Dia do Cinema Brasileiro
O cinema brasileiro cresce, aumenta o volume de produções a cada ano e parece que começa a romper a barreira de preconceito que o próprio público nacional tem em relação às nossas produções.
É claro que o público tem ido mais aos cinemas para ver filmes nacionais porque as produções apresentam uma qualidade melhor a cada dia - e isso é muito bom.
É preciso lembrar que a indústria cinematográfica americana, e pelo mundo afora, gera milhares de empregos e movimenta uma quantidade de dinheiro absurdamente grande. Isso é bom para a economia nacional, e bom para os trabalhadores e bom para o público que, se divertindo, acaba por apreciar coisas da nossa cultura.
Já está chegando a hora de transformar o cinema nacional numa indústria poderosa, como é mundo afora.
Isso só trará benefícios para todos os brasileiros, pode crer.
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Chico Buarque
Chico faz hoje 69 anos.
Para as gerações mais novas, é preciso explicar a importância musical e política do Chico Buarque.
Autor de muitas das músicas mais importantes que combateram a Ditadura Militar no Brasil, Chico conseguia aliar uma grande qualidade musical com uma capacidade enorme de falar e não ser censurado, embora tenha sido muitas vezes.
Em alguns momentos, escreveu sob pseudônimo para conseguir dizer o que queria. E em geral, ele falava tudo o que a nação inteira gostaria de dizer.
Veja essa música, por exemplo, que parece ser uma cançãozinha de dor de cotovelo, mas que é um grito contra a Ditadura...
APESAR DE VOCÊ
http://youtu.be/33-bMTOlvx0
E olha uma música do Julinho da Adelaide, pseudônimo usado por Chico Buarque.
Depois de cantar, Chico fala sobre Julinho, inventando uma história absolutamente mentirosa, dizendo que Julinho é um sambista da Rocinha - e ainda cita uma outra música dele.
O fato é que Julinho de Adelaide nunca existiu e essa música que você vai ouvir agora tem a seguinte história:
Havia um desses presidentes-generais da ditadura....eu não lembro qual, mas acho que era o Figueiredo, cuja filha era doida pelo Chico Buarque. E o Figueiredo era aquele que sempre dizia que preferia o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo...
Ouve só, caso não conheça:
http://youtu.be/jY8lvjmexwo
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E pra encerrar por hoje, gostaria de mostrar para vocês a minha mais nova obra de confeitaria.
Lambe os beiços aí, macacada!
Eu to ficando craque.
Ele é assim mesmo: rústico e delicioso.






























