Publicado em 21/08/2014 às 14:16

Valeu Gugu! #Tamojunto! E Viva a Noite!

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Já leu?
Não?
Aproveita que tô em promoção. Clica aqui.

Publicado em 21/08/2014 às 10:49

Quer aparecer em clipe do Paul McCartney?

paul Quer aparecer em clipe do Paul McCartney?

O cara além de maior gênio vivo da música é vegetariano.
Além de vegetariano, ele prega o que faz.
Na comemoração de 5 anos de sua campanha "Meat Free Monday" (Segunda-Feira sem Carne) compôs uma música com esse nome e pede para que todos que apoiem a ideia enviem trecho da letra escrita de maneira criativa em uma foto, que ele quer fazer o vídeo da música com colagem das imagens enviadas. Pra mandar, clica aqui.
O grupo Diafanes, de São Paulo, fez.

Diafanes web 1024x682 Quer aparecer em clipe do Paul McCartney?

Publicado em 18/08/2014 às 18:03

Morreu Billy Rath – você não o conhece, mas deveria

O baixista substituiu Richard Hell nos Heartbreakers e sob o nome Johnny Thunders & the Heartbreakers gravaram um dos meus cinco disco preferidos daquele final dos 1970, "LAMF".

Thunders fazia parte anteriormente do New York Dolls e carregou para o Heartbreakers o baterista dos Dolls, Jerry Nolan. Gravaram esse único disco, depois Rath ainda tocou com Iggy Pop.

Os dois sons mais conhecidos da banda.

Born to Lose

Chinese Rocks

Publicado em 12/08/2014 às 13:57

AC/DC + Zé Ramalho = Landau é gênio

após breve/longa ausência retorno para apresentar a mais nova do meu amigo Landau, aquele que "não é irmão de ninguém" mas que considero (no meu gosto) ainda melhor que os irmãos de sangue Rogério Flausino e Sideral.
O cara misturou AC/DC com o mais punk dos rurais.
Ouve:

Publicado em 01/08/2014 às 08:47

Última chamada (mesmo, porque é hoje)

ronniehoje Última chamada (mesmo, porque é hoje)

quem quiser ver o pocket do Ronnie, tem umas regras da Fnac, abaixo.
Garanto que vale, pois serão três dos discos psicodélicos. Inclusive minha favorita, "Máquina Voadora".
Vai lá, pô!

"Serão distribuídas 300 senhas duas horas antes do evento;
A senha será entregue mediante ao comprovante de compra do livro;
As fotos serão tiradas pelo fotógrafo credenciado pela Fnac e no dia 13/08 as mesmas serão disponibilizas no www.facebook.com/FnacBrasil."

sobre o livro, tá lá:
"Ronnie Von – O Príncipe que Podia ser Rei
A biografia Ronnie Von — O Príncipe que Podia ser Rei escrita pelos jornalistas Antonio Guerreiro e Luiz Pimentel traz a história de um artista que alcançou o sucesso de maneira independente e inesperada. A obra, da época da Jovem Guarda até o lançamento de artistas importantes da música brasileira, como Os Mutantes, os autores mostram problemas cotidianos da vida de Ronnie, como a falta de apoio da família na escolha da carreira. Além da presença do cantor e apresentador, o evento de lançamento do livro contará com um bate-papo entre os autores e o biografado, além de um pocket-show e momento para autógrafos."

Publicado em 01/08/2014 às 08:30

A banda mais cascuda bo Brasil lança clipe novo

Cascadura, "O Delator", com participação de Jajá, do Vivendo do Ócio

Publicado em 31/07/2014 às 11:05

falta 1 dia

Ronnie Instagram2 falta 1 dia

reproduzo aqui o texto do Miguel Arcanjo. Maior honra.

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Elegante é ser amante dos livros; não proibi-los. Pois um dos homens mais sofisticados da história da Música Popular Brasileira resolveu fechar os olhos para o que diziam dele. Ou melhor, para o que escreviam sobre ele.

O cantor emblemático da década de 1960 e 1970, aquele que descobriu os Beatles por estas bandas, que deu o nome do grupo Os Mutantes e que muito tempo depois se tornaria o apresentador comportado da atualidade preferiu deixar a cargo dos jornalistas Antonio Guerreiro e Luiz Cesar Pimentel a missão de contar sua história, repleta de altos e baixos.

livro Entrevista de Quinta: Ronnie Von libera tudo; autor diz: Medo de biografia é pra quem tem rabo preso
Capa da biografia de Ronnie Von - Foto: Divulgação
Tudo está condensado no livro Ronnie Von - O Príncipe que Podia ser Rei (Editora Planeta, R$ 34,90). O lançamento é nesta sexta (1º), na Livraria Fnac (av. Paulista, 901), em São Paulo, a partir das 19h. Com direito até a pocket show do biografado.

A obra celebra os 70 anos de vida de Ronnie Von, completados no dia 17 deste mês. Durante a feitura do livro, ele colaborou com memórias doces e também amargas, em mais de cem horas de entrevistas — outras cem horas foram dedicadas a 50 pessoas que o rodeiam.

Após tanta conversa, os biógrafos encontraram fôlego para esta Entrevista de Quinta. Guerreiro, diretor-geral de Novas Mídias da Record e diretor-geral do R7, e Pimentel, diretor de conteúdo do mesmo portal, contaram como foi o trabalho de recriar a vida do Pequeno Príncipe, apelido dado por Hebe Camargo.

Revelam dificuldades, fatos marcantes e a surpreendente liberdade dada pelo personagem central. Quem ganha é o futuro.

Leia com toda a calma do mundo.

Miguel Arcanjo Prado — Qual foi a história mais difícil de arrancar de Ronnie Von?
Antonio Guerreiro — Não posso dizer que houve história difícil. Houve momentos mais tensos, mas que é natural na vida de qualquer pessoa. Ronnie conduz a narrativa de maneira tão elegante que mesmo os temas mais áridos ganhavam contornos mais leves. E isso acaba por ser um grande desafio para quem escreve o livro.
Luiz Cesar Pimentel — Ronnie tem uma postura muito positiva em relação à vida, o que acaba transferindo para as pessoas e, por sua vez, acaba contaminando até seu modo de enxergar adversidades. Dito isso, o mais difícil foi trazer à tona os assuntos nas suas reais dimensões, pois ele sempre tende a, talvez por defesa, editar na memória afetiva o que foi positivo de cada coisa. Assuntos de carreira não foram difíceis, mas os sentimentais sempre existia um certo desconforto, como os quatro casamentos por que passou.

Miguel Arcanjo Prado — Quais são os três fatos que consideram mais marcantes na vida dele?
Luiz Cesar Pimentel — Os pais, principalmente o pai, pois foi quem o levou indiretamente à música. Essa história é sensacional e está, claro, no livro. A doença “incurável” (aspas necessárias), que ele venceu em 1980. A biografia dele. Já leu? [risos] Brincadeira. Colocaria como terceiro a sequência de discos psicodélicos que gravou no final dos 1960 e inídico da década de 1970, e que foram redescobertos recentemente e o posicionaram junto à nova geração.
Antonio Guerreiro — Concordo com o que o Luiz disse, mas existem vários top 3 como o momento do boom como cantor, a separação de sua primeira mulher e a carreira como apresentador.

Miguel Arcanjo Prado — Os dois atualmente ocupam postos de gerenciamento à frente da redação do R7. Como foi, ao fazer o livro, voltar ao lugar de repórter, de entrevistador?
Luiz Cesar Pimentel — Você bem sabe que uma vez repórter, sempre repórter. A gente (ou eu, pois posso falar por mim) acaba exercendo isso todos os dias na função dentro de um veículo de comunicação. Quanto mais próximo do administrativo, mais há que se ter atenção em exercitar essa musculatura, tanto de repórter quanto de redator. E, cá entre nós, não é sacrifício nenhum. Aliás, são as coisas que mais gosto na nossa profissão – conversar, cavar e contar uma boa história. Foi isso que nos levou à faculdade de jornalismo, né?
Antonio Guerreiro — Confesso que se pensar nisso eu não escreveria nem a biografia nem qualquer outra coisa. A solução é dormir três horas por dia.

Miguel Arcanjo Prado — Vi que Ronnie não fez o papel de censor de sua própria história, como querem outros grandes nomes da MPB. Qual a importância de terem tido essa liberdade e também deste exemplo do Ronnie para a futura relação entre outros artistas e futuros biógrafos?
Luiz Cesar Pimentel — Claro que é o mundo ideal. Te dá liberdade plena de exercício. Mas por outro lado, para biografar um cara como ele, se torna até arriscado. Calma que explico. O Ronnie é um cara dificílimo de encontrar alguém que fale mal. Não por ele ser sobrehumano, nada disso. Mas porque ele tem um bom caráter. Ótimo, aliás. Pessoas assim não prejudicam deliberadamente ninguém. Nessa, as referências que íamos encontrando nas entrevistas com pessoas que participaram da vida dele sempre eram positivas. O que poderia tender a uma chapa-branca no veículo que pilotamos. Sendo que tudo que queríamos era humanizá-lo, sem julgamento. E conseguimos, com boa parte de falhas que o próprio nos forneceu em sua trajetória. Medo de biografia, cá pra nós, é pra quem tem o rabo preso, né, não?

Publicado em 30/07/2014 às 08:36

Faltam 2 dias

Em entrevista a Forastieri, Antonio Guerreiro e Luiz Cesar Pimentel disseram que conseguiram convencer Ronnie Von sobre a biografia em apenas uma conversa. A intenção foi detalhar a vida do apresentador de forma jornalística. Pelo telefone, Ronnie afirmou que tem os biógrafos como grandes amigos e as tardes de entrevistas foram muito prazerosas. O lançamento de Ronnie Von – O Príncipe que Podia Ser Rei será, nesta sexta-feira (1), na livraria Fnac Paulista. Veja!

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