Sobre

Lele por Clara Averbuck
Lelê emana tanta luz que está sempre cheia de mariposas se debatendo em volta. Carrega sempre na bolsa um frasquinho de água benta e um terço para eventuais ataques de carolice ou vampiros. Vive entre São Paulo e cidadelas da Itália, onde procura por poetas malditos enquanto tuita fofocas. Ama a família, os animais, a primavera, a cosmética moderna e o limite do cartão de crédito. Sofre de fobia de gente vindo e sonha com o dia em que seu marido vai atender a porta vestido de bombeiro.