Publicado em 13/03/2014 às 12:09

Com o leilão dos ítens que o Paul Walker usava quando morreu…

...acho que podemos definir o final da humanidade e que vamos começar tudo de novo de outra forma, certo?

O cara que tentou socorrê-lo tá vendendo o extintor de incêndio que usou na ocasião, os óculos que o ator usava no dia e outras paradas queimadas.

fotos do TMZ:

paul walker1 Com o leilão dos ítens que o Paul Walker usava quando morreu...

paul walker2 Com o leilão dos ítens que o Paul Walker usava quando morreu...

Leilão aqui.

Publicado em 12/03/2014 às 12:16

Coelhinhas da Playboy 50 anos depois

a idéia é simplezinha. O fotógrafo Robyn Twomey decidiu pegar as coelhinas do início da revista e fotografá-las atualmente, meio século depois.

E não é que estão super bem?

playboy models 50 years later robyn twomey 4 Coelhinhas da Playboy 50 anos depois

playboy models 50 years later robyn twomey 1 Coelhinhas da Playboy 50 anos depois

playboy models 50 years later robyn twomey 2 Coelhinhas da Playboy 50 anos depois

playboy models 50 years later robyn twomey 3 Coelhinhas da Playboy 50 anos depois

playboy models 50 years later robyn twomey 5 Coelhinhas da Playboy 50 anos depois

Publicado em 09/03/2014 às 23:05

Morrissey Names New Album ‘World Peace Is None of Your Business’

e o título do post dispensa qualquer coisa que se escreva sobre

Publicado em 06/03/2014 às 13:00

“Se quisesse ganhar grana colocaria peitos de silicone e cantaria como a Beyoncé.” Conheça o Raven, que toca com o Metallica no Brasil.

Eles têm 40 anos de estrada e no Brasil, no próximo dia 22, terão uma dívida de 30 anos saldada - a abertura para o Metallica é uma maneira de a maior banda de metal do mundo dizer muito obrigado para o trio britânico que proporcionou a primeira turnê da vida destes, em 1983, quando lançaram o disco "Kill´em All".

O Raven fez parte do tradicional movimento (no mundo metal, claro) NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal), que colocou para o mundo rostos dos integrantes de Judas Priest, Iron Maiden, Saxon, Def Leppard, entre outros. Eles não ficaram famosos como os outros. Mas em entrevista o líder da banda,o baixista e vocalista John Gallagher, mostra que tem tanto quanto seus conterrâneos mais famosos a contar.

Raven Band “Se quisesse ganhar grana colocaria peitos de silicone e cantaria como a Beyoncé.” Conheça o Raven, que toca com o Metallica no Brasil.

É possível para uma banda que não é mainstream ter satisfação financeira? Ou seja: se bancar com música.
Haha!! Não. Isso nunca foi possível. Mas se nós almejássemos satisfação financeira nós colocaríamos peitos de silicone e cantaríamos músicas da Beyoncé.
Nós temos, na verdade, muita satisfação escrevendo, gravando e tocando ao vivo nossas músicas. E atualmente nós estamos com retorno financeiro melhor do que já tivemos em toda a carreira. Então, está ótimo!

Das bandas que surgiram no New Wave of British Heavy Metal o Raven não acompanhou o sucesso de outras, como Def Leppard, Judas Priest, Saxon e Iron Maiden. Por quê?
Infelizmente talento e trabalho duro não são suficientes. Nós nunca tivemos o suporte de empresários e gravadoras que os outros artistas tiveram. No entanto, ainda estamos aqui, e isso é uma medida de sucesso.

O que você lembra da primeira turnê em que o Metallica foi a banda de abertura de vocês?
Aquela foi a primeira turnê da vida deles. Eles eram garotos enlouquecidos aprendendo na prática. Nós já éramos mais rodados, mas era nossa primeira turnê pelos Estados Unidos. Então era muito legal levar o metal pela América numa atitude de guerrilha com eles.

E da turnê com Ozzy, que vocês abriram?
17 pessoas em um ônibus dormitório, ainda lembro do cheiro! Ozzy ouviu nosso primeiro single, “Don´t Need Your Money”, na rádio na Inglaterra e nos chamou imediatamente para a turnê. Foi incrível e uma enorme oportunidade para nós.
Outra turnê que lembro também foi pela América com o Judas Priest durante o lançamento de “Turbo”. Encontrar e tocar com nossos heróis foi muito especial, e eles foram muito legais, deixaram que usássemos todo o aparato de som e iluminação deles, desde que não quebrássemos nada.

Como foi criado o conceito de “Athletic Rock”, que os caracteriza?
Não foi exatamente criado. Nós fazíamos o que fazíamos, que era basicamente enlouquecer no palco, correr e fazer caretas. Como usávamos camisetas de corrida e munhequeiras para suor, a gravadora veio com esse “athletic rock”. E nós fomos além, com Mark (Gallagher, guitarrista) usando aparato de hóquei. O conceito real é “Raven Rock!”, que significa que nos divertimos e somos contagiosos.

Qual é ou quais são suas histórias favoritas nesses 40 anos de banda?
Oh, são muitas. Ser headliner do Aardshock Festival na Alemanha, em 1983, foi marcante.
Antes do show, eu fiquei no estacionamento conversando com um bocado de fãs. Mais tarde descobri que aqueles garotos se tornaram membros do Kreator, Sodom, Rage, Coroner, Doro. É muito louco saber que você foi inspiração para a formação de bandas.
Outra que lembro bastante é ter visto na TV Nacional na Bolívia em 2011 um vídeo de nossa música “Gimme a Fucking Break”.

Pode contar sobre o vídeo de retrospectiva? O que a banda está planejando para comemorar os 40 anos?
Nós tínhamos a ideia do DVD há bastante tempo.
Mark trabalhou duro para compilar todos os clipes e juntar a história da banda. Um monte de cenas nunca vistas em estúdio e shows, entrevistas com caras como Lars Ulrich, Dee Snider,
Michael Wagener, Chuck Billy etc...
Finalmente pudemos dar aos fãs o que nos pediam, e mostra a real do grupo.
Sim, 40 anos. Acho que vamos comemorar no palco em São Paulo. Não consigo pensar em maneira melhor de celebrar do que com nossos velhos amigos do Metallica.

Em 2001 Mark sofreu um acidente em que um muro caiu e esmagou as pernas dele. Isso causou uma interrupção na carreira de vocês de alguns anos. Pode nos contar como foi tudo?
Ele teve um acidente de carro e estava com um grande galo na cabeça. Aí ele foi visitar um amigo numa construção e não podia usar o capacete de proteção por causa do galo. Só um boné de beisebol, e isso salvou sua vida.
O boné voou com o vento e enquanto ele estava tentando pegá-lo um imenso muro de 100 metros de largura e seis de altura desabou sobre suas pernas. Se não fosse pelo boné ele teria morrido. Ele sofreu múltiplos ferimentos, seu pé simplesmente virou do avesso, um dos músculos da panturrilha foi rasgado, na outra perna uma barra de metal atravessou-a etc
Os médicos queriam amputar uma perna mas ele recusou. Então disseram que ele nunca mais andaria. Novamente ele recusou a idéia e demorou uns 4 ou 5 anos para ficar em pé novamente. Atualmente ele está uns 95% do que era.
É incrível, mas ele é muito teimoso então não chega a ser uma surpresa. Continua o louco de sempre.
Guitarras, protejam-se.

Publicado em 28/02/2014 às 14:51

criador de Calvin e Haroldo reaparece após duas décadas

stripped criador de Calvin e Haroldo reaparece após duas décadas

Não reapareceu, mas desenhou novamente.

No caso, o pôster acima, para o documentário sobre cartunistas que está sendo lançado, "Stripped". (site oficial aqui)

Depois do Mauricio de Sousa, Bill Watterson foi o cara que me fez viciar em quadrinhos.

Bom, se você não conhece Calvin e Haroldo, não perca mais tempo.

Publicado em 27/02/2014 às 18:27

Todos deveriam vestir preto hoje em homenagem ao 82º aniversário do maior de todos, Johnny Cash

johnny cash 4 Todos deveriam vestir preto hoje em homenagem ao 82º aniversário do maior de todos, Johnny Cash

Não tem pra ninguém. É o único cara que entra pro hall dos hors concours da música, ao lado do Elvis e dos quatro Beatles.

Tava falando ontem com meus camaradas Gastão, Felipe e Rodrigo sobre ele, sem lembrar que hoje faria 82 anos. Morreu aos 71, em 2003, parecendo velho de séculos. Lembramos com carinho especial o (talvez) videoclipe mais tocante da história, do cover de “Hurt”, do Nine Inch Nails.

Sua mulher, June Carter, morreria dias depois da gravação, e o clipe é considerado seu epitáfio, pois faleceu quatro meses depois dela, obviamente por não suportar a perda.

Ele é/era um cara que me faz ter raiva ao abrir as revistas de música hoje e ver esse bando de nerds barbudos posando para fotos de suas bandas com aquela cara de quem tá fazendo um favor imenso em viver.

Tudo nele era intenso. Tudo era carregado de sua personalidade. Tanto que ele tranpôs o country por onde sua música vazava. Foi o primeiro punk, era roqueiro, era fora-da-lei. Cantou na prisão, num show lendário, sendo que foi detido por sete vezes durante sua vida, naquela de passar uma noite no xadrez.

Personalidade aditiva, foi viciado em barbitúricos, anfetamina, morfina...gravou uma série de discos com Rick Rubin nos anos finais de sua vida que são primorosos, a coleção “American Recordings”, dos volumes 1 ao 6 (vale ir atrás das sobras de estúdio também – tem, por exemplo, um dueto com o eterno Clash Joe Strummer em “Redemption Song” que é de arrepiar).

Minha história preferida dele vem de 1968, quando era vizinho de Roy Orbison. Durante turnê europeia, a casa de Orbison pegou fogo e ele perdeu dois de seus três filhos no incêndio. Para tentar amenizar a dor do amigo, Cash comprou a área e jurou nunca vende-la, transformando em memorial eterno.

E o clipe de que falamos ontem tá aí. Não se emocione se for capaz.

Mas tem essa outra gravação, de “Boy Named Sue”, na Folsom Prison que acho antológica. Tenho até uma camiseta com o título da música.

Publicado em 27/02/2014 às 11:35

James Murphy dá exemplo de como a arte salva vidas

jamesmurphy James Murphy dá exemplo de como a arte salva vidas

Ou ao menos a torna melhor. O que também é uma maneira de salvar.

Ele é um dos caras mais significativos da música atualmente. Com seu engavetado LCD Soundsystem, criou obras geniais. E é um dos produtores mais requisitados na atualidade.

Enfim.

Ele também é um cara que acredita no transporte público. Metrôs, preferencialmente. Diz ser apaixonado pelo sistema subterrâneo de sua Nova York. Mas uma coisa sempre o incomodou nas estações – a cacofonia dos bips dissonantes ao se passar o cartão de acesso antes das catracas. Cada um em um tom cria uma massa sonora desafinada e que acaba virando uma “paisagem” de stress na rotina das pessoas.

Ele teve uma ideia simples e está colocando em prática para levantar fundos e adesões, a Subway Symphony. O lema é “fazer da cidade um lugar suavemente mais agradável para se viver”.

Cada estação teria registrada uma sequência de três a cinco notas para uma combinação sonora agradável à passagem de vários cartões em tempo descordenado. Seria criada uma harmonia sinfônica daí. Simples assim.

Tem um site catalizando a ideia: http://www.subwaysymphony.org/

Tomara que vingue.

Publicado em 26/02/2014 às 11:44

Morreu o monstro do violão, Paco de Lucia

O nome talvez diga pouco para o público. Mas o espanhol Paco de Lucia era tão grande pro gênero flamenco em que se especializou que o popularizou para outras vertentes.

Tanto que entre os seus fãs e influenciados um dos maiores é Eric Clapton.

Olha um vídeo dele pra entender de quem falo.

Publicado em 25/02/2014 às 17:06

Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

Estranho pensar que George Harrison faria 71 anos hoje.

Mais estranho era o gosto dele por guitarras variadas.

Ele teve todas. E usou todas.

Dá uma olhada na linha do tempo dele de guitarras.

Essa Egmond foi a primeira (violão no caso), e pagou 3 libras por ela(e). Vale hoje supostamente U$ 800 mil.

georgeharrisonprtimeira Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

Aí adquiriu essa Hofner em 1959.

georgeharrisonhofner Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

Depois, ainda em 1959, quis uma Strato e comprou esta Futurama, tcheca.

georgeharrisonfuturama Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

georgeharrisonresonet Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

Aí, em 1961, começa a fase Gretsch, que usou muito até 1964. Seguem três modelos, Duo Jet, Firebird e Tennesseean.

georgeharrisongretschduo Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

georgeharrisongretschfirebird Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

georgeharrisongretsch619 Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

Entre elas, usou uma Mason Mastersound.

georgeharrisonmason Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

Logo, as minhas preferidas, as Rickenbacker. Uma 425 e uma 360 de 12 cordas.

georgeharrisonricken425 Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

georgeharrisonricken36012 Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

georgeharrisonricken36012a Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

Aí muda radicalmente e vai para uma Fender Strato, lá pra 65.

georgeharrisonfenderstrato65 Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

Vem a fase Gibson/Epiphone, com a sequência de uma 345, uma Epiphone 230, uma SG e fecha a conta com uma Les Paul.

georgeharrisongibson345 Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

georgeharrisonepiphone230 Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

georgeharrisongibsonsg Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

georgeharrisongibsonlespaul Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

Como não poderia faltar, uma Fender Telecaster.

georgeharrisonfendertele Todas as guitarras de George Harrison, que faria 71 anos hoje

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