Posts com a categoria: Seriado

Veja Roberto Bomtempo como Sereno, protagonista de ‘Conselho Tutelar’, que a Record estreia em dezembro

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Roberto Bomtempo no cenário de "Conselho Tutelar"

Este acima é um clique exclusivo de Roberto Bomtempo na pele de Sereno, protagonista de "Conselho Tutelar", série que a Record estreia em 1º de dezembro. Na produção, o personagem protegerá crianças dos maus tratos e intervirá junto a suas famílias.

Com cinco episódios inteiramente gravados em 4K, ultradefinição, a produção irá ao ar diariamente, ao longo de uma semana, nos finais de noite. No elenco estão nomes como Paulo Figueiredo, Petrônio Gontijo, Cássia Linhares, Pedro Nercessian, Nica Bonfim e Luiza Curvo.

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Danilo Gentili fará piada com o ‘kit gay’ e os limites do humor em ‘Politicamente Incorreto’

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gentili Danilo Gentili fará piada com o kit gay e os limites do humor em Politicamente Incorreto

Danilo Gentili numa cena de "Politicamente Incorreto", do FX

Exibido toda segunda-feira no FX, o seriado "Politicamente Incorreto", protagonizado por Danilo Gentili, está prestes a mexer num vespeiro. No episódio desta semana, o deputado Atílio Pereira divulga um vídeo inapropriado na internet e acaba sendo taxado de homofóbico. Para se redimir, o político propõe a distribuição de um Kit Gay e a criação de um Marco Civil do Humor, mas sua reação é tão extrema que todos passam a pensar que ele, na verdade, seja homossexual.

O episódio é uma clara referência à recente polêmica sobre a cartilha que seria distribuída em colégios para conscientizar para o fim do preconceito e foi rechaçada por setores mais conservadores. Além disso, a tão manjada discussão dos limites do humor, iniciada há alguns anos com a polêmica entre Rafinha Bastos e Wanessa Camargo, também será trazida à tona.

Este episódio contará ainda com participação especial do humorista Marcio Américo.

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Record define data de estreia de ‘Conselho Tutelar’, sua nova microssérie

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conselho Record define data de estreia de Conselho Tutelar, sua nova microssérie

Roberto Bomtempo numa cena de "Conselho Tutelar"

A Record bateu o martelo na data de estreia de "Conselho Tutelar", microssérie em cinco episódios produzida em parceria com a Visom. A história estrelada por Roberto Bomtempo entra no ar em 1º de dezembro e dá início à programação especial de fim de ano da emissora.

A série é também a primeira produção produzida com tecnologia 4K, com ultradefinição, pelo canal. No elenco estão ainda nomes como Cássia Linhares, Nica Bonfim, Pedro Nercessian, Petrônio Gontijo, Paulo Figueiredo e Luiza Curvo.

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Apesar de audiência abaixo do esperado, ‘Dupla Identidade’ ganhará segunda temporada

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bruno gagliasso Apesar de audiência abaixo do esperado, Dupla Identidade ganhará segunda temporada

Bruno Gagliasso, o protagonista de "Dupla Identidade"

Mesmo com índices de audiência um pouco abaixo do esperado, "Dupla Identidade" vem sendo considerado pela Globo como um produto que traz prestígio à emissora. Aos olhos de alguns executivos, a série pode ser bem sucedida em termos de vendas para outros países. Exatamente por isso está praticamente certa uma segunda temporada da atração.

Desta vez, Gloria Perez funcionará mais como supervisora que como autora. Escreverá apenas o ponto de partida da história e será substituída por outro dramaturgo. A autora deve concentrar os esforços na elaboração da sinopse de uma próxima novela. A ideia é que a trama passe a girar em torno de outro assassino, com outro modus operandi.

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‘Plano Alto’ prova que o Brasil tem vocação para séries políticas e pode ter seu próprio ‘House of Cards’

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 Plano Alto prova que o Brasil tem vocação para séries políticas e pode ter seu próprio House of Cards

Carla Diaz e Bernardo Falcone vivem black blocs em "Plano Alto"

Nos Estados Unidos é costume refletir sobre a história recente por meio de filmes e produções para a TV. No Brasil, um país que vive uma overdose de comédias e novelas, é raro que surjam projetos com temática política. De olho no barulho causado pelos protestos do ano passado e a polêmica que envolve os black blocs, Marcílio Moraes resolveu ir na contramão e criar "Plan Alto", minissérie que cobre o conturbado período de confronto entre polícia, governo e manifestantes. Um dos maiores dramaturgos deste país, com sucessos como "Vidas Opostas" no currículo, o autor fugiu do didatismo. Encarou de frente um assunto espinhoso e montou uma trama que, a julgar pelo primeiro capítulo, parece complexa e terá muitas ramificações.

A história acompanha a perseguição a um governador de reputação duvidosa (Gracindo Jr.), ao mesmo tempo em que circula por sua relação com um sindicato de médicos. Num outro núcleo, jovens que participam de protestos acabam se envolvendo com os black blocs e parece residir aí o grande destaque da produção. Carla Diaz, Mariah Rocha e Bernardo Falcone desempenham bem seus papéis e surgem em cenas de execução impecável. O confronto entre manifestantes e a polícia montada, retratado com grande capricho, foi o ponto alto do episódio.

Para quem não está acostumado com histórias políticas "Plano Alto" pode parecer pouco empolgante, mas o que a produção da Record prova é que o país tem material de sobra e grande vocação para produzir seu próprio "House of Cards" - um dos melhores seriados feitos nos EUA atualmente. Temos até mesmo uma versão brasileira de Claire Underwood, personagem de Robin Wright: Daniela Galli, linda, surgiu com corte de cabelo e figurino parecido. Marcílio Moraes acertou em cheio na temática e a Record fez uma série de gente grande. Vai valer a pena acompanhar.

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Matheus Nachtergaele interpretará Zé do Caixão em série

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matheus Matheus Nachtergaele interpretará Zé do Caixão em série

Matheus Nachtergaele viverá o mestre do terror

Zé do Caixão está prestes a ter a vida adaptada para a televisão. O mestre do terror no cinema nacional será alvo de uma série em seis episódios que vem sendo produzida pelo Canal Space. Baseada na biografia "Maldito", de Ivan Finotti e André Barcinski, a atração já escalou seu protagonista: caberá a Matheus Nachtergaele viver o personagem criado por José Mojica.

Com filmagens previstas para o final do ano, a série tem previsão de estreia para o segundo semestre de 2015. A direção está a cargo de Vitor Mafra.

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Apesar de didática, ‘Dupla Identidade’ explora bem o suspense e prova que Bruno Gagliasso é melhor de sua geração

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bruno gagliasso Apesar de didática, Dupla Identidade explora bem o suspense e prova que Bruno Gagliasso é melhor de sua geração

Bruno Gagliasso transformado em Edu, assassino: show de interpretação

Nos anos 90, o país acompanhou atentamente "As Noivas de Copacabana" e "A Próxima Vítima". Em comum entre a minissérie e a novela, estava o fato de ambas girarem em torno de um serial killer - Donato (Miguel Falabella) numa, Adalberto (Cecil Thiré) na outra - e alimentarem um mistério: que personagem seria o próximo a encontrar a morte? Explorado ao extremo na TV americana, esse tipo de crime rendeu séries como "Dexter", "THe Following" e "Hannibal" e se tornou um filão. É curioso que tenha demorado tanto para ser retomado no Brasil. Neste caso, o mérito é todo de Gloria Perez, que, fascinada por este universo, escreveu "Dupla Identidade", estreia da última sexta (19) na Globo.

A história é simples e eficaz: um rapaz bonito, educado, trabalhador e que ainda faz trabalho de caridade ajudando suicidas numa linha telefônica é, na verdade, um perigoso assassino. Suas vítimas são todas mulheres. Sua obsessão é pelo poder, não pelo sexo. Sem pistas, a polícia traz uma especialista forense para auxiliar na investigação. E interesses políticos acabam se misturando à trama. É uma boa premissa e de fato rende uma caçada interessante. Mas, a julgar pelo primeiro episódio, "Dupla Identidade" peca por certo didatismo nos diálogos. Tudo é explicadinho, racionalizado, para não sobrar dúvidas no espectador. Talvez seja costume vindo das muitas novelas que a autora escreveu, mas num gênero como seriado, a pressuposição às vezes funciona melhor. Ainda assim, este passa longe de ser um empecilho para acompanhar a produção, que se destaca, principalmente pelo elenco.

Com um currículo repleto de personagens fortes, que vão desde um gay que vive no campo a um esquizofrênico, Bruno Gagliasso mostrou porque abocanhou o posto de protagonista dentre tantos testados. Está possuído, parece mergulhado na mente do psicopata, a extensa pesquisa que provavelmente fez está toda ali, em sua expressão carregada. Bruno é, de longe, o melhor ator de sua geração na TV neste momento. E, na pele de Edu, caminha para consolidar esta posição. Outro destaque é Débora Falabella, que, acostumada a personagens complexos como a dependente química Mel ("O Clone") e a vingativa Nina ("Avenida Brasil"), caminha para dar outro show como Ray, uma garota que sofre de transtorno borderline. A vinheta de abertura também merece aplausos. É eficiente, dura, sem cor, como a alma do assassino. A fotografia escura, aliás, que tanto incomodou em "O Rebu", aqui ganha novo significado: como Edu é homicida limpo e certeiro, não há sangue, logo o vermelho some da paleta de cores.

Em questão de números, "Dupla Identidade" derrubou a audiência do horário. Deu média de 12,3 pontos, segundo dados prévios do Ibope, menos que os 14 pontos do último capítulo de "O Rebu" e que os 16 pontos da estreia de "O Caçador", série que a antecedeu no horário.

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‘Sexo e as Negas’ pode não ser racista, mas flerta perigosamente com o machismo

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sexoeasnegas Sexo e as Negas pode não ser racista, mas flerta perigosamente com o machismo

Claudia Jimenez com as protagonistas da série: mulheres talentosas, personagens polêmicas

Antes de abordar o principal assunto deste texto, é preciso reconhecer: poucos sabem escrever tão bem sobre o subúrbio e as camadas populares do país quanto Miguel Falabella. Seus diálogos são leves, inspirados e repletos de uma sonoridade comum às comunidades e ao que circula hoje em termos que caíram na boca do povão. Suas novelas todas têm um olhar peculiar sobre a periferia e são fáceis de se identificar pelas fortes cores que imprime e pelos roteiros repletos de humor. Não seria diferente com "Sexo e as Negas", que estreou com a intenção de repetir o sucesso de "Pé na Cova", que caminha para a quarta temporada.

Ocorre que é impossível assistir ao seriado sem associá-lo à polêmica que o antecedeu. Até a última segunda-feira (15), pelo menos 17 denúncias de racismo foram encaminhadas à Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). A maioria se referia ao desconforto gerado pelo título, uma alusão a "Sex and the City", produção cultuada até hoje entre as mulheres. Antes mesmo de entrar no ar, a série pareceu condenada por determinados setores da sociedade. A verdade é que, para haver comprovação, seria necessário, obviamente assisti-la.

"Sexo e as Negas" tem personagens populares, em especial os coadjuvantes. Alessandra Maestrini, por exemplo, já deu mostras de que roubará toda e qualquer cena em que esteja na pele de uma gaúcha meio ranzinza. Claudia Jimenez e Maria Gladys seguem firmes em seus tipos e funcionam bem. As quatro protagonistas têm talento indiscutível. Pessoalmente, apesar de piadas que falam claramente sobre o preconceito ("quem vai achar que essa pulseira é de verdade no seu braço?", pergunta uma atriz à camareira negra), para mim, chamou mais atenção o olhar excessivamente masculino sobre as garotas de Cordovil. Durante o episódio, surgiram homens dando depoimentos retratando as mulheres como, digamos, caçadoras de homens, que tratam logo de engravidar porque sabem que o não-pagamento da pensão pode colocar o parceiro na cadeia. A intenção pode ser até retratar o sexismo, mas o resultado, mesmo sem querer, é um tanto machista.

Na segunda metade do capítulo de estreia, duas das protagonistas surgem em três cenas quentes de sexo. É claro que hoje as mulheres estão empoderadas, são donas de si e têm, sim, vida sexual ativa. Numa ficção como esta, no entanto, tudo pareceu hiperssexualizado, com tintas carregadas. O que se viu foram personagens que usam principalmente a sexualidade como arma. Até mesmo o tema do episódio, mobilidade urbana, acabou virando pano de fundo e foi pouco discutido. Para completar, Miguel Falabella surge como narrador, recurso totalmente dispensável, uma vez que só contribui para deixar tudo excessivamente didático. Dramaturgicamente também não houve grande conflito ou antagonismo. Foi basicamente um olhar sobre a vida das garotas, sem muitos problemas e um final feliz resolvido com uma aposta no jogo do bicho.

Há pontos interessante a serem explorados, caso da personagem que, aos 38 anos, já é avó. Outros já apontam para o clichê, como o patrão que deve se envolver com a cozinheira. Cabe aos roteiristas subverter a ideia. "Sexo e as Negas" pode ser bem divertido, mas precisa passar por ajustes finos. Do contrário, pode parecer uma série "de homens sobre mulheres" ou "de brancos sobre negros". Com um pouquinho mais de cuidado nos exageros, a atração pode virar uma boa opção.

Em tempo: o seriado estreou com média de 12,5 pontos, segundo dados prévios do Ibope. O número está um pouco abaixo do que costumava marcar "O Rebu" e "Pé na Cova" no horário.

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Nova série infantil do criador do ‘Castelo Rá-Tim-Bum’ estreia em novembro na TV Cultura

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bicho Nova série infantil do criador do Castelo Rá Tim Bum estreia em novembro na TV Cultura

Cena da nova série da TV Cultura

Vinte anos depois de estrear o inesquecível "Castelo Rá-Tim-Bum", a TV Cultura volta a investir num novo infantil comandado por Cao Hamburger. Como o blog adiantou em setembro do ano passado, "Que Bicho Te Mordeu?" terá 100 episódios, sendo que destes metade será exibida na televisão e a outra parte se destinará exclusivamente para a internet e meios digitais portáteis. Cada capítulo terá um mix de animação e estúdio, com brincadeiras com bonecos. Parte do elenco já trabalhou em temporadas passadas de "Cocoricó".

A produção acaba de ganhar data de estreia e entra no ar em 10 de novembro. Com orçamento de R$ 14 milhões, a série segue premissa simples: a cada vez que uma criança desenha um monstro, nasce um ser no Mundo dos Crocs. Cada uma dessas criaturas nutre especial curiosidade por fenômenos da natureza e pela emoções humanas.

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Por causa de denúncias de racismo, ‘Sexo e as Negas’ estreia com poucas chances de ganhar nova temporada

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negas Por causa de denúncias de racismo, Sexo e as Negas estreia com poucas chances de ganhar nova temporada

As protagonistas de "Sexo e as Negas", de Miguel Falabella

Depois de todo o barulho causado pelas denúncias de racismo enviadas à Justiça antes mesmo de a série ir ao ar, são poucas as pessoas que acreditam que "Sexo e as Negas" vá além da primeira temporada. Escrita por Miguel Falabella, a produção, que estreia hoje, narra as aventuras de quatro amigas do subúrbio numa clara referência a "Sex and the City". Ao final de cada episódio, haverá um número musical. A esperança da emissora é que quem se sentiu ofendido perceba que houve equívoco ao assistir o primeiro capítulo.

Até agora já foram encaminhadas 17 denúncias à ouvidoria da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).

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