Publicado em 29/06/2012 às 15:54

Tem que assistir a este documentário – London Calling

Jools Holland é o cara.

O programa dele é fantástico. E tão simples quanto chamar artistas variados, quatro, ao mesmo cenário e a câmera vai rodando e cada um vai tocando uma música. Passaram pelo programa de cantora de fado a grupo de punk.

Depois vou assistir ao Anthology, dos Beatles, e quem conduziu as entrevistas? Tem livros sobre música e tal, e agora solta mais uma ideia sensacional – o documentário London Calling.

Bom, Londres é A cidade musical. E ele percorreu a capital inglesa atrás dos locais e personagens onde tudo acontece(u).

Tá aí, abaixo.

Jools Holland - London Calling por luizcesar no Videolog.tv.

Publicado em 29/06/2012 às 14:54

quando não tinha Youtube nem Videolog era assim que a gente se virava

No ao vivo ou em gravação em VHS, como esta - Kiss, no Programa Livre, em 1994.

Banda toca Parasite, um dia antes de se apresentar no Pacaembu, no melhor festival que este país já teve - Dr.Sin, Raimundos, Viper, Suicidal Tendencies, Slayer, Black Sabbath e Kiss.

Kiss no Programa Livre em 1994 - parte 1 por luizcesar no Videolog.tv.

Publicado em 28/06/2012 às 14:22

Compilação de fails de junho

9 minutos da mais pura imbecilidade humana

Compilação de fails de Junho por luizcesar no Videolog.tv.

Publicado em 26/06/2012 às 10:57

Tá a fim de escrever o livro do heavy metal brasileiro? Pergunte-me como

Na real, eu mesmo estou escrevendo. Mas será/é um livro with a little help from my friends. Junto ao trio do Wikimetal, meus amigos de três décadas Nando Machado, Daniel Dystyler e Rafael Mazini. E com quem mais tiver histórias pra contar.

Já fiz a pesquisa inicial, e a espinha dorsal do livro está armada. O que faltam são as histórias do resto do País, pois é uma cena underground, sem muito registro a não ser as experiências de quem participou dos eventos. Participei desde o início dos 80, mas das coisas de SP. Fatos principais estão elencados, mas histórias são o que montam a história. Caso tenha alguma(s), clique aqui para chegar à área do site onde está sendo publicado e colabore.

Bora escrever juntos?

Segue o prefácio.

Woodstock Big One 300x216 Tá a fim de escrever o livro do heavy metal brasileiro? Pergunte me como

Fúria – a história e as histórias do heavy metal no Brasil

Carmina Burana

O Brasil era um país bem estranho em 1985, 1986. Não se votava para presidente – o primeiro presidente pós abertura foi Tancredo Neves, que morreu antes de assumir deixando involuntariamente a nefasta herança de José Sarney e seu Plano Cruzado, que colocou o país de joelhos. Não existia TV a cabo e o país parava pra assistir Roque Santeiro à noite, ou Sala Especial (soft pornô) às sextas. Os traumas geracionais eram a descoberta da camada de ozônio e o perigo da passagem do Cometa Halley. Além, é claro, da escala de crescimento dos casos de HIV positivos, então conhecidos como aidéticos. Ou ainda pior, contaminados pela “peste gay”.

São Paulo era mais estranha ainda, pois o fluxo de informações não era como o atual e a cidade era ainda mais vértice representativo do país. O prefeito era Jânio Quadros, eleito com o jingle “Varre, varre, vassourinha...”. O grande programa para a garotada era ir a um cinema na avenida Paulista, assistir os sucessos em cartaz, como “De Volta Para o Futuro” e “Goonies” e emendar com um lanche em um dos dois McDonald´s da via marco da cidade.

Mas o que mais recordo desses meados de anos 1980 é do calor que fazia. É uma memória que quase traz o sentimento físico. Certamente propiciado porque, independente das condições de tempo e temperatura, o uniforme que meus amigos e eu vestíamos não fugia da calça preta apertada (quase um torniquete no tornozelo), tênis Pony branco de cano alto, camiseta preta, casaco de couro (courino, melhor colocando) estilo motorcycle man, zíper cruzado no peito, e colete jeans com patch a cobrir as costas todas por cima.

Era assim que estava a turma de headbangers na tradicional manhã de sábado em frente à Woodstock Discos, na ladeira da Rua Doutor Falcão, no centro da cidade. Era assim todos os sábados.

Woodstock era a rede social paulistana headbanger à época. Dá para dizer que era a rede social brasileira, já que vinha gente de todo o Brasil para saber e consumir as novidades metal, como os irmãos Cavalera. “O Walcir (Chalas, dono da loja) se ligava no perigo que eu e o Max (Cavalera) passávamos, por isso abria a loja mais cedo só para a gente comprar. Depois voltávamos de ônibus para Belo Horizonte e gravávamos milhões de fitas para a galera”, contou em entrevista recente Igor Cavalera, narrando a epopeia antes de formar o Sepultura com o irmão.

Pela loja passavam cerca de 1000 headbangers a cada sábado. Loja cheia, povo trocando ideia, trocando fitas K7 no calçadão em frente, quando surge um pesadelo metal isolado no meio da multidão, um careca do ABC (acrônimo das três cidades industriais da região metropolitana de São Paulo, Santo André, São Bernardo e São Caetano).

A situação dos skinheads à época era bastante confusa. Grosso modo, não existia o alinhamento político do extrato working class da sociedade. Não era a revolta pela ausência de empregos ou pela crise do lixo, como fora na Inglaterra, mas soava e os integrantes agiam mais como se fosse revolta pela revolta, simplesmente. Dentro desse (ou dessa falta de) contexto, nasceu polarização e ódio contra os headbangers.
A recíproca não era verdadeira. Posso dizer porque participava do lado negro e cabeludo da força. Comecei a frequentar a Galeria do Rock quando só havia ali a Baratos Afins (classic rock, novo rock e heavy metal), Grilo Falante (mais classic e menos metal) e a Punk Rock Discos (punk, skinhead e afins). Ficava horas perambulando entre as três e volta e meia dava de cara com um dos meus ídolos do movimento punk/hardcore, como Clemente (Inocentes), Fábio (Olho Seco e também dono da loja) ou Rédson (Cólera). Ou seja, não havia ódio de headbangers. Também não havia amor. Havia admiração pela música. Mas sabe-se lá por quais raios, os skinheads nos adotaram como inimigos e toda semana ficávamos sabendo de caso de headbanger que apanhara.

Voltando à manhã de três parágrafos atrás, eis que chega um careca do ABC em meia à turma do metal. Maioria do povo ali era moleque (como eu) e interessado tão somente em música (como eu) e não em briga, e torcemos silenciosamente para que fosse alarme falso e que ele saísse sem stress.

Ele não pensava assim.

Começou a causar, até conseguir arrancar uma briga com um headbanger também do ABC – era a vertente do povo do metal um pouco mais velha e com menos paciência que nós.

Começaram a rolar pelo chão da inclinada Rua Doutor Falcão até que o skinhead puxa um machadinho (eles costumavam carregar um) e é desarmado pelo headbanger, que usa a arma contra o dono e crava na parte de trás da cabeça, próximo à nuca, a lâmina.

Lembro de um silêncio sepulcral nesse instante. Aliás, toda a cena foi tão forte e representativa que ela vem em flashes para mim, quase 30 anos depois.

Próximo flash tem o sknihead subindo a rua praguejando e fazendo ameaças de morte por quem passava. Mas ainda com o machadinho cravado na cabeça.

História real. Mais que chocante, representa em quase plenitude o que era o movimento heavy metal brasileiro na gênese.

Fomos e somos os ratos do subterrâneo da música popular brasileira (afinal, quem na música brasileira é mais popular que o Sepultura no exterior? Tom Jobim? Ok. Mas segundo lugar é considerável.).

Nascemos e nos reunimos no centro sujo da cidade. Escondidos (ou ocultos) do cenário televisivo. Mas nós não estávamos interessados em ver ou em ser vistos. Pois mesmo como aqueles que a televisão não mostra, até hoje, somos os únicos de um movimento que ainda lota estádios em shows, como Metallica e AC/DC. Somos milhões. No underground. Quais ratos.

Mas sempre estivemos ali pela música. Seja trocando fitas na porta de uma loja, seja em páginas de revistas criadas por nós e que até hoje estão em circulação, seja na internet e agora em livro. Pois nosso princípio básico é um só: viva sua vida da maneira que quiser assim como vivo a minha, e se existe uma diferença entre nós é que gosto de música extrema. Isso não faz de mim um maníaco. Mas também não faz de mim um covarde. Pelo contrário. É uma filosofia que nos orgulha. Épica, diria.

Como todo épico, tem seus heróis. Aqui vão eles. Está dada a largada da saga.

Publicado em 25/06/2012 às 06:01

A história da música está morrendo

metallica A história da música está morrendo

Escrevo isso sem muita convicção da frase (propositalmente dramática para o título). Mas tenho convicção em dizer que a música não mais se importa em deixar legado relevante. Por quê? Neste ponto parto para o que me levou a essa consideração.

Estava jantando enquanto lia uma revista. Faço isso desde moleque. Meus pais sempre disseram que não “fazia bem”. Não sei o motivo prejudicial até hoje, mas enfim. Continuo fazendo. E lia uma revista Mojo antiga com matéria sobre a volta do Pavement, em 2010.

O grupo deixou de existir em 1999, após passarem a década como uma das principais bandas indies do mundo. Era grande admirador enquanto estavam na ativa e fui no show brasileiro que fizeram quando voltaram. Mas o mais significativo é a explicação do líder do grupo, Stephen Malkmus, quando do retorno. “Faz 10 anos, o relógio da nossa relevância está correndo. Se o Velvet Underground tivesse voltado em 1981 (pouco mais de uma década após o término) seria esquisito. Mas eles demoraram muito pra voltar. “ O grupo voltou para uma turnê em 1993.

Aí deixo a mesa e encontro o show do Metallica do dia anterior em Atlantic City na íntegra na internet. É um grupo que gosto do mesmo jeito, 30 anos depois que os descobri. E tocam nesta série de apresentações dois álbuns clássicos, meu segundo favorito, Ride the Lightning (1984), e um que nem sou muito fã, Black Album (1991). No sábado, em Atlantic City, tocaram o disco de 1984 na íntegra. Daria tudo para ver isso à época e dei um play ontem.

Lembrei quando consegui comprar o disco. Acho que em 1985. A opção era conseguir o disco importado. Bem caro. Ou então a salvação, que veio numa pirataria da loja Woodstock, que sabe-se lá como, conseguiu alguma empresa que fez cópias em vinil no começo dos 80 por preço bem mais acessível.

São 48 minutos divididos em oito músicas, quatro do lado A e quatro do lado B. A dinâmica era essa, de aquisição e na forma como se ouvia. Sei assobiar cada solo dessa porcaria.

Voltemos ao título deste post.

Quem deixa um legado assim para daqui 10, 20 ou mesmo 30 anos? Será preciso um retorno ao dar valor pela dificuldade imposta pela conquista (no caso, comprar um disco)? Será preciso compositores que garantam a relevância em forma de discos e não de hits de consumo instantâneo? Ou de mecenas que garantam a continuidade da história da música?

Não sei.

Sei que tudo o que vejo é que a música respira hoje por aparelhos. Celulares.

Assista aí ao show de sábado. O disco está ensanduichado no meio da apresentação e do final para o começo. Mas vale assistir a tudo. Afinal, abrem com a primeira música do primeiro disco, “Hit the Lights”, do Kill´em All. E depois da primeira música não consegui pensar em mais nada.

Metallica ao vivo no Orion Festival por luizcesar no Videolog.tv.

Relação de músicas

1. ‘Hit the Lights’
2. ‘Master of Puppets’
3. ‘The Four Horsement’
4. ‘Sad But True’
5. ‘Hell and Back’
6. ‘The Call of Ktulu’
7. ‘Creeping Death’
8. ‘Escape’
9. ‘Trapped Under Ice’
10. ‘Fade to Black’
11. ‘For Whom the Bell Tolls’
12. ‘Ride the Lightning’
13. ‘Fight Fire With Fire’
14. ‘Nothing Else Matters’
15. ‘Enter Sandman’
16. ‘Battery’
17. ‘One’
18. ‘Seek and Destroy’

Publicado em 21/06/2012 às 12:18

Axl Rose dá com a fuça no chão

durante show no sábado

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Publicado em 20/06/2012 às 06:24

Who the hell is Tiziano Ferro?

TizianoFerro Who the hell is Tiziano Ferro?

Confissão: às vezes recebo discos e não faço a mais pálida ideia da importância do artista para o público. Como Tiziano Ferro.

Não sei, ele fica fora do meu radar, então fico com a curiosidade e pergunto a amigos: por que raios um cara que não me chama a atenção em nada desperta esse fanatismo em você?

Fiz essa pergunta para minha amiga Lelê (@alesie) já que um dos highlights da viagem recente dela para Europa foi para ver o Tiziano em questão. Segue abaixo o que ela responde à pergunta.

"Eu sou uma fã nova do Tiziano Ferro. Nova, assim, relativamente. De três anos pra cá é que comecei a prestar atenção nele, em coisas além de 'Imbranato', que era aquele melô-grudento da novela 'Mulheres Apaixonadas', do Padre Pedro, vocês lembram? Então. Eu tinha meio que raivinha, até.

Mas aí em 2010 eu comecei a prestar atenção e me apaixonei pelas letras. O Tiziano tem aquela coisa de transpirar paixão, típica dos cantores italianos, mas mesclada com uma verdadeira capacidade de escrever poesia boa. O texto dele é incrível, forte, lírico e realmente BOM, no nível linguístico da coisa. Ele é um talento.

E foi em 2010 mesmo que ele fez o que ninguém esperava: saiu do armário. Tiziano se assumiu gay a uma revista, a Vanity Fair, em outubro daquele ano. E aí você pensa: um galã, lindo daquele jeito, cantor com letras românticas, na Itália... é de se pensar que podia ser um tiro no pé.

Mas não foi. Foi ótimo. Eu pude constatar, quando fui agora em maio passado a Zurique ver o show da nova turnê dele, 'L´Amore È Una Cosa Semplice'.

O Hallenstadion, onde foi o show, lotadaço, todo mundo cantando junto, comprando camiseta, gritando o nome dele, uma vibe absurda.

'L´Amore È Una Cosa Semplice' é o quinto álbum de Tiziano, e o primeiro após ele se assumir gay. Se você for olhar os outros trabalhos dele, é uma coisa muito mais elaborada musicalmente (é ouvir a faixa 'Hai Delle Isole Negli Occhi' pra entender na primeira frase jazzy o que eu estou tentando dizer).

Nas letras, porém, ele prega a simplicidade. Você consegue sentir o alívio em cada palavra, você ouve Tiziano sorrindo ao dizer que o amor não é uma coisa complicada e que ele tem o conforto de que precisa agora.

Este disco é pra fechar com grande estilo essa fase da procura do Tiziano pelo estilo de vida que ele sempre quis ter, menos introspectivo e mais receptivo (quem leu a biografia dele sabe que era essa a sua busca primordial).

Agora é torcer pra ele vir ao Brasil."

Publicado em 19/06/2012 às 18:04

Muhammad Ali, épico. Sempre

Não existe foto mais épica que a abaixo.

2kings Muhammad Ali, épico. Sempre

E encontrei a entrevista que segue na web. Deveriam criar um canal de TV com tudo o que esses monstros fizeram, entrevistas, shows, participações em programas de TV, tudo. Assistiria 24 horas.
A que segue foi dada para uma TV irlandesa, em 1972.

entrevista Muhammad Ali por luizcesar no Videolog.tv.

Publicado em 19/06/2012 às 06:06

O sentido da vida, segundo Johnny Ramone

johnny 241x300 O sentido da vida, segundo Johnny Ramone

Quando se fala sobre personalidades dos componentes de bandas eternas como Beatles e Ramones, as histórias são gravadas em pedra. Paul era o bom moço; George, o místico caladão; John, o irônico; e Ringo, o sortudo. Ramones tinha Dee Dee (baixista) como junkie de plantão, Joey(vocalista) como mais acessível e injustiçado e Johnny (guitarrista) como o redneck escrotão.

A auto-biografia do último, Commando, recém lançada, não serve para dourar a pílula. Ainda bem.
Dizem que “The KKK Took my Baby Away” (algo como “a Ku Klux Klan levou embora minha garota”) foi composta por Joey em “homenagem” ao “amigo” (muitas aspas necessárias neste parágrafo) guitarrista que roubara-lhe a namorada. Um cara que conheceu ambos e a história desmentiu pra mim, dizendo que Joey compôs para o pai dele, que não aprovara seu namoro com uma negra. Enfim...

Johnny não era KKK, mas tangenciava. Escreve sem papas, e ao final do livro não dá pra dizer que você o admira, mas ao menos tira o chapéu para sua franqueza e clareza ao falar sobre a história de duas décadas da banda mais importante e querida do punk rock.

Nos anos finais, os integrantes não se falavam. Entravam nos ônibus de turnê, subiam aos palcos, um gritava 1-2-3-4, faziam o serviço e cada um ia pro seu quarto.

Tem muito mais no livro, mas separei algumas aspas de Johnny que ilustram o título deste post.
“Eu era uma pessoa horrível.” (sobre sua personalidade)

“Se os Beatles tocavam meia hora, a gente deveria tocar 15 minutos.” (em relação à curta duração dos shows)

“Blondie era uma banda de abertura, e Talking Heads não era exatamente rock´n´roll.” (sobre a turnê com as duas bandas)

“Debbie Harry (vocalista do Blondie) queria dividir 50/50 (o lucro com ingressos). Falei: - ‘Ninguém está aqui para vê-los.’ Nunca me dei muito bem com ela mesmo.” (sobre a turnê com Blondie)

“Gravamos o primeiro disco na ordem em que costumávamos tocar as músicas nos shows.” (falando a rapidez com que gravaram o primeiro disco)

“Eu tinha que ser bem escroto mesmo, pois vivia com três disfuncionais.” (sobre a dinâmica na banda)

“Basicamente, tiramos tudo o que era blues e deixamos só a parte rock.” (fórmula dos Ramones)

“Quando fomos fazer uma turnê de sete semanas na Europa com Talking Heads existiam dois fatores de stress: Europa e Talking Heads.”
“Quando fomos para a França foi o mais próximo na vida que cheguei do suicídio.”

“Johnny Rotten (vocalista do Sex Pistols) me perguntou o que achava deles, e disse que achava que eles fediam.”

“Não é bom abrir para o Black Sabbath. Bom é abrir para Foreigner, Tom Petty, afinal quem liga para esses caras a ponto de atirar coisas no palco (na banda de abertura)?” (sobre terem recebido latas e garrafas na cabeça ao abrirem para o Sabbath)

“Com o (excêntrico) produtor Phil Spector fizemos a pior coisa de nossas vidas: ‘Baby, I Love You’, no End of the Century.”

“Sou a favor da pena de morte. Deveria ter um pay per view (das execuções) e o dinheiro iria para as famílias das vítimas.”

“2263 shows.” (em seus diários registrou todos)

“Joey (Ramone) foi a pessoa mais difícil com quem já lidei na vida.”

“Eu escrevi o livro do punk. Eu decido o que é punk. Se estou dirigindo um Cadillac, isso é punk.” (ao ser abordado – e questionado - dirigindo um Cadillac)

“A maior banda americana – além dos Ramones – é The Doors.”

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