Publicado em 25/08/09 às 10:02
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Publicado em 25/08/09 às 10:02
Publicado em 24/08/09 às 10:01
Queria ter a sensibilidade do Mr. Watterson, o cara que criou "Calvin e Haroldo", quadrinho inacreditável sobre um garoto de uns cinco anos e seu tigre de pelúcia que ganha vida quando não há ninguém por perto.
Vai rolar um documentário sobre o efeito do quadrinho no mundo. Watterson não dá as caras - ele nunca aparece. Mas Calvin diz tudo o que precisa ser dito. Sobre tudo.
Confira o teaser clicando abaixo:
Publicado em 24/08/09 às 01:00
Uma semana fora. Até dia 17. Vou ter conexão. Mais restrita. Deixo quatro videozinhos e duas fotos.
Os vídeos passaram na TV Cultura e Rede Minas. São da cobertura que fiz com Alto-Falante de festival recente. Só tive chance de vê-los esta semana. E valem MUITO a pena! Apesar de mim...hehehe
Bom gosto incrível do Terence na edição. Vamos a eles:
Primeiro dia do festival. Destaques para Yeah Yeah Yeahs, Grizzly Bears, Al Green, Beastie Boys, TV on the Radio, Public Enemy. Dia 12 de junho de 2009.
Segundo dia do festival. Destaques para Bon Iver, Mars Volta, Decemberists, Wilco, MGMT, Bruce Springsteen, Nine Inch Nails, Ben Harper, Elvis Costello, Govt Mule. Dia 13 de junho de 2009.
Parte 1 do segundo dia
Parte 2 do segundo dia
Terceiro dia do festival. Destaques para Okkervil River, Dillinger Scape Plan, Snoop Dogg, Band of Horses, Neko Case, Shadows Fall. Dia 14de junho de 2009.
E duas fotos para o Dia dos Pais (no caso, eu com o meu)


Publicado em 24/08/09 às 01:00
hit da redação.
Publicado em 24/08/09 às 01:00
Uma semana fora. Até dia 17. Vou ter conexão. Mais restrita. Deixo quatro videozinhos e duas fotos.
Os vídeos passaram na TV Cultura e Rede Minas. São da cobertura que fiz com Alto-Falante de festival recente. Só tive chance de vê-los esta semana. E valem MUITO a pena! Apesar de mim...hehehe
Bom gosto incrível do Terence na edição. Vamos a eles:
Primeiro dia do festival. Destaques para Yeah Yeah Yeahs, Grizzly Bears, Al Green, Beastie Boys, TV on the Radio, Public Enemy. Dia 12 de junho de 2009.
Segundo dia do festival. Destaques para Bon Iver, Mars Volta, Decemberists, Wilco, MGMT, Bruce Springsteen, Nine Inch Nails, Ben Harper, Elvis Costello, Govt Mule. Dia 13 de junho de 2009.
Parte 1 do segundo dia
Parte 2 do segundo dia
Terceiro dia do festival. Destaques para Okkervil River, Dillinger Scape Plan, Snoop Dogg, Band of Horses, Neko Case, Shadows Fall. Dia 14de junho de 2009.
E duas fotos para o Dia dos Pais (no caso, eu com o meu)


Publicado em 22/08/09 às 02:26
por favor, faça com que a turnê do Slayer passe por aqui.
Amém.
July
10 Sleep Train Amphitheatre, Sacramento, CA
11 Shoreline Amphitheatre, San Francisco, CA
12 San Manuel Amphitheatre, San Bernardino, CA
14 White River Amphitheatre, Seattle, WA
17 Cricket Pavilion, Phoenix, AZ
18 Journal Pavilion, Albuquerque, NM
19 Fiddler's Green Amphitheatre, Denver, CO
21 Capitol Federal Park @ Sandstone, Kansas City, MO
22 Verizon Wireless Amphitheatre, St. Louis, MO
24 Lakewood Amphitheatre, Atlanta, GA
25 Verizon Wireless Music Centre, Indianapolis, IN
26 First Midwest Bank Amphitheatre, Chicago, IL
28 Molson Amphitheatre, Toronto, ONT CANADA
29 Toyota Pavilion, Scranton, PA
31 Blossom Music Center, Cleveland, OH
August
1 Post Gazette Pavilion, Pittsburgh, PA
2 DTE Energy Music Theatre, Detroit, MI
4 Comcast Center, Boston, MA
6 Virginia Beach Amphitheatre, Virginia Beach, VA
7 Susquehanna Bank Center, Camden, NJ
8 Comcast Theatre, Hartford, CT
9 Nissan Pavilion, Washington, D.C.
11 Ford Amphitheatre, Tampa, FL
12 Cruzan Amphitheatre, West Palm Beach, FL
14 AT&T Center, San Antonio, TX
15 Superpages.com Center, Dallas, TX
Publicado em 18/08/09 às 01:00

a matéria foi publicada no Virgula, mas como já saiu do destaque, reproduzo.
por Luiz Cesar Pimentel
Haih, primeiro disco deestúdio dos Mutantes, já está em pré-venda na famosa loja onlineAmazon. Europeus, norte-americanos, japoneses, australianos ecanadenses terão a bolacha à disposição nas lojas no dia 8 de setembro,data do lançamento mundial. Mas não os brasileiros.
A Sony/BMG, que lançou o trabalho ao vivo mais recente, de 2006, não deu bola para o trabalho de inéditas. E Sérgio Dias,líder e fundador da banda, há 43 anos, rebate dizendo que não pode darbola para o País quando seu trabalho repercute tão facilmente noExterior. Mas ainda há esperança: segundo ele, se nenhum outro selo seinteressar, o disco será lançado por aqui de maneira totalmenteindependente.
Em entrevista ao Virgula,Dias fala sobre lançamento em tempos de internet, o impedimento atualde falar com o irmão Arnaldo e como a ditadura militar ainda afeta onegócio música no Brasil.
Odisco será lançado 8 de setembro. Ainda não rolou audição, mas anotícia maior para os fãs brasileiros é que não há previsão delançamento por aqui. Assim, conte por onde caminharam nesse trabalho:tropicalismo, psicodelia, rock, progressivo?
É um discocompletamente honesto. Para se fazer um CD depois de uma carreira comoa do Mutantes, e num momento importante como esse, quando essa carreiraestá tão vista internacionalmente, o mínimo de respeito que você deveter pelas pessoas é ser o mais honesto possível.
Este disco não tem nada a ver com qualquer trabalho anterior da gente nem está focado nisso. É um disco do século 21.
Mas e se for obrigado a colocá-lo dentro de uma caixa de gênero?
Aí diria que é mais tropicalista. Mas pra mim tudo é rock’n’roll
Dá pra imaginar isso olhando as parcerias: Tom Zé, Jorge Benjor...
OTom Zé tem parceria comigo em seis músicas. Fizemos muitas músicasjuntos, está sendo uma união maravilhosa, é o parceiro que mais memarcou até hoje – não sei mais viver sem o cara. Era muito criançaquando o conheci, não sabia nem o que conversar com ele. Quando a gentese encontrou no show da independência (dia 7 de setembro, no Museu doIpiranga, em São Paulo), em 2006, rolou. É um barato trabalhar com ele.Ele é um gênio. É como goiabada com queijo
E com o Jorge Benjor?
Foi maravilhoso. Ele nos deu uma música, uma inédita, o que é genial, pois a gente marcou tão forte Minha Menina dele, que foi no (nosso) primeiro álbum (Os Mutantes, 1968).
Quantas músicas tem o disco?
O disco que será lançado no Brasil vai ser diferente do lá de fora. Nós gravamos umas 18 faixas, e lá fora sairá com 12 mais Rings of the World, que é introdução e fim.
Mike Patton (Faith no More) declarou que participaria. Rolou?
Elegostaria de participar, mas queria muito que lançássemos pela companhiadele, a Ipecac, e deu uma certa briga. Tinha muita gente envolvidanessa história de quem iria lançar, ele, a (gravadora) Chimera, do SeanLennon. Chegou um ponto em que começou a fugir do meu controle epassamos para o nosso advogado. Então chegamos juntos à decisão delançar pela Anti/Epitaph Records, o que foi ótimo. Acho que ele ficoumeio ofendido com isso e queria que a gente pagasse a participaçãodele. Aí nem a pau.
E o Erasmo Carlos?
O Erasmo cedeu uma música pra gente, mas essa sai no disco quando for lançado no Brasil. Com letra da Bia (Mendes, nova vocalista).
Mais convidados? O Devendra Banhart queria participar também.
Efetiva,só o Tom Zé. E músicas do Jorge Benjor e do Erasmo. Uma das coisas queme pautou é que não tivesse muitas participações, pois queria que fosseum disco dos Mutantes.
Se não, seria mais um disco-tributo.
E eu não estava a fim disso. O Devendra participou naquele Mutantes Depois (música inédita lançada em 2008). O importante agora é mostrar realmente para quê a gente veio, para apanhar ou ganhar.
Nesses 35 anos desde o Tudo foi Feito pelo Sol(último disco de estúdio da banda, de 1975) o mundo da música mudoudemais. O conceito de disco praticamente se perdeu. No ano passado,vocês lançaram uma faixa gratuita pela internet (Mutantes Depois), que foi o primeiro passo em um novo terreno. Como você vê isso para esse lançamento?
Umdos lugares onde mais radicalmente mudou o mercado da música foi oBrasil, pelo legado do golpe de Estado de 1964. A coisa que foi maisdifundida e instaurada no país foi a corrupção. Hoje em dia, a gente écorrupto sem perceber.
A gente usa Windows pirata, baixa música enem percebe o que está fazendo. Se for olhar pelo certo e errado, pelalei, quando você está baixando a música de uma pessoa sem pagar porisso, você está enfiando a mão no bolso dessa pessoa, roubando-a.
Masestamos em um momento de mudança grande. Tem que mudar, não há dúvida –as gravadoras estão em colapso, tudo isso. Mas ao mesmo tempo, olançamento desse disco mundialmente, da maneira como está sendo feito,é extremamente gratificante para nós. Em plena crise americana, estamoscom um contrato fortíssimo, vamos fazer quase 30 shows nos EstadosUnidos, depois seguimos para a Europa.
E em relação a Bia Mendes, nova cantora? Sempre existirá a sombra da Rita Lee.
Acho que ficou no passado, uma vez que a Zélia (Duncan)fez um ótimo trabalho em 2006. E a Bia é perfeita. Não é tão conhecidamas tem uma assinatura de voz muito forte, personalidade maravilhosa.Eu a conhecia há 20 anos. Quando pintou Mutantes Depois,eu precisava de uma voz feminina, ela estava em casa e perguntei: -“Você não quer cantar?”. Ela cantou e eu pensei: “Que assinatura, quepersonalidade”. Aí eu a convidei. Foi natural, como com a Zélia. Elaestava no lugar certo na hora certa.
Vocêstêm um trabalho que alcançou figuras importantíssimas, que nutremadmiração confessa pela banda: Kurt Cobain, Mike Patton, Sean Lennon. Erecentemente li uma declaração da (atriz) Natalie Portman dizendo que éa banda que ouve atualmente. Como é isso para você?
Eu litambém. Que legal, né? Isso só pode dar uma humildade enorme e umagratidão imensa com o universo. Você ver sua música sobreviver a vocêmesmo, tomar o vulto que tomou...
Antes do Barbican (Theatre, em Londres, que recebeu o show da volta da banda, com Arnaldo Baptista incorporado)não existia nada, ninguém tocando a (nossa) música, nem gravadora,nada. Aí a gente disse sim e tivemos três meses de ensaio. Logo depois,sem ter tocado uma nota, estávamos com a turnê americana inteirinhafechada. Eu nunca ouvi falar algo parecido com isso na minha vida.
Émais uma barreira vencida, uma maneira de provar que Mutantes, de novo,quebra a estrutura do sistema. O sistema envolveria todo um mercado, epara a gente mercado é para peixe.
E sobre a capa do disco novo?
Essa aí ninguém ainda sabe.
E pode falar?
Ok, vou abrir para você. Sabe o corvo da capa? Haih significacorvo na língua shoshone, dos índios americanos (do Estado) de Nevada.O corvo tem estado presente em nossa vida há um tempo. Sempre quis terum corvo como animal de estimação – é um bicho muito forte, mágico,está com as bruxas, com Edgard Allan Poe. Não é um mero periquito.
Aborboleta, que veio n(a capa d)o outro disco, é uma belo exemplo demutação. Mas o corvo é muito mais forte. (Para tirar) Essa foto eufiquei atormentando um desgraçado de um corvo uma hora. Ele olhou paramim e eu consegui tirar. Mas ele me olhou de um jeito: “Ok, você é opróximo”. E eu me senti a carniça. Adoro essa foto.
Emrelação à sua família, você tem dois irmãos considerados gênios. OArnaldo, famoso pelos Mutantes, e o Claudio, que é uma espécie deProfessor Pardal de equipamentos musicais. Imagino que tenham marcadosua vida e carreira. Mas em que nível?
Eu sou subproduto doClaudio, do Arnaldo, do meu pai, da minha mãe. E isso me é de um valorenorme. Meu pai e minha mãe, que permitiram que tudo isso acontecesse.Quando disse que ia sair da escola aos 13 anos porque estava convencidode que era um profissional da guitarra ela (mãe) não me mandou procolégio interno. Só falou: “Se você é profissional, pode começar aganhar seu dinheiro”. Comecei a dar aula e em seis meses estava fazendoisso. E foi ela que comprou minha primeira guitarra elétrica.
E sua relação atual com o Arnaldo, depois da turnê?
Não tenho tido contato, infelizmente. A moça que toma conta dele (Lucinha Barbosa, que é casada com Arnaldo e com quem ele vive junto em um sitio em Juiz de Fora) cortou nossa comunicação.
Como assim?
Infelizmenteela não permite que eu fale com ele. Como ele está sob tutela e guardadela, não quero entrar com os dois pés no peito e gerar um transtornona vida do Arnaldo. Acho que quando ele estiver pronto e quiser secomunicar será um sonho. Eu tive a sorte de tê-lo ao lado no ano daturnê, pudemos tocar juntos e eu vê-lo se desenvolvendo. Mas acho que,quando ela o viu crescendo tanto assim, deve ter se sentido ameaçada...
E criou uma “bolha de proteção”?
Comcerteza. Tanto que não permitiu que ele tocasse nos quatro últimosshows da turnê inglesa. Tive que ir sozinho para o show, sem o Arnaldo.A gente (banda) é bom o suficiente para passar por cima disso. Maspessoalmente é muito difícil. Foi muito difícil dizer adeus para meuirmão no (aeroporto) Heathrow (em Londres), chegar aqui, ligar para láe não poder falar com ele.
Você assistiu Loki (documentário sobre Arnaldo)?
Não fui. Eu sabia que ela (Lucinha) e ele estariam lá e eu não queria causar nenhuma situação de incômodo.
Mas nem agora que entrou em cartaz?
Nãofui porque não estava no Brasil. Estava em Las Vegas e depois me enfieino estúdio. Estou ensaiando com Mutantes, preparando a turnê e mixandoum trabalho que gravei com uns franceses chamados Tahiti Boys (and the Palmtree Family).
O disco terá lançamento mundial no dia 8 de setembro. Menos no Brasil. A pergunta de um milhão de dólares: como assim?
Pois é, sai na Europa inteira, Estados Unidos, Japão, Austrália, Canadá...
Masnão tenho a menor ideia da razão (de não sair no Brasil), já quepúblico a gente tem. No (Museu do) Ipiranga tinha 80 mil pessoas.
Brasileirotem uma coisa de dar tiro no pé. Acho que quando o Arnaldo e a Zéliasaíram criou um pretexto para acharem que não ia acontecer...
Nemperdi tempo com o Brasil em relação a gravadora. Deixo acontecer. Paraque perder tempo se estava com tanta requisição mundial?
Ficomuito triste como brasileiro de não poder dar esse presente antes proBrasil. Sou paulistano, sou brasileiro, nosso disco inteiro é cantadoem português, mas...
E não é um Technicolor (disco gravado em 1971, na França, e lançado em 1999, com músicas em inglês e francês, adaptado ao mercado internacional)
Nossodisco inteiro é em português e será ouvido no mundo inteiro.Infelizmente. Mas não vou perder tempo na fila de gravadora, esperandodizerem sim ou não. Mutantes hoje é uma banda internacional. Lá fora,nós somos extremamente bem tratados. Aqui também, mas pelo nossopúblico. Espero que, de algum jeito, ele saia por aqui.

Publicado em 07/08/09 às 01:00
Publicado em 05/08/09 às 01:00
hit da redação.