Descobri este vinho através da amiga e competente Lena Mattar, sommelière do Restaurante Vito. Provei e adorei, tanto pelo ineditismo de ter um Pinot Noir do norte da Italia, quanto pelo vinho, claro!

 

 

Para falar um pouco da região, a vinícola fica no Alto Adige, ao norte da Italia, perto da divisa com a Austria. Mas este vinho particularmente é feito na Lombardia, região um pouco mais a oeste do Alto Adige, perto de Milão. Franz Haas é uma vinícola estabelecida em 1880 e sempre com espírito inovador e dinâmico, fazendo vinhos exclusivos e em pequenas quantidades.

 

 

Sobre este vinho, de rótulo bonito e interessante, é um Pinot Noir que não carrega aquela madeira intensa que estamos acostumados. A fruta aqui impera e as framboesas, morangos e cerejas reinam absolutas. Uma madeira bem leve, que dá um fundinho de tabaco complementa um nariz agradável e delicioso. Na boca, acidez de Pinot Noir: Bem presente e equilibrada. Taninos leves e sutis, corpo leve e um final longo. Belo vinho, bela descoberta e um custo bem honesto!

 

 

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27
fev
2012

VINHO DA SEMANA: HUMBERTO CANALE PINOT NOIR 2009

Postado por andrerossi às
21h05

humberto canale estate pinot noir rio negro argentina 10207893 213x300 VINHO DA SEMANA: HUMBERTO CANALE PINOT NOIR 2009

 

Vinho: Humberto Canale Pinot Noir 2010

Produtor: Humberto Canale

Origem:  Patagonia (Argentina)
Uvas: Pinot Noir

Safra: 2010
Importadora no Brasil:Grand Cru
Preço Aproximado: R$ 43,00

 

 

Feito numa região extremamente propícia para o cultivo da Pinot Noir por conta do frio, este vinho é uma grata surpresa. Já havia bebido alguns vinhos deste produtor, um dos mais conhecidos da Patagonia Argentina, mas este é, da linha de entrada dele, o melhor.

 

 

Extremamente jovem, tem intensidade média de uma cor rubi/violácea. No nariz, aromas típicos desta magnífica uva: Frutas vermelhas abundantes e alguns traços de madeira. O álcool ainda um pouco presente em demasia no início, pede alguns minutos de aeração. Na boca, corpo leve/médio, acidez equilibrada, taninos sutis e um final médio/longo. Um ótimo custo/benefício principalmente para quem quer conhecer um típico Pinot da Patagonia.

 

 

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30
jan
2012

2012: PROMESSA DE UMA DAS MELHROES SAFRAS PROS NOSSOS ESPUMANTES!

Postado por andrerossi às
17h24

Miolo 300x225 2012: PROMESSA DE UMA DAS MELHROES SAFRAS PROS NOSSOS ESPUMANTES!


Se já o nosso principal produto de qualidade hoje em termos vinícolas é o espumante, através do qual já recebemos inúmeras premiações, além do mais importante, que é ser reconhecido pelo consumidor, a tendência é que esta qualidade melhore ainda mais. Pelo menos nos espumantes que levarem Pinot Noir e Chardonnay em sua composição. De acordo com viticultores e e com a Aprovale, estas uvas estão excepcionais este ano de 2012.



E o principal motivo que leva estas pessoas a terem esta opinião é a ótima relação entre açúcar e acidez, que são 2 dos principais elementos levados em consideração quando as uvas são analisadas. E muitos cravam que esta será uma das melhores safras para espumante!



Agora é ver pra crer. Ou beber pra crer! Vamos ficar atentos!



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