Publicado em 23/07/2016 às 09h08

Fusca

IMG 20160723 WA0000 300x220 Fusca

Ontem foi legal porque depois de fazer um espetáculo com teatro lotado e público feliz, saimos do Teatro e nos deparamos com esse Fusquinha azul. Claro que tiramos uma foto. Explico: na peça, Beatriz, personagem da Cissa,  lembra-se de que Orlando,  meu personagem (e ex-marido dela),  tinha um Fusquinha azul onde eles namoravam quando se conheceram, na juventude.

No cenário até temos um Fusquinha azul. Foi uma deliciosa coincidência  encontrar esse Fusca no estacionamento.

Assim como muitos da minha idade, também tive um Fusca. Era vermelho. Quer dizer, tinha sido vermelho quando jovem, mas o meu era 66 e surrado. E 6 Volts. Essa informação é importante porque vou contar, amanhã, uma história com esse carro.

Aliás, amanhã publico a foto do Fusquinha azul do cenário e conto a história do meu Fusca vermelho encardido.

Por hora, mostro apenas uma foto da janela do meu quarto, com o Lago Paranoá ao fundo.

20160723 091357 300x180 Fusca

Agora, porque hoje é sábado, vou fazer outra coisa.

SAM PRAN FRANT.

Publicado em 22/07/2016 às 09h19

Espera

Macacada!

Eis aqui a receita certa para uma pequena confusão : pegue uma sexta-feira, acrescente uma dose de chuva, coloque bem devagar, mas bem devagar mesmo, um caminho de aeroporto. Depois resolva fazer isso bem na época das Olimpíadas, com revistas minuciosas da Polícia Federal.

Eu tô , agora,  misturando devagar o caminho do aeroporto. Se conseguir chegar lá, ainda me faltará  o encontro com a PF.

O destino é Brasília e, conforme planejado, to levando só o indispensável.  Sabemos que político nao trabalha às sextas, mas é melhor prevenir. Vai que algum deles resolve me roubar de novo. Vai saber...

Tenho ido muito a Brasília, não sei não... acredito que se passar longe do Planalto e do Congresso, não corro risco de ser contaminado pelo vírus dos sete dedos,  que é aquele que faz  a gente perder a vergonha de roubar os outros.

...

Cheguei no aeroporto e, apesar da sexta e da quantidade de gente, passei fácil pela Polícia Federal. Ainda não enfrentei o caos que a TV tem noticiado. Agora to aqui esperando. E nós,  brasileiros, estamos sempre como as grávidas : esperando.

A gente vive esperando a coisa melhorar, mas é sempre uma longa espera.  Quando parece que vai, não vai. A coisa retrocede. Feito o Mito de Sisifo que foi condenado a empurrar a pedra até o alto da montanha, apenas para vê-la escorregar e voltar até a base. E ter que recomeçar - até o fim de seus dias.

....

E para terminar, uma notícia legal:

Acabo de encontrar aqui no aeroporto com o Anderson, que é meu chefão na Record. (Ele tem sorte. O filho dele é atleta corredor e vai se tornar um campeão.  Meu filho luta. Pode virar campeão,  mas com a cara estragada. O filho do Anderson vai ganhar só calos). Enfim... quase implorei ao Anderson pra me colocar na próxima novela. Ele não falou nada, mas fez cara de CLARO. E um chefe fazer cara de CLARO pode significar tudo e pode não significar nada.

Ou seje. continuo esperando.

SAM PRAN FRANT.

Publicado em 21/07/2016 às 08h10

Expectativas e Esperanças

 

Macacada!

Tá um friozinho gostoso demais na Cidade Maravilhosa. E é bom aproveitar bastante porque, não falta muito,  a coisa vai esquentar por aqui.

A contagem regressiva para os Jogos avança a passos largos. E os sinais de que estamos próximos dos grandes dias já está nítido nas ruas. Ontem mesmo, andando pela Av. das Américas, já havia um comboio de Exército circulando. Muitos guardas de trânsito e aquela corrida de operários pra terminar o principal das obras -  até dando uma maquiada naquilo que não ficará pronto.

Várias simulações de socorro estão sendo feitas nas novas estações de Metrô. Muita gente já viu o vagão do Metrô saindo do túnel que passa bem por baixo da Pedra da Gávea e tomando conta do viaduto iluminado,  não muito longe daqui. As provas de ciclismo vão passar na minha rua. Resultado: dois dias de interdição, só podendo sair de casa a pé. Já tivemos aqui o evento teste de ciclismo e correu tudo normal. Acho até que quando os ciclistas olimpícos passarem aqui na minha rua, vou ficar na calçada dando pinta.

Ou seje, apesar de toda a apreensão, dos prováveis desconfortos e até das possíveis cagadas, há, também, uma certa excitação no ar. Bem no fundo do coração, todos queremos que a coisa funcione direito.

No mais, nada demais.

Vamos levando a vida e eu, sempre ingênuo e cheio de esperança, ainda acredito que viverei um mês sem me preocupar com as contas.

No fundo, já desisti, mas é preciso manter a chama pra não ficar doidinho.

Para terminar, boa noticia na GiuPress!

No mesmo dia, resolvi o problema do telefone e do computador -  rápido e rasteiro. A Autorizada trocou a tela do telefone. Depois de duas horas tava pronto. A menina simpática começou dizendo que deveria ficar com o telefone e que o prazo era de 7 dias. Talvez, depois de olhar pra minha cara de viciado, tenha ficado com pena e deu um jeito. Gracias.

E o computador era o teclado travado, sabe-se lá o porquê. Tá tudo funcionando.

SAM PRAN FRANT.

(P.S.)

Assim que terminei de encher a sagrada linguiça de todo dia, fui procurar uma frase sobre EXPECTATIVA, que foi, sem querer, o teminha de hoje. Achei um monte de coisas, mas achei a frase da Martha Medeiros que, aliás, está adaptada em nosso espetáculo. Beatriz, a personagem da Cissa na peça, diz a Orlando, durante a separação, que gostaria de acordar todo dia, pelo menos, com a expectativa de uma surpresa, uma coisa nova...

A frase da Martha é:

"A cada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo.
Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino."

E você, dona de casa, tá esperando pelo que, hoje?

Publicado em 20/07/2016 às 00h03

Like

 

Macacada Amiga da GiuPress!

De repente, fui atacado por algum demolidor de teclados, talvez um terrorista que gosta de destruir letrinhas - só pra entrar no clima apavorado da falta de segurança.

O fato é que, não bastasse o teclado do computador, o teclado virtual do celular está morrendo mais e mais. Como diria alguém mais moderno do que eu, o touch está falhando...

Felizmente o telefone é novo e, acreditem, eu to com a nota fiscal. Agora é só enfrentar a burocracia do serviço autorizado para conseguir a troca. Estimo que em mais ou menos  6 ou 7 meses eu resolvo isso - fácil, fácil.

Até lá, serei um pirata da tecnologia alheia. Um laptop emprestado de filha aqui, um telefone velho acolá -  e vamos levanto a vida.

Fui ver, ontem, um exercicio teatral da minha filha Juju.

GetAttachment Like

A peça chama-se LIKE e discute exatamente essa nossa dependência tecnológica. O vício da internet e o novo modo de se relacionar socialmente.

É legal ver um bando de lindos jovens refletindo sobre novos modos e costumes.

Justamente no dia em que o WathsApp foi bloqueado mais uma vez, foi oportuno pensar sobre tudo isso. A parada do Zap foi muito curta, portando não deu pra sentir a tal síndrome de abstinência - mas deu pra sentir medo. A gente fica mesmo apreensivo.

Eu, agora, aqui, usando um computador emprestado e usando um celular que mal funciona, fico me sentindo meio pelado, quase impossibilitado de realizar as coisas.

Ontem, por exemplo, tive que ir ao banco para fazer coisas que levaria 5 minutos fazendo de casa, no computador.

Ou seje, essa coisa toda não tem volta e é bom que a gente aprenda a lidar com isso.

SAM PRAN FRANT.

(Vou publicar isso agora porque amanhã cedo estarei sem computador...tá vendo?)

Publicado em 19/07/2016 às 07h03

Problemas com o @

Macacada!

Apesar das noticias sobre confusão nos aeroportos por causa dos novos procedimentos de segurança que começaram ontem, passamos quase sem dificuldades pelo aeroporto do Goiânia. Apenas aqui no Rio, parte de nossa bagagem demorou mais que o normal para ser restituída, e em outro lugar. Anunciaram pelo alto-falante que deveríamos buscá-las em outro ponto do aeroporto. Mas foi tudo bem.

Quanto ao resto, temos um friozinho gostoso aqui no Rio. Chegou a baixar de 20 graus. Tem carioca vestindo tudo o que tem pra se esquentar. 20 graus aqui no Rio é frio de rachar o cano, o pessoal sofre. Ao longo do dia a temperatura sobe um pouco, mas são dias de frio por aqui.

E agora não bastasse o teclado do meu computador estar com problemas, surgiu um problema curioso no teclado digital do celular, dá pra acreditar nisso? A teclinha onde digito o @ não funciona. Isso não seria muito grave, afinal @ não é uma coisa que usamos toda hora. Porém, e sempre existe um porém, o @ faz parte da senha que tenho obrigatoriamente que usar para entrar nas internas da GiuPress... ou seje, to usando o computador da minha Juju, enquanto ela dorme, para mandar esse sinal de fumaça pra vocês.

Alguém já teve problemas com o teclado digital do celular?

O bom disso tudo é que, como não tenho nada de novo a dizer, posso encher a devida linguiça com mais facilidade, sem obrigar as teclinhas digitais do celular a aturar meus dedos grossos. (MakGlass, nosso Agente Senior,   vai adorar saber que meus dedos são grossos.)

E não me restará alternativa, a médio prazo, a não ser largar os problemas da obra  pra resolver problemas tecnológicos.

Meu sogro é que tem razão, na sua sabedoria do interior:

- Giu, tudo é pobrema. Se você é sozinho, não tem pobrema, mas arranja um carro, é pobrema. Uma casa é pobrema. Casou? Pobrema. Cada filho que ocê tem é pobrema, Tudo é pobrema,

Então, como não nos resta grandes alternativas, vamos à luta para resolver os pobrema tudo.

SAM PRAN FRANT.

Publicado em 18/07/2016 às 08h04

Cueca nova

  • Screenshot 2016 07 17 22 56 05 1 300x198 Cueca nova
  • Nos despedimos de Goiânia agora cedo.  Semana que vem, DOIDAS e SANTAS chega na Capital Federal. Só vou levar a roupa do corpo e o dinheiro da condução. Vai que me aparece um político pela frente...

As Olimpíadas estão cada dia mais próximas e a semana passada um figurão do golfe que não virá ao Brasil deu uma declaração honesta: muitos desses esportistas que não virão ao Rio para os Jogos alegando falta de segurança - inclusive eu - estão mentindo. A verdade é que as Olimpíadas não tem grana. E eu jogo golfe pra ganhar dinheiro, não para promover o esporte. 

 

Essa honestidade é importante para colocar as coisas nos devidos lugares.

O Brasil ta vergonhoso? Tá sim.

A gente é desorganizado? É sim, muito.

Tem assalto na rua? Ah, tem.

E eu não quero absolutamente dizer que vivemos  no paraíso,  nem que a Cidade Maravilhosa está tão maravilhosa assim, mas peralá... quando um cara pega um caminhao na França e, maluco, passa por cima de todo mundo, achamos normal?

E quando um camarada mata dezenas nos States? É na Bélgica?  E? E? E?

A verdade é que nosso mundo velho está enlouquecido.

Agora, por exemplo, não sabemos como será nossa volta pra casa com os novos procedimentos de segurança nos aeroportos.  To aqui  arrumando minha malinha e vendo na TV que os vôos estão  confusos, com revistas, Raio X e o escambau.

Vou até  colocar uma cueca bem bonitinha porque, dizem,  podem até nos mandarem tirar a roupa.

Vamos ver como será aqui no aeroporto de Goiânia. ..

Depois eu conto.

SAM PRAN FRANT.

 

Publicado em 17/07/2016 às 09h12

Uma vontade doida

Macacada Amiga da GiuPress!

Domingão velho de guerra.

Quanto ao piano de ontem, ele esteve mudo ontem.

20160716 183836 e1468756694246 180x300 Uma vontade doida

A placa explica qual é a desde piano, mas ainda não to feliz com essa explicação.

Vamos ver quando a nossa Diva aparece para nos explicar melhor.

De resto, tá um clima legal aqui em Goiânia, embora esteja muito seco. Na semana que vem, em Brasília, a coisa pode estar ainda pior. Brasília é conhecida por ter um clima com baixíssima unidade relativa do ar nesta época do ano. Tem gente que sofre tanto que até sangra pelo nariz.

No mais,  nada de novo no front. Só aquela vontade doida de não fazer nada.

SAM PRAN FRANT.

Publicado em 16/07/2016 às 07h45

O Homem Invisivel

Macacada!

Dito e feito: aconteceu como planejei. Ontem sai para entrevista, (a Record de Goiânia  é linda. Prédio novo e hightech.  Gente simpática.) , almocei rapidamente e voltei pro hotel. Tá certo, não dormi de tarde, mas vi uma partida da seleção masculina de vôlei.  Emocionante.

Brasil, já classificado para a semifinal, jogou com o time reserva e saiu perdendo os dois primeiros sets - mas venceu por 3x2. Foi show porque o jogo acabou bem na hora de descer e ir para o teatro.

E agora  é que vem a coisa curiosa. Desci do elevador ao som de um lindo piano, típico dos happy hours  de hotéis  chiques. E o pianão estava lá, preto, brilhante e majestoso. E tocando sozinho. Não era apenas um som de piano,  era aquele piano tocando, os pedais e a teclas se movendo solenes e solitárias - sem pianista.

Certamente, nossa diva, a Srta. Montálban, responsável pelo Depto. Musical da GiuPress vai nos explicar essa tecnologia,  mas que era esquisito, era.

Parecia um piano tocado pelo Homem Invisível.

Eu que sou um cara de bairro, um suburbano típico, fiquei assim meio achando engraçado.  Ou seje, não sei nada dessa nova vida tecnológica.

Hoje, quando estiver no saguão, vou tentar tocar no Homem Invisível sentado naquele banquinho do piano. E fotografar com uma câmera de infravermelho.

Quem sabe...

Ah! Ontem foi Dia do Homem...

SAM PRAN FRANT.

Publicado em 15/07/2016 às 04h02

Sem culpa

Macacada!

Tô aqui em Goiânia, são 3 e meia da matina e me aconteceu algo que raramente me acontece. Cheguei no hotel depois do jantar e estava prontinho pra dormir e, de fato, adormeci profundamente. Por meia hora. Depois acordei e to aqui, como se tivesse dormido a noite toda. Então, como parece que  o sono vai demorar, aproveito pra colocar o papo em dia.

Tem uma coisa curiosa nessas viagens. Ficamos quase impossibilitados de assumir tarefas do lar. Como é que eu vou trocar uma lâmpada ou ir ao supermercado?  Como vou consertar o cortador de grama se eu to em Goiânia?

Em resumo : dá pra dar uma relaxada. E sem a culpa de estar deixando de fazer tarefas.  Vou fazer como,  se tô em Goiânia?

Não há razão pra acordar cedinho pra receber os caras da obra.  Tô longe pra chuchu.

Claro que a gente cumpre tarefas nessas viagens,  mas, com sorte, pode-se dar uma dormidinha de tarde. Acho que o cérebro perde um pouco a responsabilidade.

A propósito da viagem,  encontrei uma cidade  melhorada, mais moderna.

E agora, aqui, neste quarto chique de hotel , (sou artista!), deitado nu nesta King Size confortabilissima, parece que Morfeu se faz presente. Os olhos começam  a pesar e o dedão começa a errar as letras no teclado digital. É hora de se render.

Quase 4hs e lá vou eu.

SAM PRAN FRANT.

Publicado em 14/07/2016 às 07h50

Periquita fashion

Macacada!

Não chega a ser um novidade, mas o UOL publicou uma matéria divulgando uma pesquisa americana sobre depilação feminina. Segundo a pesquisa , as americanas aderiram de vez à brazilian wax - o jeitinho que a maioria da mulherada brasileira depila suas partes íntimas.

A pesquisa descobriu um pequeno círculo vicioso que motivou essa adesão ao modo brasileiro de depilar: parece que a aparência das vaginas brasileiras foi adotada pelos filmes pornô  e, vendo os filmes pornôs,  mais mulheres adotaram o penteado íntimo - ou a ausência total de cabelos.

Pra aproveitar o assunto, gostaria de comentar outro tipo de cuidado pessoal adotado por muitos homens: tirar sobrancelhas. Já notaram a quantidade de homens que adotaram essa prática?

No início, cheguei a pensar que era uma moda gay,  mas não. Olho bem no fundo dos olhos de muitos desses homens e - parece - não são gays. Vejo caixas de supermercado, frentistas de posto de gasolina... não é uma prática gay, necessariamente. É moda. E não  se trata de dar aquela limpadinha na pestana. É mesmo desenhar a sobrancelha, como fazem as meninas. .

Moda. Só moda.

Será convocada uma reunião extraordinária na sede da GiuPress para discutir esses assuntos tão relevantes à soberania nacional.

As opiniões preliminares de nossos agentes já estão sendo recebidas em nossa redação.  Não deixe de participar.

SAM PRAN FRANT, com pelos ou sem pelos.

Como disse um cidadão ao comentar a matéria do UOL, com grama ou sem grama, a partida será jogada.

Perfil

Giuseppe Oristanio é ator faz tempo. Devido a sua origem suburbana, desenvolveu múltiplas habilidades: ataca de pedreiro, encanador, cozinheiro, costureiro... E quando sobra tempo, procura não fazer nada porque, de todas as suas atividades, vagabundear é a que mais gosta. Fez faculdade de jornalismo, mas abandonou quase no fim por não lidar bem com a objetividade. Gosta de divagar, inventar, misturar realidade com ficção e gosta, principalmente, de se divertir. Nunca leve muito a sério o que ler por aqui. Pode ser mentira.

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