Mesa para dois

Regras que saem de moda, mas que não devem ser esquecidas

R7 networking1 Mesa para dois

Ao sair para jantar a dois e chegar ao restaurante, você certamente encontrará um manobrista para estacionar seu veículo. Por favor, nada de pedir para ele deixar seu “possante” último tipo na porta. Todos os clientes merecem a mesma atenção. Elegância e discrição caminham juntas, agarradas.

O pragmatismo dos americanos consolidou as reservas em restaurantes. Verdade seja dita, eles estão de parabéns. Não pode haver algo mais civilizado do que ligar com antecedência, reservar uma mesa estrategicamente localizada para seu agrado e com isso ter a garantia de um bom atendimento e de momentos agradáveis.

Caso não a tenha feito (deveria), nada de usar aquele famoso “Você sabe com quem está falando?” com o dedo de batuta elevado no ar. Ao contrário do que se imagina, o homem entra na frente, se dirige ao maître e, após a indicação da mesa, a mulher passa à frente. Nesse trajeto, ao encontrar pessoas conhecidas, apenas cumprimente-as com um aceno de cabeça.

Nada de “bater pique” na mesa deles. Mulheres, atenção! Deixem para os homens os pedidos aos garçons e ao maître. Vocês dizem que não existem mais cavalheiros, mas muitas vezes não permitem que seus acompanhantes o sejam. Imprescindível ressaltar a regra básica: quem convida, paga. Quando se combina um programa, trocando opiniões sobre o local, horário e toda essa tratativa, pode pensar em dividir a conta.

“O combinado não é caro.” Se você estiver acompanhado de um amigo gentil, carinhoso e ele quiser pagar a conta, nada de “Ah! Não posso aceitar”. Apreciar convites é sinal de elegância, porém não se esqueça de emendar aquele muito obrigado delicioso que vem do coração. Ao dividir a conta, nada de contabilizar separadamente o que cada um consumiu. Divide-se em partes absolutamente iguais.

Agora, bom-senso numa situação como esta: nada de pedir o champanhe mais caro da casa. Por falar em carta de vinhos, eis aí “a rolha”. Isso significa uma prática existente em alguns restaurantes ao redor do mundo. É uma taxa cobrada pelo vinho que você leva ao restaurante. Em geral é cobrado um percentual sobre o valor deste, ou de um similar da carta da casa.

Uma boa dica: quando fizer aquele telefonema solicitando a reserva (conforme combinamos, lembra?), pergunte se essa prática é vigente na casa. Existem as que se reservam o direito de não permiti-lo. Vamos fechar nosso programa com chave de ouro?

Não é comum no Brasil, mas uma sugestão é deixar um cheque ou o cartão de crédito no caixa, para o pagamento, ao chegar. Comentários sobre o quão caro ou barato foi a conta, nem pensar! Tim-tim, cheers ou salute, o que importa é que seja um delicioso programa.

E aos fumantes, sem preconceito, que irão fumar na calçada, respeitar a convivência é sinal de maturidade e elegância. Combinado?

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