Publicado em 02/06/2015 às 15:34

Veja 14 popstars que posaram de modelos

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alicecooper Veja 14 popstars que posaram de modelos

Alice Cooper

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Dave Brubeck

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Elton John

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The Hollies

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Kenny Rogers

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Lou Rawls

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o rei do pop

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Ringo Starr

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Rod Stewart (1)

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Rod Stewart (2)

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Sam Cooke

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Sammy Davis Jr.

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Willie Nelson

yardbirds Veja 14 popstars que posaram de modelos

Yardbirds

Publicado em 28/05/2015 às 17:52

O pessoal do @musebr tá certíssimo em reclamar

muse 1024x576 O pessoal do @musebr tá certíssimo em reclamar

Fiquei encasquetado com o auê que seguiu o anúncio da venda e, principalmente, dos preços dos ingressos para o show do Muse, no Rio de Janeiro. O megafone maior veio do fã-clube, @musebr , que apontou ser injusto as entradas começarem em R$ 250 e escalarem até R$ 700. Acrescente um tal early entry (pra turma que pretende e gosta de ficar na grade) de R$ 300 e tens aí uma fatura de quatro dígitos por uma entrada para um show de seus, sei lá, 90 minutos.
E eles estão cobertos de razão em reclamar.
Ouvi dizer que a turma do contra adotou uma resposta nível de escolaridade 3º ano fundamental, “achou caro? Então não vai”. Pois a culpa seria da banda e dos cachês que cobram. Pera lá, aí tangencia insulto à inteligência (mediana, até).
Vamos fazer uma conta burra, uma conta de padaria. Liguemos os fatores.
Ano passado vazou uma lista de cachês cobrados por alguns dos principais artistas do mundo. Vazou de um intermediário. Ou seja, tabela crível, cheia e aberta a negociação. Temos lá no topo Bon Jovi (U$ 1 milhão), Coldplay (U$ 750 mil), Foo Fighters e Maroon 5 (U$ 500 mil), decrescente até chegar no Muse e seu cachê de U$ 150 mil. Não acredito que de lá pra cá tenha acontecido algo que elevasse o cachê da banda, então tratemos por esse valor. Cheio mesmo.
O show no Rio é na HSBC Arena, em que no site aponta capacidade para até 18.000 pessoas, sendo 13.200 assentos. Digamos que um tufão levou todos os ingressos mais caros e ficamos com os 13.200 assentos mais baratos. Sold out SÓ de ingressos renderia U$ 1 milhão.
Ok, sejamos benevolentes e generosos e retiremos a logística que envolve o show, funcionários, transporte de equipamentos e equipe, etc. e nem somemos os valores bancados por patrocinadores do evento. Sobrariam U$ 850.000 (quase R$ 3 milhões).
E a culpa é do cachê do artista?
Para pagar o cachê do artista, empatar o salário da banda com o preço de entradas, bastariam vender duas mil cadeiras das mais baratas.
A partir daí a máquina registradora funciona com outros objetivos. Não estou dizendo que ilegítimos, pois no final tudo é negócio, mas não reclamar a respeito, ainda mais sendo fã, é passar atestado de omissão gigantesco.

Publicado em 26/05/2015 às 12:14

Quer tocar com o Taylor Hawkins, do Foo Fighters? Pergunte-me como

TaylorHawkins Quer tocar com o Taylor Hawkins, do Foo Fighters? Pergunte me como

Bem, minha resposta não é das melhores, pois conheci hoje esse aplicativo - WholeWorldBand - e não desvendei todas possibilidades.
Mas pelo que peguei, o próprio baterista (além de um monte de outros músicos, como Phil Manzanera, do Roxy Music) gravou a base de uma música na bateria e você faz sua parte - no baixo, guitarra e/ou vocal em cima.
Parece ser uma tremenda ideia simples. E justamente por isso muito legal.
Tô esperando o Dave Lombardo fazer a dele.
Vai lá no Whole World Band.

Publicado em 25/05/2015 às 16:46

Paul Stanley (Kiss) não tem uma orelha e 7 outras coisas que você não sabe sobre ele

483636907 KISS Paul Stanley (Kiss) não tem uma orelha e 7 outras coisas que você não sabe sobre ele

E que eu sei agora que finalmente terminei a biografia do Starchild, “A Life Exposed”.
Tô bem atrasado, pois foi lançada há exato ano.
Mas, enfim...adoro biografias, mas é sempre meio incômodo ler a história sem floreios de artistas que você admira. Ainda mais nessa química do Kiss, de serem quatro personagens, uma coisa meio Trapalhões, Beatles, Ramones, sabe?
Paul Stanley tem a virtude da sinceridade no repasse da própria história e dos 42 anos de banda. Mas tem a falha de evitar ser associado com quaisquer falhas na trajetória – é sempre bem mais crítico aos outros e, principalmente, companheiros de banda do que a sí mesmo.
Seguem 7 coisas que não sabia (ou não tinha certeza) sobre o cara.
- O músico nasceu não apenas surdo do lado direito como sem a orelha respectiva. Só nos anos 1980, tipo 10 anos já em atividade com o Kiss, ele fez uma cirurgia reparadora. Mas não nega nem minimiza os efeitos traumáticos que isso causaram em sua vida;
- Ele estrelou o musical O Fantasma da Ópera, em 1999, no Canadá. A primeira vez que viu o musical, ainda nos 80 (acho) ficou fascinado. Muito por o personagem principal ser um fantasma que esconde o rosto (como era sua proteção no Kiss)
- Ele é pintor. E até dos bons. Suas obras já renderam mais de U$ 2 milhões;
- Foi motorista de taxi ainda no começo do Kiss. Um dia diz ter levado uma turma para show no Madison Square Garden. Disse ter sonhado naquele momento o dia em que tocaria ali. Uns três anos depois estava tocando no local. Mas diz que era tão sozinho que saiu do show e foi tomar uma sopa numa deli perto do icônico palco;
- Ele destrói sem dó nem piedade Ace Frehley e Peter Criss. Mais Peter Criss, devo dizer. Não lembro de ter falado UMA coisa boa do baterista. Do guitarrista ainda diz como era engraçado e talentoso no começo. Mas nem Gene Simmons se safa das críticas. Tem uns 85% de críticas ao parceiro e uns 15% não de méritos, mas de reconhecimento a Gene;
- Faz mea culpa de como lidaram com a doença do baterista Eric Carr, que teve raro câncer no coração no começo dos 90 e faleceu em 1991. A banda seguiu como se nada estivesse acontecendo e até gravava com Eric Singer na bateria, enquanto Carr estava em tratamento;
- Não convidou Gene Simmons para o casamento com a atual esposa, Erin, porque “Gene era muito crítico sobre a instituição casamento e seria hipocrisia”. Gene se casou até recentemente, lá pra 2011, com a mulher de mais de 30 anos.

Publicado em 21/05/2015 às 12:03

Foo Fighters tocou no último Late Show ever, do David Letterman. E foi épico

Em 2000, quando o apresentador fez uma cirurgia cardíaca mega complicada, pediu pra banda tocar sua música favorita no programa, "Everlong".
No último episódio do show, que durou 33 anos, tocaram a música novamente, claro. Em versão ampliada, com montagem de cenas memoráveis dessas mais de três décadas de Late Show.
Os caras sabem realmente fazer a coisa.

Publicado em 20/05/2015 às 11:48

e o vídeo do dia

Krist Novoselic (Nirvana) e Duff McKagan (Guns n´Roses) tocando "Sweet Child o´Mine" o primeiro na sanfona e o segundo no baixo, em Seattle, durante evento de lançamento do livro novo de McKagan.
Dica do @Odairbrazjr

Publicado em 20/05/2015 às 11:43

Show do ano?

W.A.S.P. vai tocar aqui em São Paulo dia 1º de Agosto.
Só quem ouvia música nos 80 vai lembrar da banda.
Fazia parte do front do hair metal californiano.
E o guitarrista à ocasião, Chris Holmes, ajudou a enterrar aquela cena toda Sunset Strip de Los Angeles com a cena abaixo, parte do documentário "The Decline of Western Civilization", em que ele dá uma entrevista completamente bêbado dentro da piscina com a mãe a assistir na borda.

Publicado em 19/05/2015 às 15:16

Conheça as canções mais estúpidas (e as mais inteligentes) dos últimos 10 anos

Em época de processamento de dados em massa, sobram estudos bacanas. E um dos legais que acabo de ver é este, sobre as canções mais imbecis e as mais afiadas intelectualmente.

Na real para que a situação não ficasse tendenciosamente subjetiva, o dono do estudo aplicou regras para medição do nível de texto dessas. Com uma ferramenta de análise de escrita, que contabiliza quantidade de palavras, vocabulário etc. comparou os resultados com a média de escolaridade norte-americana.

O resultado não é nada animador para gênero algum, contando ainda que nos últimos 10 anos a média das letras até caiu de pouco acima de terceiro ano de escolaridade para pouco abaixo na mesma série.

O gênero mais inteligente foi o Country, em comparação com Pop e Rock (que dividiram a segunda colocação) e R&B/Hip Hop, que ficou em último.

Para essa vitória do Country conta a tradição do gênero de citações pouco usuais em suas letras, como elencar nomes de cidades, o que confere um grau bom no quesito Geografia.

Aí vamos à comparação das músicas (ele comparou só canções que chegaram ao topo das paradas) e a conclusão é que entre as 10 mais estúpidas 4 são Pop, 3 são Rock e 3 R&B/Hip Hop.

Já entre as 10 mais inteligentes, 5 são Country, 2 Rocks, 2 Pops e 1 R&B/Hip Hop.

Confere as tabelas.

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Estudo completo aqui.

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