Publicado em 25/03/2014 às 15:42

antes da fama com Breaking Bad, Bryan Cranston era modelão

Tá aí o mocinho Walter White mostrando que "tem pernas bonitas porque pula corda".

bryan1 antes da fama com Breaking Bad, Bryan Cranston era modelão

bryan2 antes da fama com Breaking Bad, Bryan Cranston era modelão

Publicado em 25/03/2014 às 13:57

Kurt Cobain está vivo e bebendo cerveja na Holanda

Assim como Elvis, Marilyn, Bruce Lee e Tupac Shakur.
Demorou para alguém fazer um comercial assim.

Publicado em 24/03/2014 às 10:38

Kevin Bacon genial reedita Footloose

Assisto atualmente (e regularmente) 9 seriados. E meu celular me avisa quando pinta capítulo novo de um deles para que eu não esqueça.
Entre os favoritos, "The Following". O ator principal deste é Kevin Bacon, que sou velho o suficiente pra ter conhecido nos 80 com "Footloose".
O cara foi no Jimmy Fallon e fez uma entrada triunfal como "white guy can dance" do filme.

Publicado em 24/03/2014 às 10:25

Morreu vocalista do Gwar

David M. Brockie 254x300 Morreu vocalista do Gwar

David M. Brockie tinha 50 anos e era o único membro da formação original da banda de metal escatológico Gwar. No grupo era conhecido como Oderus Urungus.

Foi encontrado morto por colegas com quem dividia a casa onde morava ontem.

O grupo é uma coisa bem americana, sem limites para humor e escatologia na música e performance, com jatos de sangue falso na plateia e o caramba.

Apesar de todo mise-en-scène, o grupo era/é bem legal.

Publicado em 23/03/2014 às 09:53

Música e democracia não combinam. Pelo menos no show do Metallica.

ENO 0111 1024x681 Música e democracia não combinam. Pelo menos no show do Metallica.

Show começou e foi boa parte debaixo d´água - foto do grande Eduardo Enomoto (assim como todas fotos abaixo)

O plano era bom. Como era a sétima vez que o Metallica vinha ao país em 30 e poucos anos de carreira, sendo a quarta nos últimos quatro anos, a turnê foi "by request". Ou seja, quem comprou ingresso votou no repertório da apresentação única no país, neste sábado, em São Paulo. Foi a primeira vez que um grupo chamado METALlica tocou todas as baladas que já compôs.
Ok. Dava pra imaginar. Mesmo saber de antemão, já que o resultado da votação não era sigiloso. Só que é um show caro. Caro pra cacete. Quem bancou a pista premium e ganha salário mínimo ficou com R$ 4 dos R$ 724 da renda mínima nacional da CLT pra passar o resto do mês.
Assim, dá-lhe TODAS as músicas açucaradas de alta rotação nas rádios e MTV (quando existia) desde que o grupo se tornou o maior do mundo, em 1991, com o Black Album.
"Unforgiven", "Nothing Else Matters", "The Day That Never Comes" (que foi a única decidida ainda durante o show - o vocalista James Hetfield até brincou, pois na disputa estava a porrada "Ride the Lightning" e ele ficou cochichando no microfone o nome desta, pra ver se pegavam mais pesado no set). E dá-lhe as músicas que tiveram execuções altíssimas em rádios e TVs, "One", "Enter Sandman", "Sad But True", "Fuel", "Whiskey in the Jar" (única que nunca tinham tocado no país, fora a música nova inclusa), "Wherever I May Roam".
Claro que o show foi bom. Foi ótimo aliás. Se os quatro passassem duas horas e quinze das duas horas e meia que ficaram no palco afinando instrumentos ainda assim seria melhor que 97% dos shows que vejo por aqui. Os caras são de palco. Não há frontman na música igual ao vocalista e guitarrista James Hetfield. Supera até a fraqueza técnica do guitarrista Kirk Hammett e a afetação do baterista Lars Ulrich.
Sorte que ainda sobraram "Battery" e "Master of Puppets", as duas de abertura do discaço que leva o nome da última e que também abriram o show, pois provavelmente perceberam a leveza do set e decidiram começar o show, que começou junto à chuva, com dois pés na porta. E "Creeping Death", "For Whom the Bells Toll", "(Welcome Home) Sanitarium" e "Seek and Destroy". Ainda teve a nova e excelente "Lords of Summer". E me contradigo quase totalmente ao dizer que o ponto alto foi a balada "Fade to Black". Se bem que essa é do "Ride the Lightning", disco de 30 anos atrás que é pancada até quando eram...uhn...meigos.
Como a chuva deu uma trégua nessa hora, gravei até um videozinho no celular.

Publicado em 20/03/2014 às 15:25

Polícia vai reabrir caso da morte de Kurt Cobain

cobain big Polícia vai reabrir caso da morte de Kurt Cobain

Tá, quase certo que não dê nada de novo. Se não a confirmação de suicídio com tiro na cabeça quando o corpo já estava com dose de heroína no sangue suficiente pra matar uma manada de búfalos.

Mas, enfim, tem quatro rolos de filmes (fotos) que só foram revelados agora, 20 anos depois.

Vai entender.

* dica do Rafael Calixxxxxto
* matéria completa aqui

Publicado em 19/03/2014 às 14:14

Tô pensando seriamente em comprar o Pontiac do Chris Holmes, do WASP

Chris Holmes Pontiac 1 Tô pensando seriamente em comprar o Pontiac do Chris Holmes, do WASP

Tremenda barganha - U$ 1500 no Craiglist - por um ítem do cara antológico da virada do metal nos 80, quando deu aquela entrevista clássica para o documentário "The Decline of Western Civilization".

Vem autografado o carro!

Chris Holmes Pontiac 3 300x225 Tô pensando seriamente em comprar o Pontiac do Chris Holmes, do WASP

Mas a descrição é o melhor. Negritei meus trechos preferidos.

This car has never been registered in California and is doubtful that it will pass smog/emissions in its current state. There is no warranty, and the car will be sold as is and will not be pieced out by me.
As you can see by the photographs, this car is in need of restoration. It does start and can be driven, although I would not attempt to drive it any distance in its current condition. I do not know the size of the engine, but was told it is a small block Chevy. You would have to examine it further to verify. The frame is straight, no collisions are in record. The body has some dents and is in dire need of paint. The interior is in need of complete restoration. The car starts by turning on an electric fuel pump, then a switch starts the engine. It does sound pretty badass once it starts! There is a trunk key, but I do not believe there is a lock. The hood has to be propped up.
Obviously this car needs a bumper to bumper face lift. I am selling it for Chris, as he is now touring with a group in Europe. This is his asking price. Chris kept this car running piecemeal for many years. He said the engine is high-performance, but the potential buyer will have to examine it.
I have seen cars in worse condition turn out to be real showpieces. With some TLC, this car would finish out real nice. Chris even signed the hood for posterity!

A entrevista a que me referi (parte dele começa a uns 2min):

Publicado em 19/03/2014 às 11:39

O gênio Bez vai concorrer ao parlamento britânico

bez O gênio Bez vai concorrer ao parlamento britânico

É o que o Happy Monday acaba de anunciar a um jornal de Manchester.

Se não sabe quem ele é, Bez talvez seja o retrato fiel da cena do final dos anos 1980, início dos 90, que ficou conhecida como Madchester.

Eram bandas como o Happy Mondays, de Bez, Charlatans, Stone Roses, Inspiral Carpets, que misturavam dance com rock com psicodelia e muito ecstasy. Bez dançava e tocava maracas no Happy Mondays. Dizem que era o responsável pelo fornecimento de drogas. Enfim.

O cara sobreviveu àquilo, ganhou o Big Brother britânico em 2005 e agora lança uma campanha em que promete acabar com "as guerras, câncer e demência".

Quem é que pode com esse cara?

Publicado em 18/03/2014 às 16:10

Conhece o irmão do Rogério Flausino (JQuest) e do Sideral? Pois deveria.

Casca Grossa 297x300 Conhece o irmão do Rogério Flausino (JQuest) e do Sideral? Pois deveria.

Ele é injustamente o irmão menos famoso dos três na música. Landau.

Eu o conheci há uns 10 anos, quando lançou o primeiro disco e o (que deveria ter sido) hit "Não Sou Irmão de Ninguém".

Na época dizia ser a mistura de Bon Jovi com Amado Batista. Dois mundos que muito me agradam.

Quinta agora ele apresenta o novo (e melhor) disco, "Casca Grossa", no Manifesto Bar, em São Paulo.

E, sério, é um tremendo disco. De rock mesmo. Aí, quem disse que não existia mais grupo de rock no país?

Tem as pitadas country, a temática, o chapelão, mas é um EXCELENTE disco de rock. Te juro. Ouve aí embaixo.

Antes, lê a entrevista que fiz com ele por email, vai.

- Vc começou como “a mistura de bon jovi com amado batista”. Hoje definitivamente não é mais isso. O que você é hoje?
Hoje acredito ser apenas um cantor rancheiro, roqueiro e brasileiro... rs. Ainda continuo muito influenciado pelas bandas de Hard Rock, principalmente do final dos anos 70, e a filosofia do menino do interior (que agora não é mais menino) que há 10 anos vive na cidade grande, ainda continua. Hoje pode-se dizer que sou a mistura de AC/DC com Zé Ramalho! rs...

- Continua não sendo “irmão de ninguém”. Aliás, conta como nasceu isso?
Ahhh isso eu continuo sim... rs...
Quando comecei a cantar eu morava em Belo Horizonte, na época meus irmãos eram as principais referências musicais da cidade e isso às vezes me incomodava. Pois tudo que fazia de bom ou de ruim aos olhos dos outros era por culpa deles... Pensa bem, 1999 o auge do pop rock, raio laser e tudo mais... e eu um maluquinho chapeludo, com uma tatto maior que o peito, era esquisito mesmo né? Mas daí um belo dia nasceu a pérola: "Não sou irmão de ninguém". É claro que isso foi um caso extremamente musical, somos muito unidos, mas atualmente temos falado muito mais de fralda do que de música.

- O disco é muito bom. Sonoridade, composições, produção. E a gente é amigo o suficiente para eu falar a real se não fosse. Como é que você conseguiu fazer um disco de rock com pop tão bom?
Ohhh meu irmão, muito obrigado, você me conhece e me acompanhou nestes 15 anos, fico muito feliz em ouvir isso. Desta vez eu pude planejar este álbum, desde a escolha de quem iria trabalhar comigo até o projeto de capa, data de lançamento e tudo mais. Isso foi o mais importante. Além do produtor Paulo Senoni que já trabalha comigo desde 2006, tive a honra de contar com ajuda de Steve Corrao, que masterizou o álbum em Nashville - TN - EUA, que foi essencial neste trabalho, e a participação especial dos músicos Netto Rockfeller, um expoente do Blues atual, (que participou de duas faixas muito especiais no CD). O Tiago Mineiro, um pianista renomado que também é mineiro de Alfenas, mas mora em Sampa já há dez anos, e a Adriana Farias que abrilhantou o álbum fazendo backing vocals fantásticos, acho que esse foi o segredo. Apesar de tocar todos os instrumentos na gravação, os convidados foram imprescindíveis. Me permitiram passear por vários estilos, como blues e o country.

- Você continua trafegando pelo roteiro dos rodeios, interior? Sua música é bem aceita ali?
Nas arenas de rodeio infelizmente nem tanto como eu gostaria, porém os Pubs, tanto no interior como nas capitais (casas de show pra 200 e 300 pessoas), têm me aceitado bastante, o que é ótimo, graças a Deus, pois o meu maior foco nesta turnê é o fortalecimento nestas casas, este é o meu principal objetivo.

- Dá para viver de música fora do mainstream no Brasil?
Sim, porém é necessário que nossa classe independente se una com força, pois como disse acima, estas casas e pubs estão em alta, e em cidades fantásticas, que possuem shows três ou quatro vezes por semana, tem muito espaço, e pra muita gente. Hoje tenho sido convidado pra participar de shows de bandas de vários estilos e me sinto muito honrado por isso.

- Transforma uma longa história em curta se descrevendo pra quem não te conhece. Inclui o nome Landau e a tattoo peitoral, por favor
Sou Rancheiro Casca Grossa/
Hard Roça no Metal/
Tatuado no meu peito/
Duas gatas e um Landau.

Dá pra ouvir o disco inteiro no youtube abaixo ou por aqui.

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