15
março
06h25

 

 

Sergio Cardoso Cleide Yaconis Coisas da vida e da morteSergio Cardoso e Cleide  Yaconis

Sérgio Cardoso foi um dos primeiros grandes astros que uniam o reconhecimento do público de TV - e das novelas  - e o respeito pelo seu enorme talento no palco,  representando todos os grandes clássicos  da dramaturgia mundial.

Além disso, existem fatos pitorescos sobre sua morte.

Em 1972, Sérgio Cardoso fazia uma novela chamada O Primeiro Amor, na Globo,  quando sofreu um ataque cardíaco e morreu.

O personagem dele na novela não tinha como desaparecer, de repente. Lembro direitinho quando o personagem saiu  por uma porta e, quando voltou, já era o Leonardo Vilar, substituindo o Sérgio Cardoso. Foi muito curioso.

Curiosa também é a lenda que se conta sobre seu enterro. Conta-se que foi enterrado vivo e, tempos depois, quando exumaram seu corpo, encontraram a tampa do caixão toda arranhada. Mas é lenda. A família nega veementemente essa história.

O que importa nisso tudo é que Sérgio Cardoso deixou seu nome na história do teatro e da TV brasileira.

E viva ele, hoje, quando faria 88 anos - e sempre!

_________

As contradições da vida

Chi po non vo 223x300 Coisas da vida e da morte

 Quem pode não quer

Quem quer não pode

Quem sabe não faz

Quem faz não sabe

E assim vai mal o mundo.

E o Editor-Chefe dá um tapinha das costas da Clara e acrescenta:

- Sam Pran Frant,minha filha, Sam Pran Frant!

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14
março
08h06

 

Poesia 300x225 Dia Nacional da Poesia

Eu já contei aqui, acho, que terminei o segundo grau graças à poesia.

Eu já fazia teatro, já ensaiava, já até ganhava um dinheirinho com essa coisa de ser ator. E, claro, acabava por faltar a muitas aulas. Outro dia, junto com aquelas coisas todas que resgatei na casa do meu pai e que minha irmã guardava pra mim, encontrei uma carteirinha do colégio. Aquelas que a gente entregava na entrada das aulas e depois nos devolviam com o carimbo de PRESENTE. Quem lembra disso? É assim, ainda hoje?

Pois então: minha carteirinha tinha muito PRESENTE, mas tinha também muito FALTOU.

Eu faltava com uma frequência que poderia me reprovar - não fosse a generosidade e a visão moderna de meus professores - alguns dos quais com quem mantenho contato ainda hoje.

Eles percebiam que minhas faltas não eram em razão de negligência, mas de trabalho, de uma necessidade vital de estar em outro lugar.

Acontece que isso não livrava minha cara. O que livrava minha cara era a poesia.

Os professores me encomendavam poemas. Eu ia lá na frente e declamava um poema e eles me davam aquele pontinho necessário em biologia, ou aquele ponto e meio de física.

Hoje é Dia Nacional da Poesia porque é aniversário do Castro Alves, um de nossos grandes poetas.

Do Castro Alves eu declamava Vozes D´África, um poema lindo e longo, longo. Difícil de decorar, mas lindo, lindo.

Ainda hoje sei um bom pedaço.

Eu acho mesmo que o que dá colorido ao mundo é a poesia. E a poesia não precisa ser necessariamente algo escrito. A poesia está em tudo e, acima de qualquer coisa, a poesia está na nossa capacidade de ver poesia nas coisas.

Quase tudo pode ser muito bonito se tivermos o coração e os olhos treinados para a poesia.

E agora vou parar de falar senão o MakGlass vai me dizer, entre uma caipirinha e outra:

- Poesia é coisa de viado!

E o Editor-Chefe, antes de aprovar a publicação desse textinho, acrescentou:

- Que nada. MakGlass é um romântico!

Sam Pran Frant !

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13
março
06h02

ZÉ DO CAIXÃO 300x225 ZÉ do CAIXÃO

José Mojica Marins, o Zé do Caixão

Antes de qualquer consideração sobre José Mojica Marins é preciso dizer: o cara é uma figura.

Dono de uma filmografia extensa e curiosíssima, o cara tem um lugar guardado dentro do cinema nacional, embora durante muitos e muitos anos tenha sido considerado quase uma piada. Depois de muito produzir, passou a ser considerado cult pela crítica internacional e, finalmente, uma pequena parte da platéia brasileira passou a prestar um pouco mais de atenção ao Zé do Caixão.

Zé do Caixão, o homem das longas unhas...

Olha isso:

Meia-Noite Levarei sua Alma

http://www.youtube.com/watch?v=nznbTrNetV0

E mais essa, do trash, cult e brasileiro Zé do Caixão

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=z2JN_fOkb-w

E ele nem era tão feio quando mais novo...

___________

Atenção macacada da GiuPress:

O italianinho informa que pode se atrasar um pouco hoje porque levará as crianças ao pediatra.

macaco no medico 300x263 ZÉ do CAIXÃO

Consulta de Rotina

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12
março
06h48

Narradores de futebol

Ainda hoje ouço, mas, quando moleque, ouvir as narrações esportivas pelo rádio era de lei.

Lembro com muito carinho de um dos maiores de SP, na Rádio Bandeirantes, acho. O nome dele era Fiori Goglioti que, quando 0 juiz apitava o início do jogo, ele dizia: " Abrem-se as cortinas e começa o grande espetáculo" . A  narração do Fiori Giglioti coloria demais o jogo, mesmo que fosse uma droga e não acontecesse nada.

Fiori Giglioti, narrando o título corintiano de 77, depois de 24 anos. Ouça só um pouquinho:

http://www.youtube.com/watch?v=w92qWU6z8DE

***

Eu sei que é um comentário meio exclusivo para os homens, mas é curioso demais ver uma jogo na TV, sem som, e colocar  a narração do rádio. O som do rádio faz tudo parecer mais emocionante. O cara dá o sangue no rádio e você vê pela TV as imagens modorrentas, muitas vezes. É engraçado.

Muito antes disso, tínhamos, aqui no Rio, o Ary Barroso. Além de grande compositor e artista de sucesso, era um narrador curioso: torcia descaradamente pelo seu Flamengo e se recusava a narrar os gols que o seu time sofria. Saia da cabine e ia embora.

Tivemos o grande Osmar Santos, que fazia das transmissões de rádio uma coisa espetacular - e que teve sua carreira interrompida por um acidente automobilístico.

Gol de Bebeto, narração de Osmar Santos:

http://www.youtube.com/watch?v=ZPN0PYl9xQw

Claro que tivemos o Luciano do Vale, o Silvio Luiz - ("Pelo amor dos meus filhinhos, ele dizia, diante de uma jogada de quase gol), até o Galvão Bueno que tá aí ainda hoje, cada dia mais chato e insuportável. O Galvão acha que é ele o personagem principal do jogo. Ele foi piorando com os anos, coitado.

Quando comecei a ver futebol pela TV, o grande nome, o cara, o grande mágico das transmissões pela TV era o Geraldo José de Almeida.

geraldo jose de almeida 2 Olha lá, olha lá, olha lá

Ele tinha bordões que a gente repetia à exaustão:

MATA NO PEITO E BAIXA NA TERRA...

OLHA LÁ, OLHA LÁ, OLHA LÁ....NO PLACAR...

SELEÇÃO CANARINHO...

POR POUCO, MUITO POUCO, POUCO MESMO...

http://www.youtube.com/watch?v=1Wk4UXaLRqs

Incrível! A gente ficava doido!

(A direção da GiuPress pede desculpas às nossas meninas porque o post saiu masculino demais, hoje.)

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11
março
07h43

 

Uma noite em 1967 festival record 228x300 Festivais

E aí, macacada da GiuPress?!

Estava aqui me lembrando dos Festivais de Música que as TVs promoveram por um período -  e que revelaram gente muito importante.

Não há dúvida de que os mais importantes foram os Festivais da Record, na década de 60, que nos mostraram Chico Buarque, Caetano Veloso,  Roberto e Erasmo Carlos, Jair Rodrigues, Elis Regina, Gilberto Gil, Os Mutantes com a Rita Lee, Geraldo Vandré... Sérgio Ricardo quebrando o violão no palco... um monte de gente que fez a história da MPB.

Felizmente, existem registros gravados destes momentos importantes sob todos os pontos de vista.

Vivíamos um momento complicado. Politicamente, a juventude procurava reagir contra uma Ditadura que a cada dia apertava mais os seus métodos de repressão e quem conseguia dar o seu grito de liberdade através da música acabaria por representar toda uma geração.

Em 1970, o FIC, Festival Internacional da Canção, nos mostrou uma coisa revolucionária em terras brasileiras: Tony Tornado e a BR3. Tony Tornado com a jaqueta aberta, um desenho no peito e dançando como James Brown - o mesmo que foi a inspiração de Michael Jackson.

Acho que foi só no início dos anos 80 que a TV voltou a promover Festivais, e mesmo assim sem o mesmo apelo dos festivais mais antigos. Apesar disso, surgiram outros nomes e canções emblemáticas de sucesso, embora os festivais tivessem perdido um tanto de sua força mobilizadora.

Muita gente que fez sucesso acabou desaparecendo com o tempo. Muito se pode falar sobre os Festivais...

Será que hoje em dia daria pé promover um festival?

Hoje, uma homenagem à voz curiosíssima de Tetê Espíndola.

http://www.youtube.com/watch?v=ligz5o6R2k4

____________

O tamanho da mamata

dedos falsos Festivais

Adoraria dar crédito à foto, mas não sei o autor. 

Começamos a semana com essa notícia que nos mostra bem o tamanho da carinha de peroba de uma parcela do funcionalismo público que acaba desonrando toda a categoria que, cá entre nós, já não goza de uma reputação muito boa.

Os caras mandaram fazer um clone da própria impressão digital, macacada!

Com um monte de dedos falsos, apenas uma representante da quadrilha de funcionários ia lá e "batia o ponto" de todo mundo.

O que nos aflige ainda mais é o fato de que eram - ou são e sempre serão - funcionários do SAMU, que cuida da saúde da nossa população.

Já tivemos o caso recentemente de paciente que morreu porque um tal cirurgião insistia em não cumprir seus plantões.

E agora são médicos, enfermeiros....todo mundo com dedo falso pra conseguir ganhar e não trabalhar.

Quer moleza, rapaziada, vai comer maria-mole.

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10
março
07h02

 

 

Mais uma vez, a modernidade

Talvez pareça uma caretice danada para os mais novos ficar falando desse lance de modernidade, dos avanços da tecnologia etc e tal. Hoje, todo mundo tá acostumado a falar com os astronautas, todo mundo se vê no Skype e, mesmo distante pra chuchu, todo mundo fala com todo mundo na maior facilidade.

Eu, embora lindo e sarado, já dobrei a curva. Então, macaquinhos novos, eu ainda sou do tempo da TV Branco e Preto. Outro dia falei da vitrolinha dos discos de vinil, mas eu sou ainda mais antigo - dos bolachões pesados que pareciam pratos de louça, com uma única música de cada lado.

Não sou do tempo do rádio, mas quase.

Já falei que, no começo dos anos 90, comprei um videocassete de contrabando. Parecia tráfico de drogas, a coisa.

Mesmo assim, em 90 já vivíamos uma época tecnológica, garotada amiga da GiuPress.

To vendo aqui nas minhas pesquisas que Graham Bell, em 1876,  fez a primeira chamada telefônica da história.

alexander graham bell Watson!

E como sou afeito às coisas da imaginação, fico aqui pensando na cara do Watson quando pegou o aparelho e, do outro lado daquela coisa, uma voz lhe disse:

- Senhor Watson, venha aqui. Eu quero vê-lo. (Segundo consta, foi isso mesmo que o Sr. Bell disse ao Watson - que não é o mesmo Watson do  Sherlock Holmes)

Ele deve ter tremido na base:- como assim? Como essa voz conseguiu atravessar esse fio, pular pelas paredes e chegar aqui na minha humilde orelha?

Hoje falamos com aparelhos sem fio, nos vemos através de câmeras minúsculas de celulares...

Mas, to pensando aqui, nenhuma das grandes invenções funcionaria sem a antiga e ainda imprescindível ELETRICIDADE.

E o Editor-Chefe da GiuPress, que resolveu chegar cedo neste domingo em nossa redação,  comentou, entre uma baforada e outra daquela bituca de filtro vermelho:

- Eu sou do tempo em que, pra fazer fogo, tinha que ficar esfregando os pauzinhos...

Então ele parou, num silêncio cheio de pensamentos, e consertou:

- Ninguém ficava esfregando os pauzinhos, não. Esfregando os galhinhos, dois galhinhos...de árvore. Galhinhos...

Pegou um cigarro novo, acendeu, deu aquela tragada que levou fumaça para todo o seu organismo cansado e acrescentou:

- Até hoje não entendo como os aviões voam...

E saiu andando, o velho.

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9
março
08h37

 

A GiuPress deseja a todos um sábado repleto de coisas boas.

E hoje é aniversário da minha querida amiga Lucinha Lins por quem tenho o maior carinho.

Já fizemos duas novelas juntos neste século. A primeira delas era engraçadinha e, Lucinha e eu, tínhamos uma relação romântica.

A novela chamava-se Tiro e Queda e foi exibida pela Record em 2000, eu acho. A Record começava a ficar grande, mas ainda encomendava algumas de suas produções às produtoras independentes. No caso de Tiro e Queda, a novela foi produzida pela JPO, em São Paulo,  e já foi exibida mundo afora algumas vezes.

Eu fazia um detetive português, com sotaque e tudo. A novela tinha um toque de comédia interessante.

Não consegui achar muita coisa no Youtube, mas achei a abertura. Olha só.

http://www.youtube.com/watch?v=OQm_rnqCeS4

O importante, hoje, é mandar meu beijo carinhoso pra Lucinha Lins, com quem trabalhei recentemente em Ribeirão do Tempo, na Record. Éramos irmãos. Quer dizer,  já peguei a  Lucinha e depois viramos irmãos - tudo em cena, naturalmente. Na vida real, ela tem minha admiração, respeito e carinho.

Viva ela.

___________

Momento de reflexão

Provérbio Arabe 300x183 REFLEXÃO

(E se alguém conseguir traduzir isso, ganha um presentinho também. Eu tentei um pouco, mas não consegui)

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8
março
06h18

 

 

cúmplices no amor 300x200 A Cúmplice

Quando eu era garoto, já ator, com 16, 17 anos, por um período relativamente curto - mas bem intenso - eu fiz artesanato. Bolsas de couro, chinelos de pneu, cintos...tudo o que  pudesse ser feito com couro de forma artesanal, eu fazia numa pequena garagem na casa de meus pais. A garagem tá lá ainda hoje, ligeiramente modificada. Mas, naquele período, eu tinha lá um ateliê montado e fazíamos, uns amigos e eu, um monte de coisas pra defender um troco. E fazíamos bem. Ainda hoje seria capaz - fácil, fácil -  de fazer uma bolsa bem legal.

Lembrei disso por outra razão. Nessa época não tinha MP3, aparelhos de som, nada disso. A gente ouvia música na vitrolinha portátil. Era o máximo em modernidade ter um negócio de tocar música que pudéssemos levar pra todo canto onde houvesse uma tomada elétrica.

Nessa vitrolinha ouvíamos pouca coisa, porque não tínhamos quase nada pra ouvir. Mas eu tinha o disco dos Secos&Molhados - ( um sucesso estrondoso na época. E eu conhecia o Ney Matogrosso antes do sucesso do grupo. Fiz uma peça infantil com ele, então o disco tinha um significado especial pra mim) - e tínhamos também um disco de um show do Juca Chaves.

O Juca Chaves, uma figura muito curiosa, sempre foi um comediante muito interessante. Ele fazia, e acho que ainda faz,  shows com piadas políticas, de cunho sexual,  com sua voz anasalada e seu violão - e sempre descalço. Tudo era entremeado com músicas da autoria dele, algumas muito engraçadas, outras com forte crítica política e outras - (as minhas preferidas!) - as românticas.

Falamos aqui outro dia sobre a mulher ideal...aquela que teria a  bunda na frente e os peitos atrás....que seria meio esquisita, mas que pra dançar ia ser perfeito...lembram? Então...isso é do Juca Chaves...

Tem uma canção do Juca Chaves que guardo comigo desde aquela época. Acho linda demais, linda demais.

Coloco aqui, agora, numa versão do Fábio Jr., que está com melhor qualidade técnica - mas quem quiser, pode ouvir com o Juca Chaves no Youtube. A versão do Fábio Jr. é muito boa porque, entre outras coisas, ele canta bem e sabe do que se trata o assunto.

E a música é própria para homenagear nossas queridas mulheres, todas elas, mundo afora. E em particular nossas meninas, próximas de nós, que nos empurram pra frente, nos fazem felizes, nos torram a paciência e nos inspiram a viver melhor e com mais carinho e amor.

Viva o sexo feminino,

E um viva muito especial a você, menina bonita que está lendo isso agora.

http://www.youtube.com/watch?v=WmmCGEwrEk0

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7
março
06h29

 

 

A Família Real Portuguesa no Brasil

chegada da familia real 300x225 D. JOÃO VI

No dia 7 de março de 1808, a Família Real Portuguesa desembarcava no Rio de Janeiro onde ficaria por mais de uma década, fugindo dos ataques de Napoleão à Coroa Portuguesa, na Europa.

Eles vieram de mala e cuia, trazendo consigo boa parte da Corte.

Não havia onde abrigar tanta gente, então as casas eram escolhidas e, nelas, era colocadas uma placa com as iniciais P.R. (Príncipe Regente), mas que o povo logo definiu como Ponha-se na Rua. Foi uma desapropriação, na verdade.

Embora muito se fale das características meio esquisitas de D. João VI - e parece que ele era mesmo esquisitão - de bobo ele não tinha nada.

"Durante os treze anos de sua estadia no Brasil, Dom João criou diversas instituições culturais e educacionais, como a Biblioteca Nacional, o Jardim Botânico, o Real Gabinete Português de Leitura, o Teatro São João (atual Teatro João Caetano), a Imprensa Nacional e o Museu Nacional, dentre outros." (Fonte: JB)

1808 205x300 D. JOÃO VI

Já indiquei aqui, mas indico novamente o livro 1808, de Laurentino Gomes. Divertido e muito esclarecedor sobre o período. Vale ler.

_________

Tem dias que a gente se sente entalado mesmo...

gato 283x300 D. JOÃO VI

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6
março
06h45

 

Macacada querida!

O Rio de Janeiro, ontem à noite, parou.

Por volta das 8 da noite um temporal caiu sobre a cidade desorganizando tudo. A água invadiu lugares, paralisou o trânsito, interrompeu o fornecimento de energia elétrica e a coisa ficou feia. Gente ficou presa dentro dos ônibus por horas, carros ficaram alagados e a cidade ficou escura por muito tempo.

Que coisa, que coisa!

Rio de Janeiro RJ 23 04 09 Marcelo Carnaval 300x213 1001 explicações, Uai !

Foto de Marcelo Carnaval

Só nos resta torcer, nesta manhã, para que os estragos e prejuízos tenham sido apenas materiais.

A chuva de ontem foi assustadora na cidade.

___________

Você sabia? Eu não!

UAI 234x300 1001 explicações, Uai !

__________

Agora

Embora nublado, nosso dia amanheceu sem chuva e com a energia restabelecida.

Vamos agora pensar no futuro e nas providências pra normalizar a vida da cidade.

Foi punk, macacada, foi punk!

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