Publicado em 13/05/2015 às 22:14

Sepultura 30 anos – Parte 2

Tá aí a parte 2, quando Andreas entra na banda:

Publicado em 12/05/2015 às 15:52

Sepultura 30 anos – a história completa. Assista o capítulo 1

sepultura2 1024x728 Sepultura 30 anos   a história completa. Assista o capítulo 1

foto do Edu Enomoto

Há alguns dias tive a honra de receber a banda inteira, pra falarmos da carreira...inteira.
30 anos do grupo mais importante que o Brasil já apresentou para o mundo. E isso não apenas no metal.
Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto (baixo), Eloy Casagrande (bateria) e Derrick Green (vocal) conversaram e contaram desde os primeiros dias até os eventos comemorativos dessas três décadas.
Como a conversa foi longa, está dividido em quatro partes.
A primeira segue abaixo.

Publicado em 11/05/2015 às 17:05

jingle de Dio para Budweiser é melhor que 99,9% das músicas feitas hoje

Tudo bem que é moldado em cima do hino "Rainbow in the Dark".
Ainda assim, a versão de Dio para This Bud´s for you é bem massa.

Publicado em 08/05/2015 às 13:42

o novo do Snoop Dog de graça

Tá rolando até dia 12 pra ouvir no Rdio.
Aqui.

Publicado em 04/05/2015 às 11:04

Los Pollos Hermanos vai virar restaurante mesmo

A clássica rede de frango frito e lavanderia do melhor personagem de Breaking Bad, Gus Fring, deve virar uma rede de restaurantes na vida real.
O criador da série, Vince Gilligan, soltou num bate-papo on line:

"Believe it or not… there is talk of a Pollos Hermanos becoming a real restaurant. This is not an idea that I generated personally. But it’s one that’s been presented to me, through the good folks at Sony, and the idea came to them from a businessman who has an interest in doing just that. Speaking for myself, I’d love to see that happen!"

Publicado em 23/04/2015 às 05:26

“A 1ª vez que fui ao Brasil não consegui acreditar.” O maior guitarrista do mundo, Yngwie Malmsteen, em entrevista exclusiva

Yngwie Malmsteen “A 1ª vez que fui ao Brasil não consegui acreditar.” O maior guitarrista do mundo, Yngwie Malmsteen, em entrevista exclusiva

Soube que você está atualmente em estúdio gravando disco novo, e é difícil imaginar qual tipo de inovação você pode trazer ao estilo neoclássico, porque parece que você já atingiu todas as possibilidades humanas com a guitarra nesse estilo (risos). O que podemos esperar desse trabalho?
Eu nunca começo um álbum pensando “vou fazer isso, vou fazer aquilo”. O meu método de composição vem muito do improviso e sempre é algo que acontece naturalmente, espontâneo, da alma. Não penso previamente sobre o caminho a seguir. E de qualquer maneira não vou tentar mudar o que faço e costumo fazer, mas garanto que existem boas composições (no trabalho novo).

Você já afirmou que há dois pontos decisivos na sua carreira: o dia em que você viu Jimi Hendrix botando fogo na guitarra pela TV, no dia que ele morreu (e foi quando você decidiu que queria também ser músico), e a primeira vez em que você ouviu Nicolo Paganini. Tem algum outro momento que você se lembre que tenha ajudado a moldar quem você é?
Eu descrevo bastante este processo no meu livro, "Relentless", com bastante detalhes. Comecei no caminho do rock´n´roll, quando vi Hendrix na TV, ele ateando fogo à guitarra e quão legal o rock parecia. Só que no caminho você percebe que o rock se mostra algo até relativamente simples. De repente descobri a música clássica e a possibilidade de incorporá-la ao rock, com a intensidade de Paganini. Antes disso quem me deslumbrou foi Bach. Mas Paganini era mais direto e tinha muito mais a ver com a atitude e melodia que queria levar para a música. Incorporar o clássico a um jeito de tocar rock’n’roll sempre foi o meu negócio.

Quando ouvimos ou vendo você tocando há uma sensação de que você pode fazer o que você bem entender com o instrumento, reproduzir numa guitarra qualquer som que surja na sua cabeça. Esta é uma percepção real ou você tem algum ponto fraco na sua técnica?
Bem, todo mundo tem seus pontos fracos, até você. A questão é que sempre fui determinado a conseguir tocar tudo que viesse à minha mente. A sensação que tenho é a de que a ideia vem, e eu preciso tirá-la logo lá de dentro. Isso é fruto de muito trabalho e esforço prévio. Então chegou a um ponto em que se tornou algo que vem de maneira natural. Eu não tenho que pensar. Quer dizer, a maioria das vezes (risos) Mas é claro que sigo o caminho que é natural pra mim. Não vou chegar e espontaneamente pensar numa sequência jazzística, por exemplo.

Se você pudesse escolher um aspecto para melhorar na sua técnica, qual seria ele?
Uhn, sempre tive cuidado especial com vibrato, por exemplo, mas não diria que é um ponto em que precisaria melhorar. Você sabe, estou sempre tocando, o tempo todo, praticando.

Aqui vai uma questão até mais filosófica. Sei que você é um grande fã de coisas antigas, e podemos dizer até fabricadas em um tempo em que as coisas eram feitas para durarem: Ferraris feitas antes de 1990, amplificadores Marshall de determinada época, relógios Rolex, música clássica. É difícil viver em um tempo em que a grande maioria das coisas tende a ser tão efêmera?
Na verdade, não (risos). É ok, acredito que eu simplesmente sei o que quero e não fico com tanta expectativa e entendo que a maioria prefere ir em direção contrária. Acho que todo mundo deve ter o direito de fazer o que quiser. Eu apenas tenho meu jeito particular de fazer as coisas.

Você admira algum artista contemporâneo ou você tem os mesmos ídolos desde sempre?
Eu amo música clássica, ainda adoro as bandas clássicas de rock, mas não me mantenho muito atualizado com as novidades. De qualquer maneira, me parece que as novidades sempre são inspiradas de algum modo no que já foi feito.

Só por curiosidade, quantas Ferraris você tem atualmente?
Tenho 5 no momento.

No seu livro, você admitiu que tem um temperamento explosivo e, abre aspas, “vulcânico”. Você inclusive disse que há o “right way” (jeito certo), o “wrong way” (jeito errado) e o “Yng-way” (jeito Yngwie, numa brincadeira com a pronuncia do nome). Você poderia descrever que jeito é esse?
(gargalha) É a maneira como eu conduzo minha vida desde sempre. Estou convencido de que, se as pessoas aproveitarem o tempo que tem, fazerem o que é de verdade para elas, esta é a coisa mais importante que há na vida. Sei que algumas pessoas trabalham bem com uma complacência grande em relação aos outros, mas eu não sou assim, eu me pareço mais com Bach nesse sentido, eu trabalho só com quem me sinto confortável.

Esta é sua primeira vez em um festival aqui no Brasil, em local aberto, sendo que antes só havia se apresentado em casas de shows. O que as pessoas podem esperar de diferente deste show?
Estou muito animado. Sentindo uma energia positiva. Nem montei set-list ainda (entrevista um mês antes do show), mas que é bom nos festivais são as diferentes possibilidades e público variado, por causa da quantidade de bandas que tocam. Isso também é perigoso, mas não deixa de ser excitante. Vai ser ótimo.

Você se lembra de algum momento importante entre todos os que passou aqui no Brasil?
A primeira vez em que fui ao Brasil, em 1996. Eu não conseguia acreditar naquela plateia. Então pensei “da próxima vez em que eu vier aqui, vou gravar um disco”. Simplesmente não acreditava. Preciso registrar essa audiência.

Provavelmente um dos piores momentos da sua vida foi quando você quase morreu depois de acabar com seu carro em uma árvore. Os médicos chegaram a falar que você clinicamente morreu por um minuto. E depois ficou em coma por uma semana. Aquilo mudou sua vida de alguma maneira?
Na verdade, não, pois não tenho lembrança alguma dos momentos que antecederam e durante esse período em que os médicos disseram que eu estava morto. Acho que facilitou com que superasse rapidamente.

Você abriu as portas da sua carreira mandando uma fita demo para a Guitar Player. É incrível pensar que isso aconteceu apenas 35 anos atrás. Com todos os downloads, streamings, youtubes, mídias sociais você consegue ver a chance de algum grande talento se destacar em meio a essa avalanche de informações, como aconteceu com você?
Quem sabe, né? Mas sei que as coisas ficaram muito mais difíceis em diversos aspectos. As pessoas estão cada vez mais próximas em certo nível, mas também estão ficando cada vez mais distantes. Fisicamente, quero dizer. E isso afeta a maneira orgânica que a arte é feita.

Qual seu solo favorito, tanto seu quanto de outros guitarristas?
O meu melhor solo acredito que será o que tocarei amanhã (risos). De outros artistas, gosto de Jimi Hendrix tocando no (disco ao vivo) “Band of Gypsys”

Você poderia escolher uma das suas músicas das quais se orgulhe de ter escrito?
Putz... Eu deixo você escolher (risos)

Então, “I am a Viking”.
Ok.

E agora sua música favorita de todo o mundo
Capricho número 16 (de Paganini).

Minha frase favorita sobre você vem do filme “Spinal Tap”, quando dizem: “Gosto muito de ele ter colocado o J. (de Johann) entre Yngwie e Malmsteen. Assim não o confundimos com todos outros Yngwie Malmsteens por aí”. Qual é a sua?
Essa é muito boa, engraçada. É minha preferida também.

Publicado em 22/04/2015 às 05:20

“(Só escuto) metal.” Entrevista exclusiva com o ícone Slash

Slash “(Só escuto) metal.” Entrevista exclusiva com o ícone Slash

Pouco antes de vir ao Brasil recentemente falei com o guitarrista (eterno Guns n´Roses) por telefone. Tá aí a transcrição da conversa.

É comum que, quando um artista lança um álbum diga ser o seu “melhor disco até o momento”. Com “World On Fire”, não vou lhe perguntar isso, vou afirmar: É seu melhor álbum até agora. Então, o que teve de diferente no processo que contribuiu na produção de um disco tão bom?
S: Obrigado! Mas eu não acho, necessariamente, que tenha algo de diferente no processo. Sabe, a banda com a qual eu trabalho criou a oportunidade de me permitir fazer o que quisesse. Myles (Kennedy) é um cantor fantástico, escrevi a melhor música possível para esse disco e nunca vou esquecer como foi bom o processo. Nós trabalhamos muito duro. Com o complemento de Todd (Kerns, baixista), é uma banda ótima, todos nós trabalhamos juntos agora. Nós começamos a nos sentir muito confortáveis compondo coisas e eu estou muito animado para fazer o próximo agora!
Eu estou trabalhando em um novo material. Nós meio que atingimos uma zona de conforto, onde conseguimos fazer o que quisermos.

P: Eu quero mesmo falar com você sobre essa zona de conforto, porque você sempre esteve rodeado por artistas, fama e personagens conhecidos, como seus pais (ambos artistas), David Bowie (que foi namorado da mãe de Slash), Ringo Starr e John Lennon (para quem a mãe de Slash criou figurinos). Você se tornou uma estrela do rock ainda muito novo. Então, toda a sua vida está ligada a esse universo mainstream. Mas, ouvindo “World on Fire”, e pensando na perspectiva do seu legado musical, me parece que você está bastante confortável com sua vida agora, não colocando muita pressão nos seus ombros e compondo exatamente o som que você quer ouvir. Estou certo?
S: Não. Quero dizer, eu não sei. Eu realmente não pensei sobre isso tudo. A verdade é que me sinto confortável com as pessoas com quem trabalho, com os músicos com quem toco e me sinto confortável na minha própria pele. Eu penso: “Eu sei qual é minha capacidade e o que quero fazer”. Eu não tenho ninguém para me falar o contrário, ou olhando por cima do meu ombro e influenciando no que eu quero fazer. Então, eu me sinto muito feliz por conseguir fazer exatamente o que sinto vontade de fazer.
E eu tenho... Porque um movimento do Rock como... Ná, na verdade não existe nenhum grande movimento do rock acontecendo neste momento.
Eu meio que gosto de estar no tipo de coisa que eu faço, não é todo mundo que consegue fazer isso, ficar com a mesma banda por muitos anos, com fãs incríveis pelo mundo. E eu sinto que, contanto que o rock´n´roll esteja em pauta, há uma legião lá fora que ainda carrega a bandeira sabe? Eu me sinto orgulhoso por fazer parte dessa pequena comunidade.

P: E, falando sobre o line-up, é fácil para você chamar a pessoa que quiser para tocar e gravar com você, como fez no seu primeiro álbum solo, cinco anos atrás (Ozzy, Iggy Pop, Lemmy, Fergie e vários outros participaram do álbum de 2010). Este line-up, The Conspirators, é o line-up ideal para sua banda ou você projeta algum time dos sonhos na sua cabeça?
S: Não, este é um desses line-ups em que tudo está conectado, sabe? Eu já toquei com grandes músicos, mas pode não acontecer necessariamente aquela química mágica como um coletivo. É muito difícil descobrir! E, com esses caras, tem sido diferente desde o começo, desde a primeira semana que nós os assistimos tocando juntos, há uma sinergia natural entre nós. Então, isso é algo que eu sei quão difícil é de encontrar e só aconteceu comigo poucas vezes, e quando você encontra tem de segurar isso, tem de ser agradecido e coisas assim. Então, não, eu não estou necessariamente procurando por nenhuma outra coisa.

P: Você nasceu e cresceu, não cresceu, mas viveu na Inglaterra por um bom tempo. Você é o retrato perfeito da Sunset Strip, a cara de Los Angeles nos anos 80 e 90. Você se vê como um músico inglês ou com influências britânicas de alguma forma?
S: Sim, totalmente! Porque eu fui criado com rock inglês durante todo o tempo em que morei na Inglaterra. Na verdade, era só o que meu eu pai e meus dois tios ouviam. Rolling Stones, The Kinks, The Yardbirds, Beatles, Cream, Gene Vincent, assim como tudo o que era rock britânico, havia fãs de hardcore e rock onde eu fui criado. Quando eu vim para os Estados Unidos, eu vivi por muito tempo a experiência com rock’n’roll norte-americano, porque minha mãe, sendo americana, curtia The Doors, Stevie Wonder, Jimmy Cliff, Linda Lovenstein e todos esses artistas diferentes. Teve também o Led Zeppelin e nós tínhamos uma grande biblioteca musical na América, mas minhas raízes são inglesas. Então, quando comecei a tocar guitarra, todos os meus guitarristas favoritos costumavam ser de outros países, não norte-americanos. E isso meio que me fez um pouco diferente dos meus colegas vindos de Los Angeles, porque todas as influências que tinham era Eddie Van Halen e, majoritariamente, guitarristas da América. Então eu tive uma influência bem diferente.

P: Falando sobre nacionalidade, você provavelmente não sabe, mas é uma parte muito importante no cenário musical brasileiro, desde o seu show aqui em 1991, no Rock in Rio. Guns n’ Roses era a maior banda do mundo naquela época e o Brasil estava começando seu grande momento em receber shows internacionais. Até hoje, 25 anos depois, as pessoas ainda se referem àquele show como um dos eventos musicais mais significantes desde sempre por aqui. Você tem ciência sobre seu legado na música?
S: Não estava ciente sobre esse show em particular tanto assim. Mas uma coisa para mim é que aquela experiência, de estar no Brasil pela primeira vez, foi provavelmente uma das experiências rock’n’roll mais influentes na minha carreira. E essa é uma das razões porque ir ao Brasil é sempre muito, muito importante. Acho que isso é tão importante para mim quanto é para qualquer um que, bem, nós influenciamos — vai nos dois sentidos.

P: E você tem alguma outra memória do Brasil, das vezes em que você esteve aqui? Memórias especiais.
S: O mais importante é que tivemos tantos shows ótimos e ótimo público, que eu me lembre. Mas também tive grandes momentos apenas passeando. Mas, realmente, o mais importante é ter aqueles shows memoráveis, onde a conexão com a banda e o público é tão forte.

P: Você provavelmente vai recusar o título, em respeito à pessoa. Mas você é o último grande guitar hero, meio que o Jimmy Page da sua geração e também me lembro, no seu livro, você contando a história do filho de um amigo que o reconheceu como o “guitar hero” do jogo. Como você se vê no espelho quando acorda?
S: Sabe, eu não tenho essa perspectiva. Eu trabalho bastante, estou sempre trabalhando e fazendo qualquer coisa eu precise fazer, sabe, organizando turnês e sessões de gravação, ou ensaiando, escrevendo ou qualquer coisa. Então, não tenho esse tipo de perspectiva em que eu me vejo como um guru da guitarra. Quero dizer, isso é lisonjeador. Mas eu não sou esse tipo de cara que... que é um “hype”. Para mim é bem normal, eu apenas faço o que faço, mas eu agradeço ser reconhecido por qualquer coisa relacionada à música. Mas isso não significa que eu me sinta como se eu pisasse nas morais. Eu sei meus pontos baixos.

P: Você já fez de tudo na música, tocou com Michael Jackson, você tocou com Lenny Kravitz, você tocou com Carole King, praticamente fez tudo de A à Z. Tem alguma história que você poderia compartilhar, exclusiva e curiosa dessas três décadas? Algo que você goste de lembrar como seu ponto mais alto na música?
S: Eu adoraria te dar uma resposta para isso. Eu não tenho um ponto mais alto em particular, eu tenho muitos bons momentos, mas também tenho muitos momentos baixos. Mas é tudo parte da experiência de vida, da experiência de aprender sobre meu próprio ofício como guitarrista. Quero dizer, tem tantas experiências positivas que eu posso descrever...

P: Estamos chegando ao final da entrevista, eu gostaria de lhe fazer apenas mais uma pergunta. O que você tem escutado hoje em dia que poderia recomendar?
S: Vejamos, muito metal. O único subgênero do rock’n’roll que não foi afetado seriamente pela indústria musical moderna ou contemporânea. Muitas delas [dessas bandas de metal] tem sido bastante criativas, eu amo o novo álbum do Machine Head, Gojira, Lamb of God, eu amo Mastodon. Então, tem muita coisa legal acontecendo. Contanto que novas músicas de rock´n´roll apareçam. A única banda (da antiga) que tem criado novos álbuns que eu realmente curto é o AC/DC, a música deles tem 50 anos! Não tem muita coisa nova acontecendo no cenário do rock, quer dizer, tem uma banda chamada Monster Truck, com quem fiz uma turnê e é muito, muito boa. Mas muita gente não os conhece, porque a indústria moderna não os reconhece, assim como a um monte de outras bandas, o que é uma pena devido ao modo como as coisas estão agora.
Então, tenho ouvido muito metal e as músicas que sempre ouvi. Nos últimos dias, tenho ouvido bastante blues, mas isso muda de dia para dia.

Publicado em 21/04/2015 às 05:51

5 imagens que provam que imagem importa SIM na música

Você olha as fotos abaixo e entende que essas bandas tem sangue nas veias e que entregarão resultado sonoro com (pelo menos) personalidade.
Aí você abre uma revista gringa de música e vê aquelas fotos de bandas que não consegue notar um milímetro de atitude nas feições dos membros e entende o porquê de recorrermos ao passado, o porquê da retrocultura.

acdc 5 imagens que provam que imagem importa SIM na música

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