Eu adoro produtos artesanais, de todos os tipos. Fico doida diante de tapetes, bijuterias, bolsas, objetos de decoração e roupas expostos naquelas feiras de artesanato. Quando viajo, não perco a oportunidade de conhecer os trabalhos produzidos no local.

Tá certo que tenho um lado consumista forte, mas, nesses casos, o que mais me agrada é ver, tocar os produtos. Trabalhos manuais me enchem os olhos. As cores, as texturas, os formatos, tudo me atrai. Acho o máximo ver como há pessoas talentosas, criativas, capazes de transformar qualquer material em arte.

tapete almofadas1 Vale a pena investir em produtos artesanais

E vamos combinar que o que não falta no Brasil é artesanato de qualidade. Por isso, toda a vez que vou para a casa dos meus tios em Campanha, sul de Minas Gerais, reservo um tempinho para visitar as lojas que vendem tapetes, bolsas, móveis e objetos para enfeitar a minha casa. A cidade especializou-se em tapetes de fibras naturais feitos em tear manual. São confeccionados com algodão, sisal, juta, chinille ou lã. Além do comércio tradicional, muitos moradores produzem e vendem seus produtos em casa. Da última vez que estive lá, no feriado da Páscoa, comprei dois tapetes enormes e uma bolsa maravilhosa.

bolsas1 Vale a pena investir em produtos artesanais

Além de lindos, custaram bem mais barato do que um modelo similar em São Paulo. E olha que eu pesquisei muito por aqui. Sem contar que é possível encomendar um tapete exclusivo, do tamanho da sua sala, com as tramas e as cores que mais combinam com os seus móveis.

Algumas lojas entregam em todo o país. Outras, trabalham com representantes em algumas cidades brasileiras. Mas, dependendo do que se quer comprar, vale a pena pegar a estrada e fazer um tour por algumas dessas cidades mineiras. Campanha, por exemplo, fica a 300 quilômetros da capital paulista. O passeio é muito agradável e, além de decorar sua casa, você também volta com o carro cheio de queijos e doces.

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Essa é de deixar a mulherada boquiaberta. Um estudo publicado na edição de junho do Journal of Health and Social Behavior afirma que os homens são os mais vulneráveis e os que mais sofrem com a montanha-russa de emoções envolvidas em um relacionamento amoroso. Os altos e baixos de um namoro podem causar fortes estragos emocionais neles. Foram pesquisados mil rapazes solteiros entre 18 e 23 anos. Por isso, aquela indiferença e aquela cara de “não tô nem aí” podem ser apenas fachada, um mecanismo de defesa para disfarçar o sofrimento.

De acordo com os pesquisadores, a explicação é que, para esses rapazes, as parceiras são a principal fonte de intimidade. É para elas, e só para elas, que eles baixam a guarda e abrem o seu coração. Portanto, quando o namoro passa por turbulências, eles sentem-se perdidos e expostos. Já as mulheres estariam acostumadas a desabafar com familiares e amigos.

A pesquisa concluiu também que, enquanto os homens se preocupam mais com a qualidade da relação amorosa, as mulheres mostram-se mais afetadas emocionalmente quando pensam se estão ou não namorando, além de sofrerem mais quando o relacionamento termina. Desconfio de que ainda serão necessários muitos estudos para decifrar o misterioso mundo das relações amorosas. Mas já é um começo.

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Minha filha, Laura, tem oito anos. Desde bem pequena, sempre gostou de livros. Um de seus programas favoritos era ir à Fnac ou a qualquer outra livraria onde pudesse sentar-se com um monte de livros ao redor. Quando ainda não sabia ler, recorria a mim ou a meu marido. Depois de desvendar os mistérios das letras, passou a ler sozinha. Para meu espanto, no ano passado, esse interesse pela leitura começou a diminuir.

Fui correndo conversar com a professora e com o coordenador pedagógico da escola onde ela estuda. Eles me acalmaram. Disseram que esse desapego era normal pois, nessa fase, entram em cena outros interesses, como jogos, diários, novas brincadeiras, aulas extra-curriculares, esportes.

O que também me tranquilizou foi o fato de a escola dela sempre incentivar a leitura em classe. Para minha grata surpresa, há alguns meses ela me fez entrar na Livraria Cultura para comprar o livro da Píppi Meialonga, da escritora sueca Astrid Lindgren. Ela havia começado a ler o primeiro volume em classe e estava encantada com a história da garota que morava sozinha, sem os pais, mas em companhia de um cavalo e de um macaquinho. Juntos, aprontavam as maiores confusões e se envolviam nas mais malucas aventuras. Adorou!

pippi meialonga Laura, Pippi Meialonga e Judy Moody

Semana passada, ela veio toda animada da escola pedindo para eu comprar o livro da Judy Moody. Eu, que não fazia ideia de quem era a tal Judy Moody, fiz uma busca na internet e descobri que ela é personagem de oito livros escritos pela norte-americana Megan McDonald. Todos contam as variações de humor dessa garota de nove anos diante de situações como o primeiro dia de aula na nova classe, a convivência com uma colega “rainha da ortografia”, a relação com o irmão mais novo, e por aí vai.

judy moody1 Laura, Pippi Meialonga e Judy Moody

Laura me ligava todos os dias no trabalho para saber se eu havia comprado o livro. Com o tempo curto, só pude fazer isso no último final de semana. Consegui comprar dois, pois os outros volumes estavam esgotados.

Ela está devorando - o primeiro, já está quase na metade. E ela me fez prometer que, assim que acabar de ler os dois, eu vou comprar os outros seis volumes. E como eu tenho por princípio não negar livros a ela (ao contrário de brinquedos), lá vou eu procurar os outros exemplares da Judy Moody. Feliz da vida.

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No mês passado, duas famosas vieram a público para anunciar a gravidez de gêmeos: a atriz Kelly Preston, mulher de John Travolta, e a cantora Céline Dion. A primeira tem 47 anos, a segunda, 42. Ambas fizeram fertilização in vitro – Céline só obteve sucesso depois de seis tentativas.

gravidas kelly celine1 Gravidez depois dos 40 anos. Quais os riscos?

As duas comprovaram o que a ciência já vem mostrando há algum tempo: a gravidez tardia é uma opção cada vez mais comum, e possível, entre as mulheres. E, sem dúvida, a FIV contribui positivamente para isso, já que as chances de uma gravidez natural diminuem com o avanço da idade feminina. Mas será que é seguro?

Para Anna Maria Berini, professora do Departamento de Obstetrícia da UNIFESP e ginecologista obstetra do Hospital Albert Einstein, a fertilização in vitro facilita a ocorrência da gravidez tardia, mas, uma vez grávida, os cuidados são os mesmos.

- Gestações acima dos 40 anos precisam ser seguidas mais de perto, com um pré-natal mais cuidadoso, pois há maiores chances de o bebê ter algum tipo de síndrome, como a de Down, ou de nascer prematuro, principalmente em gestações múltiplas.

A mãe, por sua vez, pode apresentar hipertensão e diabetes, o que dificultaria a dilatação do colo do útero, levando a um aumento de cesarianas.

Segundo Anna, “os perigos são maiores na gravidez do primeiro filho, mas, hoje, temos ferramentas adequadas para acompanhar essa gestante. Muitas dessas dificuldades são bem conduzidas com um pré-natal bem feito”.

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Uma boa, e saborosa, notícia para os atletas de plantão. Melhor do que os suplementos esportivos à base de carboidratos, como as bebidas isotônicas, beber leite com chocolate após as atividades físicas mostrou-se muito mais eficiente para a recuperação dos músculos e para deixá-los em forma para a próxima bateria de exercícios.

O que era uma forte suspeita, confirmou-se depois de vários estudos realizados por pesquisadores do American College of Sports Medicine, divulgados esta semana, durante um congresso americano.

copo de chocolate com leite1 Beber leite com chocolate após exercícios ajuda a recuperar os músculos

Segundo eles, a combinação do leite com o chocolate oferece a quantidade certa de carboidratos e proteínas para manter o bom funcionamento dos músculos. A proteína do leite também ajudaria a reconstruir a massa muscular magra, além de conter potássio, cálcio e magnésio perdidos no suor.

O leite com chocolate é naturalmente rico em nutrientes, incluindo alguns que não são encontrados na maioria das bebidas isotônicas. Sem contar que a mistura do leite com o chocolate é mais barata do que os suplementos nutricionais – e muito mais gostosa.

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Quem tem sabe como é difícil organizar um sutiã com bojo dentro da gaveta. Ao contrário dos outros modelos, esses não podem amassar, nem dobrar, senão ficam deformados. Para evitar o pior, é preciso arrumá-los, delicadamente, um encaixado no outro, o que consome alguns vários minutos do nosso tempo. Haja paciência! Isso sem falar na dificuldade de protegê-los dentro de uma mala de viagens.

porta sutiã oncinha1 A arte de guardar um sutiã com bojo

 

 

Por isso, achei bem interessante os modelos de porta-sutiã com bojo da Água de Rosa, do Depósito de Meias São Jorge, e da Elegance.

porta sutiã elegance2 A arte de guardar um sutiã com bojo

Simpáticos, tem várias estampas, como as de oncinhas, de tigres, de rendas e os clássicos xadrez e preto. São capazes de armazenar até cinco peças, de todos os tamanhos e modelos. Ainda não experimentei, mas, se alguém tiver um, me conte se funciona.

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Outro dia estava me lembrando das minhas festinhas de aniversário. Até hoje não sei como cabia tanta gente em casa! Era criança pra todo lado, correndo, brincando, dançando. E a festa começava um dia antes, com a minha mãe fazendo os brigadeiros, assando os bolos e temperando as batatinhas (aquelas batatas bolinhas espetadas em palitos). Enrolar os brigadeiros e as balas de coco era o mais divertido. Eu, minha irmã e minhas amigas da rua, todas com as mãos lambuzadas de margarina para que os docinhos não grudassem.

festa infantil bolo1 Que saudade das festinhas de aniversário caseiras

Para a festa acontecer, não precisava muita coisa. Bastava ter bolo, brigadeiro, cachorro-quente, refrigerante e balões coloridos pendurados pela casa. Enfeites, só na mesa, e nada de personagens da Disney. A decoração era feita com os próprios docinhos e com os papeis coloridos das balas.

Os tempos são outros e as comemorações de aniversário mudaram. Não são melhores nem piores, apenas acompanharam as exigências da sociedade. Saem os bailinhos na garagem e as brincadeiras no quintal, entram os buffets, com seus atrativos dignos de um parque de diversão. Para os pais, é uma facilidade e tanto, pois eles também são meros convidados. Não precisam se preocupar com os preparativos nem com a limpeza depois da bagunça. Para as crianças, comemorar o aniversário em um desses lugares é normal, afinal, todos os amiguinhos fazem festa assim.

Mas, quer saber, eu aposto que elas iriam se divertir do mesmo jeito se ganhassem uma festinha caseira. Falo por experiência própria. Minha filha, Laura, tem oito anos, dois foram comemorados em buffets, e seis, na minha casa ou na dos meus pais. Todas as festinhas foram um sucesso, mas aquelas realizadas em casa  tiveram um sabor especial. Houve um envolvimento de toda a família para a sua realização.

festa infantil bagunça1 Que saudade das festinhas de aniversário caseiras

No seu último aniversário, em abril, decidimos fazer algo diferente. A Laura chamou dez amiguinhas da escola para uma “pizzada” em casa, com direito a bolo, é claro. Ela amou! Disse que foi um dos melhores aniversários que já teve.

Talvez seja uma boa ideia propor festas diferentes para a criançada. Nada contra os buffets. Mas não seria legal organizar uma noite do pijama, uma festa das bonecas ou uma festa à fantasia junto com os aniversariantes? É só usar a imaginação. Aniversário ao ar livre também é uma opção bacana. Pode ser no parque, numa praça, no sítio do amigo, no zoológico, ou até na praia, com direito à fogueira e banho de mar. O importante é fazer as crianças participarem do planejamento, da lista de convidados, da decoração do bolo, dos docinhos. Tenho certeza que elas vão adorar. Depois vocês me contam.

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Há pessoas que, em certo momento da vida, descobrem um incrível talento para trabalhos manuais. E o que era apenas um hobby pode, de uma hora para outra, transformar-se em uma nova e deliciosa profissão. A psicóloga paulistana Mari Labaki começou, por curiosidade, a brincar com linhas e agulhas na antiga máquina de costura de sua avó.

marcador de livro mari Linhas e agulhas

Em pouco tempo, estava criando pequenos mimos em feltro: broches, colares e marcadores de livros. Os primeiros trabalhos foram dados de presente para as amigas, que passaram a encomendar suas criações. Hoje, Mari faz bonequinhas, chaveiros, imãs de geladeira e toda a sorte de modelos de lembrancinhas de maternidade, aniversário e batizado.

matrioskas mari Linhas e agulhas

Com muita criatividade, a artesã desenvolve novos temas de acordo com o desejo das clientes. É o caso das Matrioskas (bonequinhas russas), que ela fez em forma de chaveiro para serem distribuídas como lembrancinhas de nascimento. Foram 50 modelos coloridos, um diferente do outro.

passarico11 Linhas e agulhas

Em clima de Copa do Mundo, Mari criou os Passaricos, que podem ser pendurados na bolsa, no espelho do carro, na maçaneta da porta e onde mais a imaginação permitir. Os modelos podem ser vistos no site.

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Se você é fumante, atenção! Talvez esteja aqui o empurrãozinho que faltava para você abandonar de vez o vício. Que fumar faz mal para a saúde, todo mundo já está cansado de saber, mas o site Health.com publicou alguns efeitos negativos do cigarro na aparência de quem fuma. Entre eles:

1- Olheiras. Quem fuma tem quatro vezes mais chances de sentir-se cansada mesmo após uma noite de sono.

2- Dentes, dedos e unhas amarelados, graças à nicotina.

3- Rugas. Especialistas garantem que o cigarro acelera o envelhecimento em cerca de um ano e meio nos fumantes.

4- Acaba com a beleza dos cabelos. As substâncias tóxicas do cigarro prejudicam os folículos dos fios, deixando-os mais finos e brancos mais cedo.

5- Retira o brilho natural da face. A fumaça do cigarro contém monóxido de carbono, que rouba o oxigênio da pele, e nicotina, que reduz o fluxo sanguíneo, deixando a pele seca e sem cor.

6- Pode causar câncer de pele, além de ser o principal responsável pelo câncer de pulmão, garganta, boca e esôfago.

7- Maior dificuldade de cicatrização em cirurgias e procedimentos cirúrgicos.

E aí, alguma dúvida ainda?

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Vários estudos já comprovaram que ter amigos faz bem à saúde. Uma recente pesquisa da Universidade de Harvard, por exemplo, concluiu que mulheres que têm um grande círculo de amizade adoecem menos à medida que envelhecem. Eu acredito nisso.

Uma grande amiga minha, a Fernanda, casou-se recentemente em Jaú, cidade a 300 quilômetros de São Paulo. Foi uma festa e tanto! Não bastasse a emoção de vê-la tão linda e feliz ao lado do Luiz, o evento teve ainda um sabor todo especial. Foi um reencontro de amigas. Muitas não se viam há mais de dez anos! Moramos juntas em Londres, onde nos conhecemos, entre 1996 e 1997. Era uma turminha animada, muito animada. Na volta ao Brasil, cada uma foi para um lado. Algumas até conseguiram se ver com freqüência. Mas, a turma toda reunida? Ah, isso fazia muito tempo.

O encontro no casório da Fer foi maravilhoso, como se o tempo não tivesse passado. Foi incrível perceber que a distância, a correria do dia a dia, os filhos e os novos rumos que nossas vidas tomaram, não interferiram no que sentimos umas pelas outras. Novos amigos apareceram nesses anos e foram todos incorporados a essa “grande família”. Sou prova de que esses estudos sobre amizade fazem sentido: há muito tempo eu não me sentia tão bem!

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