Publicado em 03/12/2012 às 10:46

Quero apresentar meus amigos de três décadas, o Viper

foto 1024x764 Quero apresentar meus amigos de três décadas, o Viper

Ontem foi o último show da turnê do Viper, com a formação original.

Os caras são meus amigos há quase 30 anos.

Vi a banda nascer, e ficamos amigos pra sempre.

Deixe-me apresentá-los, por favor.

Da esquerda para a direita:

Felipe Machado – foi o primeiro que conheci, lá pra 1984. Quem nos apresentou foi o Baumgarten, filho de um jornalista que foi morto na ditadura. Ele me disse que tinha uma banda em formação, o Viper. Eu também era do metal. Ficamos amigos instantaneamente. Hoje é grande jornalista do Diário de S.Paulo

André Mattos – lembro dele bem moleque um mini-clone do Bruce Dickinson, usando camisa vintage do Flamengo. Apelido dele à época era Ponêis (pois tinha/tem o olho bem puxado, tipo japonês). É o maior vocalista do Brasil, e um dos maiores do mundo. Basta dizer que quando o Bruce Dickinson saiu do Iron Maiden ele quase ocupou a vaga.

Yves Passarell – É o Vadão pros amigos. Um dos caras mais engraçados e gente boa que já vi, e sempre foi talento puro na guitarra. Não fez a turnê com Viper, pois é guitarrista do Capital Inicial. Tocou ontem “Living for the Night” com os caras.

Pit Passarell – sempre foi o mais louco e rebelde e é um dos maiores compositores do Brasil. Vários sucessos do Capital Inicial têm a assinatura dele. Fora as músicas do Viper. Uma vez ele brigou com o pai e foi morar no Mocó, que era um quartinho embaixo do prédio onde minha mãe mora e onde todos os grupos ensaiavam.

Guilherme Martin – ele entrou depois no Viper e ficamos amigos nessa época. Nós tivemos sempre contato porque ele foi trabalhar com Sepultura. Monstro na bateria.

Nando Machado – o fotógrafo. Irmão do Felipe, pai da Laurinha e toca o Wikimetal (wikimetal.com.br) com o Rafa e com o Daniel Dystiler, outros amigos/irmãos do metal.

Tudo isso só para dizer que a noite de encerramento da turnê do Viper ontem foi mágica. Fica pra sempre. Como a nossa amizade. Aquela coisa de pode passar anos sem que nos vejamos, mas basta encontrar para que tudo seja como sempre foi.

Amo esses caras.

E deixo em homenagem a foto da minha filha Lola aprendendo o que é bom.

lola Quero apresentar meus amigos de três décadas, o Viper

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