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Publicado em 11/06/2015 às 15:41

Caio Castro é o maior erro de I Love Paraisópolis

caio Caio Castro é o maior erro de I Love Paraisópolis

Caio Castro faz cara de mau na novela (Foto: Divulgação/Globo)

A novela das sete da Globo começou com muitas reclamações sobre a pronúncia forçada de vários atores cariocas que se esforçavam para falar "paulistanês", já que a trama toda se passa em São Paulo. Uma outra queixa, agora deste blogueiro, foi sobre a atuação de Letícia Spiller, um tanto quanto forçada como vilã. Mas nada, absolutamente nada, supera o trabalho que Caio Castro vem fazendo. Sua atuação não é pouco ruim, é muito ruim.

Assisti a duas novelas com ele — Fina Estampa e Amor à Vida — e já tinha notado que ele simplesmente não entende nada sobre ser ator. Agora, em I Love Paraisópolis, uma simpática trama das sete, Caio se supera totalmente. Não dá nem para falar que ele é um mau ator, porque, na verdade, ele nem chega a ser um ator. Ele consegue decorar suas falas, mas não consegue colocar uma gota de atuação. Ele interpreta sempre a si mesmo.

Agora ele "interpreta" Grego, um sujeito que meio que comanda tudo na favela onde a história acontece. Mas, na boa, Caio não consegue convencer ninguém. Tudo bem, entendo que as mulheres o achem bonitão, que tem seu charme e tal. Mas quando o assunto é atuar, montar um personagem, trazer as pessoas para dentro da história, não é com Caio Castro que a gente pode contar. Aliás, Grego é, possivelmente, seu pior papel.

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Publicado em 10/06/2015 às 15:15

Superstar poderia sim ser ao vivo, Tico Santa Cruz

superstar1 Superstar poderia sim ser ao vivo, Tico Santa Cruz

Os apresentadores do programa (Foto: Divulgação/Globo)

Depois da edição do último domingo do Superstar, onde aconteceu uma falha técnica que mostrou para todo mundo que há playback, instaurou-se uma polêmica. Parece que muita gente não sabia que o instrumental dos grupos era pré-gravado, apenas com os vocais ao vivo. E o músico Tico Santa Cruz entrou na conversa através de um post no Facebook. Ele, basicamente, defende o uso do playback no programa e escreveu isso: "Seria TECNICAMENTE IMPOSSÍVEL fazer tantas trocas de palco em tão pouco tempo, num programa que está sendo transmitido em tempo real sem dar nenhum problema. O que prejudicaria não só as bandas, como também o bom desenvolvimento e o envolvimento do público que está assistindo". Para ler o texto todo, vá lá na página dele.

Tico, entendo sua posição, mas daria sim para o Superstar ser totalmente ao vivo e ainda assim agradar ao público. Como você lembrou, o Altas Horas funciona assim, com três palcos diferentes. Mais do que isso: o Multishow tem o Música Boa Ao Vivo, comandado por Thiaguinho, e que também tem três palcos com os artistas tocando um de cada vez em seus respectivos palcos. E tudo rola bem. Por que o Superstar não poderia ser assim?

Se o programa fosse totalmente ao vivo, a emoção para o público seria muito maior e a imprevisibilidade seria uma atração a mais para o espectador. Vamos combinar que as bandas que ali estão já não são iniciantes e várias delas têm anos de carreira e acumulam centenas de shows. Quer dizer, sabem o que estão fazendo. E qual seria a dificuldade para a Globo em montar três palcos? Poderiam até ser giratórios. Além disso, a competição ficaria mais acirrada. E se uma banda errasse? Oras, perde ponto. Simples.

A Globo diz oficialmente que as apresentações são ao vivo e que o que aconteceu no domingo foi uma falha técnica, mas ficou claro que o que rola é uma pré-gravação mesmo. Enfim, seria possível contornar esta situação com um esquema parecido com o do Música Boa Ao Vivo. Ficaria mais divertido.

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Publicado em 08/06/2015 às 12:36

Suspeitas marcam Superstar em noite trágica

superstar Suspeitas marcam Superstar em noite trágica

Fernanda Lima no Superstar deste domingo (Foto: Reprodução/Globo)

Este domingo (7) foi marcado pela noite mais desastrosa do programa musical da Globo. O que poderia dar errado, efetivamente deu. Tudo bem que é TV ao vivo, mas a própria Globo tem um monte de atrações ao vivo que não têm o nível de erro apresentado pelo Superstar. A coisa já ficou estranha quando Fernanda Lima perguntou para o vocalista da Big Time Orchestra se a música apresentada pelo grupo tinha sido uma dica de seu padrinho, Paulo Ricardo. O cantor da banda disse "olha, a gente precisa conversar mais, padrinho", dando a entender que a Big Time Orchestra e Paulo Ricardo não se encontraram para ensaiar ou tratar das apresentações. Na verdade, o que transparece é que não há estes encontros entre as bandas com Thiaguinho, Sandy ou Paulo Ricardo. Se isso acontecesse, certamente seria mostrado brevemente na TV, como é feito no The Voice, ou mesmo nos vídeos produzidos para a web. Ou seja, a questão do apadrinhamento é só para inglês ver mesmo até que provem o contrário.

O que também ficou feio neste domingo foi o início da apresentação da banda Versalle. Como se sabe, embora não seja muito divulgado, o instrumental das músicas é todo pré-gravado pelas bandas e apenas a voz é que é feita ao vivo. Assim, guitarristas, bateristas, tecladistas percussionistas apenas dublam ali. Isso é feito para minimizar qualquer erro que possa acontecer, mas tira um pouco da graça da brincadeira. Acontece que na hora de soltar a música do Versalle, rolou algum problema e o playback não entrou depois da contagem regressiva. Quer dizer, entrou, mas não era a música certa. No final da canção, Fernanda Lima soltou um "problemas técnicos acontecem em programa ao vivo".

O que chamou muito a atenção negativamente foram as caras de velório de Samuel Rosa, do Skank, e do Paulinho, do Roupa Nova. Durante as apresentações os dois ficaram ali olhando meio ressabiados, com quase nada de empolgação. Depois, no momento de darem seus votos, mostraram estar mais contentinhos um pouco, apagando a impressão inicial.

Até Paulo Ricardo, que é o melhor jurado, deu bola fora ao errar a letra da música "Casa", de Lulu Santos, que cantou em dueto com Sandy. Na verdade, o erro do cantor do RPM pode ter sido também uma falha do microfone, que estava aparentemente muito baixo. Daí, Paulo pode ter repetido a entrada por não ter se ouvido. Enfim.

Mas o mais feio mesmo foi a questão do ranqueamento dos grupos. Durante o programa, a banda Scalene ficou aparecendo o tempo todo em primeiro lugar. Ao final do programa, quando foi necessário recorrer às casas decimais para ver quem seria eliminado, a dupla Lucas e Orelha apareceu na frente, deixando Scalene em segundo. Quer dizer, durante o programa todo o ranking estava errado, favorecendo a banda em vez da dupla de garotos. Pode ser que tenha sido sem querer? Pode. Mas também pode ser que não. Bem estranho.

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Publicado em 08/06/2015 às 09:17

Disputa das bailarinas do Faustão é muita vergonha alheia junta

bailarina Disputa das bailarinas do Faustão é muita vergonha alheia junta

Uma das bailarinas da diputa

Está realmente uma coisa incrível a disputa das moças no Faustão para ver quem será a nova bailaria do programa. Sem dúvida todas ali são muito bonitas e, claro, querem entrar para o elenco do Domingão, já que é uma boa vitrine para saltos futuros. Mas o constrangimento e a vergonha alheia são generalizadas.

Vamos combinar que o balé do programa já é uma coisa bem tosquinha, né? Têm uns passos muito loucos, uns requebrados estranhos, as moças têm que fingir que acham graça de umas piadas que o Faustão já contou quinhentas vezes e por aí afora. Agora você transporta tudo isso para novas "bailarinas" que querem de qualquer maneira entrar para a turma. O resultado é para fazer a gente se contorcer de vergonha no sofá.

Para conseguir aparecer mais do que as outras, cada uma ali faz uma dancinha mais exagerada do que a outra. Elas dão piruetas, rebolam sem parar e só falta mesmo darem aquele salto mortal que  Cafu fazia quando marcava um gol. Não vou duvidar nada se isso vier mesmo a acontecer. Mas o pior mesmo é quando aparece alguma menina que não tem o menor jeito para a dança, mas que colocou na cabeça que pode estar lá. Neste domingo (7) tinha umas ali mais duras do que as paredes do cofre do Tio Patinhas. Dá até tristeza vê-las se descabelando para tentar uma vaguinha, mesmo não tendo o menor jeito para a dança.

A gente sabe que estar ali no Faustão pode ajudar a deslanchar a carreira, mas também não é algo garantido. Quantas bailarinas do programa já ficaram superfamosas? Bem poucas, vamos combinar. Então, para entrar numa parada dessas, as garotas têm que, pelo menos, ter certeza de que dançam bem. Do contrário, vão ficar lá rebolando e causando vergonha.

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Publicado em 02/06/2015 às 11:25

Apresentadores do CQC são puro constrangimento

cqc Apresentadores do CQC são puro constrangimento

Os apresentadores do CQC (Foto: Reprodução Band)

Você viu essa história da repórter do R7 que sofreu abuso no metrô? Pois é, o depoimento chocante mostra o que as mulheres sofrem todos os dias no transporte público e chamou a atenção de muita gente. O CQC, nesta segunda (1), a partir deste texto, fez uma matéria muito bem sacada sobre o tema. Inclusive colocando uns encoxadores para correr, o que é sempre bom.

A reportagem do programa da Band foi uma denúncia feita de maneira leve e divertida, duas coisas que não se imagina que possa acontecer levando em consideração o assunto pesado. A matéria foi um grande acerto da atração, que vem mandando bem em alguns de seus conteúdos. Como já disse aqui neste blog, o CQC tem alguns pontos positivos, sendo que o principal destaque é o repórter Maurício Meirelles.

Acontece que o programa tem um problema grave, que é sua bancada. Sempre que assisto ao CQC e vejo Dan Stulbach, Rafael Cortez e Marco Luque, tenho a impressão de estar de frente com os Três Patetas, só que milhões de vezes menos engraçados. Na edição desta segunda os três conseguiram superar todos os níveis de ruindade. Não dá nem para dizer que eles beiraram o constrangimento porque, de fato, eles constrangeram.

Rafael Cortez, por exemplo, começou a fazer imitações sem graça de Silvio Santos, Marília Gabriela e outras pessoas. Entendi que a ideia de Rafael era mostrar que não sabe imitar ninguém, mas a brincadeira foi se prolongando, prolongando, prolongando até ninguém mais aguentar. E não tinha a menor graça mostrar que não sabe imitar. Tosco.

Outro momento constrangedor da atração da Band é um quadro em que os caras da bancada leem tuítes reclamando deles próprios e fazem comentários em cima. Estes comentários, que deveriam ser boas sacadas para funcionar, não têm pegada nenhuma. Eles inventam qualquer coisa ali e o tiro sai sempre pela culatra. É ruim demais.

Se a Band voltar com o CQC para mais uma temporada em 2016, seria bom pensar numa mudança no jeito de apresentar. Do jeito que está não dá.

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Publicado em 01/06/2015 às 11:28

Alguém explique o que há de errado com a Sandy no Superstar?!

sandy Alguém explique o que há de errado com a Sandy no Superstar?!

Sandy melhorou bem (Foto: Reprodução/Globo)

Está tudo muito estranho no Superstar. Notou que a Sandy está indo bem? Nas últimas duas edições do programa a cantora tem até que mandado bem em seus comentários. Não que sejam lá uma maravilha, mas melhorou muito em relação ao início do programa. Ou seja, tem alguma coisa de muito errado aí.

Brincadeira à parte, Sandy tem contextualizado bem o trabalho das bandas e procura revelar um pouco a mais do que aquilo que todo mundo vê. Deve ter feito um cursinho rápido, passado por um treinamento para conseguir se expressar melhor e ir além do óbvio. O que é bom para ela e para o programa. Fora isso, Sandy tem um carisma que a tornam uma jurada divertida. Se ela começou mal (e começou), agora ela mostra uma recuperação e está mandando bem melhor.

Só que ainda há um problema e ele se chama Thiaguinho. Como jurado ele está muito abaixo de sua colega e de Paulo Ricardo. Totalmente inexpressivo e com comentários rasteiros, o cantor já é um forte candidato a ser substituído caso o Superstar venha a ter uma terceira temporada. Não dá, o pagodeiro só fala obviedades e não sai do básico. Tristeza.

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Publicado em 30/05/2015 às 09:48

Adriana Esteves chega ao limite da canastrice em Babilônia

adriana Adriana Esteves chega ao limite da canastrice em Babilônia

Inês no momento em que foi salva pelo prefeito (Foto: Reprodução/Globo)

A novela das nove tem se tornado um assunto irresistível nesse blog, tamanha a ruindade que tomou conta da trama. O capítulo desta sexta (29) mostrou como uma atriz boa pode se tornar canastrona ao máximo, tudo, claro, por conta da maluquice que virou a história.

Adriana, que já provou que pode mandar bem com a Carminha (de Avenida Brasil), teve uma atuação tão, mas tão ruim ontem que é até difícil de descrever. Primeiro, Inês, sua personagem, tentou seduzir o prefeito Aderbal (Marcos Palmeira) de um jeito que não convenceria nem o mais mulherengo dos homens. Foi uma atuação simplesmente patética da atriz.

Como se isso não bastasse, momentos mais tarde, Inês provocou um acidente automobilístico para ser salva pelo personagem de Marcos Palmeira. A batida foi muito malfeita. Para piorar, ainda, do nada, rola uma explosão do carro em que ela estava. Alguém consegue explicar como uma batidinha boba daquelas gera uma explosão? Se fosse assim, todos os dias nossas ruas teriam carros e gente carbonizada, né? E, quando é salva por Aderbal, dá-lhe mais canastrice.

Como eu disse, Adriana Esteves é boa atriz, mas Babilônia chegou a um nível de ruindade que já contamina até os bons atores do elenco. Só não dá para incluir aí Gabriel Braga Nunes, que vai mal por natureza.

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Publicado em 29/05/2015 às 11:54

Babilônia chega ao fundo do poço com uma das cenas mais constrangedoras da história

babilonia Babilônia chega ao fundo do poço com uma das cenas mais constrangedoras da história

Gabriel protagonizou a cena bizarra (Foto: Reprodução/Globo)

Claro que a Globo tem que tentar salvar sua novela das nove de qualquer maneira. Os índices de audiência têm que subir e várias mexidas já foram feitas na trama. Agora é o seguinte: para tudo tem limite. A cena que foi ao ar nesta quinta (28), com Gabriel Braga Nunes de cueca ou ceroula discutindo com Vinícius (Thiago Fragoso).

A cena toda foi constrangedora. Do começo ao fim. E o pior é que ela foi alardeada o dia todo ao longo da programação do canal, como se fosse algo que fosse salvar Babilônia da crise de audiência. Pode ter sido impressão apenas, mas Thiago deu uma risada no meio da discussão que duvido muito que fosse parte da coisa toda. Para mim ele não aguentou mesmo a palhaçada.

Para completar o ridículo, Gabriel Braga Nunes estava novamente atuando daquele jeito fake, que parece que está num ensaio. Enfim, desse jeito a única saída é mesmo jogar a toalha e preparar a próxima novela o mais rápido possível.

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Publicado em 27/05/2015 às 10:01

Globo parte para a cura gay de Marcos Pasquim em Babilônia

marcos Globo parte para a cura gay de Marcos Pasquim em Babilônia

O Carlos Alberto de Marcos Pasquim (Foto: Divulgação/Globo)

Na sinopse oficial da novela, o personagem de Marcos Pasquim, o treinador Carlos Alberto, seria gay e teria um romance com o personagem vivido por Marcello Melo. Mas é aquela coisa, né? A trama geral não foi bem aceita, houve forte rejeição ao casal formado por Fernanda Montenegro e Nathália Timberg, a maligna Beatriz (Glória Pires) não caiu nas graças do público e a coisa azedou em termos de audiência.

Como você já deve ter notado, rolaram várias mudanças ao longo dos capítulos para tentar salvar a audiência de Babilônia, o que transformou a história na criatura de Frankenstein, com remendos e enxertos de todos os lados. E a mais recente alteração é praticamente a cura gay. Carlos Alberto não é mais homossexual, como previsto inicialmente, inclusive na sinopse.

A Globo colocou do nada uma história de acidente automobilístico que matou uma suposta esposa do treinador e, a partir daí, tudo mudou. Agora, o passado homossexual que veríamos não existe mais, ou seja, estamos frente a frente com a cura gay em Babilônia. Agora, o personagem de Pasquim se mostra apaixonado por Regina (Camila Pitanga). Assim mesmo, surgiu um interesse amoroso não se sabe de onde. Foi um estalo.

Claro que esta mudança foi feita para evitar ainda mais rejeição na história. O próprio personagem de Marcelo, que se chama Ivan, não dá mais nenhuma pinta de que seja um gay. Não se fala mais no assunto e sua função na trama agora é praticamente nula. Virou um morto-vivo, já que não terá mais um romance com Carlos Alberto.

Babilônia virou uma coisa totalmente esquizofrênica e como é uma obra aberta, pode sofrer ainda mais mudanças. É um caso interessante para ser analisado por quem curte roteiro. Claro, é um exemplo a não se seguir, mas não deixa de ser curioso notar como uma trama pode mudar tanto ao longo de sua exibição. Mas, a impressão que dá, é que a vaca já foi para o brejo.

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Publicado em 26/05/2015 às 10:25

Encontro dos Kens humanos é a maior vergonha alheia do mundo

ken Encontro dos Kens humanos é a maior vergonha alheia do mundo

Os Kens humanos fazem as pazes na TV (Foto: Reprodução Band)

Um Ken humano brasileiro já era demais, né? Mas temos dois agora. E eles são rivais. Quer dizer, mais ou menos. A edição desta segunda do CQC trouxe uma entrevista muito engraçada confrontando os rapazes. O repórter Maurício Meirelles fez perguntas para saber quem entendia mais sobre o personagem e houve ainda outras tiradas engraçadas. O momento mais divertido e, de grande vergonha alheia, foi o encontro cara a cara da dupla. Os dois conversaram rapidamente, se cumprimentaram, se abraçaram e fizeram as pazes.

Dá para imaginar uma coisa mais maluca do que dois Kens humanos juntos? Claro que deve haver mas, pelo menos nesta semana, acho que nada pode superar isso em termos de bizarria. A gente sabe que existe todo o tipo de esquisitice no mundo, mas realmente querer ser um boneco que namora a Barbie é algo que vai além da compreensão.

A matéria foi feita por Maurício Meirelles, o repórter que consegue salvar o CQC do marasmo completo. Ele vai muito bem e cria as pautas mais diversificadas e divertidas do programa.

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