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Apesar de repercutir mais, ‘Império’ completa um mês no ar com audiência menor que ‘Em Família’

Novelas e minisséries

imperio Apesar de repercutir mais, Império completa um mês no ar com audiência menor que Em Família

Marina Ruy Barbosa e Alexandre Nero: cenas quentes foram cortadas

Não há dúvidas de que "Império" tem repercutido mais que a mal sucedida "Em Família", de Manoel Carlos. Curiosamente, se levado em consideração o primeiro mês da novela, ou melhor, os primeiros 30 capítulos, a trama escrita por Aguinaldo Silva, que entrou no ar em 21 de julho, tem audiência mais baixa que sua antecessora.

Até o último sábad0 (23), "Império" registrou média de 30,5 pontos, de acordo com dados do Ibope. Já "Em Família", no período dos 30 primeiros capítulos, obteve a marca de 31,17 pontos.

Na Globo, um grupo de discussão já ocorreu para tentar identificar os motivos de a audiência não reagir como esperado. Para a surpresa geral, o relacionamento homossexual de Claudio (José Mayer) e Leonardo (Klebber Toledo) não sofreu rejeição, bem como o antagonista vivido por Paulo Betti. Nas últimas semanas, a emissora tem corrido para "aliviar" cenas e já cortou dois beijos entre os rapazes. O mesmo ocorreu com cenas quentes gravadas entre Marina Ruy Barbosa e Alexandre Nero.

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Como previsto, ‘Em Família’ tem último capítulo com a menor audiência da história das novelas das nove

Audiência

familia fim Como previsto, Em Família tem último capítulo com a menor audiência da história das novelas das nove

Bruna Marquezine e Gabriel Braga Nunes numa cena do último capítulo de "Em Família"

Com final previsível e carecendo de surpresas, "Em Família" chegou ao fim nesta sexta-feira (18) com números decepcionantes. De acordo com dados prévios do Ibope, a trama de Manoel Carlos registrou média de 34,8 pontos, cerca de 10 pontos a menos que sua antecessora, "Amor à Vida". O índice é o menor já registrado num último capítulo de novela das nove. Compare abaixo:

“Em Família” – 34,8 pontos com pico de 40

“Amor à Vida” – 48 pontos com pico de 50

“Salve Jorge” – 46 pontos com pico de 49

“Avenida Brasil” – 52 pontos com pico de 54

“Fina Estampa” – 47 pontos com pico de 50

“Insensato Coração” – 47 pontos com pico de 51

“Passione” – 52 pontos com pico de 57

“Viver a Vida” – 47 pontos com pico de 52

“Caminho das Índias” – 55 pontos com pico de 60

“A Favorita” – 50 pontos com pico de 53

O recorde negativo não se limita apenas ao desfecho. "Em Família" é também o folhetim menos assistido das história do horário.

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‘Em Família’ não vai deixar saudades; trama aponta para esgotamento do estilo de Manoel Carlos

Crítica

familia Em Família não vai deixar saudades; trama aponta para esgotamento do estilo de Manoel Carlos

Bruna Marquezine e Gabriel Braga Nunes: casal da ficção não agradou

"Em Família" chega ao fim nesta sexta-feira (18) sem deixar saudades. Menor audiência da história das novelas das nove, a trama de Manoel Carlos foi criticada por público e crítica do começo ao fim. Os problemas foram inúmeros, alguns deles podem ser relembrados a seguir.

Escalação errada de elenco - Antes mesmo da estreia o folhetim despertou confusão. Como poderia Natália do Valle ser mãe de Julia Lemmertz tendo apenas 10 anos a mais que ela? Como Thiago Mendonça, sendo bem mais baixo que Guilherme Prates, poderia viver o mesmo personagem?

Sisudez - Em toda novela há um núcleo cômico, responsável por aliviar a tensão, criar bordões, popularizar a trama. Não foi o caso de "Em Família", que esbajou DRs e longos diálogos, mas esqueceu de fazer o espectador relaxar e rir.

Triângulo amoroso frustrado - Nem os mais bondosos conseguiram entender como uma jovem teria a coragem de se relacionar com 0 ex-noivo da mãe, ciumento, que, por sinal, tentou enterrar o pai vivo. O casal Luiza (Bruna Marquezine) e Laerte (Gabriel Braga Nunes) era natimorto antes mesmo de acontecer de fato.

Faltou vilão - Vivianne Pasmanter tentou e deu charme e carisma a Shirley, mas a personagem, pensada para ser uma grande vilã, decepcionou. Virou uma caricatura e deixou de lado a maldade dos primeiros capítulos, quando dava mostras de sangue frio. No núcleo do asilo, Telma (Monique Curi) e Miss Lauren (Betty Goffman) também não disseram a quem vieram. Sobrou pro então "mocinho" Larte virar um louco de ciúmes.

LEIA TAMBÉM: "Em Família" tem último capítulo de menor audiência da história das novelas das 21h

Vários outros poréns poderiam ser listados como causas da decepção dos espectadores, mas o que "Em Família" denuncia é um pouco mais profundo. Ela consolida uma desconfiança que já ocorria em "Viver a Vida". O estilo de Manoel Carlos, tão celebrado em outros tempos, parece ter chegado próximo do esgotamento para parte do público. Em tempos rápidos como hoje, a narrativa cotidiana, com diálogos excessivamente longos, torna-se maçante. Da mesma maneira, temas fortes deixaram de ser explorados em profundidade, como na época de "Por Amor" ou "Laços de Família". As emblemáticas Helenas passaram a ser mulheres frustradas e reclamonas - Taís Araújo sofreu questionamentos semelhantes aos de Julia Lemmertz na época.

Maneco é um excelente autor. Nos deu grandes histórias. Espera-se que continue criando-as. Mas há que se adequar aos novos tempos. E se atentar para o desenrolar da trama, respeitar os argumentos e cuidar melhor de seus roteiros. De nada adianta escrever diálogos primorosos e encher as cenas de referências a música clássica e literatura se elas de nada servem para a trama. Houve capítulos inteiros de "Em Família" nos quais era difícil apontar um único acontecimento relevante. Os fios das histórias estavam lá, prontos para serem puxados, mas acabaram solenemente ignorados. Que o fracasso de "Em Família" sirva de lição ao autor e à Globo.

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‘Em Família’: Laerte morre após levar tiro de pianista no último capítulo

Novelas e minisséries

Laerte Em Família: Laerte morre após levar tiro de pianista no último capítulo

Laerte (Gabriel Braga Nunes): morte na igreja

Todo mundo já sabe que Laerte (Gabriel Braga Nunes) levará um tiro assim que se casar com Luiza (Bruna Marquezine). O desfecho do mocinho que virou vilão, no entanto, seguia em aberto. A revelação irá ao ar no último bloco do capítulo de sexta-feira da "Em Família". Após sofrer um atentado, o flautista morrerá e deixará a filha de Helena (Julia Lemmertz) viúva logo após subir ao altar, repetindo mais uma tragédia durante o matrimônio.

E autora do atentado é uma das amantes do ciumento. Se não houver mudança no roteiro, Lívia (Louise D'Tuani) será a responsável pelo tiro, logo após ouvir o músico debochando dela. Sendo assim, Luiza deve terminar a história sozinha, na companhia do pais.

Durante toda a novela, a personagem de Gabriel Braga Nunes sofreu rejeição. Ninguém entendia se ele era bom ou mau. Para completar, tocava insistentemente flauta, e ainda viu sua trajetória ser atrapalhada por rumores conflitos de bastidor, dando conta de brigas entre o elenco e textos não decorados.

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Em busca de audiência, ‘Pânico’ pega carona em novela e mostra beijo entre Nicole Bahls e Amanda Ramalho

Programação de TV

panico Em busca de audiência, Pânico pega carona em novela e mostra beijo entre Nicole Bahls e Amanda Ramalho

Nicole Bahls e Amanda Ramalho: beijo ao vivo

Não é segredo que a audiência do "Pânico" este ano sofreu um abalo. O humorístico, que atingia dois dígitos há alguns anos, hoje patina entre os 5 e 6 pontos, índice considerado bom pela Band, mas abaixo dos bons tempos. Neste domingo (6), o humorístico tentou causar barulho anunciando que duas de suas integrantes dariam um beijo gay, assim como ocorreu em "Em Família". Ao final do programa, Nicole Bahls e Amanda Ramalho deram um selinho, para delírio dos humoristas. O mesmo foi repetido entre Edu Sterblich e um anão.

A estratégia é divertida, mas me pergunto se é de fato a mais acertada. Uma vez que o beijo não casou a repercussão esperada na novela ou alavancou a audiência, por que imaginar que seria diferente com o "Pânico"? Só uma pergunta, cujos números podem dar uma pista. De acordo com dados prévios, o programa registrou média de 5 pontos e pico de 6,2.

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Fracasso de ‘Em Família’ vira assunto proibido em lançamento de ‘Império’, próxima novela das nove da Globo

Novelas e minisséries

alexandre Fracasso de Em Família vira assunto proibido em lançamento de Império, próxima novela das nove da Globo

Alexandre Nero e Lilia Cabral serão os protagonistas de "Império"

O elenco de "Império", próxima novela das nove da Globo, se reuniu nesta terça-feira (1) para um encontro com a imprensa. Todos, no entanto, tinham uma ordem específica: focar na trama de Aguinaldo Silva e evitar falar do fracasso de audiência "Em Família". Quando questionada, a orientação se esquivar com respostas otimistas. Klebber Toledo, que viverá um caso com José Mayer na história, por exemplo, foi direto: "Sei que vamos fazer o que for preciso pelo sucesso".

Já Aguinaldo Silva e Rogério Gomes fizeram questão de frisar que a novela resgatará elementos tradicionais, sem muita firula. "É uma novelão com todos os elementos que uma novela precisa ter", disse o diretor. Uma das protagonistas, Lilia Cabral também se esquivou: "Tenho confiança que essa novela tem muito a oferecer". De fato, a julgar pelas imagens já mostradas, o folhetim parece bem mais movimentado que o marasmo de Manoel Carlos. O autor, aliás, foi responsável por um dos últimos grandes sucessos de audiência do canal, "Fina Estampa". "Sou funcionário da rede Globo. Vou lá faço o meu e pronto, mas não estou preparado para fracasso, claro que não!", afirmou.

"Império" tem previsão para entrar ar no próximo dia 21 de julho.

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Beijo entre Clara e Marina não levanta audiência de ‘Em Família’

Novelas e minisséries

beijo Beijo entre Clara e Marina não levanta audiência de Em Família

Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Muller)

A expectativa gerada pelo primeiro beijo de Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Muller) em "Em Família" não se refletiu em audiência. De acordo com dados prévios do Ibope, o capítulo desta segunda-feira (30), que mostrou a carícia entre as personagens, marcou média de 29 pontos e pico de 31, número que a trama já vinha marcando e abaixo dos 35 pontos de meta.

No mesmo horário, SBT e Record empataram com 5 pontos.

Nas redes sociais, houve queixa de que o beijo foi "fraco" para os padrões televisivos. Manoel Carlos já prepara um segundo beijo com mais, digamos, vontade para ser exibido no capítulo 135 da trama.

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‘Em Família’: Beijo entre Clara e Marina não rompe tabu, mas mostra que assunto passa a ser tratado com naturalidade

Crítica

beijo Em Família: Beijo entre Clara e Marina não rompe tabu, mas mostra que assunto passa a ser tratado com naturalidade

Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Muller): enfim, o beijo

Em 1964, nos primórdios da TV brasileira, Vida Alves e Georgia Gomide trocaram, ao vivo, um beijo. Na época, as duas encenavam "Calúnia", teleteatro baseado no filme "Infâmia", com Audrey Hepburn e Shirley Mclaine. Décadas depois, em 2000, Aline Moraes e Paula Picarelli trocaram um frustrante selinho interpretando Romeu e Julieta em "Mulheres Apaixonadas". Em 2011, foi a vez de Luciana Vendramini e Gisele Tigre, em "Amor e Revolução", do SBT, trocarem um beijo caloroso e entrarem para a história como as primeiras atrizes a fazerem isso numa novela. Passado tanto tempo - e ocorrido o mesmo com Felix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) em "Amor à Vida" -, o assunto voltou à baila com o casal formado por Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Muller) em "Em Família". Depois da resistência de parte dos espectadores e certa relutância da emissora, finalmente as personagens darão um passo adiante na relação e se beijarão em frente às câmeras. A cena vai ao ar na segunda-feira (30).

Tão logo a foto acima foi divulgada, o furor tomou conta das redes sociais. Erroneamente, passou a ser encarado como mais um tabu quebrado. Como citado acima, a tal barreira ideológica já foi quebrada por outras pioneiras nos anos 60 e 2000, mas não se deve ignorar o que o gesto de carinho entre as duas mulheres do folhetim de Manoel Carlos aponta para um caminho claro para a TV brasileira. A partir de agora, o assunto deve passar a ser tratado com maior naturalidade. A função de Clara e Marina é banalizar - no melhor sentido da palavra - um gesto de carinho.

Já se provou que ele não causa choque ou rejeição ou que nenhum heterossexual de qualquer idade mude de orientação ao assistir um beijo. O gesto é comum para todos. E tudo indica que assim deve ser nas novelas futuras. Dentro de algum tempo, ele deixará as manchetes pelo "ineditismo". Não há beijo gay. Há um beijo como qualquer outro. E pronto. Casais trocam carinhos, não há razão para o choque. Nesse sentido, ponto para Manoel Carlos, que, mesmo com a novela com índices de audiência claudicantes e alguma rejeição ao casal, soube contornar a questão e fazer do limão uma limonada.

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Faltando menos de um mês para o fim, ‘Em Família’ amarga o título de menor audiência das novelas das nove

Novelas e minisséries

familia Faltando menos de um mês para o fim, Em Família amarga o título de menor audiência das novelas das nove

Bruna Marquezine e Gabriel Braga Nunes numa cena de "Em Família"

Nem a Copa do Mundo levantou significativamente os números de "Em Família". Faltando cerca de três semanas para seu fim, a trama de Manoel Carlos deve chegar ao fim com o título de novela de menor audiência da história das novelas das nove. Atualmente, sua média geral está quase seis pontos abaixo do que marcava "Amor à Vida" no mesmo período, por volta do capítulo 120.

Usando como base de comparação somente o mês de junho, que, em tese seria alavancado pela disputa de futebol, a diferença ainda é grande: a história de Walcyr Carrasco marcou 34,4 pontos contra 29 da atual.

De acordo com dados do Ibope, "Em Família" acumula média de 29,2 pontos, número menos até que "Salve Jorge", considerada também um fracasso para o horário e obteve 31 pontos nos primeiros 120 episódios. Se comparado a sucessos como "Avenida Brasil" e "Fina Estampa", o folhetim de Maneco fica ainda mais longe, representando queda de 8 e 9 pontos respectivamente.

Compare a audiência das últimas novelas das nove até o capítulo 120:

Em Família - 29,2 pontos

Amor à Vida - 35,16 pontos

Salve Jorge - 31,6 pontos

Avenida Brasil - 38,1 pontos

Fina Estampa - 38,6

Insensato Coração - 32,86

Passione - 33 pontos

Viver a Vida - 34,6 pontos

Caminho das Índias - 36 pontos

A essa altura, a Globo já concentra esforços em "Império", de Aguinaldo Silva. Nos bastidores, já se aceitou que a última novela de Manoel Carlos não emplacou.

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Para superar rejeição, ‘Em Família’ transforma mocinho em vilão desequilibrado e abre mão de casal polêmico

Crítica

laerte Para superar rejeição, Em Família transforma mocinho em vilão desequilibrado e abre mão de casal polêmico

Laerte (Gabriel Braga Nunes) vai tentar matar por ciúmes

Nas primeiras semanas de "Em Família" o público chegou a desconfiar que o ciúme desmedido de Laerte (Guilherme Leicam) fosse sinal de alguma psicopatia. Com o andamento da trama, o rapaz se tornou um Don Juan e assumiu o posto de mocinho da trama sob a pele de Gabriel Braga Nunes. A promessa de maldades, então, ficou perdida, da mesma maneira como ocorreu com Shirley (Giovanna Rispoli,/Vivianne Pasmanter), que preferiu assistir de camarote a amiga Helena (Julia Dallavia) se afogar a ajudá-la e depois virou uma perua desmiolada. Com a história perto de seu desfecho e a grande rejeição envolvendo Luiza (Bruna Marquezine) e Laerte, são cada vez mais remotas as chances de final feliz entre os protagonistas.

Sendo assim, a solução encontrada por Manoel Carlos foi voltar à ideia inicial. Nos próximos capítulos, o flautista dará mais sinais de desequilíbrio. Além de seguir seduzindo qualquer mulher ao seu redor - Lívia (Louise D'Tuani) e Shirley seguirão por perto -, o músico tentará matar André (Bruno Gissoni), induzindo a uma queda livre. A essa altura, a filha de Helena perceberá que escolheu por casar com um desequilibrado. Por que esse homem ficou descompensado só agora e deixou o ar blasé dos meses anteriores de lado, não se sabe.

Não é segredo nenhum que o público não aceitou o romance do flautista com a estudante. Afinal, é no mínimo questionável ela ceder aos encantos do ex-noivo da mãe e quase-assassino do pai. Ao transformar Laerte em vilão, o autor devolve ao público a razão, dá sinais de que o espectador esteve certo o tempo todo por não gostar do músico. Pena que essa virada vai acontecer tarde demais.

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