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Final comprova: terceira temporada do ‘The Voice Brasil’ foi a mais fraca de todas

Crítica

thevoice Final comprova: terceira temporada do The Voice Brasil foi a mais fraca de todas

Os finalistas da terceira temporada do "The Voice": time fraco se comparado aos anteriores

Nas redes sociais, as queixas eram generalizadas: estava difícil entender a grande final do "The Voice Brasil". Os problemas de áudio - com eco, microfonia e som abafado - eram muitos. Até mesmo os profissionais sofreram com as falhas técnicas - e também com escolha errada de repertório, diga-se. Mas o que chamou atenção mesmo foi o nível dos candidatos, que, se comparado com alguns dos predecessores, foi baixíssimo. Aliás, foram muitas as eliminações equivocadas nos últimos episódios. Tanto o gosto dos espectadores quanto o dos jurados merecem questionamento.

Repleta de cafonice e falhas, esta final, que coroou a dupla Danilo Reis e Rafael vencedora, só comprova que a terceira temporada foi a mais fraca de todas. As vaias de parte da plateia confirmam tal afirmação. Sem apresentar grandes novidades e insistindo em erros recorrentes, com figuras do júri tentando roubar a cena dos concorrentes, o "The Voice" segue inferior se comparado com versões de outros países. Segue, obviamente, um sucesso junto ao público, mas merece passar por ajustes em 2015. Não dá para chegar numa disputa pelo título com candidatos tão fracos ou com um discurso de apresentador que cita o "Arquivo Confidencial" do "Domingão do Faustão" como ponto alto da carreira.

Resta saber se os vencedores da vez emplacarão um hit nas rádios como a banda Malta, do "Superstar", uma vez que - a ótima - Ellen Oléria e Sam Alves não foram o estouro que se pretendia.

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Sem grandes novidades, Globo define a programação de fim de ano. Veja a lista dos especiais

Programação de TV

lima duarte renato aragao Sem grandes novidades, Globo define a programação de fim de ano. Veja a lista dos especiais

Lima Duarte e Renato Aragão nos bastidores de "Didi e o Segredo dos Anjos"

A Globo bateu o martelo em sua programação de fim de ano. Chama a atenção a falta de especiais originais para a data, como ocorreu com "Alexandre e Outros Heróis" no ano passado, por exemplo. Boa parte dos projetos já foi exibida em anos anteriores sob o mesmo formato. Veja as apostas da emissora para dezembro.

"UFC Combate" - O canal conseguiu liberação para exibir ao vivo a luta de Lyoto Machida contra CB Dollaway dentro do "UFC Combate". A briga será transmitida direto de Barueri, em São Paulo, no dia 21.

"Sai do Chão" - Com Michel Teló, Maria Rita, Alexandre Pires e Victor & Leo, o programa musical ganhará segunda temporada aos domingos. Estreia prevista para o dia 21.

"Didi e o Segredo dos Anjos" - Originalmente concebido para ir ao ar no Dia das Crianças, o telefilme de Renato Aragão será exibido no dia 21.

"Sintonize" - Com apresentação de Fernanda Paes Leme, o festival sertanejo já foi inteiramente gravado em Goiânia.

"Roberto Carlos Especial" - Este ano o cantor se apresentará em seis idiomas e terá convidados como Sophie Charlotte e Erasmo Carlos. No ar dia 23.

"The Voice Brasil - A final" - O vencedor do reality de calouros será revelado ao vivo, no dia 25, em plena noite de Natal.

"Show da Virada" - As gravações da festa de ano novo estão marcadas para os dias 25 e 26 de novembro em São Paulo. No ar dia 31.

Além disso, estão programadas, como de costume, a entrega do troféu "Melhores do Ano" do "Domingão do Faustão" e a "Retrospectiva 2014". Filmes como "Minha Mãe É Uma Peça" também serão exibidos.

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‘The Voice’ estreia com grande repercussão, mas tem audiência menor que em 2013

Reality show

The Voice Brasil 2014 The Voice estreia com grande repercussão, mas tem audiência menor que em 2013

Os jurados e apresentadores do "The Voice Brasil"

Foi com grande repercussão nas redes sociais que a terceira temporada do "The Voice Brasil" entrou no ar. No primeiro episódio, chamaram atenção as participações de uma drag queen e de Nise Palhares, que já foi caloura do "Ídolos", na Record. Nova repórter do reality, Fernanda Souza também foi largamente elogiada.

Apesar do barulho, a audiência da estreia foi menor do que no ano anterior. Segundo dados prévios do Ibope, a terceira temporada do "The Voice Brasil" registrou média de 20 pontos e pico de 23. O número é quatro pontos menor que o registrado em 2013, 24 pontos. Em 2012 não cabe comparação, uma vez que o programa ia ao ar em outro horário, nas tardes de domingo, e marcou 15 pontos.

Atualização: No consolidado, foram 21 pontos de média.

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Globo define datas de estreia de ‘O Sexo e as Nêga’, ‘The Voice Brasil’ e ‘Dupla Identidade’

Programação de TV

gagliasso Globo define datas de estreia de O Sexo e as Nêga, The Voice Brasil e Dupla Identidade

Bruno Gagliasso será o protagonista de "Dupla Identidade"

Além da Record, que lançará novas atrações em setembro, a Globo também prepara novidades. E as datas de estreia já foram definidas.

Escrita por Miguel Falabella e com nomes como Claudia Jimenez, Karin Hills, Alessandra Maestrini, Corina Sabbas, Lilian Valesca e Maria Bia, "O Sexo e as Nêga" entra no ar em 16 de setembro, no lugar de "Pé na Cova", nas noites de terça-feira.

Com o mesmo time de jurados dos anos anteriores, "The Voice Brasil" ganhará as noites de quinta-feira a partir do dia 18. Uma das mudanças é a presença de Fernanda Souza no time de apresentação.

"Dupla Identidade", história de Gloria Perez sobre um serial killer, será exibida a partir de 19 de setembro, nas noites de sexta-feira. Bruno Gagliasso, Luana Piovani, Débora Falabella e Marcello Novaes integram a equipe.

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Globo faz com que Tiago Leifert deixe de faturar com o ‘The Voice Brasil’

Reality show

tiago leifert Globo faz com que Tiago Leifert deixe de faturar com o The Voice Brasil

Tiago Leifert, apresentador do "The Voice Brasil"

É inegável que Tiago Leifert mais uma vez saiu-se muito bem à frente do "The Voice Brasil". A experiência, no entanto, poderia ter sido bem mais lucrativa para o apresentador. Explica-se: como comanda também o "Globo Esporte", Tiago tem de submeter-se às regras do jornalismo da Globo, que proíbe seus profissionais de participarem de ações de merchandising.

Sendo assim, todos os patrocinadores que pediram, não puderam contar o apresentador, que, com isso, poderia ter ganhado um considerável montante em dinheiro. A solução foi recorrer a Miá Mello ou aos intervalos comerciais.

Na emissora, Fátima Bernardes e Zeca Camargo já conseguiram se livrar da regra e ganharam liberação para faturar com propaganda. No caso de Tiago Leifert, por enquanto, a proibição seguirá valendo.

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Sem aviso prévio, Globo muda as regras do ‘The Voice Brasil’ e desagrada espectadores

Crítica

Depois de deixar muita gente com a pulga atrás da orelha por causa do discutível método de votação ao vivo na semana passada, o "The Voice Brasil", da Globo, voltou a desagradar espectadores. Sem aviso prévio, o programa mudou uma de suas regras. Permitido na semana passada e anunciado para esta, o "Peguei" foi suspenso. "Se continuasse salvando iríamos ficar aqui até o ano que vem", afirmou o apresentador, Tiago Leifert. Nas redes sociais, a reclamação foi grande:

voice1 Sem aviso prévio, Globo muda as regras do The Voice Brasil e desagrada espectadores

voice2 Sem aviso prévio, Globo muda as regras do The Voice Brasil e desagrada espectadores

voice3 Sem aviso prévio, Globo muda as regras do The Voice Brasil e desagrada espectadores

Fato é que o sucesso de um reality show se deve bastante ao conjunto de regras pré-estabelecido. O espectador gosta e precisa saber o que vai acontecer com seus participantes favoritos para torcer ou evitar algum acontecimento futuro. Ao mudar uma regra anunciada previamente, o "The Voice Brasil" erra feio e quebra um pacto com sua público. Os participantes que tinham esperança de uma segunda chance também ficaram a ver navios. Uma pena.

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Com método injusto de votação, ‘The Voice Brasil’ transforma disputa de cantores em concurso de popularidade

Crítica

camarah Com método injusto de votação, The Voice Brasil transforma disputa de cantores em concurso de popularidade

Luana Camarah, uma das candidatas do "The Voice Brasil"

A experiência em países como Estados Unidos, Holanda, Inglaterra e Austrália já indicava que ver "The Voice" é divertido. Ao subverter as regras dos shows de calouros e transformar a disputa entre cantores numa briga entre técnicos famosos, o reality show cumpre bem sua função de entreter e servir de plataforma para novos talentos. Entretanto, algumas regras, já antes vistas em outros programas do gênero, foram preservadas em nome da Justiça. Para permitir que todos os participantes sejam comparados entre si, as votações são abertas normalmente após as exibições e mantidas por algumas horas.

No Brasil, no entanto, em nome da conveniência da grade de programação da Globo, o sistema de votação do "The Voice" é absolutamente injusto. Nas redes sociais não faltam reclamações. E com razão. O maior questionamento gira em torno do fato de as linhas estarem abertas para os candidatos antes mesmo de eles cantarem. Ou seja: se o canto do dia não é relevante para levar o espectador a votar, o programa torna-se um concurso de popularidade entre os artistas.

No formato exibido em países como os Estados Unidos, na fase de apresentações ao vivo, o programa é dividido em dois. Dessa maneira, nenhum participante sai prejudicado por questões de tempo. É de se pensar que quem canta no começo do bloco tem maior vantagem sobre os outros - exceto no caso de desempenho desastroso, claro. Mas não há dúvidas: para ser justo, o processo de seleção do "The Voice" deveria permitir a comparação de todos os candidatos entre si, para que aí, sim, haja a escolha do público.

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Cachê de participantes do ‘The Voice Brasil’ não aumenta na segunda temporada. Saiba quanto ganha cada calouro!

Reality show

voice Cachê de participantes do The Voice Brasil não aumenta na segunda temporada. Saiba quanto ganha cada calouro!

O time de jurados do "The Voice Brasil"

Apesar do sucesso do ano passado e do alto investimento na nova temporada, os participantes do "The Voice Brasil" continuam ganhando o mesmo cachê de seus antecessores, sem nenhum reajuste. O blog apurou que cada calouro do reality show recebe R$ 700 por mês de ajuda de custo. As passagens e a hospedagem de quem é levado ao Rio de Janeiro ficam por conta da produção.

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Segunda temporada do ‘The Voice’ estreia bem, mas peca ao deixar algumas apresentações virarem ‘shows de churrascaria’

Crítica

the voice Segunda temporada do The Voice estreia bem, mas peca ao deixar algumas apresentações virarem shows de churrascaria

O time de jurados do "The Voice Brasil", da Globo

Se há uma atração que pode ser apontada como grande acerto da Globo nos últimas anos, é o "The Voice Brasil". Assim como ocorre em todo país pelos quais o formato passa, o reality show garante bons índices e empolga a audiência. Além de ser divertido viver a expectativa pelo virar de cadeiras dos jurados e a briga para escolher um candidato, o programa traz boa música e histórias de vida emocionantes. Ao contrário do "BBB", condenado em algumas edições por dar chances a "semi-sub-celebridades", neste show de calouros não há problema em ter uma carreira em andamento. Afinal, todos estão ali enquanto artistas.

A estreia da segunda temporada levantou os índices do horário. Agora em novo dia, antes ocupado por "A Grande Família", "The Voice" levantou em dois pontos a audiência em relação a semana anterior: média 24 pontos. Se comparado com a estreia do primeiro episódio no ano passado, nas tardes domingo, o aumento foi de consideráveis 9 pontos. O crescimento só prova que o público da noite está mais disposto - e acostumado - a ver realities nessa faixa.

Tecnicamente, "The Voice Brasil" segue chamando atenção a maior parte do tempo. Embora o cenário mais uma vez fique devendo ao bem-sucedido esquema de arena da versão americana, tudo funciona como deve a maior parte do tempo. Isso não significa, no entanto, que o fator humano não traga uma ou outra ressalva. Por exemplo: participantes com boas histórias escolhendo a música errada. E pior: com apresentações tão mornas e acompanhamento musical tão pobre que mais pareciam shows de churrascaria. Foi assim com os candidatos Dan Germano e Felipe Ribeiro - reprovados pelos jurados. A aprovada Janaína Cruz também poderia ter sido incluída no mesmo time. Para sorte do espectador, no entanto, este tipo de performance foram minoria. Participantes como Luana Camarah, Gabby Moura e Dom Paulino causaram forte impressão.

A estreia da segunda temporada trouxe também uma novidade: Miá Mello substitui Dani Suzuki nos bastidores do programa. A atriz é carismática, tem energia contagiante e fala bem. Ainda assim, chamou insistentemente Tiago Leifert de "Titi". Pode parecer um racioncínio um tanto ranzinza, mas o espectador não precisa ver tanta intimidade. Sendo o apresentador da linha de frente quem tem de intermediar conflitos, animar e consolar concorrentes, ele tem de ser preservado e se manter como figura boa-praça, sim, mas não boazinha demais. Já a interação entre os jurados continua afinadíssima. Acompanhemos os próximos episódios.

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