Melhor notícia de retorno de grupo dos últimos tempos é a reforma do Grandaddy. No hiato, o líder da banda lançou um disco excelente – Jason Lytle – Your Truly, the Commuter – em 2009, e está para sair o segundo. Não lembro de disco no rock alternativo que supere na última dúzia de anos “Sophtware Slump”, do Grandaddy.
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Bom também foi o retorno do Darkness. Trabalho novo, “Hot Cakes”, é um discaço. Tocam aqui na abertura para Lady Gaga. Iria só para vê-los.
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Por falar em volta, quem precisa do retorno do Dinosaur Jr? Já era chato antes. Agora, então...
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Novo disco do Bob Dylan, “Tempest”, mereceu resenha emocionada do editor da Uncut, Allan Jones, e nota 10. Adoro a Uncut. Mas duvido que mereça mais que...uns 3. (Não, ainda não ouvi.)
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Mais um retorno sensacional? Triumph, o trio canadense. Já encomendei até o disco ao vivo que acabaram de lançar, “Live at Sweden Rock Festival”.
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Vale ler o texto na revista Vip nova do repórter que matou sonho de infância e fez um bate-volta aos EUA para assistir o Van Halen ao vivo com David Lee Roth.
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Não tem ninguém mais chato na música do que David Byrne. Tudo que ele faz é chato. Até o lance de andar de bicicleta dele me dá um bode (apesar de eu andar de bicicleta sempre que posso). As roupas são chatas, tudo o que fez musicalmente é chato, e alguém falou da participação chatíssima dele ao lado do Caetano Velloso num VMB da vida? Também, pudera. Enfim, o cara está lançando um disco com a indie St Vincent. Fica o alerta!
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Sobre a Uncut, vale ler a entrevista com Michael Nesmith, dos Monkees. A comparação da banda com Pinóquio é o que define não só os Monkees, mas muito grupo por aí.

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