Publicado em 04/07/2015 às 07:39

Vinny Appice conta como foi tocar com Black Sabbath, Dio e…John Lennon

O cara é tipo um Forrest Gump do rock.
Não bastasse ter tocado nos clássicos discos de Ronnie James Dio, "Holy Diver" e "Last in Line", em alguns dos melhores do Black Sabbath, como "Mob Rules" e "Live Evil", ainda foi o último baterista a tocar ao vivo com John Lennon.
Ele conta todas as histórias desses feitos abaixo.

Publicado em 02/07/2015 às 11:10

Veja as cidades pelo mundo onde é mais barato tomar cerveja

Cerveja brasileira é, claro, das mais caras do mundo.
Porque, afinal, o mundo não é justo.
Pesquisa sobre as cidades com cerveja mais barata no planeta coloca o Brasil láááááá atrás, num 34º lugar, com o Rio de Janeiro.
São Paulo nem aparece na lista de 75 cidades.
Os caras fizeram uma média entre o preço que se paga por uma dose de 330ml no mercado e no bar.
Cidade mais barata é Cracóvia, na Polônia, com modesto dólar e sessenta e seis centavos na média.
Aí vai descendo a lista, vai descendo e só lá embaixo está o Rio de Janeiro, com U$ 3,12 de média (sendo puxado pelo alto preço no bar, U$ 5 e tralalá).
Mesmo assim a média de consumo de cerveja na cidade maravilhosa é das mais altas do planeta, até próxima dos 130 litros anuais per capita das cidades mais beberronas.
Aí você desce dois degraus e colada ao Rio está Bruxelas, a capital mundial da cerveja boa, com praticamente o mesmo valor que se paga no Rio por umas tranqueiras.
Mundo não é justo mesmo.
(clica na imagem abaixo para ampliar a lista)
BPI US 200x1024 Veja as cidades pelo mundo onde é mais barato tomar cerveja

Publicado em 01/07/2015 às 14:11

Steve Vai fala de Zappa, guitarra (claro) e sua criação de abelhas

Steve Vai é um gentleman.
Não é de se estranhar, afinal todos nós virtuosos da guitarra e vegetarianos somos (cof! cof!)
Mas o cara tem uma carreira espetacular.
Começou em banda a convite do Frank Zappa, integrou o super grupo de David Lee Roth nos 80, Whitesnake e desde os 90 segue brilhante carreira solo.
E também faz workshops pelo mundo, como o fez recentemente no Brasil, quando conversei com ele.

Publicado em 01/07/2015 às 12:00

desligue o computador e vá a essa loja

loja desligue o computador e vá a essa loja

No sábado agora abre aquela que promete ser uma das lojas mais bacanas de SP - da Ugra.
A Ugra nasceu como blog há cinco anos, está no www.ugrapress.com.br, e é um tremendo espaço para publicações independentes (zines etc.) e comic shop e livraria especializada, cheia de HQs, livros de cinema, música, design, ativismo...Contracultura, enfim.
A loja física, que carrega essa ideia, abre sábado agora, na Rua Augusta.
Vai ter programação bacana futuramente, seções de autógrafos, bate-papos, workshops, exposições.
Bom, eu vou. Espero que você possa ir também.
E espalhar.
Afinal, o que é de bom gosto independente sobrevive do boca a boca.

Data: 04 de julho, sábado
Horário: das 10h às 19h
Endereço: Rua Augusta, 1371, loja 116 (próximo ao Metrô Consolação)
Tem também o www.facebook.com/ugrapress

Publicado em 30/06/2015 às 11:36

retratos dos artistas quando bem jovens

nunca tinha visto a maioria dessas fotos
e é impressionante como a maioria têm a mesma fuça

bjork retratos dos artistas quando bem jovens

Bjork

boygeorge retratos dos artistas quando bem jovens

Boy George

davidbowie retratos dos artistas quando bem jovens

David Bowie

freddiemercury retratos dos artistas quando bem jovens

Freddie Mercury

iancurtis retratos dos artistas quando bem jovens

Ian Curtis

janisjoplin retratos dos artistas quando bem jovens

Janis Joplin

joeyramone retratos dos artistas quando bem jovens

Joey Ramone

johnnyrotten retratos dos artistas quando bem jovens

Johnny Rotten

lemmy retratos dos artistas quando bem jovens

Lemmy

pattismith retratos dos artistas quando bem jovens

Patti Smith

sidvicious retratos dos artistas quando bem jovens

Sid Vicious

Publicado em 19/06/2015 às 18:23

acho que esse é o maior gênio da humanidade

O Der Juli, que em um divórcio carregado de ressentimento (aparentemente a sua Laura não foi fiel), resolveu dar literalmente metade das posses para a ex.
"Obrigado pelos 12 anos juntos, Laura. Você realmente merece metade das coisas. Saudações para o meu sucessor", escreveu, bastante...amargurado o alemão.
E colocou tudo pra vender no EBay. Dá uma olhada aqui.
Gênio é pouco!
Saca só a parte da Laura.

halfcar acho que esse é o maior gênio da humanidade

halfbike acho que esse é o maior gênio da humanidade

haldisco acho que esse é o maior gênio da humanidade

halfbed acho que esse é o maior gênio da humanidade

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halfphone acho que esse é o maior gênio da humanidade

halftv acho que esse é o maior gênio da humanidade

Publicado em 19/06/2015 às 05:30

O produtor musical mais famoso do mundo desvenda o segredo do sucesso em entrevista exclusiva

Metallica Bob Rock 630x420 O produtor musical mais famoso do mundo desvenda o segredo do sucesso em entrevista exclusiva

Os Metallicas Lars Ulrich, James Hetfield, Kirk Hammett e o baixista/produtor Bob Rock

Se não for o produtor de rock e metal mais conhecido do mundo, Bob Rock está em algum lugar do pódio, ao lado de Rick Rubin, provavelmente.
Como músico não foi tão consagrado, mas aí vieram a produção de "Slippery When Wet", do Bon Jovi, "Dr.Feelgood", do Mötley Crue, e do "Black Album", do Metallica, entre o final dos 1980 e início dos 90, e o canadense virou uma lenda das mesas de som.
Maior fama ganhou ao participar como produtor e músico - baixista, quando da saída de Jason Newsted - de "St.Anger", do Metallica, em 2001.
O trabalho virou talvez o melhor documentário de rock da história, e a fama dele só fez crescer. Para o bem (pelos trabalhos icônicos) e para o mal (os fãs odeiam o som daquele disco, principalmente da bateria de Lars Ulrich).
Ele acaba de gravar o Charming Liars, e responder umas perguntas para mim.

Você já trabalhou com os maiores do hard rock e heavy metal, bandas como Bon Jovi, Mötley Crue e, obviamente, Metallica, onde chegou inclusive a gravar como músico da banda. Como você alcançou essa estrada roqueira na carreira de produtor?
Na verdade não saí à procura disso. Comecei a fazer os trabalhos de produção e uma coisa levou à outra – gravei Bon Jovi, depois fiz o Mötley Crue, o pessoal do Metallica escutou e me procurou e assim foi indo.

Por falar em Metallica, você participou intensamente da carreira deles em dois momentos muito distintos. Produziu o disco de maior sucesso do grupo e um dos mais bem sucedidos na história, o “Black Album” (1991), e depois um dos mais criticados de todos os tempos, o “St. Anger” (2001). Como encara esses dois momentos?
Foi exatamente isso, dois momentos distintos na carreira da banda.
No “Black Album” eles eram jovens, focados e sabiam exatamente o que queriam. Então o processo foi um. Já no “St Anger” a banda estava se desintegrando, caindo aos pedaços. O que decidimos fazer e o que eles queriam fazer era não seguir o livro de regras, mas gravar não como uma das maiores bandas do mundo e sim como uma banda de garagem metal. Foi o que fizemos, e acho que as pessoas não gostam muito disso.

Todas essas bandas com as quais você trabalhou têm histórias ótimas. Qual é a sua favorita que contou com sua participação?
Nossa, preciso lembrar. Mas uma marcante foi quando estávamos gravando “Slippery When Wet” (Bon Jovi). Estava produzindo, mixando o disco, e quando se está no processo você simplesmente não consegue prever o que será sucesso. E mais: a dimensão de eventual sucesso. Mas nesse disco foi diferente. Quando finalizamos a música “Livin´on a Prayer” eu percebi de cara que tínhamos algo ali, que iria virar. E foi o que foi.

Já que você participou de algumas de carreira de maior sucesso na música poderia dar a fórmula do que ajuda uma banda a alcançar o sucesso?
Você precisa ser comprometido e realmente trabalhar duro em todas as áreas: escrever as músicas, promovê-las e tocar ao vivo. Se a situação é difícil, você tem que trabalhar ainda mais duro para ter reconhecimento, e você tem que ser único. Você tem que oferecer coisas que as outras bandas não oferecem. Todas as bandas de que todos falam, as mais famosas, têm personalidade única, e é isso que os faz grandes, o que os faz serem desejados e sua música ser desejada. Você sabe, as pessoas querem bandas que acreditam que as represente. Isso que você tem que fazer hoje.

Tem dois álbuns que são conhecidos como obras de artes na produção, “Back in Black”, do AC/DC, e o “Black Album”, do Metallica. Você poderia, por favor, escolher uma música de cada álbum, e explicar por que é sua preferida do ponto de vista da produção?
Do ponto de vista da produção, para mim, do Metallica é “Sad but True’, porque ela capturou tudo que tentamos fazer. E eu posso ouvi-la sem parar. Eu diria que do “Back in Black” é a própria música “Back in Black”. Eu amo essa música. Eu toco ela o tempo todo. A única coisa do AC/DC que posso dizer agora é que eles são uma das minhas bandas preferidas de todos os tempos, mas sem o Malcolm (Young) fica difícil. É meio que como o Led Zeppelin sem o John Bonhan. Eles são parte do som das bandas.

Qual você acha que é a diferença entre trabalhar com representantes da nova geração, como Charming Liars, que você gravou recentemente, e a geração old school, como AC/DC, Metallica etc.?
Bom, você sabe o que é diferente, é que as bandas jovens não sabem como era o negócio antes. Então eles têm uma atitude diferente sobre como se tornar grande, independente... Bom, é claro que eles querem ser grandes, eles querem fazer sucesso. E uma banda jovem, eles têm mais energia e não ligam para como as coisas costumavam ser antes. Eles são mais ligados ao futuro

Se você tivesse que escolher um, e apenas um, trabalho que você tem muito orgulho, qual seria?
Oh, Jesus. (risos). Eu não sei, eu acho que provavelmente não é metal. Eu diria “Haven't met You Yet”, Michael Bublé.

E a última pergunta, qual é sua impressão sobre a música brasileira, a cultura brasileira?
O que eu sei é que o Brasil é lindo, tem jogadores de futebol incríveis...Para mim, o Brasil representa tudo que é divertido. Eu nunca estive aí ainda, se vocês me convidarem eu vou na hora. Todo mundo da cultura sul-americana tem uma visão diferente da vida, de como ser feliz. Os brasileiros que já encontrei, eles têm um jeito diferente de encarar as coisas do resto do mundo. Eles são exóticos, eles são engraçados, é como a gente deveria viver a vida. Mesmo que eu nunca tenha estado lá, eu gosto muito

Publicado em 18/06/2015 às 12:18

“A Legião Urbana não era uma banda muito divertida mesmo”, diz Dado Villa-Lobos

9788574786858 500x500 “A Legião Urbana não era uma banda muito divertida mesmo”, diz Dado Villa Lobos

O livro não é raivoso. Não passa nem perto disso. Mas a motivação para escrevê-lo foi. “Memórias de um Legionário” (editora Mauad X, R$ 49) é a história da maior banda de rock que o Brasil já teve, a Legião Urbana, por quem tem propriedade para conta-la, o guitarrista Dado Villa-Lobos.
Nos últimos tempos, o filho de Renato Russo, cantor e líder do grupo, falecido em 1996, começou a causar sobre os direitos de uso da imagem, nome e obra do grupo. Até chegar à bizarra situação de Giuliano Manfredini, a quem Dado chama de “herdeiro” o livro todo, redirecionar o site oficial da Legião Urbana para o site criado para o cantor.
“A história (da banda) começou a ficar toda fragmentada dentro de mim, não estava bem resolvida. Aí fiquei com raiva da história toda”, diz o autor.
- Dá para dizer que escrever e lançar o livro é como uma retomada desta para quem tem direito sobre, você, o Marcelo Bonfá e o Renato Russo?
“Sim, é por aí”, afirma Dado.
A história de que falamos é a dos 14 anos que a banda durou, de 1982 a 96, e as atividades posteriores relativas à banda e os projetos paralelos de Dado, que nos anos finais de carreira da Legião tomaram a frente como plano A.
O livro é delicioso, flui fácil, e como não é tão longo (256 páginas) dá para ser ligo com poucas pausas. Traça um retrato interno da banda, mas também a posiciona nos cenários político (que fervia) e cultural (que explodia) brasileiro.
Em relação ao segundo, uma impressão externa que ficou para o público que acompanhou a banda era a desta ser desgarrada do restante da cena roqueira dos 80. Dado confirma. “A gente não optou por ficar à parte de nossos contemporâneos. Isso até me deixava muito puto, as outras bandas nos tratarem como café com leite, tipo: ‘A Legião não conta’. Era incômodo.”
Outra impressão que fica da leitura era de que a banda não era roqueira no (pior ou melhor?) sentido da palavra, com esbórnia, orgias, destruição de hotéis e afins. “A banda não era muito divertida mesmo”, diz (na frase que titula este texto). “A gente não ficava excursionando muito, pois as excursões inevitavelmente geravam um desgaste interno grande, por conta de toda a complicação do Renato (bem explicada no livro)."

legiao “A Legião Urbana não era uma banda muito divertida mesmo”, diz Dado Villa Lobos

Dado, Renato Russo e Bonfá

Mas quando o faziam, era digno de registro. Vale lembrar o infame episódio do estádio Mané Garrincha, em Brasília, onde toda a logística foi planejada errada e o desastre se confirmou com destruição generalizada, centenas de feridos.
- Pelo relato, não dá a entender. Mas pensando em um dos protagonistas, o Renato Russo, que tinha todo esse lance de enciclopédia do rock além dessa personalidade messiânica na qual parecia se sentir confortável, será que não teve um lance de ele estimular uma coisa meio Altamont, dos Rolling Stones?, perguntei, referindo-me ao show de 1969 em que quatro pessoas morreram.
“Cara, naquele momento a coisa saiu de controle totalmente. Ele tinha esse poder mobilizador de massas, e até dá pra dizer de certos momentos que colocava gasolina na fogueira. Mas ali fugiu totalmente do controle.”
Uma das partes mais tocantes da história narra os anos em que conviveram com a doença do cantor – era soropositivo -, como lidavam com isso e, principalmente, como o próprio lidava com isso, muitas vezes tentando acelerar as coisas para poder participar até o último suspiro. Passagem destruidora é a narrativa de Dado da última vez que viu o cantor vivo, três dias antes de falecer.
À ocasião, Dado já tocava havia cinco anos o selo Rock It, que lançou alguns ícones do cenário alternativo brasileiro como Devotos, Gangrena Gasosa, Comunidade Ninjitsu, Second Come e Pelvs.
A boa notícia é que o selo, encerrado em 2004, está voltando digitalmente. Traz atualmente trabalho solo do próprio Dado, Marcelo Callado e Rabotnik, mas segundo o próprio vai retomar todo catálogo. Tentei comprar o disco solo, mas não consegui (dá um conflito de cobrança em dólar e conversão em reais), mas dá pra escutar aqui: https://rockitdigital.bandcamp.com/
Um ponto que fica aberto na obra é a impressão de distância existente entre os dois remanescentes da banda, Dado e Bonfá. “Foi até por conta da distância física. Quando viemos pro Rio eu fui pra Gávea, ele foi pra Barra e nosso encontro era mais no estúdio mesmo. Acho que daí prorrogou para a vida pessoal.”
Pergunto se a questão do “herdeiro” o impediu de contar alguma coisa ou o impede de fazer algo atualmente que tinha vontade com a obra da banda. “A última coisa que lançamos foi o (show do) Parque Antarctica (em São Paulo). Mas deu tanto problema que enchi o saco. Falei: ‘Ah, dane-se, eu não preciso disso’.”, conta.
- Nada em vista?
“O primeiro disco está fazendo trinta anos e a ideia era lançar remasterizado, com as demos e outras coisas curiosas. Mas não sei”.
Com ou sem lançamentos futuros, o livro vale por sí só para dar a visão interna da banda e coloca-la em perspectiva com o cenário mágico (pro bem e pro mal) que rolou nos 1980 (e 90).

Publicado em 16/06/2015 às 15:19

Tá pra sair DVD com imagens inéditas dos Ramones, como essa…

apresentação em TV alemã na primeira turnê européia da banda, em 1978.

Publicado em 16/06/2015 às 15:06

Depois me perguntam o motivo de eu não comer carne

Olha esse vídeo do cachorro tentando acalmar o dono, em crise, portador de Síndrome de Asperger

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