Publicado em 05/01/2015 às 17:17

Os 11 filmes que quero assistir em 2015

sea of trees Os 11 filmes que quero assistir em 2015

Sea of Trees, filme que mais quero ver

O ano promete no cinema.
Se conseguir ver apenas estes filmes abaixo, que tem estreia prevista para 2015, saio feliz no quesito cinema.

Sea of Trees - Filme do Gus Van Sant com Matthew McConaughey e Naomi Watts onde ele é um americano que vai para Aokigahara, a floresta dos suicidas japonesa, para se matar. Estreia não tem previsão de mês.

Hateful Eight - Novo filme do Quentin Tarantino. Também sem data exata de estreia. Western com Channing Tatum, Samuel L. Jackson e Kurt Russell.

American Sniper - Perdi o fôlego já no trailer desse filme do Clint Eastwood com o Bradley Cooper, que já estreou lá fora e deve rodar aqui em fevereiro.

Mad Max - Fury Road - Haters gonna hate, mas tenho carinho pelo filme original e aponta como amigo fiel desse. Vou querer ver num desses iMax da vida.

Rock the Kasbah - Comédia com a Zooey Deschanel, Bruce Willis e Bill Murray. Tá bom de credenciais né? (no meio do ano por aqui)

Straight Outta Compton - Cinebiografia do N.W.A. (previsto pra agosto lá fora)

Black Mass - Johnny Depp é o irmão badass de um político

St. James Place - Escrito pelos irmãos Coen e dirigido por Steven Spielberg

Entourage - Rodado em cima do seriado de mesmo nome (no verão lá pra cima)

Minions - Melhores personagens de animação desde sempre. Mereciam "filme" próprio. (estreia lá em julho, nas férias de verão, claro)

The Gunman - Porque assisto qualquer filme com o Sean Penn. (previsto para fevereiro nos EUA)

Publicado em 02/01/2015 às 14:42

Conheça a banda que mistura Black Sabbath com McDonalds

O que mais me fascina nas ideias de jerico é tentar desvendar como elas surgem.
Mas te juro que não consigo encontrar explicação para um grupo de caras achar que é uma boa juntar Black Sabbath com a temática McDonalds.
As músicas são versões do Sabbath com letras invocando aspectos do fast food. Vocal interpreta o Ronald, e por aí vai.
Eles se intitulam "os reis do drive thru metal".
Olha como "Iron Man" virou "Frying Pan".

Publicado em 30/12/2014 às 15:53

melhores de 2014 na música

pelo menos eu acho

Discos Nacionais
Cavalera Conspiracy – Pandemonium (Os irmãos Igor e Max são os patronos do metal brasileiro, mostraram isso no Sepultura e agora no Cavalera Conspiracy. É o disco mais pesado da lista, antenado com tudo o que rola de mais extremo e palatável na gringa, o que não deixa de ser uma inovação)
Cachorro Grande – Costa do Marfim
Hugo Mariutti – A Blank Sheet of Paper
Inocentes – Sob Controle
Landau – Casca Grossa
Marcelo Gross – Use o Assento Para Flutuar
Pitty – Sete Vidas
Titãs – Nheengatu
Racionais MC’s –Cores e Valores
Ratos de Porão – Século Sinistro

Discos Internacionais
AC/DC – Rock or Bust (Confesso que tive certo receio quando coloquei pra rodar o disco pela primeira vez, pois fica aquele temor de que um dos artistas que vc mais admira dê com os burros n´água e manche décadas de serviços exímios prestados ao rock. Mas o AC/DC não decepciona. Mesmo sem o motor, Malcolm Young, avariado no processo, é AC/DC em seus melhores momentos)
Ace Frehley – Space Invader
Behemoth - The Satanist
Bruce Springsteen – High Hopes
Buzzcocks – The Way
Foo Fighters – Sonic Highways
Jack White Lazaretto
Killer Be Killed – Killer Be Killed
Mac DeMarco – Salad Days
Slash – World on Fire
Slipknot – The Gray Chapter

Publicado em 22/12/2014 às 16:48

Morreu o grande Joe Cocker

joe cocker 1024x684 Morreu o grande Joe Cocker

Aos 70 anos, de câncer de pulmão.
É lugar comum a referência à cover de "With a Little Help From my Friends", dos Beatles.
Aqui fez muito sucesso como tema de abertura da série "Anos Incríveis".
Melhor versão da música é a do Festival de Woodstock, abaixo.
Mas mesmo a cover de "Could You be Loved?", do Bob Marley, ficava boa em sua voz, considerada uma das 100 melhores da música desde sempre.
Ou "Unchain my Heart"...Grande perda.

Publicado em 19/12/2014 às 12:00

Você não conhece John Fry. Mas deveria. Ele morreu ontem.

fry Você não conhece John Fry. Mas deveria. Ele morreu ontem.

John Fry, o cara da foto acima, foi quem produziu os dois primeiros discos do Big Star, no estúdio que fundou em Memphis, Ardent Studios.
Big Star, caso não saiba, é a banda que ficou famosa por ser tão boa que incrivelmente não ficou famosa à época em que lançou seus três discos, nos 70.
John Fry fez os dois mais cultuados. E que dificilmente pra quem escutá-los não entrarão na lista pelo menos dos 20 melhores da história.
Sem exagero, o Big Star tinha um potencial beatle de criar melodias. Fry captou tudo isso.
Pelo seu estúdio passou grande parte do povo da Stax. E depois do Big Star, grandes fãs da banda, como R.E.M., Jack White...
Em novembro Fry foi conduzido ao Memphis Hall of Fame. Um mês depois, morre.
E une-se neste 2014 a caras como Tommy Ramone, Jack Bruce (Cream), Johnny Winter, Phil Everly, Jimi Jamison, Scott Asheton (The Stooges).
Uma pena.

Se gostar de documentários recomendo este lançado há um ou dois anos sobre o Big Star, onde figuram, claro, Fry e seu Ardent Studio.

Publicado em 17/12/2014 às 10:47

“Minha alma é metal”, diz Robertinho de Recife, que lança um novo Metal Mania

2014120912267 1 1024x445 “Minha alma é metal”, diz Robertinho de Recife, que lança um novo Metal Mania
Daniel Vaughan e eu conversamos ontem com o provavelmente maior guitarrista que o Brasil tem, Robertinho de Recife. Toca com Zé Ramalho, com Fagner, mas teve alguns grandes períodos no metal e no hair metal (este com Yahoo e seus covers farofa de Def Leppard na Xuxa).
Este ano quase bateu as botas, e diz que na UTI teve a visão de reformar o Metal Mania.
A palavra está com ele.

Recebemos hoje o disco novo. Em uma primeira impressão, ele ficou entre o Metal Mania e o Rapsódia Rock que você fez nos anos 90. Queria saber como veio isso, porque pelo que sabia, você disse que não produziria algo novo, a não ser que fosse algo para glorificar a Deus. Estou errado?
R: Você está certo! Não deixa de ser (risos). Mas a gente deixa as coisas nas entrelinhas. Na verdade... Depois que eu gravei o Metal Mania, depois que eu gravei o Rapsódia, em cada período desses, compus musicas que serviam para um segundo Metal Mania, um segundo Rapsódia. E são musicas tão legais, que eu pensei “chegou a oportunidade de gravar essas músicas”.

Você teve anos recentes turbulentos. Você se recuperou de um problema cardíaco. Li que você teve essa ideia de gravar o Metal Mania quando você estava na UTI. Procede?
R: Pois é, eu fiquei em frente a uma porta na UTI. E fiquei pensando “Será que vou sair por aquela porta?” e pintou aquela coisa “puxa, se eu sair, quero voltar a tocar”. Ali na UTI foi um momento muito criativo, ali me transportei para uma coisa bacana, criativa, comecei a viajar. Comecei a imaginar como seriam as músicas. Comecei a viajar e compor músicas. Tanto que, ontem fui ver a banda e mostrei para eles e eles: “cara, que coisa sinistrona!” E eu falei “pois é”.

Assisti a um show seu em, acredito que foi em 85, no projeto SP, na Rua Caio Prado, e foi incrível. Era uma época que tinha pouquíssimo show de metal no Brasil e você estava lá, desbravando. E agora, de novo, você vai entrar em turnê com o disco? Qual a sua ideia?
R: Minha alma é metal. Na verdade várias pessoas me cobraram uma volta do Metal Mania. Tanto é que, ontem, teve uma enxurrada de gente agradecendo, mensagens muito carinhosas. Dizendo “pô, já estou na fila, onde vai ser o show?” Foi uma resposta muito boa, me desculpe os outros públicos, mas o público mais fiel é o público do metal.

Você fez outros trabalhos antes de entrar no metal, com Zé Ramalho e com o Fagner são os mais famosos. Mesmo lá você estava sempre colocando umas guitarras de rock’n’ roll, com distorção. Tem uns solos maravilhosos que você fez com eles. Como foi colocar essa guitarra, com distorção, com esses caras?
R: Eu tenho esse pé no rock. Já existia esse laboratório meu em busca de sons, bem antes de vir a onda metal. Quando assisti Yes, nos 70 nos Estados Unidos, Humble Pie.

Você trabalhou com George Martin também?
R: Sim, fiz um show com ele aqui em São João da Boa Vista. Depois fui pra Londres e trabalhamos em Abbey Road. Lá conheci o Paul (McCartney). Foi um “nice to meet you”, mas é o cara, né?

Você falou do filho do George Martin e você falou que é do metal. Como é que seu filho foi parar no rap?
R: Ele é um cara que toca bateria também, sempre toca comigo. Eu toco também em igreja e ele toca lá, a gente faz umas coisas.

Você produziu o primeiro disco do Falcão. Como foi isso?
R: Um amigo um dia falou assim: “Cara, você já ouviu falar em um cara chamado Falcão?”, eu falei “não”. Ele falou: “Esse cara é hilário, tu precisa ouvir, ele tem umas coisas muito engraçadas”. Eu perguntei pro Fagner “Tu conhece alguém chamado Falcão?”, ele falou “Tem um amigo meu que conhece ele”. Ele me arranjou o telefone e eu liguei: “Bicho, quero te produzir”. Ele falou: “Mesmo?”. Falei: “Quero! Adorei você”. Eu gosto dessas brincadeiras, gosto de me divertir. Música levada muito a sério é uma coisa meio chata. E no momento o mercado estava precisando de uma coisa assim, mais esculhambação. Eu estava achando tudo tão ridículo que pensei “Pô, quero fazer uma coisa assim” e o Falcão comprou essa ideia da anti-música e quanto pior, melhor. Nós levamos para a gravadora, nós pedimos ajuda do Fagner. Quando eles ouviram o disco todo, falaram que não iam lançar. A empresa do Falcão conseguiu que o Jô colocasse o Falcão no dia lá no programa, um dia só e foi um sucesso absoluto.

Lembro de te ver tocando muito nos Trapalhões. Queria saber se teve alguma história engraçada nos bastidores? Lembro que você tocava uma música infantil.
R: Era o Elefante. Eu tenho uma irmã que é especial e quis fazer uma música inspirada nela. A gente lançou aquilo, a letra supercomplicada. Terminou, a música estourou e as crianças adorando. Nada foi feito com aquela intenção, eu estava fazendo aquilo para a minha irmã.

E como foi se encontrar com os Trapalhões? Você fez amizade com o pessoal?
R: Os Trapalhões também eram do universo infantil e eles me convidaram. Na época, o Renato [Aragão] foi uma pessoa muito legal, muito carinhosa com a gente. Tudo era alegria, tudo era uma brincadeira estar ali com eles.

Você tem histórias quem dariam não um livro mas uma enciclopédia. Eu gostaria que você falasse a história preferida da sua carreira, aquela você se orgulha, que resume sua carreira ou que resume você.
R: Eu não posso isolar um fato só, porque mesmo os momentos que foram difíceis pra mim, eles trouxeram um ensinamento. Mesmo em momentos em que eu fui escorraçado, que me negaram, que me ignoraram. Aquilo foi muito bom, porque eu aprendi com aquilo. Quando você sabe quem você, a humildade da gente fica revoltada e se manifesta de outra forma. Eu quebrava tudo, já quebrei os camarins da Globo, revoltado.

Gostaria que fizesse uma lista dos cinco guitarristas que você mais curte.
R: Jimi Hendrix, o Hendrix foi o primeiro cara que quando eu ouvi, falei “Uau, o que que é isso? Não é guitarra! Como ele faz isso?”. Depois vem o Eddie Van Halen.Todo mundo fala que eu imito o Yngwie Malmsteen, mas não sei tocar nada dele. Tem coisa que ele faz que eu nem consigo tocar. E tem vários guitarristas brasileiros, tem meu amigo Pepeu Gomes, que eu adoro. Todo mundo diz que um brigava um com outro, ele é meu irmão. Não dá pra falar mais porque não quero sair injusto com ninguém. Não é puxa-saco, mas tem caras incríveis tocando. Muita gente, em São Paulo, muita gente de Recife, de Brasília.

Publicado em 15/12/2014 às 11:30

sabe o que é carisma? o freddie mercury sabia.

basta sacar a maneira que as pessoas olham pra ele nesta foto.

freddie sabe o que é carisma? o freddie mercury sabia.

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