Publicado em 23/09/2015 às 12:12

este tweet do Tommy Lee sobre o Lars Ulrich diz meio que tudo

Lembrando que ele tuitou do Rock in Rio, quando o Mötley Crüe tocou antes do Metallica, no sábado

tommy este tweet do Tommy Lee sobre o Lars Ulrich diz meio que tudo

Publicado em 22/09/2015 às 12:26

O (talvez) melhor filme de todos completa 25 anos esta semana. Dá uma olhada como estão os atores

goodfellas 1024x674 O (talvez) melhor filme de todos completa 25 anos esta semana. Dá uma olhada como estão os atores

“Desde que consigo me lembrar, sempre quis ser um gângster.” São os primeiros segundos do monólogo inicial do filme, na voz do ator Ray Liotta (Henri Hill no filme). E “Os Bons Companheiros” tem os melhores monólogos da história do cinema.
Sabe quando citam “Apocalypse Now”, quando Robert Duvall fala: “Você sente esse cheiro, filho? Napalm. Nada no mundo cheira como isso. Eu adoro o cheiro de Napalm pela manhã. Sabe, uma vez bombardeamos uma colina por 12 horas seguidas. Quando acabou, fui dar uma volta ali. Não achamos um sequer deles… Nenhum corpo fedorento. O cheiro, sabe esse cheiro de gasolina, na montanha inteira. Cheira a… Vitória.”? Pois é, “Bons Companheiros” está coalhado deles. Dão uma dinâmica primorosa ao filme.
Fora algumas das melhores e mais inimagináveis cenas da história das películas, como quando o trio de mafiosos tem que se livrar de um corpo no porta-malas e resolvem dar uma paradinha na casa da mãe de um pra fazer um lanchinho na madrugada. A própria mãe do diretor é a personagem, e faz a típica mãe italiana que enche o filho e amigos de pasta enquanto mostra a pintura de cachorrinho que acaba de fazer. O filho pede uma peixeira e uma pá emprestada para a mãe e tudo funciona como se fosse a coisa mais corriqueira do mundo.
Escrevo e dá vontade de assistir e novo, e de novo
Bom, se você não assistiu ainda, sorte a sua que terá o privilégio da novidade.
Dá uma olhada como estão os protagonistas.

ray liotta 1024x664 O (talvez) melhor filme de todos completa 25 anos esta semana. Dá uma olhada como estão os atores

Ray Liotta, que fez Henri Hill, narrador no filme

joe pesci 1024x664 O (talvez) melhor filme de todos completa 25 anos esta semana. Dá uma olhada como estão os atores

Tommy DeVito (Joe Pesci), único Oscar do filme, de ator coadjuvante

robert de niro 1024x664 O (talvez) melhor filme de todos completa 25 anos esta semana. Dá uma olhada como estão os atores

Robert De Niro (Jimmy Conway), o cara que nasceu para intrepretar mafiosos

lorraine bracco 1024x729 O (talvez) melhor filme de todos completa 25 anos esta semana. Dá uma olhada como estão os atores

Lorraine Bracco, que intrepretou a mulher de Henri Hill, Karen

samuel jackson 680x1024 O (talvez) melhor filme de todos completa 25 anos esta semana. Dá uma olhada como estão os atores

Samuel Jackson (Stacks), que logo depois foi adotado por Tarantino

paul sorvino 1024x720 O (talvez) melhor filme de todos completa 25 anos esta semana. Dá uma olhada como estão os atores

Paul Sorvino, que foi Paul Cicero. Não à toa tenho um gato chamado Cicero

martin scorsese 1024x664 O (talvez) melhor filme de todos completa 25 anos esta semana. Dá uma olhada como estão os atores

O diretor Martin Scorcese, que só viria a ganhar Oscar como tal quase 20 anos depois

charles scorsese catherine scorsese 1024x586 O (talvez) melhor filme de todos completa 25 anos esta semana. Dá uma olhada como estão os atores

E os pais de Scorcese. Charles interpretou cozinheiro na prisão e morreria três anos depois do filme, e Catherine, a mãe da cena clássica, faleceu sete anos depois

E abaixo alguns dos monólogos e diálogos.
“As far back as I can remember, I always wanted to be a gangster. To me, being a gangster was better than being President of the United States. (…) To me, it meant being somebody in a neighborhood that was full of nobodies.”

“One day some of the kids from the neighborhood carried my mother's groceries all the way home. You know why? It was outta respect.”

“For most of the guys, killings got to be accepted. Murder was the only way that everybody stayed in line. (…) Shooting people was a normal thing. It was no big deal.”

“Saturday night was for wives, but Friday night was always for the girlfriends.”

“You know, we always called each other goodfellas. Like you said to, uh, somebody, "You're gonna like this guy. He's all right. He's a good fella. He's one of us." You understand? We were goodfellas. Wiseguys. But Jimmy and I could never be made because we had Irish blood. It didn't even matter that my mother was Sicilian. To become a member of a crew you've got to be one hundred per cent Italian so they can trace all your relatives back to the old country. See, it's the highest honor they can give you. It means you belong to a family and crew. It means that nobody can fuck around with you. It also means you could fuck around with anybody just as long as they aren't also a member. It's like a license to steal. It's a license to do anything.”

“If you're part of a crew, nobody ever tells you that they're going to kill you. It doesn't happen that way. There weren't any arguments or curses like in the movies. So your murderers come with smiles. They come as your friends, the people who have cared for you all of your life, and they always seem to come at a time when you're at your weakest and most in need of their help.”

Publicado em 11/09/2015 às 14:54

saiu o trailer do documentário de “De Volta pro Futuro”

mas a boa notícia é que vai ter um documentário sobre a trilogia.

Publicado em 08/09/2015 às 13:38

Guitarristas do Viper se entrevistam no lançamento do disco solo de Felipe Machado

Yves Passarell está agora no Capital Inicial.
Felipe Machado continua no Viper, no jornalismo e acaba de lançar disco solo, o excelente FM.
Tem show de lançamento na quinta, dia 10, em São Paulo, no Na Mata.
Yves topou o desafio de entrevistar o parceiro de décadas de guitarra.
Dá uma olhada:

Publicado em 02/09/2015 às 10:32

Gêmeas bonitonas tocam “One”, do Metallica, em harpa

Acho que postei isso só pelo prazer de escrever o título
Não tenho paciência pra essa onda de tocar "Raining Blood" no banjo, versão country de Carcass, Burzum na flauta doce por um bando de crianças...
Mas essa versão abaixo ficou bem legal

Publicado em 01/09/2015 às 10:42

Heavy metal no cinema mainstream nacional – Entrando Numa Roubada

entrandonumaroubada 11 420x325 Heavy metal no cinema mainstream nacional – Entrando Numa Roubada

O André Moraes e eu tínhamos projeto de trazer de alguma forma pro Brasil o “Rock of Ages”, musical da Broadway de metal farofa dos anos 1980.
Tom Cruise foi mais rápido e lançou o filme sobre o musical. Fraquinho, na minha opinião, já que ele não tem o background do gênero.
Claro que uma coisa tem pouco a ver com a outra e Tom Cruise não deve nem saber que alguém no Brasil gosta de heavy metal. Mas o André gosta. E muito. E está lançando esta semana, quinta-feira, dia 3, seu primeiro longa, “Entrando Numa Roubada”.
É produção giga, com a seguinte escalação de elenco: Deborah Secco, Lucio Mauro Filho, Bruno Torres, Julio Andrade, Marcos Veras, Thogun Teixeira, Aramis Andrade, Ana Carolina Machado, Zé do Caixão e por aí vai.
Não é mais um besteirol “comédia” nacional caça-público. Mas é mesmo assim engraçado e com potencial caça-público, pois é um road movie cheio de metalinguagem, homenagem ao cinema de ação, cultura pop e tudo isso aí mais aquilo lá.
Conta a história de um elenco que fez um filme fadado a mudar a carreira de todos só que por razões que só a arte explica todos se ferraram nas carreiras e ganham uma segunda chance quando uma verba para nova produção é aprovada. Um deles vê a chance de se vingar de um traíra e arma um “roteiro” de assaltos reais. E aí...aí entra o filme, que recomendo firmemente, cheio de camisetas e pôsteres de metal, trilha pesada.
Saca o trailer:

O André tem uma história no cinema, com trilhas e clipes e curtas e produções várias, mas ganhe uns minutos de vida pra assistir a Ópera do Mallandro, encharcado de Mötley Crüe e Sergio Mallandro.
(O curta conta a história de um garoto - Michel Joelsas, de "O Ano Em Que Meu Pais Saíram de Férias" - que, em sua última prova de recuperação na escola, tem a tarefa de escrever um texto em 15 minutos. Durante o processo criativo, o menino embarca por um universo musical cheio de personagens e mitos dos anos 80 revividos em quatro números musicais embalados por releituras de sucessos do Sérgio Mallandro.)

Ou o clássico “O Destino de Miguel”, que depois foi largamente imitado em dublagens sobre filmes clássicos, até na MTV. Assista, ouça e desvende as vozes de Caetano Veloso, Lázaro Ramos, Sidney Magal, Jairzinho, entre outros.

Página 5 de 128Primeiro...34567...Último