Jaxon passa todo o tempo livre - e até o que deveria estar ocupado - na frente do computador, jogando com outros gamers on-line. Duzentas e cinquentas horas por mês, para ser mais exato. Até que um dia, quando sai para levar o carro do pai a um lava jato, ele conhece Serena e consegue garantir seu primeiro encontro com uma garota de carne e osso. O problema é que minutos depois ele é levado para a Vídeo Horizontes, uma clínica de reabilitação para viciados em videogame. Lá, Jaxon vai ter que conviver com outros jogadores em tratamento e aprender habilidades úteis na vida real até acumular 1 milhão de pontos em tarefas do dia a dia. Como Serena não tem celular nem perfil no Facebook, Jaxon tem quatro dias para atingir a pontuação e ter alta da clínica.

E ele fará de tudo - mentir, trapacear, trair e até mesmo aprender a bordar - para alcançar seu objetivo. Mas, se nenhum desses macetes der certo, talvez Jaxon precise, enfim, se abrir de verdade, confrontar a ausência da mãe e, quem sabe, admitir para si mesmo que não é apenas a fissura pelos games que o impede de se conectar com o mundo à sua volta. Este é o enredo de Bem-Vindo à Vida Real, de Christian McKay Heidicker.

games Jovem viciado em games vai para clínica para voltar à vida

Bem-Vindo à Vida Real
Tradução de Glenda D’Oliveira
320 páginas
R$ 34,90 (impresso)
R$ 22,90 (e-book)
Editora Intrínseca