6
dezembro
07h02

 

Niemeyer, 104 anos bem vividos

oscar niemeyer2 300x225 Curralinho

Podemos lamentar, mas não há muito o que chorar.

Grande criador, polêmico, consagrado mundo afora e  jovem - mesmo centenário.

Oscar Niemeyer foi descansar o talento criativo que espalhou pelo planeta, com obras incríveis.

Nem sempre unânime,  deixou marcas para sempre na arquitetura e na visão espacial das coisas.

Há uma frase muito recente do velho Niemeyer que eu acho engraçadíssima e vou colocar aqui pra vocês.

Dizem que, certa vez, já aos 102 anos, teria dito:

- Acho que vou parar de fumar. Parece que esse negócio tá começando a me fazer mal...

Genial, fala a verdade?

 

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Do Baú

IRMÃOS CORAGEM 300x237 Curralinho

Novela Irmãos Coragem, Globo

Faz 18 anos, gravávamos a novela Irmãos Coragem. Não sei se os mais jovens sabem, mas essa versão da qual participei foi o que chamam de REMAKE. Sou meio obrigado a usar essa palavra, mas vocês sabem que eu tenho problemas com o excesso de americanização das coisas, mas enfim: participei da segunda versão da novela, faz 18 anos.

A primeira versão aconteceu no começo da década de 70 e era em preto e branco ainda, se me lembro bem.

Tarcísio Meira, Glória Menezes... gente da pesada estrelava a versão original.

A novela trata de garimpo de diamantes, tudo entremeado com disputa de terras, romances....tudo o que uma boa novela deve ter.

Por se tratar de diamantes, gravamos muito em Diamantina, Minas Gerais, onde estão, ainda hoje, as maiores minas do Brasil, embora os diamantes já não são facilmente encontrados. Desde a colonização, toneladas de ouro e pedras preciosas deixaram o país rumo à Europa. Isso a gente aprende na escola.

Agora, só estando lá  pra saber como é uma mina de diamantes.

Se você não prestar muita atenção na foto, nem vai me ver direito.

Estou bem no centro, segurando uma corda, indo em direção ao fundo da mina. Ela começa assim, com um buraco pequeno de difícil acesso, mas, conforme você vai descendo, o buraco vai aumentando, se alargando, ficando mais alto, vira uma enorme caverna,  começam a aparecer galerias e, de repente, aquilo se torna algo parecido com um buraco do metrô, bem organizado, impressionante mesmo.

A cidade em quem gravávamos, quase um bairro de Diamantina,  tem um nome curioso: Curralinho.

Curioso e até engraçado, mas foi em Curralinho que recebi uma notícia muito triste, em janeiro de 1995.

Quando chegarmos no mês quem vem,  eu conto.

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