angelica12 Angélica desenvolve Síndrome do Pânico após acidente aéreo, e Huck pode processar responsáveis

Angélica e Huck logo após o acidente aéreo, em 2015

O acidente aéreo que quase acabou com a família de Luciano Huck e Angélica deixou grandes marcas nos apresentadores.

O pouso forçado da aeronave em que eles estavam com os filhos em as babás, em maio de 2015, no Mato Grosso do Sul, fez Angélica desenvolver uma doença grave: Síndrome do Pânico.

No “Bem Estar” desta quinta-feira (27), a loira revelou que desenvolveu síndrome do pânico em decorrência desse acidente: “Acho que desencadeou sim por causa do acidente. Com certeza foi um momento forte, que mexeu muito comigo. O pânico é isso”, contou a apresentadora.

“Eu sentia umas palpitações, tinha medos de algumas coisas, de sair e ficar sozinha em alguns lugares. Era incontrolável. É uma coisa que racionalmente você sabe que não tem nenhum problema, mas aquilo não tem lógica”, relatou a loira.

Angélica diz que a meditação a ajudou a tratar a síndrome, mas não entrou em detalhes sobre o acidente.

Nem ela nem Huck gostam de falar publicamente sobre o assunto. Querem agradecer o fato de estarem vivos e passar uma borracha no sofrimento causado na ocasião.

Mas é fato que tudo isso mexeu muito com eles. Tanto é que Huck já foi questionado por seu advogados se pretende ou não processar os responsáveis pelo acidente.

A Aeronáutica concluiu nesta semana o relatório sobre as causas do acidente com o avião em questão.

O relatório final comprovou que a causa do acidente foi pane seca.

O piloto decolou do Pantanal, levando os apresentadores Angélica, Luciano Huck, os três filhos do casal e as duas babás para Campo Grande. Com 35 minutos de voo, o motor esquerdo parou de funcionar.

Segundo o relatório, no tanque da asa esquerda tinha no máximo 160 litros, e não 350 litros de combustível, conforme indicado no equipamento que marca a quantidade de combustível. Os sensores do tanque foram instalados em posições trocadas e enviavam informações erradas ao painel de controle.

Os peritos constataram que a tripulação poderia ter identificado a pane seca e transferido combustível do outro tanque. Mas o relatório indica que o piloto não seguiu os procedimentos de emergência.

O piloto, copiloto, Angélica, Luciano Huck, os três filhos e a babá sobreviveram ao acidente com ferimentos leves.

No relatório, os peritos constataram que a empresa MS Táxi Aéreo, que alugou o avião para a família do apresentador, orientava os pilotos a não informar, nem anotar no diário de bordo os problemas dos aviões para não ter de parar as aeronaves nas oficinas de manutenção.

Huck, que não quer se pronunciar oficialmente sobre o assunto, pode mover uma ação na Justiça.

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