Publicado em 09/03/2016 às 10:54

é nessas horas que queria ser bilionário

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para poder pagar os U$ 9 milhões pela casa do Frank Zappa que está à venda no EBay.
TUDO aconteceu ali.
Se liga nas imagens e na descrição.
"The historic Zappa Estate, nestled on a secluded drive in the Hollywood Hills, is 8,000 square feet of California rockstar paradise. The property includes a rooftop tennis court, backyard swimming pool, guest cottage, beautiful mosaic art amidst the landscaping, and the space that was once the infamous Utility Muffin Research Kitchen, where musicians including Frank have recorded since the 1980s. Beneath the house is a storage chamber that, during the Zappas' ownership of the home, was known as 'The Vault,' where he kept his private archives under lock and key.
The price of this house INCLUDES ALL KICKSTARTER REWARDS listed at whoisfrankzappa.com, as well as an EXECUTIVE PRODUCER CREDIT on the forthcoming definitive documentary about Frank Zappa’s life by filmmaker Alex Winter. Learn more about Alex Winter's crowdfunding campaign to make the first-ever fully-authorized, all-access Zappa movie and to save Frank's private archives. SAVE THE VAULT. TELL THE STORY."

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Publicado em 09/03/2016 às 09:21

Morreu o 5º Beatle, sir George Martin

Paul GeorgeMartin MainNews Morreu o 5º Beatle, sir George Martin

Aos 90 anos. É impossível dissociar a história dos Beatles da dele.
Em 1962, o empresário do grupo marcou um encontro para mostrar o quarteto para o produtor (no dia 13 de fevereiro), ele gostou do que ouviu de Paul e John, mas não do baterista Pete Best. Em maio, já no mítico estúdio Abbey Road, fizeram uma audição e acertaram que ele levaria como produtor um penny de libra para cada disco vendido.
Em setembro do mesmo ano gravaram a primeira sessão, com “Love me Do” e “Please Please Me”. A segunda chegou ao 17º lugar na parada.
Há uma controvérsia aí se essa primeira sessão foi gravada com o baterista substituto Andy White ou se já com Ringo.
O certo é que em novembro do mesmo ano eles voltaram a gravar as músicas e ao final de “Please Please Me” ele falou da sala da mesa de som para o grupo: “Parabéns, vocês já têm o primeiro número um das paradas”.
O resto é história, que tem sua influência erudita em clássicos como “Yesterday”, “Eleanor Rigby”, “Penny Lane” e orquestrações como “A Day in the Life”.
Ele participou em 1994 de Anthology, mas não quis produzir as músicas “novas” – “Real Love” e “Free as a Bird” - porque não achava que a audição estava afinada à altura. Jeff Lyne o fez muito bem (na minha opinião).
O último trabalho foi ajudar na montagem do espetáculo “Love”, do Cirque de Soleil, com músicas dos Beatles.
Oito parágrafos acima que já mostram muito resumidamente como ele se eternizou na música.

Please Please Me em 1962


Beatles Please please me (1962) por espritdejack

Depoimento do Paul McCartney sobre:
"I’m so sad to hear the news of the passing of dear George Martin. I have so many wonderful memories of this great man that will be with me forever. He was a true gentleman and like a second father to me. He guided the career of The Beatles with such skill and good humour that he became a true friend to me and my family. If anyone earned the title of the fifth Beatle it was George. From the day that he gave The Beatles our first recording contract, to the last time I saw him, he was the most generous, intelligent and musical person I’ve ever had the pleasure to know.

It’s hard to choose favourite memories of my time with George, there are so many but one that comes to mind was the time I brought the song 'Yesterday’ to a recording session and the guys in the band suggested that I sang it solo and accompany myself on guitar. After I had done this George Martin said to me, "Paul I have an idea of putting a string quartet on the record". I said, “Oh no George, we are a rock and roll band and I don’t think it’s a good idea”. With the gentle bedside manner of a great producer he said to me, "Let us try it and if it doesn’t work we won’t use it and we’ll go with your solo version". I agreed to this and went round to his house the next day to work on the arrangement.

He took my chords that I showed him and spread the notes out across the piano, putting the cello in the low octave and the first violin in a high octave and gave me my first lesson in how strings were voiced for a quartet. When we recorded the string quartet at Abbey Road, it was so thrilling to know his idea was so correct that I went round telling people about it for weeks. His idea obviously worked because the song subsequently became one of the most recorded songs ever with versions by Frank Sinatra, Elvis Presley, Ray Charles, Marvin Gaye and thousands more.

This is just one of the many memories I have of George who went on to help me with arrangements on 'Eleanor Rigby', 'Live and Let Die' and many other songs of mine.

I am proud to have known such a fine gentleman with such a keen sense of humour, who had the ability to poke fun at himself. Even when he was Knighted by the Queen there was never the slightest trace of snobbery about him.

My family and I, to whom he was a dear friend, will miss him greatly and send our love to his wife Judy and their kids Giles and Lucy, and the grandkids.

The world has lost a truly great man who left an indelible mark on my soul and the history of British music.

God bless you George and all who sail in you!

Paul"

Publicado em 08/03/2016 às 12:08

a última música que o Brian Johnson cantou ao vivo com AC/DC não poderia ser outra. Assista!

"For Those About to Rock, We Salute You".
Em Kansas City, no domingo passado.
Se bem que poderia ser "Let There be Rock"
(Para quem não sabe ele foi obrigado a se aposentar dos palcos, pois corre o risco de ficar surdo.)

Publicado em 03/03/2016 às 17:40

o último vídeo(clipe) do neto do Chico Anysio

Além de ser toda estranha essa história da morte do menino, ainda me deu nó mental saber que ele é filho do seu Ptolomeu com a Flora Própolis.
A mãe, Marcia Brito, que adotou nome artístico de Brita Brazil, ficou casada com ele meio que durante a escolinha do Professor Raimundo e eu nem sabia. Separaram em 94 e recentemente ela investiu na carreira musical.
Gravou um disco de forró e o clipe abaixo com o Rian, que foi encontrado morto hoje.

Publicado em 29/02/2016 às 10:59

Guitar Days, uma improvável história do grunge brasileiro

O título é improvável história da música brasileira, mas usei licença poética para trocar por grunge.
O filme será lançado este ano e conta a cena de bandas guitarrentas dos anos 90 por aqui.
Quer dizer, desde que alcance o necessário no crowdfunding que está sendo feito aqui.
Mesmo sem ser minha cena musical preferida brasileira quero muito assisti-lo.

Publicado em 24/02/2016 às 11:27

O maior disco do Led Zeppelin faz 40 anos hoje

"Physical Graffiti", o disco duplo com a clássica capa que me fez pagar o mico abaixo.

NY O maior disco do Led Zeppelin faz 40 anos hoje

É o sexto disco da banda. Eles vinham numa sequência de três discos batizados com numerais, "I", "II" e "III", de um quarto que foi logicamente apelidado "IV", dono de clássicos como "Rock´n´Roll", "Black Dog" e "Stairway to Heaven", e de "Houses of Holy", que era mais experimental.
Esse quinto pesou a mão em influências ainda maiores de música negra, como funk, reggae, muito blues, claro, e até uso de sintetizadores.
Se a carreira deles terminasse ali, teriam feito um belo trabalho já e um discão com verdadeiros hinos.
Mas aí veio essa obra-prima, que me fez gostar até de músicas bem longas (coisa que não aturo muito), como "In My Time of Dying", de 11 minutos. Fora que tem outras como "Trample Under Foot" e "Kashmir", que mostra o absurdo do peso da mão do baterista John Bonhan.
É definitivamente o auge do Led Zeppelin, pois depois veio "Presence" e "In Through the Out Door", que são bons mas não se comparam, e o fraco "Coda", já depois da morte do baterista.
O prédio da capa fica em Nova York, na St. Marks Place.
Pra marcar de vez o local, abriram uma casa de chás embaixo chamada Physical Graffitea (sacou?). O curioso é que as latas de lixo em frente devem ser as mesmas.
Mais curioso ainda é você perceber que o prédio tem cinco andares e na capa do disco só tem quatro. Diz a lenda que no quarto andar morava o fornecedor de substâncias ilícitas favorito do guitarrista Jimmy Page, e que por conta disso, o andar foi suprimido da versão final da capa.

PS: agora que vi que sou eu que não sei fazer contas e foi lançado em 75, portanto 41 anos! Ainda assim, vale.

Publicado em 19/02/2016 às 15:55

tô viciado nessa senhorinha chinesa que canta de AC/DC a Michael Jackson

Na verdade não é chinesa. É nascida em Hong Kong mas mora na Nova Zelândia.
E tudo o que preciso saber dela está nos vídeos abaixo. (crédito por apresentá-la para a Carol Apple)

Back in Black

Beat It

Dancing Queen

Baby (Justin Bieber)

Publicado em 17/02/2016 às 14:23

A neta supermodel do Elvis

Ela não usa o nome Presley, apareceu já em uns filmes B, mas agora que vai virar matéria da Esquire certamente vai virar presença constante na mídia.

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riley6 A neta supermodel do Elvis

Publicado em 16/02/2016 às 11:36

Vinyl deixa (muito) a desejar

hbo viny 1024x682 Vinyl deixa (muito) a desejar

Juntou uma trinca e um tema que, considerava, não tinha como dar erro. Olha a escalação: Martin Scorcese, diretor do (talvez) meu filme favorito, “Os Bons Companheiros”, entre outros fodaços, Mick Jagger como escritor/consultor/produtor executivo, Terence Winter, que era um dos que assinavam “Sopranos”. Para fazer um seriado sobre música e a época mais glamorosa desta, o início dos anos 1970. “Vinyl”, a série, decepciona, porém.
Tudo bem que foi o primeiro capítulo, episódio, piloto, o que quer que seja. Mas foram quase duas horas para apresentar a que veio e espremendo tudo o que poderia sair tem umas boas pitadas de violência à Scorcese, drogas a rodo e na parte musical é uma ode à música negra pela qual Mick Jagger é obcecado. Pouquíssimo mais que isso.
O seriado é para ser sobre um executivo, dono de gravadora, calcada em rock. Tudo bem que o rock veio do blues blá-blá-blá, daí a imensa inserção do gênero na história, mas a distância entre o que a série poderia ser e o que é de fato é gigante.
Protagonista é o Bobby Cannavale, que fez Blue Jasmine com Woody Allen e tem o rosto conhecido de seriados norte-americanos. Lançam lá umas referências como “Lester Bangs retornou sua ligação” ou uma cena de backstage com Led Zeppelin em que o dublê do Robert Plant está mais para Ovelha do que para o vocalista zeppeliano.
Um dos parceiros de Richie Finestra (Bobby Cannavale) é Ray Romano, do “Everybody Loves Raymond”, e sua esposa é a Olivia Wilde. Mas os núcleos familiar e profissional são tão pobres que acabam meio deslocados.
Domingo tem o segundo episódio. Claro que por tudo isso deve-se dar nova chance à série. E torcer para que não decepcione, pois a música atualmente já está se encarregando desse papel.

Primeiro episódio na íntegra:

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