Publicado em 26/09/2016 às 12:15

Adoção após sequestro faz jovem fugir para recuperar seu passado

“Quem sou eu? Eu me sentei diante do computador no escritório de minha mãe e olhei para o título da redação. Os professores novos sempre passam tarefas desse tipo no começo do ano. Quem sou eu? Quando eu era mais nova, era fácil. Bastava escrever coisas óbvias, como: “Sou Lauren Matthews. Tenho cabelos castanhos e olhos azuis”. Agora, porém, temos que escrever sobre nossos interesses. Sobre aquilo de que gostamos e não gostamos. Sobre quem somos “por dentro”. Preciso de uma pausa.”

Essa é a história de Lauren. Ela mora na Inglaterra e sempre soube que é adotada. Mas, quando uma breve pesquisa sobre o seu passado revela a possibilidade de ela ter sido roubada de uma família americana ainda bebê, a vida de Lauren de repente parece uma fraude.

O que ela pode fazer para tentar encontrar os pais biológicos? E seus pais adotivos terão sido os responsáveis por sequestrá-la?

Lauren convence sua família a fazer uma viagem para o outro lado do Atlântico e, lá chegando, foge a fim de tentar descobrir a verdade. Mas as circunstâncias de seu desaparecimento são sombrias, e os sequestradores de Lauren ainda estão à solta — e dispostos a qualquer coisa para mantê-la calada.

Garota Desaparecida, da inglesa Sophie McKenzie, é um suspense ágil e eletrizante sobre uma jovem em busca da verdade sobre sua vida e suas famílias.

 book Adoção após sequestro faz jovem fugir para recuperar seu passado

Garota Desaparecida
Tradução de Mauricio Tamboni
238 páginas
R$ 29,90
Verus Editora

 

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Publicado em 23/09/2016 às 11:32

Você sabe como lidar com hipsters e ressaca?

“O que os hipsters mais gostam nas suas músicas favoritas é o fato de ninguém gostar delas de verdade.”

“Hipsters gostam de colecionar coisas velhas e fora de moda, porque isso faz com que elas fiquem na moda.”

“Uma boa ressaca é aquela que permanece um total mistério para você… Finja para você mesmo que não bebeu tanto. Insista que só tomou cerveja e apague da memória a vodka do começo da noite e a rodada de cachaça que bebeu naquela aposta com o pessoal do boteco da esquina às quatro da manhã.”

“O marido tem muita dificuldade com certas questões. Estar errado é uma delas.”

“Isto é uma esposa. Ela parece feliz, não parece? É porque já está na segunda taça de vinho.”

“Encontros são uma maneira divertida de conhecer alguém que está com tanto medo de morrer sozinho quanto você.”

Isso é  apenas uma pequena mostra do que consta da Coleção Como Lidar, lançada pela Intrínseca. Nos primeiros cinco pequenos e divertidos livros, você vai rir um bocado com as tiradas de autores ingleses que ironizam o dia a dia de situações e pessoas cotidianas. São eles:

 

A Esposa, A Ressaca, O Hipster, O Marido e Os Encontros, todos dos autores ingleses J. A. Hazeley e J. P. Morris. Os textos curtos e divertidos são acompanhados de ilustrações incríveis da série inglesa Ladybird, criada por vários ilustradores em 1915.

hip Você sabe como lidar com hipsters e ressaca?

Coleção Como Lidar

52 páginas (cada livro)
Tradução Intrínseca
R$ 19,90, cada (impresso)
R$ 9,90, cada (e-book)
Editora Intrínseca

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Publicado em 20/09/2016 às 14:48

Psicanalista Maria Rita Kehl autografa obras nesta terça em SP

A psicanalista e escritora Maria Rita Kehl autografa nesta terça-feira (20) a nova edição do livro Deslocamentos do Feminino: a Mulher Freudiana na Passagem para a Modernidade e o dossiê e da Revista Cult (#206) Dicções Femininas na Cultura Brasileira, que traz ainda entrevista com a autora.

O evento, gratuito e aberto ao público, é uma parceria da Boitempo Editorial e do Espaço CULT.

Noite de autógrafos com Maria Rita Kehl - Deslocamentos do Feminino" + Revista Cult #206
Nesta terça-feira (20), das 19h às 22h30
Espaço Revista CULT
Rua Aspicuelta, 99, Pinheiros, São Paulo
Tel.: (11) 4371-4278

 

kehl21 Psicanalista Maria Rita Kehl autografa obras nesta terça em SP

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Publicado em 13/09/2016 às 10:42

Nem – vida do ex-chefe do tráfico parece um thriller

Por Carla Zanon

Diante da doença rara de sua filha, o entregador de revistas Antônio Francisco Bonfim Lopes, sem dinheiro e sem alternativas, decide pedir um empréstimo ao então dono do morro Lulu e a partir daí se transforma no temido chefe do tráfico de drogas Nem da Rocinha, hoje cumprindo pena em uma prisão federal de segurança máxima em Campo Grande.

No livro O Dono do Morro, o jornalista britânico Misha Glenny narra a ascensão e queda de Nem, tendo por pano de fundo a história da Rocinha, favela carioca com mais de 100 mil habitantes e a luta das facções criminosas pelos pontos de venda de entorpecentes e pelo controle da comunidade.

O autor analisa o tráfico de drogas não pelo viés criminoso, mas como uma atividade empresarial e as diversas abordagens administrativas exercidas pelos outros donos de morros, seja por meio da violência, seja buscando o apoio da população, preenchendo o vazio deixado pelo descaso do poder público.

Nesse ponto, a história de Nem não deixa nada a dever aos melhores thrillers americanos, misturando o tráfico de drogas com a polícia corrupta, políticos envolvidos com milícias, show de artista internacional, três mulheres, sete filhos e até um macaco(!), na cidade que foi palco da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Excelente reflexão para nossa sociedade brasileira, na qual bandidos e mocinhos se misturam em todos os níveis sociais.

dono Nem   vida do ex chefe do tráfico parece um thriller

O Dono  do Morro - Um Homem e a Batalha pelo Rio

Tradução de Denise Bottmann
360 páginas
R$ 54,90 (impresso)
R$ 37,90 (e-book)
Companhia das Letras

 

 

 

 

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Publicado em 12/09/2016 às 15:18

Garotos travessos enfrentam vilão em escola

A dupla mais terrível de Vale do Bocejo está de volta, e agora os dois amigos precisarão ser mais inteligentes e desordeiros do que nunca se quiserem dar fim a um vilão alérgico a brincadeiras e felicidade.

Miles e Niles estavam vivendo a era de ouro da pregação de peças. Cada dia uma mais elaborada e hilária do que a outra. Só que tudo que é bom acaba. Sem querer, os meninos acabam fazendo com que o sr. Bronca seja demitido. Em seu lugar, entra um homem ranzinza que detesta alegria e que fará de tudo para acabar com a epidemia de trotes que se espalhou pela escola.

Agora, os dois amigos terão que se esforçar para botar em prática suas peças mais arrojadas e trazer de volta a diversão para a escola.

Em Os Dois Terríveis Ainda Piores, segundo livro da série, os autores Mac Barnett e Jory John provam mais uma vez que peças e trotes, quando pregadas com sabedoria e inteligência, podem ser uma forma de fazer justiça - e causar muitas risadas.

capa1 Garotos travessos enfrentam vilão em escola

Os Dois Terríveis Ainda Piores

Tradução de Marina Vargas
224 páginas
R$ 39,90 (impresso)
R$ 24,90 (e-book)
Intrínseca

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Publicado em 07/09/2016 às 11:33

Em “Trinta e Poucos”, Antonio Prata pensa sobre meias e retratos

“Ano passado me deu uma agonia, uma saudade, peguei o álbum, só tinha aqueles retratos de casório, de viagem, do jet ski, sabe o que eu fiz? Fui pra Santos. Sei lá, quis voltar naquele bar onde a gente se conheceu.” “E aí?!” “Aí que o bar tinha fechado em 94, mas o proprietário, um senhor de idade, ainda morava no imóvel. Eu expliquei a minha história, ele falou: ‘Entra’. Foi lá num armário, trouxe uma caixa de sapatos e disse: ‘É tudo foto do bar, pode escolher uma, leva de recordação’.”

Bem, isso é só uma pequena mostra do que há no livro Trinta e Poucos, coletânea de crônicas do escritor Antonio Prata, filho de Mario e irmão de Maria Prata.

Antonio tem um jeito peculiar de escrever, às vezes, divertido, outras, irônico. Seus temas são muito variados, o que o torna um autor que alcança diferentes públicos. Semanalmente, suas crônicas são publicadas no jornal “Folha de S.Paulo”, mas se você não é adepto da leitura de periódicos, está aqui uma chance bacana para conhecer o trabalho dele e se divertir com suas análises sobre meias ou retratos, entre tantos outros temas.

Pode apostar, vale super a pena!

prata Em Trinta e Poucos, Antonio Prata pensa sobre meias e retratos

Trinta e Poucos
232 páginas
R$ 34,90 (impresso)
R$ 23,90 (e-book)
Companhia das Letras

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Publicado em 06/09/2016 às 10:24

Às vezes é preciso voltar para ter forças e seguir adiante

Olá, leitores, tudo bem? Dei uma sumida para ver o mar e suas cores. Volto com novidades, tive tempo suficiente para encher a cabeça com livros. Boa viagem!!!

“Ninguém quer acordar desse sonho que é a vida, Inácio, por pior que ela seja.  Palavras de mamãe, que mais tarde vieram a perder o sentido, quando ela, coitada, descobriu que se enganara, que algumas pessoas escolhem acordar se o sonho é feito de escuridão e deserto.”

Esse é o tom de Liturgia do Fim, da escritora paraibana Marilia Arnaud, obra em que ela assume um protagonista masculino para contar uma história envolvente e cheia de dores e retomadas de força para apresentar um verdadeiro presente literário ao leitor.

Após um episódio violento e cruel envolvendo sua irmã e seu pai, Inácio Boaventura é expulso de casa aos 18 anos. Sem opção, deixa o vilarejo onde sempre viveu, Perdição, para viver em uma grande cidade. Lá, ele se forma em literatura e se torna professor e escritor de renome. Após 30 anos de sua partida forçada daquele vilarejo e assombrado pela memória e pelos fantasmas de um segredo familiar, Inácio está confuso e com um enorme vazio dentro e si. Sua reação a isso é abandonar mulher, filha, emprego e a literatura para voltar a Perdição a fim de tentar encarar o passado na figura de seu autoritário pai.

Numa narrativa descontinuada e sinuosa, em que presente e passado se alternam e se misturam, Inácio narra a infância e a adolescência em Perdição, a vida em família, a relação difícil com o pai, o terno entendimento com a mãe, a obsessão pela tia louca, os medos noturnos, o primeiro e único amor, a paixão pelos livros.

Livro incrível!!!

liturgia Às vezes é preciso voltar para ter forças e seguir adiante

Liturgia do Fim
152 páginas
R$ 30
Editora Tordesilhas

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Publicado em 09/08/2016 às 18:36

Após encontro, meninas de 11 anos são acusadas de assassinato

Em uma manhã de verão, duas meninas se encontram pela primeira vez. Ao final do dia, elas serão acusadas de assassinato.

Poucas horas depois de se conhecerem, Jade e Bel, ambas com 11 anos, veem-se envolvidas na morte de uma garotinha e tachadas de assassinas. As duas meninas são enviadas a diferentes reformatórios, onde recebem novas identidades e são instruídas a nunca mais entrar em contato uma com a outra.

Agora elas são Kirsty, uma respeitável jornalista freelancer de Londres, e Amber, gerente de um parque de diversões no sul da Inglaterra.

Quando Amber encontra um corpo em uma das atrações do parque, a mídia fica em polvorosa, e Kirsty, enviada para cobrir os assassinatos, acaba cruzando o caminho de sua velha conhecida. Não demora muito para as duas se darem conta de o quanto sabem uma sobre a outra. Com medo de que seu passado seja descoberto e exposto pelo frenesi da imprensa, Kirsty e Amber lutam para manter o segredo a salvo. Mas é possível controlar a imprensa? Essa resposta você só vai descobrir lendo essa obra incrível de Alex  Marwood.

book Após encontro, meninas de 11 anos são acusadas de assassinato

À Sombra de Uma Mentira
Tradução de Verônica Radulescu
462 páginas
R$ 49,90
Bertrand Brasil

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Publicado em 04/08/2016 às 11:34

Há forma certa de se lidar com o luto?

A história  de Achados e Perdidos, de Brooke Davis, fala sobre superação e luto pelas perspectivas de três personagens: Millie Bird, uma menina de 7 anos que acaba de perder o pai e foi abandonada pela mãe;  Karl, 87 anos, homem que ainda não superou a morte da mulher e fugiu da casa de repouso onde foi deixado pelo filho; e Agatha Pantha, 82 anos, que não sai de casa desde que ficou viúva e passa o dia gritando com as pessoas do lado de fora.

Embora distintos, esses três vão embarcar em uma jornada conjunta pela Austrália para encontrar a mãe de Millie.

Com passagens divertidas e profundamente tocantes, a obra de Brooke tenta mostrar que não há forma certa de se lidar com o luto.luto1 Há forma certa de se lidar com o luto?

Achados e Perdidos
Tradução de Ana Carolina Mesquita
252 páginas
R$ 34,90
Record

 

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Publicado em 02/08/2016 às 13:28

Obra clássica de Marcel Proust volta em caixa completa

Julho foi aniversário do grandes escritor francês Marcel Proust (1871-1922). Entre tantas obras do autor, uma sequência de livros forma um dos maiores clássicos da literatura Em Busca do Tempo Perdido. Para comemorar a data, a editora Nova Fronteira traz de volta ao mercado todos os romances que compõem o clássico francês.

Os textos estão em um box com os sete livros divididos em três volumes. A obra-prima de Proust tem a tradução do poeta e crítico Fernando Py, que também escreveu um prefácio para cada livro do ciclo.

Em Busca do Tempo Perdido tem como tema central o tempo e a memória. Todos os romances da obra foram escritos em primeira pessoa, originalmente entre os anos de 1913 e 1917.

O primeiro volume é composto pelos livros No Caminho de Swann, no qual Proust apresenta os personagens e os lugares que irão modelar o grandioso cenário da obra, e À Sombra das Moças em Flor, que narra a juventude do protagonista.

No segundo volume, o livro O Caminho de Guermantes expõe uma fase importante da vida do narrador: a morte de sua avó, o que faz com que ele perceba o quanto a vida é transitória. Em Sodoma e Gomorra, Proust retrata a homossexualidade na sociedade francesa do fim do século 19, assunto que, de certa forma, está presente em toda a obra.

Os romances A Prisioneira, A Fugitiva e O Tempo Recuperado fecham o ciclo da obra de Proust.

Todos foram publicados após a morte do escritor francês e, apesar de não terem sido deixados em versão definitiva pelo autor, estão completamente finalizados quanto ao conteúdo.

Em Busca do Tempo Perdido não é apenas um clássico da literatura, é uma leitura que ilumina, acrescenta e mostra um estilo de narrativa único, o de Proust.

proust Obra clássica de Marcel Proust volta em caixa completa

Em Busca do Tempo Perdido
Tradução de Fernando Py
752 páginas (livro 1)/ 888 páginas (livro 2)/ 832 páginas (livro3)
R$189,90
Nova Fronteira

 

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