Publicado em 30/07/2010 às 01:44

Listen to Black Sabbath

Às vezes esqueço o quanto Black Sabbath é bom. Mais injusto que isso, impossível.

Por sorte, o randômico do iPod me lembra.

Fiquei ouvindo na sequência, fui conferir no iTunes (pois sou tonto a ponto de categorizar as músicas por estrelas) e percebi que é o grupo (ao lado dos Beatles e Slayer) que mais tem músicas entre 4 e 5 estrelas (de 5 possíveis). Separei 28, para uma potencial coletânea. Mas caberiam mais 28, fácil.

Seguem, sem ordem de preferência:

  • N.I.B.
  • Children of the Grave
  • Neon Knights
  • Heaven & Hell
  • Wishing Well
  • Into the Void
  • Sabbath Bloody Sabbath
  • Children of the Sea
  • Paranoid
  • The Wizard
  • War Pigs
  • Evil Woman Don´t Play Your Games With me
  • Supernaut
  • Die Young
  • Snowblind
  • Black Sabbath
  • Sympton of the Universe Mob Rules
  • Sign of the Southern Cross
  • Tomorrow´s Dreams
  • Sweet Leaf
  • After Forever
  • Turn up the Night
  • Country Girl
  • Never Say Die
  • Iron Man
  • Electric Funeral
  • A Hard Road
  • It´s Alright
Publicado em 23/07/2010 às 08:35

O dia em que fui no Ronnie Von, meu ídolo

Esta semana assisti a um vídeo do Ronnie Von cantando “Cachoeira” no Chacrinha, em 1983. E fiquei com saudade do dia em que fui entrevistado pelo meu ídAlo. O texto é de 2006, acho, e segue abaixo (abaixo da foto que tirei na casa dele, depois, quando os papéis inverteram e fui entrevistá-lo).

4859 O dia em que fui no Ronnie Von, meu ídolo

"Não sou o Jack Bouer, mas tive alguns momentos engraçados nas últimas 24 horas.

Minha epopéia começou ontem às 20h, quando fui para a TV Gazeta gravar o programa do meu ídolo Ronnie Von, “Todo Seu”. Estava realmente feliz por dois motivos em especial:

1 – Eu sou, sim, fã do Ronnie Von. Os três discos psicodélicos dele, de 1968 (“Ronnie Von”), 69 (“A Misteriosa Luta do Reino do Parassempre Contra o Império do Nuncamais”) e 70 (“A Máquina Voadora”) dormem na minha cabeceira.

2- Minha mãe é fã do Ronnie também e ficou toda animada quando disse que haviam me chamado para falar sobre meu livro, “Sem Pauta” (espacinho de merchan: http://seoman.com.br/documents/41.html).

Cheguei à casa da minha mãe, pois a convidei para ir junto e a encontro toda arrumadinha.

Na Gazeta, ficamos na sala de espera, em uns sofás, e para cada pessoa que entrava ela tinha um comentário: “Esse loiro fala sobre cinema. Ele é muito bom”, “O Ronnie Von brinca que essa menina que veio pegar seus dados é filha dele, e a chama de Luciana Von”, “Esse rapaz que fala sobre....(esqueci, acho que era boas maneiras) é tão educado!” (obs de 2010: Fabio Arruda, que ficou famous na Fazenda).

Pouco depois me chamam para a maquiagem.

Como assim?

Felizmente a maquiagem significava que durante uns 7 segundos uma dona moça espanaria minha cara com um pincel. “Para não dar brilho na TV”, me explicou. Depois pegou uma escovinha e penteou minha sobrancelha. Admito que gostei da penteadinha de sobrancelha.

Saí da sala com o rosto quente de vergonha, com medo de estar parecendo a Ru Paul, e não tinha coragem de fazer contato visual com ninguém. Mas minha mãe garantiu que não parecia estar maquiado. Lembrei também que se quisesse levar adiante não poderia ficar olhando pra baixo na hora do programa.

Entramos no estúdio e, acomodados em umas cadeiras, Ronnie vem à nossa direção e nos cumprimenta. Um lord, diria. Passaria batido no Palácio de Buckingham!

Depois da apresentação de um grupo estilo Legião-Urbana-na-roda-de-violão-e-o-amor-às-cachoeiras, o produtor pede que sigamos para o cenário da cozinha, onde rolaria o bate-papo. Era para um quadro chamado Opinião Masculina.

Ronnie faz a entrada triunfal e se dirige a mim: “Poxa, mas nem te cumprimentei direito ali...”. E eu, grosso como uma mula, achando que seria engraçadinho: “Pois é, me ignorou!”. Sorte que ele riu.

Junto, estava sendo entrevistado um ator, Antônio Petrin. Ronnie apresenta o ator, que solou sobre a peça de Becket em que atua por uns 10 minutos. Quando chegou a vez de me apresentar, já estava meio zonzo da explicação empolgada sobre a peça. Nem lembro o que respondi – foi no automático.

Eis que ele saca a arma: “Mas como vocês devem saber (Nota da redação: eu não sabia), este é o espaço masculino do programa, onde discutimos mulheres. E o tema de hoje é traição!”.

Como assim? Traição? Onde há um gancho entre um livro de reportagens, diários e fotos de viagens internacionais e traição? Mas Ronnie é Ronnie.

“Luiz, por esses lugares malucos por onde você passou, em qual achou que as mulheres eram mais diferentes das brasileiras?” Também não lembro direito o que respondi. Falei algo sobre a China, sobre abortos de meninas pela preferência de se ter filhos homens e sobre a deusa viva do Nepal, a Kumari, e escapei pela tangente.

Mas Ronnie não se mostrou satisfeito.

“E por esses lugares malucos por onde você passou, onde a traição é punida severamente?”

Falei sobre a Índia, casamentos arranjados e também sobre práticas de extirpação de clitóris no Sudão. Naquela situação, poderia discursar uns bons minutos sobre crescimento sustentável na visão quântica da física, dada a minha saia justa.

Mas estava divertido. Muito divertido, aliás.

A saia só voltou a apertar quando o jantar foi servido.

Sim, no quadro os convidados jantam. E claro que para um vegetariano como eu eles serviram peixe. Mandei ver no risoto de pupunha e na gota de maracujá de sobremesa e escondi o peixe embaixo de umas bananas assadas. Mas tive que elogiar. “Delícia, Jorge!” (Jorge é o nome do cozinheiro que foi convidado.)

Chegamos à reta final do programa e eu tento mais uma vez ser engraçadinho. Ronnie, que nunca deixa de ser Ronnie, solta uma: “Vocês acham que aquele cara ruim no babado, ruim na horizontal, tem mais chance de...?” e coloca os dois dedos formando chifres na cabeça.

Mando de sem pulo: “Ah, Ronnie, isso aí não saberei te responder”, achando que estava emendando direto no ângulo. Percebo que:

1. ou ele não entendeu a piada,

2. ou, pior, não gostou da piada, quando ele responde: “Por quê?”. Na hora, desce como um raio a idéia de que se ele não entendeu a piada, o público também não teria entendido. Fico com vontade de arrancar minha língua e me enforcar com ela, e solto um tímido “tô brincando”.
Ronnie, que é sempre e eternamente Ronnie, finaliza com um “amo todas vocês”, dirigido às telespectadoras. O ator se levanta e ficamos o Príncipe e eu terminando a sobremesa e conversando sobre o Camboja.

Momento inesquecível, diria: discutir política internacional com meu ídolo.

Tiramos uma foto para o site do programa (abaixo) e Ronnie engata uma conversa com a diretora do programa.

É a deixa para que chame minha mãe e a apresente ao mestre.

“Ronnie, esta é minha mãe, Felícia, e é a primeira vez que ela fez questão de acompanhar a divulgação do livro.” (foto também abaixo, junto ao Fabio Arruda)


Ela: “Assisto todos os dias. E lembro até da primeira vez que você apareceu na TV, magrinho, cabeludo...”. Sim, eu sou fã do Ronnie, mas minha mãe além de fã dele é fã do programa.

Ele faz justiça ao apelido de Príncipe e a trata com o máximo cavalheirismo. Vibro internamente por esse momento dela.

Peço para tirarmos uma foto e ela pede para que o Fabio Arruda junte-se a nós.
Saco os discos da minha bolsa e peço para ele autografá-los. “São piratas, né? Pois é, esses discos não foram lançados em CD, mas a Universal está fazendo uma caixa com eles”, descubro o furo. (Nota de 2010: os discos já foram lançados, em 2008 se não me engano. Recomendo-os fortemente.)

Ronnie pega a caneta e escreve a dedicatória mais incrível de todos os tempos: “Luiz Cesar, as verdades psicodélicas são permanentes. Abração do Ronnie Von”.

E no outro é o Ronnie Von pós-psicodelia: “Ao Luiz Cesar, as canções e o carinho do Ronnie Von”.

Conta que o Bar Íris, da introdução de “Silvia 20 Horas Domingo” não existe e nos despedimos.


Porque o Ronnie é sempre o Ronnie."

4860 O dia em que fui no Ronnie Von, meu ídolo

 

4861 O dia em que fui no Ronnie Von, meu ídolo

Publicado em 22/07/2010 às 09:10

os melhores textos de todos os tempos

estão definitivamente no jornal O Maskate.

Peguei aleatoriamente quatro de hoje, da coluna Boletim de Ocorrência. E negritei meus trechos preferidos.

Desilusão amorosa

Ao chegar na casa de sua ex-amásia cheio de amor, para tentar uma reconciliação, o pedreiro Josival dos Santos Pereira, 29, encontrou nada mais que um porta-retrato da doméstica Lohane Ribeiro da Silva, 24, com outro figuraça e o que é pior, um cara com um bonezinho safado jogado pro lado. Acabou em espancamento. O fato aconteceu no bairro Novo Israel, zona Norte. Josival surpreendeu a doméstica com um Tiger Uper Cut, quando ela se levantou, ele correu pisou num banco e voando por cima aplicou uma joelhada tailandesa nos peitos da infeliz que voou longe. Em seguida, achando pouco, deu uma seqüência alucinante de tapas na cara da pobre. É óbvio que ela foi par ao João Lúcio, Josival abriu no trecho.

 

Fraternidade satânica

Cansado do marasmo, Satã pôs seus filhos para lutar para saber quem era o melhor, o combate aconteceu no conhecido Bar dos Amigos, no bairro João Paulo, zona Leste, na noite de ontem. Três galerilsons, os mais fracos, levaram a pior e foram bater no pronto-socorro, todos já conhecidos pela Polícia: Raimundo Soares da Silva, 25, o incrível “Indião” e Kleberson Costa Pinheiro, 23, o fabuloso “Bebetinho”, além de Judson Batista Batata, 24, o “Kiko”, todos com lindas e gigantescas fichas criminais. Eles deram entrada no João Lúcio todos ticados. Os agressores, não foram sequer identificados pelas vítimas, porque todos fazem parte da fraternidade satânica da zona Leste.

 

Protegido pelo tinhoso

Uma faca tramontina conheceu toda a beleza interior do galerilsonMarcelo Menezes Ramalho, 23, o “Neguinho” na noite de ontem, no bairro do Jorge Teixeira 3, zona Leste, porque simplesmente foi cravada em seu abdome por um outro galeroso, mais audacioso. Neguinho tinha uma rixa antiga com uma rapaziada esperta e estava dando mole. Ontem, não agüentou a fissura e decidiu comprar um melado, no território de seus desafetos, quando estava voltando, com a droga no bolso e com água na boca para degustá-la, foi surpreendido com dois galerosos que o furaram. Neguinho invocou a proteção de seu pai celestial, Satã, que o protegeu da morte, porque tem planos para ele. Neguinho foi bater no João Lúcio e já planeja a vingança.

 

Trânsito muito louco

Depois de inebriar-se com muita cachaça e pra lá de Mahaqueshi, cambaleando em “zigue-zague” pelas ruas, o desocupado José Francisco Vieira da Cunha, 45, foi atropelado por um veículo envenenado e desconhecido na avenida Grande Circular, na madrugada de ontem. Uma ambulância foi acionada para o local e encontrou o infeliz inconsciente, mas ainda sobre efeito de muita cachaça. Ele portava uma preciosa garrafa de cana pela metade e quebrou apenas uma perna, um braço, três costelas e ganhou lindas cicatrizes, mesmo assim, ele se sentiu um felizardo, já que nada aconteceu à garrafa de cachaça.

(dica do @daniel__motta)

Publicado em 21/07/2010 às 05:23

se os blockbusters fossem rodados na Idade Média….

esses seriam os cartazes

MATRIX

4789 se os blockbusters fossem rodados na Idade Média....

 

HOMEM-ARANHA

4790 se os blockbusters fossem rodados na Idade Média....

 

EXTERMINADOR DO FUTURO

4791 se os blockbusters fossem rodados na Idade Média....

 

SENHOR DOS ANÉIS

4792 se os blockbusters fossem rodados na Idade Média....

Publicado em 21/07/2010 às 05:17

a menina cresceu (Dakota Fanning)

e está ótima em Runaways, como Cherry Bomb

4785 a menina cresceu (Dakota Fanning)4786 a menina cresceu (Dakota Fanning)

4787 a menina cresceu (Dakota Fanning)

4788 a menina cresceu (Dakota Fanning)

Publicado em 21/07/2010 às 05:14

os 50 melhores seriados de todos os tempos (segundo a Empire)

Buffy em 2º lugar??

50. Quantum Leap
49. Prison Break
48. Veronica Mars
47. Star Trek: Deep Space Nine
46. Sex And The City
45. Farscape
44. Cracker
43. Star Trek
42. Only Fools And Horses
41. Band Of Brothers
40. Life On Mars
39. Monty Python's Flying Circus
38. Curb Your Enthusiasm
37. Star Trek: The Next Generation
36. Father Ted
35. Alias
34. Frasier
33. CSI: Crime Scene Investigation
32. Babylon 5
31. Deadwood
30. Dexter
29. ER
28. Fawlty Towers
27. Six Feet Under
26. Red Dwarf
25. Futurama
24. Twin Peaks
23. The Office
22. The Shield
21. Angel
20. Blackadder
19. Scrubs
18. Arrested Development
17. South Park
16. Doctor Who
15. Heroes
14. Firefly
13. Battlestar Galactica
12. Family Guy
11. Seinfeld
10. Spaced
9. The X-Files
8. The Wire
7. Friends
6. 24
5. Lost
4. The West Wing
3. The Sopranos
2. Buffy The Vampire Slayer
1. The Simpsons

Publicado em 20/07/2010 às 05:07

Black Sabbath e a chance de vê-los juntos com formação original

como nesta apresentação de 2005 no Ozzfest - Tony Iommi (guitarra), Bill Ward (bateria), Geezer Butler (baixo) e Ozzy nos vocais.

do site da Roadrunner - Ozzy e Tony Iommi chegam a um acordo sobre o nome Black Sabbath:

As BLABBERMOUTH.NET first reported on June 4, Ozzy Osbourne told The Pulse of Radio recently that a lawsuit between him and guitarist Tony Iommi over the use of the BLACK SABBATH name has been settled and that everything is now okay between them.

Osbourne and Iommi have now issued the following joint statement on the matter:

"Ozzy Osbourne and Tony Iommi of the legendary heavy metal band BLACK SABBATH have amicably resolved their problems over the ownership of the BLACK SABBATH name and court proceedings in New York have been discontinued. Both parties are glad to put this behind them and to cooperate together for the future and would like it to be known that the issue was never personal, it was always business."

The original SABBATH lineup of Ozzy, Iommi, bassist Geezer Butler and drummer Bill Ward has not toured together since the summer of 2005, and last convened for their induction into the Rock And Roll Hall Of Fame in early 2006.

In a recent interview with Sunday Mercury, Iommi said that he didn't rule out another reunion with Osbourne. Following the death of singer Ronnie James Dio in May, with whom Iommi had been working recently in the SABBATH offshoot HEAVEN & HELL, Iommi told Sunday Mercury, "I spoke to Ozzy while I was in Los Angeles after Ronnie's funeral . . . Ozzy and I have a complicated relationship but we've always kept in touch, no matter what else might have been going on. Would I play with Ozzy again? Who knows? It's weird with me and Ozzy."

Iommi added, "There can be all sorts of shit going on but when we talk, it's like nothing bad has ever happened."

The Pulse of Radio asked Ozzy if there was once again a chance for the original SABBATH lineup to get together again. "Well, I never say never," he said. "I mean, I've got a few ideas, but we'll see what happens, you know. We did try and do another album, but we've all changed so much and it's — if you don't do an album that blows the doors off the last one that we did together, then it's gonna be looked upon as a joke, you know."

The group did try to record a new album 11 years ago, their first since 1978, but abandoned the attempt after just a couple of songs.

Ozzy released a new solo album, called "Scream", on June 22 and will headline Ozzfest later this summer.

Ozzy filed a lawsuit against Iommi in May 2009, claiming that Iommi illegally took sole ownership of the band's name in a filing with the U.S. Patent and Trademark Office.

Osbourne sued Iommi for a 50 percent interest in the "Black Sabbath" trademark, along with a portion of Iommi's profits from use of the name.

The Manhattan federal court suit also charged that Osbourne's "signature lead vocals" are largely responsible for the band's "extraordinary success," noting that its popularity plummeted during his absence from 1980 through 1996.

Lawyer Andrew DeVore argued that Osbourne signed away all his rights to the BLACK SABBATH trademark after he quit the band in 1979.

Osbourne's lawyer, Howard Shire, called that agreement a "red herring" that was "repudiated" when the singer rejoined in 1997 and took over "quality control" of the band's merchandise, tours and recordings.

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