Publicado em 27/07/2016 às 19:29

Dois irmãos. Um deles mudo, o outro, seu eterno protetor

Dois irmãos. Um deles mudo, o outro, seu eterno protetor.

Ano após ano, a família visita Loney, uma faixa de terra distante na na costa da Inglaterra. E por que eles vão para lá? Vão em busca de uma cura.

Nas longas horas de espera, os dois meninos ficam sós. E, a cada descida para as água, para a maré traiçoeira, coisas novas começam a acontecer, mudando tudo.

Depois de tantas viagens e décadas depois, Hanny, um dos irmãos, já é um homem adulto e não precisa mais dos cuidados do irmão.

Só que o corpo de uma criança é encontrado nas águas de Loney, aquele lugar misterioso e cheio de histórias e que vai apresentar antigos segredos a todos.

Aproveite essa leitura, Loney, de Andrew Michael Hurley, vai te prender do começo ao fim e mostrar como um livro pode ser surpreendente e incrivelmente encantador em cada uma de suas páginas, até chegar a seu fim.

loney Dois irmãos. Um deles mudo, o outro, seu eterno protetor 

Loney
Tradução de Renato Marques de Oliveira
304 páginas
R$ 39,90 (impresso)
R$ 24,90 (e-book)
Editora Intrínseca

 

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Publicado em 22/07/2016 às 15:17

Sábado é dia de criança ouvir histórias em evento gratuito, aproveite!

É neste sábado (23), um evento bem bacana para quem gosta livros, de literatura e, sobretudo, de ouvir histórias infantis de encher a mente de todos. Vai haver brincadeiras e diferentes atividades lúdicas. Idealizado pela ao programa é gratuito e vai contar com os lançamentos de livros infantis, como Monstro Rosa e Pássaro Amarelo, pelo selo Boitatá. Ah, e sabe quem vai estar lá contando histórias? Kiara Terra, criadora do método história aberta, técnica teatral em que o público ajuda na construção do roteiro. Ela vai usar dois livros de da escritora e ilustradora espanhola Olga de Dios, além das obras As Mulheres e os Homens e "O Que São Classes Sociais?, da coleção Livros para o Amanhã.

convite1 Sábado é dia de criança ouvir histórias em evento gratuito, aproveite!

Por que todo mundo nasce diferente?
Sábado (23), da 11h às 14h, entrada franca
Livraria Cultura – Conjunto Nacional | Teatro Eva Herz - Avenida Paulista, 2.073, São Paulo, SP

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Publicado em 19/07/2016 às 16:17

Não engoliu o golpe contra Dilma? Eles também não

 A Boitempo acaba de lançar uma obra muito, mas muito interessante para todos que lutam para entender como chegamos ao ponto de permitir (ou deixar ocorrer) o golpe absurdo que foi o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Por Que Gritamos Golpe? – Para Entender o Impeachment e a Crise Política no Brasil oferece ao leitor diversas análises sobre a dinâmica do processo de impeachment de Dilma, dentro de uma perspectiva multidisciplinar e de esquerda.

Os textos que compõem a coletânea são inéditos e buscam desenhar uma genealogia da crise política, entender as ameaças que se colocam à democracia e aos direitos conquistados pela Constituição de 1988 e apontar caminhos de superação de nossos impasses políticos.

São trinta autores (a lista completa segue abaixo), entre pesquisadores, professores, ativistas, representantes de movimentos sociais, jornalistas e figuras políticas.

Veja quem assina a obra:

André Singer, Armando Boito Jr., Ciro Gomes, Djamila Ribeiro, Eduardo Fagnani, Esther Solano, Gilberto Maringoni, Graça Costa, Guilherme Boulos, Jandira Feghali, Juca Ferreira, Leda Maria Paulani, Lira Alli, Luis Felipe Miguel, Luiz Bernardo Pericás, Marcelo Semer, Márcio Moretto, Marilena Chaui, Marina Amaral, Mauro Lopes, Michael Löwy, Murilo Cleto, Pablo Ortellado, Renan Quinalha, Roberto Requião, Ruy Braga, Tamires Gomes Sampaio e Vítor Guimarães.

golpe Não engoliu o golpe contra Dilma? Eles também não

Por Que Gritamos Golpe?
176 páginas
R$ 15 (impresso)
R$ 7,50 (e-book)
Boitempo

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Publicado em 18/07/2016 às 20:07

O sádico Pol Pot e sua crueldade de morte e tortura no Camboja

Camboja, Sudeste da Ásia, 1975. A ditadura mais sanguinária do século, liderada pelo sádico Pol Pot, executa um plano totalmente insano: transformar o país num modelo comunista agrário, ainda que à custa do extermínio de milhares de pessoas. Um terço da população vai morrer nesse processo. Uma barbárie sem precedentes na história. Um exército de jovens incultos e fanáticos se encarrega de esvaziar as cidades e levar populações inteiras para as áreas rurais, onde trabalharão como escravas e serão torturadas e mortas, se consideradas improdutivas.

Para a menina Raami, de sete anos de idade, o fim abrupto e trágico da infância começa com os passos de seu pai voltando para casa durante uma madrugada, trazendo detalhes da guerra civil que invadiu as ruas de Phnom Pehn, a capital do Camboja.

Logo o mundo privilegiado da família real é misturado ao caos da revolução e ao êxodo forçado.

Nos quatro anos seguintes, enquanto o Khmer Rouge tenta tirar da população qualquer traço de sua identidade individual, Raami se apega aos únicos vestígios de sua infância — lendas míticas e poemas contados a ela pelo seu pai.

Em um clima de violência sistemática em que a lembrança é uma doença e a justificativa para execução sumária, Raami luta pela sua sobrevivência improvável. Apoiada no dom extraordinário da autora pela linguagem, À Sombra da Figueira, de Vaddey Ratner, é uma história brilhantemente intricada sobre a resiliência humana.

Vaddey Ratner tinha cinco anos de idade quando o Khmer Vermelho assumiu o poder, em 1975. Depois de quatro anos, tendo sofrido trabalhos forçados, fome e o risco de execução, ela e sua mãe fugiram enquanto muitos dos membros de sua família morreram. Em 1981, ela chegou aos Estados Unidos como refugiada, sem saber inglês, e em 1990, formou-se no Ensino Médio e foi oradora oficial da turma. É pós-graduada pela Universidade de Cornell, onde se especializou em história e literatura do Sudeste Asiático. Nos últimos anos, viajou e viveu no Camboja e no Sudeste Asiático, escrevendo e pesquisando, o que culminou nesse seu seu romance de estreia.

figueira O sádico Pol Pot e sua crueldade de morte e tortura no Camboja

À Sombra da Figueira
Tradução de Sandra Martha Dolinsky
360 páginas
R$ 49,90 (impresso)
R$ 19,90 (e-book)
Geração Editorial

 

 

 

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Publicado em 11/07/2016 às 13:44

Quem disse que Thiago não voa?

Pode até parecer mentira, mas não é: Thiago sabe voar. Certo dia, ele resolveu se juntar a 83 pássaros que migravam para a África. Enquanto conheciam as mais lindas paisagens, eles fofocavam e cantavam, brincavam e comiam, e tudo ia às mil maravilhas - até que o sr. Morteiro, famoso caçador de pássaros da região, capturou um companheiro do bando.

Agora, só mesmo somando a inteligência de Thiago com as habilidades do grupo é que eles encontrarão uma saída para salvar o pobre amigo Hugobertus. E a aventura vai ser incrível na leitura de Os Voos de Thiago, do autor e ilustrador alemão Philip Waechter.

voos Quem disse que Thiago não voa?

Os Voos de Thiago
Tradução de Sofia Mariutti
32 páginas
Companhia das Letrinhas

 

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Publicado em 08/07/2016 às 16:54

Ivone Benedetti e B. Kucisnki debatem ditadura e literatura no Brasil

debate Ivone Benedetti e B. Kucisnki debatem ditadura e literatura no Brasil

“Para que não se esqueça. Para que nunca mais aconteça.” De que maneira a literatura brasileira tem se voltado à memória sobre a ditadura civil-militar? Como a produção ficcional sobre o período sombrio de nossa história pode contribuir para a superação de um estado de coisas que parece rondar nossa sociedade, passadas três décadas da abertura política? De acordo com nossa ficção contemporânea, o que resta da ditadura?

Essas questões serão discutidas em um bate-papo imperdível entre dois escritores que buscam elaborar a ditadura como forma de pensar nossa história recente: Ivone Benedetti, autora de Cabo de Guerra (Boitempo), e B. Kucinski, autor de Os Visitantes (Companhia das Letras). A mediação será da jornalista Marsílea Gombata (CartaCapital).

Após o debate, haverá sessão de autógrafos dos lançamentos Cabo de Guerra e Os Visitantes, de B. Kucinski.

 

Serviço

Quinta-feira (14), às 19h30
Fnac Pinheiros - Praça dos Omaguás, 34, Pinheiros; tel.: (11) 3579-2000
Organização: Boitempo, CartaCapital, Fnac e Companhia das Letras

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Publicado em 28/06/2016 às 04:30

Tudo pode mudar quando um homem de terno bege aparece em Night Vale

Night Vale é uma cidade no deserto dos Estados Unidos onde há de tudo: anjos, alienígenas, fantasmas, agências do governo misteriosas e ameaçadoras. Há teorias da conspiração, há de tudo. Há humor negro, há medo, suspense.

O livro Welcome to Night Vale, de Joseph Fink e Jeffrey Cranor, nasce a partir de uma séria de podastes que eles criaram e divulgaram a partir  de 2012. Com 400 mil inscritos e mais de 100 milhões de downloads, os podastes, assim como o livro, entram no mundo da mitologia dessa pequena cidade fictícia para apresentá-la ao mundo.

Em Night Vale, o Sol é quente, a Lua é linda e misteriosas luzes atravessam o céu enquanto as pessoas fingem dormir. A proprietária da loja de penhores da cidade, Jackie Fierro, gosta de sua vida como ela é, ou seja, sem sair da rotina. Mas essa rotina será quebrada com a chegada a sua loja de um homem misterioso que veste uma terno bege.

O homem de bege traz um recado a duas mulheres de Night Vale: King City. Mas para descobrir isso você terá de ler essa história incrível, misteriosa e muito bem contada. Ah, a outra mulher além de Jackie é Diane Crayton, mãe de Josh um adolescente de 15 anos que gosta de infernizar a vida de sua mãe de forma bem-humorada. Só tem uma coisa: Josh quer saber que é saber quem é seu pai de qualquer maneira, e isso está enlouquecendo Diane. Será que alguma coincidência vai acontecer?

Ps. Na orelha do livro há um erro na grafia do nome da personagem Jacke em sua primeira menção, foi grafado com e, Jeckie. Não é legal, mas desconsidere e vá em frente, o livro vale a pena.

night vale Tudo pode mudar quando um homem de terno bege aparece em Night Vale

Welcome to Night Vale
Tradução de Joana Faro
336 páginas
R$ 39,90 (impresso)
R$ 24,90 (e-book)
Editora Intrínsica

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Publicado em 27/06/2016 às 14:58

Romance aborda impeachment da era Collor e o Brasil atual

Alex Bezerra de Menezes, grande conhecedor de Machado de Assis e Alexandre, o Grande, explora em Depois do Fim o que estamos acostumados a chamar de “alma brasileira” (se é que ela existe). Será que o Brasil de ontem é o Brasil de hoje?

O desenrolar da trama se dá entre 1989 e 2003 – período marcado pela implementação da democracia política, pelo impeachent de Collor, a estabilidade econômica do Plano Real e a ascensão do presidente Lula –, em duas cidades aparentemente distantes em diversas esferas, mas que retratam um mesmo Brasil: a megalópole São Paulo e a pequena Sirinhaém, em Pernambuco.

Um professor medíocre recebe uma suposta herança – um quadro do pintor holandês Frans Post, o primeiro pintor a registrar as Américas, em nosso Nordeste –, mas este é apenas o princípio do fim, pois a obra pictórica esconde um mudo de lendas, imprecisões, lacunas, fofocas e fantasias, reveladoras do real personagem principal do romance, o Brasil.

depois Romance aborda impeachment da era Collor e o Brasil atual

Depois do Fim
192 páginas
R$ 49,90
Editora: Simonsen

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Publicado em 24/06/2016 às 18:23

Sabe aquela música chata que fica na cabeça…

"Eu gosto de pensar que sou uma mocinha faceira, superfesteira e que adora um badalo. Insisto diariamente nesse pensamento. Toda hora as pessoas me chamam para festas e eu fico muito animada, escuto músicas dançantes o dia inteiro para me preparar e imagino tudo de maravilhoso que pode acontecer na festa. Mas quando chega a hora de me arrumar, começo a lançar olhares disfarçados para minha cama. Olho para o edredom, para os quatro travesseiros, para o meu computador, para a Netflix, lembro como terminou o último episódio da série que estou assistindo, penso num brigadeiro, numa pipoca, talvez um miojinho bem molenga. Eu tento me arrumar, tento me animar, mas a vida toda hora tenta me mostrar que essa não é a minha realidade."

Esse é um trecho do livro da divertida Jout Jout. Não sabe quem ela é? Pois bem, agora você vai se reconhecer em uma situação. Sabe quando você escuta uma música que considera chata, ruim, pegajosa, mas que ao mesmo tempo tem aquele poder terrível de ficar na sua cabeça o dia todo, às vezes, por dias? Você acorda, escuta. Vai almoçar, escuta. Está no trabalho, e se pega cantarolando. Vai jantar fora e o refrão está lá, firme e forte, fazendo seus pés acompanharem o ritmo com passinhos silenciosos debaixo da mesa. Vai me dizer que você nunca passou por isso? Veja aqui o que Jout Jout diz sobre uma música de Justin Bieber.

Com muito humor e ótimas sacadas, a jovem Julia Tolezano consegue colocar nas 200 páginas de Tá Todo Mundo Mal ironias, angústias, desprazeres, crises, situações inacreditáveis e absurdas que todo mundo passa. Não é ficção, muito pelo contrário. Ao ler  o livro, você vai se pegar rindo de você mesmo ao se lembrar que já teve de encarar uma das cenas com as quais ela brinca, a exemplo do que faz nos vídeos de seu canal no YouTube, Jout Jout, Prazer.

Pode apostar, a gargalhada garantida!

ta todo mundo mal Sabe aquela música chata que fica na cabeça...

Tá Todo Mundo Mal
200 páginas
R$ 29,90 (impresso)
R$ 19,90 (e-book)
Companhia das Letras

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Publicado em 23/06/2016 às 17:16

Sérgio Vaz lança nesta quinta livro sobre o real da periferia

book Sérgio Vaz lança nesta quinta livro sobre o real da periferia

O poeta e morador da periferia Sérgio Vaz sabe transmitir a alma das ruas. Em Flores de Alvenaria (Global Editora, 184 páginas, R$ 25), que será lançado nesta quinta-feira, o autor nos alça às calçadas do subúrbio e apresenta um universo muitas vezes invisível por meio de textos, ora em verso, ora em prosa, sobre os mais variados temas: educação, raça, liberdade, sexo, empatia.

Com apresentação do cantor e compositor Chico César, a obra traz diálogos, relembra a situação da periferia em outras épocas e conta com poemas que costumam ser declamados na Cooperifa, evento criado pelo poeta que transformou um bar de Taboão da Serra em um evento cultural.

 

Imperdível!!!

 

Lançamento: Flores de Alvenaria, de Sérgio Vaz

Nesta quinta-feira (23), às 19h30

CEMUR - Praça Nícola Viciléchio, 334, Jd. Bom Tempo, Taboão da Serra

(11) 98669-3035

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