Publicado em 01/12/2014 às 12:10

Faith no More faz show surpresa na Amoeba. Assista.

Rolou na sexta-feira, Record Store Black Friday.
Impressionante como Mike Patton continua o mesmo.
E sensacional ver o resto da banda (menos o guitarra Jim Martin, que foi cultivar abóboras ou algo do tipo) se divertindo juntos, num show numa loja.
Sai disco novo em abril. Até lá, vale assistir:

Publicado em 21/11/2014 às 16:14

Quadro pintado por Hitler vai a leilão amanhã

hitler3 Quadro pintado por Hitler vai a leilão amanhã

Há exatos 100 anos, Hitler morava em Viena, na Austria, e tentava a sorte como artista. (Parêntese: na mesma época, quem morava na cidade eram APENAS Stalin, Tito e Trotsky)
Nessa época, antes de se tornar a encarnação viva de todo o mal, pintou essa aquarela, que vai a leilão amanhã.
Devo dizer que a pintura é bem da interessante.
Mesmo assim, quem irá se dispor a chegar aos estimados U$ 60 mil que esperam alcançar com a obra amanhã?
Isso porque é uma obra assinada pelo nazista.
Por mim não passava dos U$ 5 mil iniciais e/ou seria comprada para ser queimada.
Cara desses não merece ter qualquer envolvimento com o que conhecemos como arte.

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hitler1 Quadro pintado por Hitler vai a leilão amanhã

Publicado em 19/11/2014 às 17:17

Último Ramone vivo fala em maldição na banda

ramone Último Ramone vivo fala em maldição na banda

Marky é o primeiro, da esq. para dir. Na sequência, Dee Dee, Joey e Johnny

(Como não bateu as agendas pra conversar com ele, pedi para a...)
...Marcella Franco, do R7
Marky Ramone é o oposto do que se pode imaginar de um punk rocker. Bem, ao menos é assim que ele se descreve, ao relatar sua rotina saudável e tranquila: nada de drogas, nada de álcool, nada de cigarro. Não que os cuidados com a saúde sejam recentes – o álcool, por exemplo, sumiu da dieta já há 30 anos. No entanto, houve, sim, um componente de alerta nas últimas décadas, e que acabou ajudando Mr. Ramone a andar na linha.
Marky é o último sobrevivente (entre os mais importantes) da banda considerada a fundadora do gênero no mundo. De 2001 para cá, morreram Joey Ramone (2001), Dee Dee Ramone (2002), Johnny (2004) e Tommy Ramone, em setembro deste ano. Este último, Marky substituiu no começo da banda ainda. Dos quatro antigos integrantes, três morreram de câncer.
“Comecei a achar que era uma maldição”, revela Mr. Ramone, que garante não ter cuidados específicos para evitar o doença, nem tampouco receio de que ela venha para ele também. “Ele (o câncer) já levou três Ramones, e acho que este número já é suficiente. Fora que o câncer pode chegar para qualquer um, mesmo para quem é saudável. De qualquer maneira, eu não tenho medo dele”, assegura ele, por telefone, de um hotel no Rio de Janeiro.
Marky está no Brasil para shows com sua banda, Marky Ramone´s Blitzkrieg, em São Paulo e no Paraná (veja serviço ao final) – em ambos, promete tocar 35 músicas dos Ramones. “Há uma nova geração inteira que não teve a chance de nos ver tocando no passado, então quero oferecer isso a eles”, explica.
Ainda fora do estereótipo do roqueiro vida louca, ele esclarece que é um homem que tem não fãs, e, sim, amigos a quem gosta de agradar com mimos que vão muito além do repertório dos sonhos de qualquer devoto de uma banda.
"Gosto de encontrá-los, sentar com eles no lobby do hotel, sair com eles. Faço isso onde quer que eu vá. Sempre procuro ficar disponível para eles. Não entendo por que outros artistas não fazem isso com seus fãs”, comenta. “Acho mais realista quando as coisas são dessa forma. Na prática, funciona assim: depois dos shows, como estou sempre todo suado, sujo, tenho que sair do lugar onde toquei, voltar até o hotel, tomar um banho e me vestir. Daí, logo em seguida, desço para encontrar meus amigos e vamos nos divertir.”
Mr. Ramone, que está em solo brasileiro pela décima quinta vez, revela ter boas memórias de quando veio ao país tocar com os Ramones. Segundo ele, foram ótimos momentos envolvendo passeios de vans acenando para a multidão, e autógrafos em todos os lugares pelos quais passavam. Ele explica que os bons e velhos tempos aparecerão em detalhes junto com toda a sua biografia em um livro a ser lançado em janeiro de 2015 nos EUA.
Com seu famoso e muito calmo vozeirão, Marky conta também que trouxe na mala alguns exemplares do molho de pimenta que faz e comercializa em Nova York, onde mora. Lá, o dinheiro arrecadado com as vendas vai para programas de caridade, como, por exemplo, um sistema de assistência a músicos sem recursos para comprar instrumentos. A mesma coisa acontece também com sua marca de molhos para macarrão e de cervejas artesanais.
Sim, ele fabrica álcool, mas não o bebe. Apesar de ter entrado na bebida muito cedo, Marky leva a abstemia a sério. Cigarros, por exemplo, nunca botou na boca. Culpa de uma ex-namoradinha de quando tinha 14 anos. “Quando a beijei, consegui sentir o gosto do cigarro na boca dela, e aquilo me desanimou completamente. Eu não queria ser aquele cara para ninguém, então decidi que nunca fumaria.”
Da sua rotina tranquila em NY, fazem parte também a apresentação de um programa no rádio, as voltas de bicicleta, e o hábito de customizar e consertar carros antigos. De vez em quando, Mr. Ramone se arrisca na cozinha, e nestas ocasiões dá sempre preferência aos pratos “que encham a barriga”.
Quando perguntado sobre o que acha da feijoada brasileira – receita que, sem dúvida alguma se encaixa na categoria dos enche-barriga -, Marky diz, quase desapontado, que nunca teve a chance de experimentar a comida em suas visitas ao Brasil. Mas, considerando que sua lista de fãs-amigos brasileiros é imensa, ele com certeza poderá descolar desta vez alguém que o leve para provar a iguaria.
Serviço
21/11/14 - Curitiba Music Hall - 20h
22/11/14 - Sao Paulo Clash Club - 19h
23/11/14 - Suzano Chão Selvagem - 19h

Publicado em 18/11/2014 às 10:54

Olha como a mídia e as celebridades americanas fazem piada de sí mesmas. E aprenda.

No final do ano passado o rapper Wale ligou para a revista Complex xingando a mãe de todos por seu disco não ter sido incluído na lista dos 50 melhores do ano.
A ligação foi para a internet e tornou-se lendária.
Tipo: "vou te encontrar amanhã. É bom contratar uns seguranças".
Um ano depois a edição da Complex traz Wale na capa em conversa deliciosa com Jerry Seinfeld. E a cereja do bolo é o vídeo dos dois na lanchonete do seriado 10 minutos antes de Wale ligar soltando os cachorros sob orientação do comediante.

Publicado em 14/11/2014 às 12:16

tem quem ache feias, mas eu considero essas as melhores capas de discos

Publicado em 14/11/2014 às 11:54

retratos dos artistas (de metal) quando jovens

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