Publicado em 12/11/2015 às 14:44

Morreu o (eterno) baterista do Motörhead, Philty Animal Taylor

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Outro dia fui procurar meus discos clássicos do Motörhead, não os encontrei e bateu desespero tamanho que após longa estiagem sem comprar CDs arrematei de uma vez “Motörhead”, “Overkill”, “Bomber”, “Ace of Spades”, “No Sleep ´Til Hammersmith” (ao vivo) e “Iron Fist”. Pois o cara que tocou bateria em todos esses, Philty Animal Taylor morreu. Tinha 61 anos.
Não se sabe exatamente a causa. Post do ex-guitarrista Fast Eddie Clarke diz que ele estava doente há algum tempo. O estilo de vida do Motörhead, ainda mais nessa auge, final dos 70 e início dos 80, quando de sua primeira passagem pela banda, não ajuda em nada uma boa velhice.
Se bem que o Lemmy tá provando uma resistência digna de barata pós armagedom nuclear.
Enfim, legal o Mikkey Dee, o caramba, parece ser um cara tremendamente gente boa e tudo, mil vezes mais técnico que o Philty Taylor, mas aquele Motörhead de Lemmy no baixo, Philty na bateria e Fast Eddie Clarke na guitarra é de uma química imbatível. Basta ver a lista dos discos que fizeram juntos.
Ele passou pela banda entre 1975 e 84, voltou em 1987 e foi demitido em 1992, por não estar tocando decentemente.
Desde então ficou nessa de projetos aqui e ali, nada com grande relevância.
É legal vê-lo naquela série “Classic Albums”, documentários sobre discos clássicos do rock, falando sobre “Ace of Spades”. O doc foi lançado há 10 anos, porém.
No ano passado ele pintou no primeiro show da turnê do Motörhead, subiu ao palco junto com Fast Eddie Clarke mas ao contrário do amigo não arriscou empunhar instrumento – só acenou e saiu fora. Dava pra ver que estava meio debilitado. Tá no vídeo abaixo.

Publicado em 10/11/2015 às 15:00

o melhor vídeo que vc pode assistir hoje é da Joss Stone cantando no Stone Temple Pilots

"Interstate Love Song" já é/era uma musicaça. Com a Joss Stone conseguiu ficar ainda melhor.
Parte do Monday Mash Up do Jimmy Kimmel.

Publicado em 09/11/2015 às 11:17

morreu um dos maiores assassinos do cinema, o Leatherface

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pô, assim não dá.
Morreu no sábado o islandês Gunnar Hansen, aos 68 anos.
Foi o Leatherface no Massacre da Serra Elétrica, um dos maiores filmes da história do terror no cinema.
Escreveu até um livro há uns anos, Chainsaw Confidential.
Pena.

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Uma pequena homenagem abaixo. (as cenas são fortes, mas não precisava nem dizer isso)

Publicado em 06/11/2015 às 11:10

Cunha bateu Hemingway com o conto mais curto e triste do mundo

hemingway1 Cunha bateu Hemingway com o conto mais curto e triste do mundo

Hemingway e a arma (não sei se foi a que usou para se matar). Bateu de frente com o Cunha? Perdeu, playboy.

Propuseram um desafio de concisão para o Ernest Hemingway. O cara já era célebre pela precisão e secura na escrita, não gastava palavras de jeito nenhum.

Não sou grande fã, mas li e gostei dos clássicos dele, “Por Quem os Sinos Dobram”, “O Sol Também se Levanta”. Já “O Velho e o Mar”, que todos reverenciam, não curti muito. Tudo bem que tem larga dose de preconceito meu pela história girar em torno de uma pesca e pelo próprio escritor ser caçador.

Voltemos ao desafio.

Pois bem, propuseram contar a história mais triste do mundo com o menor número de palavras. O cara foi certeiro.

“Vende-se: sapatos de bebê, sem uso.”

Genial, né? Imbatível, né?

Bom, eu também pensava isso até ler a manchete do jornal hoje. “Cunha atribui dinheiro na Suíça a venda de carne enlatada pra África”.

Tem tipo uma dúzia de palavras, supera de Hemingway por pouco, mas CADA palavra embute uma tristeza sem fim.

Temos aí um recorde superado.

Publicado em 04/11/2015 às 14:35

Krisiun na capa da Roadie Crew (merecido é pouco)

triorc Krisiun na capa da Roadie Crew (merecido é pouco)

O Krisiun, verdadeira instituição e um dos nomes mais importantes da história do metal brasileiro no exterior, está em destaque na capa da edição deste mês da Roadie Crew, principal revista de rock/metal da América Latina. Neste momento, grupo está promovendo o recém-lançado álbum "Forged In Fury". Este trabalho vem sendo considerado um dos melhores lançamentos de 2015 por toda imprensa especializada mundial.

Vivendo um dos melhores momentos da carreira, o Krisiun não se cansa de provar porque é uma verdadeira instituição e um dos nomes mais importantes da história do metal brasileiro no exterior.

Após devastadora apresentação no Metal Land Festival, a revista de rock/metal invadiu o QG do power trio Alex Camargo (baixo/vocal), Moyses Kolesne (guitarra) e Max Kolesne (bateria) para entrevista exclusiva.

Em bate-papo descontraído com o repórter Frans Dourado, os músicos falaram sobre os últimos quatro anos de shows importantes como a participação no Rock in Rio e a estreia em território japonês. Com a fúria e a sinceridade de sempre, falaram abertamente sobre os desafios e dificuldades enfrentados após 25 anos de estrada, revelaram detalhes sobre já aclamado novo álbum “Forged In Fury” e expuseram algumas concepções bem firmes sobre o cenário musical nacional.

O trabalho foi produzido por Erik Rutan, frontman do Hate Eternal, ex-guitarrista do Cannibal Corpse e que já trabalhou com Madball, Agnostic Front, Six Feet Under, entre outros. As gravações aconteceram no Mana Recording Studios, Flórida (EUA).

Com infindável lista de hits como “Kings of Killing”, “Bloodcraft”, “The Will to Potency”, “Blood of Lions”, “Combustion Inferno” e “Vicious Wrath”, e diversos álbuns que se tornaram clássicos como “Black Force Domain” (1995), “Apocalyptic Revelation” (1998), “Bloodshed” (2004), “Southern Storm” (2008) e “The Great Execution” (2011), há muito tempo, o Krisiun se estabeleceu como um fenômeno global no mundo da música extrema.

https://www.facebook.com/krisiun.official

https://www.facebook.com/roadiecrewmag

https://www.facebook.com/agenciasobcontrole

https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

Publicado em 30/10/2015 às 14:30

meu compadre Rodrigo lançou o disco do ano. E agora o clipe de uma do disco

"Selfegofactóide", de Vitória, do Dead Fish.
Que disco!

Publicado em 30/10/2015 às 10:16

Trailer exclusivo do doc do Madame Satã, que sai em dezembro

Pra facilitar (pra mim), segue a íntegra do release.

"Uma Nova Onda De Liberdade: A História do Madame Satã" é o segundo documentário longametragem do diretor e jornalista Wladimyr Cruz (de "Woodstock Mais Que Uma Loja..."), e apresenta a história desta que é a principal casa noturna da história do underground paulistano.
Em atividade até hoje, o casarão conhecido como Madame Satã iniciou suas atividades em 1983, e no período dos anos 1980 foi o principal polo aglutinador de artistas de vanguarda da cidade, de onde saíram nomes díspares e essenciais para a música, artes cênicas, artes plásticas, pro jornalismo, foto e video de São Paulo, bem como personagens míticos da noite paulistana que fizeram história com suas performances absurdas e impactantes.
A história da casa é contada por quem a criou, seus frequentadores assíduos, nomes como Angela Dip, Akira S. (Akira S. & As Garotas Que Erraram), Ciro Pessoa (Titãs/Cabine C), Clemente Nascimento (Inocentes), Edgard Scandurra (Ira!), Fernando Deluque (RPM), Grace Giannoukas, o jornalista Mário Mendes, Miguel Barella (Voluntários Da Pátria), o fotógrafo Rui Mendes, Sandra Coutinho (As Mercenárias) e muito mais, tudo ilustrado com material de arquivo e dezenas de histórias impagáveis sobre o principal reduto da noite alternativa brasileira .
O lançamento do filme acontece em dezembro de 2015, com exibições em cinema, e recebe versão homevideo em DVD e nos sistemas on demand em fevereiro de 2016.
"Uma Nova Onda De Liberdade: A História do Madame Satã" é uma produção e lançamento da produtora paulistana BDT Filmes.

Publicado em 29/10/2015 às 12:18

Barack Obama ‘cantando’ Thriller. Que época para se estar vivo!

Se um cara tem tempo e disposição para editar o Barack Obama como se estivesse cantando o hit do Michael Jackson, passo a crer um pouco mais na humanidade.

Publicado em 29/10/2015 às 12:08

Os vibratos e falsetes dos Bee Gees no Brasil, de novo

Pelo que lembro, Bee Gees foi o primeiro grupo que me fez entender a coisa de fã. Pudera, eu tinha lá meus 5, 6 anos e no final dos anos 70 os caras lançam músicas como “Stayin Alive”, “How Deep is Your Love”, “You Should be Dancing”, “Night Fever” e “More Than a Woman” (da trilha de “Embalos de Sábado à Noite”). Todo cara queria ser John Travolta, e todo grupo queria ter o sucesso do trio de irmãos. Aí foram se afastando, Maurice morreu em 2003, Robin morreu em 2012 e sobrou apenas Barry, dos irmãos Gibb.

Chavão dizer que a música permanece. Agora com uma banda tributo (podem me julgar, mas adoro bandas tributo) argentina chamada Geminis. Os caras não só reproduzem o trio sonoramente; eles interpretam os Gibb.
Semana que vem estão em turnê por aqui (serviços e cidades abaixo).

Ismael Espiño, intérprete do Barry Gibb, respondeu umas perguntas.

Ismael Espino como Barry Gibb Credito Foto Thiago Tavares Divulgacao 1024x857 Os vibratos e falsetes dos Bee Gees no Brasil, de novo

Ismael Espiño como Barry Gibb (Thiago Tavares - Divulgação)

- O espetáculo se chama Especial Love Songs. Mas todas as músicas dos Bee Gees não são love songs?
Desde os anos 60, os Bee Gees desfilaram pelos mais variados estilos musicais. Psicodélico, baladas, soul, disco, rock oitentista e pop rock moderno. Em 5 décadas eles compuseram centenas de canções, com os mais variados temas. Para este show, escolhemos as principais baladas românticas dos Bee Gees, dando preferência evidentemente as canções mais conhecidas, que fizeram parte de trilhas sonoras de filmes e novelas. É um show para curtir juntinho, dançar abraçadinho e relembrar uma época onde essas canções românticas embalavam o coração de milhares de apaixonados em todo o mundo.

- Como vocês definem, aliás, a temática das turnês? Já que se trata de uma banda tributo, logo não há obrigação de focar em turnê de lançamento de álbum, por exemplo?
A temática muda a cada turnê para não cansar o público. Ano passado fizemos uma turnê mais biografica, contávamos a história dos Bee Gees no palco, este ano optamos pelas canções românticas, em 2011 fizemos um show temático com as canções disco, em 2010 homenageamos o Embalos De Sábado A Noite, enfim.
A grande maioria das pessoas nunca viu os Bee Gees ao vivo, sobretudo no Brasil, que eles infelizmente nunca tocaram. Nós tentamos reproduzir sempre diferentes épocas dos Bee Gees para dar a sensação ao público que eles estão novamente em cima do palco. Sempre tiramos fotos com as pessoas após o show e escutamos coisas lindas do tipo "Graças a vocês pude ver os Bee Gees ao vivo", isso não tem preço.

Daniel Liberchuk como Maurice Gibb Credito Thiago Tavares 1024x710 Os vibratos e falsetes dos Bee Gees no Brasil, de novo

Daniel Liberchuk como Maurice Gibb (Thiago Tavares)

- Vocês tocam músicas do início da carreira dos Bee Gees, quando eles ainda eram uma banda mais pop roqueira?

Sim, tocamos canções de todas as décadas dos Bee Gees. Desde os covers que eles faziam nos anos 50, quando crianças, até o último disco da banda, lançado em 2001. Tocamos todas as canções com figurino e instrumentos específicos, para recriar ao público a atmosfera de cada época. O público vai escutar canções dos anos 50, 60, 70, 80, 90 e 2000.

- Algum Bee Gee já viu o espetáculo ou se manifestou sobre vocês?
Infelizmente não tivemos a sorte de algum dos Bee Gees nos assistir ao vivo. O único contato que tivemos foi com Barry Gibb, o conheci em Miami, no ano passado, em um jantar beneficente. Para minha surpresa ele (e toda a Família Gibb que estava presente no evento) já conheciam o nosso trabalho, já tinham assistido vídeos no YouTube. Anos antes tínhamos enviado nosso CD a ele pelo correio, que respondeu agradecendo e felicitando, foi muito legal conhecê-lo, voltei a ser criança, o agradeci muitas vezes por ter trazido tantas coisas boas para a minha vida.

- Sendo banda tributo vocês chegam a compor até (algo na linha dos Bee Gees)?
Não, não fazemos composições, nosso propósito é tributar a obra dos Bee Gees, que é bastante extensa.

- Qual é o país que tem o público mais encantado pela música dos Bee Gees entre todos que vocês visitaram?
O Brasil, evidentemente. Tem a maior comunidade de fãs. As pessoas conhecem Bee Gees, são um público exigente, eles lembram de canções não tão conhecidas, é um prazer realizar show no Brasil. Em seguida, destaco nosso país, Argentina, que tem um fã-clube bastante forte e Equador.

- Depois de 15 anos na estrada com o grupo, o que mudou na relação pessoal de vocês com o Bee Gees grupo? Vocês ainda escutam a música, assistem às apresentações gravadas com o mesmo entusiasmo?
Em todos esse anos não mudou absolutamente nada, acho que pelo contrário, foi aumentando nossa relação com o grupo, fomos ficando mais fãs. A cada dia que passa me sinto mais apaixonado pelos Bee Gees. Temos uma frase em Geminis que costumamos dizer e que explica todo o nosso trabalho e dedicação: "Com a alma na música e o coração nos Bee Gees", é isso que fazemos e é por isso que o público simpatiza tanto com a gente, nosso show é feito por fãs, para fãs.

Alejandro Niz como Robin Gibb Credito Foto Thiago Tavares 868x1024 Os vibratos e falsetes dos Bee Gees no Brasil, de novo

Alejandro Niz como Robin Gibb (Thiago Tavares)

- Existe espaço para cada integrante colocar seu talento particular ou tudo é focado em direção do tributo?
Tudo está focado no tributo. Copiamos fielmente o que os Bee Gees faziam no palco. Robin, por exemplo, nunca tocou instrumentos ao vivo. Nosso Robin (Alejandro Niz), é um excelente músico, no entanto ele não toca nenhum instrumento em nossa formação, justamente para respeitar o que Robin fazia originalmente. Barry toca guitarra em uma afinação específica, tive que aprender a tocar nesta mesma afinação. Até os anos 90, Maurice tocava baixo em programas de TV e shows ao vivo, fazemos o mesmo com o nosso Maurice (Daniel Liberchuk), enfim. Tudo está pensado como os originais faziam, não modificamos nada.

- Qual foi a situação mais inusitada que já passaram nestes 16 anos de estrada?
São muitas, poderíamos falar uma tarde inteira sobre isso, mas o que nos deixa mais assombrado e feliz são as coisas que escutamos depois do show. Sempre tiramos fotos com as pessoas depois de cada apresentação e escutamos muitos elogios, agradecimentos, mensagens de carinho e respeito. O público entende a nossa proposta, sabe que não se trata de um show "comercial", o público assiste uma grande homenagem aos Irmãos Gibb.

- Podem dividir o set-list do espetáculo para que o público se prepare?
Hmmm, não, é surpresa! Hehehe, o que posso garantir é que todos os êxitos dos Bee Gees estarão no show, tocamos todos os hits, sem exceção, e tocamos também algumas canções específicas, conhecidas só por quem é fã mesmo, os chamados "Sides-B", sempre temos duas ou três por show, para satisfazer o público fanático do Brasil. Quando estamos ensaiando de vez em quando pensamos: "Ninguém vai aplaudir, ninguém conhece essa...", e quando tocamos, as pessoas não só aplaudem como até cantam junto, é incrível!

SÃO PAULO
Dia 3 de novembro
Terça-feira, às 21h
Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo)
www.teatrobradesco.com.br

RIO DE JANEIRO
Dia 4 de novembro
Quarta-feira, às 21h
Teatro Bradesco Rio (Avenida das Américas, 3900 – loja 160 do Shopping VillageMall – Barra da Tijuca)
www.teatrobradescorio.com.br

RECIFE
Dia 5 de novembro
Quinta-feira, às 21h
Teatro RioMar (Av. República do Líbano, 251 / 4º piso – RioMar Shopping / Recife – PE)
www.teatroriomar.com.br

NATAL
Dia 6 de novembro
Sexta-feira, às 21h
Teatro Riachuelo (Av. Bernardo Vieira, 3775 / Natal – RN)
www.teatroriachuelo.com.br

FORTALEZA
Dia 8 de novembro
Domingo, às 20h
Teatro RioMar Fortaleza (Rua Desembargador Lauro Nogueira, 1500 Piso L3 - Shopping RioMar Fortaleza – Papicu / Fortaleza – CE)
www.teatroriomarfortaleza.com.br

Ingresso Rápido: 4003-1212
www.ingressorapido.com.br

Publicado em 28/10/2015 às 10:34

este vídeo de 5´diz mais sobre o Ringo e os Beatles que quase tudo que já vi

é um baterista australiano num medley dos Beatles, em ordem cronológica, de umas tantas dezenas de músicas.
Em cinco minutos ele consegue mostrar toda a dinâmica do grupo em menos de uma década de existência e comprovar que quem diz que o "Ringo é o cara mais sortudo do mundo" (por ser um baterista péssimo na melhor banda de todos os tempos) está enormemente enganado.
Assiste que vale a pena.

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