Publicado em 29/10/2014 às 12:03

pronto, chegamos ao ponto de poder comprar baseados de catnip para os gatos pela internet

Catnip é aquela graminha que deixaria o gato calminho, calminho.
Fulano teve a ideia de enrolar e vender como um cigarrinho do capeta.

até na Amazon dá pra comprar brinquedinho no estilo.

Publicado em 29/10/2014 às 11:36

Capas de discos que cantam

dica da @rosana (sempre)

Publicado em 27/10/2014 às 21:23

Júpiter Apple está de volta! “Livre de químicas”, com DVD novo…exclusivo!

É um gênio da música brasileira. Como tal e como estava sumido há anos, quando comecei a pesquisar o paradeiro atual, temia o pior. Um isolamento, um afastamento da música e arte, talvez. Mas felizmente o encontrei no retorno, após o que chama de "rehab" de ano e meio, percorrido em três fazendas e mais recentemente na sua Porto Alegre natal.
A volta é com um DVD sensacional, gravado em 2011 e que vem sendo lançado em conta-gotas. Um show gravado no Opinião, em Porto Alegre, recheado de convidados e de seus hits - até música de quando era membro do TNT entrou, mais "Eu e Minha Ex", "Beatle George", "Um Lugar do Caralho"...duas horas e meia num take.
Abaixo ele conversou por produtivos 15 minutos comigo. E contigo.
Mais em www.facebook.com/jupiterapple

A iniciativa teve patrocínio da empresa Cupom de desconto e está à venda na loja do Jupiter Apple no Facebook através do link: facebook/dvdjupiterapple/

Publicado em 26/10/2014 às 19:39

Morre Jack Bruce, do Cream

Cream Morre Jack Bruce, do Cream

Baker, Bruce e Clapton, da esq. para dir.

Não era muito fã da banda. Aliás, não era nada fã da banda.

Não suporto muito qualquer coisa que o Eric Clapton tenha feito. Mas entendo quem acha a banda incrível.

Os três eram/são tremendos músicos talentosos.

Jack Bruce no baixo é destruidor.

Assim como Ginger Baker na bateria e Clapton na guitarra.

Só que juntos nunca ornaram muito pra mim.

Vai fazer falta. Tinha 71 anos. Morreu de problemas hepáticos.

Publicado em 26/10/2014 às 17:22

“Venci a morte”, diz líder do Behemoth

Nergal1 Venci a morte, diz líder do Behemoth

Quando o telephone toca e do outro lado da linha ouço acordes de “Highway to Hell”, do AC/DC, como ringtone, sei que liguei para a pessoa certa.
O polonês Adam "Nergal" Darksi é líder do Behemoth, a banda mais malvada atualmente no metal extremo mundial. As aspas no nome pelo qual é conhecido – Nergal é um deus sumério da morte – podem ser retiradas, afinal ele incorporou oficialmente ao nome de batismo.
Sobre morte ele fala com propriedade. Venceu uma batalha contra leucemia em 2010. Também uma contra a Suprema Corte polonesa, por ter rasgado Bíblia em 2007.
Figura não tão difícil para arrancar aspas polêmicas sobre religião, tomei o caminho mais difícil, de tentar entender como ele enxerga essa batalha que trava contra o mundo às vésperas de visitarem o Brasil novamente (shows agora em Novembro).

Olá, bom, dia, posso chama-lo de Nergal? Ou prefere Adam?
Como você achar melhor.

Ok, Adam, quando estive na Polônia algo ficou muito evidente, que é a ligação do país com destruição e morte. Varsóvia foi praticamente destruída na Segunda Guerra, aí foi palco do campo de concentração mais infame da história, Auschwitz. Isso ajudou na sua formação em história e influencia diretamente sua arte?

Sim, não há como fugir ser um fruto do meio. Mas isso tudo que coloco em minha música é parte do meu espírito rebelde, não algo que vem a partir de injustiças sofridas ou não por um país. Quando coloco morte, satanismo, destruição nas letras, estou falando de questões que se não expostas não darão ideia de unidade aos conceitos. Claro, escuro, dia, noite.

Também, falando em religião, a Polônia é um país muito católico. O Papa João Paulo 2 nasceu aí. Isso interferiu nesse seu direcionamento....rebelde?
A Polônia é um país que tem blasfêmia na Constituição. Foge a qualquer regra de liberdade de expressão para começar.
Se for pensar em termos de bem versus mal, sou um defensor da liberdade de expressão, inteligência e autonomia. Satã é muito associado a essas questões, então é natural tomar esse lado.

Dentro do metal extremo, é facilmente identificável um tipo de grupo que o pratica pela adrenalina, pelo prazer de ser rápido, barulhento, pesado em volume máximo. No Behemoth enxergo outras questões envolvidas, um apuro maior em combinar elementos, sejam textos, imagens em vídeo e produção diferenciada. Como você enxerga sendo o líder da banda?

Eu entendo o que você fala e te dou razão. Metal extremo é um tipo de música que não corresponde naturalmente ao “fazer sucesso ou dinheiro” com ela. É a música de quem na verdade não está se importando com isso. Para nós serve como plataforma para propagar tudo o que nos é importante.

Por falar em plataforma, você foi jurado da versão polonesa do The Voice. Como enxergou essa plataforma? Como meio de propagar suas ideias?

Não, aquilo era apenas entretenimento. Nada mais.

Sobre sua doença...na verdade não quero falar sobre ela. Você se importa?
Não me importo em falar ou em não falar sobre ela. Eu superei (overcome death) a morte. Basicamente, é isso.

Agora, você está lançando autobiografia. Tendo em mãos aquele que a imensa maioria da crítica e público consideram o melhor trabalho da banda, "The Satanist", acredito que renderá tantos frutos em curto e médio prazo que me pergunto se é realmente a hora de registrar biografia em livro.
Nunca será. Esta autobiografia faz parte do encerramento de um ciclo. Claro que novas coisas acontecerão e ela terá que ser atualizada, caso tenhamos uma vida longeva como banda. Mas é a minha palavra e o encerramento de um ciclo pessoal.

Vocês estiveram no Brasil há alguns anos e fizeram um dos shows mais intensos que já vi. O que podem esperar para esta nova visita?
Como você falou, estamos levando nosso álbum mais...íntegro. Sei que toda vez que você vai entrevistar um músico ele vai falar: “este é nosso melhor trabalho e blábláblá...”, mas diria que estamos 100% satisfeitos com “The Satanist”, que representa em todos seus segundos de duração a essência do que queremos fazer em música. Podem esperar isso no palco.

Serviço
06/11/14 - Behemoth (Novo Hamburgo - RS)
07/11/14 - Behemoth (Curitiba - PR)
08/11/14 - Behemoth (São Paulo - SP)
09/11/14 - Behemoth (Rio de Janeiro - RJ)

Publicado em 24/10/2014 às 16:29

Nasceu o melhor programa de música da web, Wikimetal

Antes de começar a elogiar (e criticar), tenho que falar que sou amigo dos caras, do trio original que bolou o Wikimetal, há 30 anos. Do Gastão há menos tempo. Mas mesmo assim é camarada.
Digo isso porque tal categoria pode carregar as minhas tintas de predisposição positiva.
Quer dizer, melhor flexão de verbo seria o “poderia”.
Assisti ao primeiro programa tenso. Porque queria MUITO que fosse do cacete. E é.
Mas não queria só que fosse do cacete porque são brothers dando as caras a tapa. Queria que fosse e quero que continue do cacete pois sei o amor que é preciso pra se produzir algo em terreno tão arenoso quanto música no país. Que dizer então de metal? Que só o amor mais puro mantém vivas instituições como este wikimetal em podcast há 200 edições (ouvi todas, sem exceção, e continuo baixando a nova toda segunda-feira à noite, onde quer que esteja no mundo) ou uma revista sensacional como a Roadie Crew, que faço questão de assinar (já que estou no terreno das recomendações, atente ao Poeira Zine, do Bento Araújo, o qual também assino).
Isso passa no vídeo. Assim como a descontração em se produzir algo cercado de amigos, como são Daniel Dystyler, Nando Machado e Gastão (cadê o Raphael Masini na bancada?).
Talvez o ponto alto do wikimetal em vídeo seja justamente essa afinidade com o That Metal Show – pessoas falando apaixonadamente sobre assunto apaixonante, apesar (ou talvez por isso mesmo) nichado.
Se cabe minha opinião, acrescentaria um convidado externo em cada edição, para fazer contraponto, e quadros pensados na dinâmica do gênero brasileiro e que fossem conteúdo imediato. Para quem viveu o cenário, é legal saber, por exemplo, onde deram as figuras do SP Metal 1 ou do Karisma.
Bom, é mais do que queria falar sobre o programa. Até porque assisti-lo é bilhões de vezes mais interessante do que ler sobre.
Vamos a ele. Long live the loud, Wikimetal!

Publicado em 14/10/2014 às 13:50

e o vídeo imperdível do dia é…

Foo Fighters + Zac Brown tocando o clássico "War Pigs", do Black Sabbath, no David Letterman

Gostou da mistura de rock e country?

  • Sim
  • Não

Publicado em 07/10/2014 às 17:13

pare o que estiver fazendo e ouça a nova do AC/DC

ok, aguardar discos roendo as unhas é coisa de tiozinho
ok, o malcolm young se aposentou por demência
ok, o disco sai só em dezembro
mas...OK, é o AC/DC, e o primeiro single do disco novo, "Play Ball", que teve um minuto divulgado semana passada por entrar num comercial do início de temporada de um desses esportes americanos, beisebol, hóquei, sei lá.

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